Os Tipos de Oclusores de Acessos Venosos

A troca de oclusores de acessos venosos é uma medida importante para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde e garantir a segurança do paciente.

O que são oclusores?

Os oclusores, também chamados de “tampas, conectores” são dispositivos que permitem a interrupção e a retomada da infusão de soluções e medicamentos por meio de cateteres periféricos ou centrais.

Eles devem ser trocados de acordo com as recomendações da ANVISA e do fabricante, ou antes em caso de sujidade, má aderência, sangramento ou umidade.

Tempo de uso/troca

Em geral, recomenda-se o uso único em oclusores simples, macho-fêmea e auto-selante, troca em até 96 horas para conectores valvulados ou sempre que houver suspeita de contaminação.

Outros cuidados

Além disso, é necessário realizar a higiene das mãos antes e após a manipulação dos oclusores, bem como a limpeza do sítio de inserção do cateter com antisséptico adequado.

A escolha do tipo de oclusor deve levar em conta o objetivo da terapia intravenosa, a duração, a viscosidade e os componentes do fluido, as condições de acesso venoso e o risco de complicações, como flebite, trombose e extravasamento.

Os oclusores devem ser estabilizados e cobertos com curativos adequados para evitar o deslocamento ou a contaminação do cateter.

Em caso de dificuldade ou falha na infusão, deve-se verificar a integridade e a permeabilidade do oclusor e do cateter, e realizar o flushing com solução salina ou heparina conforme indicado.

A troca de oclusores de acessos venosos é um cuidado essencial para a qualidade da assistência e o bem-estar dos pacientes que necessitam de terapia intravenosa.

Referências:

  1. B.Braun
  2. EBSERH

Sondas Intestinais Longas

As Sondas intestinais longas são dispositivos médicos que são inseridos no intestino delgado para remover o conteúdo intestinal, descomprimir o órgão ou separá-lo cirurgicamente. Elas são usadas em casos de obstrução intestinal, cirurgias gastrointestinais ou outras condições que impedem a passagem normal do bolo alimentar.

Indicações de Uso

Para casos de constipação intestinal grave, obstrução intestinal, enema opaco, irrigação intestinal ou preparo para colonoscopia.

Os Tipos de Sondas Intestinais Longas

Sonda de Miller-Abbott

É usada para descomprimir o intestino delgado em casos de obstrução intestinal. Ela é composta por um tubo de borracha com dois balões infláveis na extremidade distal, um para ancorar a sonda no intestino e outro para ocluir o lúmen intestinal.

A sonda é introduzida pelo nariz e avança pelo esôfago, estômago e duodeno até atingir o íleo.

O avanço da sonda é facilitado pela pressão hidrostática exercida pelo líquido que preenche os balões. A sonda permite a drenagem do conteúdo intestinal e alivia os sintomas de distensão abdominal, náuseas, vômitos e dor.

A sonda intestinal longa Miller-Abbott é um procedimento invasivo que requer cuidados especiais de enfermagem e monitorização do paciente.

Sonda de Cantor

Usado para tratar a constipação crônica, a fecaloma ou a obstrução intestinal. Ela consiste em um tubo flexível e fino que é introduzido pelo nariz ou pela boca e avança até o intestino grosso.

A sonda permite a administração de líquidos, medicamentos ou enzimas que ajudam a dissolver ou remover as fezes endurecidas.

Pode causar complicações como sangramento, perfuração, infecção ou danos nos órgãos internos. Por isso, ela só é indicada em casos graves e refratários aos tratamentos convencionais.

Sonda de Andersen

Usado para tratar a obstrução intestinal. Ela consiste em um tubo flexível de plástico que é introduzido pelo nariz ou pela boca e avança até o intestino delgado.

A sonda tem uma ponta perfurada que permite a aspiração do conteúdo intestinal e a injeção de ar ou líquidos para desobstruir o intestino.

Pode ser usada em casos de obstrução intestinal causada por tumores, aderências, hérnias, volvo, intussuscepção ou impactação fecal.

É um procedimento invasivo que requer monitoramento e cuidados especiais, pode pode causar complicações como sangramento, perfuração, infecção ou lesão dos tecidos.

É uma alternativa à cirurgia em alguns casos de obstrução intestinal, mas nem sempre é eficaz ou segura.

Utilização das Sondas

As sondas intestinais longas cantor e Miller-Abott não são mais usadas na prática clínica atual, pois apresentam alto risco de complicações e baixa eficácia na descompressão intestinal, pois eram infladas com ar ou mercúrio para facilitar a drenagem do conteúdo intestinal.

Alguns Cuidados de enfermagem

  • Observar a progressão da sonda;
  • verificar a integridade do balão;
  • aspirar o conteúdo intestinal;
  • retirar a sonda lentamente quando indicado.

Referências:

  1. https://revista.facene.com.br/index.php/revistane/article/download/399/403/1948
  2. https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-gastrointestinais/procedimentos-diagn%C3%B3sticos-e-terap%C3%AAuticos-gastrointestinais/intuba%C3%A7%C3%A3o-nasog%C3%A1strica-ou-intuba%C3%A7%C3%A3o-intestinal

Anatomia de um Monitor Multiparâmetro

O monitor cardíaco ou multiparâmetro é um equipamento padrão usado em UTI e Centro Cirúrgico para monitoração contínua do ECG, detectando arritmias cardíacas.

Esse dispositivo mede e exibe a frequência cardíaca, a pressão arterial, o oxigênio no sangue e outros sinais vitais de um paciente.

Componentes

  • Um sensor que capta os sinais elétricos do coração do paciente, como um eletrocardiograma (ECG) ou um oxímetro de pulso.
  • Um processador que analisa os sinais e calcula os valores dos parâmetros vitais, como a frequência cardíaca, a pressão arterial sistólica e diastólica, a saturação de oxigênio e a variabilidade da frequência cardíaca.
  • Um display que mostra os valores dos parâmetros vitais em forma de números, gráficos ou curvas. O display pode ser integrado ao monitor ou conectado a um computador ou a uma rede sem fio.
  • Um alarme que alerta os profissionais de saúde quando os valores dos parâmetros vitais estão fora dos limites normais ou predefinidos. O alarme pode ser sonoro, visual ou vibratório.
  • Uma bateria ou uma fonte de energia que fornece eletricidade ao monitor e aos seus componentes.

De modo prático, em todos esses ambientes, o monitor cardíaco desempenha as seguintes funções:

  • Acompanhar a estabilidade cardíaca;
  • Alertar os profissionais sobre quaisquer variações cardíacas;
  • Avaliar a frequência respiratória;
  • Medir a pressão arterial com precisão e em tempo real;
  • Monitorar a saturação de oxigênio;
  • Alertar sobre níveis baixos de oxigênio.

QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE MONITOR CARDÍACO E MONITOR MULTIPARÂMETRO?

O monitor cardíaco hospitalar, como mencionado anteriormente, é projetado principalmente para monitorar os sinais vitais relacionados ao coração.

Ele se concentra na medição da frequência cardíaca, na análise do ritmo cardíaco e na detecção de qualquer anormalidade relacionada ao sistema cardiovascular do paciente.

As principais características do monitor cardíaco incluem:

  • Frequência Cardíaca: fornece uma leitura contínua da frequência cardíaca, permitindo a detecção precoce de arritmias cardíacas.
  • Eletrocardiograma (ECG): muitos monitores cardíacos também registram um ECG, que é um gráfico que mostra a atividade elétrica do coração.
  • Pressão Arterial: alguns modelos podem medir a pressão arterial, mas essa não é sua função principal.

Em contrapartida, o monitor multiparâmetro é um dispositivo mais abrangente.

Ele não se limita apenas ao monitoramento do coração, mas também acompanha vários outros sinais vitais e parâmetros clínicos. Isso o torna ideal para ambientes clínicos complexos, como unidades de terapia intensiva (UTIs).

As características distintivas do monitor multiparâmetro incluem:

  • Monitoramento Multifuncional: além da frequência cardíaca e do ECG, ele monitora pressão arterial, saturação de oxigênio e frequência respiratória.
  • Gráficos em tempo real: exibe essas informações em gráficos em tempo real, permitindo que os profissionais de saúde avaliem rapidamente o estado do paciente.
  • Alarmes configuráveis: pode ser configurado para acionar alarmes quando os valores dos parâmetros saem dos limites normais, o que é crucial para a segurança dos pacientes.

Dessa forma, a escolha entre um monitor cardíaco e um monitor multiparâmetro depende das necessidades específicas do ambiente clínico.

Em situações em que o foco está principalmente no coração, o monitor cardíaco é suficiente.

No entanto, em cenários mais complexos, nos quais vários sinais vitais devem ser monitorados simultaneamente, o monitor multiparâmetro é a melhor escolha.

PARÂMETROS BÁSICOS MONITORADOS

Os principais parâmetros monitorados por um monitor cardíaco hospitalar incluem:

  • Frequência Cardíaca: O número de batimentos cardíacos por minuto.
  • Pressão Arterial: A pressão exercida pelo sangue nas paredes das artérias, geralmente medida em milímetros de mercúrio (mmHg).
  • Saturação de Oxigênio (SpO2): A quantidade de oxigênio transportada pelo sangue em relação à quantidade máxima que poderia ser transportada.
  • Frequência Respiratória: O número de respirações por minuto.
  • Eletrocardiograma (ECG): O gráfico que representa a atividade elétrica do coração.

Referências:

  1. https://cmosdrake.com.br/blog/monitor-multiparametro-de-sinais-vitais/
  2. https://www.mindray.com/br/products/patient-monitoring/continuous-patient-monitoring/umec
  3. OMNIMED

Campânula X Diafragma (Estetoscópio): Quando usar?

A campânula e o diafragma são as duas partes do estetoscópio que podem ser usadas para auscultar os sons do corpo.

Características: Quando usar?

A campânula é a parte menor, em forma de cone, que capta os sons de baixa frequência, como ruflar diastólico, terceira e quarta bulhas e alguns murmúrios, em geral, auscultar sons cardíacos e vasculares graves.

O diafragma é o disco de plástico plano que capta os sons de alta frequência, como os sons pulmonares e cardíacos normais, em geral,  auscultam sons pulmonares e intestinais agudos.

Como usar?

Para utilizar a campânula, é preciso abrir essa parte do estetoscópio, girando o auscultador até que o diafragma fique fechado.

Depois, coloca-se a campânula sobre a área do corpo que se quer examinar, sem fazer muita pressão, pois isso pode alterar a qualidade dos sons. É importante que o paciente fique parado e que não haja interferência de roupas grossas ou ruídos externos .

A campânula pode ser usada para avaliar condições como estenose mitral, estenose tricúspide, insuficiência cardíaca e pericardite. Também pode ser usada para aferir a pressão arterial, pois ambas as partes do estetoscópio são adequadas para esse fim.

Referência:

  1. Littmann

Trach Care: Sistema fechado de aspiração

O “Trach Care” ou sistema fechado de aspiração de secreções, remove secreções traqueais de pacientes com ventilação mecânica (VM) que não devem ser desconectados, quando houver secreção visível em via aérea, presença de ruído no tubo traqueal, desconforto respiratório do paciente, queda da saturação, oscilações da curva de fluxo do ventilador.

Indicação

Em pacientes isolados por aerossolterapia, garantindo maior segurança ao profissional envolvido no procedimento.

Materiais necessários para este procedimento

  • Sistema de aspiração fechado de número compatível com peso e idade;
  • Soro fisiológico;
  • Seringa;
  • Ampola de soro fisiológico;
  • Agulha;
  • Intermediário de aspiração;
  • Equipamentos de proteção individual.

Etapas

  • Higienizar as mãos;
  • Escolher conector e tubo avaliando a idade e peso;
  • Conferência de todos os materiais necessários;
  • Utilizar equipamentos de proteção individual na ordem a seguir: Avental, Máscara N95 ou FFP2 e Máscara cirúrgica, Face Shield ou Óculos de proteção ocular, Gorro e Luvas de procedimento.
  • Posicionar o paciente com cabeceira elevada à 30º – 45º;
  • Explicar procedimento ao paciente;
  • Realizar a abertura da sonda de aspiração;
  • Reservar o invólucro para auditoria;
  • Avaliar o tamanho do sistema do trach care que será conectado de acordo com o tamanho do tubo oro traqueal do paciente;
  • Retirar o conector do tubo oro traqueal e conectar o adaptador escolhido de acordo com o tamanho do tubo;
  • Conectar o circuito do respirador a segunda conexão do adaptador do trach care;
  • Identificar o circuito com fita adesiva colorida que compõe o kit do trach care de acordo com o dia da semana no qual o mesmo foi instalado (O tempo de troca do dispositivo será a cada 72h);
  • Conectar o intermediário de aspiração no vácuo;
  • Antes de conectar o sistema fechado ao paciente, realizar o teste de sucção ativando a válvula com o polegar;
  • Conectar a válvula de controle ao dispositivo de aspiração;
  • Conectar dispositivo lateral do conector ao sistema de ventilação;
  • Aspirar soro fisiológico em uma seringa;
  • Abrir e testar o funcionamento do sistema de aspiração;
  • Conectar o intermediário de aspiração (látex) no sistema de aspiração fechado;
  • Caso haja necessidade, ajustar no ventilador mecânico FO2 de 100% ou modo de aspiração se este estiver disponível, com o objetivo de pré-oxigenar antes do procedimento;
  • Girar a trava de segurança do sistema de aspiração para abrir o sistema;
  • Introduzir a sonda de aspiração do sistema fechado no tubo traqueal até perceber resistência, onde se encontra a carina, neste ponto elevar 1 a 2 centímetros da sonda;
  • Liberar o vácuo de aspirar apertando o clamp do sistema;
  • Realizar movimentos lentos de vai e vem e retirar lentamente a sonda ( *Este procedimento não deve durar mais de 10 segundos devido ao risco de hipoxemia);
  • Inserir a seringa no local recomentado contendo a solução fisiológica, lavar a sonda do sistema de aspiração, mantendo o vácuo ativado ao mesmo tempo da introdução do soro;
  • Realizar este procedimento quantas vezes forem necessárias;
  • Ao termino do procedimento lavar novamente o sistema de aspiração fechado;
  • Desconectar a seringa e e descarta-la;
  • Travar a válvula de segurança do sistema de aspiração fechado;
  • Desconectar o vácuo do sistema;
  • Colocar a tampa protetora do sistema de aspiração fechado;
  • Lavar o intermediário de aspiração;
  • Desligar o sistema a vácuo;
  • Identificar e armazenar o látex no conector lateral do sistema de aspiração;
  • Organizar o leito do paciente, fazer a retirada dos EPI’s na ordem a seguir: Luvas, Avental, Gorro, Face Shield ou Óculos de proteção ocular, Máscaras.

Lembrando que: Esta prática é indicada em pacientes com precaução por aerossóis; pacientes com sangramento pulmonar ativo e excesso de secreções nas vias aérea.

Referências:

  1. https://sbgg.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Tabela-Traduzida-EPI-OMS.pdf;
  2. http://www2.ebserh.gov.br/documents/17082/3086452/POP+REABILITA%C3%87%C3%83O+RESPIRAT%C3%93RIA+ADULTO.pdf/500f4ac4-2c60-493d-9c78-6779d3be6448 
  3. https://www.youtube.com/watch?v=fii379Gfgso
  4. https://www.salvavidas.eu/pt/el-proyecto/especial-covid-19;
  5. BRASIL, Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde / Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília, 2013.
  6. http://www.cfernandes.com.br/produto/sonda-aspiracao-sistema-fechado-bioteq/

Uripen Masculino

O uripen masculino é um dispositivo médico que permite a coleta de urina em pacientes do sexo masculino que sofrem de incontinência urinária ou que precisam de monitoramento da diurese. Ele consiste em uma camisinha adaptada, com um tubo flexível que se adapta ao uripen e se conecta a uma bolsa coletora.

Característica

O uripen consiste em um preservativo de látex ou silicone que se adapta ao pênis e se conecta a uma bolsa coletora de urina por meio de um tubo. O uripen é uma alternativa à sonda vesical, que é mais invasiva e pode causar infecções ou lesões na uretra.

Indicações de Uso

O uripen é indicado para casos de incontinência urinária, retenção urinária ou cirurgias urológicas. O uso do uripen requer cuidados de higiene e troca periódica para evitar infecções ou irritações.

Como colocar e cuidados

O uripen pode ser colocado da seguinte forma:

  • Raspe os pêlos da região;
  • Lave o pênis com água e sabão e seque bem;
  • Coloque o uripen como se ele fosse uma camisinha, e deixe um espaço livre na ponta do pênis;
  • Coloque o micropore (esparadrapo especial) em torno do uripen;
  • Desenrole o uripen de volta até cobrir com esparadrapo;
  • Aplique uma segunda tira de micropore, metade no uripen e metade sobre a pele;
  • Conecte o tubo da bolsa coletora.

 O uso do uripen requer alguns cuidados, como higienizar o pênis antes da colocação, trocar o dispositivo a cada 24 horas, fixar bem o preservativo para evitar vazamentos e observar a pele do pênis para prevenir irritações ou alergias. Outros cuidados:

  • Não deixe que ele fique “apertado” demais;
  • Evite usar esparadrapo comum, para não lesar a pele;
  • Colocar o uripen com o pênis em ereção é mais fácil;
  • Retire o uripen 1 vez ao dia e lave bem o pênis e o uripen;
  • Se possível retire-o a noite, e use o papagaio;
  • Examine o pênis com frequência para ver se está tudo bem;
  • Se o pênis ficar machucado ou inchado, evite o uripen até que ele esteja bem novamente.

Referência:

  1. Silva, V. S. T. da ., Torres, M. V. de A. C. R., Silva, M. A. de O., Freitas, O. S., Santos, P. D., Gomes, J. J., & Assis, G. M.. (2019). Male External Catheter in Adults: a glance at nursing care practice. Revista Brasileira De Enfermagem, 72(2), 450–454. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0327

Cuba Redonda Hospitalar

Uma cuba redonda hospitalar é um recipiente cilíndrico usado para armazenar ou transportar líquidos ou materiais esterilizados em ambientes hospitalares.

Elas são feitas de aço inoxidável ou plástico resistente e possuem tampas com vedação para evitar vazamentos ou contaminações.

As cubas redondas hospitalares podem ter diferentes capacidades, dependendo da necessidade. Elas são usadas para diversos fins, como lavar instrumentos cirúrgicos, coletar amostras de sangue, armazenar soluções intravenosas ou desinfetantes, entre outros.

Alguns Cuidados

  • Verificar se a cuba está em boas condições, sem rachaduras, ferrugem ou vazamentos;
  • Usar luvas, máscara e avental ao manusear a cuba, especialmente se ela contiver líquidos ou materiais potencialmente infectantes;
  • Não encher a cuba além da sua capacidade, para evitar transbordamentos ou derramamentos;
  • Fechar bem a tampa da cuba e rotulá-la com o conteúdo, a data e o destino;
  • Transportar a cuba com cuidado, evitando choques ou quedas que possam danificá-la ou comprometer a sua esterilidade;
  • Descartar ou esterilizar a cuba após o uso, conforme as orientações do serviço de saúde.

Referência:

  1. https://www.hospitalardistribuidora.com.br/cuba-redonda-de-inox-ita/p

Arco de Narcose

O Arco de Narcose ou Arco Cirúrgico é um suporte metálico utilizado para separar o campo operatório das atividades do anestesista.

Ele permite que o anestesista tenha uma visão clara do paciente e dos equipamentos de monitorização, sem interferir na área cirúrgica.

Formatos

O arco de narcose pode ter diferentes formas, como em L ou em U, e pode ser fixado na mesa cirúrgica ou em um suporte independente.

Também pode ser ajustado em altura, ângulo e largura, conforme a necessidade de cada procedimento.

Referência:

  1. MedicalExpo

Seringa Resíduo Zero

Uma seringa resíduo zero é um tipo de seringa projetada para minimizar a quantidade de resíduos gerados após o uso.  Ela é especialmente desenvolvida para evitar que resíduos de medicamentos ou fluidos fiquem retidos na seringa após a administração de uma dose.

Características

  • Design especial: Elas são projetadas com um mecanismo que impede que o medicamento ou fluído fique retido na seringa após o uso. Isso significa que praticamente toda a dose é liberada e não há desperdício.
  • Selo ou êmbolo de silicone: Algumas seringas de resíduo zero possuem selos ou êmbolos feitos de silicone, que ajudam a garantir a completa liberação do medicamento ou fluído, reduzindo assim o desperdício.
  • Materiais de alta qualidade: Essas seringas são fabricadas com materiais de alta qualidade para garantir que não haja vazamentos ou perda de medicamentos durante a administração.
  • Graduação precisa: Elas possuem graduação clara e precisa, o que permite uma dosagem exata do medicamento, evitando erros de dosagem.

Qual a diferença da seringa resíduo zero para as convencionais?

A principal diferença entre a seringa de resíduo zero e as seringas convencionais está no seu design e mecanismo de funcionamento: A seringa de resíduo zero é projetada para minimizar o desperdício de medicamentos ou fluídos, enquanto as seringas convencionais podem apresentar algum grau de perda de conteúdo após o uso.

Outras diferenças específicas:

  • Mecanismo de vedação;
  • prevenção de vazamentos;
  • graduação precisa e redução do desperdício.

Para que é utilizada a seringa resíduo zero?

É utilizada para diversas finalidades na área da saúde, onde a precisão da dosagem e a redução do desperdício de medicamentos são importantes. Por exemplo:

  • Administração de medicamentos;
  • Vacinação;
  • Coleta de amostras;
  • Administração de insulina.

A seringa de resíduo zero é empregada sempre que a precisão da dosagem, a minimização do desperdício e a redução dos riscos associados a resíduos de medicamentos são prioridades. Sua utilização contribui para uma prática clínica mais eficiente e segura.

Veja também:

Referência:

  1. ISP Saúde

AccuCuff™: Indicador de Pressão de Balão

O Accucuff™ é um dispositivo que permite medir a pressão do balão de dispositivos de via aérea, como tubo endotraqueal, traqueostomia ou máscara laríngea.

A Importância da Mensuração do Cuff

A mensuração da pressão do cuff é um procedimento muito importante na rotina de uma  unidade de terapia intensiva (UTI). Uma série de complicações que podem agravar o quadro clínico do paciente submetido à ventilação mecânica invasiva estão associadas tanto à hiper quanto à hipoinsuflação do balão.

Atualmente, uma recente tecnologia chamada Accucuff™ permite realizar o monitoramento contínuo e preciso dessa pressão, garantindo mais segurança aos pacientes.

Tipos e Tamanhos

  • O Rosa é indicado para tubos endotraqueais ou traqueostomias PEDIÁTRICAS.
  • O azul é indicado para tubos endotraqueais ou traqueostomias ADULTOS.
  • O vermelho é indicado para Máscara laríngea de TODOS OS TAMANHOS.

Vantagens

  • A visualização contínua elimina a necessidade de verificação constante da pressão do cuff e assim reduz o risco de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica.
  • A graduação de pressão negativa garante que o cuff está totalmente esvaziado, reduzindo o risco de trauma durante remoção.
  • Dispositivo leve, reduz risco de deslocamento do tubo.
  • Adequado para o uso em uma ampla gama de dispositivos de vias aéreas.
  • A pressão pode ser ajustada de forma rápida e fácil evitando a insuflação excessiva do cuff.
  • Ajuda a evitar complicações como lesão da mucosa, isquemia, necrose ou fístula, que podem ocorrer se a pressão do balão for muito alta ou muito baixa.
  • É fácil de usar, portátil e preciso, e pode melhorar a segurança e o conforto dos pacientes que necessitam de dispositivos de via aérea.

Como funciona?

  • Assim que escolher o Accucuff de acordo com o tamanho do dispositivo do paciente, encaixe a conexão branca do dispositivo na válvula unidirecional do tubo do paciente, realizando o movimento de empurrar e girar para garantir uma vedação segura.
  • Insufle o balão do dispositivo de vias aéreas até que a linha preta do pistão esteja dentro da zona verde.
  • Não insufle excessivamente para obter a vedação do dispositivo de gerenciamento das vias aéreas.
  • Certifique-se de que o balão esteja totalmente desinsuflado antes de tentar remover o dispositivo para vias aéreas.

Em Tempo Real

O monitoramento em tempo real é útil para detectar mudanças na pressão do cuff causada por alterações ou ruptura acidental do cuff.

O indicador de pressão AccuCuff ™ não contém metal ou molas, sem contraindicação para o uso em exames.

Veja como funciona o Accucuff !

 

Referências:

  1. Medis Medical
  2. Cirúrgica Fernandes