Tríades Clássicas Médicas

Na vasta e complexa área da medicina, as tríades clássicas emergem como conjuntos de sinais e sintomas que, quando presentes em conjunto, apontam para uma determinada condição médica.

Essas associações, estabelecidas por médicos e pesquisadores ao longo dos anos, servem como ferramentas valiosas para o diagnóstico diferencial e o direcionamento do tratamento. Neste artigo, exploraremos as principais tríades clássicas, seus componentes e a importância dos cuidados de enfermagem nesse contexto.

O que são as Tríades Clássicas?

As tríades clássicas são combinações de três sinais ou sintomas que, quando ocorrem simultaneamente, sugerem fortemente a presença de uma determinada doença ou condição.

Essas associações foram observadas repetidamente em pacientes e, ao longo do tempo, se tornaram conhecidas como “tríades”. É importante ressaltar que a presença de uma tríade não confirma o diagnóstico, mas serve como um guia para investigações adicionais.

Principais Tríades Clássicas e seus Componentes

Tríade de Beck

Caracterizada por hipotensão arterial, distensão das veias jugulares e diminuição dos sons cardíacos, a tríade de Beck é fortemente sugestiva de tamponamento cardíaco.

Tríade de Cushing

Composta por hipertensão arterial, bradicardia e respiração irregular, a tríade de Cushing é um sinal de aumento da pressão intracraniana.

Tríade de Virchow

Relacionada à formação de trombos, a tríade de Virchow engloba lesão endotelial, estase sanguínea e hipercoagulabilidade.

Tríade de Charcot

Caracterizada por dor abdominal na região do hipocôndrio direito, icterícia e febre, a tríade de Charcot é sugestiva de colecistite aguda.

Tríade de Dieulafoy

Composta por hematêmese, melena e história de episódios prévios de sangramento, a tríade de Dieulafoy é associada a úlceras arteriais do estômago.

Tríade de Hutchinson

Caracterizada por ceratite intersticial, surdez e dentes em forma de cinzel, a tríade de Hutchinson é um sinal clássico de sífilis congênita.

Tríade de Horner

Composta por miose, ptose palpebral e anidrose facial, a tríade de Horner indica interrupção das fibras simpáticas para o olho.

Cuidados de Enfermagem nas Tríades Clássicas

O papel do enfermeiro é fundamental no cuidado de pacientes com suspeita de alguma das tríades clássicas. As principais ações incluem:

  • Monitorização: Realizar monitorização contínua dos sinais vitais, como pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória.
  • Coleta de dados: Obter um histórico completo do paciente, incluindo queixas, fatores de risco e medicamentos em uso.
  • Exames complementares: Colaborar com a equipe médica na coleta de exames laboratoriais e de imagem.
  • Administração de medicamentos: Administrar medicamentos prescritos pelo médico, como anti-hipertensivos, analgésicos e antibióticos.
  • Educação: Orientar o paciente e seus familiares sobre a importância do tratamento e as medidas preventivas.
  • Suporte emocional: Oferecer apoio emocional ao paciente e à família, auxiliando-os a lidar com a situação.

As tríades clássicas são ferramentas valiosas para o diagnóstico clínico, auxiliando os profissionais de saúde a identificar rapidamente condições médicas graves e direcionar o tratamento de forma adequada.

O enfermeiro, como membro fundamental da equipe de saúde, desempenha um papel crucial na assistência a esses pacientes, realizando a monitorização dos sinais vitais, coletando dados e colaborando com o médico no diagnóstico e tratamento.

Referências:

  1. Semiologia Médica – Celmo Celeno Porto – 7ª Edição. 2013. Editora Guanabara Koogan.
  2. Semiologia Médica – José Rodolfo Rocco. 1º Edição. 2010. Editora Elsevier.

O que Significa o símbolo “Rx/Px” em uma Prescrição Médica?

Se você é telespectador assíduo daqueles seriados médicos americanos, deve ter notado em algumas situações, o famoso símbolo “Rx” estampado nas prescrições médicas dos pacientes.

