Diagnósticos Clínicos da Gravidez

A gravidez é um período marcante na vida da mulher, e seu diagnóstico precoce é essencial para garantir um acompanhamento adequado. O diagnóstico clínico da gravidez é baseado em três categorias de sinais: presunção, probabilidade e certeza.

Nesta publicação, vamos explorar cada uma delas, destacando como os profissionais de saúde identificam uma gestação e quais são os métodos mais confiáveis para confirmá-la.

Sinais de Presunção (Sinais Subjetivos)

Os sinais de presunção são aqueles relatados pela mulher, mas que podem estar associados a outras condições além da gravidez. Eles incluem:

Sintomas Comuns

  • Amenorreia (ausência de menstruação): O primeiro e mais comum sinal, mas pode ocorrer devido a estresse, alterações hormonais ou outras condições.
  • Náuseas e vômitos: Frequentemente chamados de “enjoo matinal”, especialmente no primeiro trimestre.
  • Aumento da sensibilidade mamária: Seios doloridos e inchados, semelhantes aos sintomas pré-menstruais.
  • Fadiga e sonolência: Cansaço excessivo nos primeiros meses.
  • Aversão a certos alimentos ou odores: Mudanças no paladar e no olfato.

Limitações: Esses sinais não confirmam a gravidez, pois podem ser causados por outros fatores.

Sinais de Probabilidade (Sinais Objetivos)

Os sinais de probabilidade são identificados pelo profissional de saúde durante o exame físico e incluem alterações no corpo da mulher.

Alterações Físicas Detectáveis

  • Aumento do volume uterino: O útero cresce e pode ser palpado no exame de toque vaginal após algumas semanas.
  • Amolecimento do colo uterino (Sinal de Hegar): Detectado pelo toque vaginal.
  • Coloração arroxeada da vagina e do colo uterino (Sinal de Chadwick): Devido ao aumento da vascularização.
  • Presença de beta-hCG na urina ou sangue: O hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) é detectável em testes de farmácia ou laboratoriais.

Limitações: Embora mais confiáveis que os sinais de presunção, ainda não são definitivos, pois algumas condições (como tumores) podem aumentar o hCG ou causar alterações uterinas.

Sinais de Certeza (Confirmação Definitiva)

Os sinais de certeza são aqueles que confirmam incontestavelmente a gravidez, pois estão diretamente relacionados à presença do feto.

Métodos de Confirmação

  • Ultrassonografia (USG): Visualização do saco gestacional, embrião e batimentos cardíacos fetais (a partir da 5ª-6ª semana).
  • Ausculta dos batimentos cardíacos fetais: Detectável com Doppler a partir da 10ª-12ª semana.
  • Movimentos fetais perceptíveis pela mãe e pelo examinador: Geralmente após a 16ª-20ª semana.

Importância: Esses sinais eliminam dúvidas e confirmam a viabilidade da gestação.

Métodos Complementares de Diagnóstico

Além da avaliação clínica, exames laboratoriais e de imagem são essenciais:

  • Teste de gravidez de urina (hCG): Disponível em farmácias, detecta o hormônio a partir do atraso menstrual.
  • Exame de sangue beta-hCG: Mais sensível, pode confirmar a gravidez antes do atraso.
  • Ultrassom transvaginal: Ideal para identificar a gestação nas primeiras semanas.

Cuidados de Enfermagem

O diagnóstico clínico da gravidez é um momento delicado e importante na vida da mulher, exigindo uma abordagem humanizada e técnica por parte da equipe de enfermagem. Desde a suspeita inicial até a confirmação definitiva, os profissionais de enfermagem desempenham um papel essencial no acolhimento, orientação e acompanhamento da gestante.

Acolhimento e Comunicação Empática

  • Escuta ativa: Permita que a mulher expresse suas dúvidas, medos e expectativas sobre a possível gravidez.
  • Linguagem clara: Evite termos técnicos excessivos e explique cada etapa do processo de diagnóstico.
  • Respeito às emoções: Reações à gravidez podem variar (alegria, surpresa, ansiedade). Ofereça suporte emocional independente da situação.

Orientação Sobre Sinais e Sintomas

  • Esclarecimento: Explique a diferença entre sinais de presunção (náuseas, atraso menstrual) e sinais de probabilidade (mudanças físicas no exame).
  • Alerta para falsos positivos/negativos: Informe que estresse, alterações hormonais ou uso de medicamentos podem influenciar os sintomas e testes.

