Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP)

A Atividade Elétrica sem Pulso (AESP) é uma situação clínica, não uma arritmia específica.

A atividade elétrica sem pulso pode ser encontrada em quase metade dos pacientes que sofrem parada cardíaca.

Causas

Choque grave, hemorragia intensa por ruptura arterial, como na dissecção de aorta, tromboembolismo pulmonar maciço, pneumotórax e o tamponamento cardíaco por ruptura de parede livre do ventrículo.

Nesses pacientes, até 60% dos casos são por causas cardiovasculares, entre as principais encontram-se o infarto agudo do miocárdio em 21% dos casos, 9,5% por hemorragia, tanto por dissecção aórtica quanto por ruptura ventricular e 2,4% por tromboembolismo pulmonar.

Identificação

Na AESP existe atividade elétrica no monitor cardíaco, mas o paciente não reage, não respira e não se consegue sentir pulso carotídeo. Constitui um ritmo com complexos QRS que não produzem respostas de contração miocárdica suficiente e detectável.

Apesar de existir um ritmo organizado no monitor, não existe acoplamento do ritmo com pulsação efetiva (com débito cardíaco), sendo um RITMO NÃO CHOCÁVEL.

Veja também:

Os Ritmos Chocáveis Vs Não Chocáveis em uma PCR

Interpretando Arritmias Cardíacas

Referência:

  1. Favarato, Desidério e Gutierrez, Paulo SampaioCaso 3/2005 – Parada cardíaca em atividade elétrica sem pulso, em homem de 49 anos, no 23º dia após infarto agudo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, v. 84, n. 6 [Acessado 15 Junho 2022] , pp. 492-494. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0066-782X2005000600012&gt;. Epub 28 Jun 2005. ISSN 1678-4170. https://doi.org/10.1590/S0066-782X2005000600012.

Para que serve o Gel Condutor?



Se você já foi um paciente, e precisou fazer um exame de ultrassonografia por exemplo, já devem ter utilizado em você um gel, para manusear o aparelho sob a localidade de um órgão que necessita ser visualizado.

Mas, é só para isso que é usado?

A Finalidade

O Gel Condutor foi desenvolvido para realização do contato entre o meio condutor e a pele. Ele auxilia a acoplar adequadamente eletrodos e cabeçotes e ainda realizar a condução da energia aplicada a qualquer aparelho que necessite de um meio de contato. É indicado para procedimentos médicos, fisioterápicos e estéticos.

A Indicação

Não somente para exames de imagem como a ultrassonografia, mas também é um “must-have” nos carrinhos de emergência (Sim! o Gel pode ser utilizado para conduzir a energia das pás do Cardioversor e os eletrodos do ECG do aparelho quando estes ocasionam certo tipo de interferência no traçado), quando um eletrocardiógrafo também de vez em quando dá algumas interferências, que não necessariamente seja o paciente, o gel aplicado nas pontas dos fios dos eletrodos expande um pouco mais o campo de visualização do aparelho na hora de registrar no papel.

Nos Bisturis elétricos, o gel condutor tem um grande papel no auxílio das cirurgias, pode ser encontrado também sob forma de placa, pois sem o uso deste, pode provocar queimaduras de primeiro, segundo e até terceiro graus.

Nos eletrocautérios a corrente elétrica corta o tecido humano vaporizando a água da região. E  a corrente entra no organismo do paciente através do bisturi e sai por uma placa de metal (sendo posteriormente adicionado o gel condutor) ou borracha condutora com o gel colada junto ao corpo.

As queimaduras acontecem quando a placa é mal colocada ou posicionada em local errado, além dos casos de defeito do próprio equipamento.

Deve ser colocada a placa do bisturi elétrico em contato com a pele do cliente, esta placa serve como um fio terra, evitando descarga elétrica no cliente, utilizando-se um gel condutor na placa, geralmente localizada nas panturrilhas ou região escapular.

Na Estética e na Fisioterapia o Gel Condutor é um grande aliado na Eletroterapia.

Na Eletroterapia são usados aparelhos que realizam estímulos elétricos de baixa intensidade para aperfeiçoar a circulação, o metabolismo, a nutrição, e a oxigenação da pele, promovendo a produção de colágeno e elastina, e mantendo o equilíbrio e a manutenção da pele, e também funciona como um verdadeiro analgésico em dores intensas, provocadas ou não por problemas ortopédicos e musculares e com isso, o gel ajuda a conduzir melhor a energia elétrica para esta técnica.