Mas afinal, o que é isso?

O Significado

Primeiramente, não devemos confundir – Não é Px, e sim Rx onde o “x” é feito na perna da letra R.

É a abreviação em latim para Recipé (rekipé), onde significa misturar. Esta foi uma abreviação médica por apenas 100 anos até que os chefs e cozinheiros começaram a usar a palavra “receita” em suas cozinhas.

Usar a primeira letra de uma palavra mais um “x” depois é uma prática muito comum em vários profissões, por exemplo, “Wx” para um piloto de avião significa “clima” como em “como é o wx lá fora”.

Existem várias explicações sobre sua origem. Uma dela é de que o símbolo deriva do “Olho de Horus” ou “Olho Sagrado”, um símbolo mitológico do Egito antigo, que significa proteção, restabelecimento da saúde, intuição e visão.

Teorias

Os egípcios usavam o símbolo para afastar o perigo, a doença e má sorte, sendo muito parecido com a abreviação “Rx”.

Outra teoria, é de que deriva do latim “recipere”, significando “recuperação” ou “take, thus” e precede a prescrição de alguns médicos.

Nos tempos em que os médicos precisavam prescrever a fórmula do medicamento, e misturando e compondo seus ingredientes. A abreviação “Rx” era completada por uma afirmação como “fiat mistura” que significa “que a mistura seja feita”.

Outra teoria é de que “Rx” é uma invocação ao Deus Romano, ou ao planeta da sorte, Júpiter. Uma prece a ele, para que o tratamento seja efetivo, tanto que, em manuscritos médicos antigos, todos os R´s eram cruzados.

Talvez, o símbolo não seja muito usado em nosso País, por sermos essencialmente católicos em sua maioria.

Referência:

  1. Wikipedia

Os Tipos de Receitas Médicas

Existem regras e convenções estabelecidas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para uma correta prescrição médica.

É de extrema importância que todos os profissionais da saúde legalmente habilitados a receitar medicamentos (médicos, veterinários e dentistas), assim como os farmacêuticos, saibam identificar o tipo de papel correto em que a receita médica deve ser indicada.

Informações Básicas e Importantes que devem conter em um Prescrição Médica

Uma receita deve sempre conter as seguintes informações:

  • Dados do profissional que assina a solicitação: nome, endereço da clínica ou hospital, registro profissional (CRM, por exemplo) e sua especialidade;
  • Dados do paciente: o nome é obrigatório, mas o endereço e a idade podem ser necessários;
  • Nome do medicamento e sua forma farmacêutica;
  • Dose / quantidade e concentração recomendada do medicamento;
  • Orientações do profissional para o paciente;
  • Data, assinatura, nome completo e o número do CRM do profissional;
  • No caso de Pediatria, profissionais costumam incluir dados como peso e altura da criança, além de inserir orientações de dietas, efeitos colaterais, repouso ou outras informações sobre o tratamento.

 

Tipos de Notificações de Receita

A Notificação de Receita (NR) é o documento que, acompanhado da receita, autoriza a dispensação de medicamentos das listas A1 e A2 (Entorpecentes), A3, B1 (Psicotrópicas), B2 (Psicotrópicas Anorexígenas), C2 (Retinóica para uso sistêmico) e C3 (Imunossupressoras).

Notificação de Receita tipo “A” – Cor Amarela

Para medicamentos extremamente controlados, como entorpecentes e alguns psicotrópicos, é utilizado o papel amarelo. Cada receituário pode conter a prescrição de apenas uma substância, com quantidade necessária para tratamento durante 30 dias – que é, também, o período de validade da receita.