Realização e Interpretação de Testes

Testes de Urina (Farmácia)

  • Oriente sobre o melhor momento para fazer o teste (após o atraso menstrual).
  • Explique que resultados negativos podem precisar de repetição após alguns dias.

Coleta de Beta-hCG no Sangue

  • Prepare a paciente para a coleta, explicando que é mais sensível que o teste de urina.
  • Informe sobre o prazo para receber os resultados.

Encaminhamento para Ultrassom

  • Explique a importância do ultrassom para confirmar a viabilidade da gestação (saco gestacional, embrião, batimentos cardíacos).
  • Auxilie no agendamento e oriente sobre preparos necessários (ex.: bexiga cheia para USG transvaginal inicial).

Cuidados Durante o Exame Físico

  • Privacidade: Garanta um ambiente reservado para o exame ginecológico.
  • Conforto: Explique cada passo do exame (palpação uterina, inspeção vaginal) para reduzir ansiedade.
  • Identificação de sinais: Observe alterações como colo uterino amolecido (Sinal de Hegar) ou coloração arroxeada (Sinal de Chadwick).

Apoio na Confirmação e Próximos Passos

  • Resultados positivos:
    • Parabenize, se a gravidez for desejada, e inicie orientações sobre pré-natal.
    • Em casos de gravidez não planejada, ofereça suporte sem julgamentos e informe sobre opções disponíveis.
  • Resultados negativos:
    • Discuta possíveis causas para os sintomas (ex.: desequilíbrios hormonais) e necessidade de investigação.

Educação em Saúde

  • Pré-natal imediato: Enfatize a importância do início precoce do acompanhamento médico.
  • Hábitos saudáveis: Oriente sobre alimentação, suplementação (ácido fólico), e evitar álcool/fumo.
  • Sinais de alerta: Ensine a reconhecer sintomas de risco (sangramento intenso, dor abdominal forte).

Documentação e Encaminhamentos

  • Registro preciso: Anote no prontuário os sintomas relatados, resultados de testes e condutas adotadas.
  • Encaminhamento adequado: Direcione a paciente para obstetra ou serviços de planejamento familiar, conforme necessário.

O diagnóstico da gravidez envolve uma combinação de sinais de presunção, probabilidade e certeza. Enquanto os sintomas iniciais podem levantar suspeitas, a confirmação definitiva só ocorre com exames como a ultrassonografia e a detecção de batimentos cardíacos fetais.

Referências:

  1. ORVALHO, Ana; FIGUEIREDO, Carolina; FRIAS, Ana. Sinais, sintomas e diagnóstico de gravidez: avaliação física e obstétrica. Capítulo 1. Editor Científica, p. 8-23, 14 maio 2024. DOI: 10.37885/240316092.
  2. Pereira, S. V. M., & Bachion, M. M.. (2005). Diagnósticos de Enfermagem identificados em gestantes durante o pré-natal. Revista Brasileira De Enfermagem, 58(6), 659–664. https://doi.org/10.1590/S0034-71672005000600006

Sinais Vitais: Quando verificar?

Sinais vitais são medidas essenciais para avaliar o estado de saúde de uma pessoa. Eles incluem aferições como temperatura, frequência cardíaca, frequência respiratória e pressão arterial.

Em que situações deve verificar os sinais vitais?

Na admissão

Quando um paciente chega a um hospital ou clínica, a medição dos sinais vitais é um passo inicial crucial. Isso permite que os profissionais de saúde avaliem o estado geral do paciente e identifiquem possíveis alterações.

Na Pré consulta ou Consulta Hospitalar ou Ambulatorial

É importante medir os sinais vitais na pré consulta ou consulta médica de rotina, para avaliar as alterações fisiológicas e detectar possíveis problemas de saúde.

Após qualquer intervenção ou procedimento

Após cirurgias, exames ou outros procedimentos médicos, é importante monitorar os sinais vitais para detectar qualquer reação adversa ou mudança significativa.

Quando o paciente apresentar sintomas de emergência

Se um paciente manifestar sintomas graves, como falta de ar, dor no peito ou confusão, a verificação imediata dos sinais vitais é essencial para avaliar a gravidade da situação.

Antes e depois da administração de medicamentos

Alguns medicamentos podem afetar os sinais vitais. Portanto, é importante medir esses parâmetros antes de administrar qualquer tratamento.

Antes e depois de mudanças no tratamento

Sempre que houver alterações na terapia (como ajustes de dose ou troca de medicamentos), verificar os sinais vitais ajuda a avaliar a resposta do paciente.

Quando o paciente relata alterações nos sintomas

Se o paciente mencionar mudanças em seu estado de saúde, como febre, tontura ou palpitações, a medição dos sinais vitais pode fornecer informações importantes.

Quando o paciente apresenta ansiedade ou dor

A ansiedade e a dor podem afetar os sinais vitais. Monitorar esses parâmetros ajuda a entender o impacto emocional ou físico no paciente.

Referência:

  1. Central de Consultas

Outubro Rosa: Atente-se aos sinais de alerta!

O Outubro Rosa é uma campanha mundial que acontece todos os anos no mês de outubro, com o objetivo de conscientizar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, que é o tipo de câncer que mais afeta as mulheres em todo o mundo.

A História

O símbolo da campanha é o laço cor-de-rosa, que foi criado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído na primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990.

No Brasil, o movimento começou em 2002, com a iluminação do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo. Desde então, diversas ações são realizadas para divulgar informações sobre a doença, os direitos das mulheres e os serviços de saúde disponíveis para o rastreamento, o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama.

A campanha também incentiva as mulheres a realizarem o autoexame das mamas e a mamografia, que são os principais métodos para detectar precocemente o câncer de mama e aumentar as chances de cura.

Além disso, o Outubro Rosa alerta para os fatores de risco da doença, como o envelhecimento, os fatores reprodutivos, o histórico familiar, o consumo de álcool, o excesso de peso e a falta de atividade física.

Sinais e sintomas do câncer de mama

É essencial observar se as mamas estão sofrendo qualquer tipo de alteração e, caso perceba alguma diferença, é importante comunicar imediatamente ao médico. Alguns dos sinas e sintomas que podem aparecer são:

  • Nódulo único endurecido.
  • Irritação ou abaulamento de uma parte da mama.
  • Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo).
  • Edema (inchaço) da pele.
  • Eritema (vermelhidão) na pele.
  • Inversão do mamilo.
  • Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas.
  • Sensação de nódulo aumentado na axila.
  • Espessamento ou retração da pele ou do mamilo.
  • Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos.
  • Inchaço do braço.

O câncer de mama dói?

O câncer de mama é considerado silencioso. Raramente a dor na mama é um sinal de câncer, mas existe a possibilidade de ser um sinal, por isso, caso apresente mais algum sinal da lista acima, procure seu médico o mais rápido possível.

Autoexame da mama: como fazer?

O autoexame é importante principalmente por conta do autoconhecimento. Já que normalmente o câncer de mama é indolor, é essencial a observação constante para identificar possíveis anomalias.

Durante o autoexame deve-se procurar: deformações ou alterações no formato das mamas, abaulamentos ou retrações, ferida ao redor do mamilo, caroços nas mamas ou axilas e secreções pelos mamilos. Cabe lembrar que o autoexame não é suficiente! O médico é o responsável por passar os devidos exames, como a mamografia.

Quando fazer o autoexame? Não basta fazer apenas no Outubro Rosa! O recomendado é fazer uma vez por mês. A melhor época é logo depois da menstruação, já que é quando os seios estão menos inchados.

Como acontece a prevenção?

Não existe uma maneira exata de prevenir o câncer de mama, mas alguns hábitos afetam diretamente a probabilidade de desenvolver a doença. Recomenda-se:

  • Praticar atividade física regularmente;
  • Manter-se dentro de uma faixa de peso adequada;
  • Evitar o uso de tabaco e o consumo excessivo de bebida alcoólica;
  • Amamentar e ter uma alimentação adequada.

Outubro Rosa e os homens: sabia que eles podem ter câncer de mama?

Apesar de ocorrer principalmente em mulheres, homens também podem ter a doença. Os sintomas normalmente são: nódulo na mama, perto do mamilo ou axila; liberação de líquido pelo mamilo ou feridas no mamilo; e mudança na aparência do mamilo, incluindo sua direção.

Aproveite o movimento do Outubro Rosa e compartilhe esse texto. Dessa forma, você pode ajudar mais pessoas a saberem como cuidar da sua saúde.

Referência:

  1. Ministério da Saúde

A Cultura da Ponta do Cateter: Infecções Relacionadas

A Infecções relacionadas a cateteres são clinicamente importantes e devem ser diagnosticadas rapidamente. Geralmente estão associadas com eritemas, inflamação, pus e em algumas situações febre.

Veja mais sobre os Sinais Flogísticos:

Os Sinais Flogísticos ou Cardinais

Quando estes sinais são identificados, o cateter é removido do paciente e encaminhado sua ponta para análise laboratorial.

Os cuidados de Enfermagem quanto ao processo de cultura:

Em geral:

Enviar a ponta do cateter para cultura somente se houver sinal de infecção (inflamação no sítio de inserção, febre, sinais de sepse ou bacteremia documentada sem foco de infecção aparente).

  • Se houver evidência de pus e infecção do tecido local, limpar a superfície da pele e coletar o pus do tecido profundo utilizando seringa e agulha;
  • O frasco deve ser identificado corretamente;
  • O coletor deve conferir os dados do paciente ao receber a amostra e anotar na etiqueta o horário da coleta;
  • Anotar na etiqueta se o cateter retirado era de nutrição parenteral, pois nestes casos é importante pesquisar Malassezia furfur (fungo).

PROCEDIMENTO DE COLETA

Os mesmos cuidados de desinfecção utilizados na introdução do cateter devem ser adotados no momento da retirada.

  • Limpar a pele com álcool 70% antes de remover o cateter;
  • Utilizando técnicas assépticas, segurar a porção exposta do cateter e remover cuidadosamente o cateter do paciente com um instrumento estéril (evitar o contato com a pele);
  • Segurar a porção distal sobre um recipiente estéril e cortar aproximadamente 5cm da ponta (marca no cateter) com tesoura estéril ou lâmina de bisturi, deixando-a cair dentro do recipiente estéril;
  • Após a coleta, anotar na etiqueta o horário da coleta.

Coleta e transporte:

  • O envio deve ser realizado a temperatura ambiente (20 a 25ºC) em até 1 hora após a coleta.

Observação

NÃO DOBRAR OU ENROLAR A PONTA DO CATETER!!! É necessário que a ponta do cateter esteja reta para rolar sobre a placa do meio de cultura!

Interpretação do exame

  • Quantificar o numero de cada tipo de micro-organismo isolado;
  • Se a contagem for superior a 15 UFC, o micro-organismo deve ser identificado e realizado teste de sensibilidade a antimicrobianos;
  • Se a contagem for inferior a 15 UFC, identificar somente patógenos importantes, como por exemplo, Candida albicans, Streptococcus do grupo A e Staphylococcus aureus;
  • Caso tenha sido coletada amostra de sangue, guardar a placa para comparação caso esta seja positiva;
  • Se houver crescimento de vários micro-organismos, reportar como “nº” UFC de microbiota bacteriana mista, sem identificação e sem teste de sensibilidade a antimicrobianos.

Referência:

  1. DIAGNÓSTICO DAS INFECÇÕES RELACIONADAS AOS CATETERES VASCULARES CENTRAIS NO HIAE (Hospital Albert Einstein)

Câncer de Mama

O Câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma.

O câncer de mama responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres.

Consequentemente, também acomete homens, porém é raro, representando menos de 1% do total de casos da doença.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos.

Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.

O Sinais e Sintomas

O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais de câncer de mama são:

  • edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja;
  • retração cutânea;
  • dor;
  • inversão do mamilo;
  • hiperemia;
  • descamação ou ulceração do mamilo;
  • secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea.

 

A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.

Lembrando que:

Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama.

A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.

Faça o Autoexame!

Pare um pouquinho, e se reserve um tempo para fazer um auto exame das mamas!

O que fazer?

Em frente ao espelho:

    • Posicione-se em frente ao espelho;
    • Observe os dois seios, primeiramente com os braços caídos;
    • Coloque as mãos na cintura fazendo força;
    • Coloque-as atrás da cabeça e observe o tamanho, posição e forma do mamilo;
    • Pressione levemente o mamilo e veja se há saída de secreção.

 

  • Em pé (pode ser durante o banho)

  • Levante seu braço esquerdo e apoie-o sobre a cabeça;
  • Com a mão direita esticada, examine a mama esquerda;
  • Divida o seio em faixas e analise devagar cada uma dessas faixas. Use a polpa dos dedos e não as pontas ou unhas;
  • Sinta a mama;
  • Faça movimentos circulares, de cima para baixo;
  • Repita os movimentos na outra mama.

 

Deitada

  • Coloque uma toalha dobrada sob o ombro direito para examinar a mama direita;
  • Sinta a mama com movimentos circulares, fazendo uma leve pressão;
  • Apalpe a metade externa da mama (é mais consistente);
  • Depois apalpe as axilas;
  • Inverta o procedimento para a mama esquerda.

 

Caso sinta algum nódulo ou mudança na textura ou tamanho, procure um médico ginecologista. Ele realizará o exame clínico de mama e poderá solicitar a mamografia.

Referência:

  1. Ministério da Saúde.

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