Alguns cuidados com o uso do gel

  • Não colocar em contato com os olhos, caso ocorra de lavar com água em abundância por pelo menos 10 minutos;
  • Após o procedimento, oferecer ao paciente um papel ou lenço para a remoção do gel, ou se o mesmo não consiga por si próprio, auxiliá-lo;
  • Mantenha em lugar fresco;
  • Evite locais úmidos, quentes;
  • Mantenha longe de locais com calor excessivo.

Veja também:

Realizando o Exame de Eletrocardiograma (ECG)

 

Referências:

  1. Blog Carci Oficial;
  2. Pérolas Estética;



A Escala de Coma de Glasgow (ECG)

Glasgow

A escala de Coma de  Glasgow (ECG) é uma escala de ordem neurológica capaz de medir e avaliar o nível de consciência de uma pessoa que tenha sofrido um traumatismo craniano. Portanto, esta escala é um método bastante confiável para detectar o nível de consciência de uma pessoa após acidentes. Eventualmente ela é utilizada durante as primeiras 24 horas após o trauma e faz a avaliação baseada em três parâmetros: abertura ocular, resposta motora e resposta verbal. Posteriormente, esse importante recurso foi atualizado em abril de 2018, e conforme sua avaliação também é utilizada como um recurso dos profissionais de saúde no prognóstico do paciente, além de ter grande utilidade na previsão de eventuais sequelas.

Os Criadores da ECG

Primeiramente, a escala foi criada em 1974, por Graham Teasdale e Bryan J. Jennett, do Instituto de Ciências Neurológicas de Glasgow (na Inglaterra). A proposta era desenvolver um método que medisse os níveis de danos neurológicos nos pacientes, determinando assim o tratamento adequado. Mais recentemente, ela passou a ter esta classificação de assistência na análise do nível de consciência.

A escala de coma de Glasgow inicialmente fora desenvolvida para ser utilizada como facilitador, ou melhor, instrumento de pesquisa para estudar o nível de consciência de pacientes com trauma craniano grave e, de forma incisiva, mensurar a função em pacientes comatosos, dada a dificuldade da definição da extensão da lesão cerebral.

Quarenta anos posteriormente, Sir Graham Teasdale conduziu um projeto que procurou entender o atual uso da escala e que foi incorporado nas novas diretrizes.

Portanto, as mudanças não pararam e o neurocirurgião e sua equipe publicaram um estudo no Journal of Neurosurgery (publicação oficial da Associação Americana de Cirurgiões Neurológicos) acrescentando outro importante fator para ser medido na escala: a reatividade pupilar. Aliás, a modificação mais recente foi uma tentativa de obter melhores informações sobre o prognóstico no traumatismo cranioencefálico, incluindo a probabilidade de morte, já que o estudo realizado pelos pesquisadores revelou maior precisão na análise do estado de saúde do paciente. Nasceu então a versão mais recente da escala, denominada escala de coma de Glasgow com resposta/reatividade pupilar (ECG-P).

Os Elementos da Escala

Entretanto, a escala compreende de três testes: respostas de abertura ocular, fala e capacidade motora. Os três valores separadamente, assim como sua soma, são considerados.  Enfim, após a análise desses fatores, a publicação de 2018 indica mais um ponto a ser observado: a Reatividade pupilar, que é subtraída da pontuação anterior, gerando um resultado final mais preciso.

Ocular:

(4) Espontânea: abre os olhos sem a necessidade de estímulo externo.

(3) Ao som: abre os olhos quando é chamado.

(2) À pressão: paciente abre os olhos após pressão na extremidade dos dedos (aumentando progressivamente a intensidade por 10 segundos).

(1) Ausente: não abre os olhos, apesar de ser fisicamente capaz de abri-los.

Verbal:

(5) Orientada: consegue responder adequadamente o nome, local e data.

(4) Confusa: consegue conversar em frases, mas não responde corretamente as perguntas de nome, local e data.

(3) Palavras: não consegue falar em frases, mas interage através de palavras isoladas.

(2) Sons: somente produz gemidos.

(1) Ausente: não produz sons, apesar de ser fisicamente capaz de realizá-los.

Motora:

(6) À ordem: cumpre ordens de atividade motora (duas ações) como apertar a mão do profissional e colocar a língua para fora.

(5) Localizadora: eleva a mão acima do nível da clavícula em uma tentativa de interromper o estímulo (durante o pinçamento do trapézio ou incisura supraorbitária).

(4) Flexão normal: a mão não alcança a fonte do estímulo, mas há uma flexão rápida do braço ao nível do cotovelo e na direção externa ao corpo.

(3) Flexão anormal: a mão não alcança a fonte do estímulo, mas há uma flexão lenta do braço na direção interna do corpo.