Atenção: No caso de medicamentos controlados citados acima, todos os receituários médicos devem ser acompanhados de uma notificação de receita para análise da ANVISA. A notificação deve conter:

  • Sigla da unidade da federação;
  • Identificação numérica fornecida pela autoridade sanitária competente dos estados, municípios e Distrito Federal;
  • Identificação do profissional que está prescrevendo, com sua inscrição no conselho regional com a sigla da respectiva unidade da federação;
  • Identificação do paciente que irá utilizar o medicamento, com nome e endereço completo;
  • Nome do medicamento, dosagem, forma farmacêutica, quantidade (em algarismos arábicos e por extenso) e posologia;
  • Símbolo indicativo de riscos;
  • Data de emissão;
  • Assinatura do prescritor. Quando os dados do profissional estiverem devidamente impressos no campo do emitente, ele poderá apenas assinar a notificação de receita. Caso pertença a uma instituição hospitalar, o emitente deverá também utilizar seu carimbo, constando a inscrição no conselho regional;
  • Identificação do paciente, com nome, documento de identificação, endereço e telefone;
  • Identificação do fornecedor, com nome do estabelecimento, endereço, telefone, data e nome do responsável pela dispensação do medicamento;
  • Identificação da gráfica que emitiu o receituário, com nome, endereço e CNPJ em cada folha do talonário. Deve constar também a numeração do início ao fim concedidas ao profissional ou instituição, com número da autorização para confecção de talonários emitida pela vigilância sanitária local;
  • Identificação do registro, com anotação da quantidade aviada, no verso das folhas.

 

Observações Gerais:

  • Validade após prescrição: 30 dias. Válida em todo o território Nacional;
  • Quantidade Máxima / Receita: 30 dias de tratamento;
  • Limitado a 5 ampolas por medicamento injetável.

 

Notificação de Receita tipo “B” – Cor Azul

Este tipo de receituário é utilizado na receita médica de psicotrópicos e psicotrópicas anorexígenas. Cada receituário pode conter a prescrição de apenas uma substância, com quantidade necessária para tratamento durante 30 dias – que é, também, o período de validade da receita.

Observações Gerais:

  • Para medicamentos relacionados nas listas B1 (Psicotrópicas): Validade após prescrição: 30 dias. Válida somente no estado emitente. Quantidade Máxima / Receita: 60 dias de tratamento. Limitado a 5 ampolas por medicamento injetável;
  • Para medicamentos relacionados nas listas B2 (Psicotrópicas Anorexígenas): Validade após prescrição: 30 dias. Válida somente no estado emitente. Quantidade Máxima / Receita: 30 dias de tratamento.

 

Notificação de Receita tipo “C” – Cor Branca

Existem diversos medicamentos que não necessitam de receituário médico para compra, mas que só devem ser adquiridos quando prescritos por um profissional. Nesse caso, é utilizado apenas uma receita simples, com uma via, geralmente em papel de cor branca.

Receituário Médico Branco Especial

Para medicamentos de uso controlado, como antibióticos, antirretrovirais, anabolizantes e alguns imunossupressores, é necessário a prescrição em duas vias: uma para o paciente, outra para a farmácia.

A receita médica, nesse caso, costuma possuir validade de 30 dias após a sua emissão e limita a quantidade de medicamento para o tratamento durante este período.

Observações Gerais:

  • Para medicamentos relacionados nas listas C2 (Subst. Retinóides de uso sistêmico): Validade após prescrição: 30 dias. Válida somente no estado emitente. Quantidade Máxima / Receita: 30 dias de tratamento. Limitado a 5 ampolas por medicamento injetável. Deve vir acompanhada do Termo de Consentimento de Risco e Consentimento Pós-Informação;
  • Para medicamentos relacionados nas listas C3 (Imunossupressoras): Validade após prescrição: 15 dias. Válida somente no estado emitente. Quantidade Máxima / Receita: 30 dias de tratamento. Limitado a 30 dias o número de ampolas por medicamento injetável. Deve vir acompanhada do Termo de Esclarecimento para Usuário de Talidomida e Termo de Responsabilidade.

 

Os Tipos de Receitas

Receita de Controle Especial – Receita tipo “C” – Cor Branca

Para medicamentos relacionados nas listas C1 (Outras Subst. Sujeitas a Controle Especial em 02 vias): A primeira via (farmácia ou drogaria) e segunda via, para o paciente. Validade após prescrição: 30 dias. Válida somente no estado emitente. Quantidade Máxima / Receita: 60 dias de tratamento. Máximo de 3 substâncias por receita. Limitado a 5 ampolas por medicamento injetável. Antiparkinsonianos e Anticonvulsivantes: Receita para 6 meses de tratamento.

