SpeediCath® Navi: Para Homens com Disfunção Miccional

Disfunções miccionais são alterações no ato de urinar. Podem ter origem neurológica (como em pacientes para ou tetraplégicos), e também com bexiga neurogênica , e não neurológicas (incontinência urinária de esforço, bexiga hiperativa, capacidade vesical reduzida por doenças crônicas, como tuberculose).

E a Empresa Coloplast lança um novo dispositivo, o cateter hidrofílico SpeediCath® Navi, que eleva o padrão de cuidado da bexiga no Brasil.

O Auto-Cateterismo Intermitente

As técnicas de cateterismo vesical intermitente podem variar de acordo com o julgamento clínico, com a disponibilidade de recursos, sempre levando em consideração a indicação individualizada. Dentre as intervenções pertinentes, destacam-se o cateterismo intermitente estéril, realizado por meio de um cateter de uso único estéril manipulado com técnica estéril e cateterismo intermitente limpo, realizado por meio de técnica e material não-estéreis.

Tipos e características dos cateteres utilizados (hidrofílicos, impregnados com antibióticos e cateteres convencionais, ou seja não revestidos como os de silicone, látex ou PVC), também variam consideravelmente, o que aumenta a complexidade de seleção de produtos e análise comparativa da sua eficácia.

E o cateter hidrofílico SpeediCath® Navi  foi introduzido com o objetivo de facilitar a técnica de cateterismo vesical intermitente domiciliar, melhorar o conforto do paciente e reduzir as complicações associadas ao mesmo.

Ele se caracteriza por apresentar uma camada de polímero com alta afinidade pela água e que forma uma superfície deslizante, facilitando a entrada do cateter na uretra, sendo demonstrado que a utilização do mesmo proporciona menor risco de infecção urinária.

O mercado brasileiro masculino de usuários de cateter intermitente inclui pessoas com bexiga neurogênica (entre os que têm lesão medular, 80% são homens), portadores de esclerose múltipla e espinha bífida, entre outras disfunções.

Eles devem usar um cateter descartável sempre que vão esvaziar a bexiga. Desta forma, é um produto de necessidade íntima, para uso frequente (de quatro a seis vezes ao dia, em torno de duas mil vezes ao ano), essencial e imprescindível para uma boa qualidade de vida. 

Características do SpeediCath® Navi

Com uma ponta flexível em formato de gota, em conjunto com a flexibilidade do cateter, o SpeediCath® Navi proporciona uma inserção e retirada simples e gradual pelas irregularidades da uretra masculina. A ponta flexível se mantém sempre no centro da uretra, evitando falsos trajetos. Ele possui também um guia de inserção que facilita a navegação e permite um cateterismo higiênico, pois não há toque no cateter, diminuindo o risco de contaminação e de infecção urinária em até 54%¹ 

 O SpeediCath® Navi é o mais novo integrante do portfólio SpeediCath, família de cateteres intermitentes da Coloplast que possuem revestimento hidrofílico e são prontos para o uso, não exigindo preparo prévio (como adição de água ou de gel lubrificante). Seu revestimento hidrofílico único e uniforme reduz as chances de trauma uretral em até 55%², atendendo a uma demanda dos mercados em desenvolvimento: facilitar o treinamento, minimizar a complexidade do cateterismo e proporcionar maior adesão ao tratamento, com melhorias na qualidade de vida.

“É um mercado emergente com novos padrões de saúde”, explica o urologista Dr. José Carlos Truzzi. Ele reforça que a tendência é que os cateteres convencionais — sem qualquer tecnologia e que precisam de gel ou água para serem utilizados — sejam pouco a pouco substituídos pelo SpeediCath Navi: “Ambos têm um corpo mais flexível, o que facilita na adaptação. Além disso, a praticidade de ser pronto para o uso e ter a ponta flexível para auxílio na inserção trazem um conforto que, depois de conhecer o Navi, o usuário geralmente não vai mais querer voltar para o cateter convencional”. Truzzi ressalta ainda que, ao reduzir o risco de complicações e manter uma rotina saudável de gestão da bexiga, o SpeediCath Navi estabelece um padrão ouro no tratamento de disfunções miccionais.   

Na fase de pré-lançamento, a Coloplast ofereceu o SpeediCath® Navi a 150 usuários brasileiros para avaliar a aceitação do produto. Os números confirmam que ele cumpre a função de facilitar o uso e de ser mais suave no trajeto para a bexiga, estando alinhado às necessidades do mercado nacional: 95% consideraram fácil de usar; 95% confirmaram que esta facilidade inclui um manejo higiênico, sendo mais seguro para a saúde do usuário; 96% recomendariam o SpeediCath Navi e 70% concordam que a flexibilidade da ponta e do próprio cateter trazem a sensação de ser um produto mais gentil na utilização. 

Quem quiser conhecer o mais novo cateter hidrofílico da Coloplast, pode solicitar uma amostra grátis com cinco unidades do SpeediCath Navi por meio do site http://bit.ly/amostrasgratisnavi 

Lançado em 2019 no exterior (Espanha, Japão, Coreia do Sul, África do Sul, Arábia Saudita, República Tcheca e Emirados Árabes), a Coloplast, empresa dinamarquesa no Brasil desde 1999 e líder de mercado em 140 países, traz o SpeediCath Navi depois de extensas pesquisas com usuários e profissionais de saúde do Brasil e outros quatro países semelhantes ao nosso no uso de produtos de necessidades íntimas. “O cateter hidrofílico SpeediCath Navi está alinhado à missão da Coloplast de oferecer produtos e serviços que melhoram a vida de pessoas com condições médicas muito íntimas. Além disso, somos pioneiros e líderes no mercado de Continência e, através da educação de profissionais de saúde, usuários e acesso às evidências, tecnologia e inovação em saúde, buscamos elevar o padrão de tratamento da bexiga no Brasil”, ressalta Luiz Tavares, diretor geral da Coloplast.   

Saiba mais sobre o Cateterismo Intermitente Domiciliar neste link.

Veja também:

Bexiga Neurogênica: O que é?

Distensão Vesical ou Retenção Urinária

Cateter Vesical de Alívio

Referências:

  1. Estudos de 2020 da Asian Journal of Surgery  
  2. Coloplast Brasil

Irrigação Vesical Contínua: Como contabilizo?

A Irrigação Vesical Contínua é um procedimento comum quando o paciente passa por um procedimento cirúrgico como por exemplo, a ressecção endoscópica da próstata ou RTU da próstata, para tratamento da hiperplasia benigna da próstata (HBP), e também outros fatores que podem levar o paciente a ter resíduos no sistema urinário que demandam a lavagem contínua.

Portanto, para que este procedimento seja eficaz, deve ser controlado através de um impresso de balanço (controle de entrada e saída para a irrigação e diurese), que geralmente é uma folha a parte que deve permanecer juntamente com o prontuário do paciente.

São infundido bolsas de Soro Fisiológico 0,9% (geralmente de 1000ml) através do cateter vesical Folley de 3 vias, em um horário pré-estabelecido pelo impresso, e drenado no mesmo instante através do sistema fechado de coleta de urina, que é acoplado na sonda.

A Infusão do Soro

Dependendo de como é realizado através de Protocolos Operacionais Padrão (POP) estabelecido em cada Instituição, a irrigação pode ser feita com equipo gravitacional ou em bomba de infusão. Em desvantagem do equipo gravitacional, o controle é ineficaz do gotejamento para uma infusão mais precisa dos horários.

A irrigação vesical com soro fisiológico deve entrar e sair da bexiga livremente e sem dor. Todavia, se isto não ocorrer, algo está errado, por isso o controle rigoroso de entrada e saída deve ser feito, para que caso haja obstruções, deve ser tomado conduta o quanto antes.

O Tempo de Infusão para o Controle

Tudo dependerá de como é estabelecido em sua instituição. Algumas instituições estabelecem critérios de controle de 1/1 hora, outras em 2/2 horas.

Como eu contabilizo essa irrigação?

Vamos a um Exemplo:

Sr. João está em P.O.I de RTU de Próstata, e precisa receber a irrigação vesical contínua. Você assume essa admissão às 7:30 da manhã, e a bolsa coletora do mesmo ainda está limpa, sem débito nenhum, mas já com a sonda de 3 vias instalada, pronta para começar a irrigação.

Você inicia o protocolo de irrigação contínua às 8 horas da manhã, e deve contabilizar a partir daí, a entrada da quantidade de soro neste horário e a saída, de 2 em 2 horas. A irrigação foi instalada com controle pela Bomba de Infusão Contínua. 

Às 19 horas você passa o plantão com a Irrigação Vesical Contínua ainda sendo realizada, sendo assumida pelo colega do plantão noturno.

Veja a tabela abaixo, de como o controle da irrigação foi realizada durante o plantão de 24 horas:

Horário Instalado (ml) Desprezado (ml) de 2 em 2 horas Diurese Aspecto
08h 1000 1100 + 100 HE
10h 1000 1300 + 300 HE
12h 1000 1150 + 150 HE
14h 1000 1450 + 450 AE
16h 1000 800 – 200  
18h 1000 1000 0  
20h 1000 1100 + 100 AE
22h 1000 1400 + 400 AC
24h 1000 750 – 250  
TOTAL 24 HORAS 1.500 ml  

* Legenda da tabela: HE (Hematúrico), AE (Amarelo Escuro), AC (Amarelo Claro) / Podendo também acrescentar como aspecto: PI (Piúria), presença de sedimentos ou grumos.

Lembrando que:

Valores considerados negativos como no exemplo, significam que o paciente reteu a quantidade de soro infundido, e por algum motivo (coágulos, grumos), assim impedindo a contabilização eficaz.

Valores considerados zerados como no exemplo, pode significar ausência de diurese, ou retenção pelos mesmos motivos citados acima.

Portanto, ambas situações não são calculadas no controle final das 24 horas.

Valores considerados positivos significam diurese presente, além do volume que foi infundido (1000ml), obteve mais o débito da diurese do paciente, o que deve ser separado o valor aproximado da diurese do paciente.

E assim somam-se os valores da diurese, contabilizando o total dentro das 24 horas que o paciente obteve através da irrigação vesical contínua.

Deve Considerar:

O controle da irrigação deve ser feita criteriosamente desde o começo, pois havendo erros de cálculos como a infusão precoce ou atrasada de um soro pode atrapalhar o andamento do controle. Deve-se considerar a margem de erros, durante o processo da irrigação, o que pode acontecer é obter valores não fidedignos.

Anotar sempre o aspecto da diurese quando desprezado, ou no impresso próprio ou através de relatórios de enfermagem.

A troca do frasco de SF 0,9 deve ser feita antes do término do frasco anterior, para evitar obstrução de sonda.

A diurese deve ser desprezada da bolsa coletora quando o volume estiver com 2/3 da capacidade total e ao término de frasco de SF 0,9%, considerando a necessidade de fazer o balanço entre o volume infundido e drenado.

Deve-se atentar para sinais de obstrução como distensão abdominal, dor, e não drenagem na bolsa coletora. Comunicar ao médico, realizar medidas para desobstrução e registrar o ocorrido.

Em prescrição médica de retirada da irrigação (caso não haja mais necessidade clínica para a continuação do procedimento), o procedimento deve ser estéril, e após a assepsia da conexão deve ser colocada uma tampa para oclusão da terceira via da sonda (urostop).

O equipo de soro deve ser trocado de acordo com as recomendações do CCIH, a cada 72h.

Não esquece de ler mais sobre, aqui!

A Irrigação Vesical Contínua: O que é?

Referências:

  1. PARECER COREN/GO Nº 012/CTAP/2019
  2. PRADO, Marta Lenise do et al (Org.). Fundamentos para o cuidado profissional de enfermagem. 3. ed. Florianópolis: Ufsc, 2013. 548 p. Revisada e ampliada.
  3. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO. Hospital São Paulo. Procedimento operacional padrão: Irrigação vesical contínua. Disponível em: https://www.hospitalsaopaulo.org.br/sites/manuais/arquivos/2014/POP_irrigacao_vesical_continua.pdf 

Cateterismo Vesical de Demora

sonda vesical

Sonda vesical ou cateter urinário é um tubo de látex, poliuretano ou silicone inserido na uretra até a bexiga para coletar urina para exames ou para injetar substâncias no tratamento de uma cistite (bexiga inflamada). Conforme a RESOLUÇÃO COFEN Nº 0450/2013, o cateterismo passou a ser realizado por um enfermeiro.

As Pontas Distais

A utilização dos diversos cateteres com pontas distintas irá depender da patologia que o paciente apresenta, e também sua característica física. Algumas delas são inseridas somente em procedimento cirúrgico.

O Cateter ou Sonda de Foley

Existem vários tipos de cateter urinário, portanto, estamos abordando sobre o Cateter Foley ou também chamado de Sonda permanente.

A sonda é mantida no lugar por um balão inflado com água. É indicado para condições que afeta os nervos que controlam a bexiga como: espinha bífida, esclerose múltipla, acidente vascular cerebral ou lesão medular. Também é indicada para doenças crônica debilitante ou terminais com perda de mobilidade ou consciência que impedem usar o banheiro ou um instrumento de coleta.

Esse tipo de cateterismo é muito utilizado a nível hospitalar, em uma gama de procedimentos, incluindo: Obtenção de urina asséptica para exames; esvaziamento da bexiga em pacientes com retenção urinária; preparação cirúrgica e pós-cirurgia; em pacientes com bexiga neurogênica.

Para que é indicado?

As razões pelas quais alguém pode não ser capaz de urinar por conta própria incluem:

  • Fluxo de urina bloqueado por cálculos renais, coágulos de sangue na urina ou hipertrofia da próstata;
  • Cirurgia da próstata;
  • Cirurgia na área genital, como um reparo de fratura de quadril ou remoção de câncer pélvico;
  • Lesão dos nervos da bexiga;
  • Lesão da medula espinal;
  • Condição que prejudica sua função mental, como a demência vascular;
  • Medicamentos que prejudicam a capacidade dos músculos da bexiga de contrair.

O Diâmetro do Cateter

Os diâmetros do cateter são dimensionados pela escala francesa do cateter (Fr), sendo que cada Fr equivale 0.33 mm. Os diâmetros existentes em um cateter urinário são 14Fr, 16Fr, 18Fr, 20Fr, 22Fr.

O clínico seleciona um tamanho grande o suficiente para permitir o fluxo livre de urina e para evitar vazamento de urina ao redor do cateter. Um tamanho maior é necessário quando a urina é espessa, sanguinolenta ou contém sedimentos. Cateteres maiores, no entanto, são mais propensos a danificar a uretra, tem maior risco de serem colonizados por bactérias e são mais difíceis de colocar.

As vias do Cateter

As sondas de duas vias possuem uma via para drenagem de diurese e outra para inflar o balonete. Nas sondas de três vias, a via restante é utilizada para irrigação da bexiga. Geralmente são utilizadas sondas calibrosas em pós-operatório de cirurgias urológicas, em casos de irrigação da bexiga, evitando dessa maneira coágulos indesejáveis.

Os Cateteres Urinários e suas complicações

– Agudas: Infecções urinárias sintomáticas associadas a curta permanência do cateter, podendo incluir quadros de hipertermia, pielonefrite aguda podendo o paciente evoluir para sepse e morte.

– Crônicas: urinárias sintomáticas associadas a longa permanência do cateter, incluindo obstrução do cateter, cálculos urinários, infecções peri urinárias localizadas, inflamações renais crônicas e após muitos anos, câncer de bexiga.

Cuidado com o Risco de Infecção!

A introdução de um cateter de permanência facilita o aporte de bactérias, levando a infecção do trato urinário.

Cuidados de Enfermagem no Procedimento de Introdução do Cateter Vesical de Demora

O Técnico de Enfermagem poderá auxiliar o Enfermeiro no procedimento da introdução do cateter, deixando os materiais à disposição:

– Gaze estéril;
– PVPI;
– Fita microporosa ou esparadrapo;
– Seringa de 20 ml ou 10 ml;
– agulha de 40×20;
– Ampola de AD 10 ml;
– Xilocaína gel;
– Coletor de urina estéril (sistema fechado);
– Sonda Foley com o tamanho pré estabelecido;
– Em homens : Uma seringa a mais para a lubrificação do canal urinário com a xilocaína.

O Procedimento

– Colocar o paciente em posição (mulher: ginecológica; homem: pernas estendidas);
– Posicionar biombo e foco de luz s/n;
– Lavar as mãos;
– Abrir o pacote de sondagem (cateterismo vesical) em uma mesa auxiliar com um campo estéril se possível ou sobre o leito, no sentido diagonal, colocando uma das pontas sob a região glútea, tomando cuidado para não contaminar o a embalagem interior estéril;
– Colocar PVPI na cuba redonda, que contém as bolas de gaze;
– Abrir a sonda e o resto do material sobre o campo (gaze, agulha, seringa);
– Mulher: colocar xylocaína na gaze
– Abrir a ampola de água e oferecer à quem está passando o cateter;
– O Enfermeiro deve calçar as luvas;
– O mesmo irá testar o Cuff da sonda (fazer o balão inflar);
– O mesmo irá aspirar 10 ml de água destilada sem tocar na ampola;
– O mesmo deve lubrificar 5 cm da sonda;
– No caso de homens: O Enfermeiro deve preparar a seringa com 10 ml de  xilocaína gel;
– O mesmo deve conectar a sonda ao coletor;
– O mesmo deve fazer a antissepsia:
Em  mulheres:  duas bolas de gaze entre a vulva e os grandes lábios, duas bolas de gaze entre os pequenos lábios, uma bola de gaze no meato urinário;
Em homens: afastar o prepúcio e expor a glande, fazer  antissepsia em movimentos circular ou, do meato em direção a  glande , elevar o pênis perpendicularmente ao corpo do paciente, injetar 10 ml de  xilocaína  gel no meato;
– O Enfermeiro irá realizar a introdução a sonda pré-conectada a um coletor de drenagem de sistema fechado, bem lubrificada por 5 cm a 7 cm no meato uretral, utilizando técnica asséptica estrita. Em caso de mulheres, se a urina não aparecer, verificar se a sonda não está na vagina. Se erroneamente posicionada, deixar a sonda na vagina como um marco indicando onde não inserir e introduzir outra sonda.
– Insuflar o balonete com água destilada (de acordo com os CC descritos na própria sonda), certificando-se de que a sonda está drenando adequadamente.
– Tracionar suavemente a sonda até sentir resistência.
– Fixar a sonda de demora, prendendo-a juntamente com o a bolsa de drenagem, na face interna da coxa em mulheres,  e em homens na região inguinal, supra púbica ou hipogástrica com esparadrapo do tipo antialérgico;
– Realizar a anotação da data inserida na bolsa coletora de urina;
– Secar a área e manter a paciente confortável;
– Lavar as mãos;
– Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar;
– Manter o ambiente da paciente em ordem.

Para a Retirada do Cateter Vesical de Demora

O que irá precisar:

– Saco de lixo para conteúdos infectantes; luva de procedimento; seringa de 20 ml.

O que fazer?

– Verificar a bolsa coletora (volume, cor, aspecto da urina);
– Calçar luvas de procedimento;
– Aspirar o soro fisiológico ou AD do CUFF ou balão (mesmo volume que foi colocado);
– Retirar a sonda;
– Desprezar no lixo.

Veja mais em nosso canal YouTube:

Irrigación Continua de la Vejiga: ¿Qué es?

irrigación de la vejiga

Usted está con un paciente bajo tratamiento urológico y el médico solicita la irrigación vesical de forma continua.

¿Pero qué es una irrigación vesical?

La irrigación vesical en sí misma no es más que la infusión de una solución para el lavado continuo de la vejiga urinaria, generalmente con una solución salina helada al 0,9% oa temperatura ambiente a través de un equipo de irrigación específico, o mediante una bomba de infusión, en una catéter vesical tipo folley de 3 vías.

¿Cuáles son las indicaciones?

  • Necesidad de introducir soluciones para tratar irritaciones inflamatorias e infecciones de vejiga;
  • Prevenga las obstrucciones del tracto urinario mediante la eliminación de coágulos y fragmentos postquirúrgicos (resección transuretral de próstata y vejiga);
  • Prevención y tratamiento de las hemorragias vesicales.

¿Cómo se hace el control?

Se hace una comparación entre el volumen infundido en cada bolsa de 0.9% SF y el volumen de salida en el mismo período, ya que también hay una salida de sangre en el medio del líquido drenado en un sistema colector de orina de tipo cerrado que debe especificarse en la anotación como amarillo claro, amarillo oscuro o contenido hematúrico.

Por ejemplo:

En una hora, se infunden continuamente 1000 ml de solución salina en la vejiga del paciente. Y en una hora, conté 1600 ml de débitos a través de la bolsa del paciente.

Necesito restar 1000 ml, que es el valor del volumen total infundido en una hora de solución fisiológica, dejando solo los 600 ml contados en el total, lo que significa que el paciente orinó 600 ml en ese período.

También debo tener en cuenta el aspecto de la orina del cliente, que puede variar desde hematúrico hasta amarillo claro. Esto es importante porque ayuda en la evolución, evaluación y condiciones para la mejora del tracto urinario del paciente.

Recordando

La concienciación del equipo de enfermería es primordial para el éxito de esta terapia porque si el colaborador no mantiene un flujo de infusión lo suficientemente rápido para las necesidades de cada cliente, puede haber una obstrucción del catéter, por lo tanto un llenado excesivo de la vejiga urinaria, un escenario de dolor severo para el cliente y finalmente se rompe por la presión de la vejiga.

Vea también:

 

A Irrigação Vesical Contínua: O que é?

Irrigação Vesical

Você está com um paciente sob tratamento urológico, e o médico solicita a Irrigação Vesical de forma contínua nele.

Mas o que é uma Irrigação Vesical?

A Irrigação Vesical em si nada mais é do que a infusão de solução para lavagem contínua da bexiga urinária, geralmente com solução fisiológica a 0,9% gelado ou em temperatura ambiente através de equipos específicos de irrigação, ou por bomba de infusão, em um cateter vesical tipo Folley 3 vias.

Quais são as Indicações?

-Necessidade de introduzir soluções para tratamento de inflamações irritações e infecções da bexiga;
-Prevenir obstruções do trato urinário, removendo coágulos e fragmentos pós-cirúrgicos (Resseção transuretral de próstata e bexiga);
-Prevenção e tratamento de hemorragias da bexiga.

Como é feito o controle?

É feito um comparativo entre o volume infundido em cada bolsa de SF 0,9% e o volume de saída no mesmo período uma vez que também há a saída de sangue em meio ao liquido drenado em coletor de urina sistema tipo fechado que deve ser especificada na anotação como conteúdo amarelo claro, amarelo escuro ou hematúrico.

Por exemplo:

Em uma hora, é infundido 1000ml de soro fisiológico para a bexiga do paciente continuadamente. E em uma hora, contabilizei, 1600 ml de débito pela bolsa coletora do paciente.

Eu preciso subtrair 1000ml, que é o valor do volume total infundido em uma hora de solução fisiológica, ficando somente os 600 ml contabilizados no total, o que quer dizer, que o paciente urinou 600ml naquele período.

Eu preciso também anotar o aspecto da urina do cliente, que pode ser desde hematúrico até amarelo clarinho. Isto é importante pois ajuda na evolução, avaliação e condições para a melhora da via urinária do paciente.

Quem instala o Cateterismo Vesical de Demora?

Conforme esta publicação que enfatizamos sobre o cateterismo vesical de demora, este procedimento é privativo do Enfermeiro, sendo que o papel do técnico de enfermagem é a manutenção e o controle de débito de diurese + irrigação naquele período que é necessário.

O método de instalação é o mesmo de um cateterismo vesical de demora.

Lembrando!

A conscientização da equipe de enfermagem é primordial no sucesso dessa terapia pois se o colaborador não mantiver um fluxo de infusão rápido o suficiente para a necessidade de cada cliente poderá haver a obstrução do cateter, consequentemente o enchimento excessivo da bexiga urinária, um quadro de dor em grande intensidade para o cliente e finalmente o rompimento por pressão da bexiga.

Veja também:

Calculose Renal (Urolitíase)

Cateter Vesical de Alívio

Cateterismo Vesical de Demora

Sondaje Vesical

vesical

Sonda vesical o catéter urinario es un tubo de látex, poliuretano o silicona insertado en la uretra hasta la vejiga para recoger orina para exámenes o para inyectar sustancias en el tratamiento de una cistitis (vejiga inflamada).

La Punta Distal

La utilización de los diversos catéteres con puntas distintas dependerá de la patología que el paciente presenta, y también su característica física. Algunas de ellas se insertan sólo en procedimiento quirúrgico.

El Catéter o Sonda de Foley

Hay varios tipos de catéter urinario, por lo tanto, estamos abordando sobre el Catéter Foley o también llamado Sonda permanente.

La sonda se mantiene en su lugar por un balón inflado con agua. Es indicado para condiciones que afectan a los nervios que controlan la vejiga como: espina bífida, esclerosis múltiple, accidente cerebrovascular o lesión medular. También es indicada para enfermedades crónicas debilitantes o terminales con pérdida de movilidad o conciencia que impiden usar el baño o un instrumento de recolección.

Este tipo de cateterismo es muy utilizado a nivel hospitalario, en una gama de procedimientos, incluyendo: Obtención de orina aséptica para exámenes; vaciamiento de la vejiga en pacientes con retención urinaria; preparación quirúrgica y post-cirugía; en pacientes con vejiga neurogénica.

¿Para qué se indica?

Las razones por las que alguien puede no ser capaz de orinar por cuenta propia incluyen:

  • Flujo de orina bloqueado por cálculos renales, coágulos de sangre en la orina o hipertrofia de la próstata;
  • Cirugía de la próstata;
  • Cirugía en el área genital, como una reparación de fractura de cadera o remoción de cáncer pélvico;
  • Lesión de los nervios de la vejiga;
  • Lesión de la médula espinal;
  • Condición que perjudica su función mental, como la demencia vascular;
  • Medicamentos que perjudican la capacidad de los músculos de la vejiga de contraer.

El diámetro del catéter

Los diámetros del catéter son dimensionados por la escala francesa del catéter (Fr), siendo que cada Fr equivale a 0.33 mm. Los diámetros existentes en un catéter urinario son 14Fr, 16Fr, 18Fr, 20Fr, 22Fr.

El clínico selecciona un tamaño lo suficientemente grande para permitir el flujo libre de orina y para evitar la fuga de orina alrededor del catéter. Un tamaño más grande es necesario cuando la orina es espesa, sanguinolenta o contiene sedimentos. Cateteros mayores, sin embargo, son más propensos a dañar la uretra, tienen mayor riesgo de ser colonizados por bacterias y son más difíciles de colocar.

Las vías del catéter

Las sondas de dos vías poseen una vía para drenaje de diuresis y otra para inflar el balón. En las sondas de tres vías, la vía restante se utiliza para el riego de la vejiga. Generalmente se utilizan sondas calibrosas en el postoperatorio de cirugías urológicas, en casos de riego de la vejiga, evitando de esa manera coágulos indeseables.

Los catéteres urinarios y sus complicaciones

  • Agudas: Infecciones urinarias sintomáticas asociadas a corta permanencia del catéter, pudiendo incluir cuadros de hipertermia, pielonefritis aguda pudiendo el paciente evolucionar hacia la sepsis y la muerte.
  • Crónicas: urinarias sintomáticas asociadas a la larga permanencia del catéter, incluyendo obstrucción del catéter, cálculos urinarios, infecciones periurinarias localizadas, inflamaciones renales crónicas y después de muchos años, cáncer de vejiga.

¡Cuidado con el Riesgo de Infección!

La introducción de un catéter de permanencia facilita el aporte de bacterias, llevando la infección del tracto urinario.

Cuidados de Enfermería en el procedimiento de introducción del catéter vesical

El Técnico de Enfermería puede auxiliar al enfermero en el procedimiento de introducción del catéter, dejando los materiales a disposición:

  • Gasas estériles;
  • PVPI;
  • Esparadrapo hipoalergénico;
  • Jeringa de 20 ml o 10 ml;
  • Aguja de 40×20;
  • Ampolla de AD 10 ml;
  • Gel de xilocaína;
  • Colector de orina estéril (sistema cerrado);
  • Sonda Foley con el tamaño predeterminado;
  • En hombres: Una jeringa más para la lubricación del canal urinario con la xilocaína.

El Procedimiento

  • Colocar al paciente en posición (mujer: ginecológica, hombre: piernas extendidas);
  • Posicionar biombo e iluminación;
  • Lavar las manos;
  • Abrir el paquete de sondeo (cateterismo vesical) en una mesa auxiliar con un campo estéril si es posible o sobre el lecho, en el sentido diagonal, colocando una de las puntas bajo la región glútea, teniendo cuidado de no contaminar el embalaje interior estéril;
  • Colocar pvpi en las gasas;
  • Abrir la sonda y el resto del material sobre el campo (gasa, aguja, jeringa);
  • Mujer: colocar xilocaína en la gasa;
  • Abrir la ampolla de agua y ofrecer a quien está pasando el catéter;
  • El enfermero debe calzar los guantes;
  • El mismo probará el Cuff de la sonda (hacer el balón inflar);
  • El mismo aspirará 10 ml de agua destilada sin tocar la ampolla.
  • El mismo debe lubricar 5 cm de la sonda;
  • En el caso de hombres: El enfermero debe preparar la jeringa con 10 ml de xilocaína gel;
  • El mismo debe conectar la sonda al colector;
  • El mismo debe hacer la Antisepsia:

En mujeres: dos bolas de gasa entre la vulva y los grandes labios, dos bolas de gasa entre los pequeños labios, una bola de gasa en el meato urinario;

En hombres: alejar el prepucio y exponer el glande, hacer antisepsia en movimientos circulares o, desde el meato hacia el glande, elevar el pene perpendicularmente al cuerpo del paciente, inyectar 10 ml de xilocaína gel en el meato;

  • El enfermero realizará la introducción de la sonda preconectada a un colector de drenaje de sistema cerrado, bien lubricada por 5 cm a 7 cm en el meato uretral, utilizando técnica aséptica estricta. En caso de mujeres, si la orina no aparece, comprobar que la sonda no está en la vagina. Si está erróneamente posicionada, dejar la sonda en la vagina como un marco indicando dónde no insertar e introducir otra sonda;
  • Insuflar el balón con agua destilada (de acuerdo con los CC descritos en la propia sonda), asegurándose de que la sonda está drenando adecuadamente.
  • Trazar suavemente la sonda hasta sentir resistencia;
  • Fijar la sonda de demora, prendiéndola junto con la bolsa de drenaje, en la cara interna del muslo en mujeres, y en hombres en la región igual, suprapúbica o hipogástrica con esparadrapo del tipo antialérgico;
  • Realizar la anotación de la fecha insertada en la bolsa colectora de orina;
  • Secar el área y mantener a la paciente cómoda;
  • Lavar las manos;
  • Realizar anotación de enfermería, firmar y sellar;
  • Mantener el ambiente de la paciente en orden;

Para la Retirada del catéter vesical

Lo que necesitará:

  • Bolsa de basura para contenidos infeccios; guante de procedimiento; jeringa de 20 ml.
  • Verificar la bolsa colectora (volumen, color, aspecto de la orina);
  • Aspirar el suero fisiológico o AD del CUFF o bolón (mismo volumen que se ha colocado);
  • Retirar la sonda;
  • Despreciar en la basura;

Más información en nuestro canal Youtube:

Cateter Vesical de Alívio

Cateter Vesical de Alívio

A Sonda de Nelaton, também chamada de Cateter ou Sonda Vesical de Alívio, é um dispositivo muito utilizado em procedimento invasivo vesical que consiste em introduzir um cateter estéril através da uretra até a bexiga. Assim que esse cateter chega à bexiga, a urina é eliminada, causando alívio ao paciente. Feito o procedimento, o cateter é retirado e descartado.

Esse é um procedimento de alívio imediato, somente em casos de retenção urinária temporária. Quando há a necessidade de uma sonda permanente, é colocada a sonda vesical de demora, que permanece no paciente durante o tempo necessário, prescrito pelo médico ou enfermeiro.

O procedimento é bastante eficiente, mas é um pouco incômodo e pode causar micro lesões no canal urinário, podendo ocorrer ardência na hora que a urina voltar a sair naturalmente.

Por isso, a sonda vesical de alívio deve ser usada somente em último caso. Antes de usá-la, deve-se estimular o idoso a urinar sem a necessidade de um procedimento tão invasivo.

O procedimento é realizado somente pelo enfermeiro, em equipe de enfermagem, conforme a RESOLUÇÃO COFEN Nº 0450/2013. A forma de realizar o procedimento é bastante parecida com a sondagem vesical de demora, tendo as diferenças que não obtém um balão para ser preenchido com água destilada, e não tracionar a sonda pois não há o balão para que possa fixar, e a utilização de sacos coletores descartáveis e extensões para sondas de alívio, se precisar permanecer por um período de tempo. O técnico de enfermagem pode estar auxiliando neste procedimento, deixando os materiais à disposição:

– Gaze estéril;
– PVPI;
– Fita Microporosa ou esparadrapo;
– Seringa de 20 ml ou 10 ml;
– Xilocaína gel;
– Coletor de urina (sistema aberto e descartável);
– Extensão para Sondas;
– Sonda de Nelaton com o tamanho pré-estabelecido;
– Em homens: Uma seringa a mais para a lubrificação do canal urinário com a xilocaína.

O uso do Cateter Vesical de Alívio para o Cateterismo Vesical Intermitente

O cateterismo vesical intermitente consiste na retirada da urina por meio da sonda de nelaton, diversas vezes por dia, e é um procedimento conhecido e corriqueiro nos hospitais, facilmente realizado por enfermeiros adequadamente treinados.

O cateterismo vesical intermitente deve ser realizado de 4 a 6 vezes ao dia, na dependência do volume de urina produzido pelo paciente, em regime de antissepsia hospitalar. Após a adequada lubrificação da sonda e da uretra com Lidocaína gel, passa-se a sonda no paciente, drena-se toda a urina da bexiga e imediatamente retira-se a sonda descartando-a. Simples assim.

É de suma importância esclarecer alguns tópicos para os pacientes e seus familiares:

  • A sondagem intermitente causa muito menos infecção urinária do que a sonda de demora.
  • A passagem da sonda de nelaton várias vezes ao dia não machuca o paciente. Ainda que haja algum sangramento na passagem da sonda, o traumatismo é mínimo. A uretra (especialmente a masculina) apresenta finos vasos sanguíneos muito superficiais, que podem sangrar durante o cateterismo, mas isso não traz sequela para o paciente, mesmo que submetido a diversos cateterismos por dia, durante semanas.
  • O cateterismo intermitente facilita a retomada da micção espontânea porque devolve a atividade de enchimento e esvaziamento à bexiga. Sem essa atividade cíclica os reflexos miccionais desaparecem e o paciente não consegue coordenar a micção. É exatamente esse o motivo pelo qual um paciente que permaneceu sondado (com sonda de demora) por vários dias não consegue urinar quando se lhe retira a sonda.
  • Não se deve deixar o paciente ficar com a bexiga muito cheia. Quando isso acontece o músculo que existe na parede da bexiga (chamado Detrusor), responsável pela contração da bexiga ao urinar, perde o seu tônus e isso atrasa o processo de retomada da micção espontânea do paciente. É exatamente esse o motivo pelo qual devemos saber que, conceitualmente, o cateterismo intermitente não é um cateterismo “de alívio” e sim um cateterismo com periodicidade calculada para esvaziar a bexiga do paciente antes que ele entre na condição de “globo vesical”, como chamamos a condição em que a bexiga está cheia em demasia.
  • A retomada da micção espontânea muitas vezes se faz aos poucos. Em alguns pacientes esse é um processo rápido, principalmente quando o paciente já consegue sair do leito e caminhar. Para os pacientes acamados e pacientes com diminuição do nível de consciência, no entanto, pode ser um processo longo e demandar o cateterismo intermitente por vários dias, às vezes semanas.

Uma vez que inicie a retomada da micção espontânea o cateterismo intermitente deve ser realizado após o paciente urinar espontaneamente para retirar o resíduo de urina pós-miccional, que vai progressivamente se tornando menor, até que o paciente não necessite mais do auxílio da sonda.

Aproveite e assista ao vídeo em nosso canal YouTube, onde falamos um pouco sobre A Sonda Vesical de Alívio.

 

Cateterismo Vesical de Demora

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