Cateteres Flexíveis: Fluxos de Infusão

Você certamente deve estar familiarizado para qual indicação cada Cateter Flexível, vulgo “Abocath” tem, para cada situação.

Mas você sabe ao certo a taxa de fluxo de cada um?

É importante levar em consideração essas informações ao escolher o calibre do Abocath a ser colocado no paciente!

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Terapia Intravenosa (TI) e suas Complicações

 

Os Cateteres Agulhados: “Scalp” ou “Butterfly”

Cateteres Flexíveis

 

Cateter Central Totalmente Implantado

 

Cateter Venoso Central (CVC)

 

Cateter Central de Inserção Periférica (PICC)

 

A Via de Administração Intratecal (IT)

 

O que é “Lúmen” de um Cateter?

O termo Lúmen na medicina, denomina-se como uma via de acesso que pode ser administrado medicamentos, mensuração de PVC, hemoderivados, reposição volêmica, coleta de sangue , entre outros.

É praticamente um tubo, que conectado a um tubo central, é implantado sob a pele do paciente em uma via venosa de grosso calibre, podendo ser utilizado em situações como grandes cirurgias, emergências, terapia nutricional parenteral, entre outros.

O principal objetivo é de manter um acesso por longo período de tempo, para auxiliar a terapia medicamentosa do paciente.

Os diversos cateteres que pode conter de 01 a 05 lúmens são os Cateteres Venosos Centrais, Cateteres Venosos Centrais de Inserção Periférica (PICC), Cateteres para Hemodiálise Shilley, Permcaths, Portocaths, e até o Swan Ganz. 

Saídas Situadas em Diferentes pontos do Cateter

Geralmente, os Cateteres Venosos Centrais e o Swan Ganz podem possuir mais de duas saídas, ou pontas, situadas em distâncias pré-determinadas do coração.

A ponta distal do cateter das veias jugular e subclávia deverá estar na parte inferior da veia cava superior, enquanto que os cateteres femorais devem ser posicionados de modo a ponta do cateter encontrar-se dentro da veia cava inferior torácica.

Os únicos cateteres que não possuem estas diferenciações são o de Inserção Periférica (PICC), pois ele pode ser cortado com uma lâmina de bisturi após a mensuração da anatomia do paciente, sendo inserido com o tamanho adequado ao paciente, o que não necessitaria nesta situação os tipos de pontas diferenciadas, a de Shilley, Permcath e Portocath.

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O que é “Salinizar” um Cateter?

O que é a Salinização?

É a prática de irrigação sob pressão positiva em períodos regulares dos dispositivos vasculares com solução salina.

Tem como objetivos manter a permeabilidade, garantir a infusão de todo o medicamento que possa ter ficado no sistema, evitar o retorno sanguíneo e prevenir complicações decorrentes da incompatibilidade de medicamentos e soluções.

As suas Indicações

  • Antes e após a cada administração de medicamentos;
  • Após a administração de sangue e derivados;
  • Quando converter de infusão continua para intermitente;
  • A cada 12 horas quando o dispositivo não for usado;

Você deve orientar ao paciente sobre o procedimento, solicitando sua cooperação!

Como fazer uma salinização?

  • Realizar a higienização das mãos;
  • Separar o material necessário: seringa (10 ml), agulha para aspiração (40×12), frasconetes de solução fisiológica a 0,9% de 10 ml, gaze umedecida com clorexidina alcoólica;
  • Aspirar a solução fisiológica a 0,9% na seringa de 10 ml;
  • Fazer a desinfecção da(s) via(s) com gaze umedecida com clorexidina alcoólica;
  • Aspirar o dispositivo para confirmar o fluxo do cateter;
  • Administrar um volume mínimo de ao menos 2 (duas) vezes o volume da capacidade do cateter (priming);
  • Cada lúmen deverá ser lavado independente do uso;
  • Fazer a desinfecção da via após o procedimento com gaze umedecida com clorexidina alcoólica;
  • Fechar as vias com oclusores (tampinhas) estéreis;
  • Desprezar o material utilizado em local apropriado.

Que riscos podem ocasionar?

  • Rompimento (fratura) do cateter;
  • Infiltração no tecido subjacente.

Alguns Cuidados Especiais:

  • Atentar para o volume final em 24h da solução de salinização para pacientes em restrição hídrica;
  • Para prevenção de danos no dispositivo o tamanho da seringa usada deverá estar de acordo com as recomendações, pois seringas com menos de 10 ml podem facilmente gerar pressões capazes de romper o cateter;
  • Aspirar o sangue com pressão no cateter, confirmar retorno de sangue para segurança da permeabilidade do dispositivo, antes de administrar medicamentos e soluções;
  • Se encontrar resistência no dispositivo ou ausência de refluxo de sangue quando aspirado, o “flushing” não deverá ser realizado!

