Procedimento Operacional Padrão (POP): Qual é a importância?

O Procedimento Operacional Padrão (POP) é um documento que expressa o planejamento do trabalho repetitivo e tem como objetivo padronizar e minimizar a ocorrência de desvios na execução da atividade.

Assim, um POP garante que as ações sejam realizadas da mesma forma, independente do profissional executante ou de qualquer outro fator envolvido no processo, diminuindo assim “as variações causadas por imperícia e adaptações aleatórias” (SCARTEZINI, 2009).

O manual de procedimentos, segundo Andrade (1975), é a reunião de todos os POP do serviço em um único documento, que descreve o trabalho de enfermagem a ser executado e a forma correta de fazê-lo, sendo de responsabilidade da gerência a organização do mesmo. Ressalta-se que esse documento deve ter atualização e revisão periódica, seguida da aprovação institucional de cada versão.

Um POP se diferencia de uma rotina convencional, pois deve apresentar um estrutura mínima, composta por: objetivo, responsabilidade, procedimento técnico, material necessário, ação corretiva e cuidados especiais.

Consta dos seguintes elementos:

1. Perfil, missão, visão, valores, organograma, macrofluxo da instituição;

2. Perfil, missão, visão, valores, organograma, macrofluxo e fluxograma dos serviços;

3. Atribuições dos profissionais;

4. Normas, POP, protocolos e indicadores dos serviços.

Qual a necessidade da implantação dos POP?

Nos últimos anos, a padronização das atividades gerenciais e assistenciais nos serviços hospitalares passa a ser uma exigência legal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o que a torna uma obrigatoriedade além de uma necessidade institucional.

A sua implantação garante a padronização e uniformidade das atividades, objetivando garantir índices de segurança e qualidade de práticas assistenciais e gerenciais no atendimento ao usuário e no desempenho profissional, não só do serviço de enfermagem, mas de todos os serviços do hospital.

Além disso, as não-conformidades (desvios) eventuais têm condições de serem corrigidas/adequadas ao padrão usual, pois minimizam a ocorrência de desvios na execução dos procedimentos, propiciando o aumento da previsibilidade de seus resultados e diminuindo as variações causadas por imperícia ou adaptações aleatórias. Ainda vêm a contribuir na satisfação do cliente/usuário, aumentando a credibilidade da instituição.

Baixe um exemplo de POP elaborado pelo Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian.

Referências:

  1. Coren-GO.

12 de Maio: Dia Internacional do Enfermeiro

Dia 12 de Maio comemora-se o Dia Mundial da Enfermagem/Enfermeiro, mas você sabe o porquê?

Acontece que é o aniversário de 200 anos da britânica Florence Nightingale, considerada pelo mundo inteiro como a mãe dessa profissão tão digna de honra (principalmente em um período como este que estamos vivendo atualmente).

O principal reconhecimento de Florence Nightingale vem de sua forma de cuidar de soldados feridos e de treinar as enfermeiras no século XIX, atitude que salvou muitas vidas.

Em 1860, a britânica lançou o livro Notas sobre Enfermagem, onde ressaltou uma prática que estamos alertando muito nos últimos tempos: lavar as mãos. Ela que foi a responsável por implementar essa prática de higiene (assim como várias outras) nos hospitais onde cuidavam dos feridos da Guerra da Crimeia.

É preciso considerar que, nessa época, não se prestava muita atenção nos hábitos de lavar as mãos e de como isso era sério.

A britânica também prestava muita atenção em alertar as pessoas e defender melhorias no sistema de drenagem para combater doenças que vinham da água, como cólera e febre tifoide. Para ela, todos os interiores domésticos deveriam ser mantidos limpos.

Algo que também se destacava em Florence era a sua compaixão, uma vez que ela chegava até mesmo a escrever cartas para os entes queridos a pedido de seus pacientes, por exemplo. Naquela época, o exército nem sempre informava as famílias quando os soldados eram mortos, mas Nightingale sentia o dever de fazê-lo.

Vale notar também que ela escreveu milhares de cartas em campanha pela saúde pública,  e usou sua influência para se relacionar com a rainha Victoria e com políticos importantes. Foi também com base em sua experiência na Crimeia que ela aprendeu sobre o planejamento e o design eficiente do hospital.

Dia da Enfermagem no Brasil

O Dia Internacional da Enfermagem passou a ser uma data comemorativa no Brasil em 1938, quando a data foi instituída pelo então presidente Getúlio Vargas através do Decreto no 2.956, de 10 de agosto de 1938.

No Brasil, a data também lembra Ana Néri, primeira enfermeira brasileira a se alistar voluntariamente em combates militares. No entanto, também é comum a celebração da Semana da Enfermagem, que começa em 12 de maio (com o Dia Internacional da Enfermagem) e termina em 20 de maio (com a comemoração do Dia do Auxiliar e Técnico de Enfermagem).

A categoria de Enfermagem soma mais de 2,2 milhões de profissionais atuantes nos mais diversos níveis de atenção da área de saúde de todo Brasil. O trabalho dos profissionais de enfermagem é de suma importância para a manutenção da saúde.

