SCA: Com Supra de ST Vs. Sem Supra de ST

A Síndrome coronariana aguda (SCA) refere-se a uma diversidade de sinais e sintomas clínicos e laboratoriais que são compatíveis com isquemia aguda do miocárdio, devido a alteração aguda do fluxo coronariano, englobando, por isso, angina instável (AI) e infarto agudo do miocárdio (IAM).

Síndrome Coronariana Aguda Sem ST (SCAssST) e a Síndrome Coronariana Aguda Com ST (SCAcsST): Quais são as diferenças?

Pode-se dizer que a SCA é uma condição multifatorial. A causa mais frequente é a redução da perfusão miocárdica, resultante de um estreitamento de coronárias, quase sempre por um trombo não oclusivo que desenvolveu em decorrência da ruptura de uma placa aterosclerótica.

A SCAcsST é o IAM com elevação do ST, necessitando apenas desta alteração no ECG para o diagnóstico.

Já a SCAssST (antigamente chamada de infarto subendocárdico ou transmural), precisa, além do ECG, das medidas de marcadores de necrose miocárdica (por exemplo, a troponina) para o diagnóstico, e se divide em: angina instável, em que há dor ou desconforto torácico (ou equivalente isquêmico) e/ou alterações eletrocardiográficas compatíveis e não há elevação dos marcadores; e IAM sem elevação do segmento ST, que apresenta as mesmas características, no entanto, tem elevação dos marcadores.

Em resumo, a oclusão total de uma artéria coronária geralmente leva a um IAM com supradesnível do segmento ST, enquanto a angina instável e o IAM sem supradesnível do segmento ST, geralmente resultam de uma obstrução grave, porém não total, da artéria coronária culpada.

Referências:

  1. CANESIN, Manuel Fernandes. Treinamento de emergências cardiovasculares: da Sociedade Brasileira de Cardiologia, avançado. Manole, 2012.
  2. DE PAOLA, Angelo A. V.; MONTENEGRO, Sergio; MOREIRA, Maria d. C. V. Livro-texto da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Barueri, SP: Manole, 2012.
  3. MATINS, HERLON SARAIVA; NETO, RODRIGO ANTONIO bRANDÃO; NETO, AUGUSTO SCALABRINI; VELASCO, IRINEU TAFEU. emergências clínicas: Abordagem prática. Barueri, SP: Monole, 2016.
  4. braunwald,e.; zipes, d.p.; et al. tratado de doenças cardiovasculares. Rio de janeiro, RJ: elsevier, 2013.
  5. piegas,l.s.;timerman, a.; et al. v diretriz da sociedade brasileira de cardioloia sobre tratamento do infarto agudo do miocárdio. Arq bras cardiol, 2015.
  6. jr, carlos v. serrano; timerman, ari; stefanini, edson. Tratado de cardiologia socesp. barueri, sp: monole, 2009.
  7. aroesty, julian m.; simons, michael; breall, jeffrey a. overview of the acute management of non-st elevation acute coronar syndromes. uptodate, 2018.

MONABICH: Tratamento Imediato para um IAMCSST

O tratamento do infarto é tempo-dependente. O paciente precisa reconhecer os sintomas e procurar atendimento médico imediato em uma unidade especializada de sua região.

No Setor de Emergência, ao dar entrada, deve ser avaliado precocemente, de forma ideal, em até 10 minutos.

Todo paciente com entrada de protocolo de dor torácica devem ser realizado o exame de eletrocardiograma (ECG).

Após o exame ser realizado pelo profissional da saúde, (em P.A/P.S são geralmente realizados pela equipe de enfermagem), os pacientes são submetidos ao tratamento básico inicial, salvando à algumas contra-indicações a algumas condutas, onde entra o mnemônico MONABICH.

Os Sinais clássicos de um IAM

A grande maioria dos casos o paciente apresenta a clássica dor torácica anginosa:

  • Dor em aperto;
  • Irradiação para o braço esquerdo e ombro ou mandíbula;
  • Melhora com repouso.

 

Como é diagnosticado?

Através do ECG e marcadores de necrose miocárdica, e da história clínica do paciente. O ECG Deve ser realizado preferivelmente em menos de 10 minutos e repetido a cada 5 ou 10 minutos, já que em muitos casos pode estar normal inicialmente.

O Tratamento Imediato (MONABICH)

  • Morfina: IV (2-4 mg a cada 5-10 minutos) – máximo 10 mg;
  • Oxigênio: O2 a 100% em máscara ou catéter nasal a 2-4L/min;
  • Nitratos: dinitrato de isossorbida (ISORDIL) 5mg sublingual 5-5min até 3 x. Contra-indicações: hipotensão, bradicardia, infarto de ventrículo direito, uso de inibidores da fosfodiesterase;
  • Antiplaquetário: AAS 160-325 mg (dose de ataque); 100 mg/dia por toda vida. Contra-indicações: úlcera péptica em atividade, hepatopatias graves;
  • Betabloqueadores: metoprolol 50 mg, VO, 6/6h no 1º dia; 100 mg, VO, 12/12 horas após. Contra indicações: FC < 60, PAS < 100;
  • IECA: deve ser iniciado nas primeiras 24h (e mantido indefinidamente) em pacientes com IAMCSST com FEVE < 40%, HAS, DM ou DRC, a menos que contraindicado;
  • Clopidogrel: < 75 anos: dose de ataque 300 mg; 75 mg/dia após; > 75 anos: não recebe dose de ataque (risco de hemorragia intracraniana);
  • Heparina: Anticoagulante –  enoxaparina < 75 anos: 30 mg, EV em bolus seguido de 1mg/kg via subcutânea a cada 12 horas.

 

Referências:

  1. V Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre tratamento do infarto agudo do miocárdio com supradesnível do seguimento ST. Arq. Bras. Card. 2015.
  2. Pebmed

O que são Troponinas Cardíacas?

Quando um paciente refere dor precordial, o médico solicita exames de enzimas cardíacas- As troponinas. 

O que são as Troponinas Cardíacas?

As Troponinas são enzimas encontradas no sangue, cuja medição dos seus níveis serve para diagnosticar um infarto agudo do miocárdio (ataque cardíaco), sendo considerada o mais sensível marcador de lesão do músculo cardíaco disponível.

O Complexo da Troponina

A troponina cardíaca (Tn) apresenta-se de 3 formas:

  • Troponina C (TnC);
  • Troponina I (TnI);
  • Troponina T (TnT).

As troponinas são liberadas a partir das células mortas ou danificadas do músculo cardíaco e ficam elevadas entre 4 e 8 horas após o início dos sintomas do infarto do miocárdio, com pico de elevação após 36-72 horas, normalizando entre 5 e 14 dias depois.

Pacientes com angina instável e níveis de troponina cardíaca anormal, possuem 5 vezes mais chances de sofrer um infarto quando comparados com aqueles que têm níveis de troponina normais.

Quais são os valores de referência?

 O valor de referência para a troponina T é de até 0,030 ng/mL.

Elevações da troponina sérica são essenciais para o diagnóstico de infarto do miocárdio e estimar a sua extensão. Qualquer tipo de lesão do miocárdio (músculo cardíaco), e não apenas uma lesão isquêmica, pode resultar em liberação de troponina no sangue.

Veja mais em:

O Ataque Cardíaco: Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

Ataque Cardíaco

O termo médico para ataque do coração mais conhecido é o Infarto do Miocárdio. Também pode ser chamado Enfarte do miocárdio, doença isquêmica do coração, obstrução das coronárias, crise cardíaca. No nosso meio, o termo mais usado é o infarto.

Mas o que é o Infarto do Miocárdio?

O infarto do miocárdio se dá quando o suprimento de sangue a uma parte do músculo cardíaco é reduzido ou cortado totalmente. Isso acontece quando uma artéria coronária está contraída ou obstruída, parcial ou totalmente.

Com a supressão total ou parcial da oferta de sangue ao músculo cardíaco, ele sofre uma injúria irreversível e, parando de funcionar, o que pode levar à morte súbita, morte tardia ou insuficiência cardíaca com conseqüências desde severas limitações da atividade física até a completa recuperação.

Há mais de 150 mil casos de IAM no Brasil. O infarto do miocárdio pode também acontecer em pessoas que têm as artérias coronárias normais. Isso acontece quando as coronárias apresentam um espasmo, contraindo-se violentamente e também produzindo um déficit parcial ou total de oferecimento de sangue ao músculo cardíaco irrigado pelo vaso contraído.

Esse tipo de espasmo também pode acontecer em vasos já comprometidos pela ateroesclerose.

Quais são os fatores de risco?

