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Profissionais da Atenção Básica são capacitados para atender bebês prematuros

<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><img class&equals;"aligncenter size-full wp-image-28693" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;enfermagemilustrada&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2022&sol;04&sol;atencaobasica&period;png" alt&equals;"" width&equals;"1373" height&equals;"689" &sol;> &NewLine;&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad20840 " id&equals;"quads-ad20840" style&equals;"float&colon;none&semi;text-align&colon;center&semi;padding&colon;0px 0 0px 0&semi;" data-lazydelay&equals;"0">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine; &NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O Programa de Atenção Integral à Saúde da Criança da Secretaria de Saúde de Maceió realizou nesta quinta-feira &lpar;28&rpar;&comma; no auditório do órgão&comma; o curso de sensibilização &&num;8216&semi;Método Canguru na Atenção Primária&colon; Cuidado Compartilhado&&num;8217&semi;&period; A capacitação&comma; que tem continuidade nesta sexta-feira &lpar;29&rpar;&comma; faz de Maceió o primeiro município de Alagoas a ter profissionais da Atenção Básica capacitados para o acompanhamento de bebês prematuros e de baixo peso após alta hospitalar&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Edjane De Biase&comma; tutora do Método Canguru na Atenção Primária e Hospitalar do Município&comma; o cuidado com o recém-nascido prematuro e de baixo peso deve ser compartilhado&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Nos dois dias de capacitação vamos falar sobre as particularidades desses bebês&comma; pois após a alta hospitalar&comma; eles precisam ser vistos de forma mais cuidadosa pela Atenção Primária&comma; que é o local que eles serão acompanhados&comma; tanto eles quanto suas famílias”&comma; destaca&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A tutora do Método explica quais são os principais benefícios do Método Canguru para a saúde da criança&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Um dos principais é a diminuição da mortalidade infantil&period; Depois temos o aumento do vínculo entre mãe e filho&comma; a maior adesão do aleitamento materno&comma; o olhar diferenciado para estimular o desenvolvimento neuropsicomotor da criança&comma; a estimulação adequada quando há baixa intelectual&comma; entre outros”&comma; completa Edjane De Biase&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Essa primeira turma do curso é composta por profissionais de nível superior que integram as equipes da Atenção Primária&comma; da Estratégia de Saúde da Família e do Núcleo Ampliado de Saúde da Família &lpar;Nasf&rpar; nos II e VI Distritos Sanitários&period; O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento desses bebês&comma; que era realizado apenas pelos ambulatórios das unidades hospitalares&comma; será feito também pelas unidades de saúde de Maceió&comma; de forma compartilhada&period; O curso conta também com a parceria de profissionais da Secretaria de Estado da Saúde &lpar;Sesau&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Uma dessas profissionais é a enfermeira da Unidade de Saúde da Família &lpar;USF&rpar; Jardim São Francisco &lpar;Levada&rpar;&comma; Cândida Santana&period; Para ela&comma; a capacitação é importante para que os profissionais de saúde levem um atendimento qualificado para esses bebês e suas famílias&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Não conhecia o Método Canguru&comma; mas estou achando maravilhoso&comma; pois tanto nós da enfermagem quanto os demais profissionais saberemos como lidar com esses bebês que chegam até a gente&comma; prestando toda a assistência que ele precisa para se desenvolver de forma adequada”&comma; afirma a enfermeira&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A coordenadora do Programa de Atenção Integral à Saúde da Criança&comma; Marglene Oliveira&comma; destaca que reduzir os índices de mortalidade infantil no Município é um dos principais ganhos dessa iniciativa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Muitas vezes recebíamos esses bebês e não tínhamos para onde encaminhar ou prestar um tratamento adequado&comma; então&comma; nossos profissionais da Atenção Básica podem oferecer essa assistência&comma; tendo um olhar diferenciado”&comma; ressalta a coordenadora&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Política de Atenção Humanizada ao recém-nascido prematuro e baixo peso<&sol;p>&NewLine;<p>Um dos temas abordados durante o curso foi a Política de Atenção Humanizada ao RNPT e BP no Brasil&comma; que foi facilitada pela terapeuta ocupacional Manuela Albuquerque&period; Ela apresentou as vantagens e aplicação do método e contou como foi o início das primeiras políticas de saúde voltadas para esses bebês&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;No Brasil&comma; em 2000&comma; foi publicada a primeira Norma de Atenção Humanizada para os prematuros e se tornou a primeira política em saúde para a área&period; Nos primeiros 10 anos&comma; esse cuidado ficou centrado no cuidado hospitalar e de 2011 em diante é que ele passou a se articular com a Atenção Primária&period; Porém&comma; esse acompanhamento do RN deve ser compartilhado desde a alta hospitalar e o Método Canguru deve começar desde o pré-natal&comma; que é onde já começa o acolhimento da família e o cuidado individualizado”&comma; explica Manuela Albuquerque&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Demais exposições<&sol;p>&NewLine;<p>A capacitação contou&comma; ainda&comma; com palestras sobre particularidades e repercussões clínicas dos bebês prematuros&comma; como receber esses bebês na Atenção Básica&comma; aspectos emocionais para a família na chegada desses bebês e redes de apoio&period; Os profissionais também participaram de momentos práticos com a realização de oficinas com a construção de Ecomapas &lpar;instrumento de abordagem familiar&rpar;&comma; posturação e manuseio do bebê&comma; nutrição e amamentação e cuidados diários&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao final dos dois dias de capacitação&comma; os profissionais devem elaborar um plano de ação&comma; para implementar o cuidado canguru em seus locais de trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A capacitação conta com a participação de 40 profissionais de saúde e será ministrada&comma; além de Edjane de Biase e da terapeuta ocupacional Manuela Albuquerque Lima&comma; pela fonoaudióloga Mére Lander Moreira Lins&comma; pela fisioterapeuta Gabriella Almeida&comma; pela psicóloga Regina Japiá e pela nutricionista Renata Moura Protásio&comma; tutoras do Método Canguru no Estado&comma; além da médica pediatra Sirmani Melo Frazão&comma; coordenadora estadual do Método Canguru&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sobre o Método Canguru<&sol;p>&NewLine;<p>O Método Canguru é um modelo de assistência ao recém-nascido prematuro e sua família&comma; internado na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal&comma; voltado para o cuidado humanizado&comma; que reúne estratégias de intervenção biopsicossocial&period; Nele é estimulada a presença dos pais na unidade neonatal com o livre acesso e a participação nos cuidados com o filho&period; Estes devem ser individualizados&comma; respeitando o sono e o estado comportamental do recém-nascido&period; O pai e a mãe são orientados a tocar o filho e a realizar a posição canguru precocemente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A ação é desenvolvida em três etapas – do pré-natal da gestação de alto risco&comma; até a internação do recém-nascido pré-termo na Unidade Neonatal&semi; após o parto&comma; ainda na unidade hospitalar&comma; onde o bebê permanece de maneira contínua com sua mãe&comma; que participa ativamente dos cuidados do filho&semi; e&comma; na terceira etapa&comma; quando o bebê vai para casa e é acompanhado&comma; juntamente com sua família&comma; pelo ambulatório do seu hospital de origem e pela Unidade Básica de Saúde&comma; até atingir o peso de 2&comma;5 kg&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em>Fonte&colon; Tribuna Hoje<&sol;em><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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