Deve registrar:

  • Realizar o registro com informações referentes ao procedimento, volume de solução utilizada, avaliação de fluxo e refluxo sanguíneo, avaliação das condições gerais do paciente e relato do curativo.

Cateter Venoso Central (CVC)

Os Cateteres Venosos Centrais (CVC) são cateteres cuja ponta se localiza numa veia de grosso calibre. A inserção do cateter pode ser por punção de veia jugular, subclávia, axilar ou femoral. Tem por finalidade permitir uma terapia adequada em doentes que necessitem de intervenções terapêuticas complexas.

São geralmente necessitados em casos de Emergência, Unidade de cuidados intensivos, pós-operatórios-operatórios imediatos de cirurgias complexas, Patologias que requerem medidas terapêuticas prolongadas.

As principais indicações para a CVC

  • Hipovolemia Refratária;
  • Hipotensão Grave;
  • Medida de PVC;
  • Hemocomponentes;
  • Utilização de Drogas Vasoativas;
  • Acesso periférico difícil, quimioterapia, transplante de medula óssea, nutrição parenteral;

Existem cateteres de diversos lúmens (vias), sendo de uma em até três ou mais, se necessário, de acordo com a necessidade da situação.

Os Principais Fatores de Risco no uso do cateter

  • Maior tempo de permanência do dispositivo no paciente;
  • Maior manipulação do cateter;
  • Violação da técnica asséptica;
  • Execução e material inadequados na cobertura do local de inserção do cateter;
  • Tipo do cateter (número do lúmen e qualidade do material);
  • Infusão de líquidos contaminados;
  • Soluções contaminadas;
  • Mãos da equipe de saúde;
  • Técnica inadequada de manipulação;
  • Antissépticos contaminados.

Tempo de permanência

– Curta: cateteres produzidos em poliuretano ou PVC e não possuidores de barreira bacteriana, devem ficar implantados em um prazo máximo de 15 dias.

Longa: cateteres produzidos em silicone e possuidores de barreira bacteriana, não possuem prazo para sua retirada.

Atuação do Técnico de Enfermagem no procedimento

A preparação psicológica do doente é extremamente importante. O Técnico de enfermagem, sempre que possível, deve explicar ao doente o que é um CVC, a sua necessidade, e alguns aspectos sobre o procedimento de colocação. Após preparação do material, pode ser necessário efetuar a tricotomia da região onde irá ser colocado o CVC. A tricotomia deve efetuar-se antes do procedimento com tesoura ou máquina elétrica e nunca com lâmina, devido ao risco acrescido de colonização de pequenas escoriações acidentais.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE

Deve ser realizado em condições de assepsia e controle radiológico para verificação do posicionamento da ponta do cateter.

Algumas das Principais Complicações Pós Inserção do CVC

– Torácicas:

  • Pneumotórax;
  • Hemotórax;
  • Hidrotórax;
  • Enfisema subcutâneo

– Arteriais:

  • Laceração arterial;
  • Fístula artério-venosa;
  • Hematoma subcutâneo;

– Venosas:

  • Laceração venosa;
  • Hematoma subcutâneo;
  • Trombose venosa;
  • Embolia gasosa;

– Cardíacas:

  • Arritmias;
  • Perfuração cardíaca;

– Neurológicas:

  • Traumatismo do plexo;
  • Braquial;

– Mecânicas:

  • Migração do catéter;
  • Angulação do catéter;
  • Compressão do catéter;

– Outras

  • Infecção;
  • Obstrução;
  • Remoção Acidental;

