Tipos de Infecções Hospitalares

As infecções hospitalares, também conhecidas como infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), representam um desafio significativo para a qualidade do cuidado e a segurança do paciente.

Apesar dos avanços na medicina, essas infecções continuam sendo uma preocupação global. Neste artigo, vamos explorar os diferentes tipos de infecções hospitalares e o papel crucial da enfermagem na prevenção e controle.

Tipos de Infecções Hospitalares

As infecções hospitalares podem ser classificadas de diversas formas, mas as mais comuns são:

Infecção Endógena

Originada de microrganismos presentes no próprio paciente, como bactérias da flora normal da pele ou trato intestinal. Fatores como imunossupressão e procedimentos invasivos podem favorecer o desenvolvimento dessas infecções.

Infecção Exógena

Causada por microrganismos provenientes do ambiente hospitalar, como equipamentos, superfícies ou profissionais de saúde.

Infecção Cruzada

Transmissão de um paciente para outro, geralmente através das mãos dos profissionais de saúde, dispositivos compartilhados ou de equipamentos contaminados.

Infecção Hospitalar

A infecção hospitalar, hoje chamada de IRAS, é toda manifestação clínica de infecção que se apresenta a partir de 72 horas do ingresso (entrada) em ambiente hospitalar quando se desconhece o período de incubação do agente etiológico (responsável pela infecção).

Cuidados de Enfermagem na Prevenção e Controle

A enfermagem desempenha um papel fundamental na prevenção e controle das infecções hospitalares. Algumas medidas essenciais incluem:

Higiene das mãos

A prática mais importante para prevenir a transmissão de microrganismos. A higienização das mãos deve ser realizada antes e após o contato com o paciente, antes e após realizar procedimentos assépticos, e sempre que as mãos estiverem visivelmente sujas.

Isolamento

Pacientes com infecções transmissíveis devem ser isolados para evitar a disseminação da infecção.

Técnica asséptica

A utilização correta de técnicas assépticas durante a realização de procedimentos invasivos é essencial para prevenir a introdução de microrganismos no organismo do paciente.

Controle de infecção

A equipe de enfermagem deve participar ativamente das atividades de controle de infecção, como a vigilância epidemiológica e a educação em saúde.

Educação do paciente

É fundamental orientar o paciente e seus familiares sobre a importância da higiene das mãos e outras medidas de prevenção.

Outras Medidas Importantes

Além dos cuidados de enfermagem, outras medidas são importantes para o controle das infecções hospitalares, como:

  • Desinfecção e esterilização de equipamentos: A limpeza e desinfecção adequadas dos equipamentos utilizados nos cuidados ao paciente são essenciais para evitar a contaminação.
  • Uso de antibióticos: A utilização racional de antibióticos é fundamental para prevenir o surgimento de bactérias resistentes.
  • Melhoria das condições físicas do hospital: A infraestrutura do hospital, como a ventilação e a limpeza, influencia diretamente na disseminação de microrganismos.

As infecções hospitalares representam um desafio complexo que exige a colaboração de todos os profissionais de saúde.

A enfermagem, como a primeira linha de cuidado, desempenha um papel crucial na prevenção e controle dessas infecções.

Através da implementação de medidas de higiene, técnicas assépticas e educação em saúde, é possível reduzir significativamente o risco de infecções hospitalares e garantir a segurança dos pacientes.

Referências:

  1. Cansian, T. M.. (1977). A ENFERMAGEM E O CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA. Revista Brasileira De Enfermagem, 30(4), 412–422. https://doi.org/10.1590/0034-716719770004000009
  2. SciELO Brasil – As infecções hospitalares e sua relação com o desenvolvimento da assistência hospitalar: reflexões para análise de suas práticas atuais de controle. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rlae/a/sKDHyVx4N6dKQPPhQY47Qgr/.

