O Broncoespasmo: O que é?

Broncoespasmo

Certamente, quando você estiver com um paciente e um fisioterapeuta ou o médico após avaliar o mesmo, irá citar que está apresentando o Broncoespasmo. É um termo bastante específico, e você com certeza se encherá de dúvidas.

Mas o que é o Broncoespasmo?

Entende-se por broncoespasmo ao estreitamento da luz bronquial como consequência da contração da musculatura dos brônquios, o que causa dificuldades para respirar, ou seja, também pode ser definido como espasmos nos brônquios que impedem a passagem do ar até os pulmões ou uma constrição reversível de vias aéreas pequenas do trato respiratório distal.

Normalmente é controlado mediante o uso de bronco-dilatadores, que cumprem a função de expandir os brônquios e permitir a passagem do ar. Alguns deles são inalados por via oral, enquanto outros são usados via intravenosa.

O que ocasiona o Broncoespasmo?

Pode ocorrer por vários tipos de problemas nos brônquios. Entre eles estão:

– A Inflamação do brônquio;

– Broncoespasmo induzido por exercício (BIE); 

– Hiper-reatividade bronquial;

– Broncoespasmo paradóxico;

– Outras causas como infecções leves, antecedentes patológicos, como respiratórios (asma) e alérgicos.

O que é feito quando apresentam o Broncoespasmo?

Antes de aplicar o tratamento, primeiro se deve ver a gravidade ou severidade do quadro. São estabelecidos 2 níveis: quadros leves e moderados ou quadros severos ou muito prolongados. Dependendo do nível podem ser aplicados os tratamentos necessários para diminuir o quadro de broncoespasmo na pessoa.

Nos Quadros Leves

Quando trata-se de quadros leves e moderados, se empregam os seguintes tratamentos.

  • Bronco-dilatadores de alívio rápido: Podem ser usados alguns como salbutamol, albuterol, salmeterol, pirbuterol, terbutalina que são administrados por nebulização ou aerossol.
  • Estabilizadores dos mastocitos: Nedocromil sódico ou cromolina sódica.
  • Bronco-dilatadores de ação prolongada: Alguns deles são o formoterol ou salmeterol.
  • Antileucotreno: São conhecidos alguns como montelukast sódico ou zafirlukast.

Alguns destes medicamentos são tomados 15 a 30 minutos antes de realizar uma atividade física ou no momento que apresentar um quadro leve de broncoespasmo. Alguns deles tem uma ação de proteção de até 24 horas de duração. Entretanto, os outros bronco-diltadores só apresentam uma ação que vai de 3 a 6 horas.

Quando são feitos exercícios, é importante o uso de alguns bronco-dilatadores de alívio rápido para diminuir os sintomas.

Também se recomenda evitar fazer exercícios ou atividades, particularmente em pessoas com algum tipo de alergia ou asma crônica, em condições onde a temperatura seja extremamente fria ou haja altos níveis de pólen.

Algumas vezes, para prevenir esses quadros leves, se empregam medicamentos preventivos.

Vários dos mencionados acima são medicamentos preventivos. Também, podem ser realizados esses tratamentos preventivos, mediante o uso de corticoides inalados, diminuindo efetivamente dessa maneira, a severidade, assim como a recorrência dos broncoespasmos.

Nos Quadros severos ou muito prolongados

Quando aparece esse tipo de quadros o tratamento empregado é à base de bronco-dilatadores e corticoides. Estes são administrados via oral ou intravenosa. Normalmente, logo após apresentar um quadro severo, são aplicados tratamentos preventivos para assim evitar broncoespasmos frequentes.

Em crianças menores de 6 anos com broncoespasmo, com os tratamentos adequados e inclusive às vezes na ausência de tratamento, isso pode desaparecer com os anos. Todavia, em pessoas que tenham familiares com antecedentes de asma, quando se apresentam quadros de broncoespasmo (leves ou severos), estes podem converter-se em asma crônica.

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A Vancomicina e a Vancocinemia

Vancomicina

A Vancomicina é um antibiótico glicopeptídico que, vem sendo utilizado no tratamento de infecções causadas por microrganismos gram-positivos, especialmente em cepas de Staphylococcus Aureus resistente a meticilina (MRSA), Staphylococcus coagulase negativa e Enterococcus faecium1,2,3,4,5.

Desenvolvida em 1950, a vancomicina era originalmente prescrita principalmente quando os organismos eram resistentes à penicilina ou quando o indivíduo era alérgico à penicilina.

