<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-30223" src="https://enfermagemilustrada.com/wp-content/uploads/2022/08/piusoformacao.png" alt="" width="1373" height="689" /> 

<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 2.0.98.1 -->
<div class="quads-location quads-ad20840 " id="quads-ad20840" style="float:none;text-align:center;padding:0px 0 0px 0;" data-lazydelay="0">

</div>
 
</p>
<p style="text-align: justify;">A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Piso da Enfermagem, que define o piso salarial nacional para a categoria, foi aprovada na Câmara dos Deputados e segue para promulgação. Contratados em Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), os enfermeiros terão o piso de R$ 4.750, técnicos de Enfermagem contarão com R$ 3.325 e auxiliares de Enfermagem e parteiras, com R$ 2.375. A categoria recebeu mais atenção pela atuação no combate à pandemia, mas a demanda já é de mais de 20 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">“É uma luta do Conselho Federal de Enfermagem e dos conselhos regionais de Enfermagem, que se aliaram a algumas lideranças políticas que reconheceram a importância dos profissionais de Enfermagem na linha de frente da pandemia”, afirma Pedro Palha, professor do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP.</p>
<p style="text-align: justify;">Os trabalhadores da Enfermagem representam 60% da força de trabalho nos sistemas públicos, filantrópicos e privados de saúde, de acordo com o professor. “Os enfermeiros, os técnicos de Enfermagem e os auxiliares de Enfermagem são os profissionais que mais adoeceram e morreram pela covid”, lembra Palha. Também são eles “que permitem que os serviços de saúde se mantenham ativos e abertos para a população em geral”. Antes da pandemia, a categoria “não tinha essa visibilidade para a população”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outras condições de trabalho</strong> – A valorização dos profissionais também passa pela qualificação do ensino da maioria das escolas em Enfermagem e de ensino técnico profissionalizante no Brasil. “Embora se tenha o Ministério da Educação como órgão regulador, nem sempre a qualidade da regulação desses cursos é adequada”, avisa Palha.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão necessária é uma política de formação permanente dos enfermeiros, “para que a tomada de decisão dos profissionais de Enfermagem, nas diferentes atividades assistenciais e gerenciais em que eles atuam, possa ser por meio de evidências científicas”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luta histórica</strong> – O Cofen atua frente a várias lutas da categoria e fez parte, ativamente, de cada conquista obtida durante a tramitação dessa demanda histórica da Enfermagem. Com a<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/notas-taquigraficas/-/notas/s/25166#Quarto_21"><strong> promulgação</strong></a> da Proposta de Emenda Constitucional PEC 11/22, pela mesa do Congresso, chegou ao fim a disputa legislativa que envolve o piso salarial da Enfermagem, que agora aguarda sanção presidencial.</p>
<div class="clear" style="text-align: justify;"></div>
<p class="conteudo_fonte" style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Pedro Fredemir Palha &#8211; Jornal da USP</p>