Pulseiras de Risco Hospitalares

As pulseiras de risco hospitalares são identificadores coloridos utilizados para alertar a equipe de saúde sobre condições específicas de um paciente, como risco de queda, alergias, lesão por pressão e necessidade de preservação de membro.

Elas desempenham um papel fundamental na prevenção de incidentes e na garantia da segurança do paciente durante a hospitalização.

Tipos de Pulseiras e seus Significados

A padronização das cores e símbolos utilizados nas pulseiras varia de acordo com cada instituição, mas a ideia central é a mesma: comunicar de forma rápida e eficiente os riscos associados a cada paciente.

Risco de Queda

    • Cor: Geralmente amarela ou laranja.
    • Símbolo: Um ícone representando uma pessoa caindo ou um símbolo de equilíbrio.
    • Indica: Pacientes com maior probabilidade de cair, como idosos, pessoas com mobilidade reduzida ou que utilizam medicamentos que podem causar tontura.

Alergia

    • Cor: Vermelha ou rosa.
    • Símbolo: Um ícone de exclamação dentro de um triângulo ou um símbolo de alergia.
    • Indica: Pacientes com alergia a medicamentos, alimentos, látex ou outras substâncias. A pulseira pode especificar a substância causadora da alergia.

Lesão por Pressão

    • Cor: Roxa ou lilás.
    • Símbolo: Um ícone representando uma ferida ou uma área sob pressão.
    • Indica: Pacientes com risco aumentado de desenvolver úlceras por pressão, como aqueles que permanecem acamados por longos períodos ou com problemas de circulação.

Preservação de Membro

    • Cor: Azul ou verde.
    • Símbolo: Um ícone representando um membro (braço ou perna) ou uma faixa em torno de um membro.
    • Indica: Pacientes com risco de perda de um membro, como aqueles com problemas circulatórios graves ou que necessitam de enxertos, pacientes mastectomizadas que precisam preservar o lado do membro, não puncionar membro em que irá realizar exame de cateterismo.

Outras informações que podem constar na pulseira

  • Nome do paciente: Essencial para a identificação correta.
  • Data de nascimento: Ajuda a evitar erros de identificação, especialmente em pacientes com nomes comuns.
  • Alergias específicas: Lista detalhada das substâncias às quais o paciente é alérgico.
  • Restrições dietéticas: Indicações sobre a dieta especial do paciente.
  • Nome do médico: Facilita a comunicação entre a equipe de enfermagem e o médico responsável.

Importância das pulseiras de risco

  • Melhora na comunicação: As pulseiras garantem que todas as informações relevantes sobre o paciente sejam facilmente acessíveis a todos os profissionais de saúde envolvidos.
  • Prevenção de erros: Reduz o risco de administrar medicamentos errados, realizar procedimentos inadequados ou causar lesões ao paciente.
  • Melhora na qualidade do cuidado: Permite que a equipe de saúde forneça um cuidado mais individualizado e seguro, adaptando as intervenções às necessidades específicas de cada paciente.
  • Empoderamento do paciente: Ao usar a pulseira, o paciente se sente mais seguro e confiante na equipe de saúde.

As pulseiras de risco hospitalares são ferramentas simples, mas eficazes, que contribuem significativamente para a segurança do paciente. Ao utilizar essas pulseiras de forma correta e consistente, as instituições de saúde podem reduzir o número de eventos adversos e garantir que todos os pacientes recebam o cuidado de alta qualidade que merecem.

Referências:

  1. HOFFMEISTER, Louíse Viecili; MOURA, Gisela Maria Schebella Souto de. Uso de pulseiras de identificação em pacientes internados em um hospital universitário. Rev. Latino-Am. Enfermagem, jan.-fev. 2015, v. 23, n. 1, p. 36-43. DOI: 10.1590/0104-1169.0144.2522.
  2. COREN-SP. Orientação Fundamentada nº 073. 2018. Disponível em: https://portal.coren-sp.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Orienta%C3%A7%C3%A3o-Fundamentada-073-.pdf

Tipos de Antissépticos Hospitalares

Os antissépticos hospitalares são substâncias essenciais para a prevenção de infecções em ambientes de saúde. Eles atuam inibindo o crescimento de microrganismos, como bactérias, fungos e vírus, em superfícies e na pele.