Os cuidados de Enfermagem para o CVC

  • Lavar o cateter com 20ml de SF 0,9% após infusão de hemocomponentes ou de medicações;
  • Heparinizar o cateter quando seu próximo uso for ocorrer em um tempo superior a 24h e salinizar quando o tempo for inferior a 24h;
  • Trocar o equipo utilizado para administração de quimioterápicos antineoplásicos e soroterapia a cada 72h e o de hemocomponente a cada transfusão, exceto plaquetas que deve ser trocada ao final do volume total prescrito;
  • Trocar o curativo tradicional com gazes a cada 24h e na presença de umidade e sujidade ou sempre que for necessário;
  • Identificar os equipos em uso com a data e horário da instalação e assinatura do responsável;
  • Identificar e anotar a data, horário e assinatura do responsável pela punção e curativo do dispositivo de punção;
  • Anotar o número de punções realizadas, em um impresso próprio, para permitir controlar o tempo de uso do cateter;
  • Observar se há formação de hematoma local e administrar analgésico conforme queixas do cliente, no pós-operatório imediato da implantação do cateter;
  • O cateter pode ser usado logo após a sua implantação, na ausência de complicações operatórias. Nesse caso deve ser puncionado ainda sob efeito do anestésico, evitando a dor da punção;
  • Inspecionar e palpar o local de inserção do cateter, procurando detectar precocemente sinais de infecção;
  • Observar com rigor o aspecto das soluções a serem infundidas, quanto à presença de resíduos, corpos estranhos, precipitação, coloração e turvação;
  • Utilizar, preferencialmente, sistemas de infusão fechados em cateteres totalmente implantados.

Veja também:

O Cateter Permcath: O que é?

O Cateter BD Nexiva™: Conheça!

Os Cateteres Agulhados: “Scalp” ou “Butterfly”

Cateteres Flexíveis

Cateter Central de Inserção Periférica (PICC)

Cateter Central Totalmente Implantado

Flebite

Flebite

A flebite é uma das complicações mais frequentes do uso de cateteres venosos periféricos (CVP). Caracterizando-se por uma inflamação aguda da veia, causando edema, dor, desconforto, eritema ao redor da punção e um “cordão” palpável ao longo do trajeto da veia.

Os principais fatores que ocorrem em uma flebite nas punções venosas é longa permanência dos acessos venosos, e a má assepsia do curativo.

CLASSIFICAÇÕES

A flebite pode ser classificada de acordo com os fatores causais, os quais podem ser químicos, mecânicos ou infecciosos:

Mecânico: é predominantemente em razão de problemas no cateter, o qual causa trauma no interior da veia. Isso pode ocorrer na inserção (utilização de dispositivos com calibre grosso para a veia), punção inadequada (ponta do cateter traumatiza a parede da veia) ou manipulação do cateter (deslocamento).

Química: geralmente está associada à administração de medicamentos irritantes/vesicantes, medicamentos diluídos impropriamente, infusão muito rápida ou presença de particulados na solução que resultam em dano para o endotélio interno da veia.

Infecciosa: é a inflamação da veia que está associada à contaminação bacteriana. Pode ocorrer devido à não utilização de técnica asséptica (inserção, manipulação, manutenção do dispositivo).

Há uma escala para avaliar as condições da flebite:

  • Grau 0 – Sem sinais clínicos;
  • Grau 1 – Eritema no local do acesso com ou sem dor;
  • Grau 2 – Dor no local do acesso com eritema e/ou edema;
  • Grau 3 – Dor no local do acesso eritema e/ou edema – Formação de estria/linha -Cordão venoso palpável;
  • Grau 4 – Dor no local do acesso eritema e/ou edema;
  • Formação de estria/linha;
  • Cordão venoso palpável > 2,5cm de comprimento;
  • Drenagem purulenta.

CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM AS PUNÇÕES VENOSAS:

– Antes e após a punção e manuseio do cateter venoso, realizar higiene das mãos com água e clorexidina degermante 2% ou com preparação alcoólica quando as mãos não estiverem visivelmente sujas;

– Selecionar o cateter periférico com base no objetivo pretendido, na duração da terapia, viscosidade do fluído, nos componentes do fluído e nas condições do acesso venoso. No cliente adulto, inserir o cateter na extremidade superior.

– Em clientes pediátricos, podem ser utilizados ainda como local de inserção os membros inferiores e a região da cabeça;

– Evitar puncionar áreas de articulações;

– Remover os dispositivos intravasculares assim que seu uso não for necessário;

– Realizar antissepsia da pele com álcool 70% na inserção dos cateteres periféricos e não palpar o local da inserção após à aplicação do antisséptico;

– Optar pelo curativo de filme transparente e trocá-lo: A cada nova punção ou A cada 7 dias ou Antes da data estipulada se o curativo estiver sujo ou soltando;

– Se for necessário utilizar esparadrapo para realizar o curativo, trocá-lo diariamente após o banho;

– Se atentar às trocas dos equipos e conexões conforme orientação da CCIH (as dânulas -torneirinhas- devem ser trocadas juntamente com o sistema de infusão);

– Realizar desinfecção das conexões com álcool 70% por meio de fricção vigorosa com, no mínimo, três movimentos rotatórios, utilizando gaze limpa;

– A limpeza e desinfecção da superfície e do painel das bombas de infusão deve ser realizada a cada 24 horas e na troca de paciente, utilizando produto conforme recomendação do fabricante;

