O que faz um Técnico de Enfermagem de Pronto Socorro?

O técnico de enfermagem é um profissional capacitado para realizar procedimentos de média complexidade, sempre sob a supervisão de um enfermeiro. No pronto-socorro, ele atua na linha de frente, auxiliando no atendimento de pacientes em situações críticas e de emergência.

Sua atuação é regulamentada pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), que define suas competências e limites.

Exemplos de Atividades do Técnico de Enfermagem no Pronto-Socorro

Aferição de Sinais Vitais

  • O que faz: Mede a pressão arterial, frequência cardíaca, temperatura e saturação de oxigênio.
  • Exemplo: Ao receber um paciente com dor no peito, o técnico aferiu os sinais vitais e identificou taquicardia e hipotensão, comunicando imediatamente ao enfermeiro.

Assistência ao Paciente em Sala de Emergência

  • O que faz: Acompanha o paciente durante o atendimento, monitorando seu estado e prestando suporte emocional.
  • Exemplo: Enquanto o médico avaliava um paciente com suspeita de infarto, o técnico de enfermagem manteve contato visual e palavras de conforto, acalmando o paciente.

Administração de Medicamentos

  • O que faz: Administra medicamentos conforme prescrição médica, seguindo os protocolos de segurança.
  • Exemplo: Após a prescrição de analgésico para um paciente com dor intensa, o técnico preparou e administrou a medicação por via intramuscular, observando a resposta do paciente.

Punção de Acesso Venoso

  • O que faz: Punciona veias periféricas para instalação de cateteres e administração de medicamentos ou fluidos.
  • Exemplo: Em um paciente desidratado, o técnico puncionou uma veia do braço para iniciar a infusão de soro fisiológico.

Coleta de Amostras de Sangue

  • O que faz: Coleta sangue para exames laboratoriais, como hemograma e glicemia.
  • Exemplo: Para investigar uma suspeita de infecção, o técnico coletou amostras de sangue para hemocultura e hemograma.

Auxílio na Reanimação

  • O que faz: Auxilia o enfermeiro e a equipe médica em situações de parada cardiorrespiratória, realizando compressões torácicas e preparando medicamentos.
  • Exemplo: Durante uma reanimação, o técnico realizou compressões torácicas eficazes, seguindo as orientações do enfermeiro.

Realização de Curativos

  • O que faz: Realiza curativos simples, como limpeza e cobertura de feridas.
  • Exemplo: Em um paciente com queimadura de primeiro grau, o técnico realizou a limpeza da ferida e aplicou um curativo estéril.

Encaminhamento do Paciente ao Setor de Internação

  • O que faz: Prepara o paciente e os documentos necessários para o encaminhamento à enfermaria ou UTI.
  • Exemplo: Após a estabilização de um paciente com pneumonia, o técnico organizou a transferência e comunicou o setor de internação.

Auxílio ao Enfermeiro em Procedimentos

  • O que faz: Auxilia em procedimentos como intubação (preparo de materiais para o médico atuar), e auxilia o o enfermeiro na inserção de sondas e drenagem de feridas.
  • Exemplo: Durante a intubação de um paciente com insuficiência respiratória, o técnico preparou os materiais e monitorou os sinais vitais.

Habilidades e Competências do Técnico de Enfermagem

Para atuar no pronto-socorro, o técnico de enfermagem precisa desenvolver habilidades como:

  • Agilidade: Tomar decisões rápidas em situações de emergência.
  • Trabalho em Equipe: Colaborar com enfermeiros, médicos e outros profissionais.
  • Empatia: Oferecer suporte emocional aos pacientes e familiares.
  • Organização: Manter os materiais e equipamentos sempre prontos para uso.

Desafios do Técnico de Enfermagem no Pronto-Socorro

O ambiente de pronto-socorro é intenso e imprevisível, o que exige:

  • Resiliência: Lidar com situações estressantes e emocionalmente desgastantes.
  • Atualização Constante: Aprender novos procedimentos e protocolos.
  • Cuidado com a Saúde Mental: Buscar apoio para lidar com o desgaste emocional.

O técnico de enfermagem é um profissional indispensável no pronto-socorro, atuando com habilidade e dedicação para garantir o melhor atendimento aos pacientes. Sob a supervisão do enfermeiro, ele realiza procedimentos essenciais, monitora sinais vitais e oferece suporte emocional, contribuindo para salvar vidas e melhorar os desfechos clínicos.

Referência:

  1. Resolução COFEN nº 713/2022

O que faz um Técnico de Enfermagem de UBS?

O técnico de enfermagem desempenha um papel fundamental na Unidades Básicas de Saúde (UBS), atuando como um dos pilares da atenção primária à saúde. Sua atuação é marcada pela proximidade com a comunidade, realizando diversas atividades que contribuem para a promoção, prevenção e recuperação da saúde.

Principais atividades

  • Coleta de dados: Mede pressão arterial, temperatura, peso e altura, além de realizar outros exames simples.
  • Administração de medicamentos: Aplica injeções, realiza curativos e administra medicamentos conforme prescrição médica.
  • Procedimentos básicos: Realiza coleta de material para exames laboratoriais, prepara pacientes para consultas e procedimentos, e auxilia em pequenas cirurgias.
  • Educação em saúde: Orienta pacientes sobre hábitos saudáveis, prevenção de doenças e cuidados com a saúde.
  • Vacinação: Aplica vacinas conforme o calendário vacinal, contribuindo para a imunização da população.
  • Visitas domiciliares: Realiza visitas a pacientes em suas casas, oferecendo cuidados e acompanhamento.
  • Participação em programas de saúde: Colabora em programas de saúde como hipertensão, diabetes, saúde da mulher e saúde da criança.
  • Organizar e controlar os materiais de uso na UBS: Fazer o pedido, receber, armazenar e controlar os medicamentos, materiais médicos e de higiene, além de equipamentos e insumos.
  • Manter os estoques organizados e adequados às necessidades da UBS: Realizar inventários, controlar validade dos produtos e garantir a qualidade e segurança dos materiais.
  • Orientação e educação em saúde: Esclarecer dúvidas sobre medicamentos, procedimentos e cuidados com a saúde, orientar sobre doenças e medidas preventivas.
  • Manter os estoques organizados e adequados às necessidades da UBS: Realizar inventários, controlar validade dos produtos e garantir a qualidade e segurança dos materiais.
  • Participar de reuniões e atividades da equipe multiprofissional: Trabalhar em conjunto com médicos, enfermeiros, dentistas, psicólogos, nutricionistas e outros profissionais para oferecer um atendimento integral ao paciente.
  • Registrar as atividades desenvolvidas em prontuários e sistemas informatizados: Manter a documentação do paciente atualizada e organizada, garantindo a comunicação eficaz entre os profissionais.
  • Auxiliar no planejamento e execução de atividades de saúde pública: Participar de campanhas de vacinação, ações de prevenção de doenças, atividades de educação em saúde e outras atividades voltadas para a comunidade.
  • Garantir a segurança do paciente e do ambiente de trabalho: Seguir rigorosamente as normas de biossegurança, utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados, realizar o descarte correto de materiais perfurocortantes e outros resíduos, além de manter a higiene e a organização do ambiente.

As atividades do Técnico de Enfermagem podem variar de acordo com a estrutura da UBS, número de profissionais e demanda de atendimento, mas, de modo geral, todas essas atividades contribuem para garantir um atendimento de qualidade e acolhedor à população.

Referências:

  1. COFEN: https://www.cofen.gov.br/parecer-no-01-2018-cofen-ctab/
  2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. 4a ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2007. (Série E. Legislação de Saúde; Série Pactos pela Saúde 2006, v. 4).

Técnico de Enfermagem em UTI

Um Técnico de Enfermagem desempenha um papel crucial em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), onde pacientes em estado grave ou em situação de urgência e emergência são atendidos.

Atribuições

  1. Monitoramento Constante: Os técnicos em enfermagem na UTI monitoram pacientes 24 horas por dia. Eles verificam sinais vitais, coletam dados sobre o paciente e checam os equipamentos utilizados na unidade.
  2. Assistência Personalizada: Esses profissionais executam protocolos de segurança e prestam assistência personalizada aos pacientes. Além disso, orientam os familiares e acompanhantes sobre os procedimentos realizados e os cuidados necessários.
  3. Esterilizar e buscar materiais na CME: De maneira geral, esse é um dos procedimentos que garantem a segurança dentro de um ambiente hospitalar. No que lhe concerne, ela pode ocorrer por meios físicos ou químicos. Os primeiros envolvem técnicas desde a emissão do calor seco de estufas de ar quente em materiais metálicos ou a radiação ionizante.
  4. Prezar pela metodologia de sistematização da assistência de enfermagem: Entre as atribuições do Técnico de Enfermagem na UTI, é essencial sistematizar as regras que o Enfermeiro Coordenador estabeleceu. A Sistematização de Assistência de Enfermagem envolve o Histórico, o diagnóstico, o planejamento, a implementação e finaliza com a Avaliação de Enfermagem.
  5. Manter os cuidados em momentos pré e pós-operatório: Uma das atribuições do Técnico de Enfermagem na UTI é garantir que o paciente tenha orientações prévias. Tais quais o preparo intestinal, o uso de roupas e sapatos e confortáveis e sempre se mostrar à disposição de esclarecer qualquer dúvida antes dele realizar a cirurgia. Esse estado de espírito deve permanecer nos pós-operatórios. Essencialmente com recomendações para que ele evite esforço físico ao máximo, siga a dieta recomendada e, sobretudo, não ingerir remédios com o estômago vazio.
  6. Dar total assistência aos médicos de plantão: O enfermeiro trabalha com equipes multidisciplinares e uma das atribuições do Técnico de Enfermagem na UTI é oferecer total assistência aos médicos de plantão. Por isso, é importante que todos tenham comprometimento em suas atividades e cuide da manutenção do comportamento ético. Bem como o respeito à hierarquia.
  7. Controlar as dosagens e a administração de medicamentos: Além de ler as informações da ficha do paciente e dos rótulos, as Atribuições do Técnico de Enfermagem na UTI também envolvem conferir se a administração do medicamento está correta, se é pela via de administração prescrita no horário e na dosagem correta. Bem como garantir o registro correto de todas as ocorrências em busca da segurança da ética profissional. Aliado a isso, também existe o acompanhamento das reações do medicamento, a otimização do espaço de armazenamento, entre outras tarefas corriqueiras.
  8. Especialidades Médicas: O Técnico de Enfermagem pode atuar em diferentes categorias de UTIs, como neonatal (para recém-nascidos), pediátrica (para crianças e adolescentes) e adulta (para pessoas com mais de 18 anos). Também podem trabalhar em especialidades médicas específicas, como Cardiologia, Cirurgia, Transplantes, entre outras.
  9. Responsabilidade e Atualização: Trabalhar na UTI exige responsabilidade, dedicação e atualização constante. Os técnicos em enfermagem devem estar familiarizados com equipamentos tecnológicos usados para monitorar a saúde dos pacientes.
  10. Registro Ativo no COREN: Para ser contratado como Técnico de Enfermagem na UTI, é necessário ter concluído o curso técnico em enfermagem e possuir registro ativo no Conselho Regional de Enfermagem (COREN).

Referências:

  1. GARANHANI, Mara Lúcia et al . O trabalho de enfermagem em unidade de terapia intensiva: significados para técnicos de enfermagem. SMAD, Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.),  Ribeirão Preto ,  v. 4, n. 2, ago.  2008 .   Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-69762008000200007&lng=pt&nrm=iso&gt;. acessos em  03  mar.  2024.

Competência ao cuidado de Feridas

A Resolução Cofen nº 501/2015 estabelece os critérios para a atuação dos profissionais de enfermagem na realização de curativos, de acordo com o grau de complexidade das lesões.

Entenda os graus de lesões das feridas

  • Os curativos de grau 1 são aqueles que envolvem lesões superficiais, com pouca ou nenhuma exsudação, sem sinais de infecção ou necrose.
  • Os curativos de grau 2 são aqueles que envolvem lesões parciais ou totais da derme, com moderada exsudação, sem sinais de infecção ou necrose.
  • Os curativos de grau 3 são aqueles que envolvem lesões que atingem o tecido subcutâneo, com grande exsudação, podendo apresentar sinais de infecção ou necrose.
  • Os curativos de grau 4 são aqueles que envolvem lesões que atingem o músculo, o osso ou as estruturas profundas, com grande exsudação, podendo apresentar sinais de infecção ou necrose.

Entenda as Competências

A Resolução Cofen nº 501/2015 determina que os curativos de grau 1 e 2 podem ser realizados por qualquer profissional de enfermagem, desde que capacitado e supervisionado pelo enfermeiro.

Já os curativos de grau 3 e 4 devem ser realizados exclusivamente pelo enfermeiro, que deve avaliar a lesão e prescrever o tratamento adequado, sendo que o auxiliar e o técnico devem auxiliar o Enfermeiro nos curativos de feridas em estágio 3 e 4.

Referências:

  1. – BLANCK, M.; GIANNINI, T. Ulceras e feridas – As feridas tem alma. Di livros editora ltda, 2014.
  2. BORGES, E. L. et al. Feridas – Como Tratar. Coopmed Editora Médica, 2009.
  3. BORGES, E. L. Feridas – Úlceras de Membros Inferiores. Editora Guanabara Koogan, 2012.
  4. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Procedimentos / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2011 – BRASIL. Protocolo para prevenção de úlcera por pressão. Ministério da Saúde/Anvisa/Fiocruz, 2013.
  5. Conselho Federal de Enfermagem – COFEN (BR). Lei do Exercício Profissional, nº 7.498/86; Decreto nº 94.406/87 e Código de Ética dos profissionais de enfermagem.
  6. Conselho Federal de Enfermagem – COFEN (BR). Resolução 311 de 2007, que aprova o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
  7. Conselho Federal de Enfermagem – COFEN (BR). Resolução 358 de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem.
  8. Conselho Federal de Enfermagem – COFEN (BR). Resolução 429 de 2012, que dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente.
  9. Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo – COREN SP. PARECER COREN – SP CAT Nº 011/2009. Uso do laser de baixa intensidade pelo profissional enfermeiro no tratamento clínico de feridas.
  10. Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia – COREN RO. Parecer nº 06/2013, referente à solicitação de esclarecimentos sobre as competências dos Enfermeiros no tratamento de feridas, bem como o direito de atender consultas em estabelecimentos privados e o direito de usar lâmina de bisturi no desbridamento conservador.
  11. CUNHA, N. A. Sistematização da Assistência de Enfermagem no Tratamento de Feridas Crônicas. Monografia. Fundação de Ensino Superior de Olinda. Olinda, 2006.
  12. ERNANDES, L. R. A. Fisiologia da cicatrização: feridas e curativos. 2005. Disponível em URL: 
  13. EPUAP/NPUAP. Prevenção de Úlceras de Pressão – Guia de consulta rápido. Disponível em:http://www.epuap.org/guidelines/QRG_Prevention_in_Portuguese.pdf.
  14. MORAIS, G. F. da C.; OLIVEIRA, S. H. dos S.; SOARES, M. J. G. O. Avaliação de feridas pelos enfermeiros de instituições hospitalares da rede pública. Texto contexto – enferm., Florianópolis , v. 17, n. 1, p. 98-105, mar. 2008 .
  15. OLIVEIRA, Adriana Cristina. Infecções Hospitalares: Epidemiologia, Prevenção Controle. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 2005.
  16. PEREIRA, A. L. Revisão sistemática de literatura sobre produtos usados no tratamento de feridas. Goiânia, 2006. Dissertação de mestrado. Disponível em: HTTPS://repositorio.bc.ufg.br/tede/bitstream/tde/732/1/Angela%20Lima%20Pereira.pdf.
  17. SANTOS, J. B. et al. Avaliação e tratamento de feridas: orientações aos profissionais de saúde. Hospital de Clínicas de Porto Alegre RS. Disponível em: http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/34755/000790228.pdf.
  18. SANTOS, I. C. R. V.; OLIVEIRA, R. C. de; SILVA, M. A. da. Desbridamento cirúrgico e a competência legal do enfermeiro. Texto contexto – enferm., Florianópolis , v. 22, n. 1, p. 184-192, mar. 2013.
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