Avental Hidro-Repelente

Atualmente, há Aventais, Capotes, e até Jalecos ou Roupas privativas com tratamento hidro-repelente.

Ou seja, são apropriados para proteger o corpo dos respingos de água ou fluídos corpóreos durante o cuidado ao paciente.

A princípio, um EPI com bastante requisição para a utilização em setores que demandam cuidados especiais com pacientes COVID 19.

Portanto, auxiliam a não impregnação de fluídos no profissional durante o cuidado com o paciente.

Bem como, podem ser confeccionados em diversos materiais, como algodão, TNT hospitalar, polipropileno, podendo ser encontrados sob forma estéril ou não estéril, assim como descartáveis e não descartáveis.

Como funciona o material hidro-repelente?

Os tecidos com tratamento hidro-repelente ajudam a evitar o molhamento e passagem do fluído corporal, seja espirro, secreção, à jato ou respingos, para o interior da roupa, sem impedir a transpiração, tornando o equipamento confortável.

Por exemplo, se confeccionados em algodão, podem resistir até 30 lavagens, se manuseados de forma correta. Portanto, os tecidos devem ser preferencialmente claros, para reduzir a absorção de calor e ser de fácil lavagem, para permitir a sua reutilização.

Referências:

  1. Descarpack
  2. Epicovid

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Jaleco do Terror: Entenda o por que!

Jaleco

Eles são alvos, cândidos e símbolo de status. Diversos profissionais da saúde desfilam a indumentária pelos arredores de suas instituições, e estudantes da área da saúde caminham para a mesma prática. Profissionais e estudantes são alheios ao fato de que o jaleco é na verdade tão somente um EPI (equipamento de proteção individual), frequentando restaurantes, praças de alimentação e diversos outros locais fora do ambiente de trabalho. Esta prática é comparável a um engenheiro transitar portando seu capacete amarelo de segurança.

No entanto, o que o branco dos jalecos não consegue mostrar são as bactérias e vírus transmissores de doenças e, principalmente, de infecções hospitalares que se alojam no tecido da vestimenta.

Pesquisa recente da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) revela que alguns tipos de bactérias se conservam por dias, e até dois meses na peça e que pelo menos 90% delas resistem no tecido durante 12 horas. O risco é que o avental possa ser usado como “meio de transporte” pelas bactérias. As regiões com maior perigo de contaminação são os bolsos e as mangas, o risco pode ser pequeno, mas possível. Tanto para pacientes quanto para pessoas que estão fora do hospital e entram em contato com o jaleco.

Pesquisas

Segundo Marco Antônio Lemos Miguel, professor do Instituto de Microbiologia da UFRJ, o jaleco não é uma vestimenta e, sim, um equipamento de proteção individual (EPI). A pesquisa mostra que o avental pode conduzir, inclusive, a Acinetobacter, bactéria que há dois meses foi alvo de investigação no CHM (Centro Hospitalar Municipal) de Santo André, por ter aparecido nos exames de sete crianças. O micro-organismo pode levar à infecção generalizada.

Para o médico sanitarista e coordenador do Núcleo de Epidemiologia Infecção Hospitalar de Santo André, Fernando Galvanese, a polêmica sobre os jalecos está envolvida em preconceito e desconhecimento sobre o real perigo das bactérias. Ele afirma não haver danos à saúde reconhecidamente causados pelo trânsito dos jalecos de dentro para fora das unidades de saúde.

De acordo com ele, a finalidade do aparato branco é impedir a entrada de bactérias de fora para dentro do hospital. “A roupa serve para proteger o paciente”, diz Galvanese, ao contrário do que sugere o estudo do professor da UFRJ Marco Antônio Leme Miguel.

A palavra-chave é “consciência”, ou será que é bom senso?

Dica para lavar o jaleco:

Misturar um litro de água com 60 mililitros de formol (formaldeído). Cinco minutos nessa solução e todas as bactérias estão mortas. O procedimento pode ser feito para prevenir que demais roupas sejam “contaminadas” pelo jaleco.

Dicas

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