Em tempos de Covid-19, eles estão na linha de frente, desempenhando um papel fundamental na avaliação e detecção dos casos suspeitos, na prevenção e no combate à propagação da doença e no tratamento dos infectados pelo novo coronavírus. Os profissionais de enfermagem estão trabalhando para que o cidadão fique em casa.

“Ser enfermeiro significa dominar a arte do altruísmo. É saber executar com maestria o ofício da generosidade e ter sempre disposição e boa vontade para ajudar quem mais precisa nos momentos mais urgentes. É estar preparado para enfrentar o imprevisível e trabalhar por amor à profissão e ao próximo. Feliz dia do enfermeiro!”

Veja também:

Fatos que talvez não saiba sobre a Florence Nightingale

SAIBA AGORA! O que cai nas provas para Técnico em Enfermagem?

Muito provável que você esteja lendo esse artigo por que atualmente deve estar em busca do sua tão aclamada vaga de emprego na enfermagem, certo?

Mas, a dúvida que mata a todos é, que assuntos que são realmente cobrados em uma prova para Técnico em Enfermagem?

Pode ser que, talvez, alguns destes temas tenha mais relevância em alguma prova que irá fazer, mas o importante é buscar estudar de tudo um pouco, pois mesmo que não caia, será cobrado em seu dia-a-dia como profissional.

Mas vamos lá!, Leia abaixo:

Temas e Assuntos que mais cobram em provas para Técnico em Enfermagem

Questões com Tema: Fundamentos de Enfermagem

  • Princípios de microbiologia;
  • Controle de infecções e medidas de isolamento (Precauções-Padrão);
  • Saúde da Criança (crescimento e desenvolvimento);
  • Comunicação (Interação Aluno/Profissional-paciente);
  • Documentação (Prontuários, relatórios, evoluções, prescrição médica);
  • Processo de enfermagem (coleta de dados, SAE, avaliação, diagnóstico, histórico de enfermagem);
  • Humanização e orientação ao cliente enfermo;
  • Aspectos culturais (preparo do profissional para o cuidado de pacientes de populações diversas);
  • Terapias complementares/alternativas (musicoterapia, etc);
  • Conceitos de bem-estar, estresse/ansiedade;
  • Cuidados no fim da vida (medidas de conforto, paliativo, pós morte);
  • Repouso e sono;
  • Segurança do Paciente;
  • Higiene do Paciente;
  • Procedimentos gerais de Enfermagem;
  • A Biossegurança e a NR 32.
  • A utilização de termos e terminologias em prontuários de enfermagem.

Questões com Tema: Humanização na Assistência

  • Definição sobre a Humanização na Assistência de Enfermagem;
  • Benefícios ao paciente/equipe de trabalho;
  • Como você aplica a Humanização em sua assistência;
  • Escreva com suas palavras as principais habilidades que são importantes na abordagem humanizada;

Questões com Tema: Atendimento às necessidades do paciente relativo a segurança, proteção, higiene e conforto

  • Assuntos abordados em geral sobre a segurança e proteção do paciente (riscos, administração de medicamentos);
  • Assuntos abordados em geral sobre a higiene e conforto, como banho no leito, higiene íntima e oral, massagem de conforto, mudança de decúbito, orientação sobre a auto-higienização;

Questões com Tema: Cálculo, preparo e administração de medicamento

  • Cálculos de medicamentos como: Macro e Micro gotas, regra de 3 na enfermagem, cálculo de penicilina, comprimidos, insulina, rediluição de medicamentos, estudos de caso onde é aplicado os cálculos para dosagem e administração de medicamentos;
  • Os certos no preparo e administração de medicamentos;

Questões com Tema: Assistência de enfermagem a pacientes portadores de feridas

  • Assuntos abordados em geral sobre tipos de feridas, grau de lesões de pressão, definição de lesão por pressão;
  • Conhecimento sobre coberturas para curativos;
  • Conhecimento sobre a utilização de meios e métodos para prevenção de lesões por pressão;
  • Conhecimento sobre coberturas para curativos e sua aplicação.

Questões com Tema: Procedimentos de enfermagem em geral

  • Montagem de bandejas em geral;
  • Auxílio em procedimentos de inserções de sondas e cateteres;
  • Preparo da mesa para realização de procedimentos;
  • Técnica correta de lavagem das mãos;
  • Utilização de Bundles;
  • Conhecimento de materiais que são utilizados para cada procedimento.

Questões com Tema: A unidade do paciente

  • Conhecimento de plantas físicas hospitalares;
  • Localização de carrinhos de emergência, posto de enfermagem;
  • O que deve conter em um leito hospitalar;
  • Montagem de leitos (conhecimento dos tipos).

Questões com Tema: Transporte de pacientes

  • Conhecimento de Transporte Pré e Intra-Hospitalar;
  • Condições necessárias e seguras ao transporte do paciente;
  • Responsabilidade de quem transporta o pacientes;
  • Equipe que compõem o transporte de um paciente;
  • Que dispositivos devemos atentar ao transporte;
  • Cuidados de enfermagem durante o transporte.

Questões com Tema: SUS – Programa, princípios e legislação

  • Constituição Federal – Arts 196 a 200;
  • Lei Orgânica 8080 de 1990;
  • Decreto 7.508 de 2011;
  • Política Nacional de Atenção Básica (PNAB);
  • Política Nacional de Humanização (PNH).

