A Administração Segura de Medicamentos: O uso do protocolo

O processo da administração correta de um medicamento vai muito além de aplicar uma injeção no paciente. Por ser um processo longo e que envolve mais de um profissional de saúde, está passível de erros. Para minimizar as falhas, há um protocolo “Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos”, publicado pela Anvisa.

“O protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos deverá ser aplicado em todos os estabelecimentos que prestam cuidados à saúde, em todos os níveis de complexidade, em que medicamentos sejam utilizados para profilaxia, exames diagnósticos, tratamento e medidas paliativas”, ressalta a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

1 – Paciente Certo

Para certificar-se que a medicação será administrada no paciente certo, indica-se:

  • Usar dois identificadores (nome do paciente e data de nascimento).
  • Perguntar ao paciente seus dados e confirmar com a pulseira de identificação.
  • Verificar se o nome corresponde ao nome identificado no leito, nome identificado no prontuário e nome identificado na prescrição médica.
  • Evitar internar dois pacientes com nomes similares na mesma enfermaria.
  • Evitar que o mesmo funcionário seja responsável pela prestação da assistência de enfermagem a dois pacientes com nomes similares.

2 – Medicamento Certo

Neste momento, deve-se:

  • Conferir se o nome do medicamento que tem em mãos é o que está prescrito. Antes de administrar, deve-se conferir o nome do medicamento com a prescrição médica.
  • Averiguar alergias. Pacientes que tenham alergia a alguma medicação devem ser identificados com pulseira e aviso no prontuário. Se houver associação de medicamentos, deve-se certificar-se de que o paciente não é alérgico a nenhum dos componentes.

3 – Via Certa

Nesta etapa importante, é fundamental:

  • Verificar se a via de administração prescrita é a via tecnicamente recomendada para administrar determinado medicamento.
  • Verificar se o diluente (tipo e volume) foi prescrito. Controlar gotejamento seguindo a velocidade de infusão estabelecida.
  • Analisar se o medicamento tem compatibilidade com a via prescrita. Ver identificação da via na embalagem.
  • Avaliar a compatibilidade do medicamento com os produtos utilizados para sua administração (seringas, cateteres, sondas, equipos, e outros).
  • Esclarecer todas as dúvidas com a supervisão de enfermagem, prescritor ou farmacêutico previamente à administração do medicamento.

4 – Hora Certa

O medicamento deve ser administrado sempre na hora prescrita, evitando atrasos.

É preciso reforçar que:

  • A medicação deve ser preparada na hora da administração, de preferência à beira leito.
  • Em caso de medicações administradas após algum tempo do preparo devemos atentar para o período de estabilidade (como quimioterápicos) e também para a forma de armazenamento.
  • A antecipação ou o atraso da administração em relação ao horário predefinido somente poderá ser feito com o consentimento do enfermeiro e do prescritor.

5 – Dose Certa

É fundamental:

  • Conferir atentamente a dose prescrita para o medicamento. Doses escritas com “zero”, “vírgula” e “ponto” devem receber atenção redobrada, conferindo as dúvidas com o prescritor sobre a dose desejada, pois podem redundar em doses 10 ou 100 vezes superiores à desejada.
  • Verificar a unidade de medida utilizada na prescrição, em caso de dúvida ou medidas imprecisas (colher de chá, colher de sopa, ampola), consultar o prescritor e solicitar a prescrição de uma unidade de medida do sistema métrico.
  • Conferir a velocidade de gotejamento. Realizar dupla checagem dos cálculos para o preparo e programação de bomba para administração de medicamentos potencialmente perigosos ou de alta vigilância.

6 – Registro correto da Administração do Medicamento

O registro da administração das medicações é um instrumento importante para garantir a segurança do paciente e a continuidade do tratamento. Lembre-se de registrar:

  • Na prescrição: o horário da administração do medicamento e cheque (novamente)
  • Na anotação de enfermagem: registre o medicamento administrado e justifique em casos de adiamentos, cancelamentos, desabastecimento, recusa do paciente e eventos adversos.

7 – Orientação Correta

Tanto o profissional quanto ao paciente são responsáveis pela orientação correta, pois o paciente é uma barreira para prevenir erros. Por isso, deve ser envolvido na segurança de sua assistência.

