Complicações Circulatórias: Entendendo, Reconhecendo e Cuidando

O sistema circulatório é responsável por transportar oxigênio e nutrientes a todas as partes do corpo, garantindo que órgãos e tecidos funcionem adequadamente. Quando esse sistema apresenta falhas, seja por obstrução, dilatação ou fragilidade dos vasos, surgem as chamadas complicações circulatórias.

Elas variam desde condições comuns, como as varizes, até situações graves, como o acidente vascular cerebral (AVC) ou o aneurisma. Para profissionais e estudantes de enfermagem, compreender essas doenças é essencial para atuar na prevenção, no cuidado e no acompanhamento do paciente.

Varizes: Mais do que um Problema Estético

As varizes são um problema comum, mas que pode ir além da preocupação estética, causando dor e desconforto.

  • O que são: Veias dilatadas e tortuosas que se formam, principalmente, nas pernas. Elas surgem quando as válvulas dentro das veias, que ajudam o sangue a fluir de volta para o coração, se enfraquecem ou falham.
  • Causas: Fatores genéticos, sedentarismo, obesidade, gravidez, longos períodos em pé ou sentado e o envelhecimento.
  • Sintomas: Dor, sensação de peso nas pernas, inchaço, coceira e, em casos mais graves, o desenvolvimento de úlceras venosas.
  • Cuidados de Enfermagem: Acolher o paciente, orientar sobre o uso de meias de compressão, estimular a prática de exercícios físicos (como caminhada), elevar as pernas em repouso e orientar sobre a higiene adequada da pele para prevenir úlceras.

Trombose Venosa Profunda (TVP): O Coágulo Silencioso

A trombose é uma complicação séria que exige atenção imediata para evitar consequências graves.

  • O que é: A formação de um coágulo sanguíneo (trombo) dentro de uma veia profunda, geralmente nas pernas.
  • Causas: Imobilidade prolongada (pós-cirurgia, longas viagens), trauma, uso de anticoncepcionais orais, câncer e predisposição genética.
  • Sintomas: Inchaço, dor, calor e vermelhidão na perna afetada. No entanto, pode ser assintomática, tornando o diagnóstico difícil.
  • Complicação grave: Se o coágulo se solta e viaja até os pulmões, causa uma embolia pulmonar, que é uma emergência médica.
  • Cuidados de Enfermagem: Avaliar os sinais e sintomas (sinal de Homans positivo, por exemplo), estimular a movimentação precoce em pacientes hospitalizados, orientar sobre o uso de anticoagulantes, e educar sobre os riscos e a importância do tratamento.

Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS): A Pressão que Prejudica o Coração

A hipertensão é uma das doenças mais comuns e, muitas vezes, é silenciosa.

  • O que é: A pressão do sangue nas paredes das artérias está consistentemente elevada. É conhecida como “assassina silenciosa” porque raramente apresenta sintomas.
  • Causas: Fatores genéticos, obesidade, sedentarismo, consumo excessivo de sal e álcool, estresse e tabagismo.
  • Complicações: É um dos principais fatores de risco para Acidente Vascular Cerebral (AVC), infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca e doença renal crônica.
  • Cuidados de Enfermagem: Aferir a pressão arterial corretamente, educar o paciente sobre dieta (redução de sal), prática de exercícios, controle de peso e adesão ao tratamento medicamentoso.

Acidente Vascular Cerebral (AVC): Quando o Cérebro Pede Socorro

O AVC é uma emergência neurológica, onde o tempo de atendimento faz toda a diferença.

  • O que é: Acontece quando o fluxo sanguíneo para uma parte do cérebro é interrompido.
    • AVC Isquêmico: O mais comum, causado por um coágulo que obstrui uma artéria.
    • AVC Hemorrágico: Causado pelo rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro.
  • Sintomas: Perda súbita de força em um lado do corpo (face, braço ou perna), dificuldade para falar ou entender, alterações visuais, tontura e dor de cabeça intensa.
  • Cuidados de Enfermagem: Agir rapidamente! Identificar os sinais e encaminhar para a emergência, monitorar sinais vitais, avaliar o estado neurológico, prestar assistência ao paciente e à família e atuar na reabilitação no pós-AVC.

Aneurisma: O Ponto Fraco da Artéria

O aneurisma é uma condição grave, muitas vezes assintomática, que pode levar a um quadro hemorrágico fatal.

  • O que é: Uma dilatação anormal e permanente em uma artéria. A parede do vaso fica enfraquecida e se expande.
  • Causas: Hipertensão arterial, tabagismo, aterosclerose e fatores genéticos.
  • Onde ocorre: Os mais comuns são o aneurisma da aorta abdominal e o cerebral.
  • Complicação grave: O aneurisma pode se romper, causando uma hemorragia interna grave.
  • Cuidados de Enfermagem: Monitorar a pressão arterial rigorosamente, orientar sobre o controle dos fatores de risco (tabagismo, HAS), e prestar cuidados intensivos em caso de ruptura ou cirurgia reparadora.

Insuficiência Cardíaca (IC): O Coração Fraco

A insuficiência cardíaca é uma síndrome crônica, resultado de outras doenças cardíacas.

  • O que é: O coração não consegue bombear sangue suficiente para atender às necessidades do corpo.
  • Causas: Hipertensão arterial, Doença Arterial Coronariana (DAC), infarto do miocárdio, valvulopatias.
  • Sintomas: Falta de ar (dispneia), inchaço nas pernas e abdômen (edema), tosse, fadiga e dificuldade para realizar atividades simples.
  • Cuidados de Enfermagem: Monitorar os sinais vitais, balanço hídrico, peso diário, administrar medicamentos (diuréticos, anti-hipertensivos), orientar sobre a dieta (redução de sódio e líquidos) e a importância da atividade física moderada.

Doença Arterial Coronariana (DAC): As Artérias do Coração Entupidas

A DAC é uma das principais causas de mortalidade no mundo.

  • O que é: As artérias que fornecem sangue ao coração (artérias coronárias) ficam endurecidas e estreitadas devido ao acúmulo de placas de gordura (aterosclerose).
  • Causas: Tabagismo, hipertensão, diabetes, colesterol alto, sedentarismo e obesidade.
  • Consequência: A redução do fluxo sanguíneo causa dor no peito (angina) e, se a artéria for totalmente obstruída, causa um infarto do miocárdio.
  • Cuidados de Enfermagem: Atuar na prevenção (educação sobre fatores de risco), prestar assistência em casos de angina e infarto, monitorar o paciente, administrar medicamentos e orientar sobre a reabilitação cardíaca.

Doença Arterial Periférica (DAP): O Problema nas Pernas

A DAP é uma aterosclerose que afeta as artérias dos membros, principalmente das pernas.

  • O que é: O acúmulo de placas de gordura nas artérias que levam sangue para os membros inferiores.
  • Causas: Fatores de risco semelhantes aos da DAC (tabagismo, hipertensão, diabetes).
  • Sintomas: Dor nas pernas ao caminhar (claudicação intermitente), que melhora com o repouso. Em casos graves, pode causar dor em repouso, feridas que não cicatrizam e, em último caso, gangrena.
  • Cuidados de Enfermagem: Estimular a caminhada supervisionada (mesmo que com dor), orientar sobre o cuidado com os pés (especialmente em pacientes diabéticos), monitorar pulsos periféricos e avaliar a presença de feridas.

O Nosso Papel Essencial na Saúde Circulatória

Todas essas condições, apesar de distintas, compartilham fatores de risco e a necessidade de um cuidado de enfermagem atento e humanizado. Nosso papel é de:

  1. Avaliação: Identificar os sinais e sintomas precoces.
  2. Educação: Ensinar o paciente a viver melhor, controlando a dieta, o peso, o tabagismo e o sedentarismo.
  3. Monitoramento: Aferir e registrar sinais vitais, balanço hídrico, e a resposta ao tratamento.
  4. Apoio: Oferecer suporte emocional e garantir que o paciente e sua família compreendam a jornada da doença.

A saúde circulatória é um tema vasto, mas com nosso conhecimento e dedicação, podemos ser os verdadeiros guardiões do bem-estar dos nossos pacientes.

Referências:

  1. SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA (SBC). Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. São Paulo: SBC, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/abc/a/mP54JpG87X573s99hGzBczq/?lang=pt.
  2. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR (SBACV). Complicações Circulatórias. Disponível em: https://www.sbacv.org.br/. (O site da SBACV é um excelente recurso para informações detalhadas sobre varizes, trombose, aneurismas e DAP).
  3. POTTER, P. A.; PERRY, A. G.; STOCKERT, P.; HALL, A. Fundamentos de Enfermagem. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. (Consultar capítulos sobre sistema cardiovascular e cuidados de enfermagem).

El Aneurisma Cerebral

Aneurisma Cerebral

El Aneurisma Cerebral es una dilatación anormal de una de las arterias cerebrales, casi siempre de una localizada en el Polígono de Willis, debido al debilitamiento local de su pared. En general, tiene su origen asociado al uso del tabaco, infecciones y trauma; siendo algunos casos de origen congénito. Si el aneurisma se rompe, entonces ocurre hemorragia para el espacio que está alrededor del vaso (espacio subaracnoideo) conocido por hemorragia subaracnoidea.

Este sangrado “irrita” las arterias y puede causar varios “estrangulamientos vasculares”, conocidos por vasoespasmos, que es una situación grave, pudiendo acometer al paciente a quedarse sin riego en un sector del cerebro. Esto provoca hinchazón cerebral, falta de circulación y hasta la muerte.

El tamaño de un aneurisma cerebral es variable, pudiendo medir tanto pocos milímetros (hasta 1 cm) como ser de tamaño mediano (hasta 2 cm). Aún pueden ser mayores (grandes o gigantes), alcanzando varios centímetros de diámetro.

Posee diversos formatos, generalmente saculares, siendo irregulares o fusiformes. Se considera muy peligroso, pues, al romperse dentro de la cabeza (interior del cráneo), debido a su estructura inelástica, produce una lesión al encéfalo y un aumento de la presión intracraneal. Esto provoca las estructuras del cerebro que son responsables de la vitalidad y las hace comprimidas, llevando al paciente a la muerte por parada respiratoria.

Se estima que hasta el 5% de la población mundial tiene al menos un aneurisma cerebral, siendo que en el 20% de ellos, el paciente posee dos o más aneurismas al mismo tiempo.

¿Cuáles son sus tipos?

  • Aneurismas saculares: formados por la existencia de defecto congénito en la pared de los vasos asociados a los factores que causan el aneurisma, como por ejemplo la elevación de la presión arterial.
  • Aneurismas fusiformes: son consecuencia de la deposición de grasa y calcio en la pared de los vasos o de aneurismas micóticos que están relacionados a cuadros infecciosos.

¿Cuáles son sus causas?

Su causa es cuando hay una región debilitada en la pared de un vaso sanguíneo. Un aneurisma puede estar presente desde el nacimiento (congénito) o puede desarrollarse más tarde, como después de que un vaso sanguíneo se lesiona. Entre las principales causas están:

  • Predisposición familiar: el 15% de los portadores de aneurisma pertenecen a una familia en la que la incidencia de la enfermedad es mayor.
  • Hipertensión arterial: alta presión facilita el desarrollo y la ruptura de los aneurismas.
  • Dislipidemia: aumento de los niveles de colesterol y triglicéridos.
  • La diabetes.
  • Cigarrillo.
  • Consumo de alcohol.

Los Síntomas

El paciente con aneurisma cerebral puede ser asintomático, en este caso, sólo es posible identificar la enfermedad cuando el individuo pasa por la resonancia magnética o la tomografía computarizada debido a otras causas.

Cuando hay síntomas, significa que están empujando las estructuras cercanas al cerebro o que el aneurisma puede romperse, causando el sangrado en el cerebro. Los síntomas dependerá de la ubicación del aneurisma y pueden ser:

  • Visión doble;
  • Pérdida de la visión;
  • Dolor de cabeza;
  • Dolor en los ojos;
  • Dolor en el cuello;
  • Cuello rígido;
  • Náuseas y vómitos;
  • Pérdida de conciencia;
  • Confusión mental;
  • Fotofobia;
  • Convulsiones;
  • Somnolencia o estupor;
  • Caída del párpado;
  • Debilidad muscular o dificultad de movilidad de cualquier parte del cuerpo;
  • Dormir o disminuir la sensibilidad de cualquier parte del cuerpo;
  • Habla perjudicada;
  • Si un dolor de cabeza es fuerte y repentino, puede ser la señal de que un aneurisma se rompió.

Los Cuidados de Enfermería

Post Operatorio – Embolización:

  • Si es paciente inestable, realizar una evaluación neurológica cada hora o intervalos más pequeños. En caso de estar estable, realizar una evaluación neurológica una vez por turno.
  • Atender al nivel de conciencia y siempre comparar con la evaluación anterior;
  • Atender a las complicaciones de las enfermedades cerebrovasculares y atenderlas rápidamente;
  • Cualquier cambio en el perfil neurológico del paciente debe ser comunicado inmediatamente al médico responsable;
  • Mantener la cabecera elevada en 30º;
  • Mantener al paciente en un ambiente tranquilo y silencioso, y orientar a la familia a proceder de la misma forma durante los horarios de visita;
  • El paciente deberá mantener la dieta laxante para evitar el esfuerzo físico para evacuar y posible desencadenamiento de un sangrado por ruptura del aneurisma, estar atento a la frecuencia de las evacuaciones.
  • Reposo absoluto en el lecho;
  • Control estricto de la presión arterial (PAS debe estar entre 120 a 140 mmHg y PAD entre 80 a 100 mmHg);
  • Estar atento a las convulsiones y alteraciones del cuadro clínico;

Post Operatorio – Clipagem:

  • Realizar el examen neurológico cada hora en las primeras seis horas del POI;
  • Realizar un balance hídrico riguroso;
  • Mantener la cabeza del paciente con la alineación cefalo-caudal, se pueden utilizar amortiguadores para mantener la posición;
  • Después de la neurocirugía mantener la oxigenación adecuada, evitar las aspiraciones traqueales prolongadas, controlar la sedación, examinar pupilar cada hora, aplicar escala de coma de Glasgow (para pacientes sin sedación), escala de Ramsay o SAS (para pacientes con sedación), observar signos de complicaciones.

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O Aneurisma Cerebral

Aneurisma cerebral

O Aneurisma Cerebral é uma dilatação anormal de uma das artérias cerebrais, quase sempre de uma localizada no Polígono de Willis, devido ao enfraquecimento local de sua parede. No geral, tem origem associada ao uso do tabaco, infecções e trauma; sendo alguns casos de origem congênita. Se o aneurisma se rompe, então ocorre sangramento para o espaço que está ao redor do vaso (espaço subaracnoideo) conhecida por hemorragia subaracnoidea.

Esse sangramento “irrita” as artérias e pode causar vários “estrangulamentos vasculares”, conhecidos por vasoespasmos, que é uma situação grave, podendo acometer o paciente a ficar sem irrigação em um setor do cérebro. Isso provoca inchaço cerebral, falta de circulação e até a morte.

O tamanho de um aneurisma cerebral é variável, podendo medir tanto poucos milímetros (até 1 cm) quanto ser de tamanho médio (até 2 cm). Ainda podem serem maiores (grandes ou gigantes), atingindo vários centímetros de diâmetro.

Possui diversos formatos, geralmente saculares, sendo irregulares ou fusiformes. É considerado muito perigoso, pois, ao romper-se dentro da cabeça (interior do crânio), devido à sua estrutura inelástica, produz uma lesão ao encéfalo e um aumento da pressão intracraniana. Isso provoca as estruturas do cérebro que são responsáveis pela vitalidade e faz com que elas sejam comprimidas, levando o paciente à morte por parada respiratória.

Estima-se que até 5% da população mundial tenha, pelo menos, um aneurisma cerebral, sendo que, em 20% desses, o paciente possui dois ou mais aneurismas ao mesmo tempo.

Quais são seus tipos?

  • Aneurismas saculares: formados pela existência de defeito congênito na parede dos vasos associados aos fatores que causam o aneurisma, como, por exemplo, a elevação da pressão arterial.
  • Aneurismas fusiformes: são decorrentes da deposição de gordura e cálcio na parede dos vasos ou de aneurismas micóticos que estão relacionados a quadros infecciosos.

Quais sãos suas causas?

Sua causa é quando há uma região enfraquecida na parede de um vaso sanguíneo. Um aneurisma pode estar presente desde o nascimento (congênito) ou pode se desenvolver mais tarde, como depois que um vaso sanguíneo é lesionado. Entre as principais causas estão:

  • Predisposição familiar: 15% dos portadores de aneurisma pertencem a uma família em que a incidência da enfermidade é maior.
  • Hipertensão arterial: pressão alta facilita o desenvolvimento e a ruptura dos aneurismas.
  • Dislipidemia: aumento dos níveis de colesterol e triglicérides.
  • Diabetes.
  • Cigarro.
  • Consumo de álcool.

Os Sintomas

O paciente com aneurisma cerebral pode ser assintomático, neste caso, só é possível identificar a doença quando o indivíduo passa pela ressonância magnética ou tomografia computadorizada devido a outras causas.

Quando há sintomas, significa que eles estão empurrando as estruturas próximas no cérebro ou que o aneurisma poderá se romper, causando o sangramento no cérebro. Os sintomas vão depender da localização do aneurisma e podem ser:

  • Visão dupla;
  • Perda da visão;
  • Dor de cabeça;
  • Dor nos olhos;
  • Dor no pescoço;
  • Pescoço rígido;
  • Náuseas e vômitos;
  • Perda de consciência;
  • Confusão mental;
  • Fotofobia;
  • Convulsões;
  • Sonolência ou estupor;
  • Queda da pálpebra;
  • Fraqueza muscular ou dificuldade de mobilidade de qualquer parte do corpo;
  • Dormência ou diminuição da sensibilidade de qualquer parte do corpo;
  • Fala prejudicada;
  • Se uma dor de cabeça for forte e súbita, pode ser o sinal de que um aneurisma se rompeu.

Os Cuidados de Enfermagem


Pós Operatório – Embolização:

  • Se paciente instável, realizar avaliação neurológica a cada hora ou intervalos menores. Caso esteja estável, realizar avaliação neurológica uma vez por plantão.
  • Atentar-se ao nível de consciência e sempre comparar com a avaliação anterior;
  • Atentar-se às complicações das doenças cerebrovasculares e atende-las prontamente;
  • Qualquer alteração no perfil neurológico do paciente deve ser comunicado imediatamente ao médico responsável;
  • Manter cabeceira elevada em 30º;
  • Manter o paciente em ambiente tranquilo e silencioso, e orientar a família a proceder da mesma forma durante os horários de visita;
  • Estar atento a frequência das evacuações, o paciente deverá manter dieta laxativa para evitar esforço físico para evacuar e possível desencadeamento de um sangramento por ruptura do aneurisma;
  • Repouso absoluto no leito;
  • Controle rigoroso da pressão arterial (PAS deve estar entre 120 a 140 mmHg e PAD entre 80 a 100 mmHg);
  • Estar atento a convulsões e alterações do quadro clínico;

Pós Operatório – Clipagem:

  • Realizar o exame neurológico a cada hora nas primeiras seis horas do POI;
  • Realizar balanço hídrico rigoroso;
  • Manter a cabeça do paciente com o alinhamento céfalo-caudal, pode-se utilizar coxins para conseguir manter a posição;
  • Após neurocirurgia manter oxigenação adequada, evitar aspirações traqueais prolongadas, controlar a sedação, examinar pupilar a cada hora, aplicar escala de coma de Glasgow (para pacientes sem sedação), escala de Ramsay ou SAS (para pacientes com sedação), observar sinais de complicações.