Questões com Tema: Enfermagem Médico-Cirúrgica – Assistência ao paciente nas situações de urgência e emergência

  • Pneumonia no Pronto-Socorro;
  • Atendimento inicial da parada cardiorrespiratória e cuidados pós-parada;
  • Choque de diferentes etiologias e descompensação de insuficiência cardíaca;
  • Paciente com sepse e choque séptico;
  • Insuficiência Renal Aguda;
  • Emergências hiperglicêmicas;
  • Síndrome coronariana aguda;
  • Distúrbios hidroeletrolíticos;
  • Abordagem inicial no paciente politraumatizado;
  • Complicações agudas no paciente hepatopata;
  • Complicações agudas no paciente com HIV;
  • Asma e DPOC;
  • Via aérea difícil, intubação de rápida sequência e insuficiência respiratória;
  • Acidente Vascular Cerebral;
  • Abordagem inicial das intoxicações agudas.

Questões com Tema: Assistência de enfermagem a pacientes com afecções gastrointestinais, respiratórias, neoplásicas, endócrinas, cardiovasculares, genito-urinárias, dermatológicas, reumáticas, neurológicas.

  • Cuidados de Enfermagem com pacientes em Distúrbio Gastrointestinal;
  • Cuidados de Enfermagem com pacientes em Distúrbio Respiratório;
  • Cuidados de Enfermagem com pacientes Oncológicos;
  • Cuidados de Enfermagem com pacientes com Doenças Endócrinas;
  • Cuidados de Enfermagem com pacientes Cardiopatas/Cardíacos;
  • Cuidados de Enfermagem com pacientes com Distúrbios Genito-urinários;
  • Cuidados de Enfermagem com pacientes com Problemas dermatológicos;
  • Cuidados de Enfermagem com pacientes com Doenças Reumáticas;
  • Cuidados de Enfermagem com pacientes com Doenças/Complicações Neurológicas.

Questões com Tema: Assistência de enfermagem no pré, trans e pós-operatório imediato e tardio

  • Cuidados gerais na Assistência de Enfermagem durante o pré, trans e pós operatório sendo imediato ou tardio.

Questões com Tema: Atuação na Central de Material e Esterilização

  • Definição da CME;
  • Atuação da Enfermagem na CME;
  • Tipos de Artigos que são esterilizados neste setor;
  • Localização da CME;
  • Conhecimento de rotinas em geral.

Questões com Tema: Enfermagem Materno Infantil

  • Definição;
  • Objetivo;
  • Conhecimentos sobre a Saúde da Mulher;
  • Conhecimentos gerais sobre a Consulta Clínico-Ginecológica;
  • Conhecimentos gerais sobre Afecções Ginecológicas;
  • Conhecimentos gerais sobre o Processo de Gestação;
  • Conhecimentos gerais sobre Diagnósticos de Gravidez;
  • Conhecimentos gerais sobre Assistência ao Pré-Natal;
  • Conhecimentos gerais sobre Assistência em Situações Obstétricas de Risco (Abortamento, Placenta Prévia, HELLP, Pré-Eclampsia e Eclampsia, etc);
  • Conhecimentos gerais sobre Parto e Nascimento Humanizado;
  • Como realizar a admissão de uma parturiente;
  • Assistência de Enfermagem durante o trabalho de parto;
  • Assistência de Enfermagem durante o parto cesárea;
  • O Puerpério e suas complicações.

Questões com Tema: Questões de Complicações mais comuns na gravidez

  • Condições anteriores à gestação: hipertensão, diabetes, doenças autoimunes, infecções crônicas (como HIV), problemas cardíacos, pulmonares ou renais e idade materna (mães que dão à luz com menos de 17 e mais de 35 anos têm maior risco de complicação. Depois dos 40 anos, o risco de aborto espontâneo e defeitos;
  • Condições da própria gestação: gestação de múltiplos, placenta prévia (condição em que placenta cobre o colo do útero), problemas fetais e trabalho de parto prematuro (que se inicia antes de 37 semanas de gravidez).

E na prova prática, o que podem te cobrar?

Em conjunto com as provas teóricas, o empregador pode solicitar que sua equipe de profissionais em meio ao processo seletivo, faça provas práticas para transmitir o conhecimento adquirido durante os campos de estágios.

O que pode (provavelmente) lhe cobrar durante uma prova prática:

  • Simulação de RCP (desde condições que o paciente se encontra, forma de iniciar a massagem e a condução do procedimento, quanto chamar equipe multidisciplinar);
  • Técnica correta de assepsia de frascos e de aspiração de medicamentos;
  • Administração de medicamentos (desde interpretação de prescrição médica até o momento do preparo e a administração);
  • Técnica correta de calçar luvas estéreis;
  • Técnica correta de lavagem das mãos;
  • Técnica correta de aparamentação;
  • Manipulação de materiais estéreis;
  • Manipulação de instrumentais cirúrgicos;
  • Avaliação céfalo-podálico de dispositivos no paciente;
  • Montagem de um relatório de enfermagem;
  • Humanização na prática;
  • Forma de conduzir e orientar o paciente quanto:
    • A apresentação profissional;
    • Verificação do nome do paciente/data de nascimento com a pulseira que se encontra ao paciente;
    • Apresentação do medicamento a ser administrado (para que serve);
    • Avaliação da permeabilidade do dispositivo;
    • Avaliar resposta após administração do medicamento;
  • Banho no leito:
    • Preparo de materiais;
    • Tipos de banhos;
    • Cuidados com o corpo do paciente;
    • Montagem de leito;
  • Instalação de oxigenoterapia:
    • Conhecimento da utilização da régua de gases;
    • Conhecimento dos dispositivos utilizados no suporte de oxigenoterapia;
    • Conhecimento de instalação e manutenção de inaloterapia;
    • Higienização dos dispositivos;
  • Medicamentos e Alta Vigilância (MAV):
    • Cuidado quanto a interpretação da prescrição médica;
    • Cuidado quanto a leitura do rótulo ou frasco do medicamento;
    • Dupla checagem com Enfermeiro quanto o preparo e a administração do medicamento;
    • Dupla checagem quanto ao relatório de enfermagem referente ao medicamento que foi administrado, com carimbo de ambos os profissionais;
  • Nutrição Enteral:
    • Cuidados quanto ao preparo da dieta e a confirmação com a prescrição de SNEP/EMTN;
    • Cuidados quanto a montagem do frasco ao equipo, obedecendo as normas de aparamentação correta;
    • Cuidados quanto a identificação da dieta e sua dupla checagem com o enfermeiro;
    • Cuidados quanto a instalação da dieta ao paciente: Avaliar locação/refluxo de sonda, instalação de dieta em bomba de infusão e a programação da dieta quanto a prescrição de SNEP/EMTN;

Talvez alguns destes item acima pode estar em sua prova. Não serão todos, mas é bom sempre estudar tudo, pois o que importa é o conhecimento amplo e geral de todos os assuntos abordados!

Quer testar seu conhecimento?

Temos aqui em nosso blog simulados para provas admissionais institucionais e para concursos na área da saúde. Que tal testar seu conhecimento agora mesmo?

Te desejamos sorte em sua jornada, e sucesso em seu novo emprego!

Assista ao vídeo para mais dicas!

O que Significa o símbolo “Rx/Px” em uma Prescrição Médica?

Se você é telespectador assíduo daqueles seriados médicos americanos, deve ter notado em algumas situações, o famoso símbolo “Rx” estampado nas prescrições médicas dos pacientes.

Mas afinal, o que é isso?

O Significado

Primeiramente, não devemos confundir – Não é Px, e sim Rx onde o “x” é feito na perna da letra R.

É a abreviação em latim para Recipé (rekipé), onde significa misturar. Esta foi uma abreviação médica por apenas 100 anos até que os chefs e cozinheiros começaram a usar a palavra “receita” em suas cozinhas.

Usar a primeira letra de uma palavra mais um “x” depois é uma prática muito comum em vários profissões, por exemplo, “Wx” para um piloto de avião significa “clima” como em “como é o wx lá fora”.

Existem várias explicações sobre sua origem. Uma dela é de que o símbolo deriva do “Olho de Horus” ou “Olho Sagrado”, um símbolo mitológico do Egito antigo, que significa proteção, restabelecimento da saúde, intuição e visão.

Teorias

Os egípcios usavam o símbolo para afastar o perigo, a doença e má sorte, sendo muito parecido com a abreviação “Rx”.

Outra teoria, é de que deriva do latim “recipere”, significando “recuperação” ou “take, thus” e precede a prescrição de alguns médicos.

Nos tempos em que os médicos precisavam prescrever a fórmula do medicamento, e misturando e compondo seus ingredientes. A abreviação “Rx” era completada por uma afirmação como “fiat mistura” que significa “que a mistura seja feita”.

Outra teoria é de que “Rx” é uma invocação ao Deus Romano, ou ao planeta da sorte, Júpiter. Uma prece a ele, para que o tratamento seja efetivo, tanto que, em manuscritos médicos antigos, todos os R´s eram cruzados.

Talvez, o símbolo não seja muito usado em nosso País, por sermos essencialmente católicos em sua maioria.

Referência:

  1. Wikipedia

A Prática de uso de Canetas em Registros de Enfermagem

Você certamente deve ter aprendido nos cursos técnicos, até em graduação sobre o uso rotineiro de canetas conforme os respectivos plantões diurno (azul e preta) e noturno (vermelha).

Mas você sabia que não existe regulamentação na qual se justifique a prática de anotar os registros de enfermagem utilizando canetas de cores azul, preta e vermelha?

Não existe amparo legal pra que seja cobrado essa prática.

Ao pesquisarem PARECERES, emitidos pelos próprios CORENS, frisam que esta prática não tem uma regulamentação, baseando-se nas informações supracitadas encontradas em literaturas, mas sim, podem ser PADRONIZADAS pelos serviços de enfermagem das Instituições.

O que podem diferenciar mediante a padronização é de facilitar as atividades gerenciais, como por exemplo a supervisão de registros pelos enfermeiros coordenadores/supervisores de plantão e as ações da equipe de auditoria de prontuários.

Se você tem ainda dúvidas, pode ler sobre nestes pareceres técnicos:

EV ou IV? Quais são as diferenças?