(2) Extensão: há uma extensão do braço ao nível do cotovelo.

(1) Ausente: não há resposta motora dos membros superiores e inferiores, apesar de o paciente ser fisicamente capaz de realizá-la.

Pupilar (atualização 2018):

(2) Inexistente: nenhuma pupila reage ao estímulo de luz

(1) Parcial: apenas uma pupila reage ao estímulo de luz.

(0) Completa: as duas pupilas reagem ao estímulo de luz.

As outras mudanças na Escala de Coma de Glasgow

Na Estrutura

Enquanto nesta escala atualizada, as etapas de avaliação estão mais claras, dando maior ênfase nas pontuações individuais do que na soma total. Sobretudo, conforme o site oficial, as mudanças foram baseadas na experiência de médicos e enfermeiros pelo mundo.

Na Nomenclatura

Alguns nomes foram alterados. Em vez de “abertura da dor”, é usado “pressão de abertura dos olhos” para que a natureza do estímulo seja registrada de forma mais precisa. A mudança também foi feita por conta da difícil definição de “dor” e pelo questionamento da necessidade ou até viabilidade dessa sensação no paciente em coma.

Também foi feita a simplificação dos termos “palavras inadequadas” e “sons incompreensíveis” para “palavras” e “sons”.

A Resposta Motora

Foi atualizada dividindo os termos flexão “normal” e “anormal” para facilitar o prognóstico do paciente.

Os Estímulos

Portanto, no primeiro documento publicado, não havia uma especificação sobre os tipos de estímulos. Contudo a escala possui atualmente a indicação de quais são adequados e em que ordem devem ser realizados no paciente.

O Escore da Reatividade Pupilar

Então este item foi adicionando como uma etapa posterior à contagem tradicional e que deve ser subtraída da conta geral, resultando em um panorama mais preciso da situação do paciente e permitindo ações mais rápidas para evitar consequências drásticas.

Veja o documento de orientação da escala de coma de Glasgow em português para mais informações. 

Veja Também!

Escala de Ramsay

Escala de Norton

Escala de Hunt e Hess

Escala de Dor

Escala de Apgar ou Teste de Apgar

Realizando o Exame de Eletrocardiograma (ECG)

eletrocardiograma

Seja para prevenir doenças, para confirmar um diagnóstico, ou simplesmente para permitir a realização de atividades físicas sem riscos à saúde, o eletrocardiograma é um dos exames mais usados atualmente para checar o estado do coração. Esse exame verifica qualquer tipo de problema aparente e mostra ao médico qual é o melhor caminho a ser tomado nas mais variadas circunstâncias.

No entanto, são poucas as pessoas que fazem o eletrocardiograma, pensando que ele só deve ser prescrito em casos graves ou específicos, o que não é verdade.

O que é o Eletrocardiograma?

O eletrocardiograma é um exame que visa registrar a atividade elétrica do coração toda vez que este realiza um batimento, usando, para isso, uma série de eletrodos, pás e peras que são espalhados pelo corpo.

Esses eletrodos estão ligados a um aparelho, responsável por traduzir toda a atividade em um papel “termossensível”. A partir disso, o médico pode analisar os registros gráficos e avaliar o estado cardíaco do paciente de forma apurada.

O Técnico de Enfermagem pode realizar o exame de Eletrocardiograma (ECG)?

Temos um Parecer em nosso respaldo, o Parecer nº 29/2014- COREN/MS! 

O exame de Eletrocardiograma (ECG), por ser considerado um exame simples, não invasivo, fácil e repetitivo, não apresentando objeções de ser realizado (pode ser realizado) por um Auxiliar ou Técnico de Enfermagem, esses profissionais têm a capacidade de realizar a colocação de eletrodos e manuseio do aparelho.

Não é uma função privativa do Enfermeiro, porém,  é necessário que haja a supervisão de um Enfermeiro(a) na unidade, pois ele é o profissional que tem conhecimento técnico científico para analisar e identificar qualquer alteração fisiológica, assim se houver alguma intercorrência no decorrer do exame, esse técnico de enfermagem pode solicitar a presença do enfermeiro do setor. No entanto, a análise do exame e o laudo eletrocardiográfico são da competência do profissional médico.

Sabendo que o Enfermeiro também deverá registrar tudo em prontuário, mediante a Resolução Cofen nº 358, de 15 de outubro de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem.

Portanto, é favorável de que a realização do exame de eletrocardiograma (ECG), seja, realizado por qualquer um dos membros da Equipe de Enfermagem, desde que seja capacitado e treinado (Auxiliar ou Técnico de enfermagem, Enfermeiro), tendo em vista que não é privativo de nenhum profissional!

Quando o eletrocardiograma deve ser feito?

O eletrocardiograma é solicitado tanto para a confirmação de um diagnóstico quanto para verificar, preventivamente, algum tipo de doença cardiovascular, visto que essa é a principal causa de morte de indivíduos adultos.

arritmia e a desfibrilação, por exemplo, são disfunções cardíacas que podem ser verificadas por meio do exame. No entanto, doenças como hipotireoidismo e AVC (Acidente Vascular Cerebral) também costumam ser constatadas, mesmo envolvendo outras áreas do organismo. Isso prova que o exame, além de eficaz, é bem abrangente.

Como fazer um eletrocardiograma?

Preparando o paciente adequadamente

O primeiro passo para o eletrocardiograma é a preparação do paciente, que deve estar ciente que o exame é seguro, livre de riscos e rápido — desde que paciente colabore.

Para a realização do exame, é necessário colocar os eletrodos em pontos específicos do corpo. Se o paciente apresentar muitos pelos nesses locais, será necessário uma tricotomia (depilação), para que o eletrodo se fixe corretamente e não haja interferências.

Retirando toda a roupa, joias e qualquer adorno que estiver no corpo, o paciente deverá ser colocado de barriga pra cima, estando pronto para a sucessão do procedimento. O paciente deverá estar em repouso, por isso, é importante que movimentos bruscos sejam evitados 10 minutos antes do exame.

Posicionando os eletrodos de forma correta

Os eletrodos são fixados a partir de um gel colante, mas antes disso, é necessário que se passe álcool desengordurante na pele, a fim de retirar parte da camada córnea, garantindo máxima eficácia para o exame.

Os eletrodos são colocados seguindo dois tipos de derivação, chamadas precordiais e periféricos. Os precordiais serão colocados sob o peito, enquanto os periféricos serão posicionados nos membros do paciente.

Os eletrodos precordiais são classificados como eletrodos V, e possuem determinados locais de atuação. Vejam quais são:

  • V-1: quarto espaço intercostal (entre as costelas), na margem direita do esterno. Possui cor vermelha.
  • V-2: quarto espaço intercostal, na margem esquerda do esterno. Possui cor amarela.
  • V-3: entre V-2 e V-4. No entanto, deve-se colocar V-4 primeiro. Possui cor verde.
  • V-4: quinto espaço intercostal na linha média clavicular esquerda. Possui cor marrom.
  • V-5: quinto espaço intercostal, situado na axilar anterior esquerda. Possui cor preta.
  • V-6: quinto espaço intercostal, situado na axilar média esquerda. Possui cor roxa.

Para iniciar a colocação, deve-se contar os espaços entre as costelas a partir da clavícula direita.

Os eletrodos periféricos são mais simples de ser colocados, basta lembrar da ordem vermelho-amarelo-preto-verde. Veja:

  • Eletrodo RA: braço direito. Tem a cor vermelha.
  • Eletrodo LA: braço esquerdo. Tem a cor amarela.
  • Eletrodo RL: tornozelo direito. Tem a cor preta.
  • Eletrodo LL: tornozelo esquerdo. Tem a cor verde.

O eletrocardiograma é um exame extremamente eficaz e possibilita o indivíduo descobrir uma série de distúrbios ou doenças que podem afetar o seu coração. Afinal, o quanto antes o problema for analisado, mais rápido ele poderá ser resolvido.

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Eletrocardiograma

Veja mais em:

¿Qué es la sobrecarga atrial?

sobrecarga atria

Una sobrecarga atrial puede ser vista a través de un laudo de examen hecho en un electrocardiograma (ECG), en un monitor multiparámetros, y laudos de exámenes de ecocardiogramas, entre otros.

¿Qué es una sobrecarga atrial?

Es cuando hay un aumento de volumen en uno de los atrios, pudiendo ser el Izquierdo (SAE) o Derecho (SAD).

Generalmente representa una dificultad de vaciamiento del atrio, cualquiera sea el lado. La mayoría de las veces puede ser por una deficiencia de apertura de la válvula mitral (en el caso de la SAE). Dependiendo de la intensidad puede generar síntomas y arritmias cardíacas.

Sin embargo, (no siempre) puede ser necesario un tratamiento medicamentoso o incluso un procedimiento invasivo como cirugía o “plastia” de la válvula.

La repolarización ventricular se altera en cualquier mal funcionamiento del corazón e incluso en corazones sanos, siendo portando una alteración inespecífica.