  • Idade: Os homens com 45 anos ou mais e as mulheres com 55 anos ao mais têm alto risco.
  • Fumo: A exposição prolongada à fumaça de outras pessoas confere a você um alto risco de doença cardiovascular.
  • Altos níveis de colesterol: Se você tem altos níveis de triglicerídeos e baixo HDL (lipoproteína de alta densidade), é provável que você tenha um risco maior de ataque cardíaco.
  • Diabetes, principalmente se não é tratado.
  • Histórico familiar de ataque cardíaco: Se alguém na sua família tem histórico de ataque cardíaco, você também poderá tê-lo.
  • Estilo de vida sedentário: Não ser ativo fisicamente leva a níveis altos de colesterol ruim que podem causar a formação de placas.
  • Obesidade: Se você perder 10% do seu peso corporal, também reduzirá seu risco de ataque cardíaco.
  • Estresse: Pesquisadores alemães descobriram que assim que quando se tem estresse, os níveis de glóbulos brancos aumentam. Eles, por sua vez, aumentam o risco de desenvolver aterosclerose e ruptura de placas.
  • Uso de drogas ilícitas: O uso de cocaína ou anfetaminas pode causar espasmo arterial coronariano.
  • Histórico de pré-eclâmpsia: Se você teve pressão alta durante a gravidez, seu risco de ter ataque cardíaco é alto.
  • Histórico de doença autoimune, como artrite reumatoide ou lúpus.

Se você tem algum desses fatores de risco, sugiro que você visite seu médico para mantê-lo protegido contra ataques cardíacos ou qualquer doença cardiovascular.

Sinais e sintomas de um ataque cardíaco

Algumas pessoas podem ter sintomas leves ou nenhum sintoma de ataque cardíaco – isso é chamado de ataque cardíaco silencioso. Acontece principalmente nas pessoas com diabetes.

Para evitar a morte prematura relacionada a doenças cardíacas, observe outros sintomas comuns desse problema fatal:

  • Dor no peito ou desconforto: Esse é o sintoma mais comum quando se tem um ataque cardíaco. Algumas pessoas podem ter uma dor aguda repentina, enquanto outras podem ter só uma leve dor. Isso pode durar alguns minutos ou algumas horas.
  • Desconforto na parte superior do corpo: Você pode sentir dor ou desconforto nos braços, costas, ombros, pescoço, mandíbula ou na parte superior do estômago.
  • Falta de ar: Algumas pessoas podem ter somente esse sintoma, ou pode acontecer juntamente com a dor no peito.
  • Suor frio, náusea, vômitos e tontura repentina: Esses sintomas são mais comuns entre as mulheres.
  • Cansaço incomum: Você pode se sentir cansado por motivos desconhecidos e às vezes isso pode durar vários dias.

As pessoas mais velhas que têm um ou mais desses sintomas normalmente os ignoram, pensando que são apenais sinais de envelhecimento. No entanto, se você sente um ou mais desses sintomas, peça para alguém chamar uma ambulância imediatamente.

Como evitar um ataque cardíaco?

A maioria das doenças cardiovasculares pode ser prevenida. Recomendo estas práticas de estilo de vida para ajudá-lo a evitar um ataque cardíaco ou doença cardíaca:

  • Tenha uma alimentação saudável;
  • Faça exercícios regularmente;
  • Pare de fumar;
  • Evite o consumo de álcool;
  • Sente-se o menos possível;
  • Melhore seus níveis de vitamina D;
  • Experimente andar de pés descalços;
  • Libere-se do estresse.

Veja mais em:

 

Os Tipos de Choque: Entenda de uma maneira mais fácil

tipos de choque

Em termos básicos, referimos o termo “Choque” em ambiente pré-hospitalar como “Perfusão inadequada generalizada de oxigênio nos órgãos e tecidos”.

O estado de choque pode surgir por diversas causas e, para cada caso, o choque tem uma definição específica, como choque anafilático, séptico ou hipovolêmico, por exemplo.

Entendendo os principais grupos de choques

Choque Hipovolêmico: O choque hipovolêmico é causado por uma diminuição no volume intravascular caracterizado por perfusão tecidual ineficaz e hipóxia. O choque hipovolêmico normalmente surge quando existe uma hemorragia que provoca a perda excessiva de sangue, como acontece em casos de:

  • Feridas ou cortes muito profundos;
  • Acidentes de trânsito;
  • Quedas de grande altura;
  • Hemorragia interna;
  • Úlceras ativas, sangrando;
  • Menstruação muito intensa;
  • Desidatração;
  • Queimaduras severas.

