Arco de Narcose

O Arco de Narcose ou Arco Cirúrgico é um suporte metálico utilizado para separar o campo operatório das atividades do anestesista.

Ele permite que o anestesista tenha uma visão clara do paciente e dos equipamentos de monitorização, sem interferir na área cirúrgica.

Formatos

O arco de narcose pode ter diferentes formas, como em L ou em U, e pode ser fixado na mesa cirúrgica ou em um suporte independente.

Também pode ser ajustado em altura, ângulo e largura, conforme a necessidade de cada procedimento.

Referência:

  1. MedicalExpo

Seringa Resíduo Zero

Uma seringa resíduo zero é um tipo de seringa projetada para minimizar a quantidade de resíduos gerados após o uso.  Ela é especialmente desenvolvida para evitar que resíduos de medicamentos ou fluidos fiquem retidos na seringa após a administração de uma dose.

Características

  • Design especial: Elas são projetadas com um mecanismo que impede que o medicamento ou fluído fique retido na seringa após o uso. Isso significa que praticamente toda a dose é liberada e não há desperdício.
  • Selo ou êmbolo de silicone: Algumas seringas de resíduo zero possuem selos ou êmbolos feitos de silicone, que ajudam a garantir a completa liberação do medicamento ou fluído, reduzindo assim o desperdício.
  • Materiais de alta qualidade: Essas seringas são fabricadas com materiais de alta qualidade para garantir que não haja vazamentos ou perda de medicamentos durante a administração.
  • Graduação precisa: Elas possuem graduação clara e precisa, o que permite uma dosagem exata do medicamento, evitando erros de dosagem.

Qual a diferença da seringa resíduo zero para as convencionais?

A principal diferença entre a seringa de resíduo zero e as seringas convencionais está no seu design e mecanismo de funcionamento: A seringa de resíduo zero é projetada para minimizar o desperdício de medicamentos ou fluídos, enquanto as seringas convencionais podem apresentar algum grau de perda de conteúdo após o uso.

Outras diferenças específicas:

  • Mecanismo de vedação;
  • prevenção de vazamentos;
  • graduação precisa e redução do desperdício.

Para que é utilizada a seringa resíduo zero?

É utilizada para diversas finalidades na área da saúde, onde a precisão da dosagem e a redução do desperdício de medicamentos são importantes. Por exemplo:

  • Administração de medicamentos;
  • Vacinação;
  • Coleta de amostras;
  • Administração de insulina.

A seringa de resíduo zero é empregada sempre que a precisão da dosagem, a minimização do desperdício e a redução dos riscos associados a resíduos de medicamentos são prioridades. Sua utilização contribui para uma prática clínica mais eficiente e segura.

Veja também:

Referência:

  1. ISP Saúde

AccuCuff™: Indicador de Pressão de Balão

O Accucuff™ é um dispositivo que permite medir a pressão do balão de dispositivos de via aérea, como tubo endotraqueal, traqueostomia ou máscara laríngea.

A Importância da Mensuração do Cuff

A mensuração da pressão do cuff é um procedimento muito importante na rotina de uma  unidade de terapia intensiva (UTI). Uma série de complicações que podem agravar o quadro clínico do paciente submetido à ventilação mecânica invasiva estão associadas tanto à hiper quanto à hipoinsuflação do balão.

Atualmente, uma recente tecnologia chamada Accucuff™ permite realizar o monitoramento contínuo e preciso dessa pressão, garantindo mais segurança aos pacientes.

Tipos e Tamanhos

  • O Rosa é indicado para tubos endotraqueais ou traqueostomias PEDIÁTRICAS.
  • O azul é indicado para tubos endotraqueais ou traqueostomias ADULTOS.
  • O vermelho é indicado para Máscara laríngea de TODOS OS TAMANHOS.

Vantagens

  • A visualização contínua elimina a necessidade de verificação constante da pressão do cuff e assim reduz o risco de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica.
  • A graduação de pressão negativa garante que o cuff está totalmente esvaziado, reduzindo o risco de trauma durante remoção.
  • Dispositivo leve, reduz risco de deslocamento do tubo.
  • Adequado para o uso em uma ampla gama de dispositivos de vias aéreas.
  • A pressão pode ser ajustada de forma rápida e fácil evitando a insuflação excessiva do cuff.
  • Ajuda a evitar complicações como lesão da mucosa, isquemia, necrose ou fístula, que podem ocorrer se a pressão do balão for muito alta ou muito baixa.
  • É fácil de usar, portátil e preciso, e pode melhorar a segurança e o conforto dos pacientes que necessitam de dispositivos de via aérea.

Como funciona?

  • Assim que escolher o Accucuff de acordo com o tamanho do dispositivo do paciente, encaixe a conexão branca do dispositivo na válvula unidirecional do tubo do paciente, realizando o movimento de empurrar e girar para garantir uma vedação segura.
  • Insufle o balão do dispositivo de vias aéreas até que a linha preta do pistão esteja dentro da zona verde.
  • Não insufle excessivamente para obter a vedação do dispositivo de gerenciamento das vias aéreas.
  • Certifique-se de que o balão esteja totalmente desinsuflado antes de tentar remover o dispositivo para vias aéreas.

Em Tempo Real

O monitoramento em tempo real é útil para detectar mudanças na pressão do cuff causada por alterações ou ruptura acidental do cuff.

O indicador de pressão AccuCuff ™ não contém metal ou molas, sem contraindicação para o uso em exames.

Veja como funciona o Accucuff !

 

Referências:

  1. Medis Medical
  2. Cirúrgica Fernandes

Abaixador de Língua

Abaixador de língua ou abaixa-língua, também conhecido como glossocátoco ou cataglosso, é um pequeno instrumento médico e Odontológico em forma de espátula, geralmente feito de madeira, ou material inox cirúrgico utilizado na medicina e Odontologia para abaixar a base superior da língua e permitir o exame da boca e da garganta.

Sua função

É um instrumento usado para examinar a boca, a garganta e as amígdalas.

Ele consiste em uma lâmina de madeira, aço cirúrgico ou plástico que pressiona a língua para baixo e permite uma melhor visão da cavidade oral.

Tipos

Existem diferentes tipos de abaixadores de língua, como os descartáveis, os reutilizáveis, os iluminados e os com sabor. E também abaixadores cirúrgicos como:

  • Tobold
  • Andrew
  • Bruenings
  • Abaixa-língua de Bruenings

São usados principalmente por médicos, dentistas e fonoaudiólogos para diagnosticar e tratar problemas de saúde bucal e vocal.

Referência:

  1. Grande Enciclopédia Larousse Cultural. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda., 1998., página 3. ISBN 85-13-00755-2

Cateter Nasal de Alto Fluxo (CNAF)

O Cateter Nasal de Alto Fluxo, também chamado de Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), é um dispositivo de suporte de oxigênio umidificado e aquecido a fluxos tão altos quanto 60L/min via um cateter nasal largo.

É usado em pacientes críticos em diversos cenários, como IRespA hipoxêmica e hipercápnica, pós extubação, pré oxigenação para intubação orotraqueal (IOT), ou mesmo no intuito de se evitar IOT em pacientes imunossuprimidos.

Benefícios

Teoricamente, o CNAF traz vantagens fisiológicas ao suporte de O2 convencional, como redução do trabalho respiratório devido aos fluxos do dispositivo serem compatíveis com o fluxo inspiratório, melhor sincronia toracoabdominal e esforço respiratório mais eficaz associados à redução do espaço morto anatômico, maior facilidade no clareamento de secreções, menor risco de atelectasias e melhor oxigenação.

O dispositivo inclui uma fonte de gás (usualmente um gerador de fluxo com um blender de ar comprimido e oxigênio), capaz de gerar fluxos até 60L/min com frações inspiradas de O2 que variam de 21 – 100%, um umidificador aquecido, um circuito inspiratório único e um prong nasal largo.

Mecanismo de funcionamento

  • O CNAF permite a eliminação do espaço morto da nasofaringe, o que contribui para estabelecer uma fração melhorada de gases alveolares em relação tanto ao dióxido de carbono quanto ao oxigênio;
  • Promove o fornecimento de um fluxo adequado para sustentar a inspiração, de maneira que reduz o trabalho respiratório e inspiratório;
  • O fornecimento de gás adequadamente aquecido e umidificado às vias aéreas condutoras melhora a condutância e a complacência pulmonar em comparação ao gás seco e frio. Além disso, reduz o trabalho metabólico associado ao condicionamento de gases;
  • O alto fluxo por meio da nasofaringe pode ser usado para fornecer pressão de distensão final.

O fluxo aquecido e umidificado promove maior conforto e elevado fluxo de ar, o qual vai direto para a nasofaringe e faz com que o espaço morto seja diminuído devido à menor fração de CO2, melhorando a ventilação alveolar e o trabalho respiratório.

Assim, após entender o mecanismo, fica fácil saber quais são as principais vantagens do CNAF: ele possui valores mais altos e estáveis de FiO2, o espaço morto anatômico é diminuído por meio de lavagem do espaço nasofaringe, uma fração maior da ventilação/minuto participa da troca gasosa, e os esforços respiratórios ficam mais eficientes.

Indicação

Em 2020, a Intensive Care Medicine publicou um guideline sobre CNAF que mostra quais são as principais indicações de uso. Confira as recomendações com base nos quadros dos pacientes abaixo.

Recomendação forte: insuficiência respiratória hipoxêmica aguda

Neste quadro, comparando o CNAF com as terapias de oxigênio convencionais, as principais diferenças são:

  • redução nas taxas de intubação;
  • aumento do suporte respiratório, podendo ter um pequeno efeito no conforto e na dispneia.

Recomendação moderada: insuficiência respiratória aguda pós-extubação

Nesta situação, o CNAF foi sugerido após extubação para pacientes intubados por mais de 24 horas e com qualquer característica de alto risco, entre as citadas abaixo, para reintubação:

  • idade > 65 anos;
  • insuficiência cardíaca congestiva (ICC);
  • DPOC moderada a grave;
  • APACHE II > 12;
  • IMC > 30;
  • permeabilidade ou secreção das vias aéreas;
  • dificuldade de desmame;
  • duas ou mais comorbidades;
  • ventilação mecânica > 7 dias.

Desvantagens

A principal preocupação deve ser em retardar a intubação por mascarar uma piora clínica do paciente. O estudo observacional mostrou que os pacientes intubados após 48 horas de tratamento tiveram mortalidade mais elevada que os que foram intubados nas primeiras 48 horas.

A grande diferença entre o CNAF e a ventilação não invasiva (VNI) é que não há possibilidade de monitoramento de pressões ou volumes, com chance de ocasionar uma lesão pulmonar em pacientes que respiram com altos volumes.

O principal ponto é que, embora o CNAF seja uma opção promissora na unidade de terapia intensiva, são necessários estudos adicionais para definir, de forma mais precisa, quais são os pacientes com maior oportunidade de se beneficiarem a partir do uso da oxigenoterapia nasal de alto fluxo.

É de extrema importância que a indicação seja adequada, e o paciente esteja em um ambiente com uma equipe que consiga monitorar de perto o curso clínico, treinada para reconhecer os primeiros sinais de falha.

Referências:

  1. Cummings MJ, Baldwin MR, Abrams D, et al.: Epidemiology, clinical course, and outcomes of critically ill adults with COVID-19 in New York City: a prospective cohort study. The Lancet 2020; 395:1763–1770
  2. Gattinoni L, Coppola S, Cressoni M, et al.: Covid-19 Does Not Lead to a “Typical” Acute Respiratory Distress Syndrome. Am J Respir Crit Care Med 2020; rccm.202003-0817LE
  3. Alhazzani W, Møller MH, Arabi YM, et al.: Surviving Sepsis Campaign: guidelines on the management of critically ill adults with Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) [Internet]. Intensive Care Med 2020; Available from: http://link.springer.com/10.1007/s00134-020-06022-5
  4. Perkins GD, Ji C, Connolly BA, et al.: Effect of Noninvasive Respiratory Strategies on Intubation or Mortality Among Patients With Acute Hypoxemic Respiratory Failure and COVID-19: The RECOVERY-RS Randomized Clinical Trial. JAMA 2022; 327:546
  5. Ospina-Tascón GA, Calderón-Tapia LE, García AF, et al.: Effect of High-Flow Oxygen Therapy vs Conventional Oxygen Therapy on Invasive Mechanical Ventilation and Clinical Recovery in Patients With Severe COVID-19: A Randomized Clinical Trial. JAMA 2021; 326:2161
  6. Lewis SR, Baker PE, Parker R, et al.: High-flow nasal cannulae for respiratory support in adult intensive care patients [Internet]. Cochrane Database Syst Rev 2021; 2021[cited 2022 Jul 3] Available from: http://doi.wiley.com/10.1002/14651858.CD010172.pub3
  7. Frat J-P, Thille AW, Mercat A, et al.: High-Flow Oxygen through Nasal Cannula in Acute Hypoxemic Respiratory Failure. N Engl J Med 2015; 372:2185–2196
  8. Baldomero AK, Melzer AC, Greer N, et al.: Effectiveness and Harms of High-Flow Nasal Oxygen for Acute Respiratory Failure: An Evidence Report for a Clinical Guideline From the American College of Physicians. Ann Intern Med 2021; 174:952–966
  9. Thille AW, Muller G, Gacouin A, et al.: Effect of Postextubation High-Flow Nasal Oxygen With Noninvasive Ventilation vs High-Flow Nasal Oxygen Alone on Reintubation Among Patients at High Risk of Extubation Failure: A Randomized Clinical Trial. JAMA 2019; 322:1465
  10. Guitton C, Ehrmann S, Volteau C, et al.: Nasal high-flow preoxygenation for endotracheal intubation in the critically ill patient: a randomized clinical trial. Intensive Care Med 2019; 45:447–458
  11. Frat J-P, Ricard J-D, Quenot J-P, et al.: Non-invasive ventilation versus high-flow nasal cannula oxygen therapy with apnoeic oxygenation for preoxygenation before intubation of patients with acute hypoxaemic respiratory failure: a randomised, multicentre, open-label trial. Lancet Respir Med 2019; 7:303–312

Bomba de Infusão: Infusão Primária e Secundária

A infusão primária e secundária em uma bomba de infusão permite a utilização de um único equipo para infusão de dois medicamentos ou sistema enteral em uma única conexão, sem a necessidade de utilizar mais de 1 equipo em duas conexões diferentes.

No caso do equipo de sistema enteral possui 2 entradas (ponta cruz para administração de dieta) e ponta lancetada (para administração de água de intervalo), e de medicamento as duas entradas são em pontas lancetadas para instalação de bolsas de soro, e ambas possuem conexão em “Y” para interligar na mesma saída para infusão.

A infusão primária sempre será a infusão contínua, e a secundária a infusão “BOLUS”, sem que haja necessidade de desconexão do equipo.

Referências:

  1. Baxter;
  2. Samtronic;
  3. BBraun

Dispositivo de Transferência de Solução “TRANSOFIX”

O Dispositivo de transferência de soluções, popularmente conhecido como “Transofix”, permite acesso aos recipientes de soluções parenterais em sistema fechado em transferência de bolsa para bolsa, irrigações, curativos e vários procedimentos com soluções estéreis.

E no mercado possui dois tipos destes dispositivos:

Ponta dupla lancetada

Este dispositivo é utilizado na mistura ou reconstituição de drogas em frascos sem contato com o ambiente externo. Duas pontas perfurantes padrão ISO com protetor. Pega ergonômica que evita o contato da mãos com a ponta perfurante e facilita o manuseio do profissional.

Propriedades:

  • Encaixe perfeito em tampas de borracha de 6,3 mm ou frascos/bolsa para infusão;
  • Permite excelente fluxo mesmo com frascos de vidro;
  • Grande diâmetro interno;
  • Previne de ferimentos provocados por agulhas;
  • Esterilizado por óxido de etileno.

Ponta Lancetada + Luer

Este dispositivo é utilizado na irrigação para uso em frascos de solução em sistema fechado. Ponta perfurante padrão ISO com protetor. Cone luer protetor que garante a oclusão do sistema após o uso.

Propriedades: Spike padrão, Fornece proteção ao dispositivo com exclusivo protetor de cone Luer, mantendo o frasco protegido de sujidades mesmo após sua utilização. Pega ergonômica, evita o contato das mãos com a ponta perfurante.

Referência: BBraun

Bomba de Seringa

bomba de seringa é um tipo de bomba de infusão, perfeita para procedimentos que envolvem baixa pressão e vazão que move volumes precisos de líquidos durante um período de tempo específico sob dois estágios: aspiração e descarga, todo esse procedimento utilizando uma seringa.

São muito utilizadas por anestesistas, e por Unidades de Terapia Intensiva Neonatal  como por exemplo, anestesias e no caso para pacientes neo, administrar medicamentos levando em consideração o peso corpóreo dos pacientes.

No caso da UTI Neonatal, estas bombas conseguem volumes bem menores de infusão, que não consegue nas bombas de infusão comum. Há controle maior e mais segurança para o bebê, já que deve haver controle muito rigoroso.

Como funciona?

A bomba infunde medicação líquida no paciente usando pressão positiva, enquanto na descarga o líquido é liberado e sai da seringa, através de uma pré programação do volume total da seringa, com a vazão ml/h conforme peso corpóreo.

Deve ser levado em consideração os tamanhos e a quantidade de seringas, pois o fabricante sempre cita quais são os volumes de seringas permitidos e também a quantidade máxima que pode ser acoplada.

Referências:

  1. MedRena Biotech Co.,Ltd

Fio guia para Intubação: A Finalidade

O Fio Guia para Intubação Traqueal Adulto é utilizado para auxiliar a inserção do tubo traqueal durante a intubação do paciente, permitindo boa maneabilidade e mínima fricção entre o tubo traqueal e o guia.

A Característica

Geralmente possui extremidade proximal reta e distal angulada em aproximadamente 20mm de diâmetro, assumindo formato de “J”. Também é esterilizado à óxido de Etileno (ETO), podendo obter de forma reutilizável (re-esterilizável) ou descartável.

Indicações de Uso

  • Facilitar a intubação traqueal em procedimentos anestésico/cirúrgicos de rotina e/ou emergências; 
  • Projetado para dar bom controle direcional durante as intubações orais, têm sua aplicação tanto em situações de rotina como naquelas onde há dificuldade para a exposição adequada da laringe através de laringoscopia (via aérea difícil) e também em emergências da via aérea; 
  • Geralmente utilizado sempre que fatores anatômicos, traumáticos ou patológicos não permitam boa visualização das cordas vocais através de laringoscopia direta; 

Não devem ser utilizados para outros fins que não seja a intubação traqueal. Não deve ser utilizado por pessoas que não são profissionais da saúde e não tenham treinamento adequado para realizar a intubação traqueal. 

Referência:

  1. https://www.utilidadesclinicas.com.br/

Cateteres Intravenosos: Tempo de Permanência

Os acessos intravasculares são procedimentos que permitem e facilitam diversas formas de tratamentos aos doentes, desde administração de medicamentos até a realização de nutrição parenteral.

A ANVISA determina recomendações para a troca destes dispositivos, a fim de evitar infecções relacionadas ao uso de dispositivos intravenosos.

Tempo de Permanência

  • Scalp: Até 24 horas;
  • Jelco: Até 96 horas;
  • CVC: curto: até 7 dias, longo: após 7 dias, temporário: até 30 dias, definitivo: mais de 30 dias;
  • PICC: Até 1 ano.

Referências:

  1. ANVISA
  2. http://biblioteca.cofen.gov.br/cateteres-perifericos-novas-recomendacoes-anvisa-garantem-seguranca-assistencia/
  3. http://al.corens.portalcofen.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/PARECER-T%C3%89CNICO-N%C2%BA-007_2020-PAD-N-047_2020-e-064_2020.pdf
  4. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/inca/Cinco_passos_prevencao_infeccoes.pdf
  5.  Infusion Nurses Society (INS)