A maioria dos médicos prescrevem sob via EV, mas muitas bulas de medicamentos especificam a forma de administração IV. Ambos termos são compreendidos mas um é mais apropriado.

Em comparação, comumente dizemos intramuscular, intracavitário, intracelular, intraoperatório e similares. Nesse caso, intravenoso ou endoflébico são os nomes adequados, já que, no primeiro, todos os elementos são latinos e, no segundo, são de origem grega.

Assim, é preferível a abreviação IV (intravenoso) a EV (endovenoso)!

As Diferenças são na gramática!

Os prefixos INTRA significa “no interior; parte interna” e ENDO denota situação interna e significa “dentro , interno”.

Onde VENOSA remete aquilo que é relativo à veia; que contém veias (Ambos os procedimentos consistem na introdução de medicamentos diretamente na corrente sanguínea).

Em uso rigorosamente gramatical normativo e em relatos científicos formais, sobretudo os destinados à publicação, pode-se escrever: Aplicar por via endovenosa ou endoflébica. Injetar 20 mL por via intravenosa a cada seis horas.

Descrições Subjetivas e Objetivas na anotação de Enfermagem

Subjetivas e Objetivas

As diferenças sutis entre as descrições subjetivas e objetivas parecem ser simples de começo. Mas quando você mergulha mais sobre este assunto em um estudo de caso na enfermagem, você irá se encontrar pensando que isto era muito fácil!

Na verdade, isto é muito moleza! Nós que tornamos as coisas mais complicadas, tentando raciocinar sobre tudo ao mesmo tempo.

No relatório/anotação de enfermagem, é muito importante descrever as queixas e sinais que o paciente nos relata. E nelas podem ser divididas estas duas descrições, sendo de origem Subjetiva e Objetiva, no complexo da avaliação primária.

Descrição Subjetiva

É aqui que muitos se confundem. As descrições subjetivas são colhidas através do que o paciente lhe descreve sem que você possa utilizar seus 5 sentidos para mensurar.

Vou explicar de uma maneira mais fácil:

Se o paciente lhe diz que ele teve diarreia durante dois dias seguidos, isto é uma descrição subjetiva, ou seja, você não pode confirmar a informação de outra maneira, a não ser que o tenha confiança no que o paciente mesmo lhe disse.

A dor é subjetiva porque o paciente está te contando como a dor é.

“Ah, mas eu poderia utilizar a escala de dor e tornar isto uma descrição objetiva, porque eu posso perguntar ao paciente para pontuar a sua dor, sendo assim, um ato mensurável.”

Não caia neste pensamento! Sabe por que?

Pergunte a si mesmo, o paciente me respondeu esta informação ou eu mesmo pude observar e medir esta informação sozinho?

– É alguma coisa que eu possa observar utilizando meus cinco sentidos?
– O paciente me disse esta informação e eu posso verificar?

Descrição Objetiva

Este tipo de descrição podemos obter usando nossos sentidos e com auxílio de dispositivos. É um ato de medir e observar.

Vejamos um exemplo, que é a temperatura, um exemplo perfeito para uma descrição objetiva. A temperatura de uma pessoa pode ser obtida através do termômetro.

Outros exemplos de descrições objetivas:

– Batimentos Cardíacos e pulsação;
– Pressão Sanguínea;
– Respiração;
– Feridas e sangramentos aparentes;
– Descrição de deambulação.

Tipos e Preparação de Leitos

Tipos de Leitos

Os principais objetivos de um leito organizado, é proporcionar repouso, conforto, segurança e bem estar ao paciente, economizar tempo e energia da equipe de enfermagem, e manter a unidade com aspecto agradável.

Definições

  • Cama aberta Quando esta ocupada por paciente;
  • Cama fechada – Quando o leito esta vago;
  • Cama de operado – Quando esta aguardando o retorno do paciente do centro cirúrgico;
  • Preparo da cama aberta;

Material

  • 01 travesseiro;
  • 02 lençóis;
  • 01 cobertor (se necessário);
  • 01 fronha;
  • 01 lençol para móvel (se necessário);
  • 01 rolo para costas (se necessário);
  • 01 forro/impermeável (se necessário);
  • Camisola ou pijama;

Técnica

01 – Lavar as mãos.
02 – Colocar a roupa na mesa de cabeceira.
03 – Explicar o que se vai fazer ao paciente e/ou acompanhante.
04 – Colocar o hamper próximo a porta do quarto.
05 – Desprender a roupa do leito, do lado do paciente e depois vir e ir soltando do outro lado.
06 – Colocar o travesseiro sem fronha na mesa de cabeceira.
07 – Colocar o paciente em decúbito lateral.
08 – Enrolar o móvel e lençol de baixo separadamente, ate o meio da cama e sob o corpo do paciente.
09 – Substituir o lençol de baixo, e o móvel, pela roupa limpa.
10 – Virar o paciente para o lado pronto, nunca o expondo.
11 – Passar para o lado oposto;
12 – Retirar a roupa usada, e descartar no hamper, retirar as luvas, e esticar os lençóis limpos, prendendo-os e fazendo os cantos;
13 – Colocar a fronha no travesseiro, acomodando o paciente;

Obs.: Se o paciente for totalmente dependente, a troca de cama dever ser feita por duas pessoas.

Preparo da cama fechada

Material

  • Luvas de procedimento;
  • 02 Lençóis;
  • 01 Travesseiro;
  • 01 Fronha;
  • 01 lençol para móvel;
  • 01 Cobertor, se necessário;
  • Hamper;

Técnica

01 – Lavar as mãos.
02 – Preparar o material.
03 – Colocar o material no carrinho de banho ou mesa de cabeceira.
04 – Retirar a roupa de cama suja e colocá-los no hamper próximo do leito.
05 – Desprezar as luvas.
06 – Estender o lençol sobre o leito, amarrando as pontas do lençol na cabeceira e nos pés.
07 – Estender o móvel sobre o leito prendendo-o sob o lençol na parte inferior.
08 – Estender o lençol superior e fazer uma meia dobra na cabeceira.
09 – Colocar a fronha no travesseiro.
10 – Colocar o travesseiro na cama.
11 – Recompor a unidade.
12 – Lavar as mãos.

Preparo da cama de operado.

Material

  • Luvas de procedimento;
  • 02 Lençóis;
  • 01 Travesseiro;
  • 01 Fronha;
  • 01 lençol para móvel;
  • 01 Cobertor, se necessário;
  • Hamper;

Técnica

01 – Lavar as mãos.
02 – Preparar o material.
03 – Colocar o material no carrinho de banho ou mesa de cabeceira.
04 – Retirar a roupa de cama suja e colocá-los no hamper próximo do leito.
05 – Desprezar as luvas.
06 – Estender o lençol sobre o leito, amarrando as pontas do lençol na cabeceira e nos pés.
07 – Estender o móvel sobre o leito prendendo-o sob o lençol na parte inferior.
08 Estender o lençol superior e fazer um rolinho de forma que fique no canto da cama.
09 – Colocar a fronha no travesseiro.
10 – Colocar o travesseiro na cama.
11 – Recompor a unidade.
12 – Lavar as mãos.

Lembrando que:

  • O leito dever ser trocado quantas vezes forem necessárias durante o plantão;
  • O leito dever ser preparado de acordo com a suas finalidades;
  • Se o paciente for totalmente dependente, a troca de cama dever ser feita por duas pessoas.

O leito é um fator importante na obtenção de repouso e conforto!

Veja mais em nosso canal Youtube:

Técnicas para a Aferição da Pressão Arterial

Técnicas para a Aferição da Pressão Arterial

A hipertensão arterial é umas doenças mais comuns da humanidade, acometendo cerca de 20% da população adulta e mais de 50% dos idosos. Pelo fato de ser um importante fator de risco para doenças cardiovasculares, e por ser uma doença que não provoca sintomas na maioria dos casos, a hipertensão recebeu a alcunha de “assassino silencioso”.

Como habitualmente não há sintomas, a correta aferição da pressão arterial é a forma mais segura de saber como andam os níveis de pressão arterial de um indivíduo. Apesar de ser um procedimento simples, frequentemente, a medição da pressão arterial costuma ser feita de forma incorreta, inclusive por médicos!

O preparo antes da Aferição

Um dos erros mais comuns na hora de medir a pressão arterial é achar que não é preciso preparo algum antes da pressão ser aferida. Situações simples e triviais, tais como ter fumado ou ter feito algum esforço físico logo antes da aferição dos valores, podem provocar elevações artificiais da pressão arterial, levando à uma interpretação errada do grau de hipertensão do paciente.

Outro erro comum é medir a pressão arterial mais de uma vez seguida, sem dar pelo menos 1 minutos de intervalo entre cada aferição!

As diretrizes internacionais da hipertensão sugerem:

  • Os pacientes devem estar sentados e calmos por pelo menos 5 minutos antes da aferição;
  • Os pacientes devem abster-se de fazer esforço físico,  fumar ou ingerir cafeína durante os 30 minutos que precedem a medição;
  • Não se deve medir a pressão arterial se o paciente estiver com vontade de urinar;
  • A medição correta da pressão arterial requer o uso de uma braçadeira adequada à circunferência do braço do paciente. Pacientes obesos podem precisar de um aparelho com uma braçadeira maior. Pacientes com grandes braços, com mais de 45 centímetros de circunferência podem exigir que a pressão arterial seja medida no antebraço, e não no braço, como é habitual. Outra opção é usar um aparelho com braçadeira grande, feito para medir a pressão na coxa. Esse tamanho de braçadeira, porém, não costuma ser tão fácil de achar.

Qualquer uma das situações acima pode levar à medicação de dados incorretos, superestimando o valor da pressão arterial. Uma braçadeira pequena em relação à circunferência do braço, por exemplo, pode provocar leituras erradas, dando valores até 30/10 mmHg acima do correto (ex: um paciente com pressão de 130/80 mmHg pode apresentar valores de até 160/90 mmHg, se ele for obeso e a braçadeira for pequena). A parte da braçadeira que infla deve cobrir, pelo menos, 40% da circunferência do braço.

O oposto também é real. Pacientes pequenos e com braços muito finos precisa de uma braçadeira menor, caso contrário os seus valores da pressão arterial podem ficar subestimados.

Como aferir?

Existem dois tipos de esfigmomanômetros, chamados popularmente de aparelho de pressão: manual e automático.

a. Como medir a pressão arterial em um aparelho de pressão manual

Ao contrário dos atuais aparelhos automáticos e digitais, que podem ser manuseados pelo próprio paciente,  o clássico esfigmomanômetro manual requer que outra pessoa meça a pressão do paciente. Isso costuma ser um problema, principalmente quando se trata de idosos que moram sozinhos ou apenas com uma outra pessoa idosa. Na verdade, qualquer pessoa pode medir a pressão arterial de alguém, porém, um mínimo de treinamento é necessário para que o procedimento seja feito de forma correta.

Para medir a pressão arterial com um esfigmomanômetro comum, os passos a seguir são os seguintes:

  • O paciente deve ser colocado sentado, com ambos os pés  encostando no chão e com as costas retas, apoiadas no encosto da cadeira.
  • Os braços devem ficar esticados, apoiados em uma mesa, mais ou menos na mesma altura do coração.
  • Coloque a braçadeira ao redor do braço do paciente (de preferência o esquerdo), ficando a mesma cerca de 2 cm acima da fossa cubital (dobra do braço).
  • Palpe a artéria braquial logo abaixo da fossa cubital e ponha o diafragma do estetoscópio em cima desta.
  • Com o estetoscópio ao ouvido, comece a inflar a braçadeira.
  • A partir de um certo momento, você começará a ouvir a pulsação da artéria. Continue inflando até o som do pulso desparecer.
  • Comece a esvaziar a braçadeira de forma bem lenta. Quando o som do pulso reaparecer, veja qual é o valor que o aparelho está mostrando. Esta é a pressão sistólica, chamada popularmente de pressão máxima.
  • Continue desinsuflando a braçadeira. Quando o som do pulso desaparecer de vez, veja qual é o valor que o aparelho está mostrando. Esta é a pressão diastólica, chamada popularmente de pressão mínima.

A pressão arterial pode ser diferente em cada um dos braços. Valores de até 10 mmHg de diferença são considerados normais. Da mesma forma, ao longo do dia, os valores tendem a se alterar. A pressão costuma estar mais baixa logo ao acordar e mais alta ao final do dia. Por isso, o ideal é sempre medir a pressão arterial no mesmo braço e mais ou menos na mesma hora do dia para que os valores possam ser comparáveis.

b. Como medir a pressão arterial em um aparelho de pressão automático

Os aparelhos de pressão automáticos e digitais ganharam popularidade no final dos anos 1990 e início dos anos 2000. Sua grande vantagem é permitir que o paciente possa medir a própria pressão arterial várias vezes por dia sem necessitar da ajuda de outras pessoas.

O procedimento torna-se muito mais simples, pois basta o paciente assumir a posição adequada, colocar o aparelho em volta do braço e dar a ordem para ele medir a pressão. Em questão de segundos, o resultado aparecerá no monitor.

Apesar de ser muito prático, os aparelhos digitais, se não forem de boa qualidade, podem fornecer resultados não muito confiáveis. Antes de comprar um aparelho digital para medir a pressão, certifique-se que o mesmo tem o selo do INMETRO e foi aprovado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Atualmente, apenas alguns modelos das marcas Bioland, G-Tech e Geratherm possuem ambos os selos. Procure sempre pela lista de aparelhos certificados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Qual é o melhor local para medir a pressão arterial?

O local mais indicado para se aferir a pressão arterial, seja com o parelho manual ou digital, é o braço. Não há preferência pelo braço esquerdo ou direito. Como a pressão em um dos braços costuma ser ligeiramente diferente do outro, apenas para questões de futura comparação, o ideal é aferir a pressão sempre no mesmo braço.

Muitos aparelhos digitais são feitos para medir a pressão arterial no punho. A medição no punho não é tão confiável quanto a do braço, pois a posição do mesmo durante a aferição é capaz de alterar os resultados. Para que a aferição seja correta, o punho deve estar apoiado em uma mesa na mesma altura do coração. Se o braço estiver para cima ou para baixo, os resultados não serão válidos.

Existem também no mercado aparelhos automáticos que medem a pressão no dedo. Esses aparelhos não são confiáveis, pois a pressão arterial nas extremidades do membro superior é diferente do resto do corpo.

Como já referido, o antebraço é uma opção para pacientes obesos, não devendo ser a primeira opção caso o paciente tenha um braço com circunferência menor que 40 cm.

Em casos extraordinários, a pressão arterial pode ser aferida na coxa ou na panturrilha, mas geralmente isso só é necessários em pacientes que apresentem algum impedimento nos membros superiores.

É proibido o uso do Aparelho de Pressão com Mercúrio!

A partir de 1º de janeiro de 2019 ficou proibida a fabricação, importação e comercialização de aparelhos de pressão que utilizem mercúrio. O uso desses equipamentos também está proibido em serviços de saúde, que deverão realizar o descarte dos resíduos, conforme resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Essa nova determinação cumpre o compromisso assumido pelo Brasil na Convenção de Minamata, acordo internacional firmado na cidade de Minamata, no Japão, em 2013, que debateu os riscos do uso do mercúrio à saúde e ao meio ambiente.

Aicmofobia (Medo de agulhas)!

O que é Aicmofobia ?

A aicmofobia é um medo extremo de procedimentos médicos envolvendo injeções ou agulhas hipodérmicas.

As crianças têm medo de agulhas porque não estão acostumadas com a sensação de sua pele ser picada por algo pontiagudo. Quando a maioria das pessoas atinge a idade adulta, elas podem tolerar agulhas com muito mais facilidade.

Mas para alguns, o medo de agulhas permanece com eles até a idade adulta. Às vezes, esse medo pode ser extremamente intenso.

O que faz com que as pessoas desenvolvam a aicmofobia?

Os médicos não sabem exatamente porque algumas pessoas desenvolvem fobias e outras não. Certos fatores que levam ao desenvolvimento dessa fobia incluem:

  • experiências negativas da vida ou traumas anteriores causados ​​por um objeto ou situação específica
  • parentes que tiveram fobias (o que pode estar sugerindo comportamento genético ou aprendido)
  • mudanças na química do cérebro
  • fobias da infância que surgiram aos 10 anos
  • um temperamento sensível, inibitivo ou negativo
  • aprendendo sobre informações ou experiências negativas

No caso da aicmofobia, certos aspectos das agulhas geralmente causam fobia. Isso pode incluir:

  • desmaios ou tontura grave como resultado de uma reação reflexa vasovagal quando picada por uma agulha;
  • memórias ruins e ansiedade, como lembranças de injeções dolorosas, que podem ser desencadeadas pela visão de uma agulha;
  • medos relacionados medicamente ou hipocondria;
  • sensibilidade à dor, que tende a ser genética e causa alta ansiedade, pressão arterial ou frequência cardíaca durante procedimentos médicos envolvendo uma agulha;
  • medo de contenção, que pode ser confundido com aicmofobia porque muitas pessoas que recebem injeções são contidas;

Quais são os sintomas da aicmofobia?

Os sintomas da aicmofobia podem interferir muito na qualidade de vida de uma pessoa. Esses sintomas podem ser tão intensos que podem ser debilitantes. Os sintomas estão presentes quando uma pessoa vê agulhas ou é informada de que terá que passar por um procedimento que envolve agulhas. Os sintomas incluem:

  • tontura;
  • desmaio;
  • ansiedade;
  • insônia;
  • ataques de pânico;
  • pressão alta;
  • ritmo cardíaco de corrida;
  • sentindo-se emocionalmente ou fisicamente violento;
  • evitar ou fugir dos cuidados médicos;

Como é diagnosticada a aicmofobia?

Um medo extremo de agulhas pode interferir com a capacidade do seu médico para tratá-lo. Por isso, é importante ter essa fobia tratada.

O seu médico irá primeiro excluir qualquer doença física através da realização de um exame médico. Em seguida, eles podem recomendar que você consulte um especialista em saúde mental. O especialista fará perguntas sobre seus históricos de saúde mental e física. Eles também pedirão que você descreva seus sintomas.

Um diagnóstico de aicmofobia geralmente é feito se o medo de agulhas interferir em alguma parte da sua vida.

Quais são as complicações da aicmofobia?

A aicmofobia pode resultar em episódios estressantes que podem ou não envolver ataques de pânico. Pode também levar a um atraso no tratamento médico necessário. Isso pode prejudicá-lo se você tiver uma condição crônica ou tiver uma emergência médica.

O objetivo do tratamento para a aicmofobia é abordar a causa subjacente da sua fobia. Então o seu tratamento pode ser diferente do de outra pessoa.

A maioria das pessoas com aicmofobia recomenda algum tipo de psicoterapia como tratamento. Isso pode incluir:

Terapia cognitivo-comportamental (TCC). Isso envolve explorar seu medo de agulhas em sessões de terapia e técnicas de aprendizado para lidar com isso. Seu terapeuta o ajudará a aprender maneiras diferentes de pensar sobre seus medos e como eles afetam você. No final, você deve se afastar sentindo uma confiança ou domínio sobre seus pensamentos e sentimentos.

Terapia exposta. Isso é semelhante à TCC, pois se concentra em mudar sua resposta mental e física ao medo de agulhas. Seu terapeuta irá expô-lo a agulhas e os pensamentos relacionados que eles desencadeiam. Por exemplo, seu terapeuta pode primeiro mostrar fotos de uma agulha. Em seguida, você pode ficar ao lado de uma agulha, segurar uma agulha e, em seguida, talvez imagine ser injetado com uma agulha.

A medicação é necessária quando uma pessoa está tão estressada que não é receptiva à psicoterapia. Ansiedade e medicamentos sedativos podem relaxar seu corpo e cérebro o suficiente para reduzir seus sintomas. Medicamentos também podem ser usados ​​durante um exame de sangue ou vacinação, se isso ajudar a reduzir o estresse.

Qual é a perspectiva da aicmofobia?

A chave para gerenciar sua aicmofobia é abordar suas causas subjacentes. Depois de identificar o que o deixa com medo de agulhas, é importante manter seu plano de tratamento. Você pode nunca superar seu medo de agulhas, mas pelo menos você pode aprender a viver com ele.