– Os cateteres periféricos deverão ser trocados a cada 72 horas se confeccionados de teflon e 96 horas se confeccionados de poliuretano (obs: sem rotina de troca em pacientes com acesso venoso difícil, neonatos e crianças);

Se atentar à prescrição médica em relação à:

  • Osmolaridade;
  • pH;
  • Incompatibilidade entre drogas;

– Aplicar a escala de flebite a cada 6 horas e realizar anotação;

– Reconhecer sua própria limitação ao realizar o procedimento e solicitar auxílio quando necessário;

– Retirar imediatamente o cateter;

– Aplicar compressas frias no local afetado na fase inicial para diminuição da dor, e a seguir compressas mornas para promover a vasodilatação e reduzir o edema;

– Lavar o membro;

– Administrar analgésicos, anti inflamatórios e antibióticos quando prescritos.

 

 

Veja também:

Escala de Maddox: A Identificação de Flebite

Terapia Intravenosa (TI) e suas Complicações

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Cateter Duplo J

Cateter Duplo J

O Cateter Duplo J tem este nome por apresentar as duas extremidades em forma parecida com a letra J. O Duplo J apresenta furos em seu trajeto que permitem o escoamento da urina é utilizado com a finalidade de drenar a urina do rim em direção a bexiga. É colocado dentro do ureter em casos onde a drenagem de urina do rim para a bexiga está comprometida.

Os principais casos onde se usa o duplo J

  • Pós-operatórios de cirurgias urológicas no rim ou nos ureteres;
  • Compressões extrínsecas do ureter (tumor abdominal);
  • Cálculos obstruindo a drenagem de urina dos rins;
  • Lesões do ureter por trauma;
  • Estenose congênitas ou adquiridas do ureter.

Tempo de Permanência do Cateter

O cateter duplo J pode ficar no ureter por 3 a 9 meses dependendo do seu diâmetro. Na maioria dos casos, não é necessário ficar com o cateter durante tanto tempo. Quando o urologista indica o uso prolongado do duplo J, o ideal é que a cada 3 meses o cateter seja reavaliado para termos certeza que ele não está obstruído.

A retirada do cateter é um procedimento simples e feito por via endoscópica com um cistoscópio. Entra-se pela uretra com esse endoscópio e puxa-se o cateter para fora. Se não houver complicações como aderências ou deslocamentos do duplo J, a retirada é um procedimento rápido, e na maioria das vezes, indolor.

Cuidados Recomendados

Após a colocação do cateter duplo J é importante ter alguns cuidados para não agravar os incômodos que ele pode causar. Recomenda-se ingerir bastante líquido, evitar bebidas ácidas (refrigerantes, bebidas alcoólicas, café, suco de frutas cítricas), alimentos condimentados e apimentados.

Além dos cuidados com a alimentação, quem está com um cateter duplo J deve evitar atividades físicas intensas. Apesar de não ser propriamente proibido, o esforço físico pode agravar o desconforto e provocar pequenos sangramentos na urina.

Convém também não fazer força para urinar para não piorar a dor na coluna lombar, que pode ocorrer nos primeiros 3 dias após a colocação do cateter duplo J.

atividade sexual pode ser mantida normalmente, mas deve ser evitada se a pessoa estiver com um cateter duplo J com fio externo para a sua retirada, pois o cateter pode ser deslocado durante a relação.

Outra recomendação é tomar corretamente os medicamentos analgésicos e antibióticos prescritos pelo médico urologista.

O cateter duplo J pode causar uma série de sintomas, como aumento da frequência urinário, urgência urinária, dor ou ardência para urinar, incontinência urinária, presença de sangue na urina, esvaziamento incompleto da bexiga, desconforto pélvico e dor na região lombar.

Grande parte desses sintomas e incômodos é devida à irritação da bexiga causada pela extremidade do cateter.

Apesar de ser feito com um material flexível e não-alérgico, o cateter duplo J não deixa de ser um corpo estranho para o organismo. É comum ocorrer uma inflamação da mucosa da bexiga, que provoca sintomas semelhantes a uma cistite (infecção urinária na bexiga) e pequenos sangramentos observados na urina.

Outro incômodo frequente é a dor nas costas (lombar) causada pelo retorno da urina da bexiga para os rins.

