Na assistência pediátrica, especialmente em situações d...
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Conhecendo a Máscara de Venturi
A Máscara de Venturi é dispositivo de alto fluxo para tratamento cujo objetivo é manter a saturação de O2 acima de 90%, o nível recomendado para a saúde. Algumas pessoas possuem a taxa de oxigênio baixa em casos de fibrose pulmonar ou taquipneia, por exemplo, e então precisam de complementação através deste método.
De onde vem este nome, o Venturi?
O nome dado à esta máscara é proveniente do físico Giovanni Battista Venturi (1746-1822), que na qual é chamado de “Efeito de Venturi”, ocorre, quando em um sistema fechado, o fluido em movimento constante dentro de um duto uniforme comprime-se momentaneamente ao encontrar uma zona de estreitamento diminuindo sua pressão e consequentemente aumentando sua velocidade ao atravessar a zona estreitada onde ocorre ” também ” uma baixa pressão.
Como a Máscara funciona?
O sistema de Venturi possibilita um controle da Fração inspirada de O2 (FiO2) fornecida ao paciente. Neste item, a codificação da FiO2 fornecida ao sistema é realizada por meio de válvulas plásticas de diferentes cores, de acordo com a quantidade de oxigênio que elas liberam em litros por minuto.
Quais são os componentes que compõem a Máscara de Venturi?
A máscara de venturi é composta por: máscara, traquéia, diluidor, suporte do diluidor e extensão.
O Sistema de cores
A maioria dos fabricantes de máscaras de Venturi segue uma tabela de cores padrão:
– Válvula Azul: libera 4L de oxigênio por minuto a uma concentração de O2 de 24%;
– Válvula Amarela: Oferece 4L por minuto a uma concentração de 28%;
– Válvula Branca: oferece 6L por minuto a uma concentração de 31%;
– Válvula Verde: Oferece 8L por minuto a 35%;
– Válvula Rosa: Oferece 8L por minuto a 40%;
– Válvula Laranja: Oferece 10L por minuto a 50%.
É preciso umidificar?
É indicado utilizar água destilada para que evite o ressecamento das VAS, portanto, cabe a pesquisar o POP de sua instituição, para conhecer o seu padrão de uso.
É recomendado em uso domiciliar?
Não pode ser usada para prescrição domiciliar devido ao alto fluxo utilizado (no mínimo 3 l/min).
Cuidados com a Limpeza
Antes da primeira utilização e após cada utilização em paciente, se necessário, LIMPE a Máscara Venturi, DESMONTE e DESINFECTE/ESTERILIZE.
A limpeza antes do uso pode ser feita com água morna e sabão neutro e/ou lavagem por imersão em solução de detergente enzimático neutro, à temperatura entre 35 °C e 54 °C, durante 10 minutos.
O enxágue deve ser feito com água destilada ou filtrada de forma a eliminar as altas concentrações de cloro e/ou outros contaminantes que possam afetar os materiais e deixe-a secar ao ar. Álcoois jamais devem ser utilizados para limpeza da Máscara Venturi. Após a limpeza, faça a secagem com um pano limpo, macio e seco. A Máscara Venturi deve ser descartada após o uso.
Aproveite e assista ao vídeo em nosso canal YouTube, e conheça um pouco mais sobre a Máscara de Venturi.
Hipercalcemia: É muito cálcio!
Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC)
Entenda sobre o Acidente Vascular Encefálico (AVE/AVC) e seus Cuidados de Enfermagem
O Acidente Vascular Encefálico ou Cerebral, ou Derrame Cerebral como é popularmente conhecido, acontece quando o cérebro deixa de ser irrigado pelo sangue, que normalmente deveria abastecer todo o encéfalo com oxigênio e glicose, causando assim, a perda da funcionalidade das células de tecido nervoso conhecidas como neurônios. É importante lembrar que o AVE também pode atingir a medula espinhal, o cerebelo e o tronco encefálico.
Trata-se de um mal súbito que pode ser classificado em duas categorias: AVE hemorrágico e AVE isquêmico. No primeiro caso, embora menos comum, ocorre uma hemorragia (causada pela ruptura de um vaso sanguíneo intracraniano) no local atingido que leva à formação de um coágulo, vindo a afetar esta ou aquela função cerebral.
Já no AVE isquêmico o que acontece é a ausência de irrigação (graças à obstrução de um vaso sanguíneo) de determinada região cerebral, causando, desta forma, morte do tecido cerebral.
Os sintomas mais comuns
Fraqueza para movimentar um dos braços ou uma das pernas, ou dificuldade para sorrir;
Distúrbios visuais como a cegueira de um dos olhos ou de ambos temporariamente;
Dificuldades para falar, ou seja, a pessoa fala frases sem sentido ou tem de fazer muito esforço para dizer o que pensa, ou, ainda, para entender o que está sendo dito por outrem;
Dor de cabeça intensa sem motivo aparente;
Perda de equilíbrio;
Alteração da sensibilidade e vertigens muitas vezes associadas a náuseas ou vômito.
Os fatores que contribuem para esta doença são: a hipertensão arterial, doenças cardíacas, etilismo (consumo elevado de álcool), tabagismo, níveis alterados de colesterol, obesidade e diabetes.
Cuidados de Enfermagem com Pacientes em AVE
Ao avaliar nível de consciência devem ser realizadas as seguintes avaliações: atenção e concentração, memória, estado afetivo, linguagem, raciocínio e orientação;
Caso a escala de coma de Glasgow apresente valor igual ou menor a 8 deve-se realizar avaliação pupilar, motricidade ocular, padrão respiratório e padrão motor;
Orientar a família a evitar diálogos emocionalmente carregados enquanto o paciente estiver em desmame da ventilação mecânica, evitando elevação da PIC;
Manter controle da pressão arterial, temperatura, padrão respiratório e glicemia;
Caso o paciente esteja com monitorização de PIC, os valores de PIC devem ser relacionados com os procedimentos realizados com os pacientes (posicionamento adequado, período de agitação psicomotora, alterações hemodinâmicas importantes, estimulo doloroso, fisioterapia respiratória);
Manter a cabeça do paciente com o alinhamento céfalocaudal, pode-se utilizar coxins para conseguir manter a posição;
Manter a cabeceira elevada 30º;
Manter a temperatura corporal abaixo de 37,5ºC;
Realizar balanço hídrico rigoroso;
Manter repouso absoluto no leito;
Realizar a mudança de decúbito a cada 2 horas, promovendo conforto com travesseiros;
Avaliar integridade cutânea diariamente;
Realizar a massagem de conforto com hidrante corporal diariamente;
Para pacientes afásicos, promover meio de comunicação (seja através da escrita, mímica ou lousa de alfabeto);
Comunicar a enfermeira e/ou médico a hipotensão ou hipertensão arterial;
Comunicar a enfermeira e/ou médico se PIC maior que 20 mmHg e/ou PPC menor que 70 mmHg;
Comunicar qualquer alteração do estado neurológico (queda do Glasgow, convulsões, piora do padrão respiratório, sangramentos, agitação psicomotora, hipertensão arterial exagerada);
Após neurocirurgia manter oxigenação adequada, evitar aspirações traqueais prolongadas, controlar a sedação, examinar pupilar a cada hora, aplicar escala de coma de Glasgow (para pacientes sem sedação), escala de Ramsay ou SAS (para pacientes com sedação), observar sinais de complicações.
Aerossolterapia: Conheça os Dispositivos Inalatórios
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é um grupo de doenças pulmonares, incluindo bronquite crônica, asma e enfisema, que dificultam a respiração. Medicamentos como broncodilatadores e esteroides inalados reduzem o inchaço e abre suas vias aéreas para ajudá-lo a respirar mais facilmente.
Um inalador é um dispositivo de mão que entrega um sopro ou pulverização desses medicamentos diretamente nos pulmões através de um bocal. Os inaladores funcionam mais rápido do que as pílulas, que têm que viajar pela corrente sanguínea para começar a trabalhar.
