Conheça um Tubo Endotraqueal

O que é a Intubação Endotraqueal?

Você está com um paciente, e o mesmo apresenta uma intercorrência onde algum quadro que possa prejudicar sua respiração. O médico é chamado, e é feito a Intubação Endotraqueal.

O que é a Intubação Endotraqueal, afinal?

A Intubação endotraqueal é um procedimento pelo qual o médico introduz um tubo na traqueia do paciente, através da boca ou do nariz, para mantê-lo respirando quando alguma condição impede sua respiração espontânea.

Quando é indicado este tipo de procedimento?

A intubação endotraqueal pode ser feita em situações de urgência, como no edema de glote, por exemplo, ou eletivamente, como nas cirurgias que demandam anestesia geral.

Ela é feita para proporcionar uma via aérea desobstruída, quando o paciente tem dificuldades respiratórias que não podem ser tratadas por meios mais simples.

Em geral, as suas indicações em quadros patológicos são:

  • Parada respiratória e/ou cardíaca.
  • Insuficiência respiratória grave.
  • Obstruções das vias aéreas.
  • Presença de secreções abundantes da árvore pulmonar profunda.

O que preciso saber para deixar um kit de Intubação montado?

Fizemos um post aqui, abordando sobre este tema, por completo:

Glossário de Terminologias e Termos Técnicos na Enfermagem

Como é feito este procedimento?

Antes de mais nada, é um procedimento médico. De um modo geral, antes de introduzir o tubo endotraqueal o paciente deve ser colocado em decúbito dorsal, sedado caso necessidade, e deve-se remover dentaduras e todas as próteses removíveis que ele esteja usando, selecionar um tubo de diâmetro adequado, fazer hiperextensão da cabeça do paciente e uma peça bucal deve ser colocada para estabilizar o tubo e impedir que o paciente o morda.

O procedimento deve ser realizado por duas pessoas, uma que realize o procedimento e outra que deve manter a estabilização manual da cabeça e da coluna cervical, a qual deve estar protegida também por um colar cervical.

Com o paciente sedado ou anestesiado, o médico passa através do seu nariz ou da sua boca, com a ajuda de um laringoscópio, um tubo que vai até a traqueia.

O laringoscópio é um aparelho normalmente utilizado para visualizar a laringe, mas que na intubação endotraqueal serve para facilitar a introdução do tubo endotraqueal, que será usado para ventilar mecanicamente o paciente.

Depois de realizada a intubação, o tubo traqueal deve ser ajustado à traqueia por meio de um balonete inflável e o doente é ligado ao respirador, que promove a aeração adequada e onde são misturados três gases: ar, oxigênio e óxido nitroso, de maneira a manter a anestesia pelo tempo necessário.

Qual é o tamanho adequado do Tubo Endotraqueal?

  • Para homens:

O tubo orotraqueal nos tamanhos 9, 10 e 11 permitem uma ventilação mecânica controlada adequada e ventilação por bolsa máscara sem obstruções.

  • Para mulheres:

O  tamanho 9 e 10 possibilitam uma ventilação mecânica controlada adequada e ventilação por bolsa máscara sem obstruções.

Os tamanhos disponíveis em geral:

  • Neo/ Pediátricos: 2.0, 2.5, 3.0, 3.5, 4.0, 4.5, 5.0, 5.5, 6.0, 6.5;
  • Adultos: 7.0, 7.5, 8.0, 8.5, 9.0, 9.5, 10.0.

O mais novo Tubo Endotraqueal com Sistema de Aspiração “Supra Cuff”

Na medicina, estão sempre criando renovações que possam favorecer o paciente, em sua recuperação.

O uso de Ventilação Mecânica Invasiva (VMI) é uma terapia frequente utilizada em tratamentos nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Apesar de ser uma técnica alternativa no tratamento de Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) comum dentro dos hospitais, a sua utilização pode acarretar em alguns danos aos pacientes, como lesão traqueal, barotrauma, toxidade pelo uso de oxigênio e acúmulo de secreções.

O acúmulo de secreção se dá devido ao não fechamento da glote produzindo assim, tosse ineficaz e diminuição do transporte do muco o que contribui para a instalação da Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAV).

Mas o que é PAV?

A PAV é a infecção hospitalar que mais acomete pacientes internados em UTI e é definida como uma infecção que surge de 48 a 72 h após intubação orotraqueal (TOT) e uso da VMI.

O diagnóstico de PAV segundo ANVISA ocorre quando há o aparecimento de infiltrado pulmonar novo ou progressivo à radiografia do tórax, associado à presença de sinais clínicos e alterações laboratoriais como:

  • febre (temperatura ≥37,8oC);
  • leucocitose ou leucopenia;
  • presença de secreção traqueal purulenta na aspiração do TOT;
  • cultura positiva no aspirado traqueal;
  • piora nos parâmetros ventilatórios ou piora na relação de oxigenação.

Uma das principais causa de PAV é a microaspiração da secreção acima do cuff.

Esse mecanismo ocorre até mesmo quando as pressões do cuff estão ajustadas de maneira correta, ou seja, entre 20 e -30mmHg e por isso, o uso do TOT de aspiração supra cuff vem sendo discutido recentemente por vários autores que destacam a técnica como recurso adicional para prevenção da PAV, pois permite a realização da aspiração de secreções que ficam acima do cuff 6-12.

O procedimento de aspiração traqueal, apesar de necessário para o paciente de terapia intensiva, acarreta alterações hemodinâmica e de mecânica respiratória, como oscilações nos valores de pressão arterial, frequência cardíaca, saturação de oxigênio, complacência e resistência pulmonar.

Porém não há evidênicas se o tubo de aspiração supra cuff aumenta a incidência dessas complicações hemodinâmicas e de mecânica respiratória.

As Complicações da Intubação

As complicações pós-intubação endotraqueal têm causas e gravidade muito diversas.

Mais comumente são complicações laríngeas locais e quanto maior o tempo de intubação maior será o risco de elas existirem.

Pode haver também complicações extra-laríngeas, como intubação esofágica; intubação seletiva, atingindo apenas um dos brônquios; indução ao vômito, levando à aspiração; luxação da mandíbula; laceração de partes moles das vias aéreas; trauma das vias aéreas, podendo resultar em hemorragiafratura de dentes; ruptura ou vazamento do balonete do tubo, resultando em perda da vedação; lesão da coluna cervical, etc.

As complicações da intubação endotraqueal podem ser evitadas, entre outras medidas, por:

  • Cuidado na introdução do tubo;
  • Escolha do tamanho ideal do tubo;
  • Imobilização adequada dos pacientes, que não devem mexer a cabeça em hipótese nenhuma, durante a colocação do tubo;
  • Cuidados na aspiração traqueal.

Os Cuidados de Enfermagem com o TOT

  • Observar o acúmulo de secreção no trajeto do Tubo Orotraqueal, pois a secreção impede o fluxo normal do ar até o paciente causando desconforto e esforço na respiração;
  • Observar as linhas de conexão do Tubo Orotraqueal até a máquina de ventilação mecânica, para que não ocorra nenhum tipo de dobra causando interrupção da passagem do ar;
  • Os principais sintomas de obstrução do Tubo Orotraqueal são o ruído (como ronco) e dobras no sistema de ligação da máquina até o Tubo Orotraqueal;
  • Nesses casos deve-se providenciar a aspiração das secreções e a verificação do sistema;
  • A frequência da aspiração não pode ser determinada com precisão, por isso a observação do quadro é a melhor providência para evitar o desconforto.;
  • aspiração do Tubo Orotraqueal deve ser realizada sempre com material estéril, minimizando o risco de infecções;
  • A fixação do Tubo Orotraqueal (cadarço) deve estar firme, sempre avaliando o conforto do paciente e sempre realizar a troca conforme sujidade;
  • Tubo Orotraqueal e as conexões NÃO podem ser tracionadas ou submetidas a esforços (puxões, movimentos de pêndulo ou servir como suporte). Essas situações causam lesões na traquéia do paciente.

Veja mais sobre em nosso canal YouTube:

¿Cómo hacer una Fijación de Sonda Enteral o Gástrica?

Fijación de Sonda

La fijación de sondas tanto naso: Enterales / Gástrica y Oro: Enterales / Gástricas es un mantenimiento constante hecho por el equipo de Enfermería.

En la etapa de Enfermería es muy realizado, visando tanto al alumno como al profesional recién formado, a realizarlos sin miedo y con seguridad, para la comodidad de su paciente.

Materiales para Realizar una Fijación de Sonda Enteral o Gástrica

Hay varios materiales que usted puede trabajar encima para realizar una fijación de sonda. Desde esparadrapos, micropores, tensoplast, e incluso un adhesivo propio para la sonda, que en la que llamamos “Nasofix”.

Hay pacientes que pueden presentar alergia, sin al menos saber, de algunos materiales que se realiza la fijación. Siempre busque por alternativas, para que proporcione comodidad al paciente.

Los Tipos de Fijación de Sonda Enteral y Gástrica

Hay varias formas de realizar una fijación. Cada profesional desarrolla su manera más práctica y estéticamente cómoda a su paciente, prestando siempre por la seguridad del dispositivo instalado en el mismo.

La fijación en “I”

Tal vez sea la forma más común de fijación que usted verá en las instituciones. Se puede hacer de material desde esparadrapos hasta cinta microporosa, se corta un pedazo de la cinta, entre 5 a 10 centímetros (dependiendo de la anatomía del paciente), y realizando 4 pequeños cortes en este pedazo, doblándolos como sobre hacia adentro (donde se encuentra, y se da el formato de “I”, sosteniendo la primera porción y más gruesa en la nariz del paciente, y la segunda porción y más fina alrededor de la sonda del mismo. Este tipo de fijación sirve tanto para SNE y SNG, y SOE y SOG, lo que diferencia para una orogástrica / dorso es su tamaño, pudiendo ser un poco más extenso, su durabilidad es de hasta 24 horas, si no hay grandes suciedad, o desplazamiento por oleosidad y sudoración excesiva del paciente a la región.

Fijación en Tiritas

Este tipo de fijación es recomendable que utilice un material llamado “Tensoplast”, que es un vendaje elástico, moldeable, resistente, permitiendo el paso de aire y humedad, reduciendo el riesgo de maceración de la piel, siendo cortado en una superficie (recomendado de material plástico duro y antiadherente), para realizar el corte más eficiente, y así instalando siempre en la fosa nasina opuesta donde se encuentra la sonda ubicada, para fijar firmemente y no ocasionando incomodidad al paciente, además de que, queda estéticamente mejor en el mismo, durabilidad es de hasta 24 horas, si no hay grandes suciedad, o desplazamiento por oleosidad y sudoración excesiva del paciente a la región.

Fijación con Nasofix (Adhesivo para Sondas Enterales y Gástricas)

Todavía un material que no se utiliza con tanta frecuencia en la mayoría de las instituciones de salud, ya es un gran avance para la salud, pues muchos lugares ya comenzaron a implementar este tipo de fijación. Su tecnología proporciona una anatomía perfecta para la fijación en la nariz, garantizando comodidad y seguridad, previene lesiones de piel. Es muy práctico de utilizar, pues la mayoría de los envases muestran de una manera ilustrativa cómo se hace la instalación de esta fijación. Además de que, tiene una durabilidad mayor, puede quedar fijada en hasta 7 días (dependiendo del fabricante), si no hay grandes suciedades, o desplazamiento por oleosidad y sudoración excesiva del paciente a la región.

Fijación “Bigote”

Este tipo de fijación es recomendado que utilice un material llamado “Tensoplast”, que es el mismo citado arriba en las tiritas. Este tipo de fijación es bastante utilizado en pacientes neo / pediátricos, pues ocasiona una fijación mejor y una estética mejor al paciente. De la misma manera citado arriba, se recomienda recortar un pedazo, midiendo el tamaño del paciente neo o pediátrico, y realizando dos cortes en el lado mayor cortado, y así, haciendo un pequeño corte en una de las tiras, dejando un lado libre y menor para fijar en primer lugar. Al fijar en el paciente, es recomendable que instale en el filtro labial, (antes haber hecho la limpieza en el local), y así fijando la parte cortada más pequeña primero en la sonda, y la segunda parte mayor por encima de ésta, haciendo una fijación que recuerde un pequeño pequeño, “bigote”.

¿Cuándo es necesario realizar los cambios de estas fijaciones?

Las fijaciones forman parte del cuidado de enfermería al paciente después de una higienización como baño en el lecho o íntima (cuando hay necesidad). Es recomendable que cambie cada 24 horas, excepto para adhesivos nasofix, que prorrogan un poco el tiempo de cambio, debido a su tecnología duradera, y en casos de sudores, óseo, o algún otro factor, que tenga que realizar el cambio de la fijación.

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La Dextrocardia

Dextrocardia

La dextrocardia es una condición cardiaca rara en la que el corazón está apuntado hacia el lado derecho del pecho, en lugar de la situación normal, que se dirigía hacia la izquierda. Es una circunstancia presente al nacimiento, es decir, congénita. Esta patología puede presentar varios tipos, una parte significativa implica otros defectos del corazón, otros envuelven el área abdominal. El tipo más simple de dextrocardia es aquel en que el corazón es una imagen de espejo del corazón normal, existiendo sin embargo otros problemas. Esta condición es rara, a menudo, los órganos abdominales y los pulmones están también en la posición contraria a lo normal, por ejemplo, el hígado se encuentra en el lado izquierdo, en lugar del normal derecho.

Algunos individuos con Dextrocardia “tipo espejo”, tienen un problema específico que afecta las pestañas, los cabellos finos que filtran el aire que entra por la nariz. Esta condición se denomina síndrome de Kartagener. En los tipos más comunes de dextrocardia, los defectos cardíacos están presentes en adición al lugar anormal del corazón. Los defectos cardiacos más comunes observados con Dextrocardia incluyen:

  • Doble salida del ventrículo derecho;
  • Defecto del endocardio;
  • Estenosis pulmonar o atresia;
  • Ventrículo único;
  • Transposición de los grandes vasos;
  • Defecto septal ventricular.

Los órganos abdominales y el tórax de los recién nacidos con Dextrocardia pueden presentar problemas y no funcionar correctamente. Puede ocurrir un síndrome muy grave llamado Heterotaxia. En esta condición muy específica muchos de los órganos no están en sus lugares habituales pudiendo comprometer su buen funcionamiento.

En Heterotaxia, el bazo puede estar completamente ausente. Como el bazo es una parte extremadamente importante del sistema inmunológico, los recién nacidos que nacen sin este órgano están en peligro de contraer infecciones bacterianas graves e incluso la muerte. En otra forma de Heterotaxia se observa la presencia de varios pequeños bazo pero que pueden no funcionar correctamente.

¿Cuáles son los principales signos y síntomas de Heterotaxia?

  • Sistema de vesícula biliar anormal;
  • Problemas con los pulmones;
  • Problemas con la estructura o la posición de los intestinos;
  • Defectos cardíacos graves.

¿Cuáles son las causas?

El corazón del feto se desarrolla durante las primeras semanas de embarazo. Por causas que aún no están completamente conocidas, el corazón se desarrolla apuntando hacia el lado derecho del pecho, en vez del normal lado izquierdo. Los posibles factores de riesgo para la dextrocardia incluyen una historia familiar de la enfermedad.

¿Y sus signos y síntomas?

  • Piel azulada;
  • Dificultad para respirar;
  • Incapacidad de crecer y aumentar el peso;
  • Fatiga;
  • Ictericia (piel y ojos amarillos);
  • Palidez persistente;
  • Episodios de sinusitis repetidos;
  • Organización y estructura anormal de los órganos abdominales;
  • Corazón dilatado;
  • Problemas con la estructura de la caja torácica y con los pulmones (visible en la radiografía tórax);
  • Problemas respiratórios;
  • Taquipnea (frecuencia de respiración aumentada);
  • Pulso rápido.

¿Cómo se realiza el diagnóstico?

No existe ningún signo de enfermedad si el corazón es normal. El diagnóstico se basa en los hallazgos clínicos que pueden sugerir esta condición. El diagnóstico se establece con los siguientes medios complementarios de diagnóstico:

  • Tomografía computarizada;
  • Electrocardiograma (con derivaciones precordiales invertidas -el lado derecho- donde el corazón está localizado;
  • Resonancia magnética cardiaca;
  • Ecocardiograma;
  • Radiografía torácica.

¿Cómo se hace el tratamiento?

La Dextrocardia “tipo espejo completo”, sin defectos cardíacos, no requiere ningún tratamiento. Sin embargo, es importante que los técnicos de salud tengan conocimiento de esta situación (corazón en el lado derecho del pecho), puede ser muy importante en la realización de algunos exámenes y pruebas.

El tratamiento depende siempre de la situación específica que caracteriza ese tipo de dextrocardia. Si están presentes defectos cardíacos, probablemente el bebé necesitará una cirugía de corrección. Normalmente en estos casos es necesario iniciar tratamiento farmacológico antes de la cirugía. Estos medicamentos ayudan al bebé a crecer facilitando la intervención quirúrgica.

Los principales medicamentos utilizados incluyen:

  • Diuréticos;
  • Fármacos con función inotrópica;
  • Hipotensores (fármacos para bajar la presión arterial y aliviar la carga sobre el corazón, inhibidores de la ECA).

También puede ser necesaria la cirugía para corregir los problemas en los órganos abdominales. Los niños con Síndrome de Kartagener necesitará un tratamiento repetido con antibióticos para la sinusitis. Los niños con bazo ausente o anormal necesitarán antibióticos a largo plazo.

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El Laringoscopio

Laringoscopio

El laringoscopio es un instrumento utilizado para el examen de la laringe. Existen diversos tamaños y formatos que sirven a diferentes propósitos. En la intubación endotraqueal el laringoscopio se utiliza para obtener una exposición adecuada de las cuerdas vocales facilitando la introducción de un tubo orotraqueal que se utiliza para ventilar al paciente.

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La Señal de Babinski

Señal de Babinski

La Señal de Babinski es un signo clínico neurológico de fácil constatación para detectar lesiones específicamente en la porción piramidal del sistema de control motor, pues no ocurre cuando la lesión y en las partes extrapiramidales del sistema de control motor.

Patología de la señal

Para la señal de Babinski estar presente es necesario que ocurra la lesión en la región correspondiente al pie (área 4 de Brodmann: área piramidal “gicanto-pyramidalis”, donde quedan las células de Betz) o entonces, trance en el haz piramidal de fibras referente al frasco pie.

La señal se demuestra cuando un firme estímulo táctil se aplica a la suela lateral del pie. El hálux se extiende hacia arriba, y los otros dedos se alejan entre sí.

La respuesta normal sería que todos los dedos se inclinaran hacia abajo.

Causa de la Señal de Babinski (Suposición)

  • El haz piramidal es un importante controlador de la actividad muscular para la realización de movimientos voluntarios;
  • Ya, el sistema extrapiramidal, un sistema de control motor más antiguo, está más relacionado a la protección.

Por esta razón, cuando solamente el sistema extrapiramidal tiene condiciones funcionales, un estímulo a la suela de los pies causa reflejo protector típico de retirada, que es expresado por el movimiento del dedo mayor hacia arriba y la abertura en abanico de los otros dedos. Pero cuando es totalmente funcional, el sistema piramidal suprime el reflejo protector y excita, en cambio, una función motora de orden más alta, incluyendo el efecto normal de causar la curvatura hacia abajo de los dedos, en respuesta a los estímulos sensoriales de la suela de los pies.

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Las Complicaciones de la Canulación en una Presión Arterial Invasiva

Presión Arterial Invasiva

El uso del Sistema de Monitoreo Invasivo Hemodinámico denominado Presión Arterial Invasiva o PAI es uno de los métodos más utilizados y prácticos en situaciones emergentes y en procedimientos quirúrgicos, por obtener datos reales de la monitorización de la presión arterial del paciente, en milímetros de mercurio (mmHg).

Por lo tanto, el uso prolongado de este método puede implicar ciertas complicaciones al paciente, y deben tomarse medidas cautelosas.

¿Cuáles son los 5 métodos utilizados en la Inserción de la Canulación Intra-Arterial?

Hay 5 métodos, siendo éstos utilizados para la técnica de Inserción de la PAI: arterias radial, pedosa, braquial, femoral y axilar.

Las Complicaciones

El procedimiento de canulación intra-arterial a pesar de rutinario dentro de las UTIs y Centro Quirúrgicos, no está exento de complicaciones que pueden dejar graves secuelas anatómicas y funcionales.

Las complicaciones pueden ser divididas en general o sistémicas y específicas locales dependiendo del lugar de inserción del catéter.

Entre las complicaciones generales o sistémicas, podemos citar:

  • Desconexión y sangre;
  • Inyecciones accidentales de drogas;
  • Infección local y sistémica;
  • Formación de fístulas arteriovenosas;
  • Formación de aneurismas;
  • Formación de émbolos distales (aire o coágulos);
  • Reacción vasovagal manifestada por hipotensión con bradicardia;
  • Hemorragias y hematomas.

Por lo tanto, hay complicaciones muy específicas, cuando se dicen por complicaciones funcionales:

La Trombosis

La incidencia de trombosis es muy común en la arteria radial, pero se debe tener cuidado de realizar la prueba de Allen modificado antes de la canulación radial, y pueden ocurrir en aproximadamente 7% de las arterias canuladas en la arteria dorsal del pie, palidez del hálux y del segundo dedo que dura más de 15 segundos, durante la compresión de la arteria tibial posterior.

En el caso de la arteria radial, algunos factores aumentan el riesgo de trombosis como el tamaño del catéter en relación al diámetro de la luz arterial y la permanencia de la cánula. Un cateter calibre 20 produce la menor incidencia de trombosis en la arteria radial, mientras que la permanencia de la cánula en la arteria radial por más de 48 horas aumenta considerablemente la incidencia de trombosis.

La trombosis puede ocurrir incluso después de varios días de la retirada del catéter. Aunque la trombosis de la arteria radial es muy común, los pacientes que la presentaron, seguidos por varios meses, generalmente muestran evidencias de recanalización.

Si aparecen signos de isquemia, la cánula debe ser retirada!

Las complicaciones isquémicas o necróticas son menos comunes, ocurriendo en menos del 1%.

Después de la retirada del catéter, si el flujo no se normaliza en hasta una hora, la arteria debe ser explorada para la probable trombectomía. El pulso radial todavía puede ser palpable, distalmente, a una oclusión completa.

La Embolia

Mientras que las trombosis con circulación colateral inadecuada para la mano se manifiestan a través de enfriamiento y palidez, las embolias generalmente llevan a puntos fríos y de color púrpura en los dedos.

Estos síntomas permanecen por aproximadamente una semana, pero pueden llevar a la gangrena, necesitando amputación de los dedos o, raramente, de la mano entera.

Las infusiones vigorosas con grandes volúmenes de soluciones, especialmente, en el intento de corrección de obstrucciones parciales de catéteres pueden hacer que la solución llegue a la circulación central, causando embolias cerebrales por aire o micro émbolos.

Basta 7 ml de solución infundida, vigorosamente, como bolus en un catéter de arteria radial para que el fluido alcance la circulación central al nivel del arco aórtico.

¡Muy cuidado para evitar que las micro burbujas de aire se introduzcan en el sistema y no más de 2 ml de solución se infunden a velocidad lenta cada vez!

En el caso de la arteria axilar derecha, se origina del tronco braquiocefálico derecho, en comunicación directa con la arteria carótida común, siendo posible que aire, coágulos o partículas de sustancias puedan embolizar al cerebro durante la infusión.

Puede ser más seguro utilizar la arteria axilar izquierda en lugar de la derecha, pero en ambos casos, la infusión debe ser hecha lentamente, con un mínimo de volumen y con gran cuidado para evitar la introducción de aire o de un coágulo dentro del sistema . Se debe utilizar la irrigación con un sistema de flujo continuo.

Puede ocurrir una lesión directa de las ramas del plexo braquial, o un hematoma de la vaina axilar puede llevar a la compresión nerviosa y lesión!

La Isquemia y la Necrosis de la Piel

Si algunas regiones se quedan temporalmente pálidas durante la infusión intermitente de fluidos, el extremo del catéter debe ser reposicionado hasta que estos períodos de palidez desaparezcan.

Teniendo en cuenta:

  • La porción más distal de la arteria debe ser elegida para el paso de la cánula radial;
  • El menor calibre de catéter debe ser utilizado para minimizar la obstrucción de la luz de la arteria;
  • Se deben evitar las canalizaciones prolongadas para prevenir la formación y propagación de trombos en el catéter mismo!

Los Hematomas

Es común que se produzcan hematomas grandes en lugares como la arteria femoral. Los Hematomas pueden ser minimizados, manteniendo presión sobre la arteria femoral por aproximadamente 10 minutos después de la retirada del catéter. Sin embargo, el pulso femoral no debe ser completamente obliterado por la compresión. Una fístula puede ser producida, especialmente, con grandes catéteres.

Las Hemorragias

Los pacientes en vigencia de anti-coagulación, deben ser evitados a este procedimiento, pudiendo llevar a la neuropatía del nervio mediano y contractura de Volkman.

El dolor, edema o mínima evidencia de neuropatía en áreas de distribución del nervio mediano (como parestesias o debilidad) son indicaciones de inmediata suspensión del tratamiento anticoagulante y fasciotomía.

La arteria braquial no debe ser canulada en pacientes con diátesis hemorrágica.

Recordando que:

Las muñecas de las arterias femoral, poplítea, tibial posterior y dorsal del pie deben ser chequeadas a menudo.

Si existe evidencia de disminución o ausencia de pulsos periféricos, el catéter arterial debe ser removido.

Vean También:

La Presión Arterial Invasiva o PAI

Diferencias entre Trombosis y Embolia

La Necrosis

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Arterias, Venas y Capilares: ¿Cuáles son las diferencias?

Arterias, Venas y CapilaresEl Sistema Cardiovascular está formado por el Corazón, Arterias, Venas y Capilares, siendo estos tres últimos denominados genéricamente de vasos sanguíneos.

Es en esos vasos que la sangre circula, siendo llevada a todas las partes del cuerpo, lo que garantiza la nutrición y la oxigenación de las células.

A pesar de las venas, arterias y capilares son vasos sanguíneos, que presentan diferencias! Estas diferencias garantizan que cada uno de los vasos ejerza con perfección su papel.

Los Vasos Sanguíneos y las Túnicas

En general, los vasos sanguíneos se forman por las siguientes capas, también conocidas como túnicas:

La túnica íntima, túnica media y la túnica adventicia.

La capa más interna es la túnica íntima, y ​​la más externa es la adventicia.

La túnica íntima está formada por el endotelio, una capa de tejido conectivo flojo que ocasionalmente presenta células musculares y una lámina elástica interna.

La túnica media, a su vez, está formada por tejido muscular liso asociado a fibras elásticas.

Por último, la túnica adventicia está formada por tejido conectivo denso no modelado y tejido conectivo flojo.

Las Arterias

Las arterias son vasos sanguíneos que llevan sangre del corazón a todos los tejidos.

A medida que salen del corazón, estas arterias se vuelven de menor calibre y cada vez más ramificadas.

La sangre, al salir del corazón, está bajo una alta presión, lo que podría dañar las arterias si no tenían paredes elásticas y fuertes.

En las arterias, se percibe que la túnica media es mucho más desarrollada cuando se compara con las de los otros tipos de vasos sanguíneos.

Anteriormente, se consideraba que las arterias eran vasos que transportaban sólo sangre rica en nutrientes y oxígeno, que recibía el nombre de sangre arterial.

Sin embargo, hoy sabemos que eso no es verdad, pues existe la arteria pulmonar, que lleva sangre pobre en oxígeno del corazón al pulmón para que pueda ser oxigenado.

Las Venas

Las venas son vasos sanguíneos que transportan sangre proveniente de los tejidos al corazón.

Las venas mayores resultan de la convergencia de vasos sanguíneos, que hacen que la vena más calibrada a medida que se acerca al corazón.

Cuando se comparan a las arterias, verificamos que la túnica media de las venas es menos musculosa y con menos fibras elásticas.

Normalmente la sangre transportada por las venas es rica en gas carbónico y pobre en nutrientes, por lo que ese tipo de sangre se llamaba anteriormente de sangre venosa.

Es importante destacar, sin embargo, que las venas también transportan sangre rica en oxígeno, que es el caso de la vena pulmonar.

A diferencia de las arterias, la presión en las venas es menor.

Para que la sangre consiga vencer la fuerza de la gravedad y la baja presión para volver al corazón, las venas poseen válvulas que evitan el reflujo de sangre.

Y Los Capilares

Los capilares son vasos sanguíneos que presentan como función principal realizar intercambios entre la sangre y los tejidos, garantizando que los nutrientes y el oxígeno se pasan a las células.

Debido a esta función, es importante que estos vasos sean delgados.

Normalmente los capilares están formados por una sola capa de células endoteliales y su diámetro queda alrededor de 8 mm.

Agujas: Tipos y sus Indicaciones

Agujas

Las agujas son ampliamente utilizadas en la rutina de trabajo del equipo de enfermería.

Sin embargo, para evitar errores en su utilización, así como la minimización de costos, debemos tener un completo conocimiento de su material, sus partes y sus debidas indicaciones.

Son varios los modelos y tamaños encontrados en el mercado nacional y mundial, entonces busqué destacar aquí las más utilizadas.

Componentes de la aguja

Primero se deben entender los componentes básicos de una aguja, que son:

  • El pivote donde es la parte más ancha de la aguja;
  • El vástago, que es la porción más grande y más fina;
  • Y bisel, que es punta con óstio en diagonal.

Los colores y sus indicaciones

agujas

  • Rosa: Se utilizan para preparación y aspiración de medicamentos;
  • Púrpura: Se utiliza para aspiración y aplicación de medicamentos administrados vías intramuscular, subcutánea e intravascular;
  • Verde Agua: se utiliza para la aplicación de soluciones en diferentes vías inyectables de administración;
  • Amarillo: Se utiliza para la aplicación de soluciones subcutáneas generalmente en pediatría;
  • Marrón: Se utiliza para la aplicación de soluciones intradérmicas y subcutáneas en adultos;
  • Azul: Se utiliza para la aplicación de soluciones subcutáneas y endovenosas;
  • Gris Oscuro: Es bastante utilizada para la aplicación de soluciones intramusculares y endovenosas en adultos;
  • Verde: Se utiliza para la aplicación de soluciones intramusculares, generalmente en adultos.

Colores Conforme a los Calibres:

Rosa: 40X12 y 40×10;
Púrpura: 20X0,55;
Verde agua: 25X0,80;
Amarillo: 13X0,30;
Marrón: 13X4,5 y 13X4;
Azul: 25X0,6;
Gris Oscuro: 30X7 y 25X7;
Verde: 30X8 y 25X8.

Vean También:

Jeringas: Tipos e indicaciones

Angulaciones de Inyecciones y sus Tipos

¿Qué es la sobrecarga atrial?

sobrecarga atria

Una sobrecarga atrial puede ser vista a través de un laudo de examen hecho en un electrocardiograma (ECG), en un monitor multiparámetros, y laudos de exámenes de ecocardiogramas, entre otros.

¿Qué es una sobrecarga atrial?

Es cuando hay un aumento de volumen en uno de los atrios, pudiendo ser el Izquierdo (SAE) o Derecho (SAD).

Generalmente representa una dificultad de vaciamiento del atrio, cualquiera sea el lado. La mayoría de las veces puede ser por una deficiencia de apertura de la válvula mitral (en el caso de la SAE). Dependiendo de la intensidad puede generar síntomas y arritmias cardíacas.

Sin embargo, (no siempre) puede ser necesario un tratamiento medicamentoso o incluso un procedimiento invasivo como cirugía o “plastia” de la válvula.

La repolarización ventricular se altera en cualquier mal funcionamiento del corazón e incluso en corazones sanos, siendo portando una alteración inespecífica.

Las causas de la sobrecarga auricular derecha

Pueden ser por enfermedades congénitas:

  • Anomalía de Ebstein;
  • Atresia de la válvula tricúspide;
  • Estenosis congénita de la válvula pulmonar;
  • Síndrome de Eisenmenger;
  • Tetralogía de Fallot;
  • Comunicación interatrial, entre otras.

O enfermedades adquiridas:

  • Color pulmonale asociado al enfisema pulmonar o bronquitis crónica;
  • Estenosis de la válvula tricúspide;
  • Insuficiencia de la válvula tricúspide;
  • Hipertensión pulmonar por innumerables causas;
  • Cardiomiopatías [dilatada, restrictiva e hipertrófica];
  • Fibrilación auricular permanente [arritmia que tiene origen en los atrios, pudiendo ser causa o consecuencia de la sobrecarga atrial derecha], entre otras.

Las Causas de la Sobrecarga Atrial Izquierda

  • Hipertención arterial;
  • Enfermedades de la válvula mitral (estenosis o insuficiencia de la válvula mitral);
  • Enfermedades de la válvula aórtica (estenosis o insuficiencia de la válvula aórtica);
  • Cardiomiopatías (dilatada, restrictiva o hipertrófica);
  • Enfermedad arterial coronaria;
  • Fibrilación auricular permanente (arritmia que tiene origen en los atrios, que puede ser causa o consecuencia de la sobrecarga atrial izquierda), entre otras enfermedades.

La sobrecarga atrial izquierda puede ocurrir aisladamente o asociada a la sobrecarga atrial derecha (cámara cardíaca localizada por encima del ventrículo derecho). Esta última condición se denomina sobrecarga biatrial.

En el electrocardiograma el diagnóstico de la sobrecarga auricular se realiza a través del análisis de la onda P en las derivaciones D2 y V1. Eventualmente, en algunos laudos de electrocardiograma, el término sobrecarga atrial izquierda podrá ser sustituido por la abreviatura SAE o SAD.

Vean también:

Paro Cardiaco Vs Ataque Cardiaco: Las Diferencias

Las Valvas (Válvulas) Cardíacas

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Formas Farmacéuticas: Medicamentos Sólidos, Semi-Sólidos y Especiales

Las Formas Farmacéuticas son las diferentes formas físicas que los medicamentos pueden ser presentados, para posibilitar su uso por el paciente.

¿Por qué existen las diferentes formas farmacéuticas?

  • Para facilitar la administración;
  • Garantizar la precisión de la dosis;
  • Proteger la sustancia durante el recorrido por el organismo;
  • Garantizar la presencia en el lugar de acción específico;
  • Facilitar la ingestión de la sustancia activa;
  • Proteger el medicamento debido a restricciones físico-químicas de sustancias o principios activos del medicamento (inestables o sensibles a la luz, temperatura o humedad);

En algunos casos, las formas farmacéuticas sirven para facilitar la administración de medicamentos por pacientes de grupos de edad diferentes o en condiciones especiales, como por ejemplo formas líquidas orales o sublinguales para personas con dificultad para ingerir sólidos (cápsulas o comprimidos), o bien para potenciar la acción del medicamento y evitar el contacto con ciertas áreas o fracciones del cuerpo (caso de medicamentos transdérmicos, intravenosos o de supositorios).