Dicas

PICC têm até 60% das complicações por cateter de inserção periférica

Novo estudo sugere que eventos relacionados a cateter de PICC são mais frequentes do que o documentado na prática. O cateter venoso de inserção periférica (PICC), popularizado a partir da década de 1970, a princípio para nutrição parenteral, ganhou múltiplos usos nos hospitais. Inserido a partir do braço, por uma veia periférica, chega à veia cava superior ou […]

Terapia Intravenosa (TI) y sus Complicaciones

Terapia Intravenosa

En el día a día de la enfermería, la práctica de la terapia intravenosa es una constante. La administración de medicamentos y otras soluciones parenterales se constituye en una de las mayores responsabilidades del equipo de enfermería, lo que resalta la importancia de que éste sea un procedimiento seguro tanto para el cliente y para el profesional de la salud. Durante la punción venosa, la presencia de material inerte, que va de la piel al sistema vascular, crea una compleja relación entre catéter, hospedador y microorganismos, que puede determinar alteraciones iatrogénicas, abarcando desde cuadro inflamatorio no asociado a infección hasta cuadros graves de septicemia, ya que constituye una puerta abierta entre el medio externo y el medio intravascular.

La complicación más frecuentemente relacionada con la PVP es la flebitis (o tromboflebitis, cuando se combina con la formación de trombo). Hay tres tipos de flebitis: mecánica, química e infecciosa. En la flebitis, las células endoteliales de la pared venosa se vuelven inflamadas y ásperas, debido a la adherencia de neutrófilos, facilitando la progresión del proceso inflamatorio. La flebitis química está directamente relacionada a la infusión de soluciones irritantes, a la dilución de medicamentos o mezclas de drogas incompatibles, a la alta velocidad de infusión o, aún, a la presencia de partículas en la solución. La flebitis mecánica puede provenir del uso de catéter calibroso en vena fina, que causa irritación de la capa interna de la vena.

También la manipulación frecuente del catéter durante la infusión de soluciones puede ocasionarla. En la flebitis bacteriana, la inflamación de la pared venosa interna está asociada a la presencia de microorganismos. Los factores relacionados con la aparición de flebitis bacteriana, incluyen antissepsia inadecuada de la piel, pérdida de integridad del catéter intravenoso periférico (CIP), técnica inadecuada de inserción del catéter y mantenimiento ineficiente. Además de la presencia de los signos y síntomas que caracterizan la flebitis, ésta debe ser evaluada por medio de una escala estandarizada que determine su intensidad en grados. La infiltración y la extravasación también son complicaciones relacionadas con la TI. La infiltración es la administración accidental de una solución o medicamento en un tejido adyacente. La extravasación es similar a la infiltración, sin embargo, la solución administrada inadvertidamente, en este caso, es vesicante o irritante.

Los signos y síntomas de estas dos complicaciones son: edema, incomodidad, dolor, empalidamiento y enfriamiento de la piel local, siendo importante la interrupción inmediata de la infusión, ya que, dependiendo de la sustancia infundida, puede sobrevenir una lesión grave, así como escarificación tisular y, necrosis local. La extravasación se considera la complicación aguda más severa, causando extrema incomodidad y sufrimiento al paciente y exigiendo del enfermero habilidad clínica para diagnosticarlo e intervenir precozmente. El hematoma resulta cuando la sangre se extrae hacia adentro de los tejidos adyacentes al sitio de punción, generalmente creando edema doloroso con sangre infiltrada.

Puede resultar de intento de punción sin éxito, retirada del CIP sin que se haga presión adecuada en el lugar de remoción o uso de torniquete o garrote apretado en local que previamente puncionado. Los signos de un hematoma incluyen equimosis, edema inmediato en el lugar y extravasación de sangre en el sitio de inserción.

En gran parte evitable, la infección del flujo sanguíneo relacionado con el catéter vascular es potencialmente grave y frecuente entre pacientes hospitalizados. El sistema de TI resulta en una potencial ruta de entrada de microorganismos en el sistema vascular, por el rompimiento de los mecanismos de defensa de la piel y, con ello, causar serios problemas cuando penetran y proliferan en la cánula o en el fluido intravascular. El mecanismo más probable de las ICS relacionadas con catéteres venosos periféricos es la colonización del tracto del catéter vascular seguida de formación de biofilm. La colonización puede ocurrir durante la inserción y / o al manipular el catéter para administración de drogas o recolección de sangre.

Si se sospecha de infección relacionada con la perfusión, se deben utilizar técnicas asépticas y observando precauciones estándar, tomar muestras de sangre, de la punta del catéter y del lugar de inserción del acceso y también muestras de la solución infundida (si se sospecha de ésta como fuente de sepsis). Muchos son los factores que pueden potenciar el desarrollo de complicaciones durante la TI. Los factores relacionados con el paciente son de edad inferior a un año o superior 60; mujeres; enfermedades que resultan en pérdida de integridad epitelial, como psoriasis y quemaduras; granulocitopenia; quimioterapia, inmunosupresores; presencia de foco infeccioso a distancia; gravedad de la enfermedad de base; tiempo de hospitalización; y otra.

Los factores inherentes al propio acceso vascular y su manipulación por el equipo de enfermería (tipo y calibre del CIP, lugar de inserción, uso de guantes, higienización de las manos, reparación del local con antissepsia, técnica de inserción, tipo de fijación de la cobertura, uso o no de conectores, tipo de solución para el mantenimiento de la permeabilidad, tiempo de permanencia del catéter y frecuencia de la observación) también son importantes en relación al desarrollo de complicaciones relativas a TI. En la etapa post-punción, como identificación de la punción (número del catéter, fecha y hora de la punción, responsable de la punción), orientación del paciente, cálculo del goteo, dilución y tipo de drogas administradas, también pueden influenciar la manifestación acontecimientos adversos.

Vean también:

Flebitis

La Identificación de Flebitis: Escala de Maddox

 

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Sondaje Vesical

vesical

Sonda vesical o catéter urinario es un tubo de látex, poliuretano o silicona insertado en la uretra hasta la vejiga para recoger orina para exámenes o para inyectar sustancias en el tratamiento de una cistitis (vejiga inflamada).

La Punta Distal

La utilización de los diversos catéteres con puntas distintas dependerá de la patología que el paciente presenta, y también su característica física. Algunas de ellas se insertan sólo en procedimiento quirúrgico.

El Catéter o Sonda de Foley

Hay varios tipos de catéter urinario, por lo tanto, estamos abordando sobre el Catéter Foley o también llamado Sonda permanente.

La sonda se mantiene en su lugar por un balón inflado con agua. Es indicado para condiciones que afectan a los nervios que controlan la vejiga como: espina bífida, esclerosis múltiple, accidente cerebrovascular o lesión medular. También es indicada para enfermedades crónicas debilitantes o terminales con pérdida de movilidad o conciencia que impiden usar el baño o un instrumento de recolección.

Este tipo de cateterismo es muy utilizado a nivel hospitalario, en una gama de procedimientos, incluyendo: Obtención de orina aséptica para exámenes; vaciamiento de la vejiga en pacientes con retención urinaria; preparación quirúrgica y post-cirugía; en pacientes con vejiga neurogénica.

¿Para qué se indica?

Las razones por las que alguien puede no ser capaz de orinar por cuenta propia incluyen:

  • Flujo de orina bloqueado por cálculos renales, coágulos de sangre en la orina o hipertrofia de la próstata;
  • Cirugía de la próstata;
  • Cirugía en el área genital, como una reparación de fractura de cadera o remoción de cáncer pélvico;
  • Lesión de los nervios de la vejiga;
  • Lesión de la médula espinal;
  • Condición que perjudica su función mental, como la demencia vascular;
  • Medicamentos que perjudican la capacidad de los músculos de la vejiga de contraer.

El diámetro del catéter

Los diámetros del catéter son dimensionados por la escala francesa del catéter (Fr), siendo que cada Fr equivale a 0.33 mm. Los diámetros existentes en un catéter urinario son 14Fr, 16Fr, 18Fr, 20Fr, 22Fr.

El clínico selecciona un tamaño lo suficientemente grande para permitir el flujo libre de orina y para evitar la fuga de orina alrededor del catéter. Un tamaño más grande es necesario cuando la orina es espesa, sanguinolenta o contiene sedimentos. Cateteros mayores, sin embargo, son más propensos a dañar la uretra, tienen mayor riesgo de ser colonizados por bacterias y son más difíciles de colocar.

Las vías del catéter

Las sondas de dos vías poseen una vía para drenaje de diuresis y otra para inflar el balón. En las sondas de tres vías, la vía restante se utiliza para el riego de la vejiga. Generalmente se utilizan sondas calibrosas en el postoperatorio de cirugías urológicas, en casos de riego de la vejiga, evitando de esa manera coágulos indeseables.

Los catéteres urinarios y sus complicaciones

  • Agudas: Infecciones urinarias sintomáticas asociadas a corta permanencia del catéter, pudiendo incluir cuadros de hipertermia, pielonefritis aguda pudiendo el paciente evolucionar hacia la sepsis y la muerte.
  • Crónicas: urinarias sintomáticas asociadas a la larga permanencia del catéter, incluyendo obstrucción del catéter, cálculos urinarios, infecciones periurinarias localizadas, inflamaciones renales crónicas y después de muchos años, cáncer de vejiga.

¡Cuidado con el Riesgo de Infección!

La introducción de un catéter de permanencia facilita el aporte de bacterias, llevando la infección del tracto urinario.

Cuidados de Enfermería en el procedimiento de introducción del catéter vesical

El Técnico de Enfermería puede auxiliar al enfermero en el procedimiento de introducción del catéter, dejando los materiales a disposición:

  • Gasas estériles;
  • PVPI;
  • Esparadrapo hipoalergénico;
  • Jeringa de 20 ml o 10 ml;
  • Aguja de 40×20;
  • Ampolla de AD 10 ml;
  • Gel de xilocaína;
  • Colector de orina estéril (sistema cerrado);
  • Sonda Foley con el tamaño predeterminado;
  • En hombres: Una jeringa más para la lubricación del canal urinario con la xilocaína.

El Procedimiento

  • Colocar al paciente en posición (mujer: ginecológica, hombre: piernas extendidas);
  • Posicionar biombo e iluminación;
  • Lavar las manos;
  • Abrir el paquete de sondeo (cateterismo vesical) en una mesa auxiliar con un campo estéril si es posible o sobre el lecho, en el sentido diagonal, colocando una de las puntas bajo la región glútea, teniendo cuidado de no contaminar el embalaje interior estéril;
  • Colocar pvpi en las gasas;
  • Abrir la sonda y el resto del material sobre el campo (gasa, aguja, jeringa);
  • Mujer: colocar xilocaína en la gasa;
  • Abrir la ampolla de agua y ofrecer a quien está pasando el catéter;
  • El enfermero debe calzar los guantes;
  • El mismo probará el Cuff de la sonda (hacer el balón inflar);
  • El mismo aspirará 10 ml de agua destilada sin tocar la ampolla.
  • El mismo debe lubricar 5 cm de la sonda;
  • En el caso de hombres: El enfermero debe preparar la jeringa con 10 ml de xilocaína gel;
  • El mismo debe conectar la sonda al colector;
  • El mismo debe hacer la Antisepsia:

En mujeres: dos bolas de gasa entre la vulva y los grandes labios, dos bolas de gasa entre los pequeños labios, una bola de gasa en el meato urinario;

En hombres: alejar el prepucio y exponer el glande, hacer antisepsia en movimientos circulares o, desde el meato hacia el glande, elevar el pene perpendicularmente al cuerpo del paciente, inyectar 10 ml de xilocaína gel en el meato;

  • El enfermero realizará la introducción de la sonda preconectada a un colector de drenaje de sistema cerrado, bien lubricada por 5 cm a 7 cm en el meato uretral, utilizando técnica aséptica estricta. En caso de mujeres, si la orina no aparece, comprobar que la sonda no está en la vagina. Si está erróneamente posicionada, dejar la sonda en la vagina como un marco indicando dónde no insertar e introducir otra sonda;
  • Insuflar el balón con agua destilada (de acuerdo con los CC descritos en la propia sonda), asegurándose de que la sonda está drenando adecuadamente.
  • Trazar suavemente la sonda hasta sentir resistencia;
  • Fijar la sonda de demora, prendiéndola junto con la bolsa de drenaje, en la cara interna del muslo en mujeres, y en hombres en la región igual, suprapúbica o hipogástrica con esparadrapo del tipo antialérgico;
  • Realizar la anotación de la fecha insertada en la bolsa colectora de orina;
  • Secar el área y mantener a la paciente cómoda;
  • Lavar las manos;
  • Realizar anotación de enfermería, firmar y sellar;
  • Mantener el ambiente de la paciente en orden;

Para la Retirada del catéter vesical

Lo que necesitará:

  • Bolsa de basura para contenidos infeccios; guante de procedimiento; jeringa de 20 ml.
  • Verificar la bolsa colectora (volumen, color, aspecto de la orina);
  • Aspirar el suero fisiológico o AD del CUFF o bolón (mismo volumen que se ha colocado);
  • Retirar la sonda;
  • Despreciar en la basura;

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Catéter Venoso Central (CVC)

cvc

Los catéteres venosos centrales (CVC) son catéteres cuya punta se ubica en una vena de grueso calibre. La inserción del catéter puede ser por punción de vena yugular, subclavia, axilar o femoral. Tiene por objeto permitir una terapia adecuada en pacientes que necesiten intervenciones terapéuticas complejas.

Se necesitan en casos de emergencia, unidad de cuidados intensivos, postoperatorio inmediatos de cirugías complejas, patologías que requieren medidas terapéuticas prolongadas.