Choque Cardiogênico: Acontece quando o coração perde sua capacidade para bombear sangue em quantidade adequada para os órgãos, causando diminuição acentuada da pressão arterial, falta de oxigênio nos tecidos e cúmulo de líquidos nos pulmões. As causas incluem:

  • Infarto Agudo do Miocárdio com falência do ventrículo esquerdo;
  • Insuficiência cardíaca coronariana;
  • Fibrilação ventricular;
  • Arritmias;
  • Tamponamento cardíaco (Pericárdico);
  • Valvulopatias;
  • Estenose aórtica;
  • Trauma no Miocárdio;
  • Estágios terminais da Sepse (infecção generalizada);
  • Intoxicação, seja medicamentosa ou não.

Choque Obstrutivo: A compressão do coração por outros órgãos ou corpos leva a que esse órgão não se encha de tanto sangue quanto normalmente. Bombeando menos sangue para o mesmo espaço, há queda da pressão arterial e dilatação da veias que não conseguem escoar o seu conteúdo. É causado por situações traumáticas como:

  • O pneumotórax de tensão ocorre quando há um vazamento de ar do pulmão para a pleura, através de um mecanismo valvular que não permite que o ar retorne para o pulmão. O ar sai do pulmão e fica preso dentro de tórax, causando uma compressão progressiva do pulmão, do coração e dos grandes vasos da base (aorta e veia cava). Necessita de drenagem torácica urgente para evitar a morte do paciente;
  • O tamponamento cardíaco é a hemorragia para o espaço entre o pericárdio fibroso e o coração. O pericárdio é inflexível e a acumulação de líquido comprime o coração;
  • Ruptura do diafragma com herniação das vísceras intestinais para o tórax.

Choque Distributivo: O choque distributivo ou vasogênico ocorre quando o volume sanguíneo é anormalmente deslocado no sistema vascular tal como ocorre quando ele se acumula nos vasos sanguíneos periféricos.

Esse deslocamento de sangue causa uma hipovolemia relativa porque o sangue insuficiente retorna ao coração. O que leva a uma deficiente perfusão tissular subsequente o tônus vascular é regulado tanto por mecanismos reguladores locais, como nas necessidades tissulares de oxigênio e nutrientes.

Portanto, o choque distributivo pode ser causado tanto por perda do tônus simpático quanto pela liberação de mediadores químicos pelas células. Os vários mecanismos que levam à vasodilatação inicial no choque distributivo subdividem em neurogênico, anafilático e séptico.

Cuidados de Enfermagem com os Choques em Geral

  • Controle rigoroso da pressão arterial (PA);
  • Reposição dos volumes dos líquidos perdidos;
  • Sangue total – no choque hemorrágico;
  • Plasma e Albumina Humana – Perda de Proteínas;
  • SF a 0,9% e Ringer Simples ou Lactato – Perda de água e eletrólitos ou para complementação da reprodução volêmica, enquanto se espera líquido mais adequado para o caso;
  • Dextran, Haemaccel e outros expansores plasmáticos – usado em substituição ao plasma, ou albumina, ou mesmo ao SF 0,9% em caso de necessidade de grande volume de reposição;
  • Administração de drogas vasoativas quando a reposição do volume não responda no paciente;
  • Preparo do paciente para cirurgia em caso de hemorragia persistente, ex.: trauma que requer correções cirúrgicas;
  • Administração de anti-hemorrágicas prescrito pelo médico;
  • Controle e vigilância constantes no gotejamento das drogas vasoativas para manutenção da PA em níveis aceitáveis.

La progresión del infarto agudo de miocardio (IAM)

infarto agudo de miocardio

El infarto agudo de miocardio es una secuencia continua que se extiende desde un estado normal hasta un infarto total:

La Isquemia: la falta de oxigenación en los tejidos, representada por las depresiones del segmento S-T, por la inversión de la onda T, o ambos.

La Lesión: una oclusión arterial con isquemia, que está representada por la elevación del segmento S-T.

El Infarto: Muerte de un tejido, que está representada por una onda Q patológica.

Un consejo importante: una vez que el infarto agudo termina su secuencia, el segmento S-T regresa a la línea de base y la onda T se vuelve perpendicular, pero la onda Q permanece anormal debido a la formación de cicatrices.

