A gravidez é um evento fisiológico, mas não está isenta...
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Anatomia da Ferida
A ferida é uma lesão que afeta a integridade da pele e dos tecidos subjacentes.
A ferida pode ser classificada de acordo com a causa, a profundidade, a extensão, o grau de contaminação e o estágio de cicatrização.
A anatomia da ferida envolve a compreensão das estruturas que compõem a pele e os tecidos subjacentes, bem como os processos fisiológicos que ocorrem na resposta inflamatória, na formação do tecido de granulação, na contração da ferida e na remodelação do tecido cicatricial.
O conhecimento da anatomia da ferida é essencial para o diagnóstico, a avaliação e o tratamento adequados das feridas.
A Anatomia
As margens, leito e pele perilesional determinam os limites anatômicos das feridas.
Perilesional: área que se estende ao redor da ferida;
Margem: contorno externo da ferida, limite anatômico entre a borda e a pele perilesional;
Leito: área central da ferida no qual a extremidade é limitada pela borda.
Características das Margens
Macerada: apresenta pele de coloração esbranquiçada, pode estar intumescida, fato que ocorre devido ao contato acentuado com exsudato;
Fibrótica: apresenta um tecido de coloração amarela ou branca que adere ao leito da ferida, mostra-se rígida e com consistência endurecida decorrente de áreas cicatrizadas;
Desnivelada: o leito da ferida é mais denso (profundo) do que a margem;
Epibolia: as margens das feridas dobram entre si.
Referência:
CESARETTI IUR. Processo fisiológico de cicatrização da ferida. Pelle Sana. 1998; 2: 10-2.
Os Ossos do Pé
Os ossos do pé dão sustentação à importantíssima extremidade dos membros, responsável pela nossa ação de caminhar, correr e praticamente quase todos os movimentos do corpo humano.
Cada pé é composto por 26 ossos, sendo que todos eles estão divididos em três grandes regiões: tarso, metatarso e falanges.
Vejamos os ossos do pé pertencentes a cada uma dessas regiões:
Ossos do Tarso do pé
O tarso é a parte superior do pé que se liga com os ossos da perna. Essa região do pé é composta por 7 ossos:
– tálus;
– calcâneo;
– cuboide;
– navicular;
– três cuneiformes.
Obs.: desses ossos do pé, somente o tálus está articulado com os ossos da perna.
Ossos do Metatarso do pé
O metatarso consiste em um grupo com 5 ossos grandes localizados na região que antecede os dedos. Esses ossos são articulados com as falanges (dedos) e com os ossos do tarso, sendo esses 5 ossos responsáveis pelo suporte e estabilização do pé, sobretudo ao caminhar.
Ossos das Falanges do pé
A região dos dedos abriga diversos ossos do pé. A região dos dedos é composta por 14 falanges, sendo que:
– o hálux (1º dedo) tem duas falanges (proximal e distal).
– os outros quatro dedos têm três falanges cada (proximal, média e distal).
Dessa forma, temos os seguintes nomes para os ossos do pé:
– Calcâneo;
– Talo (astrágalo);
– Cuboide;
– Navicular;
– Primeiro cuneiforme;
– Segundo cuneiforme;
– Terceiro cuneiforme;
– Primeiro metatarso;
– Segundo metatarso;
– Terceiro metatarso;
– Quarto metatarso;
– Quinto metatarso;
– Falange proximal do Hálux;
– Falange distal do Hálux;
– Primeiro dedo (Hálux);
– Segundo dedo;
– Terceiro dedo;
– Quarto dedo;
– Quinto dedo (mínimo);
– Falange distal;
– Falange média;
– Falange proximal.
Os Principais Problemas nos Pés
Os pés podem sofrer com uma série de problemas relacionados aos ossos, aos músculos ou às artérias, sendo os principais deles:
Fascite plantar
Trata-se de uma das causas mais frequentes de dor no calcanhar. Essa doença é caracterizada pela inflamação ocorrida em um dos tecidos do pé chamado de fáscia plantar, que fica localizado na sola do pé e é responsável por ligar o calcâneo (osso que forma o calcanhar) aos dedos.
A principal causa desse problema é a tensão ou uso excessivo da fáscia plantar, provocando dificuldades para caminhar e dores.
Esporão de calcâneo
Consiste numa das doenças ortopédicas mais comuns, sendo que um dos principais sintomas são dores intensas no calcanhar (principalmente quando os pés tocam o chão). Esse problema ocorre devido a uma sequência de microtraumatismos provocados no osso calcâneo, que provoca a formação do esporão. Esses microtraumatismos são causados devido a impactos intensos e constantes.
Metatarsalgia
Esse problema causa dores que atingem principalmente a parte da frente dos pés, um pouco antes dos dedos. Entre as principais causas da metatarsalgia estão o uso constante de sapatos inadequados para os pés, excesso de peso, exercícios de alto impacto e presença de deformidades nos pés (joanete ou pé cavo).
Neuroma de Morton
Trata-se de um espessamento do nervo interdigital, que passa entre os dedos do pé. O neuroma de Morton é caracterizado por causar dormência e dores na ponta do pé, sendo que uma das queixas mais comuns dos pacientes é a sensação de que eles estão pisando numa pedra ou bola, principalmente quando usam sapatos apertados ou com salto alto.
Dedos em garra e em martelo
Esses dois problemas que afetam os pés são considerados deformidades dos dedos, ocorrendo principalmente pela retração e encurtamento dos músculos e ligamentos do pé. Em alguns momentos, o dedo em garra pode estar associado a problemas mais graves de saúde, como paralisia cerebral, derrame, Pé Marie-Charcot, diabetes, distúrbios genéticos e artrite reumatoide.
Sesamoidite
Consiste em um tipo de inflamação que afeta um ou dois ossos pequenos que ficam próximos às articulações. Esse problema ocorre sobretudo devido ao uso constante de salto alto.
Joanete (hálux valgo)
Problema que afeta principalmente as mulheres, o joanete é caracterizado pelo inchaço ósseo que se forma na articulação que fica na base do dedão do pé. As principais causas do joanete estão associadas ao uso constante de sapatos apertados, tensão nos pés e artrite, sendo que os principais sintomas são dor e rigidez no dedão do pé.
Hálux rígido
Essa doença consiste na artrose da articulação metatarso falangeana, que exerce o papel de conectar o dedão ao pé. Essa doença acarreta a perda dos movimentos do dedão, fazendo com que ele fique dolorido e rígido.
Neuropatia (pé diabético)
Essa doença acontece devido a complicações do Diabetes mellitus, quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve uma ferida. Essa ferida pode ocorrer a partir do momento em que a circulação sanguínea é insuficiente e os níveis de glicemia na corrente sanguínea estão desequilibrados.
La Anatomía de un Rayo X: Entendiendo e Interpretando una Radiografía
Para tener una buena idea de lo que está sucediendo con nuestros pacientes, es bueno saber interpretar las radiografías de tórax, para conocer lo básico de ver algunas de las anormalidades básicas.
Introducción a la Radiología
Para iniciar el estudio de las radiografías de tórax, es necesario conocer las incidencias radiológicas apropiadas para cada caso. Las incidencias más solicitadas en la emergencia son: frontal (PA o AP) y perfil. Los términos AP (anteroposterior) y PA (posteroanterior) se refieren a la dirección de la penetración de los rayos, de su fuente a la película.
Por convención, la radiografía frontal de rutina se realiza con el paciente en posición ortostática y en inspiración profunda.
Los rayos X se orientan horizontalmente y la fuente de radiación se sitúa a 1,80 m de la película, que debe estar en contacto cercano con la región a ser radiografiada.
Esta es la radiografía de tórax en PA, en la que los rayos atravesan el cuerpo del paciente de atrás hacia adelante.
Los niños pequeños que no pueden colaborar y los pacientes acamados o en estado grave realizan la radiografía de tórax en AP. Este examen se realiza generalmente con una unidad de rayos X portátil, y la película se coloca en el dorso del paciente. Los haces de rayos X atravesan al paciente de frente hacia atrás. El decúbito dorsal es usado por ser más cómodo que el ventral y porque los niños se mueven menos cuando pueden observar a su alrededor.
La incidencia PA es preferible y se diferencia de la AP por ser más nítida, presentar menor magnificación de las estructuras, principalmente del corazón, y por ser hecha en inspiración profunda. La magnificación de las imágenes se produce porque los rayos X son divergentes. Esto sucede de forma más evidente cuanto más cercano está el paciente de la fuente. Como las unidades de rayos X portátiles son menos potentes y generalmente el espacio alrededor de los lechos es limitado, la fuente de radiación se coloca a una distancia menor del paciente, lo que empeora la nitidez. Además, cuando la radiografía se realiza en espiración, la vasculatura pulmonar se vuelve más evidente, el pulmón aparece más claro y el corazón se eleva y parece mayor, pudiendo llevar a interpretaciones equivocadas.
La interpretación de la radiografía simple de tórax se realiza con la identificación de las estructuras radiográficas por medio de las diferentes densidades del tejido irradiado.
Presentación de la imagen de acuerdo con el tejido irradiado
Os Ossos da mão: Conhecendo a sua Anatomia
Os Ossos da Mão dividem-se em três partes: carpo, metacarpo e falanges. O carpo é constituído por oito pequenos ossos que se articulam uns com os outros e funcionam harmonicamente. Qualquer perturbação em algum desses ossos poderá romper esse equilíbrio, com grave repercussão sobre os movimentos da mão. Dois deles, o escafoide e o semilunar, têm escassa circulação sanguínea.
Por isso, no caso de fraturas dos Ossos da Mão, consolidam-se com grande dificuldade, o que impede a maior parte dos movimentos da mão. Durante o tratamento, a mão fica imobilizada por longo período, que às vezes chega a atingir doze meses. Toda contusão, portanto, deverá ser tratada por médicos especializados, a fim de evitar graves problemas futuros em relação aos delicados movimentos da mão.
Carpo, metacarpo e falanges
O metacarpo é formado por cinco ossos iguais, de forma alongada, que se articulam de um lado com os ossos do carpo e do outro com as falanges. As falanges são três em cada dedo, com exceção do polegar, que só possui duas; ao se aproximarem do metacarpo, executam a função preênsil das mãos.
O CARPO é formado de oito ossos, dispostos em duas fileiras. Os da fileira superior (estando os dedos voltados para baixo e a palma para a frente) são os seguintes, a contar de fora para dentro: escafoide, semilunar, piramidal e pisiforme. Os da segunda fileira, na mesma ordem, são: trapézio, trapezoide, grande osso e osso unciforme.
O METACARPO, que constitui o esqueleto da palma da mão, é formado por cinco ossos metacarpianos.
Os DEDOS (FALANGES), em número de cinco (polegar, indicador, médio, anular e auricular), articulam-se com os metacarpianos. Cada dedo apresenta três falanges: a primeira, ou falange; a segunda, ou falanginha, e a terceira, ou falangeta. O polegar tem apenas duas falanges.
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