Las principales indicaciones para la CVC

  • Hipovolemia Refractaria;
  • Hipotensión Grave;
  • Medida de PVC;
  • Hemoderivados;
  • Uso de Drogas Vasotivas;
  • Acceso periférico difícil, quimioterapia, trasplante de médula ósea, nutrición parenteral.;

Hay catéteres de varios lúmenes (vías), siendo de una en hasta tres o más, si es necesario, de acuerdo con la necesidad de la situación.

Los principales factores de riesgo en el uso del catéter

  • Mayor tiempo de permanencia del dispositivo en el paciente;
  • Mayor manipulación del catéter;
  • Violación de la técnica aséptica;
  • Ejecución y materiales inadecuados en la cobertura del lugar de inserción del catéter;
  • Tipo del catéter (número del lumen y calidad del material);
  • Infusión de líquidos contaminados;
  • Soluciones contaminadas;
  • Manos del equipo de salud;
  • Técnica inadecuada de manipulación;
  • Antisépticos contaminados.

Tiempo de permanencia

  • Corta: los catéteres producidos en poliuretano o PVC y no poseedores de barrera bacteriana, deben quedar implantados en un plazo máximo de 15 días.
  • Larga: catéteres producidos en silicona y poseedores de barrera bacteriana, no tienen plazo para su retirada.

Actuación del Técnico de Enfermería en el procedimiento

La preparación psicológica del paciente es extremadamente importante. El Técnico de enfermería, siempre que sea posible, debe explicar al paciente lo que es un CVC, su necesidad, y algunos aspectos sobre el procedimiento de colocación. Después de la preparación del material, puede ser necesario efectuar la tricotomía de la región donde se colocará el CVC. La tricotomía debe efectuarse antes del procedimiento con tijera o máquina eléctrica y nunca con lámina, debido al mayor riesgo de colonización de pequeñas escorias accidentales.

NOTA IMPORTANTE

Se debe realizar en condiciones de asepsia y control radiológico para verificar el posicionamiento de la punta del catéter.

Algunas de las principales complicaciones después de la inserción del CVC

– TORÁCICO

  • Neumotórax;
  • Hemotórax;
  • Hidrotórax
  • Enfisema subcutáneo;

– ARTERIAL

  • Laceración arterial;
  • Fístula arteriovenosa;
  • Hematoma subcutáneo;

– VENOSO

  • Laceración venosa;
  • Hematoma subcutáneo;
  • Trombosis venosa;
  • Embolia gaseosa;

– CARDICAS

  • Arritmias;
  • Perforación cardíaca;

– NEUROLÓGICA

  • Traumatismo del plexo braquial;

– MECÁNICO

  • Migración del catéter;
  • Angulación del catéter;
  • Compresión del catéter;

– OTRO

  • Infección;
  • Obstrucción;
  • Eliminación accidental;

Los cuidados de enfermería para el CVC

  • Lavar el catéter con 20 ml de SF 0,9% después de infusión de hemocomponentes o de medicamentos;
  • Heparinizar el catéter cuando su próximo uso se produzca en un tiempo superior a 24h y salinizar cuando el tiempo sea inferior a 24h;
  • Intercambiar el equipo utilizado para la administración de quimioterápicos antineoplásicos y sueroterapia cada 72h y el de hemocomponente a cada transfusión, excepto plaquetas que debe ser cambiada al final del volumen total prescrito;
  • Intercambiar el apósito tradicional con gasas cada 24h y en presencia de humedad y suciedad o siempre que sea necesario;
  • Identificar los equipos en uso con la fecha y hora de la instalación y firma del responsable;
  • Identificar y anotar la fecha, hora y firma del responsable de la punción y curativo del dispositivo de punción;
  • Anotar el número de punciones realizadas, en un impreso propio, para permitir controlar el tiempo de uso del catéter;
  • Observar si hay formación de hematoma local y administrar analgésico según quejas del cliente, en el postoperatorio inmediato de la implantación del catéter;
  • El catéter se puede utilizar inmediatamente después de su implantación, en ausencia de complicaciones operativas. En ese caso debe ser puncionado aún bajo efecto del anestésico, evitando el dolor de la punción;
  • Inspeccionar y palpar el lugar de inserción del catéter, buscando detectar precozmente signos de infección;
  • Observar con rigor el aspecto de las soluciones a infundir, en cuanto a la presencia de residuos, cuerpos extraños, precipitación, coloración y turbidez;
  • Utilizar, preferentemente, sistemas de infusión cerrados en catéteres totalmente implantados.