A Progressão de um Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

Infarto Agudo do Miocárdio

O Infarto Agudo do Miocárdio é uma sequência contínua que estende de um estado normal para um infarto total:

A Isquemia: A falta de oxigenação nos tecidos, representado pelas depressões do segmento S-T, pela inversão da onda T, ou ambos.

A Lesão: Uma oclusão arterial com isquemia, que é representado pela elevação do segmento S-T.

O Infarto: Morte de um tecido, que é representado por uma onda Q patológica.

Uma dica importante: Uma vez que o infarto agudo termina sua sequência, o segmento S-T retorna à linha de base e a onda T torna-se perpendicular, mas a onda Q permanece anormal devido a formação da cicatriz.

Tratamiento Inmediato de un Infarto Agudo de Miocardio (IAM)

Mona

Un paciente que se presenta con dolor torácico en la emergencia debe ser evaluado precozmente, de forma ideal, en hasta 10 minutos.

Después de la realización del electrocardiograma, todos los pacientes con IAM con supra de segmento ST deben ser sometidos a la conducta terapéutica básica inicial, salve contraindicaciones a alguna de las conductas, cuya sigla es MONA: Morfina, Oxígeno, Nitrato y AAS.

La morfina es altamente indicada en el paciente con IAM debido a su efecto vasodilatador, reduciendo la resistencia vascular periférica, pre y post-carga del ventrículo izquierdo. Además, presenta un potente efecto analgésico sobre el SNC, reduciendo el dolor y la ansiedad del paciente. La dosis inicial de morfina debe ser de 2 a 4 mg, IV.

El oxígeno debe ser utilizado para aumentar la saturación de 02 y así limitar la lesión miocárdica isquémica, ya que habrá una mayor oferta para las células miocárdicas, consecuentemente reduciendo la intensidad de elevación del segmento ST. Su suministro deberá realizarse a través de catéter nasal, con flujo de 2 a 4 l / min., Si la hipoxemia moderada, se debe utilizar máscara de O2, con 5 a 10 l / min.

Los nitratos deben ser administrados debido a su importante acción vasodilatadora, que reducen el dolor isquémico asociado a la isquemia coronaria y el área de infarto. Inicialmente, la dosis utilizada debe ser de 5 a 10 (X) g / min, vía intravenosa, en una bomba de infusión continua.

Finalmente, el AAS debe ser utilizado para impedir la agregación plaquetaria, la reoclusión coronaria y la recurrencia de eventos después de la terapia fibrinolítica por inhibir irreversiblemente la ciclooxigenasa y consecuentemente la producción de tromboxano A2. Se debe administrar AAS a todos los pacientes en la admisión, pudiendo ser administrado antes de la realización del ECG y mantener su uso continuo indefinidamente. La dosis inicial debe ser 200 mg por vía oral y la dosis de mantenimiento debe ser 100mg / día vía oral después del almuerzo.

Estudios recientes identificaron la reducción de la mortalidad de pacientes que reciben asociado al MONA, β-bloqueadores, clopidogrel y heparina. Así pues, agregando el sufijo BCH a la sigla, MONABCH.

El principal objetivo del uso de β bloqueadores es causar la reducción de la frecuencia cardíaca, buscando mantener una FC de aproximadamente 60 lpm. Su uso rutinario debe realizarse por vía oral en el paciente estable, manteniéndolo después del alta hospitalaria.

Al igual que el AAS, el clopidogrel es también un antiagregante plaquetario, pero su efecto es debido a su acción antagonista del receptor de la adenosina.

Por último, por la heparina ser un anticoagulante, su uso se hace con el objetivo de alcanzar un tiempo de coagulación activado (TCa) de al menos 300 segundos. Es importante resaltar que, durante el uso de la heparina no fraccionada, es importante el monitoreo del conteo del número de plaquetas, así como los valores de hemoglobina y el hematocrito.

Las dosis de estos últimos medicamentos varían de acuerdo con el paciente y la clase medicamentosa utilizada.

Referencia:

Paciente critico: Diagnostico e tratamento: Hospital Sírio-Libanês / Guilherem Schettino et al. – 2. ed. – Barueri, SP: Manole,2012.

 

 

El Ataque al Corazón: Infarto Agudo de Miocardio (IAM)

Infarto

El término médico para ataque del corazón más conocido es el Infarto del Miocardio. También puede ser llamado Enfriamiento del miocardio, enfermedad isquémica del corazón, obstrucción de las coronarias, crisis cardiaca. En nuestro medio, el término más usado es el infarto.