Inaladores vêm em três tipos principais:
Inalador pressurizado de dose calibrada (pMDI);
Inalador de pó seco (DPI);
Inalador de névoa suave (SMI);
Inalador Pressurizado de Dose Calibrada (Pressurized Metered Dose Inhaler pMDI)
É um dispositivo portátil que administra a medicação para asma aos pulmões na forma de aerossol. Quando é pressionado o recipiente, um propulsor químico é ativado como uma fumaça de medicação para os pulmões.
Os medicamentos contra a DPOC que adotam um pMDI incluem esteroides, como Flovent HFA e esteroides, e broncodilatadores combinados, como Symbicort.
Inalador de Pó Seco (dry poweder inhaler – DPI)
O inalador de pá seco (DPI) liberta certas doses de medicamentos aos pulmões quando o paciente inala através do dispositivo. Ao contrário de um pMDI, um DPI não usa um propulsor. Em vez disso, a inalação interna do paciente ativa a medicação.
Os DPIs vêm em dispositivos de dose única e múltiplas doses. Os dispositivos de doses múltiplas contêm até 200 doses.
Os medicamentos que podem ser usados com um DPI incluem esteroides como Pulmicort e broncodilatadores, como Spiriva. Lembrando que cada DPI vem com suas próprias instruções!
Inalador de Névoa Suave (Soft Mist Inhaler – SMI)
O inalador de névoa suave (SMI) é um dispositivo mais novo no mercado. É utilizado um sistema de energia mecânica através de sistema de molas incorporada no inalador. Ele cria uma nuvem de medicamento que o paciente inala sem a ajuda de um propulsor.
Como a névoa contém mais partículas do que pMDIs e DPIs e o spray deixa o inalador mais devagar, mais medicamento entra aos pulmões.
Os medicamentos broncodilatadores tiotropium (Spiriva Respimat) e olodaterol (Striverdi Respimat) ambos vêm em uma névoa suave. Stiolto Respimat combina medicamentos como tiotropium e olodaterol.
Os Cateteres Agulhados: “Scalp” ou “Butterfly”
Os Cateteres Agulhados, ou popularmente conhecidos como “Scalp” ou “Butterfly” , são feitos de aço inoxidável biocompatível, não flexíveis que na qual dobram-se sob resistência, para infusão de curta duração (em torno de 24 horas), de baixo volume, pode ser usado para administração de medicamentos “In bolus” ou “flush” e para pacientes com veias muito finas e comprometidas, como terapia de dose única, administração de medicamento IV em bolus ou para coleta de sangue.
Os Tipos de Terapia Infusional
Bolus: tempo menor ou igual a 1 minuto;
Infusão rápida: realizada entre 1 e 30 minutos;
Infusão lenta: realizada entre 30 e 60 minutos;
Infusão contínua: tempo superior a 60 minutos, ininterruptamente;
Administração Intermitente: não contínua, de 6 em 6 horas.
Características Físicas dos Cateteres Agulhados
O Cateter Agulhado é composto pelos principais itens:
Protetor da agulha: Garante a integridade da agulha até o momento do uso;
Asas de empunhadura/fixação: Facilitam a “empunhadura” durante a punção e a estabilização do dispositivo durante o tempo de permanência na veia;
Tubo vinílico transparente, atóxico e apirogênico: Permite a visualização do refluxo sangüíneo e/ou medicamento infundido, reduzindo o contato com o sangue;
Conector fêmea Luer-Lok(TM) codificado por cores: Proporciona segura conexão com o equipo e permite a identificação do calibre de acordo com a cor do conector;
Paredes finas: Aumenta o fluxo interno.
Observação: Todo o dispositivo precisa ser preenchido com a solução que será utilizada no paciente, antes de administração!
Os Calibres dos Cateteres Agulhados e suas indicações
Os Cateteres Agulhados são classificados com números ímpares, lembrando que quanto menor o número, maior calibre é da agulha:
19G: Indicado para veias de grande calibre, ou seja, veia de adolescente, adulto, idoso, sendo que a sua instalação compatibiliza o diâmetro da camada interna do vaso (íntima) com o calibre mencionado, sem provocar dilatação da veia; para infusões de medicamentos de grande dosagens, coleta de sangue;
21G e 23G: Indicado para veias de médio calibre, ou seja, veia de adolescente, adulto, idoso, sendo que a sua instalação compatibiliza o diâmetro da camada interna do vaso (íntima) com o calibre mencionado, sem provocar dilatação da veia; para infusões de medicamentos de grandes e médias dosagens, in bolus ou flush e coleta de sangue;
25G e 27G: Indicado para veias de pequeno calibre, ou seja, crianças ou neonatos, sendo que a sua instalação compatibiliza o diâmetro da camada interna do vaso (íntima) com o calibre mencionado, sem provocar dilatação da veia; para infusões de medicamentos in bolus ou flush, de baixa dosagens.
Vantagens e Desvantagens
Sua Principal vantagem é de ter uma agulha de paredes finas, muito afiadas próprio para pequenos vasos, possibilitando a inserção difícil através da pele resistente.
A desvantagem é de ser um cateter não flexível, podendo lesionar o membro que foi puncionado se o paciente dobrar o mesmo, e podendo perfurar-se acidentalmente; e o estouro da veia que ali foi puncionado com a falta de cuidado do mesmo.
Indicações e Contra-Indicações
O Cateter Agulhado deve ser utilizado para administração imediata de medicação, onde não há necessidade de se manter o acesso no paciente.
Sua principal contra-indicação é de nunca usar com solução vesicante ou irritante.
Os Termos Técnicos na Enfermagem
Acesse nosso Glossário de Termos Técnicos e Terminologias da Enfermagem, catalogadas!
Os termos técnicos ou terminologias, muito utilizadas em setores hospitalares, fazem parte da nossa rotina de interpretar evoluções médicas, de enfermagem, e anotações de enfermagem.
Por que é importante saber estas terminologias?
O prontuário do paciente é um documento oficial onde é realizado todos os cuidados específicos do mesmo, e estas terminologias, tornam o documento um respaldo legal de procedimentos específicos realizados durante seu tratamento, sendo assim, um processo formal das palavras que geralmente para nós são faladas de maneira brusca, serem interpretadas com um olhar clínico elementar.
Vamos conhecer as terminologias mais usadas?
GLOSSÁRIO LETRA A
Abdução: afastamento de um membro do eixo do corpo.Ablepsia: cegueira.
Abrasão: esfolado, arranhão.
Abscesso: pus.
Absorção: penetração de líquido pela pele ou mucosa.
Abstinência: contenção, ato de evitar.
Acesso: repetição periódica de um fenômeno patológico.
Acinesia: paralisia parcial, impossibilidade de movimentos voluntários, paralisia.
Acne: doença inflamatória das glândulas sebáceas.
Acromia: falta de melanina, falta de pigmentação, pessoa albina.
Adenosa: tumor de uma glândula e que reproduz a estrutura dela.
Adiposo: tecido com gordura, local com gordura.
Adução: mover para o centro ou para a linha mediana.
Afagia: impossibilidade de deglutir.
Afasia: impossibilidade de falar ou entender a palavra falada.
Afebril: sem febre, ou apirético.
Afluxo: vinda para determinado lugar.
Afonia: perda mais ou menos acentuada da voz.
Agrafia: não consegue escrever.
Algia: dor em geral.
Algidez: resfriamento das extremidades.
Álgido: sensação de frio.
Alopécia: a queda total ou parcial dos cabelos.
Aloplastia: substituto de uma parte do corpo por material estranho, prótese.
Alucinação: percepção de um objeto, que na realidade não existe.
Ambidestro: habilidade de usar as duas mãos.
Ambliopia: diminuição da acuidade visual.
Amenorreia: falta de menstruação.
Analgesia: abolição da sensibilidade á dor.
Anasarca: edema generalizado.
Ancilose: imobilidade de uma articulação.
Anemia: a diminuição dos números de hemácias.
Anfiartrose: articulação que se movimenta muito pouco.
Aniridia: ausência ou falha da íris.
