Derivação de Fontaine

A derivação ECG de Fontaine é um tipo especial de derivação usada para diagnosticar a displasia arritmogênica do ventrículo direito (DAVD), uma doença cardíaca que afeta o músculo do ventrículo direito e pode causar arritmias graves e morte súbita.

Como funciona?

A derivação de Fontaine consiste em colocar o eletrodo do braço direito no manúbrio esternal (a parte superior do osso do peito) e o eletrodo do braço esquerdo no apêndice xifoide (a ponta inferior do osso do peito).

Além disso, o eletrodo da perna pode ser colocado na posição de V4, que é o quinto espaço intercostal na linha médio-clavicular esquerda.

Essa configuração permite registrar a onda épsilon, um sinal característico da DAVD que representa uma atividade elétrica anormal no ventrículo direito.

A onda épsilon aparece como um entalhe ou deflexão na parte final do complexo QRS, que corresponde à contração dos ventrículos.

A derivação de Fontaine é uma das formas de detectar a onda épsilon, mas existem outras derivações que também podem ser usadas, como as precordiais direitas (V1R a V6R) ou as posteriores (V7 a V9).

A derivação de Fontaine foi descrita pela primeira vez pelo cardiologista francês Paul Fontaine em 1982.

Referência:

  1. https://angomed.com/sistema-de-derivacoes-eletrocardiograficas/

Bandeja para Exame de Eletrocardiograma (ECG)

Para que serve?

Registrar o ECG com traçado correto, nítido, sem interferência e com identificação completa.

Executor:

Equipe de Enfermagem (Enfermeiro, Técnico de Enfermagem e Auxiliar de enfermagem)

Materiais Necessários

  • 01 Aparelho de Eletrocardiograma completo (braçadeiras, eletrodos ou peras).
  • 01 Bandeja
  • 02 Bolas de Algodão
  • 01 Caneta
  • 05 mL Solução alcoólica a 70%
  • 01 Biombo
  • 01 par de Luvas de procedimento
  • 01 Aparelho de barbear
  • 01 Folha de Papel milimetrado

Etapas do Procedimento

  1. Verificar no pedido de ECG, o tipo de exame requisitado, se 12 derivações ou uma derivação específica;
  2. Higienizar as mãos;
  3. Reunir o material e levar ao quarto – próximo ao paciente;
  4. Identificar-se para o paciente e/ou acompanhante;
  5. Conferir o nome do paciente pela pulseira de identificação;
  6. Explicar o procedimento ao paciente e/ou acompanhante;
  7. Calçar luvas de procedimento;
  8. Solicitar a retirada de adornos e outros objetos metálicos;
  9. Posicionar o paciente no leito ou mesa de exame;
  10. Certifique-se que o paciente não esteja em contato com alguma parte metálica no leito;
  11. Abaixar a cabeceira da cama à 0º, exceto quando contraindicado;
  12. Conectar o aparelho a rede elétrica conforme voltagem indicada pelo fabricante ou conectar ao computador com programa específico;
  13. Expor o tórax e realizar a antissepsia da pele com a gaze umedecida com o álcool á 70%, na região precordial;
  14. Realizar a antissepsia da pele nas extremidades dos membros (na face interna e longe dos ossos) com gaze umedecida com álcool a 70%;
  15. Evitar aplicar os eletrodos sobre saliências ósseas, locais peludos, áreas para compressão torácica;
  16. Colocar eletrodos descartáveis ou peras na linha precordial:
  17. V1: 4º espaço intercostal à direita do externo;
  18. V2: 4º espaço intercostal à esquerda do externo;
  19. V3: 5º entre V2 e V4;
  20. V4: 5º espaço intercostal e linha hemiclavicular à esquerda;
  21. V5: 5º espaço intercostal e linha axilar anterior à esquerda;
  22. V6: 5º espaço intercostal e linha axilar média à esquerda;
  23. Colocar as braçadeiras ou eletrodos descartáveis nas áreas preparadas;
  24. RA: braço direito (right arm);
  25. LA: braço esquerdo (left arm);
  26. RL: perna direita (right leg);
  27. LL: perna esquerda (left leg);
  28. Conectar os cabos aos seus respectivos eletrodos ou peras e braçadeiras, conforme indicação presente nos mesmos;
  29. Ligar o aparelho e iniciar o ECG, seguindo as orientações do fabricante;
  30. Identificar o ECG com data, hora, nome completo, idade, sexo, número do leito e carimbo do profissional;
  31. Desligar o aparelho, desconectando os cabos do paciente;
  32. Deixar o paciente no leito seguro e confortável ou encaminhá-lo à consulta ambulatorial;
  33. Deixar a unidade em ordem;
  34. Proceder à desinfecção do eletrocardiógrafo, das braçadeiras e/ou das peras com o pano limpo umedecido em álcool a 70% e guardá-los em local próprio, mantendo-o conectado à rede elétrica, conforme recomendação do fabricante;
  35. Desprezar o material utilizado em local próprio;
  36. Higienizar as mãos;
  37. Anotar no prontuário a realização do exame.

Observações

  • Caso o equipamento apresente defeito, solicitar ao coordenador administrativo a troca imediata e o posterior conserto do aparelho pelo setor de eletrônica.
  • Caso o traçado apresente sinais de interferência, verificar fixação dos eletrodos, braçadeiras, utilização do álcool e reforçar com o paciente a necessidade do relaxamento.
  • Em caso de paciente amputado ou muitas interferências, colocar os eletrodos nas extremidades do tórax próximo a articulação do braço e no abdome próximo a crista ilíaca.
  • Caso o paciente apresente marca-passo, realizar um registro padrão e um com o auxílio de uma peça de imã sobre o marca-passo.

Referências:

  1. SMELTZER, S. C.; BARE, B. G.; BRUNNER & SUDDARTH. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
  2. SPRINGHOUSE. As melhoras práticas de enfermagem: procedimentos baseados em evidências. Tradução de Regina Machado Garcez. 2a. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. p. 239-242.

Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP)

Vá direto ao ponto!

A Atividade Elétrica sem Pulso (AESP) é uma situação clínica, não uma arritmia específica.

A atividade elétrica sem pulso pode ser encontrada em quase metade dos pacientes que sofrem parada cardíaca.

Causas

Choque grave, hemorragia intensa por ruptura arterial, como na dissecção de aorta, tromboembolismo pulmonar maciço, pneumotórax e o tamponamento cardíaco por ruptura de parede livre do ventrículo.

Nesses pacientes, até 60% dos casos são por causas cardiovasculares, entre as principais encontram-se o infarto agudo do miocárdio em 21% dos casos, 9,5% por hemorragia, tanto por dissecção aórtica quanto por ruptura ventricular e 2,4% por tromboembolismo pulmonar.

Identificação

Na AESP existe atividade elétrica no monitor cardíaco, mas o paciente não reage, não respira e não se consegue sentir pulso carotídeo. Constitui um ritmo com complexos QRS que não produzem respostas de contração miocárdica suficiente e detectável.

Apesar de existir um ritmo organizado no monitor, não existe acoplamento do ritmo com pulsação efetiva (com débito cardíaco), sendo um RITMO NÃO CHOCÁVEL.

Veja também:

Os Ritmos Chocáveis Vs Não Chocáveis em uma PCR

Interpretando Arritmias Cardíacas

Referência:

  1. Favarato, Desidério e Gutierrez, Paulo SampaioCaso 3/2005 – Parada cardíaca em atividade elétrica sem pulso, em homem de 49 anos, no 23º dia após infarto agudo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, v. 84, n. 6 [Acessado 15 Junho 2022] , pp. 492-494. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0066-782X2005000600012&gt;. Epub 28 Jun 2005. ISSN 1678-4170. https://doi.org/10.1590/S0066-782X2005000600012.

MAPA e Holter: Entenda as diferenças

Os exames MAPA e Holter são alguns dos mais indicados para o diagnóstico de diversas doenças cardíacas. Apesar de parecidos, eles têm diferenças e é importante saber quais são elas para recomendar o exame mais adequado.

O MAPA

O exame de Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) é um exame usado para a verificação da pressão arterial de forma mais aprofundada. Enquanto o esfigmomanômetro verifica apenas a pressão sanguínea momentânea, o MAPA consegue acompanhar as oscilações durante determinado tempo.

O MAPA é um aparelho semelhante a um gravador portátil, que coleta as informações sobre a condição do paciente, de acordo com as condições externas. Assim, ele pode registrar a oscilação pela presença do médico (síndrome do jaleco branco), pela submissão a estresse físico ou emocional, entre outras.

Por isso, o MAPA é bastante usado em pacientes com suspeita de hipertensão arterial. Afinal, ele mostra elevações na pressão, que podem indicar um quadro da doença, e também uma elevação isolada, que não necessariamente demonstra um problema de saúde, podendo ser um evento isolado.

Também pode ser recomendado para investigar os motivos para elevações periódicas na pressão de pacientes que já tenham o diagnóstico de hipertensão. Ou seja, é importante para que o médico tenha as informações necessárias para rever o tratamento proposto.

O Holter

O Holter é um equipamento portátil, também colocado junto ao corpo do paciente, usado para a mensuração da atividade elétrica do coração. Por isso, é indicado para diagnosticar diversos problemas relacionados à condução cardíaca.

São colados fios no tórax do paciente, que fazem a medição da atividade cardíaca durante 24 horas. Ele registra diferentes episódios, como desmaios, palpitações, arritmias, entre outros problemas.

Apesar de não haver contraindicação, é muito importante considerar o histórico do paciente antes de acoplar o aparelho. Além disso, é fundamental orientar bem o paciente, tirando todas as dúvidas dele, uma vez que ele passará o dia todo com o equipamento.

Então, qual é a diferença?

Ambos os exames não exigem um preparo. Por isso, são considerados pouco invasivos e de fácil convivência. De qualquer forma, é necessário que o paciente fique 24 horas com qualquer um dos aparelhos, com um bom registro da rotina do paciente.

A diferença entre eles é mesmo a indicação: o MAPA verifica a pressão arterial; o Holter a atividade elétrica. Ou seja, eles podem até ser usados de forma complementar, principalmente para os casos mais complexos de doenças cardiovasculares.

De qualquer forma, é muito importante avaliar o quadro global do paciente antes de indicar os exames de MAPA e Holter. Portanto, pesquise bem o histórico, converse e, inclusive, veja se outros exames podem ser necessários.

O CardioMAPA

O CardioMAPA é um aparelho com a capacidade de registrar o Holter e o MAPA simultaneamente – dessa forma é possível analisar os registros da pressão arterial e da frequência cardíaca no mesmo período sem a necessidade de dois dias de monitorização.

Referências:

  1. Hospital Israelita Albert Einstein;
  2. Portal Telemedicina;
  3. Maislaudo.

Realizando o Exame de Eletrocardiograma (ECG)

eletrocardiograma

Seja para prevenir doenças, para confirmar um diagnóstico, ou simplesmente para permitir a realização de atividades físicas sem riscos à saúde, o eletrocardiograma é um dos exames mais usados atualmente para checar o estado do coração. Esse exame verifica qualquer tipo de problema aparente e mostra ao médico qual é o melhor caminho a ser tomado nas mais variadas circunstâncias.

No entanto, são poucas as pessoas que fazem o eletrocardiograma, pensando que ele só deve ser prescrito em casos graves ou específicos, o que não é verdade.

O que é o Eletrocardiograma?

O eletrocardiograma é um exame que visa registrar a atividade elétrica do coração toda vez que este realiza um batimento, usando, para isso, uma série de eletrodos, pás e peras que são espalhados pelo corpo.

Esses eletrodos estão ligados a um aparelho, responsável por traduzir toda a atividade em um papel “termossensível”. A partir disso, o médico pode analisar os registros gráficos e avaliar o estado cardíaco do paciente de forma apurada.

O Técnico de Enfermagem pode realizar o exame de Eletrocardiograma (ECG)?

Temos um Parecer em nosso respaldo, o Parecer nº 29/2014- COREN/MS! 

O exame de Eletrocardiograma (ECG), por ser considerado um exame simples, não invasivo, fácil e repetitivo, não apresentando objeções de ser realizado (pode ser realizado) por um Auxiliar ou Técnico de Enfermagem, esses profissionais têm a capacidade de realizar a colocação de eletrodos e manuseio do aparelho.

Não é uma função privativa do Enfermeiro, porém,  é necessário que haja a supervisão de um Enfermeiro(a) na unidade, pois ele é o profissional que tem conhecimento técnico científico para analisar e identificar qualquer alteração fisiológica, assim se houver alguma intercorrência no decorrer do exame, esse técnico de enfermagem pode solicitar a presença do enfermeiro do setor. No entanto, a análise do exame e o laudo eletrocardiográfico são da competência do profissional médico.

Sabendo que o Enfermeiro também deverá registrar tudo em prontuário, mediante a Resolução Cofen nº 358, de 15 de outubro de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem.

Portanto, é favorável de que a realização do exame de eletrocardiograma (ECG), seja, realizado por qualquer um dos membros da Equipe de Enfermagem, desde que seja capacitado e treinado (Auxiliar ou Técnico de enfermagem, Enfermeiro), tendo em vista que não é privativo de nenhum profissional!

Quando o eletrocardiograma deve ser feito?

O eletrocardiograma é solicitado tanto para a confirmação de um diagnóstico quanto para verificar, preventivamente, algum tipo de doença cardiovascular, visto que essa é a principal causa de morte de indivíduos adultos.

A arritmia e a desfibrilação, por exemplo, são disfunções cardíacas que podem ser verificadas por meio do exame. No entanto, doenças como hipotireoidismo e AVC (Acidente Vascular Cerebral) também costumam ser constatadas, mesmo envolvendo outras áreas do organismo. Isso prova que o exame, além de eficaz, é bem abrangente.

Como fazer um eletrocardiograma?

Preparando o paciente adequadamente

O primeiro passo para o eletrocardiograma é a preparação do paciente, que deve estar ciente que o exame é seguro, livre de riscos e rápido — desde que paciente colabore.

Para a realização do exame, é necessário colocar os eletrodos em pontos específicos do corpo. Se o paciente apresentar muitos pelos nesses locais, será necessário uma tricotomia (depilação), para que o eletrodo se fixe corretamente e não haja interferências.

Retirando toda a roupa, joias e qualquer adorno que estiver no corpo, o paciente deverá ser colocado de barriga pra cima, estando pronto para a sucessão do procedimento. O paciente deverá estar em repouso, por isso, é importante que movimentos bruscos sejam evitados 10 minutos antes do exame.

Posicionando os eletrodos de forma correta

Os eletrodos são fixados a partir de um gel colante, mas antes disso, é necessário que se passe álcool desengordurante na pele, a fim de retirar parte da camada córnea, garantindo máxima eficácia para o exame.

Os eletrodos são colocados seguindo dois tipos de derivação, chamadas precordiais e periféricos. Os precordiais serão colocados sob o peito, enquanto os periféricos serão posicionados nos membros do paciente.

Os eletrodos precordiais são classificados como eletrodos V, e possuem determinados locais de atuação. Vejam quais são:

  • V-1: quarto espaço intercostal (entre as costelas), na margem direita do esterno. Possui cor vermelha.
  • V-2: quarto espaço intercostal, na margem esquerda do esterno. Possui cor amarela.
  • V-3: entre V-2 e V-4. No entanto, deve-se colocar V-4 primeiro. Possui cor verde.
  • V-4: quinto espaço intercostal na linha média clavicular esquerda. Possui cor marrom.
  • V-5: quinto espaço intercostal, situado na axilar anterior esquerda. Possui cor preta.
  • V-6: quinto espaço intercostal, situado na axilar média esquerda. Possui cor roxa.

Para iniciar a colocação, deve-se contar os espaços entre as costelas a partir da clavícula direita.

Os eletrodos periféricos são mais simples de ser colocados, basta lembrar da ordem vermelho-amarelo-preto-verde. Veja:

  • Eletrodo RA: braço direito. Tem a cor vermelha.
  • Eletrodo LA: braço esquerdo. Tem a cor amarela.
  • Eletrodo RL: tornozelo direito. Tem a cor preta.
  • Eletrodo LL: tornozelo esquerdo. Tem a cor verde.

O eletrocardiograma é um exame extremamente eficaz e possibilita o indivíduo descobrir uma série de distúrbios ou doenças que podem afetar o seu coração. Afinal, o quanto antes o problema for analisado, mais rápido ele poderá ser resolvido.

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Eletrocardiograma

Veja mais em:

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¿Qué es la sobrecarga atrial?

sobrecarga atria

Una sobrecarga atrial puede ser vista a través de un laudo de examen hecho en un electrocardiograma (ECG), en un monitor multiparámetros, y laudos de exámenes de ecocardiogramas, entre otros.

¿Qué es una sobrecarga atrial?

Es cuando hay un aumento de volumen en uno de los atrios, pudiendo ser el Izquierdo (SAE) o Derecho (SAD).

Generalmente representa una dificultad de vaciamiento del atrio, cualquiera sea el lado. La mayoría de las veces puede ser por una deficiencia de apertura de la válvula mitral (en el caso de la SAE). Dependiendo de la intensidad puede generar síntomas y arritmias cardíacas.

Sin embargo, (no siempre) puede ser necesario un tratamiento medicamentoso o incluso un procedimiento invasivo como cirugía o “plastia” de la válvula.

La repolarización ventricular se altera en cualquier mal funcionamiento del corazón e incluso en corazones sanos, siendo portando una alteración inespecífica.

Las causas de la sobrecarga auricular derecha

Pueden ser por enfermedades congénitas:

  • Anomalía de Ebstein;
  • Atresia de la válvula tricúspide;
  • Estenosis congénita de la válvula pulmonar;
  • Síndrome de Eisenmenger;
  • Tetralogía de Fallot;
  • Comunicación interatrial, entre otras.

O enfermedades adquiridas:

  • Color pulmonale asociado al enfisema pulmonar o bronquitis crónica;
  • Estenosis de la válvula tricúspide;
  • Insuficiencia de la válvula tricúspide;
  • Hipertensión pulmonar por innumerables causas;
  • Cardiomiopatías [dilatada, restrictiva e hipertrófica];
  • Fibrilación auricular permanente [arritmia que tiene origen en los atrios, pudiendo ser causa o consecuencia de la sobrecarga atrial derecha], entre otras.

Las Causas de la Sobrecarga Atrial Izquierda

  • Hipertención arterial;
  • Enfermedades de la válvula mitral (estenosis o insuficiencia de la válvula mitral);
  • Enfermedades de la válvula aórtica (estenosis o insuficiencia de la válvula aórtica);
  • Cardiomiopatías (dilatada, restrictiva o hipertrófica);
  • Enfermedad arterial coronaria;
  • Fibrilación auricular permanente (arritmia que tiene origen en los atrios, que puede ser causa o consecuencia de la sobrecarga atrial izquierda), entre otras enfermedades.

La sobrecarga atrial izquierda puede ocurrir aisladamente o asociada a la sobrecarga atrial derecha (cámara cardíaca localizada por encima del ventrículo derecho). Esta última condición se denomina sobrecarga biatrial.

En el electrocardiograma el diagnóstico de la sobrecarga auricular se realiza a través del análisis de la onda P en las derivaciones D2 y V1. Eventualmente, en algunos laudos de electrocardiograma, el término sobrecarga atrial izquierda podrá ser sustituido por la abreviatura SAE o SAD.

Vean también:

Paro Cardiaco Vs Ataque Cardiaco: Las Diferencias

Las Valvas (Válvulas) Cardíacas

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Como Interpretar o ECG na Prática

Interpreta ECG

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Conteúdo Atualizado! Revisado e atualizado em 25/09/2026.

Interpretar um ECG não começa pela tentativa de descobrir “qual é a doença”. Começa verificando se o traçado está tecnicamente adequado e seguindo sempre a mesma sequência. Isso reduz o risco de pular justamente uma alteração importante.

Comece pelo traçado

Antes de olhar para as ondas, confira a qualidade do exame. Observe calibração, posicionamento dos eletrodos e presença de artefatos. Um V1 ou V2 colocado fora da posição correta, por exemplo, pode modificar a aparência do traçado e levar a interpretações equivocadas.

A análise sistemática recomendada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia inclui qualidade técnica, ritmo e frequência, onda P, intervalo PR, eixo elétrico, complexo QRS, repolarização ventricular e intervalos QT e onda U.

Frequência cardíaca

Depois, estime a frequência ventricular. Em um ritmo regular, podem ser utilizados métodos baseados nos quadrados do papel milimetrado; quando o ritmo é irregular, a contagem deve considerar um intervalo de tempo conhecido.

Mais importante do que decorar uma única fórmula é saber se a frequência está compatível com o contexto clínico e se existe uma alteração evidente de ritmo.

Ritmo: procure a onda P

Pergunte primeiro: existe onda P? Ela tem aspecto semelhante entre os batimentos? Está relacionada ao QRS? O intervalo PR permanece organizado?

No ritmo sinusal, a ativação atrial apresenta relação organizada com os complexos ventriculares. Já a ausência de ondas P sinusais pode aparecer em diferentes arritmias, como fibrilação atrial, flutter atrial ou ritmos juncionais, cada um com características próprias.

Na prática, um monitor pode mostrar uma frequência de 140 bpm e a primeira reação ser chamar de “taquicardia”. Antes disso, vale olhar o traçado: uma frequência elevada com ondas P organizadas não deve ser interpretada da mesma maneira que uma taquiarritmia irregular sem ondas P claramente identificáveis.

Intervalo PR e complexo QRS

O intervalo PR ajuda a avaliar a condução entre átrios e ventrículos. Observe sua duração e, principalmente, se existe relação constante entre P e QRS.

Em seguida, analise o QRS: duração, amplitude e morfologia. Um QRS alargado pode ter diferentes explicações, como bloqueios de ramo, ritmo ventricular, condução aberrante ou pré-excitação. Por isso, não é seguro associar um único achado a uma única doença sem analisar o restante do ECG.

Eixo elétrico sem complicar

O eixo pode ser avaliado principalmente pelas derivações do plano frontal. Para quem está começando, é mais útil entender se a orientação elétrica está dentro do esperado ou se existe desvio significativo, relacionando esse achado aos demais elementos do traçado.

A idade, o biotipo e outras características individuais também podem influenciar a interpretação do eixo, portanto um desvio isolado não deve ser transformado automaticamente em diagnóstico.

Agora olhe para ST e onda T

É nessa etapa que o ECG ganha grande importância nas situações de suspeita de isquemia. Observe o segmento ST e a onda T, sempre considerando as derivações envolvidas e a distribuição das alterações.

Em uma suspeita de síndrome coronariana aguda, um ECG inicial sem alterações diagnósticas não exclui o problema. As alterações podem ser dinâmicas, e ECGs seriados podem ser necessários quando os sintomas persistem ou o quadro clínico muda. A diretriz ACC/AHA de 2025 recomenda aquisição e interpretação do ECG em até 10 minutos do primeiro contato nos casos de suspeita de síndrome coronariana aguda.

Esse detalhe muda a prática: diante de dor torácica persistente, não é adequado olhar um ECG inicial normal e encerrar a avaliação apenas por causa dele.

QT também merece atenção

O intervalo QT representa a duração da atividade elétrica ventricular relacionada à despolarização e repolarização. Como ele varia com a frequência cardíaca, a avaliação do QT corrigido, o QTc, é particularmente importante.

Medicamentos, distúrbios eletrolíticos e diferentes condições clínicas podem interferir na repolarização. Por isso, diante de um QT prolongado, o achado deve ser relacionado ao quadro do paciente e às medicações em uso, em vez de ser tratado como uma alteração isolada.

Não confie cegamente no laudo automático

O aparelho pode fornecer uma interpretação automática e ela é útil como ferramenta auxiliar, mas não substitui a avaliação clínica e eletrocardiográfica adequada. A própria diretriz da SBC reconhece a melhora dos sistemas automatizados, mantendo-os como recurso auxiliar.

Isso é especialmente importante na enfermagem: o profissional pode identificar uma alteração no monitor ou no ECG e comunicar rapidamente a equipe, mas não deve transformar a interpretação automática do equipamento em diagnóstico definitivo.

Quando o ECG precisa chamar atenção

Alguns achados exigem resposta rápida quando associados ao quadro clínico, como alterações sugestivas de isquemia, taquiarritmias importantes, bradiarritmias com repercussão, bloqueios avançados, alterações significativas da condução ou mudanças novas em relação a ECG anterior.

Na síndrome coronariana aguda, por exemplo, elevação ou depressão do ST, inversões de onda T e outros padrões precisam ser interpretados considerando as derivações envolvidas e o contexto clínico. Em determinadas situações, derivações adicionais direitas ou posteriores podem ser necessárias.

Outro exemplo aparece na fibrilação atrial: a confirmação deve ser feita por registro eletrocardiográfico, e não apenas pela irregularidade percebida no pulso ou por dispositivos que utilizam fotopletismografia.

Um jeito simples de memorizar

Para estudar, use sempre uma sequência fixa:

Qualidade → frequência → ritmo → P → PR → QRS → eixo → ST/T → QT → comparação com ECG anterior.

A vantagem é que você não depende de “bater o olho” para reconhecer uma alteração. Você cria um roteiro que pode ser repetido em praticamente todo ECG de 12 derivações.

Cuidados de enfermagem

O cuidado começa antes mesmo da interpretação: confirme identificação do paciente, prepare a pele quando necessário, posicione corretamente os eletrodos, mantenha o paciente confortável e reduza movimentos e interferências durante o registro.

Após o exame, observe alterações relevantes e mudanças em relação a registros anteriores, comunique imediatamente achados associados à instabilidade clínica e registre o procedimento e as intercorrências conforme o protocolo institucional. A qualidade técnica do traçado é parte fundamental da análise do ECG.

Se o paciente apresenta dor torácica, sudorese, dispneia ou alteração do estado clínico enquanto o ECG está sendo realizado, o traçado deixa de ser apenas um exame para “estudar depois”: ele passa a fazer parte de uma avaliação que precisa ser rápida e integrada ao quadro clínico.

Resumo para salvar

Como Interpretar o ECG na Prática

  • Confira a qualidade e o posicionamento dos eletrodos
  • Analise frequência ritmo P PR QRS eixo ST T e QT
  • Não confie isoladamente no laudo automático
  • Compare o ECG com o quadro clínico e exames anteriores

Referências:

  1. SAMESIMA, Nelson et al. Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre a Análise e Emissão de Laudos Eletrocardiográficos – 2022. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 4, p. 638-680, 2022. Diretriz completa da SBC
  2. RAO, Sunil et al. 2025 ACC/AHA/ACEP/NAEMSP/SCAI Guideline for the Management of Patients With Acute Coronary Syndromes. Circulation, 2025. Diretriz de Síndromes Coronarianas Agudas 2025
  3. EUROPEAN SOCIETY OF CARDIOLOGY. 2024 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation. European Heart Journal, 2024. Diretriz ESC de Fibrilação Atrial 2024
  4. VOGLER, J.; BREITHARDT, G.; ECKARDT, L. Bradiarritmias y bloqueos de la conducción. Revista Española de Cardiología, v. 65, n. 7, p. 656-667, 2012. 
  5. GOLDBERGER, Ary L.; GOLDBERGER, Zachary D.; SCHVILKIN, Alexei. Clinical Electrocardiography: A Simplified Approach. 7. ed. Philadelphia: Mosby Elsevier, 2006.
  6. CASTELLANO, C.; PÉREZ DE JUAN, M. A.; ATTIE, F. Electrocardiografía Clínica. 2. ed. Madrid: Elsevier España, 2004. 
  7. BRIGNOLE, M. et al. 2013 ESC Guidelines on cardiac pacing and cardiac resynchronization therapy. European Heart Journal, 2013. 
Dicas

O Técnico de Enfermagem pode realizar o exame de Eletrocardiograma (ECG)?

Pergunta enviada pela Ana: “No hospital que trabalho técnicos brigam em dizer que realizar ECG é privativo do enfermeiro! Onde posso encontrar alguma resolução sobre isso? No meu ver se o médico do PS solicitou ECG o técnico que está ali deve fazer imediatamente e não ficar esperando o enfermeiro, este que está com outras […]

Interpretando o Eletrocardiograma Facilmente

Eletrocardiograma

 

Arritmias no ECG Saiba Reconhecer

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Conteúdo Atualizado! Revisado e atualizado em 26/09/2026.

No ECG, a primeira pista de uma arritmia muitas vezes não está no nome do ritmo, mas na relação entre frequência, regularidade, onda P e QRS. Quem aprende a procurar esses quatro elementos consegue organizar o raciocínio antes mesmo de decorar dezenas de traçados.

O que o ECG mostra

O eletrocardiograma registra a atividade elétrica do coração. Na análise convencional, observamos onda P, intervalo PR, complexo QRS, segmento ST, onda T e, quando necessário, intervalo QT e outros componentes.

A onda P representa a despolarização atrial; o QRS, a despolarização ventricular; e a onda T está relacionada à repolarização ventricular. Nem todo ritmo, porém, apresentará todos esses elementos de maneira típica ou organizada.

Um roteiro simples para reconhecer o ritmo

Comece pela frequência. Depois pergunte se o ritmo é regular ou irregular. Observe se existem ondas P identificáveis, se elas mantêm relação com os complexos QRS e se o QRS é estreito ou largo.

Esse roteiro ajuda a diferenciar ritmos supraventriculares, ritmos de origem ventricular e alterações da condução sem depender apenas da aparência geral do monitor. A análise sistemática do ECG é recomendada pela Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Ritmo sinusal

No ritmo sinusal, a ativação elétrica começa no nó sinoatrial e existe uma relação organizada entre as ondas P e os complexos QRS. A frequência pode variar conforme idade, atividade, medicamentos e condição clínica, portanto “ritmo sinusal” não significa necessariamente que todos os demais parâmetros do ECG estejam normais.

Fibrilação atrial

A fibrilação atrial costuma apresentar atividade atrial desorganizada e intervalos RR irregularmente irregulares, sem ondas P sinusais claramente identificáveis.

Um ponto importante para a prática: pulso irregular ou um relógio inteligente sugerindo fibrilação atrial não confirma sozinho o diagnóstico. A confirmação deve ser feita por registro de ECG apropriado.

Em um paciente monitorizado, por exemplo, uma frequência que varia rapidamente de 80 para 130 bpm pode chamar atenção antes mesmo de alguém olhar o traçado com cuidado. Nesse momento, vale conferir o ritmo no monitor e, quando indicado, obter um ECG de 12 derivações em vez de registrar apenas “FC irregular”.

Quando o QRS está largo

Um QRS com duração ≥ 0,12 segundo caracteriza um complexo largo. Isso pode ocorrer em ritmos ventriculares, mas também em algumas taquicardias supraventriculares com bloqueio de ramo, pré-excitação ou outras alterações da condução.

Por isso, QRS largo não significa automaticamente taquicardia ventricular. Em uma taquicardia de complexo largo, o contexto clínico e o padrão eletrocardiográfico precisam ser considerados. A AHA 2025 recomenda cardioversão sincronizada para taquicardia de complexo largo com instabilidade hemodinâmica.

Taquicardia ventricular

A taquicardia ventricular nasce nos ventrículos e geralmente apresenta complexos QRS largos. Pode ser monomórfica ou polimórfica e pode ocorrer com ou sem pulso.

A frequência, isoladamente, não define o diagnóstico. O mais importante é reconhecer o padrão do ritmo e verificar imediatamente se o paciente apresenta instabilidade, como hipotensão, alteração aguda do estado mental, sinais de choque, dor torácica isquêmica ou insuficiência cardíaca aguda.

No plantão, essa diferença muda completamente a prioridade. Um monitor mostrando uma taquicardia de QRS largo em um paciente consciente e perfundido permite uma abordagem diferente daquela encontrada quando o mesmo traçado aparece acompanhado de hipotensão e alteração do nível de consciência.

Taquicardia supraventricular

As taquicardias supraventriculares abrangem diferentes mecanismos e, em muitos casos, apresentam QRS estreito e ritmo regular. Quando há taquicardia regular de complexo estreito com pulso, as manobras vagais são recomendadas e a adenosina pode ser utilizada em situações apropriadas.

Se houver instabilidade hemodinâmica, a cardioversão sincronizada é indicada para a taquicardia apropriada conforme o algoritmo de emergência.

Bradicardia e ritmos de escape

Bradicardia não deve ser interpretada apenas pelo número exibido no monitor. A AHA 2025 utiliza, no algoritmo de bradicardia com pulso, frequência tipicamente inferior a 50 bpm quando há bradiarritmia, mas a conduta depende principalmente da presença de comprometimento cardiopulmonar.

Hipotensão, alteração aguda do estado mental, sinais de choque, desconforto torácico isquêmico e insuficiência cardíaca aguda são sinais de alerta. Também é necessário procurar causas reversíveis, como hipóxia, distúrbios eletrolíticos, isquemia, hipotermia e medicamentos.

Fibrilação ventricular e assistolia

Na fibrilação ventricular, a atividade elétrica ventricular é caótica e não produz contração mecânica eficaz. É um ritmo chocável.

Na assistolia, não há atividade elétrica ventricular organizada detectável. É um ritmo não chocável e exige reconhecimento rápido da parada cardiorrespiratória e início do algoritmo correspondente.

Aqui, o ECG não deve virar uma aula demorada enquanto o paciente está em parada: reconhecimento, RCP de alta qualidade e desfibrilação quando indicada são prioridades. Os algoritmos AHA 2025 distinguem claramente ritmos chocáveis, como fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso, dos ritmos não chocáveis, como assistolia e atividade elétrica sem pulso.

Torsades de pointes

A torsades de pointes é uma forma de taquicardia ventricular polimórfica associada ao prolongamento do intervalo QT. Medicamentos, alterações eletrolíticas e condições congênitas podem estar relacionados ao QT prolongado.

Na recorrência de torsades associada a QT longo, o magnésio pode ser considerado. A AHA 2025 não recomenda seu uso rotineiro para taquicardia ventricular polimórfica com QT normal.

O monitor ajuda, mas não substitui o ECG

O monitor multiparamétrico é excelente para acompanhar tendência e reconhecer mudanças abruptas, porém um traçado de monitorização não substitui automaticamente um ECG de 12 derivações.

Quando surge uma arritmia nova, especialmente se acompanhada de sintomas ou instabilidade, vale confirmar o ritmo, obter o ECG quando possível e comparar com registros anteriores. Na fibrilação atrial, por exemplo, a confirmação eletrocardiográfica é parte do diagnóstico.

Cuidados de enfermagem

Na prática assistencial, a enfermagem deve:

  • conferir posicionamento e contato dos eletrodos;
  • observar frequência, regularidade e mudanças súbitas do ritmo;
  • avaliar pulso e sinais de perfusão quando houver alteração no monitor;
  • verificar pressão arterial, nível de consciência, dor, dispneia e outros sinais de instabilidade;
  • realizar ECG de 12 derivações quando indicado e conforme protocolo;
  • comunicar imediatamente arritmias novas ou acompanhadas de deterioração clínica;
  • registrar ritmo identificado, sinais associados, intervenções e resposta do paciente.

Um cuidado simples faz muita diferença: antes de chamar uma alteração de “arritmia”, confira se não existe artefato, eletrodo solto ou interferência no monitor. Um traçado ruim pode parecer uma alteração do ritmo e gerar uma intervenção desnecessária.

Resumo para salvar

Arritmias no ECG Saiba Reconhecer

  • Analise frequência regularidade P e QRS
  • Diferencie ritmos estreitos e largos
  • Avalie sempre a estabilidade clínica
  • Confirme alterações novas com ECG quando indicado

Referências:

  1. SAMESIMA, Nelson et al. Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre a Análise e Emissão de Laudos Eletrocardiográficos – 2022. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 4, p. 638-680, 2022. Diretriz da SBC sobre ECG 2022
  2. WIGGINTON, Jane G. et al. Part 9: Adult Advanced Life Support: 2025 American Heart Association Guidelines for Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care. Circulation, v. 152, supl. 2, p. S538-S577, 2025. AHA 2025 – Adult Advanced Life Support
  3. EUROPEAN SOCIETY OF CARDIOLOGY. 2024 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation developed in collaboration with the EACTS. European Heart Journal, v. 45, n. 36, p. 3314-3414, 2024. ESC 2024 – Fibrilação Atrial
  4. AMERICAN HEART ASSOCIATION. Adult Bradycardia With a Pulse Algorithm. Dallas: AHA, 2025. Algoritmo AHA 2025 para bradicardia