Deve-se informar o paciente sobre qual medicamento está sendo administrado (nome), para que “serve” (indicação), a dose e a frequência que será administrado.

8 – Forma Certa

A forma farmacêutica do medicamento também deve ser checada:

  • O medicamento a ser administrado possui a forma farmacêutica e via de administração prescrita.
  • Verifique se forma farmacêutica e a via de administração prescritas estão apropriadas à condição clínica do paciente (por exemplo, se o nível de consciência permite administração de medicação por via oral – V.O).

9 – Resposta Certa

Na última etapa, é preciso observar cuidadosamente o paciente. O objetivo é verificar se o medicamento teve o efeito desejado.

Então, registre tudo em prontuário e informe ao prescritor os efeitos diferentes (em intensidade e forma) do esperado para o medicamento.

E nunca desconsidere relatos do paciente ou da família.

Referências:

Reconstituição Vs. Diluição: Entenda como Funciona!

reconstituição e diluição

Reconstituição e Diluição: Esses dois termos geram confusão na maioria das pessoas e são erroneamente utilizados como sinônimos por alguns fabricantes e pela literatura farmacêutica.

No entanto, embora descrevam processos semelhantes representam objetivos diferentes, a reconstituição consiste em retornar um medicamento da forma de pó (liofilizados) para sua forma original líquida.

Para isso, adiciona-se diluentes como água destilada estéril, cloreto de sódio a 0,9% e glicose 5% ao recipiente com o pó medicamentoso seguindo as instruções do fabricante até que se obtenha o medicamento recomendado para o uso.

Já a diluição tem como objetivo alterar a concentração de um medicamento já em estado líquido, seja esse uma solução, uma suspensão ou um pó reconstituído. Os diluentes usados geralmente são os mesmos.

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Los Medicamentos y sus Antídotos

intoxicación

¿Sabía usted que un medicamento se clasifica como un fármaco de agente tóxico? Y es el principal agente tóxico que causa la intoxicación en los seres humanos!

Las benzodiazepinas, antigripales, antidepresivos, antiinflamatorios son las clases de medicamentos que más causan intoxicaciones en nuestro país (44% fueron clasificadas como intentos de suicidio y 40% como accidentes, siendo que los niños menores de cinco años – 33% y adultos de 20 a 29 años – 19% constituyeron las franjas etarias más acometidas por las intoxicaciones por medicamentos).

Pero, ¿qué son los antídotos en la farmacología?

El antídoto es el término genérico para definir cualquier sustancia que interfiera en la cinética y / o dinámica de otra sustancia, disminuyendo o neutralizando su efecto tóxico.

Algunos antídotos actúan por antagonismo competitivo y otros por antagonismo no competitivo.

Un ejemplo:

Un ejemplo de antídoto es la acción del bicarbonato de sodio sobre un veneno ácido, ya que éste, es capaz de neutralizar la acción de este tipo de sustancia nociva.

Importante! En situaciones de envenenamiento, siempre debe comunicarse inmediatamente un médico, un hospital o un bombero.

¿Cuáles son algunos de los agentes tóxicos con sus antídotos?

Agente Tóxico  Antídoto
Opiáceos Naloxona
Benzodiazepinas Flumazenil
Paracetamol N- Acetilciateína
Insulina Glucosa
Beta-bloqueador Glucagón
Organofosforados y Carbamatos Atropina
Antidepresivos Tricíclicos Bicarbonato
Anticolinérgicos Fisostigmina
Metanol y Etilenglicol Etanol
Isoniacida Piridoxina
Hierro Desferrioxamina
Cumarínico Vitamina K
Plomo, Mercurio, Arsénico Dimercaprol
Antagonistas del Cálcio Cálcio
Digitálicos Anticuerpos Específicos
Metahemoglobinizantes Azul de Metileno
Monóxido de Carbono Oxígenio
Heparina Protamina
Tiosulfato de sodio (Cianuro) Nitrito de Sodio
Amanita Phalloides Nitrito de Sodio
Veneno de Víboras Suero Antiofídico
Anticonvulsivantes Carbón Activado
Descongestionantes Nasales y Sistémicos Carbón Activado

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Farmacología: Medicamentos Termolábiles

Termolábiles

El almacenamiento incorrecto de ciertas medicaciones puede acarrear la falta de acción medicamentosa o la potenciación de efectos colaterales, afectando directamente la salud de los pacientes y pudiendo incluso interferir en la contaminación ambiental. De esta forma, el farmacéutico no puede dejar de estar atento a todas las condiciones de almacenamiento de sus medicamentos, y orientar a la enfermería sobre correr el riesgo de generar cualquier daño a la salud o al medio ambiente.

Transporte

El transporte dentro de la farmacia debe realizarse de forma organizada y con la ayuda de equipos específicos de acuerdo con la cantidad de medicamentos en flujo. Las cintas plásticas o de isopor se utilizan con frecuencia, así como los sellos. El transporte externo debe tener en cuenta las condiciones ambientales, no exponiendo los medicamentos a extremos de temperatura, humedad o iluminación y dando preferencia en el momento de descarga a los medicamentos termolábiles.

Validez

El almacenamiento de los medicamentos debe realizarse de acuerdo con el lote y la fecha de caducidad de los medicamentos, reduciendo el riesgo de venta de medicamentos vencidos y facilitando la identificación de cualquier lote contaminado o que deba retirado del mercado. Cuando sea necesario realizar el descarte de medicamentos, esto debe ser hecho de acuerdo con las orientaciones del fabricante y de la vigilancia sanitaria, siempre respetando el medio ambiente.

Embalaje

Se debe estar atento a la integridad de los envases y de los sellos de seguridad, ya que cualquier tipo de violación puede generar la contaminación de los medicamentos y poner la vida del paciente en riesgo.

Equipamientos

Algunos equipos simples como termómetros e higrómetros son esenciales para el monitoreo de las condiciones del local. Para el control de la temperatura pueden ser necesarios sistemas de aire acondicionado o ventiladores. Para mejorar la ventilación, extractores.

Almacenamiento

Como algunos medicamentos deben ser almacenados bajo refrigeración, controlada entre 2 y 8ºC, con registro diario, y un refrigerador también es necesario y nunca se debe permitir que los medicamentos sean almacenados junto a los alimentos o bebidas.

Las retiradas deben ser programadas para disminuir las variaciones internas de temperatura, y deben ser mantenidas limpias y ordenadas.

 

Citamos algunos ejemplos de medicamentos termolábicos:

  • Albúmina humana 20%;
  • Alprostadil;
  • Alteplasa;
  • Anatoxitetánico;
  • Anfotericina B;
  • Atracurio, 25 ou 50mg;
  • Desmopresina;
  • Eritropoyetina humana recombinante 2000 ou 4000UI (a depender del fabricante);
  • Estreptoquinasa;
  • Filgrastim;
  • Inmunoglobulinas;
  • Insulinas
  • Lípidos (a depender del fabricante y del área de almacenamiento);
  • Pancuronio 4mg amp;
  • Propofol;
  • Rocuronio;
  • Surfactante pulmonar;
  • Vacuna DT Adultos Multidosis;
  • Vacuna Hepatitis B;

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Que Medicamento é Esse?: Meropenem

Meropenem

O Meropenem, popularmente conhecido como Meronem,  é indicado para o tratamento das seguintes infecções em adultos e crianças, causadas por uma única ou múltiplas bactérias sensíveis e como tratamento empírico antes da identificação do micro-organismo causador:

  • Infecções do trato respiratório inferior;
  • Infecções urinárias, incluindo infecções complicadas;
  • Infecções intra-abdominais;
  • Infecções ginecológicas, incluindo infecções pós-parto;
  • Infecções de pele e anexos;
  • Meningite (inflamação das membranas do cérebro ou da medula espinhal);
  • Septicemia (doença sistêmica causada pela propagação de micro-organismos e suas toxinas através do sangue);
  • Tratamento empírico, incluindo monoterapia inicial para infecções presumidamente bacterianas, em pacientes neutropênicos (com baixo número de neutrófilos no sangue);
  • Infecções polimicrobianas (causadas por vários micro-organismos): devido ao seu amplo espectro de atividade bactericida contra bactérias gram-positivas e gram-negativas, aeróbias e anaeróbias, meropeném é eficaz para o tratamento de infecções polimicrobianas;
  • Fibrose cística: meropeném intravenoso tem sido utilizado eficazmente em pacientes com fibrose cística e infecções crônicas do trato respiratório inferior, tanto como monoterapia, quanto em associação com outros agentes antibacterianos.

Como Funciona?

O Meropenem é um antibiótico carbapenêmico para uso parenteral (administrado por via injetável), onde exerce sua ação bactericida através da interferência com a síntese da parede celular bacteriana.

A facilidade com que penetra nas células bacterianas, seu alto nível de estabilidade a maioria das serinas betalactamases e sua notável afinidade pelas múltiplas proteínas ligantes de penicilina (PBPs) explicam a potente atividade bactericida contra um amplo espectro de bactérias aeróbicas e anaeróbicas.

Os Efeitos Colaterais

Raramente podem ocorrer reações alérgicas, mas ocasionalmente podem ocorrer alterações no sangue.

Se há o aparecimento de reações desagradáveis tais como: náusea, vômito, diarreia, erupção cutânea, coceira, dor de cabeça, formigamento, inflamação no local da injeção e infecções por fungos na boca ou na vagina no paciente, informe ao médico imediatamente.

Quando é Contraindicado?

Meropenem é contraindicado nos casos de hipersensibilidade conhecida ao meropeném ou a qualquer componente da formulação.

E não é recomendado para crianças com idade inferior a 3 meses.

Os Cuidados de Enfermagem

    • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento  não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que o paciente alcance melhora.
    • Anteriormente ao início do tratamento o paciente deverá informar ao médico sobre qualquer medicamento que esteja usando ou pretenda usar (inclusive aqueles obtidos sem prescrição médica), como também se tem ou já teve outros problemas de saúde e reação alérgica a qualquer medicamento.
    • A medicação não deve ser usada em crianças <3 meses nem durante a gestação ou lactação. No caso de gravidez (confirmada ou suspeita) ou ainda, se a paciente estiver amamentando, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Recomende à paciente o emprego de métodos contraceptivos seguros e adequados, durante a terapia. Recomenda-se cautela também nos casos de prejuízo renal (maior risco de trombocitopenia e convulsões; se CCr < 50ml/min, recomenda-se reduzir a dose) e antecedentes de convulsões, lesões cerebrais ou meningites.
    • Informe ao paciente as reações adversas mais frequentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente sinais de superinfecção (Iíngua saburrosa, prurido ou descarga vaginal, diarréia ou fezes fétidas) e alergia, como também aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado.
    • Recomende que o paciente informe ao médico o esquema de medicação anterior ao tratamento da cirurgia.
    • Pode causar tontura. Recomende que o paciente evite dirigir e outras atividades que requerem estado de alerta, até que a resposta à medicação seja conhecida.
    • Recomende ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação, sem o conhecimento do médico, durante a terapia.
  • Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas!

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Que Medicamento é Esse?: Dipirona

Que Medicamento é Esse?: Dipirona

O Dipirona, é um antitérmico, indicado para aliviar a dor e para baixar a febre.

Como Funciona?

dipirona é um antitérmico e analgésico de origem não-narcótica que tem ação central e periférica combinadas. É usada para combater dor e febre. Em geral, os comprimidos produzem efeitos analgésicos e antipiréticos em 30 a 60 minutos – e eles duram aproximadamente 4 horas.

Os Efeitos Colaterais

Os efeitos colaterais mais frequentes são alergia com coceira, ardor, vermelhidão, urticária, inchaço ou falta de ar, alterações no batimento cardíaco e nos valores do exame de sangue, podendo aparecer anemia.

Quando é Contraindicado?

É contraindicado em crianças com menos de 3 meses ou pesando menos de 5 kg, mulheres grávidas ou que estejam a amamentar e pessoas com alergia a qualquer componente da fórmula.

Não deve ser usado caso exista alterações no funcionamento da medula óssea, problema respiratórios ou rinite alérgica, porfiria hepática e deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase.

Os Cuidados de Enfermagem

  • A Medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido, sem o conhecimento do médico, ainda que o paciente alcance melhora. A medicação não deve ser usada em doses altas ou durante períodos prolongados sem controle médico. A resposta terapêutica, nos casos de dor ou febre, pode ser observados geralmente em 30min. após a administração.
  • A medicação não deve ser usada em crianças < 3 meses de idade ou < 5kg de peso corporal nem a gestação ou lactação. No caso de gravidez (confirmada ou suspeita) ou, ainda, se a paciente estiver amamentando, o médico deverá ser comunicado imediatamente. Os pacientes diabéticos não devem receber a forma solução oral porque contém açúcar.
  • Informe ao paciente (ou ao seu responsável) as reações adversas mais freqüentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente desconforto respiratório, como também aquelas incomuns ou intoleráveis, o médico deverá ser comunicado imediatamente.
  • Nos casos de hipertermia, podem ser indicados banhos ou envoltórios até a estabilização da temperatura.
  • Pode causar tontura e sonolência. Recomende que o paciente evite dirigir e outras atividades que requerem o estado de alerta, durante a terapia.
  • Recomende ao paciente que evite o consumo de álcool e o uso concomitante de outros depressores do SNC, como também de qualquer outra droga ou medicação sem o conhecimento do médico, durante a terapia.
  • Antes da administração: documente as indicações para a terapia; o início e a duração dos sintomas; relacione as outras tentativas de tratamento e os resultados obtidos; e avalie: reações de hipersensibilidade, uma vez que os pacientes mais sensíveis podem apresentá-las independentemente da dose.
  • Durante a terapia, avalie: 1. os sinais vitais; 2. a função cardíaca (disrritmias, aumento da freqüência cardíaca, palpitações); 3. a função renal (distúrbios renais transitórios com oligúria ou anúria, proteinúria, nefrite intersticial) principalmente em pacientes com histórico de doença renal preexistente ou no caso de superdosagem; 4. a função respiratória (crises de asma principalmente em pacientes predispostos a tal condição; 5. as reações de hipersensibilidade, como: 5.1. choque e discrasias sangüíneas (agranulocitose, leucopenia, trombocitopenia), as quais, embora bastante raras, sempre representam um quadro muito grave; 5.2. na pele (urticária), conjuntiva ou mucosa nasofaríngea as quais, muito raramente, progridem para reações cutâneas bolhosas, algumas vezes, até com de vida, geralmente com comprometimento da mucosa (síndrome de Stevens-Johnson ou síndrome de Lyell); na presença de tais reações cutâneas, suspenda imediatamente o uso da medicação e comunique ao médico; 6. rigorosamente os pacientes com história de reação de hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias, pois estes podem constituir  de maior risco e apresentar efeitos colaterais intensos, até mesmo choque; nesse caso, suspenda imediatamente o tratamento e adote as providências médicas adequadas, como: 6.1. coloque o paciente deitado com as pernas elevadas e as vias aéreas livres; 6.2. dilua 1ml de epinefrina a 1:1.000 para 10ml e aplique 1ml por via IV e, a seguir, uma dose alta de glicocorticóide; 6.3. conforme necessário, faça a reposição do volume sanguíneo (plasma, albumina ou soluções eletrolíticas).
  • Interações medicamentosas: atenção durante o uso concomitante de outras drogas.
  • Endovenosa: aplique lentamente; não adicione outras substâncias na mesma seringa.

Alimentos y Medicamentos: La Interacción

Alimentos y Medicamentos

¿Sabía usted que los Medicamentos y los Alimentos pueden interactuar entre sí de forma benéfica o indeseable?

Primero, facilita la absorción o disminuyendo sus efectos colaterales.

Por otro lado, puede impedir tal absorción, disminuyendo su eficacia y comprometiendo el tratamiento de determinada enfermedad.

Pueden tener implicaciones clínicas tanto en el proceso terapéutico como en el mantenimiento del estado nutricional, cabiendo al equipo de salud repasar al paciente toda la información sobre esta relación, alertando para las asociaciones negativas.

Estas interacciones son múltiples, con más de 300 descripciones.

Sin embargo, pocas son clínicamente relevantes, de ahí la importancia de que el paciente tenga conocimiento acerca de sus medicaciones, de su necesidad de tomarlas y la forma correcta de su administración al relacionarlas con los alimentos.

Las Interacciones Entre Medicamentos-Alimentos más comunes

Antiácidos: evite ingerir con alimentos, ya que reducen los efectos. Tome una hora después de comer.

Antibióticos: reducen la producción general de vitamina B, B5 y K. Pueden acelerar el paso del alimento por el intestino, disminuyendo la disponibilidad para la absorción. Vegetales, granos y cereales garantizan la ingesta de todas las vitaminas.

Amoxicilina: los alimentos sólo retrasan su absorción.

Penicilina: los alimentos reducen su absorción. Tome 1h antes o 2h después de las comidas.

Eritromicina: los alimentos mejoran su absorción. El jugo de frutas y bebidas carbonatadas interfiere en su absorción. Tome con las comidas.

Tetraciclina: se adhieren calcio y hierro, de modo que el antibiótico y el mineral no se absorben. Tome 2h antes o después de las comidas.

Suplemento de hierro: en pastilla o líquido, la leche puede interferir en la absorción. Debe tomarse con agua o bebida ligeramente ácida, como jugo de fruta, que mejora la absorción.

Antifúngico (griseofulvina): mejor cuando se toma con una comida grasosa.

Anticonvulsivantes / antiepilépticos (fenobarbital, fenitoína y primidona): interfieren en el metabolismo de la vitamina D y en la absorción de calcio.

Una buena ingesta de vitamina D (en leche fortificada, yema de huevo, pescado graso, luz solar), calcio (productos lácteos, verduras, brócoli, conservas de pescado con huesos) y ácido fólico (frutas frescas, legumbres, granos) debe compensar estos efectos. La fenitoína es mejor absorbida con alimentos o leche.

Medicación de la tiroides (levotiroxina): tome con el estómago vacío.

Drogas antiinflamatorias no esteroides: la aspirina (ácido acetilsalicílico) interfiere en el almacenamiento de vitamina C y puede causar la pérdida de hierro a través del sangrado digestivo.

Medicamentos antituberculosos (isoniazida): interfiere en el metabolismo de la vitamina B6 (piridoxina). Una dieta bien equilibrada, incluyendo fuentes de vitamina B6 como granos, espinacas, patata dulce y blanca, plátano, sandía y ciruelas se indica.

Corticosteroides (prednisona e hidrocortisona): puede promover la excreción de potasio y calcio. Reduzca la ingesta de sal y coma alimentos ricos en potasio (frutas y verduras frescas) y calcio (productos lácteos con bajo contenido de grasa) para neutralizar la pérdida de estos minerales. Tome con alimentos para disminuir los problemas de estómago.

Laxante (aceite mineral): interfiere en la absorción de vitaminas solubles en grasa, en la primera parte del intestino. Tenga una dieta rica en vegetales y frutas para obtener fibra y beba bastante agua.

Contraceptivos orales: alteran los niveles de colesterol en la sangre; aumentan la necesidad de ácido fólico y vitamina B6. Coma muchos vegetales y frutas, granos y cereales, patatas y otras fuentes de ácido fólico y vitamina B6. Tome con alimentos para evitar náuseas.

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Os Cuidados na Administração do Propofol

Os Cuidados na Administração do Propofol

O que é o Propofol?

O Propofol, também conhecido por sua marca comercial Diprivan, é um fármaco de ultracurta-duração da classe dos anestésicos parenterais, é muito utilizado em procedimentos cirúrgicos tanto em Centro Cirúrgicos e em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Uma injeção endovenosa de uma dose terapêutica de propofol induz a hipnose, com excitação mínima, usualmente em menos de 40 segundos!

Os Dois tipos de Propofol

Existem 2 tipos de frascos de propofol que é muito utilizado em Unidades de Terapia Intensiva e também em procedimentos nos Centros Cirúrgicos, para fazer indução de anestesia geral rápido em um paciente: o Propofol a 1% e 2%.

Portanto, devemos observar que, o Propofol a 1%, refere a 10 mg por ml, e o Propofol a 2% refere a 20 mg por ml.

É importante saber que existem fabricantes que nas quais determinam a miligramagem por ml e outros fabricantes que não determinam, ou seja, vem só descrito 1% ou 2%.

Precisamos sempre nos atentar que quando obtivermos um frasco em mãos com 1%, isso quer dizer que tenho 10 mg por ml de propofol e quando tivermos um frasco em mãos com 2%, quer dizer que tenho 20mg por ml!

E assim um exemplo, se o médico prescreve ou solicita verbalmente a administração de 5 ml de propofol a 1%,  e você tem em mãos um frasco de propofol a 2%, será a metade do mesmo.

Temos que observar e saber quanto que o médico quer, ou seja, se ele quer de 1% ou 2%, ou se a farmácia dispensou de 2% e vice versa.

Um Exemplo da utilização

Tenho um exemplo que já aconteceu em uma UTI onde atuei, nós estávamos acostumados com o propofol de 1%, sendo 10mg/ml, e a farmácia começou a dispensar a de 2% (que era o que tinha disponível naquele momento), sendo 20mg/ml.

Então uma dose que seria prescrita para um frasco de propofol a 1%, que é comum 5ml, para um frasco de propofol com 2% tem que ser de 2,5ml.

E quanto ao armazenamento?

Há uma dúvida de um de nossos seguidores, onde pergunta “minha dúvida é, posso armazenar independente do fabricante o propofol em geladeira? Mesmo o fabricante não citando isso? Perde a estabilidade ou pode ocorrer evento adverso?“

É sempre interessante consultar o farmacêutico de plantão, onde o mesmo pode lhe fornecer as informações corretas sobre o produto, onde também eles podem ter o acesso direto com os laboratórios que fornecem estes fármacos, mas é importante lembrar que maioria dos fabricantes recomendam o armazenamento entre 2ºC a 22ºC (podendo variar entre temperatura ambiente ou em geladeira).

Veja mais sobre o Propofol em nosso canal Youtube:

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Notícia

Vigimed: Um novo sistema da ANVISA de Farmacovigilância para Notificações de Eventos Adversos!

No dia 18 de outubro de 2018, a Anvisa assinou um contrato com o Uppsala Monitoring Centre (UMC) — Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos — para a utilização de um novo sistema de notificação de eventos adversos relacionados ao uso de medicamentos e vacinas, o VigiMed. A […]

Que Medicamento é Esse?: Ondansetrona

Ondansetrona

Ondansetrona, popularmente conhecida como Zofran,  é um antiemético para uso conjunto durante tratamento antineoplásico, e também indicado para prevenção e tratamento dos fenômenos eméticos do pós-operatório.

Como Funciona?

Certos tratamentos médicos, como quimioterapia, radioterapia e cirurgia, podem levar seu organismo a liberar serotonina, uma substância que provoca náuseas e vômitos. Este fármaco pertence a
um grupo de medicamentos chamados de antieméticos e bloqueia a ação dessa substância, evitando, portanto, que você sinta náuseas e vômitos decorrentes desses tratamentos.

Os Efeitos Colaterais

  • Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça.
  • Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sensações de calor ou rubor; prisão de ventre; reações no local da injeção, como dor, ardência, inchaço, vermelhidão e coceira.
  • Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): convulsão; movimento circular involuntário dos olhos, agitação e movimentos involuntários dos músculos; batimentos do coração irregulares; dor ou aperto no peito; diminuição dos batimentos do coração; pressão baixa; soluços; aumento nos testes funcionais do fígado (essas reações foram observadas em pacientes fazendo quimioterapia com cisplatina).
  • Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações alérgicas graves, que podem se apresentar como inchaço das pálpebras, face, lábios, boca ou língua; tontura predominantemente durante a administração intravenosa rápida, visão turva, predominantemente durante a administração intravenosa; batimentos cardíacos irregulares.
  • Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): cegueira passageira, predominantemente durante a administração intravenosa; erupções cutâneas disseminadas, com bolhas e descamação em grande parte da superfície corporal (necrólise epidérmica tóxica).

Quando é Contraindicado?

Este não deve ser usado caso você tenha alergia a ondansetrona ou a qualquer outro componente do medicamento, e não deve ser usado ao mesmo tempo que apomorfina, um medicamento
utilizado no tratamento da disfunção erétil.

Os Cuidados de Enfermagem

  • A medicação deve ser administrada e exatamente conforme recomendado.
  • A medicação deve ser usada cuidadosamente durante a gestação ou lactação.
  • Informe ao paciente as reações adversas frequentemente relacionadas ao uso da medicação e que, diante a ocorrência de qualquer uma delas, principalmente rash, diarreia, constipação ou dificuldade respiratória, o médico deverá ser comunicado imediatamente.
  • Interações medicamentosas: atenção ao uso concomitante de outras drogas.
  • IV: a droga deve ser armazenada em temperatura ambiente; dilua 2mg/ml em 50ml de soros glicosado 5% ou fisiológico 0,9% e infunda em 15min; após a diluição,  a solução se mantém estável durante 48h.