Anisocoria: desigualdade de diâmetro das pupilas.
Anodontia: ausência congênita ou adquirida dos dentes.
Anorretal: região referente ao ânus e reto.
Anorexia: falta de apetite, inapetência.
Anosmia: diminuição ou perda completa do olfato.
Anóxia: redução do suprimento de oxigênio nos tecidos.
Anquilose: diminuição ou supressão dos movimentos de uma articulação.
Anoperineal: região referente ao ânus e períneo
Anúria: ausência da eliminação urinária
Ânus: orifício de saída retal.
Apalestesia: perda do sentido das vibrações.
Apático: sem vontade ou interesse para efetuar esforço físico ou mental.
Apelo: sem pele, não cicatrizado, aplicado a feridas, sem prepúcio, circuncidado.
Apoplexia: perda súbita dos sentidos com aumento de temperatura, mas sem paralisia corporal.
Apneia: parada dos movimentos respiratórios.
Aposia: ausência de sede.
Aptialismo: deficiência ou ausência de saliva.
Ascite: edema localizado na cavidade peritoneal com acúmulo de liquido.
Asfixia: sufocação, dificuldade da passagem do ar.
Astasia: incapacidade de permanecer em pé, por falta de coordenação motora.
Astenia: enfraquecimento, fraqueza, cansaço.
Ataxia: não coordena os músculos e a locomoção.
Atresia: ausência ou fechamento de um orifício natural.
Atrofia: diminuição do tamanho ou peso natural de um órgão ou tecido.
Auricular: referente a orelha.
Azia: sensação de ardor estomacal, eructação azeda e ácida.
GLOSSÁRIO LETRA B
Balanite: inflamação da glande ou da cabeça do pênis.
Balanopostite: inflamação da glande e do prepúcio.
Bandagem: enfaixe.
Benigno: sem ameaça à saúde ou vida, que não é maligno, inócuo.
Bilioso: referente à bile, peculiar a transtornos causados por excesso de bile.
Binasal: referente a ambos os campos visuais nasais.
Biópsia: retirada de tecido vivo para diagnóstico.
Blefarite: inflamação das pálpebras.
Blenoftalmia: secreção mucosa nos olhos.
Blenorreia: secreção abundante das mucosas, especialmente da vagina e uretra.
Blenúria: presença de muco na urina.
Bócio: hiperplasia da glândula tireoide.
Borra de café: aspecto do vômito ou da defecação que contém sangue.
Bradicardia: diminuição dos batimentos cardíacos.
Bradipneia: movimento respiratório abaixo do normal.
Braquialgia: dor no braço.
Bucal: oral, na boca.
Bulimia: fome excessiva e patológica.
Bursite: inflamação da bolsa sinovial.
GLOSSÁRIO LETRA C
Cacofonia: voz anormal e desagradável
Cãibra: contração muscular, espasmódica e dolorosa.
Calafrio: contração involuntária da musculatura, às vezes com tremores nos dentes.
Caquexia: desnutrição adiantada, emagrecimento.
Cefaleia: dor de cabeça.
Choque: manifestação comum de pele fria, queda de temperatura, cianose e corte.
Cianose: cor azulada da pele, comumente por falta de oxigênio no sangue.
Cianótico: com cianose.
Cirrose: fibrose com destruição do tecido.
Cistite: inflamação da bexiga.
Cistocele: hérnia de bexiga.
Cistostomia: abertura de comunicação da bexiga com o exterior.
Claudicação: fraqueza momentânea de um membro.
Clister: introdução de pequena quantidade de água, medicamento ou alimento no intestino.
Cloasma: manchas escuras na pele, principalmente na face da gestante.
Coagulação: espessamento de um líquido formando coágulo.
Colecistectomia: remoção da vesícula biliar.
Colecistite: inflamação da vesícula biliar.
Cólica: dor espasmódica.
Colostomia: abertura artificial na região do cólon para saída de fezes.
Colpoperineorrafia: operação reparadora em torno da vagina e períneo.
Colúria: presença de bilirrubina ou bílis na urina.
Coma: estado de inconsciência
Congênito: doença herdada no nascimento.
Congestão: acúmulo anormal ou excessivo de sangue numa parte do organismo.
Constipação: retenção de fezes ou evacuações insuficientes.
Contaminação: presença de micróbios vivos.
Contratura: rigidez muscular.
Convalescença: caminha para o restabelecimento.
Convulsão: contrações violentas involuntárias do músculo, agitação desordenada.
Coprólito: massa endurecida de matéria fecal nos intestinos.
Cardialgia: dor no coração.
Costal: relativo às costelas.
Curativo compressivo: curativos nas feridas que sangram.
Curativo frouxo: curativo em feridas que supuram.
Curativo seco: feito apenas com gaze.
Curativo úmido: quando há aplicação de medicamentos líquidos ou úmidos.
Cutâneo: na pele.
Cútis: pele, derme.
GLOSSÁRIO LETRA D
Dactilite: inflamação de um dedo, ou artelho.
Debilidade: fraqueza, falta de forças.
Debridamento: limpeza de um tecido do infectado ou necrótico de um ferimento.
Decúbito: posição deitada.
Deltoide: músculo do braço em forma de “D”, onde se aplicam injeções intramusculares.
Dentro: cito a direita.
Dermatite: inflamação da pele.
Dermatose: doenças da pele.
Desidratação: perda exagerada de liquido no organismo.
Desmaio: ligeira perda dos sentidos.
Diaforese: sudorese excessiva.
Diarreia: evacuações frequentes e liquidas.
Diplegia: paralisia bilateral.
Diplopia: visão dupla.
Disfagia: dificuldade de deglutir.
Disfonia: distúrbio na voz.
Dismenorreia: menstruação difícil e dolorosa.
Dispneia: falta de ar, dificuldade para respirar.
Dispneico: com dispneia.
Disquesia: evacuação difícil e dolorosa.
Disseminado: espalhado.
Distensão: estiramento de alguma fibra muscular, intumescimento ou expansão.
Distrofia: perturbação da nutrição.
Disúria: micção difícil e dolorosa.
Diurese: secreção urinária.
Diurese: volume de urina coletado.
GLOSSÁRIO LETRA E
Edema: retenção ou acúmulo de líquidos no tecido celular
Êmese: ato de vomitar.
Enema: clister, lavagem, introdução de líquidos no reto.
Enteralgia: dor intestinal.
Entérico: relativo ao intestino.
Enurese: incontinência urinária noturna.
Enxaqueca: dor de cabeça unilateral.
Epigastralgia: dor no epigástrio.
Epigástrio: porção média e superior do abdômen
Episiorrafia: sutura no períneo ou dos grandes lábios.
Episiorragia: hemorragia perineal.
Episiotomia: incisão lateral do orifício vulvar para facilitar o parto.
Epistaxe: hemorragia nasal.
Epistótomo: contrações musculares generalizados com encurvamento do corpo para frente.
Equimose: deposição de sangue por baixo dos tecidos, manchas escuras ou avermelhadas.
Eritema: vermelhidão na pele.
Eructação: emissão de gases estomacais pela boca, arroto.
Erupção na pele: avermelhamento da pele com vesículas.
Erupção: lesão amarela ou enegrecida, comum em queimaduras ou feridas infectadas.
Escabiose: moléstia cutânea contagiosa, caracterizada por lesões multiformes acompanhadas por prurido intenso.
Escara de decúbito: úlcera perfurante em região de proeminências ósseas.
Esclerodermia: afecção cutânea com endurecimento da pele.
Esclerose: endurecimento dos vasos ou perda de elasticidade.
Escoriações: abrasão, erosão, perda superficial dos tecidos.
Escótomo cintilante: pontos luminosos no campo visual, na hipertensão arterial.
Escótomo: ponto cego no campo visual.
Escrotal: relativo ao escroto, onde ficam localizados os testículos.
Escrotite: inflamação do escroto.
Escroto: saco de pele suspenso na região pubiana, loca que aloja os testículos e os epidídimos.
Escrotocele: hérnia do escroto.
Esfacelo: necrose, gangrena.
Esfacelodermia: gangrena da pele.
Esfenoidal: referente ao esfenoide.
Esfenoide: osso situado no centro do assoalho do crânio
Esfígmico: relativo ao pulso.
Esfigmocardiógrafo: aparelho que registra graficamente os movimentos do pulso e do coração.
Esfigmomanômetro: aparelho para verificar a pressão arterial.
Esfigmógrafo: aparelho que registra graficamente os movimentos do pulso.
Esfíncter: músculo circular que constrói o orifício de um órgão.
Esfincteralgia: dor no esfíncter.
Esfincteroplastia: reparação cirúrgica de um esfíncter.
Esfincterotomia: divisão dos músculos de um esfíncter.
Esfoliação: desprendimento de tecido necrosado sob a forma de lâminas.
Esfregaço cervical: esfregaço das secreções mucosas do colo do útero.
Esfregaço: material espalhado numa lâmina de vidro para exame.
Esmalte: camada externa dos dentes.
Esmegma: secreção espessa ao redor do prepúcio ou dos pequenos lábios.
Esofagismo: espasmo do esôfago.
Esôfago: tubo longo situado atrás da traqueia, pelo qual os alimentos chegam ao estômago.
Esofagocele: hérnia do esôfago.
Esofagomalacia: amolecimento do esôfago.
Esofagoptose: prolapso do esôfago.
Esofagoscópio: instrumento para exame visual do esôfago.
Esofagostenose: estreitamento do esôfago.
Esofagostomia: abertura de comunicação entre o esôfago e o exterior.
Esofagotomia: incisão do esôfago.
Espasmo: repentinas contrações involuntárias e violentas de um músculo ou grupo muscular, que pode também acometer as vísceras ocas, como estômago e intestinos.
Espasmódico: rígido, com espasmo.
Espasmofilia: tendência aos espasmos e às convulsões.
Espasmolítico: medicamento que combate o espasmo.
Espástico: em estado espasmódico.
Especulo: instrumento para examinar o interior de cavidades como a vagina, reto, ouvido.
Espermatite: inflamação do canal deferente.
Espermatocistite: inflamação da vesícula seminal.
Espermatorreia: incontinência de esperma.
Espermatúria: presença de esperma na urina.
Espermicida: que destrói o espermatozoide.
Espirômetro: aparelho que mede a capacidade respiratória dos pulmões.
Esplenectopia: queda do baço, patologia, anomalia de posição do baço.
Esplenelcose: úlcera do baço.
Esplenite: inflamação do baço.
Esplenocele: hérnia do baço.
Esplenectomia: extirpação do baço.
Esplenodimia: dor no baço.
Esplenomalácia: amolecimento do baço.
Esplenomegalia: aumento do volume do baço.
Esplenopatia: afecção do baço.
Esplenopexia: fixação cirúrgica do baço.
Esplenotomia: incisão no baço.
GLOSSÁRIO LETRA E
Edema: retenção ou acúmulo de líquidos no tecido celular
Êmese: ato de vomitar.
Enema: clister, lavagem, introdução de líquidos no reto.
Enteralgia: dor intestinal.
Entérico: relativo ao intestino.
Enurese: incontinência urinária noturna.
Enxaqueca: dor de cabeça unilateral.
Epigastralgia: dor no epigástrio.
Epigástrio: porção média e superior do abdômen
Episiorrafia: sutura no períneo ou dos grandes lábios.
Episiorragia: hemorragia perineal.
Episiotomia: incisão lateral do orifício vulvar para facilitar o parto.
Epistaxe: hemorragia nasal.
Epistótomo: contrações musculares generalizados com encurvamento do corpo para frente.
Equimose: deposição de sangue por baixo dos tecidos, manchas escuras ou avermelhadas.
Eritema: vermelhidão na pele.
Eructação: emissão de gases estomacais pela boca, arroto.
Erupção na pele: avermelhamento da pele com vesículas.
Erupção: lesão amarela ou enegrecida, comum em queimaduras ou feridas infectadas.
Escabiose: moléstia cutânea contagiosa, caracterizada por lesões multiformes acompanhadas por prurido intenso.
Escara de decúbito: úlcera perfurante em região de proeminências ósseas.
Esclerodermia: afecção cutânea com endurecimento da pele.
Esclerose: endurecimento dos vasos ou perda de elasticidade.
Escoriações: abrasão, erosão, perda superficial dos tecidos.
Escótomo cintilante: pontos luminosos no campo visual, na hipertensão arterial.
Escótomo: ponto cego no campo visual.
Escrotal: relativo ao escroto, onde ficam localizados os testículos.
Escrotite: inflamação do escroto.
Escroto: saco de pele suspenso na região pubiana, loca que aloja os testículos e os epidídimos.
Escrotocele: hérnia do escroto.
Esfacelo: necrose, gangrena.
Esfacelodermia: gangrena da pele.
Esfenoidal: referente ao esfenoide.
Esfenoide: osso situado no centro do assoalho do crânio
Esfígmico: relativo ao pulso.
Esfigmocardiógrafo: aparelho que registra graficamente os movimentos do pulso e do coração.
Esfigmomanômetro: aparelho para verificar a pressão arterial.
Esfigmógrafo: aparelho que registra graficamente os movimentos do pulso.
Esfíncter: músculo circular que constrói o orifício de um órgão.
Esfincteralgia: dor no esfíncter.
Esfincteroplastia: reparação cirúrgica de um esfíncter.
Esfincterotomia: divisão dos músculos de um esfíncter.
Esfoliação: desprendimento de tecido necrosado sob a forma de lâminas.
Esfregaço cervical: esfregaço das secreções mucosas do colo do útero.
Esfregaço: material espalhado numa lâmina de vidro para exame.
Esmalte: camada externa dos dentes.
Esmegma: secreção espessa ao redor do prepúcio ou dos pequenos lábios.
Esofagismo: espasmo do esôfago.
Esôfago: tubo longo situado atrás da traqueia, pelo qual os alimentos chegam ao estômago.
Esofagocele: hérnia do esôfago.
Esofagomalacia: amolecimento do esôfago.
Esofagoptose: prolapso do esôfago.
Esofagoscópio: instrumento para exame visual do esôfago.
Esofagostenose: estreitamento do esôfago.
Esofagostomia: abertura de comunicação entre o esôfago e o exterior.
Esofagotomia: incisão do esôfago.
Espasmo: repentinas contrações involuntárias e violentas de um músculo ou grupo muscular, que pode também acometer as vísceras ocas, como estômago e intestinos.
Espasmódico: rígido, com espasmo.
Espasmofilia: tendência aos espasmos e às convulsões.
Espasmolítico: medicamento que combate o espasmo.
Espástico: em estado espasmódico.
Especulo: instrumento para examinar o interior de cavidades como a vagina, reto, ouvido.
Espermatite: inflamação do canal deferente.
Espermatocistite: inflamação da vesícula seminal.
Espermatorreia: incontinência de esperma.
Espermatúria: presença de esperma na urina.
Espermicida: que destrói o espermatozoide.
Espirômetro: aparelho que mede a capacidade respiratória dos pulmões.
Esplenectopia: queda do baço, patologia, anomalia de posição do baço.
Esplenelcose: úlcera do baço.
Esplenite: inflamação do baço.
Esplenocele: hérnia do baço.
Esplenectomia: extirpação do baço.
Esplenodimia: dor no baço.
Esplenomalácia: amolecimento do baço.
Esplenomegalia: aumento do volume do baço.
Esplenopatia: afecção do baço.
Esplenopexia: fixação cirúrgica do baço.
Esplenotomia: incisão no baço.
Espondilalgia: dor nas vértebras.
Espondilartrite: inflamação das articulações vertebrais.
Espondilite: inflamação de uma ou mais vértebras.
Espasticidade: capacidade de entrar em espasmo.
Espirometria: medida da capacidade respiratório dos pulmões.
Esputo: escarro, material expectorado, pode ser mucótico, mucopurulento, purulento, hemorrágico, espumoso.
Esqueleto: o arcabouço ósseo do corpo.
Esquinência: qualquer doença inflamatória da garganta.
Estado de mal asmático: ataque severo de asma por mais de 24 horas.
Estado epilético: uma sucessão de ataques epiléticos graves.
Estado: período, fase.
Estafiledema: edema da úvula.
Estafilite: inflamação da úvula.
Estafilococemia: presença de estafilococos no sangue.
Estafilococos: bactérias em forma de cachos de uva.
Estafiloplastia: cirurgia plástica da úvula.
Estafilorrafia: sutura da úvula.
Estase intestinal: demora excessiva das fezes no intestino.
Estase:estagnação de uma liquido anteriormente circulante.
Esteatoma: lipoma, tumor de tecido gorduroso.
Esteatorreia: evacuação de fezes descoradas, contendo muita gordura.
Esteatose: degeneração gordurosa.
Estenose do piloro: estreitamento do piloro.
Estenose: estreitamento.
Estercólito: massa dura e compacta de fezes.
Estereognose: reconhecimento de um corpo pelo tato.
Estéril: incapaz de conceber ou de fecundar, em cirurgia livre de qualquer micróbio.
Esterilização: processo que elimina substâncias e organismos contaminantes.
Eterização: anestesia pelo éter.
Esternutatório: que provoca espirro.
Esternal: relativo ao osso externo.
Esternalgia: dor no esterno.
Esterno: o osso chato do peito.
Esternutação: espirro.
Estertor: ruído respiratório que indica morbidez.
Estertorosa: respiração ruidosa.
Estetoscópio: aparelho que amplia sons usados comumente por médicos.
Estomacal: estimulante do estômago.
Estômago: a porção dilatada do canal digestivo aonde vão ter alimentos que assam pelo esôfago.
Estomatite: inflamação da boca.
Estomatorragia: hemorragia da boca.
Estrabismo: falta de eixos visuais normal, com falta de músculos motores oculares.
Estrangúria: micção dolorosa.
Estreptococo: gênero de bactéria gram-positiva com forma de cadeia ou rosário.
Estrias: cicatrizes na pele do abdômen ou da cocha, pela dilatação das fibras na estação ou parto.
Estritura: estreitamento de um canal.
Estrófulo: dermatose benigna, comum no recém-nascido.
Estrumite: inflamação da glândula tiroide.
Estupor: inconsciência total ou parcial, mutismo sem perda da percepção sensorial.
Eteromania: embriagues habitual pela inalação de éter.
Etilismo: vício do uso de bebidas alcoólicas, intoxicação crônica pelo álcool etílico.
Etilista: alcoólatra.
Etiologia: estudos das causas da doença.
Etmoide: osso (do crânio) leve, esponjoso, irregular, ímpar.
Euforia: sensação de bem estar.
Eupneia: respira normal
Eutanásia: morte induzida em casos incuráveis, proibida por lei.
Eutócia: parto natural.
Eutrofia: boa alimentação.
Evacuante: medicamento que produz evacuações de um órgão, seja purgativo, vômito, diurético ou outro.
Eventração: saída total ou parcial de vísceras na parede abdominal, mas a pele continua íntegra.
Evisceração: saída das vísceras de sua situação normal.
Exacerbação: agravação dos sintomas.
Exantema: qualquer erupção cutânea.
Excisão: corte ou retirada de um órgão ou parte dele.
Excitabilidade: capacidade de reagir a um estímulo.
Excreta: os resíduos eliminados do corpo.
Exoftalmia: projeção dos olhos para fora.
Exodontia: extração de dentes.
Exostose: projeção óssea para fora da superfície do corpo.
Expectação: ato de deixar a doença evoluir limitando, espera provável de que algo aconteça.
Expectoração: expelir secreção, escarro, geralmente pulmonar.
Expectorante: medicamento que promove a expulsão de catarro e mucosidade da traqueia e brônquios.
Exsudato: substância liquida eliminada patologicamente.
Extirpação: retirada completa.
Extrofia: reviramento de um órgão para fora.
GLOSSÁRIO LETRA F
Fadiga: cansaço, esgotamento.
Falo: pênis.
Faringectomia: ablação cirúrgica da faringe.
Faringite: inflamação da faringe.
Faringodinia: dor na faringe.
Faringoplegia: paralisia dos músculos da faringe.
Faringoscópio: instrumento para exame da faringe.
Faringotomia: incisão da faringe.
Fastígio: o ponto máximo da febre.
Fatal: causador de morte, desastroso.
Febre cerebral: meningite.
Febre de feno: manifestação alérgica, com renite e ligeira febre.
Febre entérica: febre tifoide.
Febre eruptiva: qualquer doença febril que se acompanha de erupção na pele.
Febre glandular: mononucleose infecciosa.
Febre intermitente: alternativas de febre e temperatura normal.
Febre recorrente: alguns dias com febre, seguidos de outros sem febre e, novamente, outros com febre.
Febre remitente: febre que apresenta melhoras ou diminuição, mas sem chegar a desaparecer.
Febrícula: febre pouco elevada e passageira.
Febrífugo: que afasta a febre.
Fecaloide: semelhante às fezes.
Fel: bile.
Fêmur: osso da coxa (o maior do corpo).
Fenestrado: com aberturas ou janelas.
Feocromocitoma: tumor das glândulas suprarrenais, que produz elevação da pressão arterial.
Ferida cirúrgica: a incisão cirúrgica asséptica.
Ferida incisiva: corte.
Ferida infectada: aquela em que há micróbios.
Ferida lacerada: quando há arrancamento ou laceração dos tecidos.
Ferida perfurada: ferida produzida pela penetração de objeto perfurante.
Ferida séptica: ferida infectada.
Ferida: lesão.
Fétido: mau cheiro.
Feto a termo: feto em condições de nascer, com aproximadamente 280 dias de estação.
Feto: o produto da concepção a partir do 4º mês de vida intrauterina.
Fibrilação auricular: fibrilação cardíaca
Fibrilação: tremor muscular, a fibrilação cardíaca é mortal.
Fíbula: outro nome da rótula (osso do joelho).
Filático: que protege.
Filaxia: proteção, defesa.
Filiforme: em forma de fio.
Filopressão: compressão de um vaso sanguíneo por um fio.
Fimatose: tuberculose.
Fimose: estreitamento do orifício do prepúcio, este não pode ser puxado para traz.
Fisiatria: fisioterapia, tratamento por meios físicos.
Fisiologia: estudo das funções do organismo.
Fissura do ânus: pequena fenda ulcerada na mucosa do ânus.
Fissura: ulceração de mucosa.
Fístula cega: fístula em que uma das extremidades é fechada.
Fistula: canal em forma de tubo e que normalmente não existe no organismo.
Fistulótomo: instrumento para incisão de fístulas.
Flácido: mole, caído.
Flambagem: ato de imergir o objeto em álcool e colocar fogo.
Flato: ar ou gases no intestino.
Flatulência: distensão do intestino pelo acúmulo de fezes e gases.
Flatulência: distensão dos intestinos por gases.
Flebectomia: extirpação de uma veia.
Flebite: inflamação de uma veia.
Fleborrexe: ruptura de uma veia.
Flebosclerose: esclerose das veias.
Flebotomia: incisão de uma veia, venossecção.
Flegmasia: inflamação.
Flictema: levantamento da epiderme, formando pequenas bolhas.
Flictema: vesícula, pequena bolha cheia de liquido.
Flogístico: inflamatório.
Flogogênico: que provoca inflamação.
Flogose: inflamação.
Fobia: temor mórbido, medo, sem motivo.
Foco: sede principal de uma doença.
Foliculite: inflamação de folículos.
Folículos: órgão microscópio existente no ovário, e que ao amadurecer forma o óvulo, também pequeno saco ou cavidade.
Fomentação: aplicação quente e úmida.
Fontanela: moleira, parte não ossificada do crânio de bebês (até 12 meses).
Forame: orifício, abertura.
Fórceps obstétrico: fórceps para aprender o feto e apressar ou facilitar o parto.
Fórceps: pinça.
Fratura cominutiva: fratura em que o osso de divide em mais de dois fragmentos.
Fratura exposta: fratura com ruptura da pele e tecidos.
Fratura: divisão de ossos.
Frenalgia: dor no diafragma.
Frenite: inflamação no diafragma.
Frontal: osso da frente no crânio.
Fulminante: de marcha rápida e fatal.
Fumigação: desinfecção por meio de gases.
Funda: aparelho para manter a hérnia no lugar.
Fungicida: que mata os fungos.
Fungo: cogumelo parasito.
Furúnculo: infecção e inflamação de um folículo piloso.
Furunculose: aparecimento de vários furúnculos.
GLOSSÁRIO LETRA G
Galactagogo: que estimula a secreção de leite.
Galactocele: dilatação da glândula mamária em forma de cisto cheio de leite.
Gânglio linfático: um nódulo ou um aglomerado de tecidos linfoide, dividido em compartimentos por um tecido fibroso.
Ganglionite: inflamação do gânglio.
Gangrena de Raynound: gangrena simétrica das extremidades.
Gangrena: necrose maciça dos tecidos devido à falta de irrigação sanguínea.
Garrote: curativo compressivo para deter hemorragia, faz se com um torniquete, que se deve afrouxar a cada hora.
Gastralgia: dor de estômago.
Gastrectomia: excisão de parte do estômago em casos de úlcera, ou câncer, etc.
Gástrico: relativo ao estômago.
Gastrite: inflamação do estômago.
Gastrocele: hérnia do estômago.
Gastrocolotomia: incisão do estômago e do cólon.
Gastroscópio: instrumento para examinar o interior do estômago, mediante a ntrodução pelo esôfago de um foco luminoso e um espelho.
Gastrodinia: dor no estômago.
Gastroduodenite: inflamação do estômago e do duodeno.
Gastroenterite: inflamação simultânea do estômago e do intestino.
Gastro-hepático: relativo ao estômago e ao fígado.
Gastralgia: dor de estômago.
Gastrólito: presença de cálculo no estômago.
Gastromalacia: amolecimento do estômago.
Gastropatia: qualquer doença ou distúrbio do estômago
Gastropexia: operação para fixação do estômago caído.
Gastroplastia: operação plástica no estômago.
Gastroplegia: paralisia do estômago.
Gastroptose: prolapso do estômago.
Gastrorrafia: sutura do estomago.
Gastrorragia: hemorragia pelo estômago.
Gastrorreia: secreção excessiva pelo estômago.
Gastroscopia: exame do interior do estômago.
Gastrossucorreia: excessiva secreção de suco gástrico pelo estômago.
Gastrotaxia: hemorragia no estômago.
Gastrotomia: incisão do estômago.
Geleia de petróleo: vaselina.
Genal: relativo á bochecha.
Gengivite: inflamação da gengiva.
Geniano: relativo a queixo.
Genitália: os órgãos genitais.
Genoplastia: cirurgia plástica da face.
Geriatria: estudo das doenças dos velhos.
Germe: micróbios.
Germicida: que mata os germes.
Gigantismo: doença causada pelo excesso da função hipófise.
Glândula: órgão que segrega um produto específico.
Glicosúria: presença de açúcar na urina normalmente isto não deve ocorrer.
Glomerulite: inflamação dos glomérulos do rim.
Glossalgia: dor na língua.
Glossite: inflamação da língua.
Glúteo: nádegas.
GLOSSÁRIO LETRA H
Hálito diabético: hálito adocicado, cheiro de maça estragada.
Halitose: mau hálito.
Hallux: popularmente conhecido como joanete, dedo grande do pé, deslocamento gradativo do dedo grande do pé.
Hematêmese: vômito com sangue.
Hematoma: extravasamento de sangue fora da veia.
Hematúria: presença de sangue na urina.
Hemeralopia: cegueira diurna, diminuição da visão á luz do dia.
Hemianalgesia: analgesia de um lado ou de uma metade do corpo.
Hemicolectomia: remoção cirúrgica de metade do cólon.
Hemicrânia: enxaqueca, dor (em metade do crânio).
Hemiparesia: fraqueza muscular em um lado do corpo.
Hemiplegia: paralisia de metade do corpo.
Hemiplegia: paralisia dos MMII.
Hemocultura: cultura de sangue através de técnicas laboratoriais.
Hemodiálise: extração de substâncias tóxicas contidas no sangue mediante difusão, feita através de uma membrana semipermeável.
Hemofílico: doença congênita que sujeita a pessoa a hemorragias frequentes por deficiência de coagulação.
Hemoftalmia: hemorragia no olho.
Hemoglobina: pigmentos de glóbulos vermelhos, destinados a fixar o oxigênio do ar e levá-los aos tecidos.
Hemólise: destruição dos glóbulos vermelhos do sangue.
Hemoptise: hemorragia de origem pulmonar, escarro com sangue.
Hemorragia: sangramento, escape do sangue dos vasos sanguíneos.
Hemostasia: processo para conter a hemorragia, coagulação do sangue.
Hemotórax: coleção de sangue, na cavidade pleural.
Hepatalgia: dor no fígado.
Hepatite: inflamação do fígado.
Hepatoesplenomegalia: aumento do volume do fígado e do baço.
Hepatomegalia: aumento do volume do fígado.
Herpes: infecção por um vírus com erupção de pequenas vesículas com bases avermelhadas e causando forte dor.
Heteroinfecção: infecção por germes vindo do exterior.
Heteroplastia: enxerto de tecidos de outras pessoas.
Hidrâmnio: excesso de líquido amniótico
Hidratado: com água.
Hidrocefalia: aumento anormal da quantidade de líquidos na cavidade craniana.
Hidruxia: urina excessiva e com baixa densidade, quase aquosa.
Hiperalgesia: sensibilidade exagerada á dor.
Hipercalcemia: quantidade excessiva de cálcio no sangue.
Hipercapnia: excesso de gás carbônico no sangue
Hiperemese: vômito excessivo.
Hiperglicemia: excesso de glicose no sangue.
Hiperpirexia: febre muito alta, acima de 40 graus c.
Hiperpneia: respiração anormal, acelerada, com movimentos respiratórios exagerados.
Hipersônia: sonolência excessiva.
Hipertensão: aumento da pressão arterial.
Hipertricose: excesso de pelos, ou sua localização anormal.
Hipertrofia: aumento anormal de um órgão ou tecido.
Hipoestesia: diminuição da sensibilidade.
Hipóxia: falta de oxigênio.
Hipotensão: baixa pressão arterial.
Hipotonia: tonicidade muscular diminuída.
Histerectomia: extirpação do útero.
Histeropexia: operação para fixar o útero.
Homolateral: do mesmo lado.
GLOSSÁRIO LETRA I
I.A.M: infarto agudo do miocárdio.
I.C.A: isquemia coronária aguda.
Icterícia: coloração amarelada da pele e mucosa.
Inapetência: falta de apetite, anorexia.
Indolor: sem dor.
Ingestão: ato de engolir alimentos ou outras substâncias.
Inguinal: relativo à virilha.
Insônia: falta de sono, impossibilidade de dormir.
Intra: dentro.
Intranasal: dentro da cavidade nasal.
Intra: ósseo: dentro do osso.
Involução: volta, regressão.
Isquemia: insuficiência local de sangue.
Isquialgia: dor no quadril.
GLOSSÁRIO LETRA J
Jejuno: a segunda porção do intestino delgado.
Jejunostomia: ligação cirúrgica do jejuno ao abdômen, formando uma abertura artificial.
Jugular: referente ao pescoço.
GLOSSÁRIO LETRA L
Laparoscópio: endoscópio para exame da cavidade abdominal.
Laparotomia: incisão do abdômen
Lienteria: diarreia de fezes líquidas contendo matéria não digerida.
Lipotimia: desmaio ligeiro com perda dos sentidos
Litotomia: abertura da bexiga para retirada de cálculos.
