Lockdown, Isolamento, Quarentena e Distanciamento Social: As diferenças

Quarentena, isolamento, distanciamento social e lockdown. Em meio à pandemia de covid-19, esses quatro termos tornaram-se frequentes no nosso vocabulário e na nossa realidade atual. Apesar de todos serem regimes que nos mantêm em casa para combater a doença, eles não são sinônimos.

Entender a diferença entre eles é importante, já que cada termo possui um nível de alerta sanitário e de liberdade da mobilidade da população, podendo variar entre voluntário ou obrigatório, de acordo com cada situação.

Distanciamento social

O distanciamento social busca, de forma voluntária, restringir a aproximação entre as pessoas como forma de controlar a disseminação da doença. No caso da covid-19, por exemplo, as autoridades de saúde recomendam manter uma distância de 2 metros de outras pessoas.

Nessa fase, comércios e as escolas podem fechar e eventos serem cancelados, mas não há aplicação de multa ou detenções para quem furar o distanciamento social.

Isolamento

O isolamento também é uma medida não obrigatória para evitar a propagação do vírus. Ele serve para separar pessoas sintomáticas ou assintomáticas, que foram contaminadas ou estão com suspeita. Dependendo da situação, os pacientes podem ficar isolados em ambiente domiciliar ou em hospitais.

O Ministério da Saúde indica que prazo de isolamento é 14 dias (tempo em que o vírus leva para se manifestar no corpo). O prazo pode ser estendido, dependendo do resultado dos exames laboratoriais.

Existem dois tipos de isolamento: o vertical, que é destinado somente a grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades (diabéticos, hipertensos, pessoas com algum comprometimento pulmonar) e o horizontal, que atinge toda a população. No segundo, todos que não trabalham com atividades essenciais devem ficar em casa.

Quarentena

A quarentena restringe o acesso ou circulação de pessoas que foram ou podem ter sido expostas ao vírus. Pode ser um ato administrativo, estabelecido pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios ou do ministro da Saúde, por exemplo.

A palavra foi criada em meados do século 14, em Veneza, na Itália, durante o período da peste bubônica. Para evitar que marinheiros trouxessem a doença para a cidade, autoridades fizeram com que toda a tripulação dos navios ficasse confinada por 40 dias antes de desembarcar. Atualmente, o termo não mudou, mas é possível que o período seja maior ou menor.

Lockdown

O lockdown é uma paralisação total dos fluxos e deslocamentos. A circulação de carros e pessoas também é reduzida, sendo autorizada apenas a saída de casa para a compra de alimentos, medicamentos e transporte de indivíduos para hospitais. Nesta etapa, o governo pode usar as forças armadas e aplicar multas e detenções para quem desrespeitar a medida.

Em resumo, pensando na escala de risco para serem adotados, do menor para o maior, os regimes são classificados nesta ordem: distanciamento social, isolamento, quarentena e lockdown.

Referência:

  1. Texto adaptado de Telessaúde RS – UFRGS, Jornal da Universidade – UFRGS, Secretaria da Saúde do RS e Organização Mundial da Saúde– OMS

Luxação, Entorse, Estiramento, Contusão: As Diferenças

Ao praticar exercícios físicos, quando estamos no trabalho ou, mesmo, cumprindo tarefas rotineiras, estamos sujeitos a sofrer uma lesão como entorse, contusão, estiramento e luxação. Todas essas condições precisam ser diagnosticadas corretamente para receber o cuidado adequado.

No entanto, esses problemas são comumente confundidos, seja em função dos seus sintomas ou porque o conceito é aplicado de forma errada. Foi pensando nisso que preparamos este artigo para explicar quais são as diferenças entre eles.

O que é Luxação?

A luxação ocorre somente nas articulações. Essa lesão faz com que os ossos que se encontram desloquem, ficando posicionados do modo errado. É muito comum que a luxação aconteça nos tornozelos, ombros, cotovelos, joelhos, quadris, dedos e mandíbula.

A pessoa que sofre uma luxação não consegue realizar movimentos, uma vez que os ossos não estão se encontrando adequadamente na articulação. Por isso, ela precisa receber tratamento profissional, pois o cuidado inadequado pode causar danos aos nervos e tendões.

Essa lesão pode acontecer em função de um movimento malfeito, uma pancada, acidente, queda ou qualquer outra situação que venha forçar a articulação e faça com que os ossos se movimentem e se desencontrem.

Sintomas

A luxação provoca uma dor muito intensa na articulação afetada e pode irradiar pelo membro ou região do corpo, em função de dano ao nervo. Outros sintomas que se manifestam são o inchaço, hematoma, limitação ou impossibilidade de movimentos e deformidade.

O que é um Entorse?

A entorse, popularmente conhecida como torção, é um tipo de lesão que afeta os tecidos fibrosos que fazem a conexão de dois ossos na articulação. É comumente provocada por um movimento atípico, em geral, rotacional. Por isso, costumamos dizer que torcemos o tornozelo ou o pulso, por exemplo.

Quando ocorre essa movimentação inadequada, os ligamentos podem sofrer um estiramento, que ocorre quando o tecido se estica além da sua capacidade. Como consequência, pode acontecer a ruptura parcial ou total deles.

A entorse resulta de movimentos inadequados ou exagerados de uma articulação. Também pode ser o resultado da falta de aquecimento antes da prática de exercícios, ou um preparo físico deficiente para aquela atividade.

Sintomas

A pessoa que sofre uma entorse sente uma dor intensa no local lesionado, bem como pode perceber a formação de edema, inchaço e vermelhidão na pele. O local fica sensível, existe a possibilidade de inflamar e, muitas vezes, há dificuldade para realizar movimentos. Em casos mais graves também pode ser notada uma deformidade e hematoma.

O que é um Estiramento?

O estiramento muscular é a lesão que acontece quando existe ruptura das fibras musculares, sendo mais comum após um esforço físico excessivo que acabe esticando demasiado o músculo.

Assim que acontece o estiramento, a pessoa pode sentir uma dor intensa no local da lesão, além de também poder notar diminuição da força muscular e da flexibilidade.

Sintomas

Os principais sintomas de estiramento muscular são:

  • Dor intensa no local do estiramento;
  • Perda de força muscular;
  • Diminuição da amplitude do movimento;
  • Diminuição da flexibilidade.

O estiramento muscular acontece com mais frequência na musculatura da coxa e nas panturrilhas, mas também pode acontecer nas costas e nos braços.

É importante que assim que surgirem sintomas sugestivos de estiramento se consulte um ortopedista ou fisioterapeuta, para que seja avaliada a gravidade da lesão e indicado o tratamento mais adequado.

O que é uma Contusão?

A contusão é um tipo de lesão menos grave do que a entorse porque ela não provoca grandes danos, uma vez que não afeta os ossos nem os ligamentos. É um problema que acontece de forma superficial, afetando somente tecidos moles, como a pele, a camada de gordura, a musculatura e vasos sanguíneos ou linfáticos.

Um tombo ou pancada podem desencadear uma contusão. Sendo assim, quando você bate a perna ou o braço, por exemplo, e o local fica dolorido por um tempo, você sofreu uma lesão desse tipo. Assim que os sintomas cessam, é possível retornar às atividades sem limitações.

Sintomas

É muito difícil encontrar uma pessoa que nunca tenha sofrido uma contusão, e provavelmente isso também já aconteceu com você. Ela provoca sintomas como dor, inchaço, hematoma, vermelhidão e sensação de calor na região afetada. Esses incômodos podem passar em menos ou mais tempo, dependendo da intensidade da pancada sofrida.

Cuidados após sofrer estes tipos de lesões

Se você sofrer uma lesão que apresente sintomas característicos de entorse ou luxação é muito importante manter o local imobilizado e procurar ajuda médica, pois esses dois problemas podem trazer danos mais significativos que exigem atendimento especializado.

No caso da contusão, como ela é uma lesão mais superficial, dificilmente haverá necessidade de procurar um médico. Você mesmo pode se tratar em casa aplicando uma compressa fria no local para aliviar a dor e reduzir o inchaço. De toda forma, se os sintomas persistirem, é importante procurar um especialista.

Para qualquer uma dessas lesões não é recomendado fazer a automedicação. A única medida segura é a aplicação de compressas frias ou usar uma bolsa de gelo no local até que o especialista seja consultado, se preciso.

Também evite tocar o local, massagear ou tentar por conta própria reposicionar os ossos em caso de uma luxação. Isso porque também existe a possibilidade de ter ocorrido uma fratura, condição que somente pode ser tratada por um médico.

Para não sofrer uma entorse, luxação ou contusão é muito importante aquecer corretamente antes da prática de exercícios, respeitar os limites do organismo e usar equipamentos como tornozeleiras e joelheiras. Prevenir uma lesão é fundamental para que você não comprometa nenhuma estrutura do seu corpo, tenha mais saúde e qualidade de vida.

Referências:

  1. Clínica Mayo
  2. Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
  3. Fundação AO

Veja também:

Tipos de Fraturas Ósseas

Classificação de Fraturas Salter-Harris

As Diferenças entre PAI e PAM

Embora ambos, Pressão Arterial Média (PAM) e Pressão Arterial Invasiva (PAI) são procedimentos e parâmetros controle hemodinâmico do paciente, há uma diferença sutil entre ambas as siglas, o que muitos confundem.

Quais são as diferenças?

A PAM (Pressão Arterial Média) é o valor médio da pressão durante todo um ciclo de pulso de pressão. Podendo ser obtido através do procedimento como Pressão Arterial Invasiva (PAI) ou Não Invasiva (PANI).

Ou seja, a PAI é o procedimento realizado pelo plantonista de introduzir um CATETER ARTERIAL no paciente, e instalar um sistema de transdutor eletrônico ao monitor multiparâmetros, assim obtendo os parâmetros no monitor.

A PAM é o valor médio da pressão durante todo um ciclo de pulso de pressão, o que que determina a intensidade média com que o sangue vai fluir pelos vasos sanguíneos, onde aparecerá no monitor os valores da Pressão Arterial Sistólica, Diastólica e o Valor Médio, que é a PAM!

Lembrando que a PAM pode ser obtido pelo meio Invasivo (PAI) ou não invasivo (PANI).

Veja aqui embaixo como calcular os valores da Pressão arterial Média!

Cálculo da Pressão Arterial Média (PAM)

Cateteres Venosos Periféricos: As diferenças entre SCALP e ABBOCATH

Scalp e cateter jelco são dois dos materiais mais utilizados em hospitais nos procedimentos de acesso venoso periférico. A técnica consiste na introdução de um dispositivo em uma veia periférica com o objetivo de tirar uma amostra de sangue, administrar drogas via endovenosa ou realizar reposição volêmica e de hemoderivados.

O Cateter Venoso Periférico Agulhado “Scalp”

Popularmente conhecido como Butterfly, o scalp agulhado borboleta é um dispositivo de infusão intravenoso que deve ficar menos tempo no acesso venoso do paciente do que os cateteres venosos. Esse scalp é composto de agulhas nos calibres 19G, 21G, 23G, 25G e 27G, que ficam acopladas a uma mangueira extensora conectada a uma seringa. A desvantagem dos Scalps é que não permitem que o paciente dobre o braço para evitar que o equipamento saia do lugar.

Para saber mais sobre o Cateter Scalp:

Os Cateteres Agulhados: “Scalp” ou “Butterfly”

O Cateter Venoso Periférico Flexível “Abbocath”

Popularmente conhecido como “Abbocath”, os cateteres venosos periféricos flexíveis proporcionam maior conforto e segurança aos pacientes e aos profissionais. Eles são recomendados na utilização por períodos prolongados ou que exijam a administração de medicamentos com maior risco de causar inflamações nas veias ou lesões na pele do paciente. E também no caso de extravasamento, quando podem causar contaminação do profissional, como no caso das medicações quimioterápicas.

A agulha é confeccionada em aço inoxidável com bisel trifacetado com a finalidade de perfurar a pele até chegar ao acesso venoso, preservando a integridade do cilindro, evitando que ele se dobre ou se quebre até chegar ao vaso. Ele é confeccionado de polímero policloreto de vinila (FEP (Teflon®) ou Vialon), ou polímero poliuretano (PU), ambos flexíveis, de calibres 14G, 16G, 20G,22G,24G e 26G.

Em uma das extremidades possui um conector 6% luer onde se observa o retorno sanguíneo e promove a conexão com a seringa, equipo, multivias, etc. para que se inicie a infusão. Há também opção com dispositivo de segurança, um mecanismo que recobre a ponta da agulha após a utilização, evitando acidente ocupacional.

Para saber mais sobre o Cateter Abbocath:

Cateteres Flexíveis

Agora, qual é a diferença na aplicação destes cateteres na prática?

Os cateteres venosos periféricos flexíveis “abbocath” são utilizados nos procedimentos intermitentes de fluidos, quando há a necessidade de se manter o acesso no paciente por um tempo prolongado (de 48 a 72 horas).

É ideal para administrar medicamentos com maior risco de causar danos aos vasos e à pele do paciente ou inflamações, e também em casos em que possa ocorrer a contaminação do profissional de saúde, como sessões de quimioterapia.

Os cateteres venosos periféricos agulhados “scalp” devem ser utilizados para infusão de curta duração (em torno de 24 horas), de baixo volume, quando não há necessidade de manter o acesso no paciente.

Pode ser usado para administração de medicamentos “in bolus” ou “flush”, e para pacientes com veias muito finas e comprometidas, como terapia de dose única, administração de medicamento IV em bolus ou para coleta de sangue.

Referência:

  1. PHILLIPS, D.L. Manual de Terapia Intravenosa. 2ºed.Porto Alegre: Artmed,2001.

Adrenalina Vs. Noradrenalina: As diferenças

A Adrenalina (Epinefrina) e a Noradrenalina (Norepinefrina) são dois neurotransmissores que também servem como hormônios e pertencem a uma classe de compostos conhecidos como catecolaminas.

Como hormônios, eles influenciam diferentes partes do seu corpo e estimulam o sistema nervoso central.

Quimicamente, são muito semelhantes. No entanto, a adrenalina funciona nos receptores alfa e beta, enquanto a noradrenalina só funciona nos receptores alfa.

Os receptores alfa são encontrados apenas nas artérias. Enquanto os receptores beta estão no coração, pulmões e artérias dos músculos esqueléticos.

E Quais são as principais diferenciações?

Tanto a adrenalina como a noradrenalina podem afetar o coração, os níveis de açúcar no sangue e os vasos sanguíneos. No entanto, a noradrenalina também pode tornar seus vasos sanguíneos mais estreitos, aumentando a pressão sanguínea.

A adrenalina é usada no tratamento de anafilaxia, parada cardíaca e ataques graves de asma. A norepinefrina, por outro lado, é usada para tratar a pressão arterial perigosamente baixa. Além disso, medicamentos que aumentam a noradrenalina podem ajudar no TDAH e na depressão.

Concluindo então:

Adrenalina e noradrenalina são neurotransmissores e hormônios muito semelhantes.

Enquanto a adrenalina tem um efeito um pouco maior no coração, a norepinefrina afeta mais os vasos sanguíneos. Ambos desempenham um papel na resposta natural de luta ou fuga do seu corpo ao estresse e têm importantes usos médicos.


Referência:

  1. Conselho Federal de Farmácia

Nutrição Parenteral: As diferenças entre NPP e NPT

Entende-se que a Nutrição Parenteral (NP) é um método de administração de nutrientes que é feito diretamente na veia, quando não é possível obter os nutrientes através da alimentação normal.

Indicativo em pacientes com:

  • Interferência de doença de base em ingestão, digestão ou a absorção dos alimentos;
  • Estados hipermetabólicos como grandes queimados, pacientes sépticos, politraumatismo extenso, pancreatite aguda, fístulas intestinais de alto débito;
  • Falência intestinal devido a: Íleo paralítico e mecânico (pós-operatório);
  • ­Trauma;
  • ­Doença inflamatória intestinal;
  • Enterocolite (aids, quimioterapia/ radioterapia);
  • Ressecção intestinal (síndrome do intestino curto);­
  • Câncer gastrointestinal;
  • Pacientes pediátricos neonatos;
  • Colite ulcerativa complicada ou em período perioperatório;
  • Hemorragia gastrointestinal persistente;
  • Abdome Agudo/Íleo paralítico prolongado.

Quem prepara a Nutrição Parenteral?

A Solução é preparada e manipulada pelo profissional farmacêutico devidamente treinado e habilitado com conhecimento de assepsia, antissepsia e das múltiplas possibilidades de incompatibilidades e instabilidade físico-químicas que podem ocorrer num só frasco, quando se adicionam todos os elementos nutritivos necessários, conforme a regulamentação da Portaria nº 272/98 ANVISA/MS.

Os Tipos de Nutrição Parenteral

Devemos entender que há dois tipos de Nutrição Parenteral:

Nutrição parenteral parcial (NPP)

nutrição parenteral parcial é um dos tipos de nutrição parenteral, e a sua grande diferença se dá em função de ela fornecer somente um percentual das necessidades nutricionais diárias do paciente, ou seja, ainda será preciso um suplemento das suas necessidades diárias de nutrientes por meio da ingestão oral.

Esse é um desafio enfrentado por praticamente todas as equipes multiprofissionais, pois muitos pacientes hospitalizados ou em home care estão nesse tipo de situação e recebem a complementação de glicose ou soluções de aminoácidos concomitantemente a essa alternativa.

Nutrição parenteral total (NPT)

Já a nutrição parenteral total, popularmente conhecida na área de saúde pela sigla NPT, é aquela que supre todas as necessidades nutricionais diárias da pessoa que está recebendo, ou seja, ela não precisa, em teoria, de outras complementações. Pode ser administrada tanto no hospital como em domicílios.

As soluções de NPT são concentradas, o que aumenta alguns riscos como o de trombose das veias periféricas, tornando necessário o cateter venoso central.

Deve ser usada com parcimônia conforme conduta médica e, se comparada à nutrição enteral, pode causar mais complicações, pois não preserva a função gastrointestinais, além de ser mais cara.

Como sei que está sendo infundindo tanto a NPP ou NPT no paciente?

A prescrição de EMTN geralmente vem especificada todos os valores nutricionais que o paciente necessita ser suprido, composta de diversos nutrientes que tentam suprir as necessidades diárias dos pacientes.

A sua composição inclui aminoácidos, glicose, cloreto de sódio, cloreto de potássio, soluções multivitamínicas, solução de lipídeos, solução de oligoelementos, sulfato de magnésio e outros itens.

As fontes calóricas, em linhas gerais, dão-se pela solução de glicose (que tem baixo custo e permite pronta utilização) e emulsões lipídicas (com mais calorias, em geral oriundas de óleos como o de peixes).

Essas são as diferenças entre nutrição parenteral parcial e total!

Referências:

  1. Blog da Nutri

Veja também:

A Nutrição Parenteral (NP)

EV ou IV? Quais são as diferenças?

A maioria dos médicos prescrevem sob via EV, mas muitas bulas de medicamentos especificam a forma de administração IV. Ambos termos são compreendidos mas um é mais apropriado.

Em comparação, comumente dizemos intramuscular, intracavitário, intracelular, intraoperatório e similares. Nesse caso, intravenoso ou endoflébico são os nomes adequados, já que, no primeiro, todos os elementos são latinos e, no segundo, são de origem grega.

Assim, é preferível a abreviação IV (intravenoso) a EV (endovenoso)!

As Diferenças são na gramática!

Os prefixos INTRA significa “no interior; parte interna” e ENDO denota situação interna e significa “dentro , interno”.

Onde VENOSA remete aquilo que é relativo à veia; que contém veias (Ambos os procedimentos consistem na introdução de medicamentos diretamente na corrente sanguínea).

Em uso rigorosamente gramatical normativo e em relatos científicos formais, sobretudo os destinados à publicação, pode-se escrever: Aplicar por via endovenosa ou endoflébica. Injetar 20 mL por via intravenosa a cada seis horas.

UTI e CTI: As Diferenças

Muitas pessoas pensam que CTI e UTI são a mesma coisa, no entanto, existem algumas diferenças sutis entre as duas.

O CTI (Centro de Terapia Intensiva) não abriga casos especializados em uma patologia específica, mas sim todos os pacientes que precisam de acompanhamento intensivo. Geralmente encontrada em hospitais de porte menor, mas que contém a mesma estrutura interna de uma UTI, com a aparelhagem e a equipe multidisciplinar.

A UTI (Unidade de Terapia Intensiva) é destinada a casos específicos, como a UTI neonatal, UTI Pediátrica, UTI Adulto, UTI cardiológica, UTI Neurológica, UTI para queimados, UTI Pós operatório, etc, e é geralmente encontrada em hospitais de grande porte.

A partir de outro ponto de vista, o CTI também pode ser, assim como o próprio nome indica, um centro que engloba várias unidades diferentes, como a UTI e a Unidade Semi-Intensiva, destinada para os casos menos graves.

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Equipo Macrogotas e Microgotas: As Diferenças

Macrogotas

Ao administrarmos medicações endovenosas, precisamos prestar muita atenção quanto ao tipo de equipo a ser utilizado, averiguando juntamente com a prescrição médica a dosagem a ser infundida, e o tempo ser administrado, isso aprendemos quanto às fórmulas de gotejamento.

Mas há diversos tipos de equipos de infusão, e entre elas os equipos de macrogotas e microgotas há uma diferença fundamental. Internamente, em sua câmara de gotejamento, o equipo de microgota tem sua estrutura menor e mais fina, para dar o formato do gotejamento gradativamente menor (lembrando, que 1 gota equivale a 3 microgotas), e o equipo macrogota, apresenta em formato mais grosseiro e maior, dando o formato da gota em sua estrutura normal (lembrando que 20 gotas equivale a 1 ml).

Devemos prestar muito atenção no momento da preparação do equipo quanto ao soro a ser administrado, não errando o tipo de equipo no momento de sua administração, pois as vazões são totalmente diferentes. Os equipos microgotas são muito utilizados em UTI Neo, UTI Pediátrico, quando as dosagens e vazões precisam ser mais controladas. É também utilizado em casos de administração de certos quimioterápicos.

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