Para medicamentos relacionados nas listas C2 (Subst. Retinóicas de Uso Externo – Controle Especial em 02 vias). Validade após prescrição: 30 dias. Válida somente no estado emitente. Quantidade Máxima / Receita: 60 dias de tratamento.

Para medicamentos relacionados nas listas C4 (Anti-Retrovirais – Sujeitas a Receituário do Programa DST/AIDS ou Sujeitas a Controle Especial em 02 vias): primeira via (farmácia ou drogaria) e segunda via, para o paciente. Validade após prescrição: 30 dias. Válida somente no estado emitente. Limitado a 5 substâncias constantes da lista C4.

Para medicamentos relacionados nas listas C5 (Substâncias Anabolizantes – Sujeitas a Controle Especial em 02 vias): A primeira via (farmácia ou drogaria) e segunda via, para o paciente.  Validade após prescrição: 30 dias. Válida somente no estado emitente. Quantidade Máxima / Receita: 60 dias de tratamento. Limitado a 5 ampolas por medicamento injetável.

Receita tipo “D” – Cor Branca

Para medicamentos relacionados nas listas D1 (Substâncias Precursoras de Entorpecentes e/ou Psicotrópicos), Sujeita a Receita Médica SEM Retenção.

Resumo do Receituário

Lista Tipo de Receita Ampolas Validade da receita após
prescrita
Quantidade Máxima
por Receita
A1 / A2 / A3
Entorpecentes/
Psicotrópicas
Notificação Receita A – Amarela 5 30 dias – válida somente no
estado emitente
Quantidade para 30
dias de tratamento
B1
Psicotrópicos
Notificação Receita B1 – Azul 5 30 dias – válida somente no
estado emitente
Quantidade para 60
dias de tratamento
B2
Anorexígenas
Notificação Receita B2 – Azul 30 dias – válida somente no
estado emitente
Quantidade para 30
dias de tratamento
C1
Psicoativos
Receita de Controle Especial / Branca / em 2 vias –
A primeira via retida farmácia ou drogaria e segunda
via, para o paciente.
5 30 dias – válida em todo o
território Brasileiro
Quantidade para 60
dias de tratamento
C2
Retinóides
(Uso tópico)
Receita de Controle Especial
(2 vias)
(sem retenção de receita)
30 dias – válida em todo o
território Brasileiro
Quantidade para 60
dias de tratamento
C2
Retinóides
(Uso Sistêmico)
Notificação de Receita Especial Retinóides / Branca
/ Termo de Conhecimento de risco e consentimento
pós-informação para pacientes do sexo feminino
menores de 55 anos de idade / Termo de
Conhecimentos de risco e consentimento pós informação para homens e mulheres maiores de 55
anos de idade
5 30 dias – válida em todo o
território Brasileiro
Quantidade para 30
dias de tratamento
C3
Imunossupressores
Notificação de Receita Talidomida / Branca / Deve
vir acompanhada do Termo de Esclarecimento para
Usuário de Talidomida e Termo de
Responsabilidade.
Para 30 dias 15 dias – válida somente no
estado emitente
Quantidade para 30
dias de tratamento
C4
Anti-Retrovirais
Receita de Controle Especial / Branca / Sujeitas a
Receituário do Programa DST/AIDS ou Sujeitas a
Controle Especial em 02 vias. A primeira via retida
farmácia ou drogaria e segunda via, para o paciente.
30 dias – válida somente no
estado emitente
C5
Anabolizantes
Receita de Controle Especial / Branca / em 2 vias. A
primeira via retida farmácia ou drogaria e segunda
via, para o paciente.
5 30 dias – válida em todo o
território Brasileiro
Quantidade para 60
dias de tratamento
D1
Precursores
Receita Simples / Sem retenção
D2
Polícia Federal    

Referências:

  1. CRM ParanáPortal AnvisaConselho Federal de Farmácia

Prescrição Médica: O que é “Bolar” ou “Checar” ?

Você sabia?

Que o ato de “checar” um medicamento que foi utilizado em um horário aprazado, nas prescrições de enfermagem e médica, significa que a ação foi realizada, e o “bolar” ou “circular” significa que a ação prescrita não foi realizada?

É importante sempre realizar estas ações, independente da medicação que foi prescrita, seja ela com a frequência estabelecida pelo médico ou a critério médico!  E também é importante saber que em cima do sinal “checado” é indispensável a colocação do nome completo do profissional que realizou a ação, legível.

Lembrando que o ato de checar não dispensa a necessidade de anotar também! Sempre anote administrado item “tal número” conforme prescrição médica, por exemplo.

E se, após “bolar” um horário, é imprescindível anotar a justificativa de não realização do cuidado, para que seja documentado uma possível recusa do paciente, uma alteração e suspensão do medicamento pelo médico.

A cobrança das medicações é realizada através da prescrição do médico e checagem de horários pela enfermagem. A maioria dos convênios paga exatamente o que está prescrito pelo médico, ou seja, miligramas e principio ativo. Nas medicações parenterais além do medicamento são cobrados todos os componentes necessários para administração (seringa, agulhas, diluentes).

A prescrição médica realizada dentro das instituições hospitalares quando o paciente está internado, possui uma validade de 24 horas. O horário de início e término da prescrição é acordado entre o hospital e os médicos. A prescrição pode ser manual (feita a punho) ou eletrônica (sistema informatizado do prontuário).

Veja também:

O Aprazamento da Prescrição Médica

O Aprazamento da Prescrição Médica

Aprazamento

Certamente, você irá ouvir falar muito sobre o aprazamento de medicamentos em prescrições médicas, em hospitais. É um fator muito importante para a equipe de enfermagem, e faz parte da rotina na administração de medicamentos.

Aprazar medicamentos dos pacientes nada mais é que marcar um prazo para que eles sejam administrados em seus devidos horários. Por via de regra, cada aprazamento tem validade de 24 horas.

Quem pode aprazar a prescrição médica?

Há algumas controvérsias em algumas respostas técnicas e pareceres do COREN, como  PARECER COREN-SP 036/2013, que na qual conclui que “…Considerando a responsabilidade envolvida no aprazamento das prescrições médicas, diante da possibilidade de ocorrência de interações medicamentosas, as quais podem vir a prejudicar o processo terapêutico instituído ao paciente, entendemos que compete somente ao Enfermeiro realizar tal ação.”, já diferentemente descrito na RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 063/CT/2017 onde situa que: “… Ante ao exposto o COREN SC conclui que: o aprazamento é competência da equipe de Enfermagem e recomenda que o Enfermeiro organize educação permanente para que a equipe de Enfermagem apraze com segurança e conhecimento científico.”, sendo assim, um fator que irá depender muito dos protocolos institucionais.

Os horários descritos de acordo com as cores

De acordo com o protocolo de cada Instituição, é determinado o uso das cores padrão de canetas como azul ou preto para o plantão diurno, e vermelho para o plantão noturno. Não há uma regra, mas é determinado de cada hospital o uso das mesmas. Portanto, algumas instituições utilizam as cores azul ou somente preto para o aprazamento dos horários tanto diurnos quanto noturnos, ou o vermelho para o noturno, e vice-versa.

Os medicamentos com a frequência de 24/24 horas

Geralmente, é escolhido um horário entre o de 10h ou 22h para realizar a administração dependendo das recomendações do fármaco. Isso também são protocolos individuais que na qual podem mudar de acordo com a instituição.

Tem dúvidas de certos medicamentos? Leia a bula sempre antes de administrar! Não administre medicamento sem conhecer todas as recomendações e precauções necessárias!

Vale lembrar que o horário para administrar os medicamentos ao longo do dia pode ser estimado.

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