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Meu sonho é fazer Enfermagem, mas tenho pavor de sangue! O que fazer?

<p><img class&equals;"alignnone size-full wp-image-9611" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;enfermagemilustrada&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2018&sol;02&sol;hematofobia1&period;png" alt&equals;"hematofobia" width&equals;"1373" height&equals;"689" &sol;> &NewLine;&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad20840 " id&equals;"quads-ad20840" style&equals;"float&colon;none&semi;text-align&colon;center&semi;padding&colon;0px 0 0px 0&semi;" data-lazydelay&equals;"0">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine; &NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Parece estranho<&sol;strong>&comma; mas <strong>não é incomum<&sol;strong>&period; Não apenas <strong>não gostar de sangue<&sol;strong>&comma; mas também <strong>temer agulhas ou outros procedimentos&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Não é vergonha nenhuma respeitar os próprios limites&excl;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<h2><strong>Mas o que fazer&quest;<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p>Você pode<strong> aceitar a situação e procurar outra carreira na área da saúde que não te exponha<&sol;strong> ao seu temor&comma; <strong>ou tentar superar o medo&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Algumas opções da área da saúde sem contato com sangue&colon;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>Psicologia&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Estética&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Nutrição&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Fonoaudiologia&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Terapia ocupacional&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Fisioterapia&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Educação física&semi;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<h2><strong>Se sua vontade é tentar superar o medo&comma; você precisa avaliar algumas situações que estão envolvidas&period; Em primeiro lugar&comma; de onde vem esse medo&quest;<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p>Um dos motivos do pavor pode ser a <strong>hematofobia&comma;<&sol;strong> condição caracterizada pelo <strong>medo exagerado<&sol;strong> ou  irracional de ver <strong>sangue&period; <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Os <strong>sintomas da hematofobia<&sol;strong> podem variar de indivíduo para indivíduo&period; Algumas pessoas desmaiam ao ver sangue&comma; enquanto outras ficam trêmulas&comma; fracas&comma; enjoadas&comma; tontas&comma; a pressão cai&comma; têm dor de cabeça&comma; calafrios&comma; falta de ar&comma; boca seca e transpiração excessiva&period; Apenas ver o sangue é suficiente para desencadear estas sensações&comma; muitas pessoas chegam a ter <strong>ataques de pânico<&sol;strong> ou a <strong>desmaiar<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Especialistas &lpar;psicólogos&comma; psiquiatras&rpar; relacionam o desenvolvimento da fobia <&sol;strong>a algum<strong> evento traumático<&sol;strong> que os hematofóbicos  vivenciaram&comma; ou associação inconsciente do sangue com <strong>vulnerabilidades<&sol;strong> do corpo &lpar;lesões e morte&rpar;&period; <strong>Sabemos que um sangramento indica algo errado e isso alerta nosso corpo&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Há pessoas que desenvolvem também medo de agulhas&excl;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Imagine que essas pessoas podem<strong> fugir de procedimentos<&sol;strong> médicos&comma; exames ou cirurgias por medo de sangue ou agulhas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Procure um especialista para te ajudar a superar esta fobia&excl;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Buscar ajuda psicológica pode ser fundamental para você vencer esses medos&period; <strong>Encontrar as causas e usar estratégias para lidar com a questão&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<h2><strong>É possível ser profissional da saúde e ter alguns medos<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p><strong>De acordo com a médica Sara Cohen<&sol;strong> &lpar;atua na área de poli-trauma&sol;danos cerebrais em Massachutsetts – EUA&rpar; SIM&period; Ela relatou que <strong>sofria