Pinça Carretel (Ou de Ordenha)

Pinça Carretel

Terminologias na Obstrução Intestinal

Obstrução Intestinal

Antifibrinolítico: Ácido Tranexâmico

antifibrinolítico

Não confunda Trocater com Trocanter!

Trocater

Apesar das duas palavras serem extremamente parecidas, seus significados são completamente diferentes. Muitas vezes escrita incorretamente em relatórios de enfermagem, podendo confundir há quem possa ler.

O que é Trocater?

Trocater é um instrumento utilizado para se penetrar na cavidade abdominal (barriga) sem necessitar cortar os músculos. São tubos plásticos descartáveis ou feitos de aço cirúrgico para utilização permanente. Em cada corte realizado na videolaparoscopia, introduz um trocater.  E também é bastante utilizado em procedimentos como a cistostomia, por exemplo.

E por esses trocateres que é realizado a introdução de pinças, tesouras, grampeadores para se proceder a cirurgia assim como também por esses trocateres que é retirado alguma estrutura como a vesícula biliar. É fundamental para uma cirurgia e sem ele não é possível operar.

O que significa Trocanter?

Trocanter, também por vezes grafado trocânter, é a designação dada a cada uma das proeminências ósseas da parte superior do fémur da maioria dos mamíferos, incluindo os humanos. A designação é também aplicada a um dos segmentos em que se divide a perna dos artrópodes, localizada entre a coxa e o fémur.

Na parte superior do fémur da perna humana existem duas tuberosidades, designadas por grande trocanter (ou trocanter maior) e pequeno trocanter (ou trocanter menor), onde se insere o músculo glúteo médio, responsável por evitar a queda da bacia quando o membro contralateral está elevado no ar, dando um passo para a frente. Para auxiliar o glúteo médio, uma forte estrutura fibrosa localizada na porção lateral do quadril, denominada fáscia lata, passa rente ao grande trocanter.

Fasciotomia

Fasciotomia

Síndrome do Homem Vermelho (SHV)

Homem Vermelho

A Síndrome do Homem Vermelho (SHV), também conhecida como Síndrome do Pescoço Vermelho, é uma situação que pode ocorrer imediatamente ou após alguns dias do uso do antibiótico vancomicina devido a uma reação de hipersensibilidade a este remédio.

Este medicamento pode ser usado para o tratamento de doenças ortopédicas, endocardite e infecções comuns da pele mas deve ser usado com cuidado para evitar esta possível reação.

O principal sintoma desta síndrome é a intensa vermelhidão em todo corpo e coceira que deve ser diagnosticada e tratada pelo médico, podendo ser necessário permanecer internado em uma UTI.

Sinais e Sintomas

Os sinais e sintomas que caracterizam esta síndrome são:

  • Intenso eritema nas pernas, braços, barriga, pescoço e face;
  • Prurido nas regiões avermelhadas;
  • Edema aos redor dos olhos;
  • Espasmos musculares;
  • Pode haver dispneia, dor no peito e hipotensão.

Nos casos mais graves pode haver hipóxia, síncope, incontinência urinária e fecal, choque anafilático.

Causas

A principal causa desta doença é a aplicação rápida do antibiótico vancomicina diretamente na veia, no entanto, ela também pode surgir quando o medicamento é usado corretamente, com pelo menos 1 hora de infusão, podendo surgir no mesmo dia ou até mesmo, dias após o seu uso.

Assim, se a pessoa utilizou este medicamento mas já teve alta do hospital e apresentar estes sintomas deve ir para o pronto-socorro para iniciar o tratamento imediatamente.

Tratamento

O tratamento deve ser orientado pelo médico e pode ser feito com a cessação do uso do remédio e com a toma de remédios anti-histamínicos como Difenidramina em forma de injeção. Caso os sintomas persistam ou sejam de moderados a severos, pode-se associar bloqueadores do receptor H2 (exemplo, cimetidina ou ranitidina) por via endovenosa.Geralmente é necessário o uso de remédios para aumentar a pressão arterial e regularizar os batimentos cardíacos como a Adrenalina.

Se houver dificuldade para respirar, pode ser necessário usar uma máscara de oxigênio e dependendo da gravidade, pode ser preciso a utilização da ventilação mecânica. Para regular a respiração podem ser usados remédios corticosteroides como Hidrocortisona ou Prednisona.

Sinais de melhora

Os sinais de melhora surgem logo após o início do tratamento com os remédios necessários e o indivíduo pode receber alta após se verificar que os sintomas estão controlados e os exames de sangue, pressão e funcionamento cardíaco estão normalizados.

Sinais de piora e complicações

Os sinais de piora surgem quando o tratamento não é realizado e pode ter graves complicações que colocam em risco a vida do indivíduo por levar à parada cardíaca e respiratória.

 

 

Veja também:

A Vancomicina e a Vancocinemia

Sondas Intestinais Longas

Sondas Intestinais

As Sondas Intestinais Longas Miller-Abbott, Sonda de Cantor e Sonda de Andersen,  são exemplos de sondas com peso na extremidade que são colocados no pré- operatório ou no intra-operatório de cirurgias gastrointestinais. O comprimento longo possibilita a remoção do conteúdo intestinal para o tratamento de uma obstrução, o que não é possível por meio de uma sonda nasogástrica.

Essas sondas podem descomprimir o intestino delgado e separá-lo no intra-operatório ou no pós-operatório. Como a progressão das sondas depende do peristaltismo intestinal, seu uso é contraindicado em pacientes com íleo paralítico e graves obstruções mecânicas intestinais.

Os aparelhos mais antigos, como as sondas do tipo Cantor e Miller-Abbott, raramente são usados hoje, porque o balão da extremidade distal é preenchido com mercúrio, e a nova sonda de Andersen tem uma ponta preenchida com tungstênio, o que é opção mais segura.

As Intervenções usadas no cuidado do paciente com uma sonda intestinal longa são similares à aquelas usadas para a sonda nasogástrica e a sengstaken blakemore: Deve-se observar no paciente a hiperinsuflação do balão, que faz com que a remoção seja mais difícil, a ruptura do balão que pode levar à ruptura intestinal, e a invaginação reversa se a sonda for removida rapidamente. As sondas intestinais devem ser removidas lentamente, usualmente em torno de 15 centímetros de sonda deve ser retirado a cada hora.

Acinetobacter

acinetobacter

O ambiente hospitalar é inevitavelmente um grande reservatório de patógenos virulentos e oportunistas, de modo que as infecções hospitalares podem ser adquiridas não apenas por pacientes, que apresentam maior susceptibilidade, mas também, embora menos freqüentemente, por visitantes e funcionários do próprio hospital.

A importância do Acinetobacter tem aumentado nos últimos anos devido à sua grande capacidade em adquirir mecanismos de resistência às diferentes classes de antibióticos e à sua grande aptidão em sobreviver e se adaptar a condições adversas. Todos estes fatores tornam-no responsável por uma morbilidade e mortalidade elevada, especialmente, nos doentes críticos.

O gênero Acinetobacter consiste num bacilo gram-negativo, ubiquitário, aeróbio estrito, não fermentador, pouco exigente, imóvel, catalase positiva e oxidase negativa. Estão descritas cerca de 31 espécies genômicas: Acinetobacter calcoaceticus, A. baumannii, A. haemolyticus, A. junii, A. johnsonii, A. lwoffii, A. radioresistens e outras espécies não denominadas, e todos podem causar infecção nos seres humanos. O Acinetobacter Baumannii é encontrado em 80% dos casos, segundo estudos.

Apesar da preferência das bactérias Gram – por ambientes úmidos, Acinetobacter sp pode sobreviver em locais secos, como chão, colchões, mesas, luvas, termômetros, fluxômetros, travesseiros e materiais de fórmica, como prontuários, por até 13 dias.

Acinetobacter baumannii pode ter alto grau de hidrofobicidade, com capacidade de aderir a plásticos, inclusive superfícies de cateteres, tubos endotraqueais e outros materiais desse tipo.

Acinetobacter sp também pode ser encontrado em fontes úmidas no ambiente hospitalar, tais como válvulas e circuitos de ventiladores mecânicos, umidificadores e leite humano proveniente de bancos de leite.

Variedade de Doenças promovida pelo Acineto

O Acinetobacter pode causar uma grande variedade de doenças como: pneumonia,sepse, infecções de pele e feridas infectadas, e os sintomas variam de acordo com o local da infecção, e podendo colonizar pacientes sadios e pacientes com traqueostomia e feridas abertas. Outras espécies do gênero Acinetobacter podem também estar envolvidos em infecções: A. johnsonii, A. lwiffii e A. radioresistens habitam a pele humana, são comensais na orofaringe e vagina. A. lwoffii está associado à meningite; A. ursingii a infecções na corrente sanguínea de pacientes hospitalizados; A. junii, embora raramente, causa infecção ocular e bacteriemia, particularmente em pacientes pediátricos; A. schindleri já foi isolado de várias amostras humanas como secreção vaginal, cervical, garganta, nariz, ouvido, conjuntiva e urina, mas a maioria sem significado clínico.

Pacientes de Alto risco: Os mais prejudicados

– Pacientes com alterações no sistema imunológico;
– Pacientes com enfermidades pulmonares crônicas e diabéticos;
– Paciente  hospitalizados sob situações críticas, em ventilação mecânica;
– Pacientes que apresentam feridas abertas e que possuem dispositivos invasivos;

Métodos de Prevenção

Como o Acinetobacter vive na pele e pode sobreviver vários dias , devemos tomar devidos cuidados com a higienização das mãos para evitar a proliferação destas bactérias,  cuidados nos procedimentos invasivos como a utilização correta dos materiais assépticos e estéreis, evitando a contaminação em campos estéreis, e principalmente com isolamento de contato adequado, e cuidados na manipulação e higienização com todos os materiais usados pelo paciente, assim, a fim de evitar a disseminar a contaminação cruzada.

Anticoagulantes

Anticoagulantes

Os Medicamentos anticoagulantes reduzem a capacidade do sangue de coágulo (meios de coagulação). Isso é necessário se o sangue coagula demais, podem bloquear os vasos sanguíneos e levar a condições tais como um derrame ou um ataque cardíaco.

Você pode ter ouvido falar que estes medicamentos podem ser chamados de “medicamentos que afinam o sangue”, embora isso não seja tecnicamente correto. Eles impedem que o sangue coagule (forme um trombo).

O medicamento mais comumente prescrito anticoagulante é a varfarina (Marevam), na qual é usada em pacientes que apresentam processos de trombose de veias em membros inferiores, embolias, próteses metálicas cardíacas, fibrilação atrial (arritmia cardíaca).
Elas inibem a síntese de alguns fatores responsáveis pela coagulação do sangue.

Rivaroxabana, dabigatran e apixaban são anticoagulantes mais recentes que podem ser usados como uma alternativa ao varfarina para determinadas condições.

Por que o medicamento anticoagulante é necessário?

Quando o corpo é ferido, dentro ou sobre a pele, o sangue pode vazar em órgãos internos ou fora do corpo. Para evitar isso, o sangue forma coágulos que criar um selo sobre a ferida.

Quando é preciso coagular o sangue, uma série de processos complexos ocorre que causam o sangue tornar-se pegajoso. Então, o sangue começa a coagular no local do sangramento, que impede o sangramento mais.

Se uma ou mais partes do processo não funcionar, o sangue pode coagular demasiado ou não bastante. Se o sangue não coagula o suficiente, há um risco de sangramento (hemorragia). Se coagular demais, coágulos de sangue podem formar onde eles não são necessários e bloqueiam os vasos sanguíneos.

Anticoagulantes podem reduzir a capacidade do sangue de coagular, para que os coágulos de sangue desnecessários não são formados.

Quando são usados medicamentos anticoagulantes?

Existem vários usos para medicamentos anticoagulantes, mas eles são mais comumente prescritos para pessoas que tiveram uma condição causada por coágulos de sangue ou que correm o risco de desenvolver um. Estas condições incluem:

  • trombose venosa profunda (TVP)
  • embolia pulmonar
  • fibrilação atrial
  • moderado ou alto risco de AVC

O médico pode prescrever o anticoagulante se ao caso o paciente for a uma cirurgia e estar em risco de desenvolver coágulos de sangue em uma parte do corpo como o seu coração, e também podendo criar tromboembolismo em outras partes do corpo, devido a mobilidade motora prejudicada.

Cuidados de Enfermagem referente aos Anticoagulantes:

– Conferir diariamente acesso venoso, pois a presença de sinais flogísticos no local da punção significa que há infecção, ou ainda podendo apresentar sangramento;

– Monitorar diariamente o sistema tegumentar, observar quanto a presença de petéquias (pernas e braços), pois equimoses ou hematomas caracterizam sangramento por conta de fragilidade relacionado a hemorragias ;

– Monitorar exames, os principais exames são acompanhamento contínuo do nível de plaquetas, neutrófilos e linfócitos, devido ao risco de trombocitopenia causada por tais fármacos ;

– Monitorar temperatura corporal, a monitorização da temperatura corporal é imprescindível  a cada 4 horas é, pois este também é um indicador dos diagnósticos das complicações causadas por esses fármacos;

– Observar interações medicamentosa, pois ao  realizar perguntas sobre os medicamentos e alimentos (brócolis, alface, couve flor, aspargo, nabo, repolho, agrião, fígado de boi) que potencializam ou inibem a  ação destes fármacos pode-se intervir precocemente, já que existem interações medicamentosas que aumentam o risco de sangramento;

– Orientar ao paciente em questão de risco de quedas e acidentes (cuidado em andar em chão molhado, usar sapatos fechados e de boa aderência, evitar lugares com risco de queda);

– Oferecer dietas pobres em Vitamina K: É recomendada para pacientes em uso de medicamentos cujo principio ativo é a Varfarina (Coumadin, Marevan ou Marcoumar), ou seja, os ANTICOAGULANTES ORAIS.

ALIMENTOS PROIBIDOS:

  • Hortaliças: Aspargos; Alface; Hortelã; Brócolis; Mostarda; Couve; Espinafre; Repolho; Cebolinha; Salsinha; Folhas e Talos de Couve Flor; Folha de nabo; Almeirão; Agrião; Rúcula;
  • Pepino com casca;
  • Tomate Verde;
  • Fígado de boi, frango e porco;
  • Gema de ovo;
  • Folhas de chá in natura e industrializadas (cidreira, erva doce, mate, hortelã, boldo, chá verde, puejo, alecrim, arruda e outros chás a base de folhas verdes);
  • Grãos: de bico, de lentilha, soja e ervilha verde;
  • Algas marinhas;
  • Óleo de soja, de semente algodão, de canola, de oliva. Poderá ser consumido quando o mesmo for exposto à luz do dia ou luz fluorescente por 2 dias, dar preferências para embalagens plásticas. Podem ser substituídos por óleo de milho.

Fraturas Ósseas: Identifique o Tipo e Aja

Tipos de Fraturas Ósseas

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Conteúdo Atualizado! Revisado e atualizado em 18/10/2026.

Uma fratura nem sempre provoca deformidade visível. Dor, inchaço e dificuldade para movimentar o membro podem ser os primeiros sinais, e a ausência de osso exposto não descarta uma lesão importante. Reconhecer os tipos de fratura ajuda a compreender a gravidade do trauma e a priorizar uma assistência segura.

Como as fraturas são classificadas?

A classificação considera se a pele foi rompida, o padrão da linha de fratura, o número de fragmentos e o alinhamento dos ossos.

  1. Fratura fechada: a pele permanece íntegra, mesmo que existam lesões internas de vasos, nervos ou tecidos.
  2. Fratura aberta ou exposta: existe uma ferida que comunica a região da fratura com o meio externo. O osso pode estar visível ou não, e o risco de contaminação torna essa lesão uma urgência.
  3. Fratura completa: a linha de fratura atravessa toda a espessura do osso. Na incompleta, parte do osso permanece contínua; o galho verde é um exemplo comum em crianças.
  4. Fratura cominutiva: o osso se quebra em vários fragmentos. Na impactada, os fragmentos ficam comprimidos ou encaixados entre si.
  5. Fratura transversa: o traço cruza o osso aproximadamente em ângulo reto com seu eixo. Na oblíqua, segue uma direção diagonal; na espiral, contorna o osso, geralmente associada a um mecanismo de torção.

Também existem fraturas por estresse, relacionadas à sobrecarga repetitiva, e fraturas patológicas, que ocorrem em ossos fragilizados por doenças. Um mesmo caso pode receber mais de uma classificação, conforme as características encontradas.

Sinais que merecem atenção

Dor localizada, edema, hematoma, deformidade e limitação funcional podem indicar uma fratura. Formigamento, perda de sensibilidade, palidez, extremidade fria ou ausência de pulso distal são sinais de alerta para possível comprometimento neurovascular. A avaliação clínica e os exames de imagem ajudam a confirmar o diagnóstico; conseguir movimentar o membro ou apoiá-lo parcialmente não exclui uma fratura.

Imagine uma pessoa que cai e apresenta dor intensa no antebraço, com inchaço progressivo, mas sem deformidade evidente. A equipe deve considerar a possibilidade de fratura, evitar movimentos desnecessários e avaliar a circulação, a sensibilidade e a função motora distal, sem tentar confirmar a lesão por meio de manobras dolorosas.

Primeiros socorros: o que fazer e o que evitar

Mantenha a pessoa em repouso e evite movimentar ou endireitar o membro. Não tente colocar o osso no lugar. Se houver ferida, cubra-a com um curativo estéril ou tecido limpo, sem pressionar diretamente o osso exposto; se houver sangramento importante, controle-o conforme o treinamento e acione o serviço de emergência. A suspeita de fratura grave, lesão aberta, trauma de pelve ou coxa, alteração de consciência ou sinais de choque exige atendimento urgente.

Cuidados de enfermagem

Avalie e registre a dor, o edema, a condição da pele, a perfusão, a sensibilidade e a função motora distal. Repita a avaliação após a imobilização e sempre que houver mudança clínica. Mantenha o membro estabilizado conforme o protocolo, administre analgesia prescrita e acompanhe a resposta. Alterações neurovasculares ou aumento importante da dor devem ser comunicados imediatamente, pois podem indicar complicações que exigem intervenção rápida.

Em uma situação de atendimento, se a pessoa relata formigamento novo nos dedos depois da colocação de uma tala, não basta registrar a queixa e aguardar. É necessário reavaliar imediatamente a perfusão e a sensibilidade, verificar se há compressão pelo dispositivo e comunicar a equipe responsável. A tala não deve ser ajustada de forma improvisada quando isso ultrapassar a competência profissional ou o protocolo vigente.

Resumo para salvar

Fraturas Ósseas: Identifique o Tipo e Aja

  • Fraturas podem ser abertas ou fechadas, completas ou incompletas
  • O padrão pode ser transverso, oblíquo, espiral ou cominutivo
  • Não tente alinhar o membro nem empurrar o osso exposto
  • Avalie a função neurovascular e comunique alterações imediatamente

Referências:

  1. AMERICAN ACADEMY OF ORTHOPAEDIC SURGEONS (AAOS). Thighbone (Femur) fractures in children. OrthoInfo, [s.d.]. Disponível em: https://orthoinfo.aaos.org/en/diseases–conditions/thighbone-femur-fractures-in-children/.
  2. AMERICAN RED CROSS. Fractures: types, symptoms, and treatment. [s.d.]. Disponível em: https://www.redcross.org/take-a-class/resources/learn-first-aid/fractures.
  3. NATIONAL INSTITUTE FOR HEALTH AND CARE EXCELLENCE (NICE). Fractures (complex): assessment and management. Guideline NG37. Londres: NICE, 2016, atualizado em 2022. Disponível em: https://www.nice.org.uk/guidance/ng37/chapter/recommendations.