Os tipos Mais utilizados

Clorexidina

  • Ação: Amplo espectro, eficaz contra bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, fungos e alguns vírus.
  • Formas de apresentação: Solução, gel, espuma.
  • Vantagens: Baixa toxicidade, persistência na pele, boa atividade contra biofilmes.
  • Indicações: Preparo da pele para cirurgias, limpeza de feridas, higiene das mãos.

Álcool Etílico/Isopropílico

  • Ação: Rápida ação bactericida e virucida.
  • Formas de apresentação: Solução alcoólica, gel alcoólico.
  • Vantagens: Secagem rápida, fácil aplicação.
  • Indicações: Higienização das mãos, limpeza de superfícies, preparo da pele para procedimentos invasivos.

Iodo

  • Ação: Amplo espectro, eficaz contra bactérias, fungos e vírus.
  • Formas de apresentação: Tintura de iodo, iodopovidona (solução, gel, espuma).
  • Vantagens: Alta eficácia, baixo custo.
  • Indicações: Preparo da pele para cirurgias, limpeza de feridas.

Triclosan

  • Ação: Amplo espectro, eficaz contra bactérias e fungos.
  • Formas de apresentação: Sabonetes, loções, produtos de limpeza.
  • Observação: Devido a preocupações com resistência bacteriana e impactos ambientais, o uso do triclosan tem sido restrito em muitos países.

Outros Antissépticos

Além dos mencionados, outros antissépticos podem ser utilizados em ambientes hospitalares, como:

  • Biguanidas: Semelhante à clorexidina, com boa atividade contra biofilmes.
  • Peróxido de hidrogênio: Utilizado para limpeza de superfícies e feridas.
  • Cloreto de benzalcônio: Eficaz contra bactérias e alguns vírus.

Comparativo entre os Antissépticos

Antisséptico Vantagens Desvantagens Indicações
Clorexidina Baixa toxicidade, persistência Pode manchar tecidos Preparo cirúrgico, limpeza de feridas
Álcool Etílico Rápida ação, fácil aplicação Inflamabilidade, resseca a pele Higienização das mãos, limpeza de superfícies
Iodo Amplo espectro, baixo custo Irritante, pode manchar Preparo cirúrgico, limpeza de feridas
Triclosan Amplo espectro Resistência bacteriana, impactos ambientais Antiga utilização em diversos produtos

Escolha do Antisséptico Ideal

A escolha do antisséptico ideal depende de diversos fatores, como:

  • Tipo de microrganismo: A escolha varia de acordo com o microrganismo alvo.
  • Local de aplicação: Pele, mucosa, superfícies.
  • Tempo de contato: Alguns antissépticos exigem maior tempo de contato para serem eficazes.
  • Condições do paciente: Idade, alergias, condições de saúde.

É fundamental que a escolha e o uso dos antissépticos sejam realizados por profissionais de saúde, seguindo as recomendações dos fabricantes e as normas de biossegurança.

Observações Importantes:

  • Resistência Bacteriana: O uso indiscriminado de antissépticos pode levar ao desenvolvimento de resistência bacteriana.
  • Impactos Ambientais: Alguns antissépticos podem causar danos ao meio ambiente.
  • Alergias: É possível desenvolver alergia a alguns antissépticos.

