Frêmito da Fístula Arteriovenosa

O frêmito é uma vibração palpável que pode ser sentida na pele, causada pelo fluxo sanguíneo turbulento em uma artéria ou em uma fístula arteriovenosa (FAV).

No caso da FAV, o frêmito é um sinal clínico importante que indica o bom funcionamento da fístula, ou seja, que o sangue está fluindo adequadamente entre a artéria e a veia.

Como se Forma o Frêmito na FAV?

A FAV é uma conexão cirúrgica entre uma artéria e uma veia, geralmente criada no braço ou antebraço de pacientes com doença renal crônica, para permitir a realização de hemodiálise. Essa conexão aumenta significativamente o fluxo sanguíneo na veia, o que causa uma vibração nas paredes do vaso, percebida como frêmito.

Por que o Frêmito é Importante?

  • Indica bom funcionamento da FAV: A presença de frêmito é um sinal de que a FAV está madura e pronta para ser utilizada para a hemodiálise.
  • Monitoramento da FAV: A avaliação regular do frêmito permite acompanhar a permeabilidade da fístula e detectar precocemente possíveis complicações, como estreitamentos ou obstruções.
  • Orientação para o paciente: O paciente pode ser orientado a sentir o próprio frêmito em casa, o que o ajuda a monitorar a FAV e comunicar qualquer alteração ao médico.

Como Avaliar o Frêmito?

O frêmito é avaliado através da palpação da região da FAV. O profissional de saúde coloca a ponta dos dedos sobre a fístula e sente a vibração. A intensidade do frêmito pode variar de acordo com o fluxo sanguíneo e as características individuais de cada paciente.

Alterações no Frêmito e seus Significados

  • Aumento do frêmito: Pode indicar aumento do fluxo sanguíneo na FAV, o que geralmente é desejável.
  • Diminuição do frêmito: Pode indicar redução do fluxo sanguíneo, o que pode ser causado por estreitamentos, coágulos ou outras complicações.
  • Ausência de frêmito: Sugere obstrução da FAV e requer investigação imediata.

O que Causa Alterações no Frêmito?

  • Estenose: Estreitamento da fístula.
  • Trombose: Formação de coágulos sanguíneos.
  • Infecção: Processo infeccioso na fístula.
  • Pseudoaneurisma: Dilatação anormal da fístula.

O que Fazer em Caso de Alterações no Frêmito?

Se você perceber alguma alteração no frêmito da sua FAV, como diminuição ou ausência, é importante entrar em contato com seu médico imediatamente. Ele poderá solicitar exames complementares, como ultrassonografia Doppler, para avaliar a causa do problema e indicar o tratamento adequado.

Por que é Importante Avaliar o Frêmito?

A avaliação do frêmito permite:

  • Detectar precocemente problemas: A diminuição ou ausência do frêmito pode indicar a presença de coágulos, estreitamentos ou outras complicações na FAV, que precisam ser tratadas rapidamente.
  • Monitorar a maturação da FAV: O frêmito indica que a FAV está madura e pronta para ser utilizada na hemodiálise.
  • Orientar o paciente: O paciente pode ser orientado a sentir o próprio frêmito em casa, o que o ajuda a monitorar a FAV e comunicar qualquer alteração ao médico ou enfermeiro.

Quais os Cuidados de Enfermagem?

  • Palpação regular: O enfermeiro deve palpar a FAV em cada sessão de hemodiálise e em consultas de acompanhamento, avaliando a intensidade e a localização do frêmito.
  • Comparação com avaliações anteriores: É importante comparar o frêmito atual com avaliações anteriores para identificar qualquer alteração.
  • Documentação: Todos os achados da avaliação do frêmito devem ser registrados no prontuário do paciente.
  • Orientação ao paciente: O paciente e seus familiares devem ser orientados sobre a importância do frêmito e como monitorá-lo em casa.
  • Comunicação com a equipe médica: Qualquer alteração no frêmito deve ser comunicada ao médico para que sejam realizados os exames necessários e iniciado o tratamento adequado.