Pero, ¿qué es el infarto de miocardio?

El infarto de miocardio se da cuando el suministro de sangre a una parte del músculo cardíaco es reducido o cortado totalmente. Esto ocurre cuando una arteria coronaria está contraída u obstruida, parcial o totalmente.

Con la supresión total o parcial de la oferta de sangre al músculo cardíaco, sufre una injuria irreversible y, parando de funcionar, lo que puede llevar a la muerte súbita, muerte tardía o insuficiencia cardiaca con consecuencias desde severas limitaciones de la actividad física hasta la completa recuperación .

Hay más de 150 mil casos de IAM en Brasil. El infarto de miocardio también puede ocurrir en personas que tienen las arterias coronarias normales. Esto ocurre cuando las coronarias presentan un espasmo, contrayendo violentamente y también produciendo un déficit parcial o total de ofrecimiento de sangre al músculo cardíaco irrigado por el vaso contraído.

Este tipo de espasmo también puede ocurrir en vasos ya comprometidos por la aterosclerosis.

¿Cuáles son los factores de riesgo?

  • Edad: Los hombres de 45 años o más y las mujeres de 55 años más tienen un alto riesgo.
  • Humo: La exposición prolongada al humo de otras personas le confiere un alto riesgo de enfermedad cardiovascular.
  • Altos niveles de colesterol: Si usted tiene altos niveles de triglicéridos y bajo HDL (lipoproteína de alta densidad), es probable que tenga un mayor riesgo de ataque al corazón.
  • La diabetes, principalmente si no se trata.
  • Historia familiar de ataque al corazón: Si alguien en su familia tiene antecedentes de ataque al corazón, también puede tenerlo.
  • Estilo de vida sedentario: No ser activo físicamente lleva a niveles altos de colesterol malo que pueden causar la formación de placas.
  • Obesidad: Si pierde el 10% de su peso corporal, también reducirá su riesgo de ataque al corazón.
  • Estrés: Investigadores alemanes descubrieron que así que cuando se tiene estrés, los niveles de glóbulos blancos aumentan. Ellos, a su vez, aumentan el riesgo de desarrollar aterosclerosis y ruptura de placas.
  • Uso de drogas ilícitas: El uso de cocaína o anfetaminas puede causar espasmo arterial coronario.
  • Historial de preeclampsia: Si usted ha tenido una presión elevada durante el embarazo, su riesgo de sufrir un ataque al corazón es alto.
  • Historia de enfermedad autoinmune, como artritis reumatoide o lupus.

Si usted tiene alguno de estos factores de riesgo, le sugiero que visite a su médico para mantenerlo protegido contra ataques al corazón o cualquier enfermedad cardiovascular.

Signos y síntomas de un ataque al corazón

Algunas personas pueden tener síntomas leves o ningún síntoma de ataque al corazón – esto se llama un ataque al corazón silencioso. Esto ocurre principalmente en las personas con diabetes.

Para evitar la muerte prematura relacionada con enfermedades del corazón, observe otros síntomas comunes de este problema fatal:

  • Dolor en el pecho o malestar: Este es el síntoma más común cuando se tiene un ataque al corazón. Algunas personas pueden tener un dolor agudo repentina, mientras que otras pueden tener sólo un leve dolor. Esto puede durar unos minutos o unas horas.
  • Incomodidad en la parte superior del cuerpo: Usted puede sentir dolor o molestias en los brazos, espalda, hombros, cuello, mandíbula o en la parte superior del estómago.
  • Falta de aire: Algunas personas pueden tener solamente este síntoma, o puede suceder junto con el dolor en el pecho.
  • Sudor frío, náuseas, vómitos y mareos repentina: Estos síntomas son más comunes entre las mujeres.
  • Cansancio inusual: Usted puede sentirse cansado por motivos desconocidos ya veces puede durar varios días.

Las personas mayores que tienen uno o más de estos síntomas normalmente los ignoran, pensando que son apenales signos de envejecimiento. Sin embargo, si usted siente uno o más de estos síntomas, pida a alguien llamar a una ambulancia inmediatamente.

¿Cómo evitar un ataque al corazón?