Conheça as outras Indicações

A Vancomicina é indicada também para o tratamento de infecções causadas por outros microrganismos Gram-positivos suscetíveis à Vancomicina; pacientes que não podem receber ou não responderam a outras drogas, incluindo penicilinas ou cefalosporinas, e para o tratamento de infecções graves causadas por microrganismos suscetíveis à Vancomicina e resistentes a outros antimicrobianos.

Sua efetividade tem sido demonstrada no tratamento de septicemia, infecções ósseas, infecções do trato respiratório inferior e infecções na pele e estruturas da pele.

A Importância do Monitoramento da Dose da Vancomicina no Sangue

Por se tratar de um antibiótico que pode causar grandes efeitos colaterais, é realizado um exame específico para o controle de dosagem de vancomicina no sangue: A Vancocinemia.

É importante monitorar o nível de vancomicina, pois sua efetividade depende da manutenção desses níveis em uma concentração mínima durante o tratamento.

Além disso, devem ser evitadas concentrações excessivas, porque níveis elevados provocam graves efeitos colaterais, especificamente dano à audição (ototoxicidade) e rins (nefrotoxicidade).

A quantidade de vancomicina administrada por dose depende de diversos fatores, incluindo a função renal, outros fármacos (medicamentos) nefrotóxicos que o indivíduo possa estar tomando, idade e peso.

A atividade renal diminuída pode evitar a eliminação eficiente de vancomicina do organismo do indivíduo, o que resulta em aumento da concentração no sangue.

É pouco provável que o tratamento seja eficiente se for administrada uma dose baixa demais, e não será possível manter no sangue uma concentração mínima necessária.

O exame de vancomicina pode ser usado para monitorar a quantidade de fármaco no sangue, para que ele permaneça nas concentrações terapêuticas – ou seja, adequadas, mas não excessivas.

Há Hospitais que implementam o Protocolo de Vancocinemia, onde os objetivos do protocolo é corrigir a posologia da vancomicina de acordo com o seu nível sérico, com reajuste pela enfermagem. Onde é feito:

  • O Controle de coleta de sangue para a Vancocinemia em até 2 horas antes do antibiótico ser administrado;
  • Padronização na correção da vancomicina através dos resultados obtidos pelo exame de sangue para a vancocinemia;
  • E a facilidade do ajuste pelo enfermeiro na prescrição médica para que seja administrado a dose precisa da vancomicina ao paciente.

Há valores padrões para esta correção.

Geralmente, é padronizado o nível sérico de vancomicina na faixa de 15-20 µg/mL, isto é, podendo variar conforme cada protocolo disponibilizado nas instituições.

Em pacientes cujo alvo não é alcançado aumenta-se a freqüência da administração ou da dose, em pacientes com vancocinemia acima de 20 mcg/dl a dose deve ser diminuída pela metade, nos pacientes com vancocinemia maior do que 30 mcg/dl o antibiótico deve ser suspenso até o próximo resultado.

Para consultar um Protocolo de Vancocinemia, recomendamos a leitura do Protocolo estabelecido pelo Hospital Albert Einsteinonde é entendido de uma forma clara e objetiva os critérios para o uso do protocolo.

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farmacologia

Que Medicamento é Esse?: Tirofibana

Que Medicamento é Esse?: Tirofibana

A Tirofibana, também conhecido como Cloridrato de Tirofibana ou pelo nome comercial Agrastat, é um fármaco antiplaquetário da classe dos inibidores da glicoproteína IIb/IIIa, ou seja, é um medicamento que inibe a agregação plaquetária.

Bastante utilizado em pacientes com angina instável ou infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST para prevenir a ocorrência de eventos cardíacos isquêmicos.

É também indicado para pacientes com síndromes coronárias isquêmicas submetidos à angioplastia coronária ou aterectomia para prevenir a ocorrência de complicações coronárias isquêmicas relacionadas ao fechamento abrupto da artéria coronária tratada, sendo também utilizada em conjunto com a heparina.

Como Funciona?

A tirofibana age prevenindo a agregação das plaquetas no sangue.

Quando as plaquetas aderem umas às outras elas podem formar coágulos sanguíneos, capazes de causar obstrução dos vasos sanguíneos que nutrem o coração, levando a um ataque cardíaco.

É uma medicação exclusiva para uso por via intravenosa.

Atenção! 

A administração da tirofibana é feita sempre por infusão intravenosa (IV) lenta, por um profissional de saúde, sob supervisão direta de um médico, e em ambiente adequado para tratamento de emergências. O medicamento promove uma inibição plaquetária maior que 90%, trinta minutos após sua infusão. As doses utilizadas, assim como os horários e intervalos de administração devem ser estabelecidos unicamente pelo médico.

Os Efeitos Colaterais

Quando usado concomitantemente com heparina e aspirina, o efeito colateral desfavorável mais comum é a ocorrência de sangramentos, geralmente de gravidade leve, de local conhecido, podendo também ocorrer hematúria, hematêmese e hemoptise.

Quando é Contraindicado?

É contraindicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do produto, como a inibição da agregação plaquetária aumenta o risco de hemorragias, este medicamento é contraindicado para pacientes com hemorragia interna ativa, histórico de hemorragia intracraniana, neoplasia intracraniana, malformação arteriovenosa ou aneurisma e para pacientes que desenvolveram trombocitopenia após exposição ao mesmo.

Os Cuidados de Enfermagem

  • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido sem o conhecimento do médico. A medicação deve ser usada em associação com heparina.
  • No caso de gravidez (confirmada ou suspeita) ou, ainda, se a paciente estiver amamentando ou planejando amamentar, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomenda-se cautela também nos casos de insuficiência renal, contagem de plaquetas < 150.000 mm3 e pacientes idosos.
  • Informe ao paciente as reações adversas mais frequentes relacionadas ao uso da medicação e na ocorrência de qualquer uma, principalmente as incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser consultado.
  • Recomende que o paciente informe ao médico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou à cirurgia.
  • Pode causar tontura. Recomende que o paciente evite dirigir e outras atividades que requerem estado de alerta, até que a resposta à medicação seja conhecida.
  • Recomende que o paciente evite o uso concomitante de ácido acetilsalicílico, como também de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia.
  • Antes da administração, avalie: o histórico do paciente e, diante história de hemorragia intra-craniana ou aneurisma, o uso da medicação é contra-indicado; a função hematológica.
  • Durante a terapia, avalie: sinais e sintomas de sangramento (hematomas, hematúria, sangue em fezes), e evite: alguns procedimentos (administração de drogas por via IM, punção venosa, cateterismo, intubação) para prevenir sangramentos.
  • Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas.
  • IV: dilua em 500 ml de soro fisiológico 0,9% ou glicosado 5%; administre a droga com a heparina no mesmo cateter; não misture o tirofibana com outra droga; após a diluição, a solução se mantém estável durante 24h (25ºC); a solução não deve ser colocada no congelador.

Que Medicamento é Esse?: Adenosina

Que Medicamento é Esse?: Adenosina

A adenosina ou Adenocard (Nome Comercial) é um antiarrítmico cardíaco, sendo indicado para o tratamento da taquicardia supraventricular paroxística.

Como Funciona?

O Adenocard é um medicamento que tem na sua composição Adenosina, um composto com ação no músculo do coração e no sistema de condução.

Adenocard é assim capaz de tratar os batimentos cardíacos irregulares, também conhecidos por arritmias.

É muito utilizada por via endovenosa para reversão de taquiarritmias com QRS estreito ou como agente farmacológico para causar estresse em determinados exames complementares.

Os Efeitos Colaterais

Alguns dos efeitos colaterais incluem dor ou pressão no peito, alteração dos batimentos cardíacos, visão embaçada e alteração do pensamento, desmaio, tontura, dor na garganta, dor ou rigidez no pescoço ou queixo.

Quando é Contraindicado?

Em pacientes com pressão baixa, doenças ou problemas de coração e para pacientes com alergia à Adenosina ou a outros componentes da fórmula.

Os Cuidados de Enfermagem

  • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que o paciente alcance melhoras.
  • Informe ao paciente as  reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas. Principalmente rubor facial, diminuição da respiração ou tontura, como também aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente.
  • Recomende que o paciente mude lentamente de posição para minimizar a hipotensão postural, durante a terapia. As doses >12mg diminuem a PA devido a redução da resistência vascular periférica.
  • Os resultados de alguns ensaios clínicos revelaram que mais da metade dos pacientes apresentam novas arritmias.
  • Pode causar cefaleia ou desmaio. Recomende que o paciente solicite auxílio para sua deambulação ou seu transporte, para prevenir quedas e possíveis fraturas, como também que evite atividades que requerem estado de alerta, durante a terapia.
  • Recomende ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia.
  • Interações Medicamentosas: atenção durante uso concomitante com outras drogas.
  • IV: infunda rapidamente; administre direta e rapidamente na veia; dilua em soro fisiológico 0,9% para que a droga alcance a circulação sistêmica; quando a solução está fria, pode haver formação de cristais.
  • Se os cristais estiverem visíveis, aqueça levemente a solução em temperatura ambiente.
  • Se a solução não estiver clara, não use a droga!

Que Medicamento é Esse?: Atenolol

Que Medicamento é Esse?: Atenolol

O Atenolol,  é um medicamento com indicação de controle da hipertensão, angina de peito e arritmias, podendo ser usado no tratamento do infarto do miocárdio ou após o infarto, em adultos.

Entretanto, age predominantemente sobre os receptores beta-1 adrenérgicos do tecido cardíaco, reduzindo o débito cardíaco e o consumo de oxigênio e diminuindo a secreção da renina.

Como Funciona?

Este medicamento é um composto que pertence à classe dos anti-hipertensivos, que atua sobre os receptores do coração e da circulação. Quando usado continuamente, o Atenolol é assim capaz de reduzir a pressão arterial.

Após a administração de oral de Atenolol, os picos de concentração de medicamento no sangue ocorrem cerca de 2 a 4 horas após a sua administração.

Os Efeitos Colaterais

Alguns dos efeitos colaterais mais comuns de Atenolol podem incluir cansaço extremo, mãos e pés frios, tontura, alterações de humor, queda de pressão, desmaio, problemas de estômago e intestino ou boca seca.

Quando é Contraindicado?

O Atenolol está contraindicado para pacientes com doenças ou problemas de coração, pressão baixa ou muito baixa, problemas de circulação, pacientes com má alimentação ou com feocromocitoma e para pacientes com alergia ao Atenolol ou a outros componentes da fórmula.

Os Cuidados de Enfermagem

  • Instrua o paciente a tomar a medicação, exatamente conforme recomendado (todos os dias sempre no mesmo horário), e a não interromper o tratamento, sem o conhecimento de seu médico, ainda que alcance melhora.
  • O uso da medicação não deve ser suspenso subitamente ou sem o conhecimento do médico, informe ao paciente os sintomas relacionados à suspensão súbita do seu uso (Angina e IAM).
  • As doses devem ser reduzidas lenta e gradualmente, durante mais de 2 semanas.
  • A medicação deve ser usada cuidadosamente nos casos de ICC e em pacientes com broncoespasmo, asma, ou enfisema (principalmente em doses de 100mg).
  • Informe ao paciente as reações adversas mais frequentes relacionadas ao uso da medicação e na ocorrência de qualquer uma delas, principalmente aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado.
  • Recomende ao paciente que que evite os substitutos do sal e os alimentos que contém altos níveis de potássio ou sódio, exceto quando prescritos pela nutricionista.
  • Pode causar tontura. Recomende que o paciente evite dirigir e outras atividades que requerem estado de alerta, durante a terapia.
  • Recomende que o paciente evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento de seu médico, durante a terapia.
  • Antes da administração, monitore: Periodicamente o pulso radial e , diante pulso <60bpm, não administre a droga sem o conhecimento do médico!
  • Durante a terapia, monitore a PA (o uso da medicação pode mascarar os sinais de choque ou hipoglicemia).
  • Interações Medicamentosas: Atenção ao uso concomitante de outras drogas!
  • VO: A medicação deve ser administrada durante as refeições, para evitar as reações gastrintestinais.

Parada Cardíaca VS Ataque Cardíaco: As Diferenças

Parada Cardíaca

Muitos ainda pensam frequentemente que um ataque cardíaco é a mesma coisa que uma parada cardíaca. Isto, contudo, não são a mesma coisa.

A fim compreender a diferença entre um ataque cardíaco e uma parada cardíaca, é necessário primeiramente compreender o que acontece em ambos os processos.

As diferenciações

O que é o Ataque Cardíaco?

O coração é um músculo, e como todos os músculos exige um fluxo sanguíneo rico em oxigênio. Este oxigênio é fornecido ao coração por artérias coronárias. Um ataque cardíaco ocorre quando há um bloqueio das artérias coronárias, causado frequentemente por um coágulo de sangue. Tal bloqueio, se não resolvido rapidamente, pode fazer com que partes do músculo do coração comecem a morrer. O que podemos lembrar ligeiramente, “quando o coração sofre de algum problema em seu encanamento (artérias coronárias)”.

E o que é a Parada Cardíaca?

Neste caso, uma parada cardíaca, é quando o coração realmente para de bater; considerando que em um ataque cardíaco o coração continua a bater normalmente mesmo que o fluxo sanguíneo ao coração seja interrompido, ou seja, podemos lembrar ligeiramente que “o coração está com problemas elétricos em seu sistema coronário, ou seja, falta energia em seu funcionamento”.

Sintomas de ataque cardíaco e de parada cardíaca

Além de terem um mecanismo fisiológico diferente, os sintomas de um ataque cardíaco e de uma parada cardíaca igualmente variam.

Os sintomas de um ataque cardíaco incluem:

  • Dor no peito: sensação de tensão no centro da caixa torácica, que pode durar por alguns minutos e a dor não diminui nem mesmo se a pessoa estiver em descanso. (Embora  este seja o sintoma mais comum, nem todos os pacientes que têm um ataque cardíaco sentem dor no peito);
  • Espalhamento da dor no peito a outras áreas, como braços, mandíbula, pescoço, costa e abdômen;
  • Falta de ar;
  • Tosse;
  • Chiado;
  • Sensação de estar doente;
  • Ansiedade;
  • Atordoamento ou vertigem;
  • Transpiração;
  • Fraqueza;
  • Palpitação (pulsação do coração visíveis).

Já os sintomas de uma parada cardíaca incluem:

  • Perda de consciência repentina/compreensibilidade;
  • Nenhuma respiração;
  • Nenhum pulso.

A falta do pulso é causada pelo fato do coração parar de bater totalmente durante uma parada cardíaca. Por causa disso, os órgãos do corpo são privados do sangue – o que pode levar à morte.

Os seguintes sinais de aviso podem igualmente ocorrer no período antes de uma parada cardíaca:

  • Dor no peito;
  • Falta de ar;
  • Fraqueza;
  • Vertigem;
  • Palpitação;
  • Náusea.

Causas de ataque cardíaco e parada cardíaca

As paradas cardíacas têm diversas causas potenciais, como:

  • Fibrilação Ventricular: um ritmo anormal do coração (arritmia) onde as câmaras mais baixas do coração (os ventrículos) batem de maneira irregular;
  • Taquicardia ventricular;
  • Doença cardíaca coronária;
  • Mudanças da estrutura do coração;
  • Falha de Pacemaker;
  • Parada respiratória;
  • Bloqueio;
  • Afogamento;
  • Electrocução;
  • Hipotermia;
  • Gota dramática na pressão sanguínea;
  • Abuso de drogas;
  • Consumo excessivo do álcool; e
  • Uma razão desconhecida.

Resumindo…

Há uma diferença entre um ataque cardíaco e uma parada cardíaca.

Um ataque cardíaco ocorre quando o fluxo sanguíneo ao coração é interrompido e uma parte do músculo cardíaco começa a morrer; enquanto uma parada cardíaca ocorre quando o coração para de bater por completo.

São vários os sintomas de um ataque cardíaco.

Ao contrário, os sintomas principais de uma parada cardíaca são inconsciência, falta da respiração e nenhum pulso.

Por fim, há muitas causas diferentes de uma parada cardíaca; considerando que a causa principal de um ataque cardíaco é a doença cardíaca coronária.

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Que Medicamento é Esse?: Tenoxicam

Que Medicamento é Esse?: Tenoxicam

O Tenoxicam, mais popularmente conhecida como Tilatil, é um anti-inflamatório não esteroide (AINE), cuja indicação é para o tratamento dos sintomas de doenças dolorosas inflamatórias e degenerativas como artrite reumatoide, osteoartrite, osteoartrose, espondilite anquilosante, tendinite, bursite, gota e distensões ligamentares e entorses em adultos.

Além disso, Tenoxicam também pode ser usado no tratamento da gota aguda e da dor após cirurgia.

Como Funciona?

Ele é um composto que pertence à classe química dos oxicans, uma substância ativa com propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, antipiréticas e inibe a agregação plaquetária.

Os Efeitos Colaterais

Alguns dos efeitos colaterais podem incluir dor de estômago, má digestão, dor de cabeça, náuseas, azia, sintomas de pele, como urticária, coceira, manchas avermelhadas na pele, vertigem e tontura.

Quando é Contraindicado?

É contraindicado em pessoas com menos de 18 anos, com doenças graves do trato gastrintestinal superior, incluindo gastrite, úlcera duodenal e gástrica, pessoas com história de alergia a anti-inflamatórios não esteroides com sintomas de asma, rinite e urticária ou com alergia ao Tenoxicam ou a algum dos componentes da fórmula.

Os Cuidados de Enfermagem

  • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento conhecimento do médico, ainda que o paciente alcance melhora.
  • A medicação não deve ser usada durante a gestação ou lactação. No caso de gravidez (confirmada ou suspeita) ou, ainda, se a paciente estiver amamentando, o médico deverá ser comunicado imediatamente.
  • Recomende à paciente o emprego de métodos contraceptivos seguros e adequados, durante a terapia.
  • Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, como também aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente.
  • Recomende que o paciente informe ao médico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou à cirurgia.
  • Recomende ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia.
  • Durante a terapia, avalie: distúrbios gastrintestinais, renais e hemorrágicos (inibição da agregação plaquetária) ou quaisquer outras reações adversas; e monitore rigorosamente os pacientes, que estejam sob o uso concomitante de antidiabéticos orais e anticoagulantes.
  • Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas!
  • VO: os comprimidos devem ser administrados em dose única com um pouco de Iíquido, o granulado solúvel deve ser dissolvido em um copo de água e ingerido imediatamente.
  • IM: administre profundamente na na região glútea.
  • IV: administre lentamente na veia; a droga não deve ser administrada por infusão.

A Anatomia de uma Cápsula Mole

A Anatomia de uma Cápsula Mole

A Cápsula Mole, ou também conhecido como Softgel, contém material feito de gelatina, onde protege as substâncias ativas dos medicamentos contra agentes externos desfavoráveis como a luz e o oxigênio, além de algumas vezes camuflar o sabor particularmente desagradável.

Qual é a diferença da Cápsula Mole para uma Cápsula Dura (aquelas que possuem duas cores distintas)?

As cápsulas moles são usadas principalmente para conter líquidos, enquanto as duras são usadas para conter o pó.

Mas nestas cápsulas, o invólucro é constituído pelos mesmos componentes básicos que são utilizados na produção das cápsulas duras, embora as proporções sejam diferentes. Apresentam maior quantidade relativa de glicerina, em detrimento da gelatina, o que confere maior flexibilidade à cápsula. O invólucro é mais espesso, e é formado, enchido e fechado durante um único ciclo de fabricação.

O conteúdo é líquido ou pastoso, e de natureza oleosa para evitar que o invólucro seja dissolvido.

Quem inventou esta tecnologia?

Foi inventado este método de tecnologia em 1933, pelo Dr.  Robert Pauli Scherer.

Que Medicamento é Esse?: Benzetacil

Que Medicamento é Esse?: Benzetacil

O Benzetacil, que é um dos nomes mais populares dados ao Penicilina G Benzatina, É um antibiótico utilizado para tratar infecções bacterianas, disponibilizado em forma de suspensão injetável nas concentrações de 300.000 UI, 600.000 UI e 1.200.000 UI.

Sendo indicado para infecções causadas por microorganismos, no tratamento de infecções do trato respiratório superior e da pele, como bejel, pinta e bouba, doença reumática, sífilis, e na prevenção da glomerulonefrite aguda e de recorrências da febre reumática e coréia, em adultos.

Como Funciona?

Primariamente, este medicamento que tem na sua composição Benzilpenicilina Benzatina, um composto com ação bactericida, responsável por eliminar bactérias sensíveis, durante o seu estágio de multiplicação. Este antibiótico é assim eficaz no tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à Penicilina G.

Os Efeitos Colaterais

Alguns dos efeitos colaterais de Benzetacil incluem urticária e vermelhidão na pele, coceira, inchaço na laringe, diarréia intensa, vermelhidão e coceira na parte lateral dos dedos, mãos e pés, dor nas articulações, urticária, febre, calafrios, edema e apatia, e claro, é um medicamento que dói muito após sua aplicação! Você sabe o por que desta causa?

Há três motivos:

  • A agulha usada na aplicação da benzetacil é mais grossa do que das outras injeções, para conseguir atravessar o músculo;
  • O espaço que o líquido do medicamento tem quando é injetado é bem menor entre as fibras musculares do que embaixo da pele, por exemplo, logo, quando é injetado, o líquido “empurra” o músculo, causando dor;
  • A dose da benzetacil é, normalmente, maior do que a maioria dos outros medicamentos. Logo, é mais líquido ainda para “empurrar” o músculo.

Existe ainda um motivo adicional, que não tem a ver com o medicamento propriamente dito, mas com a sua forma de aplicação.

Quando é Contraindicado?

Geralmente está contraindicado para pacientes com alergia às penicilinas​ ou a outros componentes da fórmula, ou para pacientes com historial de hipersensibilidade a múltiplos alérgenos.

Os Cuidados de Enfermagem

  • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser rompido, sem o conhecimento do médico, ainda que o paciente alcance a melhora.
  • Anteriormente ao início do tratamento, o paciente deve informar ao médico sobre qualquer medicamento esteja usando ou pretenda usar (inclusive aqueles sem prescrição médica), como também se tem já teve outros problemas de saúde e reação alérgica a quaIquer medicamento (inclusive antibióticos).
  • No caso de gravidez (confirmada ou suspeita) ou, se a paciente estiver amamentando ou planejando amamentar, o médico deverá ser comunicado imediatamente.
  • Informe ao paciente as reações adversas mais frequentes relacionadas ao uso da medicação e na ocorrência de qualquer uma, principalmente as incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser consultado.
  • Informe ao paciente, que esteja recebendo tratamento para sífilis, que a medicação não o protege doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
  • Os pacientes devem ser orientados quanto às medidas de proteção necessárias para se evitar a disseminação das DSTs, inclusive o vírus da imunodeficiência adquirida (HIV).
  • Recomende que o paciente evite ter relações sexuais, durante o tratamento, ou utilize preservativos.
  • Informe, também, ao paciente que o seu parceiro sexual, ainda que assintomático, também deverá ser submetido a exame e, conforme necessário, receber a medicação para evitar reinfecção.
  • Recomende que o paciente informe ao médico o esquema de medicação anterior ao tratamento ou à cirurgia.
  • Recomende ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia.
  • Antes da administração da primeira dose, avalie: Reações de hipersensibilidade; os resultados da cultura e do antibiograma; antes do inicio e durante a terapia.
  • O paciente deverá receber hidratação adequada, principalmente aqueles desidratados, nos quais a excreção da droga é menor, para evitar prejuízo renal.
  • Interações Medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas.
  • IM: Antes de aspirar, agite o frasco, administre bem lentamente e profundamente no músculo glúteo no quadrante lateral superior, e não massageie o local da injeção!
  • A aplicação do medicamento tem que durar dez segundos, para não machucar muito o músculo, o que torna ainda mais desconfortável a sua aplicação.

Que Medicamento é Esse?: Dexametasona

Que Medicamento é Esse?: Dexametasona

A dexametasona, também conhecida pelo nome comercial Decadron, é um medicamento que pertence à classe dos glicocorticoides, um dos mais potentes grupos de fármacos anti-inflamatórios e imunossupressores.

Diversas são as doenças que podem ser tratadas com esse glicocorticoide, incluindo problemas de origem reumática, imunológica, cutânea, ocular, endocrinológica, pulmonar, sanguínea, gastrintestinal, neurológica e neoplásica.

Como Funciona?

A Dexametasona é um corticoide sintético, que apresenta um potente efeito anti-inflamatório, anti-reumático e anti-alérgico. Embora sua atividade anti-inflamatória seja acentuada, mesmo com doses baixas, seu efeito no metabolismo eletrolítico é leve.

O número de condições médicas que podem ser tratados com a dexametasona é tão grande que é até difícil citar todas. A lista abaixo é bem grande, mas não está completa.

  • Doenças do origem alérgica: rinite alérgica, asma brônquica, dermatite de contato, dermatite atópica, doença do soro, reações de hipersensibilidade a medicamentos, edema laríngeo não infeccioso e urticária.
  • Doenças reumatológicaslúpus eritematoso sistêmico, cardite reumática aguda, artrite psoriática, artrite reumatoide, espondilite anquilosante, bursite aguda e subaguda, tenossinovite aguda, artrite gotosa, osteoartrite pós-traumática, epicondilite, dermatomiosite e polimiosite.
  • Doenças dermatológicas: pênfigo, dermatite bolhosa herpetiforme, síndrome de Stevens-Johnson, dermatite esfoliativa, eritrodermia esfoliativa, micose fungoide, psoríase grave, dermatite seborreica grave, queloide, líquen simples crônico, alopecia areata.
  • Teste de diagnóstico: diagnóstico de hiperfunção adrenocortical.
  • Distúrbios endócrinos: insuficiência adrenal, hiperplasia adrenal congênita, tireoidite não supurativa, hipercalcemia associada ao câncer.
  • Doenças gastrointestinais: para proteger o paciente durante o período crítico da colite ulcerativa ou da enterite regional.
  • Alterações hematológicas: púrpura trombocitopênica idiopática, anemia hemolítica auto-imune, aplasia pura dos glóbulos vermelhos.
  • Neoplasias: manejo paliativo de leucemias e linfomas em adultos e leucemia aguda da infância.
  • Sistema nervoso: exacerbações agudas da esclerose múltipla, edema cerebral associado a tumor cerebral primário ou metastático.
  • Doenças oftalmológicas: processos alérgicos e inflamatórios graves envolvendo o olho, tais como conjuntivite alérgica, ceratite, blefarite alérgica, úlceras alérgicas da córnea, herpes zoster oftálmico, irite e iridociclite, coriorretinite, uveíte posterior difusa e coroidite, neurite ótica, arterite temporal.
  • Doenças respiratórias: sarcoidose, Síndrome de Löeffler, beriliose, tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada em associação com antibioterapia apropriada, pneumonite por aspiração, pneumonias eosinofílicas idiopáticas.

Os Efeitos Colaterais

Alguns dos efeitos colaterais de Dexametasona podem incluir:

Retenção de líquidos, aumento de peso, pressão alta, níveis elevados de açúcar no sangue, aumento da necessidade de medicamentos para controlar a diabetes, osteoporose, aumento do apetite, menstruação irregular, dificuldade em cicatrizar feridas, problemas ou doenças na pele, inchaço nos lábios ou língua, convulsões, problemas psicológicos como alterações de humor ou dificuldade de julgamento, aumento da sensibilidade para contrair infecções, fraqueza nos músculos e úlcera gastrintestinal.

Quando é Contraindicado?

A Dexametasona está contraindicada para pacientes com infecções causadas por fungos, pacientes que necessitem de tomar vacinas de vírus vivo durante o tratamento e para pacientes com histórico de sensibilidade a sulfitos ou a algum dos componentes da fórmula.

Os Cuidados de Enfermagem

  • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que o paciente alcance melhora. Se 1 dose for esquecida, ela deverá ser administrada tão logo possível,  exceto quando no mesmo horário da próxima dose. O uso da medicação não deve ser suspenso subitamente, principalmente após terapias prolongadas. As doses devem ser reduzidas lenta e gradualmente, durante o tratamento. Informe ao paciente o objetivo da medicação para facilitar tanto a compreensão do seu diagnóstico como a sua colaboração no tratamento.
  • Durante a gestação ou lactação, a medicação somente deverá ser usada quando os benefícios superarem os riscos potenciais de seu uso. No caso de gravidez (confirmada ou suspeita) ou, ainda, se a paciente estiver amamentando, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomende à paciente o emprego de métodos contraceptivos seguros e adequados, durante a terapia.
  • Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente sinais de insuficiência adrenal (fadiga, fraqueza muscular, dores nas articulações, febre, anorexia, náusea, dispneia, tontura), como também aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente. O uso da medicação também pode mascarar infecções e amebíase. Recomende ao paciente, principalmente aquele sob terapia prolongada, que consulte periodicamente um oftalmologista.
  • Durante o tratamento, o paciente não deverá receber qualquer forma de imunização, sem o conhecimento do médico.
  • Os pacientes idosos são mais suscetíveis à osteoporose. Recomende a prática regular de exercícios e o uso de vitamina D ou cálcio, conforme prescrição médica.
  • Recomende ao paciente que evite o consumo de álcool e o uso concomitante de analgésicos AINEs, como também de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia.
  • Durante a terapia, monitore: o peso; a P.A; os etetrólitos; o nível de glicose no sangue (principalmente em pacientes diabéticos que podem requerer aumento da dose de insulina); e avalie: sinais de hipocalemia (relacionados ao uso de diuréticos e de anfotericina B), sinais de depressão e episódios psicóticos (principalmente em regimes de doses altas).
  • Exames laboratoriais: em terapias crônicas, os testes de função adrenal devem ser realizados periodicamente, para avaliação do grau da supressão do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA); as crianças e os pacientes, sob uso de doses mais altas do que as recomendadas, são mais suscetíveis ao desenvolvimento de supressão do eixo HPA.
  • Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas.
  • VO: a medicação deve ser administrada pela manhã para obtenção de um melhor resultado e da redução da toxicidade; a medicação deve ser administrada com alimentos.
  • Tópico: recomenda-se cautela no uso de curativos oclusivos, fraldas e sob áreas cobertas devido ao aumento de sua absorção; deve-se evitar o uso prolongado próximo de olhos e das áreas genital e retal.
  • IM: administre profundamente no músculo glúteo e alterne os locais de aplicação para evitar atrofia muscular.
  • SC: o uso por esta via não é recomendado devido ao risco de atrofia e abscesso.