O que Fazer em Caso de Alterações no Frêmito?

  • Diminuição do frêmito: Pode indicar estreitamento da FAV, presença de coágulos ou outras complicações.
  • Ausência de frêmito: Sugere obstrução da FAV e requer investigação imediata.

Em ambos os casos, o paciente deve ser encaminhado para avaliação médica e realização de exames complementares, como ultrassonografia Doppler.

Quais Outras Avaliações Devem Ser Feitas?

Além da avaliação do frêmito, o enfermeiro deve realizar outros procedimentos para monitorar a FAV, como:

  • Inspeção visual: Observar a presença de vermelhidão, inchaço, calor ou drenagem no local da FAV.
  • Palpação: Avaliar a temperatura, a sensibilidade e a presença de endurecimento na região da FAV.
  • Ausculta: Ouvir a presença de sopros, que podem indicar turbilhonamento do sangue.

Prevenindo Complicações

Para prevenir complicações na FAV, é importante que o paciente siga as orientações médicas e de enfermagem, como:

  • Exercícios de maturação: Realizar os exercícios indicados pelo profissional de saúde para fortalecer a veia e estimular o fluxo sanguíneo.
  • Proteger a FAV: Evitar traumas, compressões e punções no membro com a FAV.
  • Manter a higiene: Lavar o local da FAV com água e sabão diariamente.
  • Comunicar qualquer alteração: Procurar o médico ou enfermeiro imediatamente em caso de dor, inchaço, vermelhidão ou qualquer outro sintoma.

Referências:

  1. Milton Alves das Neves Junior, Rafael Couto Melo, Catarina Coelho de Almeida, Allison Roxo Fernandes, Alexandre Petnys, Maria Lucia Sayuri Iwasaki, Edgar Raboni. Avaliação da perviedade precoce das fístulas arteriovenosas para hemodiálise. J Vasc Bras. 2011;10(2):105-109.

Acessos Vasculares: Enxerto VS Fístula Arteriovenosa

Os pacientes renais dialíticos podem obter acessos vasculares, para a realização de hemodiálise em seu tratamento a longo prazo. E neste caso pode ser realizado um enxerto arteriovenoso ou uma fístula arteriovenosa.

A Fístula Arteriovenosa com ENXERTO

Um enxerto arteriovenoso é ligação de uma veia a uma artéria, utilizando um tubo de plástico macio. Após o enxerto ter cicatrizado, a hemodiálise pode ser realizada. O enxerto permite o aumento do fluxo sanguíneo, permitindo melhor filtração do sangue.

Enxertos tendem a necessitar de cuidados e manutenção. Cuidar bem  do acesso pode diminuir os riscos de complicações como infecção e tromboses.

A Fístula Arteriovenosa DIREITA

A fístula arteriovenosa para hemodiálise é uma conexão direta de uma artéria a uma veia. Este é o tipo preferido de acesso, porque uma vez que a fístula amadurece e se torna maior e mais forte, pode durar muitos anos. Depois da fístula ser criada, cirurgicamente, devemos esperar a sua cicatrização a amadurecimento para a sua utilização. Esse período dura em média 30 dias.

As Vantagens

  • Menor risco de infecção do que os enxertos ou cateteres;
  • Menor tendência a coagular do que o enxerto ou cateteres;
  • Permite uma maior circulação de sangue, aumentando a eficácia da hemodiálise;
  • Reduz o tempo de tratamento;
  • Alta durabilidade;
  • Menor custo.

Cuidados

Limpeza: A limpeza é a principal forma de manter seu acesso longe da infecção.

Mantenha-se atento aos sinais como dor, sensibilidade, inchaço ou vermelhidão ao redor da área da fístula. Se você tiver febre, consulte o seu médico. O uso de antibióticos para uma infecção, quando precoce, pode tratar e manter seu acesso duradouro.

O Fluxo Sanguíneo Irrestrito

Qualquer restrição do fluxo sanguíneo pode causar coagulação.

Aqui estão algumas dicas para ajudar a manter o sangue fluindo sem restrições:

  • Evite roupas apertadas ou joias que possam colocar pressão sobre sua área de acesso;
  • Não transportar malas, bolsas ou qualquer tipo de item pesado sobre sua área de acesso;
  • Não deixe ninguém colocar um manguito de pressão sanguínea em seu braço de acesso – tem a sua pressão arterial medida do seu braço não acesso;
  • Não colher exames de sangue do membro onde está o seu acesso;
  • Não durma com o seu braço de acesso sob sua cabeça ou travesseiro;
  • Verifique o pulso em seu acesso diariamente.

O Frêmito

A vibração do sangue passando por seu braço é chamado de “frêmito”. Você deve verificá-lo várias vezes ao dia. Se o “frêmito” muda ou para, pode ser indicativo de obstrução do seu acesso.

Procurar imediatamente seu médico para avaliar sua fístula, pois o tratamento precoce pode salvar o seu acesso.

Referência:

  1. Toregeani JF, Kimura CJ, Rocha AST, Volpiani GG, Bortoncello Â, Shirasu K, et al.. Avaliação da maturação das fístulas arteriovenosas para hemodiálise pelo eco-Doppler colorido. J vasc bras [Internet]. 2008Sep;7(3):203–13. Available from: https://doi.org/10.1590/S1677-54492008000300005

Fístula Digestiva

As Fístulas Digestivas são comunicações anormais entre dois epitélios através de um trajeto. Este trajeto pode comunicar duas vísceras ocas ou uma víscera com a pele.

Etiologia

Causas

As principais causas das fístulas digestivas são:

  • Doenças inflamatórias intestinais;
  • Doença de Crohn;
  • Tuberculose intestinal;
  • Blastomicose sul-americana;
  • Complicações operatórias de intervenções cirúrgicas intra-abdominais;
  • Abscessos;
  • Traumas;
  • Isquemia;
  • Irradiação de tumores.

Outros Fatores

Vários fatores podem predispor ao surgimento de fístulas digestivas pós-operatórias:

Fatores gerais:

  • Desnutrição – fator risco importante para pacientes cirúrgicos, fazer suporte nutricional pré-operatório;
  • Idade;
  • Presença de doenças crônicas;
  • Presença de doenças neoplásicas;
  • Paciente com uso de corticoterapia;

Fatores locais:

  • Intervenção sobre órgãos com processos inflamatórios;
  • Intervenção sobre órgão com processos neoplásicos;
  • Lesão visceral por irradiação prévia;

Fatores ligados a dificuldades técnicas:

  • Lesões viscerais acidentais;
  • Esquecimento de corpos estranhos;
  • Deiscências de sutura intestinal;
  • Inclusão de intestino no fechamento da parede;
  • Deiscência da sutura da parede abdominal

Fisiopatologia

Os transtornos dependem de algumas variáveis como a etiologia e o tipo de fístula (drenagem interna ou externa), a localização anatômica e o débito da fístula (qualidade e quantidade de líquido perdido). Principais transtornos acarretados pelas fístulas digestivas:

  • Distúrbios hidroeletrolíticos;
    • Infecção;
    • Intra-abdominal;
      • Peritonite;
      • Abscessos intra-abdominais;
  • Outros locais:
    • Infecção de ferida cirúrgica;
    • Infecção pulmonar;
    • Septicemia;
  • Lesões cutâneas:
    • Complicações tromboembólicas;
    • Pulmonares;
    • Cerebrais;
    • Hemorragia digestiva;
    • Escaras de decúbito;
    • Obstrução intestinal;
    • Desnutrição;
  • Desnutrição

As fístulas digestivas altas (aquelas que acometem o estômago, duodeno ou gastrojejunais – até o ligamento de Treitz) são as que mais favorecem ao estabelecimento de processos infecciosos intra-abdominais de alta gravidade.

A desnutrição é a principal causa de óbito a médio e longo prazo nos paciente com fístulas digestivas. A desnutrição, tornando-se grave pode tornar o indivíduo mais suscetível a um processo infeccioso tardio. Os pacientes que possuem fístulas digestivas possuem excelentes condições para o desenvolvimento de desnutrição.

Mecanismos da desnutrição nas fístulas digestivas:

  • Restrição alimentar;
  • Catabolismo inerente ao jejum;
  • Estado hipermetabólico;
  • Doença básica;
  • Trauma cirúrgico;
  • Infecção;
  • Outras complicações associadas;
  • Perda protéica intestinal por perda de sucos digestivos (a quantidade de proteína produzida endogenamente e secretada dentro do tubo digestivo, diariamente, é duas a três vezes a quantidade recebida de fontes exógenas, através de uma dieta normal)

Classificação das Fístulas

As fístulas são classificadas segundo o seu trajeto e segundo o débito em 24 horas, conforme abaixo:

Quanto ao Trajeto:

  • Fístulas internas:comunicação entre vísceras ocas adjascentes
  • Fístulas externas (enterocutânea): comunica uma alça intestinal com a superfície do corpo.

Quanto ao débito em 24 horas (Chemin)

  • Alto débito: perda acima de 500ml ao dia;
  • Médio débito: perdas entre 200 e 500ml ao dia;
  • Baixo débito: perdas inferiores a 200ml ao dia.

Quando o débito é alto, podem ocorrer complicações como:

  • Perda de fluídos, eletrólitos, energia, proteínas, vitaminas;
  • Desidratação
  • Desequilíbrio ácido básico e eletrolítico;
  • Desnutrição – especialmente se a reposição das perdas não for adequada.

Tratamento

Ao se iniciar o tratamento de pacientes com fístulas digestivas, devem-se observar os seguintes aspectos:

Reposição volêmica: para pacientes com fístulas de alto débito, a perda de líquidos e eletrólitos pelo orifício fistuloso espolia o pacientes, levando-o a desidratação (hipovolemia) e também a distúrbios do metabolismo eletrolítico e ácidobásico.

Portanto, é necessária a reposição de volume com soluções eletrolíticas balanceadas (ringer lactato), sendo monitorada a pressão arterial e a reposição de eletrólitos deve ser baseada nas dosagens diárias desses elementos bem como na gasometria arterial.

Combate à sepse: a sepse, principalmente na presença de desnutrição, é a principal responsável pela mortalidade das fístulas digestivas. É importante a drenagem e trajetos fistulosos e abscessos e antibioticoterapia.

Outros Fatores

Fator Favorável Desfavorável
Característica da Fístula Trajeto fistuloso longo, continuidade intestinal, ausência obstrução Trajeto fistuloso curto, eversão da mucosa, doença intestinal adjacente, evisceração, oclusão distal, defeito

parede abdominal

Órgão de origem  

Bílio-pancreática / Cólon / Gástrica

 

Duodeno/ Jejuno Ileal
Sepse Ausente Presente
Etiologia DII Malignidade / falha de anastomose
Origem do pcte Mesmo hospital Transferido
Débito < 500 ml / dia > 500ml / dia
Desnutrição Ausente Presente
Duração fístula Aguda Crônica

Uma fístula de baixo debito distal tem maior probabilidade de fechamento espontâneo (sem cirurgia) do que uma de alto debito mais proximal. As fistulas associadas a neoplasia maligna tem chance mínima de fechamento espontâneo.

Manejo Clínico

  • Correção dos distúrbios eletrolíticos e ácido básico;
  • Descompressão nasogástrica;
  • Redução do debito fistuloso

Terapia Nutricional (TN)

A TN tem como objetivo melhorar o estado nutricional ou impedir que ele se deteriore. Com relação a TN devem ser observadas as seguintes considerações:

  • as fístulas de alto débitos (>500ml/dia) devem ser inicialmente tratadas com nutrição parenteral total;
  • Nas fístulas altas (esofágicas e segundo Chemin também em estômago e duodeno) ou baixas e naquelas em que se consegue passar uma sonda distalmente a ela, pode-se empregar a nutrição enteral, ou até mesmo jejunostomia;
  • se o débito aumentar muito com o uso da nutrição enteral, deve-se voltar para nutrição intravenosa (parenteral) exclusiva;
  • Supressão da secreção gástrica com octreotite, inibidores de bomba de prótons e de H2;
  • Proteção da pele;
  • Diagnostico e controle de infecção;
  • Reabilitação intensiva (internação em CTI);
  • Terapia Nutricional;
  • Quando não há possibilidade de alimentação oral em 07 dias, há indicação de enteral e parenteral, conforme localização da fístula;
  • Quando a fístula é na região do Ângulo de Treitz (jejuno) é possível optar pela sonda em posição gástrica;
  • Sempre que possível deve-se priorizar a nutrição enteral e não há consenso na literatura se as fórmulas oligoméricas teriam vantagem pela maior digestibilidade.

Complicações

As complicações mais graves estão relacionadas a sepse, síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SRIS), tromboembolismo, hemorragia digestiva alta, distúrbios hidroeletrolíticos e ácido-básicos e desnutrição além das possíveis complicações da NE e da NPT.

Referência:

  1. Moreira GR, Rodrigues MAG, Correia MITD. Fístulas Digestivas. Rev Cienc Saude [Internet]. 7º de julho de 2019 [citado 29º de abril de 2022];9(2):9-16. Disponível em: http://186.225.220.186:7474/ojs/index.php/rcsfmit_zero/article/view/780

Blue Dye Test: Teste de Deglutição

Você sabia que o Fonoaudiólogo faz um papel importante na avaliação de função de deglutição em pacientes traqueostomizados?

É feito o que chamamos de “Blue Dye Test”, onde consiste no uso do corante azul alimentício, para avaliar deglutição, presença de fístulas traqueoesofágicas, risco de broncoaspiração de saliva em pacientes traqueostomizados de permanência maior.

Para que o paciente seja liberado a voltar a comer por via oral, o fono faz este tipo de teste para que tenha condições de serem liberadas as dietas especiais.

Como é feito este teste?

O Teste do Corante Azul ( Blue Dye Test), consiste em aplicar 4 gotas de corante culinário azul (anilina) na cavidade oral do paciente em 4/4 horas por 2 dias consecutivos para analisar a deglutição, verificando a presença ou não de aspiração traqueal.

O paciente deverá deglutir após aplicação do corante e realizar aspiração endotraqueal imediata e ao longo do dia pela equipe multiprofissional (fonoaudiologia, enfermagem, fisioterapeuta).

Sendo resultados:

  • Blue Dye Test Positivo (+) presença de secreção corada de azul;
  • Blue Dye Test Negativa (-) ausência de secreção corada de azul.

Quando o blue dye test é positivado, é reavaliado posteriormente pelo fonoaudiólogo.

É importante sempre registrar em relatório os sinais positivos e negativos deste teste, dentro do período que foi realizado o mesmo.

Resultados Esperados

Diagnóstico funcional da deglutição: Presença ou ausência de disfagia orofaríngea e riscos de broncoaspiração do alimento. Discussão do caso com a equipe multidisciplinar e estabelecer conduta  fonoaudiológica (modificar dieta VO; suspender dieta VO; indicação de terapia fonoaudiológica).

*POST DEDICADO À MINHA COLEGA FONO CRISTINA *

Referências:

  1. DE ARAÚJO, VIVIANE CASTRO; SILVA, CRISTIANE RODRIGUES; DE SOUZA CUNHA, HELBERSON PEDRO; DA SILVA RORIZ, RAQUEL NASCIMENTO; LOPES, PAMELA PAOLA CARNEIRO. OCORRÊNCIA DE BRONCOASPIRAÇÃO DE SALIVA EM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS. OCORRÊNCIA DE BRONCOASPIRAÇÃO DE SALIVA EM PACIENTES TRAQUEOSTOMIZADOS, [S. l.], p. 9779, 25 jun. 2018. Disponível em: https://sbfa.org.br/portal/anais2017//trabalhos_select.php?id_artigo=9779&tt=SESS%C3%83O%20DE%20P%C3%94STERES. Acesso em: 9 jan. 2021.