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Profissionais da saúde também poderão receber segundo reforço de vacina anti-Covid

<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><img class&equals;"aligncenter size-full wp-image-29279" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;enfermagemilustrada&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2022&sol;06&sol;covidvacina&period;png" alt&equals;"" width&equals;"1373" height&equals;"689" &sol;> &NewLine;&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad20840 " id&equals;"quads-ad20840" style&equals;"float&colon;none&semi;text-align&colon;center&semi;padding&colon;0px 0 0px 0&semi;" data-lazydelay&equals;"0">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine; &NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Além de toda a <strong>população acima de 50 anos<&sol;strong>&comma; os profissionais da saúde poderão receber o segundo reforço&comma; ou quarta dose&comma; de vacina contra a Covid-19&period; As diretrizes foram oficializadas em duas notas técnicas do Ministério da Saúde publicadas na noite desta sexta-feira &lpar;3&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Segundo o documento&comma; a injeção &&num;8220&semi;deverá ser administrada quatro meses após a última dose do esquema vacinal&comma; independentementene do imunizante aplicado&&num;8221&semi;&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">A pasta também informa que as vacinas utilizadas nos reforços devem ser a da Pfizer&comma; Janssen ou AstraZeneca&sol;Fiocruz e contraindica a CoronaVac ao afirmar que &&num;8220&semi;as plataformas de vacinas inativadas não estão recomendadas para a finalidade descrita neste documento até que tenhamos disponíveis novas evidências científicas sobre a sua efetividade como doses de reforço em pessoas com mais 50 anos ou mais e imunocomprometidos&&num;8221&semi;&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Serão beneficiados&comma; segundo a diretriz&colon; &&num;8220&semi;indivíduos que trabalham em estabelecimentos de assistência&comma; vigilância à saúde&comma; regulação e gestão à saúde&comma; ou seja&comma; que atuam em estabelecimentos de serviços de saúde&comma; a exemplo de hospitais&comma; clínicas&comma; ambulatórios&comma; unidades básicas de saúde&comma; laboratórios&comma; farmácias&comma; drogarias e outros locais&&num;8221&semi;&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Incluem-se médicos&comma; enfermeiros&comma; auxiliares de enfermagem&comma; fisioterapeutas&comma; dentistas&comma; agentes comunitários de saúde&comma; profissionais de vigilância em saúde&comma; trabalhadores de apoio em instituições de saúde&comma; como recepcionistas&comma; seguranças&comma; funcionários da limpeza&comma; cozinheiros&comma; motoristas de ambulância&comma; gestores&comma; entre outros&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O contingente de trabalhadores da saúde estimado no Brasil é de 5&comma;89 milhões de pessoas&comma; segundo dados do Ministério da Saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O estado de São Paulo já anunciou que a vacinação com a quarta dose dos maiores de 50 anos e profissionais da saúde começa na próxima segunda-feira &lpar;6&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"media&lowbar;box embed intertitle&lowbar;box" style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">&NewLine;<h3 class&equals;"content">Aumento de casos e internações<&sol;h3>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Além da perda da imunidade conferida pela vacina com o passar dos meses&comma; o Ministério da Saúde considerou&comma; ao recomendar o segundo reforço para maiores de 50 anos e profissionais da saúde&comma; o &&num;8220&semi;cenário epidemiológico da pandemia da Covid-19&comma; com elevada transmissão da doença em muitos países&comma; com aumento de casos graves&comma; hospitalizações e óbitos&comma; observados principalmente em locais em que as coberturas vacinais não atingiram níveis ideais&&num;8221&semi;&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O último boletim InfoGripe&comma; da Fiocruz &lpar;Fundação Oswaldo Cruz&rpar;&comma; mostra um aumento das internações por SRAG &lpar;síndrome respiratória aguda grave&rpar; no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O anúncio do segundo reforço ocorre no momento em que o <strong>país vive alta de quase 20&percnt; no número de hospitalizações por problemas respiratórios<&sol;strong>&comma; sendo a grande maioria por Covid-19&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Dados oficiais mostram uma alta de 73&percnt; na média móvel diária de novos casos em 31 de maio &lpar;26 mil&rpar; na comparação com o início do mês&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Para o coordenador do InfoGripe&comma; o pesquisador Marcelo Gomes&comma; vivemos &&num;8220&semi;um cenário em que corremos um risco muito grande de ter um inverno&comma; de novo&comma; com valores significativos de internações&&num;8221&semi;&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Fonte&colon; R7<&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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