Referências:

  1. Vigilância Sanitária
  2. Hospital Israelita Albert Einstein
  3. Reis, L. M. dos ., Rabello, B. R., Ross, C., & Santos, L. M. R. dos .. (2011). Avaliação da atividade antimicrobiana de antissépticos e desinfetantes utilizados em um serviço público de saúde. Revista Brasileira De Enfermagem, 64(5), 870–875. https://doi.org/10.1590/S0034-71672011000500011

Autoclave Hospitalar

Uma autoclave hospitalar é um equipamento essencial em qualquer estabelecimento de saúde, utilizado para esterilizar instrumentos cirúrgicos, materiais de curativo e outros artigos médico-hospitalares.

Através do uso de vapor sob alta pressão e temperatura, a autoclave elimina todos os microrganismos, garantindo a segurança dos pacientes e profissionais de saúde.

Principais Características

  • Câmara de Esterilização: É o compartimento onde os materiais a serem esterilizados são colocados. Geralmente fabricada em aço inoxidável para garantir resistência à corrosão e facilitar a limpeza.
  • Gerador de Vapor: Produz o vapor utilizado no processo de esterilização. A qualidade do vapor é fundamental para garantir a eficácia do processo.
  • Sistema de Controle: Permite programar os ciclos de esterilização, ajustando a temperatura, pressão e tempo de exposição ao vapor, de acordo com o tipo de material a ser esterilizado.
  • Sistema de Vácuo: Remove o ar da câmara antes da introdução do vapor, garantindo uma esterilização mais eficiente.
  • Sistema de Secagem: Remove o excesso de umidade dos materiais após a esterilização, evitando a recontaminação.
  • Registro de Dados: Permite registrar os parâmetros de cada ciclo de esterilização, garantindo a rastreabilidade e a segurança do processo.

Tipos de Autoclaves

  • Autoclaves Gravitacionais: São as mais simples e econômicas. A remoção do ar ocorre por gravidade, o que pode levar a um tempo de ciclo mais longo e a formação de bolhas de ar.
  • Autoclaves de Pré-Vácuo: Utilizam uma bomba de vácuo para remover o ar da câmara antes da introdução do vapor, garantindo uma esterilização mais rápida e eficiente.
  • Autoclaves de Vácuo Fracionado: Combinam as características das autoclaves gravitacionais e de pré-vácuo, oferecendo um bom desempenho a um custo relativamente baixo.

Ciclo de Funcionamento

  1. Pré-vácuo: O ar é removido da câmara, criando um vácuo.
  2. Injeção de Vapor: Vapor saturado sob alta pressão é injetado na câmara, elevando a temperatura e a pressão.
  3. Esterilização: Os materiais são expostos ao vapor por um determinado tempo, a uma temperatura e pressão específicas, para garantir a eliminação de todos os microrganismos.
  4. Secagem: O vapor é removido e a câmara é submetida a um vácuo para secar os materiais.
  5. Fim do Ciclo: A autoclave se resfria e os materiais podem ser removidos.

Tipos de Esterilização

  • Autoclave (vapor saturado sob pressão): Indicada para a esterilização de instrumentos de plástico, termoplástico, borracha, fibra, tecido, acrílico e aço.
  • Calor seco (flambagem, incineração, raios infravermelhos, estufas de ar quente): Indicada para a esterilização de instrumentos metálicos de ponta ou corte.
  • Radiação ionizante (alteração da composição molecular das células a partir da modificação do DNA): Indicada para a esterilização de materiais termossensíveis.
  • Formaldeído (função fungicida, virucida, bacteriana e (após 18h de ação) ação esporicida): Indicada para a esterilização de materiais críticos, como cateteres, drenos e tubos de borracha, náilon, teflon, PVC, poliestireno (em ambas as formulações – aquosa e alcoólica), laparoscópios, artroscópios e ventriloscópios, enxertos de acrílico – apenas na formulação aquosa.
  • Glutaraldeído (ação biocida, bacteriana, virucida, fungicida e esporocida): Indicada para a esterilização de materiais termossensíveis como enxertos de acrílico, drenos e tubos de poliestireno e equipamentos como endoscópios, conexões respiratórias, equipamentos de terapias respiratórias, dialisadores e tubos de espirometria.
  • Óxido de etileno (óxido de etileno – C2H4O + umidade relativa): Indicada para a esterilização de instrumentos de uso intravenoso e cardiopulmonar.
  • Peróxido de hidrogênio (água oxigenada): Indicada para a esterilização de materiais termossensíveis, como capilares hemodialisadores e lentes de contato.
  • Ácido peracético (peróxido de hidrogênio, ácido acético e água): Indicada para a esterilização de materiais como vidro, porcelana, polietileno, polipropileno, PTFE (Teflon®), PVC, polietileno e aço inox.
  • Plasma de peróxido de hidrogênio (água, ácido acético e peróxido de hidrogênio): Indicada para a esterilização de materiais como bronze, látex, alumínio, PVC, silicone, aço inoxidável, borracha, teflon e muitos outros.

