A oxigenoterapia é um tratamento essencial para pacientes com deficiência de oxigênio.
No entanto, deve-se entender basicamente os princípios fundamentais desse procedimento, abordando aspectos como dosagem, continuidade, controle, temperatura e umidificação.
Dosagem
- A dosagem de oxigênio deve ser personalizada para cada paciente. Ela é determinada com base na pressão arterial de oxigênio (PaO2) ou na saturação de oxigênio (SatO2).
- Indicações comuns para oxigenoterapia incluem PaO2 ≤ 55 mmHg ou SatO2 ≤ 88% em gasometria arterial.
- Profissionais capacitados devem prescrever a dosagem adequada para evitar efeitos colaterais.
Continuidade
- A oxigenoterapia deve ser contínua, especialmente para pacientes com necessidades crônicas.
- Interrupções podem comprometer a saúde do paciente. Portanto, é crucial seguir as orientações médicas rigorosamente.
Controle
- Monitorar a saturação de oxigênio (SpO2) é fundamental durante o tratamento.
- A oximetria de pulso é uma ferramenta útil para avaliar a eficácia da oxigenoterapia.
Temperatura e Umidificação
- O oxigênio seco pode causar ressecamento das vias aéreas e mucosas.
- Pacientes com fluxo de oxigênio acima de 3 LPM devem usar um umidificador de oxigênio para evitar esse problema.
- A umidificação é especialmente importante para pacientes traqueostomizados.
Benefícios da Oxigenoterapia
- Melhora o sono, a memória e o desempenho nas atividades diárias.
- Proporciona mais disposição geral.
Lembre-se de que a oxigenoterapia deve ser prescrita e monitorada por profissionais da enfermagem, medicina e fisioterapia qualificados.
Referências:









