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STF derruba lei paulista que obriga sala de descompressão para enfermagem

<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><img class&equals;"aligncenter size-full wp-image-32717" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;enfermagemilustrada&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2023&sol;03&sol;stfdesc&period;png" alt&equals;"" width&equals;"1373" height&equals;"689" &sol;> &NewLine;&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 2&period;0&period;98&period;1 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad20840 " id&equals;"quads-ad20840" style&equals;"float&colon;none&semi;text-align&colon;center&semi;padding&colon;0px 0 0px 0&semi;" data-lazydelay&equals;"0">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine; &NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Por maioria de votos&comma; o Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; declarou inconstitucional a lei paulista 17&period;234&sol;2020&comma; que obriga a existência de sala de descompressão a enfermeiros&comma; auxiliares e técnicos de enfermagem em hospitais públicos e particulares em São Paulo&period; Prevaleceu a divergência aberta pelo ministro Alexandre de Moraes de que a norma estadual extrapolou as suas competências legislativas&comma; visto que cabe à União legislar sobre direito do trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O julgamento iniciou-se na sessão plenária do dia 9 de março e finalizou nesta quarta-feira &lpar;15&sol;3&rpar;&period; Durante as discussões abriu-se três vertentes para solucionar a questão&period; O relator&comma; Edson Fachin&comma; votou pela constitucionalidade da lei por entender que a sala de descompressão é uma política de saúde pública e&comma; portanto&comma; há competência concorrente entre estados e União para legislar sobre o assunto&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">&OpenCurlyDoubleQuote;Aqui&comma; estamos a falar de saúde no ambiente de trabalho e&comma; por isso&comma; em meu modo de ver&comma; nesta matéria&comma; a Constituição estabelece competir concorrentemente a União&comma; os estados e o Distrito Federal legislar sobre proteção e defesa da saúde&comma; que é o caso&period; O que está se protegendo aqui é a saúde dos profissionais e também&comma; pelo seu desempenho&comma; a saúde dos pacientes por eles atendidos”&comma; afirmou o relator&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O ministro Luís Roberto Barroso acompanhou o voto de Fachin&period; O magistrado defendeu que&comma; neste caso&comma; predomina o interesse de saúde em relação ao direito trabalhista&period; Nesse sentido&comma; não houve vício de iniciativa&period; Barroso argumentou ainda que não há norma federal sobre o assunto e&comma; portanto&comma; a norma estadual pode suprir a lacuna&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">A segunda vertente foi aberta pelo ministro Alexandre de Moraes&comma; que divergiu do relator&period; Moraes entendeu que a obrigação de uma sala de descompressão da lei paulista extrapolou os limites do poder de legislar do estado de São Paulo&comma; visto que a lei normatiza a relação de trabalho&comma; que é competência privativa da União&period; A maioria dos ministros acompanhou a posição de Moraes – André Mendonça&comma; Nunes Marques&comma; Dias Toffoli&comma; Gilmar Mendes e Rosa Weber&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O ministro Dias Toffoli argumentou que o Supremo precisa manter a inconstitucionalidade da lei paulista para evitar que mais de 5 mil municípios e estados brasileiros passem a normatizar a relação de trabalho e do serviço público&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Amanhã qualquer câmara de vereadores ou assembleia poderá disciplinar direito do trabalho e prestação do serviço público sem a iniciativa do chefe do executivo”&period; alertou&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">A terceira vertente foi proposta pelo ministro Ricardo Lewandowski&comma; que defendeu a validade parcial da lei&period; Ou seja&comma; a norma paulista poderia valer para os hospitais do estado de São Paulo&comma; excluindo os privados&comma; federais e municipais&period; Os ministros Luiz Fux e Cármen Lúcia acompanharam Lewandowski&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">A discussão ocorreu na <a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;portal&period;stf&period;jus&period;br&sol;processos&sol;detalhe&period;asp&quest;incidente&equals;5854147">Ação Direta de Inconstitucionalidade &lpar;ADI&rpar; 6317<&sol;a> proposta pela Confederação Nacional de Saúde &lpar;CNS&rpar;&period; De acordo com a entidade empresarial&comma; a urgência requerida é que a lei já em vigor tem &OpenCurlyQuote;&OpenCurlyQuote;forte impacto jurídico e econômico’’ em todos os hospitais particulares e públicos do estado de São Paulo&comma; já que &OpenCurlyQuote;&OpenCurlyQuote;a aplicação da lei para os hospitais particulares pode impactar na concessão do alvará de funcionamento pelas autoridades sanitárias locais”&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Fonte&colon; JOTA<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">&NewLine;&NewLine;

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