La mayoría de las enfermedades cardiovasculares pueden prevenirse. Recomiendo estas prácticas de estilo de vida para ayudarle a evitar un ataque al corazón o enfermedad cardíaca:

  • Tenga una alimentación sana;
  • Haga ejercicios regularmente;
  • Deje de humar;
  • Evite el consumo de alcohol;
  • Se siente lo menos posible;
  • Mejore sus niveles de vitamina D;
  • Pruebe caminar de pies descalzos;
  • Libérese del estrés.

Siga nuestra página de facebook!

 

 

 

 

 

 

 

 

O que é a Isquemia Cardíaca?

A isquemia cardíaca (IC) é caracterizada pela diminuição da passagem de sangue pelas artérias coronárias. Geralmente, é causada pela presença de placas de gordura em seu interior, que quando não são devidamente tratadas, podem romper e entupir o vaso, causando angina e infarto.

A isquemia cardíaca pode ser classificada como sendo:

ISQUEMIA CARDÍACA CRÔNICA

Caracterizada pelo acúmulo de placas de gordura no interior das artérias, cujo principal sintoma é a dor no peito que surge inicialmente, durante esforços e, com o tempo, passa a surgir até mesmo em repouso;

ISQUEMIA CARDÍACA TRANSITÓRIA

Caracterizada pela dor no peito que surge quando o indivíduo encontra-se sob estresse emocional ou estresse físico, e diminui em repouso; Comum em mulheres jovens.

ISQUEMIA SILENCIOSA

Pode não gerar sintomas e afetar o indivíduo descansando, sentado, deitado ou dormindo. Geralmente é diagnosticado durante exames de rotina.

TRATAMENTO PARA ISQUEMIA CARDÍACA

O tratamento para isquemia cardíaca pode ser feito com a tomada de medicamentos como:

-Beta-bloqueadores para reduzir os batimentos cardíacos;

-Estatinas para redução das placas de gordura;

-Antiplaquetários para diminuir a formação de coágulos sanguíneos e o rompimento das placas de gordura;

-Nitratos que dilatam os vasos do coração.

Estes medicamentos só devem ser utilizados sob rigorosa orientação do médico cardiologista. Nos casos mais graves, quando a tomada de medicamentos não é suficiente o médico poderá indicar uma cirurgia.

Alguns fatores de risco como colesterol alto, hipertensão arterial, tabagismo, sedentarismo, diabetes, apneia do sono e crises de ansiedade, podem aumentar o risco de isquemia cardíaca e por isso, o controle de todos estes fatores é importante para o tratamento.

OPÇÕES CIRÚRGICAS

ANGIOPLASTIA CORONÁRIA COM OU SEM STENT

Indicada para doenças agudas, que acometem poucos vasos, vaso único ou vasos secundários, ou até mesmo em pacientes com alto risco para cirurgia aberta.

CIRURGIA DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO

Indicada para casos mais graves quando há uma grande obstrução da passagem sanguínea ou um acometimento de muitos vasos ou de vasos importantes. Utiliza as veias safenas e/ou as artérias mamárias como uma ponte, o que regulariza a passagem de sangue pelos vasos do coração. A cirurgia é delicada e o indivíduo poderá ficar internado no hospital por mais de 4 dias, dependendo da sua recuperação. É indicada a realização de fisioterapia ainda no hospital para reabilitação cardíaca precoce.

Sintomas da isquemia cardíaca

– Angina de peito: caracterizada por dor no peito que pode irradiar para nuca, queixo, ombros ou braços;

– Palpitações cardíacas;

– Pressão no peito;

– Falta de ar ou dificuldade para respirar;

– Enjoo;

– Palidez e suor frio;

No entanto, a isquemia cardíaca pode não apresentar sintomas sendo somente descoberta num exame de rotina ou quando gera um ataque cardíaco.

CAUSAS DA ISQUEMIA CARDÍACA

-Doença aterosclerótica : rompimento de placas que se formaram dentro dos vasos;

-Embolia coronariana;

-Lúpus eritematoso sistêmico;

-Poliarterite nodosa;

-Sífilis;

-Doença de Takayasu;

-Hipercoagulabilidade;

-Espasmo coronário;

-Hipertrofia ventricular esquerda;

-Estenose aórtica;

-Tireotoxicose;

-Diabetes mellitus;

-Uso de drogas como cocaína ou anfetaminas;

-Síndrome X.

A causa mais comum da isquemia cardíaca é a aterosclerose, e esta pode ser controlada através da prática regular de exercícios físicos, alimentação pobre em gorduras e açúcares e manutenção do peso ideal.

Veja mais em: