BI-RADS: Entenda Cada Categoria

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Conteúdo Atualizado! Revisado e atualizado em 08/10/2026.

Um resultado BI-RADS 4 não significa que a paciente tem câncer. Esse é um dos erros mais comuns ao interpretar um laudo de mama. O BI-RADS é uma classificação de achados de imagem que estima o grau de suspeição e orienta a próxima conduta; o diagnóstico de câncer depende da avaliação clínica e, quando indicada, da análise do tecido.

Para que serve o BI-RADS?

O Breast Imaging Reporting and Data System (BI-RADS) foi criado pelo American College of Radiology para padronizar a linguagem dos exames das mamas e organizar a avaliação final e a recomendação de manejo.

A classificação pode ser utilizada em mamografia, ultrassonografia, ressonância magnética e mamografia contrastada. A versão mais atual, BI-RADS v2025, trouxe atualizações de terminologia, tecnologia e critérios de documentação, mantendo a finalidade de tornar os laudos mais uniformes e clinicamente úteis.

BI-RADS 0 a 6: o que significa?

Categoria Significado Conduta geral
0 Incompleto Necessita avaliação adicional e/ou comparação com exames anteriores
1 Negativo Rastreamento de rotina
2 Achado benigno Rastreamento de rotina
3 Provavelmente benigno Acompanhamento por imagem em curto intervalo
4 Suspeito Diagnóstico tecidual deve ser considerado
5 Altamente sugestivo de malignidade Diagnóstico tecidual indicado
6 Câncer já comprovado por biópsia Conduta oncológica apropriada

Essas categorias não devem ser interpretadas isoladamente como “tem câncer” ou “não tem câncer”. O BI-RADS 4, por exemplo, possui ampla faixa de probabilidade de malignidade e pode ser subdividido em 4A, 4B e 4C. No BI-RADS mamográfico, 4A corresponde a >2% a 10%, 4B a >10% a 50% e 4C a >50% e <95% de probabilidade de malignidade. A categoria 5 corresponde a ≥95%.

O que realmente acontece em cada categoria

BI-RADS 0 — avaliação incompleta: o exame ainda não permite uma conclusão final. Pode ser necessário realizar incidências mamográficas adicionais, ultrassonografia ou comparar exames anteriores.

BI-RADS 1 — negativo: não foi identificado achado suspeito.

BI-RADS 2 — benigno: existe um achado caracteristicamente benigno, como determinadas calcificações ou cistos simples, mas ele deve ser reconhecido no laudo. A categoria 2 não significa “exame absolutamente sem nenhuma alteração”; significa que o achado descrito é benigno.

BI-RADS 3 — provavelmente benigno: o risco de malignidade é superior a 0%, porém não ultrapassa 2%. Por isso, a estratégia habitual é o acompanhamento por imagem em intervalo curto, frequentemente começando em seis meses, em vez de partir diretamente para biópsia.

BI-RADS 4 — suspeito: há alteração suficiente para justificar investigação com diagnóstico tecidual. A categoria possui três subcategorias porque o grau de suspeição pode variar bastante.

BI-RADS 5 — altamente sugestivo de malignidade: o achado apresenta probabilidade de câncer igual ou superior a 95%, sendo indicada investigação tecidual e condução apropriada.

BI-RADS 6 — malignidade comprovada por biópsia: aqui a classificação não está afirmando que a imagem “descobriu” o câncer. Trata-se de uma lesão cuja malignidade já foi estabelecida por biópsia.

O BI-RADS não substitui a biópsia

Esse ponto é fundamental para quem trabalha na assistência. A imagem pode indicar probabilidade de malignidade, mas não determina sozinha o diagnóstico histológico.

Um cenário comum é receber uma paciente bastante ansiosa após encontrar “BI-RADS 4” no laudo. A equipe precisa explicar com cuidado que a categoria indica necessidade de investigação, não que o câncer já esteja confirmado. A definição dependerá da avaliação médica e, quando indicada, da biópsia.

Também vale lembrar que um BI-RADS baixo não elimina automaticamente a necessidade de avaliação clínica. Uma queixa persistente, alteração palpável ou mudança clínica deve ser correlacionada com os exames e com a avaliação profissional.

O que influencia a classificação?

A categoria é determinada principalmente pelos achados de imagem e seus descritores, que podem incluir características de massas, margens, forma, orientação, calcificações, distorção arquitetural, vascularização e outros elementos conforme o método utilizado.

Densidade mamária também é descrita nos exames, mas não significa, por si só, que a mulher tenha um BI-RADS maior. Da mesma forma, idade, histórico familiar e outros fatores de risco são importantes para a avaliação global da paciente, porém não devem ser confundidos com os critérios de classificação do achado de imagem. O BI-RADS padroniza principalmente a interpretação e a comunicação dos achados radiológicos.

Em uma situação prática, duas pacientes podem apresentar uma lesão com aparência semelhante no ultrassom e receber a mesma categoria BI-RADS, mas ter condutas individualizadas por causa de sintomas, histórico clínico ou exames anteriores. É justamente por isso que o número do BI-RADS não deve ser analisado fora do contexto.

Cuidados de enfermagem

Na enfermagem, o mais importante é evitar interpretações precipitadas e garantir continuidade do cuidado.

  • Confira qual exame foi realizado e qual categoria BI-RADS foi atribuída.
  • Observe a recomendação descrita no laudo.
  • Oriente a paciente a levar exames anteriores quando solicitados para comparação.
  • Evite afirmar que BI-RADS 4 ou 5 significa câncer confirmado.
  • Observe se há indicação de investigação complementar, biópsia ou acompanhamento.
  • Registre orientações, encaminhamentos e intercorrências conforme rotina institucional.

Quando o laudo informa BI-RADS 0, por exemplo, não significa necessariamente que apareceu uma alteração maligna. Significa que a avaliação está incompleta e que ainda são necessárias informações para chegar a uma categoria final.

Um número não conta toda a história

O BI-RADS funciona melhor quando o profissional entende o que aquele número está tentando comunicar. 0 pede complementação; 1 e 2 apontam para achados negativos ou benignos; 3 exige vigilância; 4 e 5 indicam investigação tecidual; 6 representa malignidade já comprovada.

Para a enfermagem, compreender essa diferença evita tanto alarmismo desnecessário quanto a falsa sensação de segurança diante de um resultado que exige acompanhamento.

Resumo para salvar

BI-RADS: Entenda Cada Categoria

  • BI-RADS padroniza a avaliação dos exames das mamas
  • BI-RADS 0 indica avaliação ainda incompleta
  • BI-RADS 3 geralmente exige acompanhamento por imagem
  • BI-RADS 4 e 5 indicam investigação tecidual

Referências:

  1. AMERICAN COLLEGE OF RADIOLOGY. ACR BI-RADS® v2025 Manual. Reston, VA: American College of Radiology, 2025. ACR BI-RADS v2025
  2. AMERICAN COLLEGE OF RADIOLOGY. ACR BI-RADS® Atlas: Mammography Reporting. Reston, VA: American College of Radiology. ACR BI-RADS — Mammography
  3. AMERICAN COLLEGE OF RADIOLOGY. Reporting: Breast Ultrasound. Reston, VA: American College of Radiology, 2026. ACR — Breast Ultrasound Reporting
  4. AMERICAN COLLEGE OF RADIOLOGY. BI-RADS® v2025 Is Your Definitive Guide to Breast Imaging. ACR Bulletin, 2026. ACR Bulletin — BI-RADS v2025
  5. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Posicionamento do INCA sobre faixa etária para rastreamento do câncer de mama. Rio de Janeiro: INCA, 2025. INCA — Rastreamento do câncer de mama

Radiodermite

A radiodermite é uma reação da pele ao tratamento com radiação, como a radioterapia utilizada no tratamento do câncer. Essa reação ocorre devido à sensibilidade das células da pele à radiação, que pode causar danos e inflamação.

Sintomas

Os sintomas da radiodermite podem variar de pessoa para pessoa e dependem da dose de radiação, da área tratada e da sensibilidade individual. Os sintomas mais comuns incluem:

  • Vermelhidão: A pele na área tratada fica avermelhada, semelhante a uma queimadura solar.
  • Coceira: A pele pode coçar intensamente, causando desconforto.
  • Descamação: A pele pode descamar, tanto de forma seca quanto úmida, formando feridas.
  • Inchaço: A área tratada pode ficar inchada.
  • Dor: Em casos mais graves, pode haver dor intensa.
  • Perda de pelos: Os pelos na área tratada podem cair.

Graus da radiodermite

A radiodermite é classificada em graus, que indicam a gravidade da reação:

  • Grau I: Vermelhidão leve ou descamação seca da pele, que podem ser associados a prurido e quedas de pelos ou cabelos.
  • Grau II: Vermelhidão moderada e edema intenso, que pode ocasionar uma descamação úmida limitada às dobras da pele.
  • Grau III: Descamação úmida extensas em outras localizações e inchaço no local.
  • Grau IV: Ulceração, hemorragia e necrose.

Fatores de risco

Alguns fatores podem aumentar o risco de desenvolver radiodermite, como:

  • Dose de radiação: Quanto maior a dose, maior o risco.
  • Área tratada: Áreas com pele mais fina, como o rosto, são mais suscetíveis.
  • Sensibilidade individual: Algumas pessoas são mais sensíveis à radiação do que outras.
  • Uso de outros medicamentos: Alguns medicamentos podem aumentar a sensibilidade da pele à radiação.

Tratamento

O tratamento da radiodermite varia de acordo com a gravidade dos sintomas e pode incluir:

  • Hidratantes: Para aliviar a pele seca e coceira.
  • Corticosteroides tópicos: Para reduzir a inflamação.
  • Curativos: Para proteger a pele e promover a cicatrização.
  • Antibióticos: Para prevenir infecções.
  • Analgésicos: Para aliviar a dor.

Prevenção

Embora não seja possível evitar completamente a radiodermite, algumas medidas podem ajudar a minimizar o risco, como:

  • Hidratação da pele: Manter a pele bem hidratada antes, durante e após o tratamento.
  • Proteção da pele: Evitar exposição ao sol e a produtos irritantes.
  • Comunicar os sintomas: Informar o médico sobre qualquer sintoma da radiodermite para que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível.

Cuidados de Enfermagem

Avaliação e Monitorização:

  • Histórico: Investigar a história da exposição à radiação, incluindo tipo, dose, data e duração da exposição.
  • Exame físico: Avaliar a pele quanto a vermelhidão, descamação, inchaço, ulcerações, pigmentação anormal, telangiectasias (vasos sanguíneos dilatados) e crescimento de cabelos anormais.
  • Sintomas: Monitorizar a dor, prurido, sensibilidade e outros sintomas.

Intervenções:

  • Proteção da pele:
    • Evitar exposição ao sol: Usar protetor solar com FPS alto, roupas de proteção e permanecer em ambientes com sombra.
    • Hidratação da pele: Usar hidratantes sem perfume e hipoalergênicos para manter a pele hidratada e evitar rachaduras.
    • Limpeza da pele: Limpar a pele com água morna e sabonete suave. Evitar produtos abrasivos ou irritantes.
    • Evitar calor e frio extremos: Banhos muito quentes ou frios podem agravar a radiodermite.
    • Evitar roupas apertadas: Roupas apertadas podem aumentar a irritação e a dor.
  • Alívio dos sintomas:
    • Controle da dor: Usar analgésicos orais ou tópicos para controlar a dor.
    • Controle do prurido: Usar anti-histamínicos ou cremes antipruriginosos.
    • Gerenciamento de infecções: Monitorizar a pele quanto a sinais de infecção, como vermelhidão, inchaço, dor e pus.
    • Prevenção de úlceras: Cuidados com a pele para prevenir o desenvolvimento de úlceras, incluindo proteção contra pressão, controle do atrito e manutenção da pele limpa e hidratada.
    • Promoção da cicatrização: Utilizar curativos apropriados, como compressas úmidas ou curativos hidrocoloides, para promover a cicatrização das úlceras.
  • Educação do paciente:
    • Instruções sobre cuidados com a pele: Explicar os cuidados necessários para proteger a pele e aliviar os sintomas.
    • Orientação sobre os riscos de exposição à radiação: Informar o paciente sobre os riscos de exposição à radiação e a importância de evitar a exposição adicional.
    • Identificação de recursos: Fornecer informações sobre recursos de suporte, como grupos de apoio e serviços de aconselhamento.

Referências:

  1. Maria Teresa Silva Souza, MTSS; Glenda Agra, GA. Universidade Federal de Campina Grande-Cuité/CES. CUIDADOS DE ENFERMAGEM À PESSOA COM RADIODERMITES: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 69, n. 1, p. 105-111, jan./fev. 2016.
  2. Cardozo, A. dos S., Simões, F. V., Santos, V. O., Portela, L. F., & Silva, R. C. da .. (2020). SEVERE RADIODERMATITIS AND RISK FACTORS ASSOCIATED IN HEAD AND NECK CANCER PATIENTS. Texto & Contexto – Enfermagem, 29, e20180343. https://doi.org/10.1590/1980-265X-TCE-2018-0343

Tomografia Computadorizada: Entenda sua Importância

A Tomografia Computadorizada (TC) é um exame que permite a obtenção de imagens detalhadas de tecidos, ossos e órgãos. As imagens, que são como “fatias do corpo”, são geradas com raios-X e processadas pelo computador, auxiliando o médico no diagnóstico de lesões e doenças.

O Procedimento

A realização do procedimento é muito simples: o paciente fica deitado em uma maca que desliza para uma moldura circular, onde será emitido o feixe de raios-X.

São obtidas milhares de imagens enquanto o tomógrafo gira, o que resulta em uma imagem de seção transversal completa do corpo.

Um técnico acompanha o exame e dá orientações ao indivíduo, como a necessidade de ficar imóvel e de prender a respiração em momentos específicos para a captura precisa das imagens.

Indicações de uso

São detectados alterações muito sutis em tecidos, ossos, órgãos e outras estruturas do tórax, abdômen, coluna e cérebro.

É um procedimento bastante indicado no diagnóstico de tumores, aferindo sua localização, extensão e agressividade.

  • tomografia de abdômen e de pelve: utilizada para a investigação de tumores e abscessos. Pode ser útil também para a detecção de malformação renal, pancreatite, lesões no fígado, além de outras doenças;
  • tomografia de crânio: utilizada para a detecção de traumas, nódulos, hemorragias, infecções, hidrocefalia e aneurismas;
  • tomografia de tórax: utilizada para investigação de tumores, doenças vasculares e infecções;
  • tomografia de membros superiores e inferiores: utilizada para avaliação de lesões musculares e fraturas, além de detecção de tumores e infecções.

Sendo um exame muito importante para a emergência, pois permite o diagnóstico rápido de lesões cerebrais, hemorragias internas, derrames e outras doenças cardíacas.

Preparo Pré Exame

Para a realização do exame, é indicado jejum de 6 horas. Em alguns casos, é necessária a aplicação de contraste, geralmente o iodo, que é injetado na veia e permite a obtenção de imagens mais nítidas.

O contraste é contraindicado para pacientes com histórico de alergia à substância.

Contraindicações

Todas as pessoas podem realizar o exame, inclusive quem tem marcapasso.

A contraindicação é para as gestantes, que devem, preferencialmente, fazer outros exames no lugar da tomografia computadorizada, pois é o procedimento com maior exposição à radiação.

No entanto, se a realização desse procedimento for essencial, há formas de proteção para a paciente.

Para detectar uma série de lesões e várias doenças graves, é importante a realização da tomografia computadorizada. O exame é seguro e consegue obter imagens bastante detalhadas de várias estruturas do corpo.

Cuidados de Enfermagem

  • Devem ser avaliados antes que o paciente se submeta a uma avaliação de imagens por meio do exame TC, realizando uma anamnese para identificar possíveis condições que podem se tornar uma contraindicação para a realização do exame;
  • Atentar à alergia ao contraste: Deve ser realizada uma avaliação minuciosa do paciente atentando para possíveis alergias ou qualquer reação que possa vir a aparecer informando imediatamente ao médico;
  • As limitações ao uso da TC: Pessoas obesas, com peso superior a 150 Kg, devido aos problemas de movimentação do equipamento, os distúrbios neurológicos, como o Mal de Parkinson ou qualquer outra afecção que ocasione movimentos involuntários;
  • Extremos de idade: Também devem ser avaliados pela equipe de Enfermagem, sendo que crianças de um até quatro anos de idade apresentam dificuldades de compreensão das necessidades de imobilizações prolongadas para a realização do exame, assim, pode ser recomendada a sedação;
  • Deve orientar o paciente também quanto às etapas do exame, mostrando-o a vestimenta que deverá ser usada, como o avental e explicar a necessidade do uso de meios de contrastes;
  • As orientações preferencialmente devem ser ditas na presença dos familiares ou acompanhantes para deixá-los mais tranquilos;
  • Cabe à enfermeira da unidade de diagnóstico por imagem planejar e controlar o fluxo diário de pacientes, realizar visita ao paciente no pré-exame, orientando-o sobre o procedimento em que irá se submeter, e no pós-exame avaliando o risco de alergias e reações anafiláticas;

Referências:

  1. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução RE nº 64. Diário Oficial da União, Brasília, 10 abr. 2003.
  2. BUSHBERG, J. T.; SEIBERT, J. A.; LEIDHOLFT JUNIOR, E. M.; BOONE, J. M. The essential physics of medical imaging. 2. ed. Philadelphia, PA: Lippincott Willians & Wilkins, 2002.
  3. Fleckenstein, P. Anatomia em diagnóstico por imagens. Ed. Manole, 2004.

O Negatoscópio

O Negatoscópio de parede é um dos equipamentos hospitalares indispensáveis em qualquer clínica ou hospital. Composto de uma placa translúcida, é provido de um dispositivo de iluminação que serve para examinar, por transparência, as chapas radiográficas ou para realizar uma observação dos negativos, obtidos por raios-x.

Os Tipos de Negatoscópio

Durante o processo de diagnóstico de um exame de raio-x, o Negatoscópio de mesa é um dos principais equipamentos utilizados pelos especialistas para examinar os pacientes com maior precisão. Há diversos tipos de Negatoscópio presentes no mercado para atender às suas necessidades:

  • Negatoscópio odontológico: permite estabelecer uma visualização detalhada dos elementos bucais durante a análise das radiografias;
  • Negatoscópio mamográfico: é necessário ter uma boa e intensa iluminação, para poder visualizar densidades translúcidas dos tons com vários detalhes;
  • Negatoscópio 2 corpos: equipamento com iluminação especial, pode ser utilizado fixo na parede ou posicionado na mesa.

Existem versões do Negatoscópio de mesa, portátil e Negatoscópio de parede.

O Negatoscópio de parede permite o controle da área a ser visualizada do exame radiográfico a partir da sua iluminação, sendo assim, é capaz de dar uma visão mais detalhada ao especialista, facilitando o seu trabalho e aumentando a segurança do procedimento a ser realizado.

Boa iluminação é essencial no equipamento, pois permite maior precisão nos diagnósticos. Mas o seu bom funcionamento e sua intensidade dependem de alguns fatores — entre eles, a temperatura do ambiente, as horas em que as lâmpadas ficam ligadas, a sua potência, o tipo e a espessura do material.