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Enfermagem vai parar na próxima quarta-feira em defesa do piso nacional

<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><img class&equals;"aligncenter size-full wp-image-30829" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;enfermagemilustrada&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2022&sol;09&sol;paralisacao&period;png" alt&equals;"" width&equals;"1373" height&equals;"689" &sol;> &NewLine;&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 2&period;0&period;98&period;1 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad20840 " id&equals;"quads-ad20840" style&equals;"float&colon;none&semi;text-align&colon;center&semi;padding&colon;0px 0 0px 0&semi;" data-lazydelay&equals;"0">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine; &NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; finalizou a votação nesta sexta-feira &lpar;16&rpar;&comma; por sete  a quatro&comma; pela não obrigatoriedade do pagamento do piso nacional de enfermagem&comma; aprovado pelo Congresso Nacional que se tornou Lei 14&period;434&sol;2022&comma; ao ser sancionada pela presidência da República&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Em votação virtual&comma; os ministros da Corte atenderam ao pedido da liminar feito pela Confederação Nacional de Saúde&comma; Hospitais e Estabelecimentos e Serviços &lpar;CNSaúde&rpar; para que o piso não fosse pago até que se definissem fontes de recursos financeiros&period; As entidades de saúde alegam que não têm condições de pagar o piso nacional da enfermagem&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">A presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros&comma; Shirley Morales&comma; diz que a decisão do Supremo não surpreende&comma; mas o que revoltou a categoria foi o voto do ministro Gilmar Mendes que&comma; segundo ela&comma; praticamente criminalizou o piso nacional ao dizer que os efeitos poderiam ser perversos&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">&OpenCurlyDoubleQuote;O que nós entendemos como perversidade é uma decisão que não leve em consideração o que nós já havíamos debatido&comma; e feito a análise que rebate os questionamentos acerca do impacto econômico no setor”&comma; diz Shirley&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Diante do impasse&comma; as entidades sindicais de enfermeiros&comma; técnicos e auxiliares decidiram fazer uma paralisação no próximo dia 21 &lpar;quarta-feira&rpar;&comma; confirmada&comma; a princípio&comma; nos estados de Sergipe&comma; Pernambuco&comma; Paraíba&comma; Rio Grande do Norte&comma; Espírito Santo e Minas Gerais&period; Os horários e locais estão sendo definidos pela categoria&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">&OpenCurlyDoubleQuote;A paralisação não é contra o STF e nenhum poder específico&comma; até porque entendemos que para além de vencer essa etapa&comma; acreditamos que vai ter resistência nos legislativos municipal e estadual&period; Por isso&comma; entendemos que precisamos ter um dia de mobilização para sensibilizar os empregadores e a sociedade sobre a situação vivida pela enfermagem”&comma; diz Shirley Morales&comma; presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><strong>Reunião com presidente do Congresso<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Diante deste impasse&comma; o presidente do Senado&comma; Rodrigo Pacheco&comma; afirmou que convocará uma reunião de líderes em busca de soluções para que seja possível pagar o piso nacional da enfermagem&comma; nesta segunda-feira &lpar;19&rpar;&comma; a partir das 9h&period; Se preciso for&comma; disse&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;faremos sessão deliberativa específica para tratar do tema mesmo em período eleitoral”&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Para Pacheco&comma; a posição do STF não &OpenCurlyDoubleQuote;sepulta” o piso nacional da enfermagem&comma; mas o suspende&period; Por isso&comma; o Congresso precisa apresentar projetos para garantir a fonte de custeio a estados&comma; municípios&comma; hospitais filantrópicos e privados&period; A informação é da Agência Senado&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Os sindicatos de enfermagem não foram convidados para esta reunião&comma; mas estão fazendo articulações para que possam estar representados&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><strong>O piso barrado pelo STF prevê os seguintes valores&colon;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Para enfermeiros&comma; o piso previsto é de R&dollar; 4&period;750&period; Para técnicos&comma; o valor corresponde a 70&percnt; do piso &lpar;R&dollar; 3&period;325&rpar;&semi; enquanto auxiliares e parteiras terão direito a 50&percnt;&comma; &lpar;R&dollar; 2&period;375&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><strong>A votação no Supremo<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Os ministros Nunes Marques&comma; André Mendonça e Edson Fachin foram a favor da derrubada da liminar&comma; enquanto Luís Barroso&comma; que havia dado a liminar&comma; Ricardo Lewandowski&comma; Cármen Lúcia&comma; Alexandre de Moraes&comma; Dias Toffoli&comma; Gilmar Mendes e Luiz Fux votaram para manter a suspensão&comma; formando maioria&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">A última a votar nesta sexta &lpar;16&rpar; foi a presidenta do Supremo&comma; Rosa Weber a