Luxação: separação das superfícies ósseas de uma articulação
GLOSSÁRIO LETRA M
Mácula: mancha rósea da pele sem elevação.
Mácula: mancha rósea na pele, sem elevação (com elevação chama-se Pápula).
Marca passo: aparelho elétrico (a pilha) que se implanta perto do coração para regular os impulsos destes, quando o nódulo sino-ventricular não funciona normalmente.
Mastalgia: dor no seio.
Meato: abertura.
Melena: fezes escuras e brilhantes, com presenças de sangue.
Melena: hemorragia pelo ânus em forma de borra de café, ou sangue que vem do estômago ou duodeno e sofreu transformações químicas.
Menarca: primeira menstruação
Menorragia: hemorragia menstrual.
Metrorragia: sangramento fora do período menstrual.
Miíase: presença de larvas de moscas no organismo.
Miastenia: fraqueza muscular.
Micção: ato de urinar.
Micção: expulsão de urina da bexiga pela uretra.
Midríase: dilatação da pupila.
Miose: contração da pupila.
GLOSSÁRIO LETRA N
Náusea: enjoo, vontade de vomitar.
Náuseas: desconforto gástrico com impulsão para vomitar.
Necrose: morte dos tecidos localizados, de uma região do corpo.
Nefro: prefixo que indica “rim”.
Neo: neoplasia, câncer.
Neurastenia: esgotamento nervoso, depressão, cansaço facial.
Nictalopia: cegueira noturna.
Nictúria: micção frequente á noite.
Notalgia: dor na região dorsal.
GLOSSÁRIO LETRA O
Obeso: gordo.
Obstipação: constipação rebelde, prisão de ventre.
Obstrução: bloqueio de um canal.
Odontalgia: dor de dentes.
Oligomenorreia: menstruação insuficiente.
Oligúria: deficiência de eliminação urinária “escassez”.
Oligúria: diminuição da quantidade de urina.
Omalgia: dor no ombro.
Ortopneia: acentuada falta de ar em decúbito dorsal.
Otalgia: dor de ouvido.
GLOSSÁRIO LETRA P
P.A: pressão arterial.
P.G: paralisia geral.
Palpitação: batimento rápido do coração que desperta sensação de angústia.
Panturrilha: batatas da perna.
Pápula: mancha rósea na pele, com elevação (sem elevação chama-se Mácula).
Paralisia: diminuição ou desaparecimento da sensibilidade e movimentos.
Parenteral: por via que não é a bucal.
Paresia: paralisia incompleta.
Paresia: paralisia ligeira ou incompleta.
Parestesia: alteração da sensibilidade, desordem nervosa, com sensações anormais.
Patela: rótulo, osso do joelho.
Pélvis ou Pelve: bacia óssea, constituída pelos ossos ilíaco e sacro.
Perspiração: sudorese.
Petéquias: pequenas hemorragias puntiformes.
Pirose: azia, fermentação ácida com sensação de calor no estômago.
Pirose: sensação de ardência do estômago á garganta.
Piúria: presença de pus na urina.
Piúria: presença de pus na urina.
Plenitude gástrica: sensação de estufamento.
Podalgia: dor no pé.
Polaciúria: eliminação frequente de urina.
Polaquiuria: micções frequentes e em pequenas quantidades.
Polidipsia: sede excessiva.
Polipneia: respiração rápida e ofegante.
Poliúria: aumento da quantidade de urina.
Poliúria: excessiva eliminação urinária.
Posição de fowler: posição semissentada que se obtém com cama articulada ou com auxílio de travesseiros.
Posição de trendelemburg: com os pés em nível mais alto que a cabeça.
Precordial: relativo á área torácica que corresponde ao coração.
Proctalgia: dor no reto.
Proctorragia: hemorragia retal.
Proctorreia: evacuação do muco pelo ânus.
Prolapso: queda de órgãos ou víscera, ou desvio de sua posição natural, devido ao afrouxamento físico.
Prostração: exaustão, grande estafa.
Prurido: coceira intensa.
Ptialismo: hipersecreção salivar.
Ptose palpebral: queda da(s) pálpebra(s).
Ptose: perda da posição original ou queda de um órgão interno.
Pulso cheio: o que da a sensação de artéria cheia.
Pulso filiforme: pulso mole e muito pequeno.
Pulso intermitente: pulsações não percebidas manualmente.
Pus icoroso: pus ralo.
Pústula: vesícula cheia de pus.
GLOSSÁRIO LETRA Q
Quadriplegia: paralisia das duas pernas e dos dois braços.
Queilose: afecção dos lábios e dos ângulos da boca.
Queloide: excesso de tecido conjuntivo na cicatriz, que fica exuberante.
GLOSSÁRIO LETRA R
Rádio: o osso externo do antebraço.
Redução: colocação dos fragmentos ósseos na posição normal.
Reflexo: contração muscular, resposta involuntária a um estimulo.
Regurgitação: volta de comia do estômago á boca.
Retenção urinária: incapacidade de eliminar a urina.
Retenção: incapacidade de eliminar.
Rinorragia: hemorragia nasal.
Rinorreia: coriza, descarga mucosa pelo nariz.
GLOSSÁRIO LETRA S
Safenas: nome de duas grandes veias do membro inferior.
Sânie: secreção fétida de uma úlcera.
Secreção: produto de uma glândula.
Sialorreia: salivação excessiva.
Sialosquiese: salivação deficiente (boca seca).
Sibilante: semelhante á assobio.
Sublingual: abaixo da língua, é uma das vias de administração de medicamentos.
Supuração: formação de pus.
GLOSSÁRIO LETRA T
Talalgia: dor no calcanhar.
Taquicardia: aceleração dos batimentos cardíacos.
Taquipneia: aumento de frequência dos movimentos respiratórios.
Tarsalgia: dores no tarso ou na região tarsal.
Tarso: tornozelo.
Tenalgia: dor no tendão.
Tetraplegia: paralisia dos quatros membros.
GLOSSÁRIO LETRA U
Úlcera varicosa: ulceração da parte inferior da perna, devido à redução no suprimento do sangue.
Úlcera: necrose parcial do tecido com perda de substância.
Ulceração: formação de úlceras.
Ulorragia: hemorragia gengival.
Ureteralgia: dor no ureter.
Uretralgia: dor na uretra.
Urina residual: urina que permanece na bexiga após a micção, mede-se mediante cateterismo.
Urticária: erupção eritematosa da pele com prurido.
GLOSSÁRIO LETRA V
Vasoconstrição: contração dos vasos, com estreitamento de seu canal ou luz.
Vasodilatação: dilatação dos vasos sanguíneos.
Vertigem: distúrbio neurovegetativo, tontura.
Vesículas: bolhas.
GLOSSÁRIO LETRA X
Xantorreia: corrimento vaginal amarelo, acre e purulento.
Xerodermia: secura da pele.
Xeromicteria: falta de umidade nas vias nasais.
Referências: 1. Guimarães , Deocleciano Torrieri. Dicionário de Termos Médicos e de Enfermagem. Rideel, 2002. 473 p. 2. Dicionário Caldas Aulete Online
Hoje em dia é muito difícil não ter nenhum parente ou não conhecer alguém com diabetes. Infelizmente, os casos dessa doença aumentam exponencialmente a cada ano, tornando-a uma epidemia mundial.
Vamos abordar as quatro classes mais antigas de antidiabéticos orais: Biguanidas, Sulfaniuréias, Meglitinidas e Inibidores de Alfa Glucosidade. Provavelmente, quem conhece um paciente diabético já deve ter ouvido falar em algumas delas.
Sulfaniuréias
As sulfonilureias (SU) são os primeiros hipoglicemiantes orais e os mais amplamente utilizadas para o tratamento de diabetes tipo 2. São secretagogos porque atuam estimulando a secreção de insulina pelas células betapancreáticas. Reduzem a glicemia em cerca de 20%. Também podem aumentar a sensibilidade à insulina dos tecidos, aumentar o consumo de glicose e suprimir a produção de glicose pelo fígado, mas esses efeitos são pouco visíveis na clínica.
