Notícias da Enfermagem

Em reunião com Cofen, Ministério da Saúde enfatiza importância da Enfermagem na eliminação de infecções e doenças

Na quinta-feira (12), o diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde (Dathi/MS), Draurio Barreira, participou da 572ª Reunião Ordinária de Plenário do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Durante o encontro foram discutidos pontos importantes para a construção de documento com as práticas de Enfermagem para […]

Diagnóstico vs. Prognóstico: Qual a diferença?

Diagnóstico e prognóstico são dois termos frequentemente utilizados no contexto médico, mas com significados distintos. Vamos entender cada um deles e ilustrar com exemplos:

Diagnóstico

  • O quê é: É a identificação de uma doença ou condição de saúde, baseada em uma avaliação completa do paciente, incluindo seus sintomas, histórico médico, resultados de exames e outros fatores relevantes.
  • Objetivo: Determinar a causa exata de um problema de saúde.
  • Exemplo: Um médico diagnostica um paciente com pneumonia após analisar os sintomas (febre, tosse, dificuldade para respirar), ouvir os sons dos pulmões com um estetoscópio e analisar um raio-X.

Prognóstico

  • O quê é: É uma estimativa da evolução provável de uma doença ou condição de saúde, ou seja, uma previsão sobre como a doença pode se desenvolver ao longo do tempo.
  • Objetivo: Oferecer ao paciente e à equipe médica uma ideia de como a doença pode progredir e quais as possíveis complicações.
  • Exemplo: Após o diagnóstico de pneumonia, o médico pode fornecer um prognóstico favorável, indicando que, com o tratamento adequado, o paciente deve se recuperar completamente em algumas semanas. No entanto, se a pneumonia for grave, o prognóstico pode ser mais reservado, alertando para a possibilidade de complicações como insuficiência respiratória.

Em resumo:

Característica Diagnóstico Prognóstico
Foco Identificar a doença atual Prever a evolução da doença
Tempo Presente Futuro
Baseado em Sintomas, exames, histórico médico Diagnóstico, fatores de risco, resposta ao tratamento
Objetivo Estabelecer um plano de tratamento Informar o paciente e a equipe médica sobre o futuro

Para ilustrar ainda mais:

Imagine que você vai ao médico com dor de cabeça. Após uma consulta, o médico pode:

  • Diagnosticar: “Você tem uma enxaqueca.” (Isso é o diagnóstico: a identificação da causa da dor de cabeça.)
  • Prognosticar: “Com o uso de medicamentos adequados, suas dores de cabeça devem diminuir significativamente em alguns dias. No entanto, é importante identificar e evitar os gatilhos que desencadeiam as crises.” (Isso é o prognóstico: uma previsão sobre como a enxaqueca pode evoluir e como você pode lidar com ela.)

Em conclusão, o diagnóstico é o ponto de partida para o tratamento, enquanto o prognóstico fornece uma perspectiva sobre o futuro e ajuda a tomar decisões sobre o cuidado do paciente. É importante ressaltar que o prognóstico pode mudar ao longo do tempo, dependendo da evolução da doença e da resposta do paciente ao tratamento.

Referência:

  1. Sousa, M. R. de ., & Ribeiro, A. L. P.. (2009). Revisão sistemática e meta-análise de estudos de diagnóstico e prognóstico: um tutorial. Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 92(3), 241–251. https://doi.org/10.1590/S0066-782X2009000300013

O que faz um Técnico de Enfermagem de UBS?

O técnico de enfermagem desempenha um papel fundamental na Unidades Básicas de Saúde (UBS), atuando como um dos pilares da atenção primária à saúde. Sua atuação é marcada pela proximidade com a comunidade, realizando diversas atividades que contribuem para a promoção, prevenção e recuperação da saúde.

Principais atividades

  • Coleta de dados: Mede pressão arterial, temperatura, peso e altura, além de realizar outros exames simples.
  • Administração de medicamentos: Aplica injeções, realiza curativos e administra medicamentos conforme prescrição médica.
  • Procedimentos básicos: Realiza coleta de material para exames laboratoriais, prepara pacientes para consultas e procedimentos, e auxilia em pequenas cirurgias.
  • Educação em saúde: Orienta pacientes sobre hábitos saudáveis, prevenção de doenças e cuidados com a saúde.
  • Vacinação: Aplica vacinas conforme o calendário vacinal, contribuindo para a imunização da população.
  • Visitas domiciliares: Realiza visitas a pacientes em suas casas, oferecendo cuidados e acompanhamento.
  • Participação em programas de saúde: Colabora em programas de saúde como hipertensão, diabetes, saúde da mulher e saúde da criança.
  • Organizar e controlar os materiais de uso na UBS: Fazer o pedido, receber, armazenar e controlar os medicamentos, materiais médicos e de higiene, além de equipamentos e insumos.
  • Manter os estoques organizados e adequados às necessidades da UBS: Realizar inventários, controlar validade dos produtos e garantir a qualidade e segurança dos materiais.
  • Orientação e educação em saúde: Esclarecer dúvidas sobre medicamentos, procedimentos e cuidados com a saúde, orientar sobre doenças e medidas preventivas.
  • Manter os estoques organizados e adequados às necessidades da UBS: Realizar inventários, controlar validade dos produtos e garantir a qualidade e segurança dos materiais.
  • Participar de reuniões e atividades da equipe multiprofissional: Trabalhar em conjunto com médicos, enfermeiros, dentistas, psicólogos, nutricionistas e outros profissionais para oferecer um atendimento integral ao paciente.
  • Registrar as atividades desenvolvidas em prontuários e sistemas informatizados: Manter a documentação do paciente atualizada e organizada, garantindo a comunicação eficaz entre os profissionais.
  • Auxiliar no planejamento e execução de atividades de saúde pública: Participar de campanhas de vacinação, ações de prevenção de doenças, atividades de educação em saúde e outras atividades voltadas para a comunidade.
  • Garantir a segurança do paciente e do ambiente de trabalho: Seguir rigorosamente as normas de biossegurança, utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados, realizar o descarte correto de materiais perfurocortantes e outros resíduos, além de manter a higiene e a organização do ambiente.

As atividades do Técnico de Enfermagem podem variar de acordo com a estrutura da UBS, número de profissionais e demanda de atendimento, mas, de modo geral, todas essas atividades contribuem para garantir um atendimento de qualidade e acolhedor à população.

Referências:

  1. COFEN: https://www.cofen.gov.br/parecer-no-01-2018-cofen-ctab/
  2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. 4a ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2007. (Série E. Legislação de Saúde; Série Pactos pela Saúde 2006, v. 4).

OMS: Novas recomendações para Cirurgia Segura

No intuito de garantir a segurança do paciente no ato cirúrgico, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou a primeira edição do manual “WHO Guidelines for Safe Surgery” (Diretrizes da OMS para Cirurgia Segura) em 2008.

Em 2016, a organização lançou as Diretrizes Globais para a Prevenção da Infecção do Sitio Cirúrgico. Os fatores de risco para a infecção cirúrgica são multifatoriais e a prevenção destas é complexa e requer a integração de uma série de medidas preventivas nos períodos antes, durante e após a cirurgia.

As principais diretrizes da OMS

A meta da OMS é que tais medidas forneçam uma gama de recomendações para intervenções que reduzam o risco de infecção do sítio cirúrgico durante os períodos pré, intra e pós-operatório.

Confira a seguir as orientações da instituição para manter o paciente seguro no pré, peri e pós-operatório:

Pré-operatório

  • o paciente deve tomar banho antes da cirurgia. A sugestão é ele utilize um sabão simples ou antimicrobiano;
  • recomenda-se o uso de pomada de mupirocina a 2% com ou sem a combinação de lavagem corporal com clorexidina aos pacientes que serão submetidos a cirurgia cardiotorácica ou ortopédica;
  • de acordo com o tipo de cirurgia, a administração de profilaxia antibiótica antes da cirurgia ajuda a evitar infecção do sítio cirúrgico;
  • não se deve fazer tricotomia nas salas de cirurgia em pacientes submetidos a qualquer procedimento cirúrgico. Quando absolutamente necessário, pelos e cabelos devem ser removidos apenas com máquinas de cortar;
  • recomenda-se o uso de soluções antissépticas alcoólicas — baseadas em gluconato de clorexidina — para a preparação da pele do sítio cirúrgico de todos os pacientes que serão submetidos a cirurgias;
  • não se deve utilizar selantes antimicrobianos após a preparação da pele nos pacientes do sítio cirúrgico;
  • a preparação das mãos para a cirurgia é essencial: recomenda-se sabonete antimicrobiano apropriado e água ou lavagem com escova adequada à base de álcool antes de colocar luvas estéreis.

Intra-operatório

  • recomenda-se a administração de fórmulas nutricionais orais ou entéricas reforçadas com múltiplos nutrientes em pacientes com baixo peso que passarão por grandes cirurgias;
  • a OMS sugere não interromper medicações imunossupressoras antes da cirurgia com a finalidade de prevenir infecção do sítio cirúrgico;
  • recomenda-se o uso de dispositivos de aquecimento na sala de cirurgia e durante o procedimento cirúrgico para o aquecimento do corpo do paciente;
  • para prevenir infecção, podem ser usados tanto campos estéreis de tecido reutilizáveis quanto campos estéreis descartáveis que não sejam de tecido, assim como aventais cirúrgicos;
  • o uso de campos fenestrados adesivos de plástico com ou sem propriedades antimicrobianas não são recomendados;
  • recomenda-se o uso de dispositivos de proteção de feridas em cirurgias abdominais potencialmente contaminadas, contaminadas e infectadas a fim de prevenir infecção do sítio cirúrgico;
  • a OMS sugere o uso de terapia profilática com pressão negativa em pacientes adultos em incisões cirúrgicas com fechamento primário, desde que sejam feridas de alto risco;
  • não é recomendado o uso de sistemas de ventilação com fluxo de ar laminar para a procedimentos de cirurgia de artroplastia total.

Pós-operatório

  • não é recomendado o prolongamento da administração de profilaxia antibiótica cirúrgica após a conclusão do procedimento;
  • não se deve usar qualquer tipo de curativo avançado ao invés de um curativo padrão sobre feridas cirúrgicas com fechamento primário;
  • a profilaxia antibiótica perioperatória não deve ser continuada na presença de um dreno na ferida;
  • quando clinicamente indicado, recomenda-se a remoção do dreno da ferida.

Em vias gerais, a cultura da segurança do paciente envolve diferentes critérios atrelados a valores, atitudes, normas, estratégias, práticas, políticas e comportamentos.

Portanto, as diretrizes da OMS objetivam não apenas a redução dos danos nos eventos cirúrgicos, mas a reflexão sobre a importância da adequação às propostas do órgão.

Por fim, ao implementar as recomendações para prevenir infecção do sítio cirúrgico, os profissionais da saúde têm a oportunidade de melhorar o cuidado assistencial e a qualidade dos serviços.

Além disso, a adoção dessas medidas possibilita a substituição do sentimento de culpa quanto aos erros eventualmente cometidos pela oportunidade de um aprendizado constante.

Referências:

  1. World Health Organization
  2. PebMed
  3. Orientações da OMS para a Cirurgia Segura 2009

O que faz um Enfermeiro de UBS?

O enfermeiro de UBS (Unidade Básica de Saúde) é um profissional de saúde fundamental na atenção primária, atuando como elo entre a comunidade e o sistema de saúde.

Sua atuação é abrangente e impacta diretamente a saúde da população, desempenhando um papel crucial na promoção, prevenção e tratamento de doenças.

Principais funções do enfermeiro de UBS

  • Atenção individualizada: realizar consultas de enfermagem, administrar medicamentos, realizar curativos, coletar material para exames, orientar sobre saúde e prevenção de doenças, realizar vacinação e acompanhamento de pacientes com doenças crônicas.
  • Promoção da saúde: desenvolver ações educativas em saúde, palestras, campanhas de vacinação, grupos de apoio, atividades de promoção da saúde, atividades com foco em saúde mental e bucal.
  • Prevenção de doenças: realizar ações de vigilância epidemiológica, identificar e notificar doenças, orientar sobre hábitos saudáveis, realizar exames preventivos (como preventivo de colo de útero e mamografia).
  • Assistência em saúde da família: realizar visitas domiciliares, acompanhar gestantes, crianças, idosos, pessoas com deficiência e pessoas com doenças crônicas, promover o cuidado integral à família.
  • Gerenciamento de recursos: auxiliar na organização e gestão da UBS, controlar estoques de medicamentos e materiais, participar de reuniões e treinamentos, elaborar relatórios e registros de atividades.
  • Trabalho em equipe: atuar em conjunto com outros profissionais de saúde da UBS, como médicos, dentistas, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e agentes comunitários de saúde.
  • Gerenciamento: Planejar, gerenciar, coordenar, executar e avaliar a Unidade de Saúde da Família (USF), levando em conta as reais necessidades de saúde da população atendida;
  • Capacitação: Supervisionar e executar ações para capacitação dos agentes comunitários de saúde e auxiliares de enfermagem, com vistas ao desempenho das funções.

Habilidades e características essenciais

  • Comunicação eficaz: saber se comunicar com pacientes, familiares e outros profissionais de saúde de forma clara, respeitosa e empática.
  • Empatia e escuta ativa: ter a capacidade de se colocar no lugar do paciente e entender suas necessidades e dificuldades.
  • Organização e gestão do tempo: realizar múltiplas atividades e tarefas com eficiência e organização.
  • Trabalho em equipe: colaborar e trabalhar em conjunto com outros profissionais de saúde.
  • Atualização profissional: acompanhar as novidades e tendências na área da saúde, através de cursos, congressos e leituras.
  • Resiliência e capacidade de lidar com situações desafiadoras: lidar com a pressão do trabalho, situações complexas e demandas diversas.

O enfermeiro de UBS é um profissional essencial na saúde da comunidade. Sua atuação abrangente contribui para a melhoria da qualidade de vida da população, garantindo acesso à saúde e promovendo o bem-estar.

Para se tornar um enfermeiro de UBS, é necessário:

  • Graduação em Enfermagem: concluir o curso de Enfermagem em uma instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.
  • Registro no Conselho Regional de Enfermagem (COREN): após a graduação, o profissional deve se registrar no COREN do seu estado.
  • Experiência em atenção primária: o conhecimento e experiência em atenção primária são importantes para o desenvolvimento da carreira.

O trabalho do enfermeiro de UBS é desafiador, mas gratificante. É uma oportunidade de fazer a diferença na vida das pessoas e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e saudável.

Referência:

  1. Soares, C. E. dos S., Biagolini, R. E. M., & Bertolozzi, M. R.. (2013). Atribuições do enfermeiro na unidade básica de saúde: percepções e expectativas dos auxiliares de enfermagem. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 47(4), 915–921. https://doi.org/10.1590/S0080-62342013000040002

Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública

A notificação compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública é um instrumento legal que visa garantir o conhecimento e o monitoramento dessas situações, bem como subsidiar as ações de prevenção e controle.

A notificação compulsória é obrigatória para todos os profissionais de saúde e serviços que prestam assistência à população, conforme a Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016, do Ministério da Saúde.

Notificação Individual

A notificação compulsória deve ser realizada em até 24 horas após a suspeita ou confirmação do diagnóstico, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), ou por outros meios definidos pelas autoridades sanitárias.

A notificação compulsória contribui para a vigilância epidemiológica, que é o conjunto de atividades que permite coletar, analisar e interpretar dados sobre a ocorrência e a distribuição das doenças, agravos e eventos de saúde pública, bem como identificar os fatores determinantes e condicionantes desses problemas.

A vigilância epidemiológica orienta as medidas de intervenção necessárias para reduzir os riscos à saúde da população e melhorar a qualidade de vida.

 

Ficha de Notificação SINAN

 

Doenças de Notificação Imediata

PORTARIA NO – 204, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2016

MINISTÉRIO DA SAÚDE

I. Caso suspeito ou confirmado de:
a) Botulismo
b) Carbúnculo ou Antraz
c) Cólera
d) Febre Amarela
e) Febre do Nilo Ocidental
f) Hantaviroses
g) Influenza humana por novo subtipo (pandêmico)
h) Peste
i) Poliomielite
j) Raiva Humana
l) Sarampo, em indivíduo com história de viagem ao exterior nos últimos 30 (trinta) dias ou de contato, no mesmo período, com alguém que viajou ao exterior
m) Síndrome Febril Íctero-hemorrágica Aguda
n) Síndrome Respiratória Aguda Grave
o) Varíola
p) Tularemia

II. Caso confirmado de:
a) Tétano Neonatal

III. Surto ou agregação de casos ou de óbitos por:
a) Agravos inusitados
b) Difteria
c) Doença de Chagas Aguda
d) Doença Meningocócica
e) Influenza Humana

IV. Epizootias e/ou morte de animais que podem preceder a ocorrência de doenças em humanos:
a) Epizootias em primatas não humanos
b) Outras epizootias de importância epidemiológica

Resultados laboratoriais devem ser notificados de forma imediata pelos Laboratórios de Saúde Pública dos Estados (LACEN) e Laboratórios de Referência Nacional ou Regional

I. Resultado de amostra individual por:
a) Botulismo
b) Carbúnculo ou Antraz
c) Cólera
d) Febre Amarela
e) Febre do Nilo Ocidental
f) Hantavirose
g) Influenza humana por novo subtipo (pandêmico)
h) Peste
i) Poliomielite
j) Raiva Humana
l) Sarampo
m) Síndrome Respiratória Aguda Grave
n) Varíola
o) Tularemia

II. Resultado de amostras procedentes de investigação de surtos:
a) Agravos inusitados
b) Doença de Chagas Aguda
c) Difteria
d) Doença Meningocócica
e) Influenza Humana

Instrumentos para registro e análise

 Dicionário de Dados

 Ficha Notificação Individual

 Ficha Notificação/Conclusão

 Instrucional de preenchimento da Ficha Individual

 Instrucional de preenchimento da Ficha Conclusão

Dados epidemiológicos e estatísticas

Tabulações de dados

Referências:

  1. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/svs/2005/int0002_22_11_2005.html
  2. https://portalsinan.saude.gov.br/notificacoes
  3. https://www.saude.df.gov.br/notificacao-compulsoria
  4. https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/index.php?p=240955
  5. https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/notificacao-compulsoria/lista-nacional-de-notificacao-compulsoria-de-doencas-agravos-e-eventos-de-saude-publica
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