desde a infância com medo de sangue<&sol;strong>&period; Costumava tapar os olhos assistindo filmes com cenas sangrentas&period; Mesmo assim&comma; <strong>quando adolescente<&sol;strong> antes da faculdade <strong>foi voluntariamente assistir procedimentos médicos<&sol;strong>&comma; porém houve momentos de quase desmaiou&period; Já <strong>na faculdade<&sol;strong> <strong>passava mal nas aulas<&sol;strong> de anatomia e cirurgia&comma; mas <strong>decidida a ser médica<&sol;strong> e apoiada pelos professores <strong>desenvolveu técnicas para lidar com isso e não desistiu<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Ela assistia a vídeos<&sol;strong> de flebotomia&comma; cirurgia&comma; biopsia e <strong>tentava controlar os sintomas que surgiam<&sol;strong>&comma; <strong>respirava fundo&comma; contava até 10<&sol;strong>&period; E<strong> hoje em dia trabalha como cirurgiã<&sol;strong>&period; E em tom de brincadeira lembra que<strong> é possível superar<&sol;strong>&comma; mas caso não aconteça sempre há a especialização em radiologia&period;  A <strong>médica aconselha<&sol;strong> que <strong>se você é estudante<&sol;strong> da área da saúde e<strong> já passou mal ao ver sangue ou durante procedimentos&comma; não sinta-se envergonhado<&sol;strong>&comma; você não está sozinho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A<strong> enfermeira Gabriela <&sol;strong>que atua em Saúde da Família em Botucatu&sol;SP – Brasil <strong>iniciou na área da saúde<&sol;strong> com 17 anos <strong>em um curso técnico de enfermagem<&sol;strong>&comma; e relata que <strong>não se sentia confortável<&sol;strong> em alguns<strong> procedimentos que envolviam sangue<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Quando ingressou <strong>na faculdade de enfermagem<&sol;strong>&comma; ainda tinha inseguranças&comma; <strong>se esquivava de procedimentos<&sol;strong> que a causavam mal estar&comma; mas <strong>pensava nas diversas possibilidades<&sol;strong> da<strong> carreira como enfermeira<&sol;strong>&comma; na área acadêmica como professora e pesquisadora&comma; na assistência aos pacientes ou gerente de enfermarias e unidades de saúde&colon;<&sol;p>&NewLine;<p><em>&OpenCurlyDoubleQuote;<&sol;em><em><strong>As habilidades são características pessoais e podem ser desenvolvidas&comma;<&sol;strong> de acordo com a necessidade das pessoas e instituições&period; Com o tempo&comma; parei de ter vergonha de não saber ou de tentar perita em algumas coisas&period; <strong>Se não sei&comma; procuro aprender&period; Na dúvida&comma; sempre peço uma ajudinha&period;<&sol;strong>” <&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>Hoje enfrenta na rotina de procedimentos&colon;<&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>Sondas vesicais&comma; enterais&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>curativos de diversas origens &lpar;traumático&comma; cirúrgico&comma; venoso&comma; etc&period;&rpar;&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Coletas de exames variadas &lpar;papanicolau&comma; sangue&rpar;&period;<&sol;li>&NewLine;<li>Injeções e infusões<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<h2><strong>O paciente também tem medo e precisa da ajuda do profissional de saúde<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p>No caso de Gabriela&comma; ela relata que <strong>executa diversos procedimentos&comma;<&sol;strong> e cada dia supera seus medos&comma; pois <strong>precisa lidar com os medos dos pacientes e sua adesão aos tratamentos&period; <&sol;strong>Ela deixa que a <strong>responsabilidade guie a superação das inseguranças&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Referências para a publicação&colon;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><em><strong>¹Jamjoom AA&comma; Nikkar-Esfahani A&comma; Fitzgerald JE&period;<&sol;strong> Operating theatre related syncope in medical students&colon; a cross sectional study&period; BMC Med Educ&period; 2009&semi;9&colon;14&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em><strong>Enfª MsC&period; Gabriela Dorth<&sol;strong><&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p><em><strong>Sara Cohen&period;<&sol;strong> Will My Squeamishness Subside During Medical Training&quest; – Medscape – Dec 29&comma; 2009&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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