Quais itens do ventilador mecânico podem fazer esterilização por autoclave?

Os itens do ventilador que podem ser esterilizados por autoclave são:

  • Circuito – espécie de cano que conduz o fluxo de gases.
  • Conectores – acessórios do circuito, que conecta as fonte de gases e o paciente.
  • Sensores de fluxo proximal.
  • Linha de silicone (linha de pressão) – acessório que auxilia a monitorização do paciente.
  • Válvula expiratória – realiza as funções de fechar o circuito de saída na inspiração e abrir o circuito de saída na expiração.
  • Diafragma – responsável pela mudança da fase inspiratória para a expiratória.

Referências:

  1. Pion G
  2. SPLabor
  3. Esterilav
  4. Bioxxi

XABCDEF do Trauma: ATLS

A ATLS (Advanced Trauma Life Support) irá disponibilizar em sua 11º edição, uma atualização importante sobre a avaliação primária.

Como será o novo mnemônico?

X – Exsanguinação

– Identificar e conter hemorragias massivas

A – Vias Aéreas +controle manual cervical

– Realizar desobstrução das VA e restringir movimentos do pescoço

B- Ventilação/Oxigenação

-Exame físico, uso de oximetria e oferta de oxigênio

C -Circulação

-Perfusão, pulsos, coloração + temperatura da pele, sangramentos

D – Neurológico

-Glasgow – Pupilas – Sinais de TCE

E – Exposição e controle de temperatura

-Hipotermia pode ser letal – observar outras lesões

*F – Fatores associados*

-Populações especiais: Criança, idoso, gestante

Não confunda com o XABCDE do PHTLS!

O PHTLS fala do atendimento pré-hospitalar ou traumatizado, já o ATLS fala do suporte avançado de vida no trauma. Ou seja:

No PHTLS vai estudar e trazer referências sobre o atendimento de uma vítima antes dela chegar no Hospital, portanto, no caso de um acidente na rua ou em qualquer outro local que não seja no hospitalar.

Já o ATLS irá tratar apenas de procedimentos avançados, ou seja, procedimentos que serão realizados por médicos ou até enfermeiros porém dentro do ambiente hospitalar.

Contudo, essa atualização trazendo “F” ela aconteceu dentro do ATLS então que dizer, que é uma atualização para ser praticada dentro do ambiente hospitalar!

Essa atualização do ATLS que ainda vai acontecer, ela vai tratar do ambiente INTRA HOSPITALAR, então para quem trabalha no ambiente Extra hospitalar (APH), isso não vai mudar nada, continuando até então o protocolo XABCDE.

Referências:

  1. Global Symposium ATLS
Notícias da Enfermagem

Escola de Enfermagem recebe doações de materiais para brincadeiras de pediatria hospitalar

A Escola de Enfermagem está recebendo doações de materiais para brincadeiras de pediatria para o Hospital Municipal Odilon Behrens. Brinquedos laváveis e artigos diversos de papelaria novos ou usados podem ser entregues até 13 de outubro, na caixa instalada no hall de entrada da Unidade (Avenida Professor Alfredo Balena, 190, campus Saúde). A iniciativa é do projeto extensivo Brincar […]

Biombo Hospitalar

O Biombo e um material hospitalar utilizado em hospitais e clínicas para dividir os leito de internação, trazendo maior privacidade e conforto ao paciente.

É preciso escolher bem os equipamentos hospitalares, levando em consideração a privacidade do paciente e a preocupação em proporcionar uma boa experiência ao usuário durante o período de internação ou realização de um procedimento.

Por que utilizar biombo?

Eis as vantagens:

  • Praticidade;
  • Privacidade;
  • Fácil remanejamento;
  • Baixa manutenção;
  • Durabilidade;
  • Fácil higienização.

Existem diversos modelos, como biombos móveis e em cortinas que são acopladas no teto beira leito do paciente.

Locais que utilizam o biombo

Todos os setores hospitalares e ambulatoriais de assistência, como enfermarias, UTIs, pronto socorros, salas de recuperação pós anestésica, etc.

O que faz um Maqueiro Hospitalar?

maqueiro hospitalar é a célula importante do hospital, desde que o paciente chega até a sua volta para casa, os pacientes estão aos cuidados do maqueiro.

Os maqueiros são responsáveis por conduzir os pacientes, no interior da unidade, para os leitos, centro cirúrgico, bem como realização dos exames, transferências de pacientes.

Ele também mantém a higienização dos equipamentos, providencia macas, cadeiras de rodas entre outros serviços de extrema importância para a resolutividade dos casos.

Por que é importante ter um Maqueiro dentro de um Hospital?

A iniciativa tem como por finalidade facilitar o chamado feito pelos profissionais de saúde e tem como foco reduzir a espera pelo atendimento ao transporte,  e diminuir os cancelamentos ou remarcações de procedimentos internos, causados pela demora no deslocamento dos pacientes internados.

Existem cursos preparatórios com noções básicas para maqueiros, para ter um preparo melhor mediante ao atendimento hospitalar.

Referência:

  1. Vagas.com.br

Transferidor de Paciente “Passante”

Conhecida como “Passante”, a prancha de transferência de pacientes é caracterizada por um sistema rolante e deslizante, que minimiza o esforço físico dispendido em atividades diárias dos grupos de enfermagem nas manobras de passagem de pacientes de uma superfície para outra, minimizando também os riscos de lesões músculo esqueléticas, melhorando a qualidade e eficiência nas atividades diárias frente ao esforço, promovendo segurança e bem estar à todos os envolvidos.

Características

De material confeccionado em polímero expandido de formato retangular, dobrável, desmontável e lavável, revestida por material teflonado, dotada de ponteiras que revestem as suas extremidades, com alças para o transporte e sustentação, sendo que a prancha em sua extensão é recoberta por material resinado, permitindo um deslizamento suave sobre a prancha num sistema rolante, isto é, rola sobre si mesma, fazendo com que a prancha se desloque no mesmo sentido em que gira o material resinado, transportando consigo o que estiver sobreposto.

Sendo muito útil ergonomicamente, pois pode deslocar pacientes de diversas características, de uma forma rápida e segura tanto para o paciente e o profissional de enfermagem que realiza a transferência ao leito.

Também pode ser levado durante o trajeto até o setor de destino, pois além de dobrável, o material é leve e possui alças que facilitam o transporte conjunto, e também podendo acoplar embaixo da maca se houver compartimento para o transporte.

Referência: Passante

Notícias da Enfermagem

Profissional do HDT tem artigo publicado em livro do MS sobre controle de infecção hospitalar

Patrícia Lisboa, coordenadora-geral de enfermagem do HDT, mostra exemplar do livro com o qual colaborou   A coordenadora-geral de enfermagem do Hospital Estadual de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad (HDT), Patrícia Lisboa, teve capítulo publicado no livro Infecção Relacionada à Assistência: Subsídios para a Assistência Segura, editado pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto […]