<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-30893" src="https://enfermagemilustrada.com/wp-content/uploads/2022/09/hmc.png" alt="" width="1373" height="689" /> 

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</p>
<p style="text-align: justify;">A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informou que as visitas no Hospital Municipal de Cuiabá e Pronto-Socorro “Dr. Leony Palma de Carvalho”, conhecido como HMC, estão suspensas devido à manifestação realizada pelos profissionais de enfermagem nesta quarta-feira (21).</p>
<p style="text-align: justify;">A Empresa Cuiabana de Saúde, responsável pela unidade, informou que 50% dos enfermeiros e técnicos em enfermagem não compareceram ao trabalho e vários bateram ponto e abandonaram o plantão.</p>
<p style="text-align: justify;">“Fomos surpreendidos com o número de profissionais que não compareceram ao trabalho. Infelizmente, tivemos que suspender as visitas, pois estamos atendendo com o número extremamente reduzido. O efeito da greve é extremamente danoso aos usuários do SUS”, disse o diretor-geral da ECSP, Paulo Rós. De acordo com ele, a direção do hospital não foi oficializada sobre a paralisação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ato</h2>
<p style="text-align: justify;">Profissionais de enfermagem de Cuiabá iniciaram, na manhã desta quarta-feira (21), um ato contra a suspensão do piso salarial da categoria. Os participantes passaram pela Praça Alencastro e Praça da República e, em alguns momentos, fecharam ruas e avenidas. O ato deve durar até as 20h.</p>
<p style="text-align: justify;">A manifestação faz parte de um movimento nacional que deve paralisar as atividades da categoria por 24h.</p>
<p style="text-align: justify;">O ato é contra a suspensão da lei que fixa o piso salarial da categoria em R$ 4.750. A definição foi aprovada em julho pelo Congresso Nacional e sancionada em agosto pelo governo federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 15 de setembro, manteve a decisão do ministro Luís Roberto Barroso que suspendeu a mudança até que sejam analisados os impactos da medida na qualidade dos serviços de saúde e no orçamento de municípios e estados.</p>
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<h2>Justiça</h2>
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<p>Nesta terça-feira (20), a desembargadora Adenir Alves da Silva Carruesco, da Justiça Federal do Trabalho, determinou que o Sindicato dos Profissionais de Enfermagem de Mato Grosso (Sinpen-MT) não dê início à paralisação ou atos que impactem na prestação integral dos serviços essenciais de saúde. Uma multa de R$ 50 mil foi imposta, em caso de descumprimento.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A decisão é resultado de requerimento protocolado pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Mato Grosso (Sindessmat).</p>
<p style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: G1</p>
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