A nutrição é uma parte essencial do tratamento de muito...
Tag: eletrocardiograma
Derivação de Fontaine
A derivação ECG de Fontaine é um tipo especial de derivação usada para diagnosticar a displasia arritmogênica do ventrículo direito (DAVD), uma doença cardíaca que afeta o músculo do ventrículo direito e pode causar arritmias graves e morte súbita.
Como funciona?
A derivação de Fontaine consiste em colocar o eletrodo do braço direito no manúbrio esternal (a parte superior do osso do peito) e o eletrodo do braço esquerdo no apêndice xifoide (a ponta inferior do osso do peito).
Além disso, o eletrodo da perna pode ser colocado na posição de V4, que é o quinto espaço intercostal na linha médio-clavicular esquerda.
Essa configuração permite registrar a onda épsilon, um sinal característico da DAVD que representa uma atividade elétrica anormal no ventrículo direito.
A onda épsilon aparece como um entalhe ou deflexão na parte final do complexo QRS, que corresponde à contração dos ventrículos.
A derivação de Fontaine é uma das formas de detectar a onda épsilon, mas existem outras derivações que também podem ser usadas, como as precordiais direitas (V1R a V6R) ou as posteriores (V7 a V9).
A derivação de Fontaine foi descrita pela primeira vez pelo cardiologista francês Paul Fontaine em 1982.
Registrar o ECG com traçado correto, nítido, sem interferência e com identificação completa.
Executor:
Equipe de Enfermagem (Enfermeiro, Técnico de Enfermagem e Auxiliar de enfermagem)
Materiais Necessários
01 Aparelho de Eletrocardiograma completo (braçadeiras, eletrodos ou peras).
01 Bandeja
02 Bolas de Algodão
01 Caneta
05 mL Solução alcoólica a 70%
01 Biombo
01 par de Luvas de procedimento
01 Aparelho de barbear
01 Folha de Papel milimetrado
Etapas do Procedimento
Verificar no pedido de ECG, o tipo de exame requisitado, se 12 derivações ou uma derivação específica;
Higienizar as mãos;
Reunir o material e levar ao quarto – próximo ao paciente;
Identificar-se para o paciente e/ou acompanhante;
Conferir o nome do paciente pela pulseira de identificação;
Explicar o procedimento ao paciente e/ou acompanhante;
Calçar luvas de procedimento;
Solicitar a retirada de adornos e outros objetos metálicos;
Posicionar o paciente no leito ou mesa de exame;
Certifique-se que o paciente não esteja em contato com alguma parte metálica no leito;
Abaixar a cabeceira da cama à 0º, exceto quando contraindicado;
Conectar o aparelho a rede elétrica conforme voltagem indicada pelo fabricante ou conectar ao computador com programa específico;
Expor o tórax e realizar a antissepsia da pele com a gaze umedecida com o álcool á 70%, na região precordial;
Realizar a antissepsia da pele nas extremidades dos membros (na face interna e longe dos ossos) com gaze umedecida com álcool a 70%;
Evitar aplicar os eletrodos sobre saliências ósseas, locais peludos, áreas para compressão torácica;
Colocar eletrodos descartáveis ou peras na linha precordial:
V1: 4º espaço intercostal à direita do externo;
V2: 4º espaço intercostal à esquerda do externo;
V3: 5º entre V2 e V4;
V4: 5º espaço intercostal e linha hemiclavicular à esquerda;
V5: 5º espaço intercostal e linha axilar anterior à esquerda;
V6: 5º espaço intercostal e linha axilar média à esquerda;
Colocar as braçadeiras ou eletrodos descartáveis nas áreas preparadas;
RA: braço direito (right arm);
LA: braço esquerdo (left arm);
RL: perna direita (right leg);
LL: perna esquerda (left leg);
Conectar os cabos aos seus respectivos eletrodos ou peras e braçadeiras, conforme indicação presente nos mesmos;
Ligar o aparelho e iniciar o ECG, seguindo as orientações do fabricante;
Identificar o ECG com data, hora, nome completo, idade, sexo, número do leito e carimbo do profissional;
Desligar o aparelho, desconectando os cabos do paciente;
Deixar o paciente no leito seguro e confortável ou encaminhá-lo à consulta ambulatorial;
Deixar a unidade em ordem;
Proceder à desinfecção do eletrocardiógrafo, das braçadeiras e/ou das peras com o pano limpo umedecido em álcool a 70% e guardá-los em local próprio, mantendo-o conectado à rede elétrica, conforme recomendação do fabricante;
Desprezar o material utilizado em local próprio;
Higienizar as mãos;
Anotar no prontuário a realização do exame.
Observações
Caso o equipamento apresente defeito, solicitar ao coordenador administrativo a troca imediata e o posterior conserto do aparelho pelo setor de eletrônica.
Caso o traçado apresente sinais de interferência, verificar fixação dos eletrodos, braçadeiras, utilização do álcool e reforçar com o paciente a necessidade do relaxamento.
Em caso de paciente amputado ou muitas interferências, colocar os eletrodos nas extremidades do tórax próximo a articulação do braço e no abdome próximo a crista ilíaca.
Caso o paciente apresente marca-passo, realizar um registro padrão e um com o auxílio de uma peça de imã sobre o marca-passo.
Referências:
SMELTZER, S. C.; BARE, B. G.; BRUNNER & SUDDARTH. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
SPRINGHOUSE. As melhoras práticas de enfermagem: procedimentos baseados em evidências. Tradução de Regina Machado Garcez. 2a. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. p. 239-242.
Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP)
A Atividade Elétrica sem Pulso (AESP) é uma situação clínica, não uma arritmia específica.
A atividade elétrica sem pulso pode ser encontrada em quase metade dos pacientes que sofrem parada cardíaca.
Causas
Choque grave, hemorragia intensa por ruptura arterial, como na dissecção de aorta, tromboembolismo pulmonar maciço, pneumotórax e o tamponamento cardíaco por ruptura de parede livre do ventrículo.
Nesses pacientes, até 60% dos casos são por causas cardiovasculares, entre as principais encontram-se o infarto agudo do miocárdio em 21% dos casos, 9,5% por hemorragia, tanto por dissecção aórtica quanto por ruptura ventricular e 2,4% por tromboembolismo pulmonar.
Identificação
Na AESP existe atividade elétrica no monitor cardíaco, mas o paciente não reage, não respira e não se consegue sentir pulso carotídeo. Constitui um ritmo com complexos QRS que não produzem respostas de contração miocárdica suficiente e detectável.
Apesar de existir um ritmo organizado no monitor, não existe acoplamento do ritmo com pulsação efetiva (com débito cardíaco), sendo um RITMO NÃO CHOCÁVEL.
Favarato, Desidério e Gutierrez, Paulo SampaioCaso 3/2005 – Parada cardíaca em atividade elétrica sem pulso, em homem de 49 anos, no 23º dia após infarto agudo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, v. 84, n. 6 [Acessado 15 Junho 2022] , pp. 492-494. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0066-782X2005000600012>. Epub 28 Jun 2005. ISSN 1678-4170. https://doi.org/10.1590/S0066-782X2005000600012.
MAPA e Holter: Entenda as diferenças
Os exames MAPA e Holter são alguns dos mais indicados para o diagnóstico de diversas doenças cardíacas. Apesar de parecidos, eles têm diferenças e é importante saber quais são elas para recomendar o exame mais adequado.
O MAPA
O exame de Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) é um exame usado para a verificação da pressão arterial de forma mais aprofundada. Enquanto o esfigmomanômetro verifica apenas a pressão sanguínea momentânea, o MAPA consegue acompanhar as oscilações durante determinado tempo.
O MAPA é um aparelho semelhante a um gravador portátil, que coleta as informações sobre a condição do paciente, de acordo com as condições externas. Assim, ele pode registrar a oscilação pela presença do médico (síndrome do jaleco branco), pela submissão a estresse físico ou emocional, entre outras.
Por isso, o MAPA é bastante usado em pacientes com suspeita de hipertensão arterial. Afinal, ele mostra elevações na pressão, que podem indicar um quadro da doença, e também uma elevação isolada, que não necessariamente demonstra um problema de saúde, podendo ser um evento isolado.
Também pode ser recomendado para investigar os motivos para elevações periódicas na pressão de pacientes que já tenham o diagnóstico de hipertensão. Ou seja, é importante para que o médico tenha as informações necessárias para rever o tratamento proposto.
O Holter
O Holter é um equipamento portátil, também colocado junto ao corpo do paciente, usado para a mensuração da atividade elétrica do coração. Por isso, é indicado para diagnosticar diversos problemas relacionados à condução cardíaca.
São colados fios no tórax do paciente, que fazem a medição da atividade cardíaca durante 24 horas. Ele registra diferentes episódios, como desmaios, palpitações, arritmias, entre outros problemas.
Apesar de não haver contraindicação, é muito importante considerar o histórico do paciente antes de acoplar o aparelho. Além disso, é fundamental orientar bem o paciente, tirando todas as dúvidas dele, uma vez que ele passará o dia todo com o equipamento.
Então, qual é a diferença?
Ambos os exames não exigem um preparo. Por isso, são considerados pouco invasivos e de fácil convivência. De qualquer forma, é necessário que o paciente fique 24 horas com qualquer um dos aparelhos, com um bom registro da rotina do paciente.
A diferença entre eles é mesmo a indicação: o MAPA verifica a pressão arterial; o Holter a atividade elétrica. Ou seja, eles podem até ser usados de forma complementar, principalmente para os casos mais complexos de doenças cardiovasculares.
De qualquer forma, é muito importante avaliar o quadro global do paciente antes de indicar os exames de MAPA e Holter. Portanto, pesquise bem o histórico, converse e, inclusive, veja se outros exames podem ser necessários.
O CardioMAPA
O CardioMAPA é um aparelho com a capacidade de registrar o Holter e o MAPA simultaneamente – dessa forma é possível analisar os registros da pressão arterial e da frequência cardíaca no mesmo período sem a necessidade de dois dias de monitorização.
Seja para prevenir doenças, para confirmar um diagnóstico, ou simplesmente para permitir a realização de atividades físicas sem riscos à saúde, o eletrocardiograma é um dos exames mais usados atualmente para checar o estado do coração. Esse exame verifica qualquer tipo de problema aparente e mostra ao médico qual é o melhor caminho a ser tomado nas mais variadas circunstâncias.
No entanto, são poucas as pessoas que fazem o eletrocardiograma, pensando que ele só deve ser prescrito em casos graves ou específicos, o que não é verdade.
O que é o Eletrocardiograma?
O eletrocardiograma é um exame que visa registrar a atividade elétrica do coração toda vez que este realiza um batimento, usando, para isso, uma série de eletrodos, pás e peras que são espalhados pelo corpo.
Esses eletrodos estão ligados a um aparelho, responsável por traduzir toda a atividade em um papel “termossensível”. A partir disso, o médico pode analisar os registros gráficos e avaliar o estado cardíaco do paciente de forma apurada.
O Técnico de Enfermagem pode realizar o exame de Eletrocardiograma (ECG)?
Temos um Parecer em nosso respaldo, o Parecer nº 29/2014- COREN/MS!
O exame de Eletrocardiograma (ECG), por ser considerado um exame simples, não invasivo, fácil e repetitivo, não apresentando objeções de ser realizado (pode ser realizado) por um Auxiliar ou Técnico de Enfermagem, esses profissionais têm a capacidade de realizar a colocação de eletrodos e manuseio do aparelho.
Não é uma função privativa do Enfermeiro, porém, é necessário que haja a supervisão de um Enfermeiro(a) na unidade, pois ele é o profissional que tem conhecimento técnico científico para analisar e identificar qualquer alteração fisiológica, assim se houver alguma intercorrência no decorrer do exame, esse técnico de enfermagem pode solicitar a presença do enfermeiro do setor. No entanto, a análise do exame e o laudo eletrocardiográfico são da competência do profissional médico.
Sabendo que o Enfermeiro também deverá registrar tudo em prontuário, mediante a Resolução Cofen nº 358, de 15 de outubro de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem.
Portanto, é favorável de que a realização do exame de eletrocardiograma (ECG), seja, realizado por qualquer um dos membros da Equipe de Enfermagem, desde que seja capacitado e treinado (Auxiliar ou Técnico de enfermagem, Enfermeiro), tendo em vista que não é privativo de nenhum profissional!
Quando o eletrocardiograma deve ser feito?
O eletrocardiograma é solicitado tanto para a confirmação de um diagnóstico quanto para verificar, preventivamente, algum tipo de doença cardiovascular, visto que essa é a principal causa de morte de indivíduos adultos.
A arritmia e a desfibrilação, por exemplo, são disfunções cardíacas que podem ser verificadas por meio do exame. No entanto, doenças como hipotireoidismo e AVC (Acidente Vascular Cerebral) também costumam ser constatadas, mesmo envolvendo outras áreas do organismo. Isso prova que o exame, além de eficaz, é bem abrangente.
Como fazer um eletrocardiograma?
Preparando o paciente adequadamente
O primeiro passo para o eletrocardiograma é a preparação do paciente, que deve estar ciente que o exame é seguro, livre de riscos e rápido — desde que paciente colabore.
Para a realização do exame, é necessário colocar os eletrodos em pontos específicos do corpo. Se o paciente apresentar muitos pelos nesses locais, será necessário uma tricotomia (depilação), para que o eletrodo se fixe corretamente e não haja interferências.
Retirando toda a roupa, joias e qualquer adorno que estiver no corpo, o paciente deverá ser colocado de barriga pra cima, estando pronto para a sucessão do procedimento. O paciente deverá estar em repouso, por isso, é importante que movimentos bruscos sejam evitados 10 minutos antes do exame.
Posicionando os eletrodos de forma correta
Os eletrodos são fixados a partir de um gel colante, mas antes disso, é necessário que se passe álcool desengordurante na pele, a fim de retirar parte da camada córnea, garantindo máxima eficácia para o exame.
Os eletrodos são colocados seguindo dois tipos de derivação, chamadas precordiais e periféricos. Os precordiais serão colocados sob o peito, enquanto os periféricos serão posicionados nos membros do paciente.
Os eletrodos precordiais são classificados como eletrodos V, e possuem determinados locais de atuação. Vejam quais são:
V-1: quarto espaço intercostal (entre as costelas), na margem direita do esterno. Possui cor vermelha.
V-2: quarto espaço intercostal, na margem esquerda do esterno. Possui cor amarela.
V-3: entre V-2 e V-4. No entanto, deve-se colocar V-4 primeiro. Possui cor verde.
V-4: quinto espaço intercostal na linha média clavicular esquerda. Possui cor marrom.
V-5: quinto espaço intercostal, situado na axilar anterior esquerda. Possui cor preta.
V-6: quinto espaço intercostal, situado na axilar média esquerda. Possui cor roxa.
Para iniciar a colocação, deve-se contar os espaços entre as costelas a partir da clavícula direita.
Os eletrodos periféricos são mais simples de ser colocados, basta lembrar da ordem vermelho-amarelo-preto-verde. Veja:
Eletrodo RA: braço direito. Tem a cor vermelha.
Eletrodo LA: braço esquerdo. Tem a cor amarela.
Eletrodo RL: tornozelo direito. Tem a cor preta.
Eletrodo LL: tornozelo esquerdo. Tem a cor verde.
O eletrocardiograma é um exame extremamente eficaz e possibilita o indivíduo descobrir uma série de distúrbios ou doenças que podem afetar o seu coração. Afinal, o quanto antes o problema for analisado, mais rápido ele poderá ser resolvido.
Saiba mais em nosso canal YouTube:
Veja mais em:
¿Qué es la sobrecarga atrial?
Una sobrecarga atrial puede ser vista a través de un laudo de examen hecho en un electrocardiograma (ECG), en un monitor multiparámetros, y laudos de exámenes de ecocardiogramas, entre otros.
¿Qué es una sobrecarga atrial?
Es cuando hay un aumento de volumen en uno de los atrios, pudiendo ser el Izquierdo (SAE) o Derecho (SAD).
Generalmente representa una dificultad de vaciamiento del atrio, cualquiera sea el lado. La mayoría de las veces puede ser por una deficiencia de apertura de la válvula mitral (en el caso de la SAE). Dependiendo de la intensidad puede generar síntomas y arritmias cardíacas.
Sin embargo, (no siempre) puede ser necesario un tratamiento medicamentoso o incluso un procedimiento invasivo como cirugía o “plastia” de la válvula.
La repolarización ventricular se altera en cualquier mal funcionamiento del corazón e incluso en corazones sanos, siendo portando una alteración inespecífica.
Las causas de la sobrecarga auricular derecha
Pueden ser por enfermedades congénitas:
Anomalía de Ebstein;
Atresia de la válvula tricúspide;
Estenosis congénita de la válvula pulmonar;
Síndrome de Eisenmenger;
Tetralogía de Fallot;
Comunicación interatrial, entre otras.
O enfermedades adquiridas:
Color pulmonale asociado al enfisema pulmonar o bronquitis crónica;
Estenosis de la válvula tricúspide;
Insuficiencia de la válvula tricúspide;
Hipertensión pulmonar por innumerables causas;
Cardiomiopatías [dilatada, restrictiva e hipertrófica];
Fibrilación auricular permanente [arritmia que tiene origen en los atrios, pudiendo ser causa o consecuencia de la sobrecarga atrial derecha], entre otras.
Las Causas de la Sobrecarga Atrial Izquierda
Hipertención arterial;
Enfermedades de la válvula mitral (estenosis o insuficiencia de la válvula mitral);
Enfermedades de la válvula aórtica (estenosis o insuficiencia de la válvula aórtica);
Cardiomiopatías (dilatada, restrictiva o hipertrófica);
Enfermedad arterial coronaria;
Fibrilación auricular permanente (arritmia que tiene origen en los atrios, que puede ser causa o consecuencia de la sobrecarga atrial izquierda), entre otras enfermedades.
La sobrecarga atrial izquierda puede ocurrir aisladamente o asociada a la sobrecarga atrial derecha (cámara cardíaca localizada por encima del ventrículo derecho). Esta última condición se denomina sobrecarga biatrial.
En el electrocardiograma el diagnóstico de la sobrecarga auricular se realiza a través del análisis de la onda P en las derivaciones D2 y V1. Eventualmente, en algunos laudos de electrocardiograma, el término sobrecarga atrial izquierda podrá ser sustituido por la abreviatura SAE o SAD.
Pergunta enviada pela Ana: “No hospital que trabalho técnicos brigam em dizer que realizar ECG é privativo do enfermeiro! Onde posso encontrar alguma resolução sobre isso? No meu ver se o médico do PS solicitou ECG o técnico que está ali deve fazer imediatamente e não ficar esperando o enfermeiro, este que está com outras […]
Interpretando o Eletrocardiograma Facilmente
Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. O uso contínuo deste site indica que você aceita esta política. Leia Mais sobre. Aceito