A primeira geração (tolbutamida, acetohexamida, tolazamida e clorpropamida) deixou de ser usada por perder sua eficácia rápido e causar mais efeitos colaterais, como ganho de peso e hipoglicemia. Atualmente se usam sulfonilureias de segunda geração em diabetes leves e recentes. Seus nomes começam com “Gli-” e terminam com “-ida.
Biguanidas
Atuam prevenindo a produção de produção de glicose pelo fígado, melhorando a sensibilidade à insulina dos receptores e reduzindo a quantidade de açúcar absorvida pelo intestino. A metformina é o medicamento de primeira linha para iniciar o tratamento da diabetes tipo 2, a menos que haja uma contra-indicação, como doença renal, doença hepática, intolerância gastrointestinal ou risco aumentado de acidose láctica. Não causa aumento de peso nem hipoglicemia, mas causa problemas gastrointestinais e acidose láctica.
-Metformina
-Fenformina
-Buformina
Meglitinidas/Glinidas
As Meglitinidas tem eficácia clínica semelhante ao das sulfonilureias e também atuam sobre as células beta do pâncreas promovendo a secreção de insulina (ou seja, são secretagogos). Se diferenciam por ter ação mais rápida e estrutura química muito diferente. Deve ser tomado antes de cada importante refeição para evitar hiperglicemia. Causam menos hipoglicemia e ganho de peso.
-Repaglinida
-Nateglinida
Tiazolidinedionas/glitazonas
As tiazolidinedionas (TZD), também conhecidas como “glitazonas”, influenciam os genes a aumentar a produção de enzimas sensíveis a insulina para melhorar a utilização da glicose pelas células. Assim, aumentam a entrada de glicose aos músculos, reduzem a produção de glicose no fígado, reduzem a concentração plasmática de insulina e reduzem o colesterol ruim (VLDL). Esses mecanismos ajudam a melhorar a sensibilidade de todo o corpo à insulina. Porém, causam aumento de peso e edemas periféricos. Podem ser combinados a metformina.
-Rosiglitazona, retirado do mercado europeu em 2010 por aumentar o risco de problemas cardíacos.
-Pioglitazona, seguro para pacientes com problemas cardíacos, mas pode causar problemas hepáticos.
Inibidores da alfa-glicosidase
Os “inibidores da alfa-glicosidase” (IAG) inibem as enzimas gastrointestinais que convertem o amido e outros carboidratos complexos consumidos em açúcares simples (glicose, frutose e lactose), mais fáceis de serem absorvidos. Assim, retardam a absorção de glicose após as refeições evitando crises de hiperglicemia. São seguros para pacientes com problemas cardíacos e podem ser combinados com metformina. Seus efeitos colaterais mais comuns são diarreia, flatulência e dor de barriga.
Diabetes Mellitus, Alvin C. Powers in Harrison’s Principles of Internal Medicine, 18th edition, Chapter 345, ISBN 978-0071748896
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Locais comuns para aparecimento de Lesões de Pressão
As proeminências ósseas são as áreas mais suscetíveis a desenvolver as lesões de pressão.
Isso ocorre porque essas regiões têm menor quantidade de tecido (músculo e tecido gorduroso) para amortecer os traumas.
Os pontos de pressão que são mais vulneráveis ao desenvolvimento de lesão num determinado paciente dependem da posição na qual esse paciente fica na maior parte do seu tempo.
O que deve fazer para prevenir?
– Não esquecer de realizar a mudança de decúbito a cada 2 horas!
-Manter colchão piramidal (caixa de ovo) sobre o colchão da cama do paciente;
-Colocar travesseiros macios embaixo dos tornozelos para elevar os calcanhares;
-Colocar o paciente sentado em poltrona macia, ou revestida com colchão piramidal, várias vezes ao dia;
-Quando sentado mudar as pernas de posição, alternando as áreas de apoio;
-Manter alimentação rica em vitaminas e proteína;
-Manter hidratação;
-Trocar fraldas a cada três horas, mantendo paciente limpo e seco;
-Hidratar a pele com óleos e/ou cremes a base de vegetais;
-Utilizar sabonetes com pH neutro para realizar a limpeza da região genital;
-Estar atento para o aparecimento de candidíase e outras infecções por fungos;
-Aplicação de filme transparente e/ou cremes ou loções a base de AGE nas áreas de risco aumentado para lesões;
-Realizar massagem suave na pele sadia, em áreas potenciais de pressão, com loção umectante e suave;
-Manter a limpeza das roupas de cama, bem como mantê-las seca e bem esticadas;
-NÃO utilizar lâmpada de calor sobre a pele, pois estimulam o ressecamento da mesma!
Eletrólitos: Sulfato de Magnésio: MgSO4
O sulfato de magnésio ou sulfato oriundo de pedra magnética, de nome comum sal de Epsom é um composto químico que contém magnésio, e cuja fórmula é MgSO4, é indicado para reposição dos níveis de magnésio, no tratamento de hipomagnesemia, edema cerebral, eclâmpsia, controle de convulsão em uremia aguda, tetania uterina, controle das arritmias cardíacas e intoxicação e envenenamento por bário, em adultos e crianças. O Sulfato de Magnésio tem múltiplos benefícios, em diversos usos.
Como ele age no organismo?
É um composto extremamente importante para o organismo, sendo essencial em diversos processos bioquímicos e fisiológicos, ativando diversos sistemas enzimáticos. O sulfato de Magnésio desempenha um papel importante na transmissão neuroquímica e na excitabilidade muscular, previne e controla convulsões, tem um efeito depressor no Sistema Nervoso Central e atua perifericamente produzindo e ajudando na vasodilatação.
Após a sua administração, via intramuscular, atua no organismo cerca de uma hora após administração, e quando administrado por via intravenosa, tem um efeito quase imediato.
Também é essencial para o funcionamento da bomba de sódio e potássio. Age como um bloqueador de canal de cálcio fisiológico e bloqueia a transmissão neuromuscular. Como a hipomagnesia pode precipitar FV refratária e dificultar a reposição de potássio intracelular, ela deve ser corrigida quando presente.
Na Pré–Eclâmpsia e Eclâmpsia, o Sulfato de Magnésio age como uma elevação da freqüência cardíaca materna e diminuição da pressão arterial sistólica, diastólica e média, além de diminuição do índice de resistência, do índice de pulsatilidade e da relação Sístole/Diástole das artérias uterinas, das artérias umbilicais e da artéria cerebral média do feto, e há ainda um aumento significativo na freqüência de fetos com diagnóstico de pré-centralização a dopplervelocimetria, e também provou ser mais eficiente que os anticonvulsivantes clássicos como a fenitoína e benzodiazepínicos, tanto na interrupção da crise convulsiva como na diminuição de suas recorrências.
“Sulfatando” a paciente
Muito utilizado este termo, de “sulfatar” pela equipe médica e de enfermagem, para debater sobre o caso do paciente, sendo de significado para designar um paciente que está em um quadro de pré-eclampsia. Geralmente “sulfatar a paciente” significa que ela está num quadro de pré-eclampsia ou eclampsia PA elevada, convulsões e vai ser usado sulfato magnésio.
Cuidados de Enfermagem com o uso do Sulfato de Magnésio
Em específico com gestantes em Pré-eclâmpsia:
– Verificar sinais vitais antes, durante e após a infusão medicamentosa;
– Auscultar batimentos cardíacos fetais e observar movimentação fetal; solicitar e explicar os benefícios do decúbito lateral esquerdo; atentar para a presença de sangramento e/ou perdas vaginais de liquido amniótico;
– Realizar controle do balanço hídrico; identificar e anotar a presença e localização de edema;
– Alertar para sinais convulsivos; atentar para sinais depressivos do sistema nervoso central; controlar diurese que deve estar maior que 30 ml/h; verificar presença de reflexo patelar e se a frequência respiratória está no mínimo 16 rpm e deixar preparado o antagonista do sulfato de magnésio que é o gluconato de cálcio.
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