Tipos e Preparação de Leitos

Tipos de Leitos

Os principais objetivos de um leito organizado, é proporcionar repouso, conforto, segurança e bem estar ao paciente, economizar tempo e energia da equipe de enfermagem, e manter a unidade com aspecto agradável.

Definições

  • Cama aberta Quando esta ocupada por paciente;
  • Cama fechada – Quando o leito esta vago;
  • Cama de operado – Quando esta aguardando o retorno do paciente do centro cirúrgico;
  • Preparo da cama aberta;

Material

  • 01 travesseiro;
  • 02 lençóis;
  • 01 cobertor (se necessário);
  • 01 fronha;
  • 01 lençol para móvel (se necessário);
  • 01 rolo para costas (se necessário);
  • 01 forro/impermeável (se necessário);
  • Camisola ou pijama;

Técnica

01 – Lavar as mãos.
02 – Colocar a roupa na mesa de cabeceira.
03 – Explicar o que se vai fazer ao paciente e/ou acompanhante.
04 – Colocar o hamper próximo a porta do quarto.
05 – Desprender a roupa do leito, do lado do paciente e depois vir e ir soltando do outro lado.
06 – Colocar o travesseiro sem fronha na mesa de cabeceira.
07 – Colocar o paciente em decúbito lateral.
08 – Enrolar o móvel e lençol de baixo separadamente, ate o meio da cama e sob o corpo do paciente.
09 – Substituir o lençol de baixo, e o móvel, pela roupa limpa.
10 – Virar o paciente para o lado pronto, nunca o expondo.
11 – Passar para o lado oposto;
12 – Retirar a roupa usada, e descartar no hamper, retirar as luvas, e esticar os lençóis limpos, prendendo-os e fazendo os cantos;
13 – Colocar a fronha no travesseiro, acomodando o paciente;

Obs.: Se o paciente for totalmente dependente, a troca de cama dever ser feita por duas pessoas.

Preparo da cama fechada

Material

  • Luvas de procedimento;
  • 02 Lençóis;
  • 01 Travesseiro;
  • 01 Fronha;
  • 01 lençol para móvel;
  • 01 Cobertor, se necessário;
  • Hamper;

Técnica

01 – Lavar as mãos.
02 – Preparar o material.
03 – Colocar o material no carrinho de banho ou mesa de cabeceira.
04 – Retirar a roupa de cama suja e colocá-los no hamper próximo do leito.
05 – Desprezar as luvas.
06 – Estender o lençol sobre o leito, amarrando as pontas do lençol na cabeceira e nos pés.
07 – Estender o móvel sobre o leito prendendo-o sob o lençol na parte inferior.
08 – Estender o lençol superior e fazer uma meia dobra na cabeceira.
09 – Colocar a fronha no travesseiro.
10 – Colocar o travesseiro na cama.
11 – Recompor a unidade.
12 – Lavar as mãos.

Preparo da cama de operado.

Material

  • Luvas de procedimento;
  • 02 Lençóis;
  • 01 Travesseiro;
  • 01 Fronha;
  • 01 lençol para móvel;
  • 01 Cobertor, se necessário;
  • Hamper;

Técnica

01 – Lavar as mãos.
02 – Preparar o material.
03 – Colocar o material no carrinho de banho ou mesa de cabeceira.
04 – Retirar a roupa de cama suja e colocá-los no hamper próximo do leito.
05 – Desprezar as luvas.
06 – Estender o lençol sobre o leito, amarrando as pontas do lençol na cabeceira e nos pés.
07 – Estender o móvel sobre o leito prendendo-o sob o lençol na parte inferior.
08 Estender o lençol superior e fazer um rolinho de forma que fique no canto da cama.
09 – Colocar a fronha no travesseiro.
10 – Colocar o travesseiro na cama.
11 – Recompor a unidade.
12 – Lavar as mãos.

Lembrando que:

  • O leito dever ser trocado quantas vezes forem necessárias durante o plantão;
  • O leito dever ser preparado de acordo com a suas finalidades;
  • Se o paciente for totalmente dependente, a troca de cama dever ser feita por duas pessoas.

O leito é um fator importante na obtenção de repouso e conforto!

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Regiões e Quadrantes Abdominais

Regiões e Quadrantes Abdominais

A cavidade abdominopélvica é a região do corpo humano mais complexa, pois os órgãos se encontram muito próximos uns dos outros o que não permite a localização exata de uma possível dor.

As Regiões e Quadrantes Abdominais, ajudam a facilitar a localização desses órgãos. Os anatomistas traçaram duas linhas imaginárias a partir do umbigo. Uma verticalmente, do processo xifóide até a sínfise púbica e outra horizontalmente, na linha da cintura. Com isso é possível dividir em 4 quadrantes.

  1. Quadrante Superior Direito (QSD);
  2. Quadrante Superior Esquerdo (QSE);
  3. Quadrante Inferior Direito (QID);
  4. Quadrante Inferior Esquerdo (QIE);

É comum ao profissional de enfermagem utilizar o método dos quadrantes para uma avaliação mais exata da região abdominal, que consiste na divisão do abdômen em quatro regiões iguais, usando duas linhas perpendiculares que se cruzam na linha umbilical.

E nesta cavidade abdominopélvica também é dividido em 9 regiões, tanto para realização de exame físico, quanto para anotações de enfermagem quanto a localização de incisões e drenos.

  1. Hipocôndrio Direito;
  2. Epigástrico;
  3. Hipocôndrio Esquerdo;
  4. Flanco Direito;
  5. Mesogástrico ou Umbilical;
  6. Flanco Esquerdo;
  7. Fossa Ilíaca Direita ou Inguinal Direita;
  8. Hipogástrico ou Suprapúbica;
  9. Fossa Ilíaca Esquerda ou Inguinal Esquerda;

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Plegia, Paralisia e Paresia: As Diferenças

Plegia Paralisia e Paresia

Os termos podem muito confundir, na hora de realizar uma anotação, e até mesmo a avaliação que o médico e o enfermeiro podem fazer, durante uma anamnese.

O termo paralisia (onde a Plegia é o sinônimo), se refere à perda da capacidade de contração muscular voluntária, por interrupção funcional ou orgânica em um ponto qualquer da via motora, que pode ir do córtex cerebral até o próprio músculo; fala-se em paralisia quando todo movimento nestas proporções são impossíveis.

Já a paresia refere-se quando o movimento está apenas limitado ou fraco. O termo paresia vem do grego PARESIS e significa relaxação, debilidade. Nos casos de paresias, a motilidade se apresenta apenas num padrão abaixo do normal, no que se refere à força muscular, precisão do movimento, amplitude do movimento e a resistência muscular localizada, ou seja, refere-se a um comprometimento parcial,a uma semi paralisia.

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Regiões para aplicação de Injeção Intramuscular

Via Intramuscular

A Via Intramuscular (IM) é a via de administração de medicamentos diretamente no tecido muscular, depois da via endovenosa, este meio é a de mais rápida absorção, por isso o seu largo emprego. Por esta via, pode administrar medicamentos que seriam irritantes ao trato digestivo ou ao tecido subcutâneo.

A Administração de medicamento IM pode ser bastante dolorosa ou desconfortável para os pacientes, pois o medicamento penetra profundamente nas camadas musculares, que são bastante inervadas por fibras sensitivas.

O profissional de enfermagem deve ter um conhecimento técnico e também compreender as ações da medicação para administrá-la de forma correta e evitar ou minimizar seus efeitos colaterais.

A Escolha da Região Adequada

Na escolha do local para aplicação, é muito importante levar em consideração: 

  • Idade do paciente;
  • Irritabilidade da droga;
  • Distância em relação a vasos e nervos importantes;
  • Espessura do tecido adiposo;
  • Musculatura suficientemente grande para absorver o medicamento;
  • Atividade do cliente;

– A Região ventro-glútea: indicada em qualquer idade;

– A Região da face ântero-lateral da coxa: indicada especialmente para lactentes e crianças até 10 anos.

– A Região dorso-glútea: contra-indicada para menores de 2 anos, maiores de 60 anos e pessoas excessivamente magras.

– A Região deltoidiana: contra-indicada para menores de 10 anos e adultos com pequeno desenvolvimento muscular.

Na seleção do tamanho da agulha é preciso levar em consideração:

  • A Idade do cliente;
  • A Espessura do tecido subcutâneo;
  • A Solubilidade da droga a ser injetada.

OBSERVAÇÕES

  • Caso venha sangue na seringa, retirar imediatamente e aplicar em outro local.
  • Injeções de mais de 3 ml não devem ser aplicadas no deltóide.
  • O volume máximo para injeção IM é de 5 ml. Volume acima de 5 ml, fracionar e aplicar em locais diferentes.
  • Estabelecer rodízio nos locais de aplicação de injeções.
  • O uso do músculo deltóide é contra-indicado em pacientes com complicações vasculares dos membros superiores, pacientes com parestesia ou paralisia dos braços, e aquelas que sofreram mastectomia.
  • A agulha deve ser sempre introduzida em posição perpendicular à pele, ou seja, em um ângulo de 90°.
  • BISEL da agulha deve ser posicionado de forma LATERAL, minimizando as agressões as fibras musculares minimizando a dor durante o procedimento e as complicações.
  • Podem ser aplicadas soluções aquosas, oleosas e suspensões.

MATERIAL NECESSÁRIO

Bandeja, rótulo de identificação, luvas de procedimento, seringa, agulha 40×12, agulha 25×7 ou 30×8, medicamento prescrito, gaze estéril, algodão, clorexidina alcoólica e álcool a 70%.

CUIDADOS RELACIONADOS

  • Checar o medicamento após a sua administração e se não foi administrado circular o horário e anotar o motivo;
  • Se o medicamento for dado fora do horário prescrito, checar o novo horário de administração e anotar o motivo;
  • Registrar qualquer tipo de reação que o paciente possa ter após receber a medicação e comunicar ao enfermeiro responsável e/ou o médico;
  • Realizar rodízio nos locais de aplicação;
  • Não reencapar a agulha;

MÚSCULOS INDICADOS PARA ADMINISTRAÇÃO E VOLUME PERMITIDO EM ADULTO 

– Regiao anterolateral da coxa (vasto-lateral): até 4ml
– Região Dorso-glútea (quadrante superior externo): até 5ml.
– Região Ventro-glútea (Hochstter): até 4ml.
– Regiao Deltoidea (4 cm abaixo do acrômio): até 2ml.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO

  1. Realizar a higienização das mãos;
  2. Separar o material necessário;
  3. Fazer o rótulo de identificação do medicamento, seguindo os 5 certos: paciente certo, horário certo, dosagem certa, via certa e medicamento certo;
  4. Realizar a desinfecção da bandeja com álcool a 70%;
  5. Aspirar o medicamento;
  6. Trocar a agulha (para 25×7 ou 30×8);
  7. Retirar o ar da seringa;
  8. Colocar o rótulo de identificação do medicamento na seringa;
  9. Reunir o material a ser utilizado na bandeja;
  10. Levar a bandeja até a unidade do paciente e colocá-la na mesa de cabeceira;
  11. Orientar e explicar o procedimento ao paciente;
  12. Conferir o rótulo com os dados do paciente;
  13. Posicionar o paciente de forma adequada ao procedimento;
  14. Calçar as luvas de procedimento;
  15. Expor a área de aplicação e definir o local da administração;
  16. Palpar o músculo (medição do local);
  17. Fazer a antissepsia do local com álcool a 70%;
  18. Pinçar com os dedos a pele ao redor do local da administração;
  19. Introduzir a agulha com bisel lateralizado em ângulo de 90º em relação ao músculo;
  20. Aspirar lentamente o êmbolo da seringa e certificar-se de que não atingiu nenhum vaso sanguíneo;
  21. Injetar o medicamento em velocidade constante;
  22. Retirar a agulha e a seringa em um movimento rápido;
  23. Aplicar leve compressão ao local com gaze;
  24. Deixar o paciente confortável:
  25. Recolher o material utilizado, deixando a unidade do paciente em ordem;
  26. Desprezar os resíduos;
  27. Descartar o material perfuro cortante no Descarpac® (sem desconectar a agulha da seringa e sem re encapá-la);
  28. Retirar a luva de procedimento;
  29. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e realizar a desinfecção com álcool a 70%.
  30. Realizar a higienização das mãos;
  31. Checar o horário da administração do medicamento na prescrição médica;
  32. Fazer anotação de enfermagem se houver intercorrências.

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A Pulsação Arterial

Pulsação arterial

A Pulsação arterial é o ciclo de expansão e relaxamento das artérias do corpo. Pode ser percebido facilmente em regiões específicas do corpo, sendo útil na abordagem de emergência. A pulsação corresponde às variações de pressão sanguínea na artéria durante os batimentos cardíacos. As pressões arteriais diastólica e sistólica podem ser detectadas nas artérias do braço e medidas com um aparelho chamado esfigmomanômetro.

Algumas veias também podem ter a pulsação percebida, porém são mais raras.

A palpação do pulso é um dos procedimentos clínicos mais antigos da prática médica, e representa também um gesto simbólico, pois é um dos primeiros contatos físico entre o profissional de saúde e o paciente.

Com a contração do ventrículo esquerdo há uma ejeção de um volume de sangue na aorta, e dali, para a árvore arterial, sendo que uma onda de pressão se desloca rapidamente pelo sistema arterial, onde pode ser percebida como pulso arterial. Portanto o pulso é a contração e expansão alternada de uma artéria.

As artérias em que com frequência são verificados os pulsos: artéria radial, carótidas, facial, braquial, femorais, pediosas, temporal, poplítea e tibial posterior. Nessas artérias pode ser avaliado: o estado da parede arterial, a frequência, o ritmo, a amplitude, a tensão e a comparação com a artéria contralateral.

Realizando o procedimento

  • Lavar as mãos;
  • Orientar o paciente quanto ao procedimento, e colocar o paciente em posição confortável, sentado ou deitado, porém sempre com o braço apoiado;
  • Realizar o procedimento de acordo com a técnica descrita abaixo:

– Apalpar o local onde se encontra a artéria e contar quanta pulsação há durante 1 minuto inteiro;

  • Lavar as mãos;
  • Anotar no prontuário a frequência cardíaca.

Técnica para locais de verificação

No Pulso radial, a artéria radial encontra-se entre a apófise estiloide do rádio e o tendão dos flexores, sendo que para palpá-los emprega-se os dedos indicador e médio, com o polegar fixado no dorso do punho do paciente, sendo que o examinador usa a mão direita para examinar o pulso esquerdo e vice-versa.

No Pulso carotídeo as pulsações da carótida são visíveis e palpáveis medialmente aos músculos esternocleidomastoideos. Para sua palpação, devemos colocar o polegar esquerdo (ou o indicador e dedo médio) sobre a carótida direita e vice-versa, no terço inferior do pescoço, adjacente à margem medial do músculo esternocleidomastoideo bem relaxado, aproximadamente ao nível da cartilagem cricoide.

No Pulso braquial, coloque a mão oposta por debaixo do cotovelo do paciente e utilizar o polegar para palpar a artéria braquial imediatamente medial ao tendão do músculo bíceps, sendo que o braço do paciente deve repousar com o cotovelo esticado e as palmas da mão para cima.

Você sabia?

Na Parede Arterial, a parede do vaso não deve apresentar tortuosidades, sendo facilmente depressível; na aterosclerose, ocorre deposição de sais de cálcio na parede dos vasos, sendo que à palpação notamos o mesmo endurecido, irregular, tortuoso, recebendo o nome de traqueia de passarinho.

A Frequência Cardíaca

A contagem deve ser sempre feita por um período de 1 minuto, sendo que a frequência varia com a idade e diversas condições físicas. Na primeira infância varia de 120 a 130 bat./min.; na segunda infância de 80 a 100 e no adulto é considerada normal de 60 a 100 batimentos por minuto, sendo que acima do valor normal, temos a taquisfigmia e abaixo bradisfigmia.

Na prática diária, erroneamente usamos os termos respectivamente de taquicardia e bradicardia, pois nem sempre o número de pulsações periféricas corresponde aos batimentos cardíacos. Está aumentada em situações fisiológicas como exercício, emoção, gravidez, ou em situações patológicas como estados febris, hipertireoidismo, hipovolemia entre muitos outros. A bradisfigmia pode ser normal em atletas.

O Ritmo

É dado pela sequência das pulsações, sendo que quando ocorrem a intervalos iguais, chamamos de ritmo regular, sendo que se os intervalos são ora mais longos ora mais curtos, o ritmo é irregular. A arritmia traduz alteração do ritmo cardíaco.

A Amplitude e a Magnitude

É avaliada pela sensação captada em cada pulsação e está diretamente relacionada com o grau de enchimento da artéria na sístole e esvaziamento na diástole.

A Tensão e a Dureza

É avaliada pela compressão progressiva da artéria, sendo que se for pequena a pressão necessária para interromper as pulsações, caracteriza-se um pulso mole. No pulso duro a pressão exercida para desaparecimento do pulso é grande e pode indicar hipertensão arterial.

pulso

Caracterização do Pulso

pulsação

Abreviações mais Comuns Utilizadas na Prescrição Médica

Prescrição Médica

De forma a zelar pela segurança dos pacientes, e garantir que esta segurança permeie todos os processos clínicos e assistenciais atrelados ao histórico de atendimento do paciente, alguns hospitais recomendam a todos os profissionais de saúde que evitem, sempre que possível, o uso de siglas e abreviaturas no registro de prontuários e documentos afins. Tais abreviações, por vezes, geram falhas na comunicação entre os profissionais, com graves consequências aos pacientes.

A transcrição e o registro das palavras por extenso, por sua vez, evitam mal-entendidos entre as equipes multidisciplinares que atendem o paciente, contribuindo para a segurança do paciente.

Sabemos, entretanto, que o uso de siglas e abreviaturas é uma prática universal, já incorporada ao cotidiano profissional dos profissionais de saúde, como forma de otimizar e agilizar o registro de informações frente à sempre crescente demanda de pacientes atendidos em clínicas e hospitais. Face a este entendimento, alguns hospitais padronizam um manual de siglas e abreviaturas que podem ser utilizadas no registro de documentos. A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, criou um Manual de Siglas e Abreviaturas, e a sua utilização é obrigatória!

De forma a contemplar e preservar as siglas e abreviaturas empregadas em diferentes setores do Hospital, em concordância com a literatura e terminologia técnica recomendadas, um manual foi dividido em especialidades. Também foi destacado as siglas e abreviaturas que jamais devem ser utilizadas em prontuários, a fim de se evitar a ocorrência de erros.

O QUE NÃO USAR NO REGISTRO DOS PRONTUÁRIOS

<  O sinal de menor pode ser confundido com a letra “L”

>  O sinal de maior pode ser confundido com o número “7”

AB  Aborto

BIC  Bicarbonato de Sódio

Cc  Para indicar volume de drogas e infusões utilizar “mililitros” ou “ml” e não centímetro cúbico ou cc

CPM  Conforme Prescrição Médica

CU  Cicatriz Umbilical

IC  Incisão Cirúrgica

OD  Pode significar olho direito, ombro direito ou ouvido/ orelha direita

OE  Pode significar olho esquerdo, ombro esquerdo ou ouvido/ orelha esquerda

PV  Perdas Vaginais

U  Este símbolo significa unidade, porém pode ser confundido com zero

UI  Este símbolo significa Unidade Internacional, porém pode ser confundido com intravenoso ou com o número 10

μ  Este símbolo grego de “micro” pode ser confundido com muitas letras Itens de prescrição e controles

Conheça as abreviações mais Comuns utilizadas na Prescrição Médica

​SIGLA SIGNIFICADO ​SIGLA SIGNIFICADO
​AO ambos olhos
ACM a critério do médico
AP/(amp) ampola(s)
Cáp cápsulas
Ca  cálcio
Col  colírio
CP/comp comprimido(s)
CR  creme
d dia(s)
DG  drágea(s)
DI disco
ENV envelope(s)
EV  endovenoso
FAP  frasco(s) ampola
FL flaconete(s)
FR  frasco(s)
g grama(s)
Gt/gt gota(s)
h hora(s)
IM  intramuscular
IV  intravenoso
KCL cloreto de potássio
kg  quilograma(s)
L litro(s)
m2  metro(s) quadrado(s)
mcg micrograma(s)
mEq miliequivalente(s)
mg miligrama(s)
Mg  magnésio
min minutos(s)
​mL  milimetro(s)
mMol milimol(es)
NaCl cloreto de sódio
NPT nutrição parenteral total
OT ordem telefônica
OV ordem verbal
qsp quantidade suficiente para
PM pomada
QT quimioterapia
seg segundos(s)
S/N  se necessário
SC subcutâneo
SF solução fisiológica
SG solução glicosada
SGF soro glicofisiológico
SL sublingual
SNE sonda nasoenteral
SNG sonda nasogástrica
Sol solução
SP/Sup supositório(s)
SS/Susp suspensão
SY spray
TB tubo(s)
TD transdérmico
TU tubete(s)
UI unidade(s) internacional(is)
VD vidro(s)
VO via oral
VR via retal
XP  xarope

Siglas e Abreviaturas – PADRONIZADAS

​SIGLA SIGNIFICADO ​SIGLA SIGNIFICADO

​AAS  Ácido Acetilsalicílico (Aspirina)

ACM  A critério médico

Amp  Ampola

BH  Balanço Hídrico

bpm  Batimentos Por Minuto

Caps  Cápsula

CCG  Cuidados e Controles Gerais

cm  Centímetro

cm3  Centímetro cúbico

cp  Comprimido

DDAVP  Acetato de Desmopressina

DDE  Decúbito Dorsal Elevado

DDH  Decúbito Dorsal Horizontal

DL  Decúbito lateral

dl  Decilitro

DLD  Decúbito Lateral Direito

DLE  Decúbito Lateral Esquerdo

EV  Endovenosa

FC  Frequência cardíaca

FL  Flaconete

FR  Frequência Respiratória

Fr-amp  Frasco ampola

gr  Grama

GM-CSF  Fator de Crescimento de Neutrófilos

Gt  Gota(s)

Gt(s)  Gota(s)

GTM  Gastrostomia

H  Hora

ID  Intradérmica

IM  Intramuscular

IV  Intravenoso

KCl  Cloreto de Potássio

Kg  Quilograma(s)

KMnO4  Permaganato de Potássio

L  Litro

m2  Metro(s) quadrado(s)

mcg  Micrograma(s)

meq  Miliequivalente(s)

mg  Miligrama(s)

min  Minuto(s)

ml  Mililitro

mm  Milímetro

MgSOSulfato de Mágnésio

mmHg  Milímetros de Mercúrio

mMol  Milimol(es)

MTN  Manhã, tarde, noite

NaCl  Cloreto de Sódio

NBZ  Nebulização

 

​NPH  Insulina Isofana – bovina, suína ou humana. Efeito 3 a 4 horas, pico 6 a 12 horas, duração 18 a 24 horas.

NPP  Nutrição Parenteral Prolongada

NPT  Nutrição Parenteral Total

O2  Oxigênio

P  Pulso

PA  Pressão arterial

PAM  Pressão Arterial Média

PAI Pressão Arterial Invasiva

PANI  Pressão Arterial Não Invasiva

PCA  Bomba de Infusão para Analgesia Controlada

PFC  Plasma Fresco Congelado

PMV  Para Manter Veia

PPM  Partícula por minuto

PS  Pressão Sistólica

PTU  Propiltiouracil

PVC  Pressão Venosa Central

qsp  Quantidade suficiente para

RH  Restrição Hídrica

RL  Ringer Lactato

rpm  Respiração por minuto

S/N  Se necessário

Sat  Saturação

SatO2  Saturação de Oxigênio Arterial

SC  Subcutâneo

seg  Segundos

SF  Solução Fisiológica / Soro Fisiológico

SG  Solução Glicosada / Soro Glicosado

SGF  Soro Glicofisiológico

SL  Sublingual

SNE  Sonda Nasoenteral

SNG  Sonda Nasogástrica

SOE  Sonda Oroenteral

SOG  Sonda Orogástrica

Sol  Solução

SSVV  Sinais Vitais

SVA  Sonda Vesical de Alívio

SVD  Sonda/Sondagem Vesical de Demora

T  Temperatura

TRO  Terapia de Rehidratação Oral

VIG  Velocidade Infusão Glicose

VO  Via Oral

Vol.  Volume

VP  Veia Periférica

VR  Via retal

VV  Via Vaginal

xp  Xarope

Siglas e Abreviaturas – EXAMES

​SIGLA SIGNIFICADO ​SIGLA SIGNIFICADO

ACTH  Hormônio Adrenocorticotrófico

AngioCT  Angiotomografia computadorizada

ATB  Antibiograma

BD  Bilirrubina Direta

bHCG b  Gonadotrofina Coriônica Humana

BI  Bilirrubina Indireta

BNP  Peptídeo natriurético atrial

BT  Bilirrubina Total

BTF  Bilirrubina T + F

C, Cr  Creatinina

Ca  Cálcio

Cai  Cálcio Iônico

CH  Concentrado Hemácias (ou CH)

CHCM  Concentração de HCM

CICR  Clearance Creatinina

CKM  Creatinofosfoquinase massa

Cl  Cloro

CPK  Creatinofosfoquinase

CPRE  Colangiopancreatografia retrógada endoscópica

CTG  Cardiotocografia

DHL  Desidrogenase Láctica

EBV  Epstein-Boar Vírus

ECG  Eletrocardiograma

ECO  Ecodopplercardiograma

EDA  Endoscopia Digestiva Alta

EEG  Eletroencefalograma

FA  Fosfotase Alcalina

Fe  Ferro

FR  Fator Reumatóide

FSH  Hormônio Folículo Estimulante

FTA  Anticorpo Treponêmico Fluorescente

FTA-ABS  Absorção de FTA

FvW  Fator de Von Willebrand

G6PD  Glicose-6-Fosfato Desidrogenase

Gaso  A Gaso Arterial

Gaso V  Gaso Venosa

GB  Glóbulos brancos

GGT  Gama glutamil transferase

Gli  Glicose

GVC  Gasometria Venosa Central

Hb  Hemoglobina

HBsAg  Antígeno de Superfície para Hepatite

HCM  Hemoglobina Corpuscular Média

HCV  Hepatite por Vírus C

HDV  Hepatite por Vírus D

HIV  Vírus da Imunodeficiência Humana

HMC  Hemocultura

Mg  Magnésio

MMG  Mamografia

Na  Sódio

P  Fósforo

PA  Postero-anterior

pCO2  Pressão Parcial de CO2 no Sangue (venoso e/ ou arterial)

PCO2  Pressão C

PCR  Proteína C Reativa

PET  Tomografia com Emissão Pósitrons

pH  Potencial de Hidrogênio Iônico

Plaq  Plaquetas

pO2  Pressão de Oxigênio (venoso e/ou arterial)

PPF  Protoparasitológico de Fezes

PSA  Antígeno Prostático Específico

PT  Proteína Total

PTF  Proteínas T + F

PTF  Proteína Total e Frações

PTH  Paratohormônio

RDW  Índice de Anisocilose

Rh  Fator Rhesus (Fator Rh)

RM  Ressonância magnética

RNM  Ressonância Magnética / Ressonância Nuclear Magnética

RX  Raio X

T3  Triiodotironina

T4  Tetraiodotironina

TC  Tomografia Computadorizada

TGO  Transaminase glutâmico oxalacética

TGP  Transaminase glutâmico pirúvica

TP  Tempo de Protrombina

TRAb  Anticorpo Antirreceptor do TSH

TS  Tempo Sangramento

TSH  Hormônio Tireoestimulante

TT  Tempo de Trombina

TTPA  Tempo de Tromboplastina Ativada

U  Ureia

UFC/ml  Unidade Formadora de Colônia

UI  Urina I

URC  Urocultura

USG  Ultrassonografia

VCM  Volume Carpuscular Médio

VDRL  Venereal Disease Research Laboratory

VHS  Velocidade de Sedimentação

MMG  mamografia

Siglas e Abreviaturas – GERAIS

​SIGLA SIGNIFICADO ​SIGLA SIGNIFICADO

–  Ausente

+  Presente

a  Alfa

AA  Aminoácidos

Abd  Abdomen

ACV  Acesso Venoso Central

AINE  Anti-Inflamatório Não-Esteróide

AINH  Anti-Inflamatório Não-Hormonal

alt  Altura

ANVISA  Agência Nacional de Vigilância Sanitária

AP  Anátomo Patológico

ASA  American Society of Anesthesiologists

ATB  Antimicrobiano

aut  Autorizado

b  Beta

B1  Tiamina

B12  Cianocabalamina

B2  Ribofluvina

B3  Niacina

B6  Piridoxina

BAAR  Bacilo Álcool-Ácido Resistente

BANF  Bulhas Arrítmicas Normo Fonética

BCG  Vacina Contra Tuberculose

BCP  Broncopneumonia

BEG  Bom Estado Geral

BRNF  Bulhas Rítmicas Normo Fonética

BRNF a 2T  Bulhas Rítmicas Normo Fonética em Dois Tempos

Bx  Biópsia

C/  Com

CA  Câncer

Cal  Calorias

CC  Centro Cirúrgico

cça  Criança

CCIH  Comissão de Controle de Infecção Hospitalar

CD  Conduta

CDC  Center Disease Control

CE  Corticóide

CH  Concentrado Hemácias (ou CH)

CHAAE  Corado, Hidratado, Anictérico, Acianótico, Afebril e Eupneico

CHCM  Concentração de HCM

CID  Código Internacional de Doenças

CO  Centro Obstétrico / Monóxido de Carbono

CO2  Gás Carbônico

Cod  Código 

conc  Concentrado

Cor  Corado

CVC  Cateter Venoso Central

D  Direito

DB  Descompressão Brusca

DBP  Displasia Broncopulmonar

DDE  Decúbito Dorsal Elevado

DDH  Decúbito Dorsal Horizontal

DEA  Desfibrilador Elétrico Automático

DIH  Dia Internação Hospitalar

DL  Decúbito lateral

DLD  Decúbito Lateral Direito

DLE  Decúbito Lateral Esquerdo

DLP  Dislipidemia

DNA  Ácido Desoxirribonucleico

DPT  Difteria – Coqueluche – Tétano

DST  Doença Sexualmente Transmissível

E  Esquerdo

E.coli  Escherichia Coli

EF  Exame Físico

EIC  Espaço Intercostal

eup  Eupneico

FAB  Ferimento por Arma Branca

FAF  Ferimento por Arma de Fogo

FAV  Fístula artério-venosa

FCC  Ferimento Corto-Contuso

FD  Flanco Direito

FDA  Food and Drug Administration

FE  Flanco Esquerdo

FID  Fossa Ilíaca Direita

FIE  Fossa Ilíaca Esquerda

FRA  Febre reumática aguda

Fx  Fratura

g  Grama

GI  Gastrointestinal

GO  Ginecologia e Obstetrícia

HAS  Hipertensão Arterial Sistêmica

HD  Hipótese Diagnóstica

HDMA  História de Moléstia Atual

HE  Hipocôndrio Esquerdo

Hidr  Hidratado

HTD  Hemitórax direito

HTE  Hemitórax esquerdo

IG  Imunoglobulina

IL  Intralípides

 IMC  Índice de Massa Corpórea

ITU  Infecção do Trato Urinário

IVAS  Infecção das Vias Aéreas Superiores

LER  Lesão por Esforços Repetitivos

LES  Lúpus Eritematoso Sistêmico

LS  Lábio Superior

MEG  Mal Estar Geral

MID  Membro Inferior Direito

MIE  Membro Inferior Esquerdo

MMII  Membros Inferiores

MMSS  Membros Superiores

MOE  Motilidade Ocular Extrínseca

MSD  Membro Superior Direito

MSE  Membro Superior Esquerdo

MT  Membrana Timpânica

MV  Murmúrio Vesicular

MV+ sem RA  Murmúrio Vesicular presente sem ruído adventício

N  Não

ndn  Nada digno de nota

Neo  Neoplasia

nl  Normal

NO  Óxido Nítrico

nº  Número

Obs  Observação

OK  De acordo

OMS  Organização Mundial da Saúde

OVAS  Obstrução Vias Aéreas Superiores

P/  Para

PCR  Parada Cardiorrespiratória

pcte  Paciente

PEG  Péssimo estado geral

Peq  Pequeno

PICC  Catéter Central de Inserção Periférica

PO  Pós-Operatório

POI  Pós-Operatório Imediato

POT  Pós-Operatório Tardio

PS  Pronto-Socorro

PSA  Pronto-Socorro Adulto

PSI  Pronto-Socorro Infantil

QD  Queixa e Duração

QID  Quadrante Inferior Direito

QIE  Quadrante Inferior Esquerdo

QSD  Quadrante Superior Direito

QSE  Quadrante Superior Esquerdo

qsp  Quantidade suficiente para

QT  Quimioterapia

Qt  Quantidade  

RA  Recuperação Anestésica

RCD  Rebordo costal direito

RCE  Rebordo costal esquerdo

RCP  Ressuscitação Cardiopulmonar

Resp  Respiratório

RET  Retorno

RH  Restrição Hídrica

RHA  Ruído Hidroaéreo

RI  Risco Infeccioso

RPA  Recuperação Anestésica

S  Sim

S/  Sem

S/N  Se necessário

SCD  Subclávia Direita

SCE  Subclávia Esquerda

Sd  Síndrome 

SIC  Segundo Informações Coletadas

SIDA  Síndrome da Imunodeficiência  Adquirida Humana

SNC  Sistema Nervoso Central

SO  Sala Operatória

SSVV  Sinais Vitais

SVA  Sonda Vesical de Alívio

SVD  Sonda/Sondagem Vesical de Demora

TB ou TBc  Turbeculose

Tbg  Tabagista

TCE  Trauma/Traumatismo Crânio-Encefálico

TEV  Tromboembolismo venoso

TQM  Traqueostomia

TR  Toque Retal

Transf  Transferência

TVP  Trombose Venosa Profunda

Tx  Transplante

UAA  Unidade de admissão e alta

UCO  Unidade de Terapia Iintensiva Coronariana

UPP  Úlcera por pressão

UTI  Unidade de Terapia Intensiva

UTI-A  Unidade de Terapia Intensiva Adulto

UTI-NEO  Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

UTI-PED  Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica

VFR  Vide Folha Rosto

VMG  Visceromegalia

X  Vezes

CHAAE  Corado, Hidratado, Anictérico, Acianótico, Afebril e Eupneico

Siglas e Abreviaturas – UTI e CARDIOLOGIA / PNEUMOLOGIA

​SIGLA SIGNIFICADO ​SIGLA SIGNIFICADO

A/C  Ventilação Assistida Controlada

ACT  Angioplastia

ACTP  Angioplastia Coronária Transluminar Percutânea

AD  Átrio Direito

AE  Átrio Esquerdo

AV  Átrio Ventricular

BAV  Bloqueio Atrioventricular

BAVT  Bloqueio Atrioventricular Total

BCE  Broncoespasmo

BE  Base Excess

BIPAP  Bi Level Positive Pressure Airway

BIS  Bispectral Index

CAP  Cateter Artéria Pulmonar

CATE  Cateterismo Cardíaco

CD  Coronária Direita

CEC  Circulação Extracorpórea

CIA  Comunicação Intra-Arterial

CIV  Comunicação Intraventricular

CIVD  Coagulação Intravascular Disseminada

CPAP  Continuous Pressure Airway Positive – Pressão Contínua Positiva das Vias  Aéreas

CPT  Capacidade Pulmonar Total

CVF  Capacidade Vital Forçada

Cx  Circunflexa

DA  Descendente Anterior

DAC  Doença Arterial Coronariana

DBP  Displasia Broncopulmonar

DC  Débito Cardíaco

DEA  Desfibrilador Elétrico Automático

Dg  Diagonal

DMOS  Disfunção de Múltiplos Órgãos e Sistemas

DP  Derrame Pleural

DPOC  Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

EAo  Estenose Aórtica

EAP  Edema Agudo de Pulmão

ECMO  Oxigenação Extracorpórea

EIC  Espaço Intercostal

EPAP  Expiratory Pressure = Pressão Positiva Expiratória

EtCO2  CO2 Expirado Final

FA  Fibrilação Atrial

FV  Fibrilação Ventricular

HP  Hipertensão Pulmonar

HTD  Hemitórax direito

HTE  Hemitórax esquerdo

I/E  Relação Inspiratória / Expiratória

IAM  Infarto Agudo do Miocárdio

IC  Índice Cardíaco

ICC  Insuficiência Cardíaca Congestiva

ICO  Insuficiência Coronária Crônica

IECA  Inibidor Enzima Conversora de Angiotensina

IMV  Ventilação Mandatória Intermitente

IOT  Intubação Orotraqueal

IPAP  Inspiratory Pressure = Pressão Positiva Inspiratória

IRA  Insuficiência Renal Aguda

IRC  Insuficiência Renal Crônica

IRpA  Insuficiência Respiratória Aguda

IRVP  Índice de RVP

IRVS  Índice de RVS

IS  Índice Sistólico

ME  Morte Encefálica

Mg  Marginal

PAD  Pressão de Átrio Direito

PAE  Pressão de Átrio Esquerdo

PAM  Pressão Arterial Média

PANI  Pressão Arterial Não Invasiva

PAP  Pressão de Artéria Pulmonar

PAV  Pneumonia Associada à Ventilação

PBE  Peritonite Bacteriana Espontânea

PC  Pressão controlada

PCA  Bomba de Infusão para Analgesia Controlada – Persistência do Canal Arterial

PCP  Pressão Capilar Pulmonar

PD  Pressão Diastólica

PEEP  Positive Expiratory End Pressure – Pressão Positiva do Fim da Expiração

PEFR  Pico da Frequência de Fluxo Expiratório

PS  Pressão de Suporte

PSAP  Pressão Sistólica Artéria Pulmonar

PVC  Pressão Venosa Central

RPPI  Respiração Com Pressão Positiva Intermitente

RVP  Resistência Vascular Periférica / Resistência Vascular Pulmonar

RVS  Resistência Vascular Sistêmica

SDRA  Síndrome do Desconforto Respiratória Agudo

SHU  Síndrome Hemolítica-Urêmica

SIRS  Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica

SvcO2  Saturação Venosa Central de Oxigênio

SvO2  Saturação de Oxigênio da Artéria Pulmonar

TEC  Tempo Endrimento Capilar

TEO2  Taxa Extração de O2

TEP  Tromboembolismo Pulmonar

TGA  Transposição de Grandes Artérias

TGI  Insuflação de Gás Intratraqueal

TNF  Fator Necrose Tumoral

TPSV  Taquicardia paroxística supra ventricular

TQM  Traqueostomia

TSV  Taquicardia Supraventricular

TV  Taquicardia Ventricular

TVP  Trombose Venosa Profunda

V/Q  Ventilação Perfusão

VAFO  Ventilação Alta Frequência Oscilatória

VD  Ventrículo Direito

VE  Ventrículo Esquerdo

VEF1  Volume Expiratório Forçado em 1 segundo

VFD  Veia Femural Direita

VFE  Veia Femural Esquerda

VJD  Veia Jugular Direita

VJE  Veia Jugular Esquerda

VJED  Veia Jugular Externa Direita

VJEE  Veia Jugular Externa Esquerda

VJID  Veia Jugular Interna Direita

VJIE  Veia Jugular Interna Esquerda

VM  Ventilação Mecânica

VMA  Ventilação Mecânica Assistida

VMC  Ventilação Mecânica Controlada

VS  Volume Sistólico

VSCD  Veia Subclávia Direita

VSCE  Veia Subclávia Esquerda

VSR  Vírus Sincicial Respiratório

Cx  Circunflexa

CD  Coronária Direita

DA  Descendente Anterior

Mg  Marginal

 

Angulações de Injeções e seus Tipos

Injeção

Você sabe diferenciar todos os tipos de aplicações de injeções?

Existem quatro formas principais de se aplicar injeções. Cada uma delas tem sua forma correta de inclinação na hora da aplicação e serve para atingir uma determinada parte da pele ou músculo. Veja quais são:

Intramuscular – Esse tipo de injeção é aplicada em uma posição de 90 graus. Ela entra reta na vertical na pele e tem o objetivo de aplicar a substância diretamente no músculo. A famosa injeção de Benzetacil é aplicada dessa forma. Também é usada para antibióticos para tratar infecções.

Subcutânea – Essa injeção tem 45 graus de inclinação e seu objetivo é aplicar o produto, medicamento ou substância na parte de gordura subcutânea da pele. Usada geralmente para aplicação de insulina.

Intravenosa – Essa é aquela injeção que geralmente os profissionais de Enfermagem aplicam quando o paciente necessita tomar soro e é preciso atingir a veia. Ela deve ser aplicada com 25 graus de inclinação e atinge a segunda camada, logo abaixo da nossa pele. É usada para aplicação de soros em geral e antibióticos.

Intradérmica – Essa é a injeção aplicada na camada mais superficial de nossa pele. Ela precisa ser feita com 10 a 15 graus de inclinação e não deve atingir à derme, onde se encontram veias e vasos. Ela é a mais superficial de todas as injeções. É usada para estes de alergia ou vacina BCG.

Veja também:

Tipos e Indicações das Agulhas

Banho no Leito

Banho no leito

O Banho no leito é uma das atribuições do Técnico de Enfermagem, pois consiste na lavagem de toda/parte da superfície corporal de forma a satisfazer as necessidades de higiene e conforto do paciente. É uma prática de higiene em que se procura remover o suor, a oleosidade, a poeira e os micro-organismos da pele. Inclui por vezes, a massagem de toda a extensão corporal ou parte dela.

É uma intervenção autônoma de enfermagem que se constitui de extrema importância para o bem-estar físico, psíquico e social do doente. É um momento de relacionamento interpessoal único, que pode e deve promover a comunicação e empatia com o doente.

O horário deve ser adequado, não só à organização de cada instituição mas, sobretudo e primordialmente aos hábitos dos doentes. A sua execução é dependente de uma consulta ao processo e plano de cuidados no sentido de se identificar o nível de dependência do doente. Devem verificar-se as condições ambientais da unidade: temperatura, ventilação, iluminação.

Respeitar as preferências e a privacidade do doente (mantendo-o sempre coberto com um lençol, evitando exposições desnecessárias). Observar o doente, interrogar, interpretar e relacionar. Mobilizar o doente para que se sinta seguro, usando movimentos rápidos e firmas, mas suaves.

Fazer a higiene de modo a que todo o corpo fique lavado, começando das zonas mais limpas para as mais sujas. Mudar a água sempre que necessário. Secar bem, dando especial atenção às orelhas, axilas, umbigo, pregas cutâneas e espaços interdigitais.

Colocar sempre a roupa suja diretamente no saco adequado para o efeito.

Os cuidados de higiene podem classificar-se de acordo com a extensão corporal, com a ajuda e com o local onde são executados. Assim:

Segundo a extensão corporal:

  • Total
  • Parcial

Segundo a ajuda:

  • Total
  • Parcial

Segundo o local:

  • Na cama
  • No chuveiro

Por exemplo podemos dizer que ao doente X foram prestados:

Cuidados de higiene totais, com ajuda total no chuveiro.

Tendo a Avaliação Inicial de:

• Verificar indicações e precauções específicas em relação ao movimento e posicionamento.
• Verificar entubações e localização dos cateteres I.V.
• Avaliar a necessidade do banho.
• Avaliar a capacidade de ajuda da pessoa; planear a ajuda apropriada.
• Durante o banho na cama, deve realizar movimentos passivos (MPA) das articulações, conforme apropriado.
• Avaliar a capacidade para compreender instruções.
• Perguntar quais as preferências em produtos auxiliares de higiene (por exemplo, sabão).
• Obtenha produtos auxiliares da higiene, roupa e equipamento.
• Avaliar a temperatura e ventilação do quarto (ajuste se possível);
feche as janelas e porta para prevenir correntes de ar.
• Lavar as mãos antes de ir buscar a roupa.
• Usar mecanismos corporais corretos.

Preparação ao Paciente e os Materiais utilizados:

• Explicar como é que a pessoa pode ajudar.
• Explicar a sequência das atividades
• Desimpedir a zona de trabalho.
• Assegurar a privacidade.
• Colocar o material necessário na cadeira ao lado da cama ou na mesa-de-cabeceira a uma altura confortável.
• Ajustar a cama a uma altura confortável com as grades levantadas.
• Posicionar o doente em decúbito dorsal, salvo contra-indicação.

MATERIAL

• Bacia para o banho
• Sabão
• Luvas
• Carro de roupa limpa
• Carro de roupa suja (ou hamper)
• 3 Toalhetes ou esponjas
• 1 Toalha de rosto
• 1 Toalha de banho
• Camisa ou pijama
• Produtos auxiliares de higiene (sabão, pó de talco, desodorizante, loção da pele)

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Pressão Arterial: Aferição Correta

Primeiramente, o tamanho do manguito é de grande importância para garantir a acurácia das medidas da pressão arterial. Estes devem ser escolhidos de acordo com a faixa etária e os locais de medição da pressão arterial. O uso incorreto pode acarretar em aferições errôneas.

A largura da borracha deve ser de 40% da circunferência do braço e seu comprimento envolver pelo menos 80%.

A aferição da pressão arterial é determinada a partir de três camadas: externa, média e íntima da artéria braquial, geralmente no braço esquerdo do paciente. Para realizar corretamente a aferição da pressão deve-se cobrir 2/3 do braço com o manguito e inflá-lo acima da pressão com o objetivo de obstruir o fluxo e iniciar o turbilhonamento do fluxo. Como não é possível saber qual a pressão aproximada do indivíduo, deve-se inicialmente inflar o manguito devagar e sentir simultaneamente o pulso radial. Quando esse desaparecer, é necessário inflar mais 20 mmHg para verificar de forma mais precisa a pressão arterial do paciente (método palpatório).

Na seqüência, posiciona-se o estetoscópio na artéria antecubital e verifica-se que a pressão do manguito é suficiente para bloquear a passagem de sangue pela artéria, possibilitando a ausculta a cada pulsação (propagação). O primeiro som (fase I de Korot Koff) determina a pressão sistólica e, a diastólica (início da fase V de Korot Koff) com o abafamento e o término dos sons pelo método auscutatório. Mesmo adotando todas as medidas técnicas utilizando o estetoscópio, a medida da pressão arterial não pode ser interpretada com exatidão, e sim, é aceitável os de 8 mmHg acima ou abaixo.

Utilizar uma técnica correta de aferição da pressão irá auxiliar na possível existência de patologias, sendo que requer a mais absoluta atenção a comportamentos que reduza a influência de fatores externos, as quais podem causar desvios nos resultados obtidos. A pressão deve ser medida com o uso de esfigmomanômetro e estetoscópio (método auscultatório).

Para aferir a pressão de forma mais precisa devemos atentar para alguns detalhes. Um deles, o manguito do esfigmomanômetro não pode estar muito justo ao braço do paciente para não elevar a pressão erroneamente. É necessário que o paciente esteja em posição confortável a pelo menos cinco minutos. Também o paciente não deve estar com a bexiga cheia, mas deverá estar em jejuns há 30 minutos anteriores à consulta. O ambiente deve estar calmo e silencioso. O antebraço do paciente deve estar posicionado ao nível do coração e o manguito deve ser desinsuflado devagar até o término das pulsações.

Pressão Arterial