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Senadores aprovam proposta que abre caminho para pagar piso da enfermagem

<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;"><img class&equals;"aligncenter size-full wp-image-31023" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;enfermagemilustrada&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2022&sol;10&sol;senadoproposta&period;png" alt&equals;"" width&equals;"1373" height&equals;"689" &sol;> &NewLine;&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 2&period;0&period;98&period;1 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad20840 " id&equals;"quads-ad20840" style&equals;"float&colon;none&semi;text-align&colon;center&semi;padding&colon;0px 0 0px 0&semi;" data-lazydelay&equals;"0">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine; &NewLine;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O plenário do Senado Federal aprovou&comma; ontem&comma; o projeto de lei complementar &lpar;PLP&rpar; 44&sol;2022&comma; que permite estados e municípios realocarem recursos do combate à pandemia de covid-19 para outros programas na área de saúde&comma; como o piso salarial da enfermagem&comma; até o fim deste ano&period; A proposta foi aprovada por unanimidade&comma; com 67 votos favoráveis&comma; e agora segue para a Câmara dos Deputados&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Sancionada em agosto&comma; a lei que instituiu o piso salarial de R&dollar; 4&period;750&comma;00 para enfermeiros&comma; R&dollar; 3&period;325&comma;00 para auxiliares de enfermagem e R&dollar; 2&period;375&comma;00 para auxiliares de enfermagem e parteiras&comma; foi embargada pelo Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; em setembro&period; A Corte de Justiça exigiu do Congresso Nacional a apresentação de uma fonte de custeio e os impactos que a medida poderia causar no orçamento de estados e municípios e na qualidade dos serviços de saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">A proposta de relatoria do senador Marcelo Castro &lpar;MDB-PI&rpar; e de autoria de Luiz Carlos Heinze &lpar;PP-RS&rpar;&comma; é uma das saídas para o impasse&period; O PLP 44 libera verbas represadas em fundos regionais de saúde e de assistência social&period; Ao todo&comma; a proposta irá viabilizar um montante &&num;8220&semi;potencial&&num;8221&semi; de R&dollar; 34 bilhões para a área de saúde e R&dollar; 402&comma;2 milhões para a assistência social&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">O relatório de Marcelo Castro explica que o termo &&num;8220&semi;potencial&&num;8221&semi; citado na proposta se justifica&comma; porque &&num;8220&semi;os saldos mantidos nas contas dos fundos de saúde e assistência social dos entes subnacionais em 31 de dezembro de 2021&comma; em tese&comma; somente poderão ser objeto de transposição e de transferência ou de transposição e de reprogramação&comma; respectivamente&comma; os recursos financeiros que ainda não tiverem sido gastos&&num;8221&semi;&period; Ou seja&comma; os valores expressos no texto são voláteis&comma; já que os estados podem usar esse dinheiro para diversas medidas na área da saúde&comma; o que vai permitir o pagamento do piso dos enfermeiros&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">A verba que estava represada&comma; no entanto&comma; não será usada para custear o piso diretamente&comma; pois a Constituição proíbe o pagamento de pessoal neste caso&period; Entretanto&comma; a medida irá flexibilizar o orçamento dos estados e dos municípios&comma; de modo a possibilitar a remuneração dos profissionais da enfermagem&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Na prática&comma; a medida permite que os entes federados gastem em 2022 recursos que sobraram do ano de 2021&period; O texto prevê que o instrumento aprovado pelos senadores possa ser utilizado até 2023&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Além do PLP 44 outras propostas são negociadas para dar uma solução definitiva ao piso de enfermagem&period; Entre elas estão permitir o uso de emendas parlamentares para pagamento de pessoal&semi; a repatriação de recursos no exterior&semi; a criação de um auxílio financeiro de R&dollar; 2 bilhões para hospitais filantrópicos e santas casas sem fins lucrativos que atuem de forma complementar junto ao Sistema Único de Saúde &lpar;SUS&rpar;&semi; e a utilização de royalties de petróleo&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; justify&semi;">Fonte&colon; Correio Braziliense<&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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