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Filme “Saúde tem Cura” aborda potências e fragilidades do Sistema Único de Saúde
Dia 8 de junho estreou o filme “Saúde tem Cura”, dirigido pelo cineasta das utopias Silvio Tendler, em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) e apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sobre o Sistema Único de Saúde brasileiro (SUS). Em nota, a produtora explica a temática do filme. “O Saúde tem […]
Abertas inscrições para o curso de especialização em preceptoria multiprofissional na área de saúde
Estão abertas, até 14 de junho, as inscrições para o processo seletivo de candidatos interessados no curso gratuito de “Especialização em Preceptoria Multiprofissional na Área da Saúde”. São 1.700 vagas ofertadas pelo Ministério da Saúde (MS), por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES/MS), em parceria com o Hospital Moinhos de […]
Ministério da Saúde vai capacitar 1.500 profissionais para melhorar o atendimento de urgência na Região Norte
O Ministério da Saúde vai capacitar 1.514 médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e fisioterapeutas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, na Região Norte do país. A ação faz parte do programa SOS de Ponta, uma iniciativa da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação (SGTES), com o objetivo de fortalecer a atuação […]
Profissionais da saúde também poderão receber segundo reforço de vacina anti-Covid
Além de toda a população acima de 50 anos, os profissionais da saúde poderão receber o segundo reforço, ou quarta dose, de vacina contra a Covid-19. As diretrizes foram oficializadas em duas notas técnicas do Ministério da Saúde publicadas na noite desta sexta-feira (3). Segundo o documento, a injeção “deverá ser administrada quatro meses após a […]
Pesquisa avalia situação vacinal dos profissionais de Enfermagem contra COVID
Com o objetivo de acompanhar a situação vacinal dos profissionais de Enfermagem e subsidiar o Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem na tomada de decisões e orientações referentes à política de vacinação para enfrentamento da pandemia da covid-19, a Câmara Técnica de Fiscalização do Conselho Federal de Enfermagem (CTFIS/Cofen)elaborou uma pesquisa que será divulgada por todo o […]
Profissional do HDT tem artigo publicado em livro do MS sobre controle de infecção hospitalar
Patrícia Lisboa, coordenadora-geral de enfermagem do HDT, mostra exemplar do livro com o qual colaborou A coordenadora-geral de enfermagem do Hospital Estadual de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad (HDT), Patrícia Lisboa, teve capítulo publicado no livro Infecção Relacionada à Assistência: Subsídios para a Assistência Segura, editado pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto […]
Ministério da Saúde oferece Programa Educacional em Saúde Digital
O Ministério da Saúde e a Universidade Federal de Goiás (UFG) lançaram o Programa Educacional em Saúde Digital com 12 microcursos e uma pós-graduação lato sensu em Saúde Digital. O objetivo é promover a qualificação da formação de profissionais e gestores de saúde para a implementação da Estratégia de Saúde Digital para o Brasil. O público-alvo são […]
Câncer de Próstata

No Brasil, o câncer ou carcinoma de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos e considerando ambos os sexos, é o segundo tipo mais comum. A taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.
O que é a Próstata?
A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto (parte final do intestino grosso). A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozoides, liberado durante o ato sexual.
Taxas de Incidência
Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.
Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³ ) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.
Fatores de Risco
- A idade é um fator de risco importante, uma vez que tanto a incidência quanto a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos.
- Pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias.
- Excesso de gordura corporal aumenta o risco de câncer de próstata avançado.
- Exposições a aminas aromáticas (comuns nas indústrias química, mecânica e de transformação de alumínio) arsênio (usado como conservante de madeira e como agrotóxico), produtos de petróleo, motor de escape de veículo, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA), fuligem e dioxinas estão associadas ao câncer de próstata.
Os Sinais e Sintomas
Em sua fase inicial, o câncer da próstata tem evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite). Na fase avançada, pode provocar dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.
A Detecção Precoce
A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar o tumor em fase inicial e, assim, possibilitar melhor chance de tratamento.
A detecção pode ser feita por meio da investigação, com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento), mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença. No caso do câncer de próstata, esses exames são o toque retal e o exame de sangue para avaliar a dosagem do PSA (antígeno prostático específico).
Não há evidência científica de que o rastreamento do câncer de próstata traga mais benefícios do que riscos. Portanto, o INCA não recomenda a realização de exames de rotina com essa finalidade. Caso os homens busquem ativamente o rastreamento desse tipo de tumor, o Instituto recomenda, ainda, que eles sejam esclarecidos sobre os riscos envolvidos e sobre a possível ausência de benefícios desses exames feitos como rotina.
Já o diagnóstico precoce desse tipo de câncer possibilita melhores resultados no tratamento e deve ser buscado com a investigação de sinais e sintomas como:
- Dificuldade de urinar
- Diminuição do jato de urina
- Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite
- Sangue na urina
Na maior parte das vezes, esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico.
Como é diagnosticado?
O câncer da próstata pode ser identificado com a combinação de dois exames:
- Dosagem de PSA: exame de sangue que avalia a quantidade do antígeno prostático específico
- Toque retal: como a glândula fica em frente ao reto, o exame permite ao médico palpar a próstata e perceber se há nódulos (caroços) ou tecidos endurecidos (possível estágio inicial da doença). O toque é feito com o dedo protegido por luva lubrificada. É rápido e indolor, apesar de alguns homens relatarem incômodo e terem enorme resistência em realizar o exame.
Na maioria dos homens, o nível de PSA costuma permanecer abaixo de 4 ng/ml. Alguns pacientes com nível normal de PSA podem ter um tumor maligno, que pode até ser mais agressivo, por isso esse exame, feito de forma isolada, não pode ser a única forma de diagnóstico.
Nenhum dos dois exames têm 100% de precisão. Por isso, podem ser necessários exames complementares.
A biópsia é o único procedimento capaz de confirmar o câncer. A retirada de amostras de tecido da glândula para análise é feita com auxílio da ultrassonografia. Pode haver desconforto e presença de sangue na urina ou no sêmen nos dias seguintes ao procedimento, e há risco de infecção, o que é resolvido com o uso de antibióticos.
Outros exames de imagem também podem ser solicitados, como tomografia computadorizada, ressonância magnética e cintilografia óssea (para verificar se os ossos foram atingidos).
Como é tratado?
Para doença localizada (que só atingiu a próstata e não se espalhou para outros órgãos), cirurgia, radioterapia e até mesmo observação vigilante (em algumas situações especiais) podem ser oferecidos.
Para doença localmente avançada, radioterapia ou cirurgia em combinação com tratamento hormonal têm sido utilizados. Para doença metastática (quando o tumor já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento mais indicado é a terapia hormonal.
A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.
Atuação do profissional de enfermagem no câncer da próstata
A Enfermagem atua no cuidado integral e contínuo nestes pacientes, este precisa tomar decisões e avaliar as intervenções que foram aplicadas e de modo organizado o mesmo tem o método da SAE ( Sistematização da Assistência de Enfermagem) para seu auxilio sendo que as suas ultimas etapas (implementação de cuidados e avaliação dos resultados óbitos), além de métodos terapêuticos alternativos e condutas da equipe multidisciplinar de modo que o profissional possa ampliar os conhecimentos sobre este agravo.
Diante do enfrentamento de qualquer neoplasia, a equipe de enfermagem deve agir para evitar o pessimismo angustiante que geralmente se instala no convívio familiar com a vitima. Nos cuidados paliativos na oncologia, o objetivo da assistência compreende na promoção da qualidade de vida e do conforto dos pacientes e da família que enfrentam juntos a enfermidade, atuando na prevenção e alivio dos sintomas e apoiando as necessidades psicossociais, emocionais e espirituais do enfermo e acompanhante.
Para ter segurança nos cuidados prestados a estes pacientes, o profissional deve buscar evidencias de intervenções já realizadas, avaliando de forma criteriosa os resultados obtidos pelos cuidados prestados em pacientes oncológicos prostáticos. Estar sempre a disposição para manter o paciente e familiar informado sobre a patologia e medicação utilizada, além de se atentar as necessidades biopsicossociais e espirituais do paciente, que também pode ser físicas devido a melhoria da estrutura física para acomodar e proporcionar melhor estadia e conforto para o cliente e acompanhante, ouvir suas aflições e sempre buscar estimular o acompanhante a permanecer ao lado do enfermo, são ações que se tornam impreteríveis no exercício da profissão de enfermagem e traz uma gratificação imensurável dos internos.
Referência:
- INCA
- ARAÚJO et al, As Representações Sociais de Homens sobre o Câncer de Próstata, São Paulo, 2013.
- DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. 2.ed. São Paulo : Atheneu,2009, pág.146
- MILIORINI Juliana Padial; FERNANDES Marina Viana; DECESARO Maria das Neves;
- MARCON, Sonia Silva familiar no contexto hospitalar, PR, 2012 disponível em : https://www.revistarene.ufc.br/revista/index.php/revista/article/view/603/pdf.
Saiba as novas recomendações para a administração de vacinas!
Você está sabendo dessas novas recomendações que a Secretaria de Vigilância em Saúde Junto com o Ministério da Saúde publicaram recentemente? A informação foi lançada pela Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações com orientações quanto à aplicação de vacina intramuscular e a não indicação de aspiração. Se liga no que mudou: – Aspiração no momento […]