favor do piso&comma; argumentando que as discussões sobre os impactos negativos financeiros já haviam sido debatidas no Congresso por diversas entidades&comma; e portanto&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;a avaliação de riscos e impactos negativos produzida unilateralmente pela entidade autora não pode prevalecer&comma; ao menos em juízo deliberatório &lbrack;apreciação judicial&rsqb;”&period; Ela também descartou risco de lesão à autonomia dos estados e municípios&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O STF deu 60 dias de prazo para que as entidades que entraram como &OpenCurlyDoubleQuote;amicus curae” em defesa do piso nacional se pronunciem&period; Amicus curae em latim&comma; significa &OpenCurlyDoubleQuote;amigos da Corte”&period; São entidades que com posições a favor ou contra determinadas ações podem falar aos ministros&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Segundo a presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros esse prazo é importante para que as entidades sindicais façam levantamentos&comma; como os que foram feitos durante as negociações no Congresso Nacional&comma; sobre os reais efeitos do piso nas contas das entidades de saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Devem se manifestar em defesa do piso&comma; a Federação Nacional da Enfermagem&comma; da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde&comma; do Conselho Nacional de Enfermagem e da Frente Parlamentar em Defesa da Enfermagem&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">&OpenCurlyDoubleQuote;Assim como demonstramos no Congresso&comma; por estudos técnicos&comma; que o impacto financeiro alegado pelo setor patronal não corresponde com a realidade&comma; vamos também demonstrar isso no Supremo&period; Para isso também estamos fazendo novos estudos com o apoio do Dieese &lbrack;Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos&rsqb;”&comma; conta Shirley&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"dmp-v-par5" class&equals;"banner-par" data-google-query-id&equals;"CIvCz8&lowbar;om&lowbar;oCFeEkuQYdY7gOVQ">&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Após a manifestação dos &OpenCurlyQuote;amicus curae’ haverá a sentença de mérito&comma; que analisa e decide o cerne da questão&comma; ou seja&comma; o objeto efetivo da ação judicial&period; Tem caráter permanente&comma; pois&comma; se não for objeto de recurso&comma; torna-se definitiva&comma; com o chamado &OpenCurlyDoubleQuote;trânsito em julgado”&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><strong>Alternativas para obter recursos financeiros<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Em reunião entre Pacheco e o ministro Barroso&comma; do STF&comma; no último dia 6&comma; três pontos foram colocados como possibilidades&colon; a correção da tabela do Sistema Único de Saúde &lpar;SUS&rpar;&comma; a desoneração da folha de pagamentos do setor e a compensação da dívida dos estados com a União”&comma; informou o STF&period;<&sol;p>&NewLine;<h2 style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><strong>Outras alternativas que o Congresso está discutindo são&colon;<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><strong>Royalties do petróleo<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Essa proposta autoriza o uso dos royalties da exploração de petróleo e gás para o pagamento do piso da enfermagem&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><strong>Loteria da Saúde<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Utilizar parte do lucro do que será arrecadado com a criação da Loteria da Saúde&comma; por meio de um projeto de lei aprovado no último mês pelo Congresso&period; Segundo o texto&comma; 5&percnt; do resultado da arrecadação dos jogos será destinado para o Fundo Nacional de Saúde &lpar;FNS&rpar;&comma; no caso da Loteria da Saúde&period; O texto ainda aguarda sanção presidencial&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><strong>Jogos de azar<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Alguns parlamentares também defendem que a regulamentação dos chamados jogos de azar – como bingo&comma; cassino e jogo do bicho – também pode servir como financiamento para o piso salarial da categoria&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">A proposta foi aprovada na Câmara em fevereiro&comma; mas não traz nenhum dispositivo que explicitamente vincule a arrecadação com a nova atividade e o financiamento do piso&period; O texto aguarda análise do Senado&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><strong>Mudanças em impostos<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Outra proposta sugere alteração na cobrança de alguns impostos na tentativa de bancar o piso&period; Os principais pontos são&colon; tributar lucros e dividendos&comma; com uma alíquota de 12&comma;5&percnt;&comma; a partir do Imposto de Renda&semi; aumentar&comma; de forma escalonada&comma; a taxa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido &lpar;CSLL&rpar; paga por instituições financeiras&semi; criar um imposto que vai incidir sobre grandes fortunas&semi; uniformizar&comma; a nível nacional&comma; o imposto sobre heranças&comma; que varia de acordo com o estado&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><em>Com informações do G1&period;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;&NewLine;

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