Las causas de la sobrecarga auricular derecha

Pueden ser por enfermedades congénitas:

  • Anomalía de Ebstein;
  • Atresia de la válvula tricúspide;
  • Estenosis congénita de la válvula pulmonar;
  • Síndrome de Eisenmenger;
  • Tetralogía de Fallot;
  • Comunicación interatrial, entre otras.

O enfermedades adquiridas:

  • Color pulmonale asociado al enfisema pulmonar o bronquitis crónica;
  • Estenosis de la válvula tricúspide;
  • Insuficiencia de la válvula tricúspide;
  • Hipertensión pulmonar por innumerables causas;
  • Cardiomiopatías [dilatada, restrictiva e hipertrófica];
  • Fibrilación auricular permanente [arritmia que tiene origen en los atrios, pudiendo ser causa o consecuencia de la sobrecarga atrial derecha], entre otras.

Las Causas de la Sobrecarga Atrial Izquierda

  • Hipertención arterial;
  • Enfermedades de la válvula mitral (estenosis o insuficiencia de la válvula mitral);
  • Enfermedades de la válvula aórtica (estenosis o insuficiencia de la válvula aórtica);
  • Cardiomiopatías (dilatada, restrictiva o hipertrófica);
  • Enfermedad arterial coronaria;
  • Fibrilación auricular permanente (arritmia que tiene origen en los atrios, que puede ser causa o consecuencia de la sobrecarga atrial izquierda), entre otras enfermedades.

La sobrecarga atrial izquierda puede ocurrir aisladamente o asociada a la sobrecarga atrial derecha (cámara cardíaca localizada por encima del ventrículo derecho). Esta última condición se denomina sobrecarga biatrial.

En el electrocardiograma el diagnóstico de la sobrecarga auricular se realiza a través del análisis de la onda P en las derivaciones D2 y V1. Eventualmente, en algunos laudos de electrocardiograma, el término sobrecarga atrial izquierda podrá ser sustituido por la abreviatura SAE o SAD.

Vean también:

Paro Cardiaco Vs Ataque Cardiaco: Las Diferencias

Las Valvas (Válvulas) Cardíacas

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Realizando el examen de Electrocardiograma (ECG)

Electrocardiograma

Para prevenir enfermedades, para confirmar un diagnóstico, o simplemente para permitir la realización de actividades físicas sin riesgos para la salud, el electrocardiograma es uno de los exámenes más utilizados actualmente para chequear el estado del corazón. Este examen verifica cualquier tipo de problema aparente y muestra al médico cuál es el mejor camino a tomar en las más variadas circunstancias.

Sin embargo, son pocas las personas que hacen el electrocardiograma, pensando que sólo debe ser prescrito en casos graves o específicos, lo que no es cierto.

¿Qué es el electrocardiograma?

El electrocardiograma es un examen que busca registrar la actividad eléctrica del corazón cada vez que éste realiza un latido, usando para ello una serie de electrodos, palas y peras que son esparcidas por el cuerpo.

Estos electrodos están conectados a un aparato, responsable de traducir toda la actividad en un papel “términos sensibles”. A partir de eso, el médico puede analizar los registros gráficos y evaluar el estado cardiaco del paciente de forma apurada.

El examen de Electrocardiograma (ECG), por ser considerado un examen simple, no invasivo, fácil y repetitivo, no presentando objeciones de ser realizado (puede ser realizado) por un Auxiliar o Técnico de Enfermería, estos profesionales tienen la capacidad de realizar la colocación de electrodos y manejo del aparato.

No es una función privada del enfermero, pero es necesario que haya la supervisión de un enfermero (a) en la unidad, pues él es el profesional que tiene conocimiento técnico científico para analizar e identificar cualquier alteración fisiológica, así que si hay alguna intercurrencia en el transcurso del examen, ese técnico de enfermería puede solicitar la presencia del enfermero del sector. Sin embargo, el análisis del examen y el laudo electrocardiográfico son de la competencia del profesional médico.

Por lo tanto, es favorable que la realización del examen de electrocardiograma (ECG), sea realizado por cualquiera de los miembros del Equipo de Enfermería, siempre que sea capacitado y entrenado (Auxiliar o Técnico de enfermería, Enfermero), teniendo en cuenta que no es ¡privado de ningún profesional!

¿Cuándo se debe hacer el electrocardiograma?

El electrocardiograma es solicitado tanto para la confirmación de un diagnóstico como para verificar, preventivamente, algún tipo de enfermedad cardiovascular, ya que esta es la principal causa de muerte de individuos adultos.

La arritmia y la desfibrilación, por ejemplo, son disfunciones cardíacas que pueden comprobarse mediante el examen. Sin embargo, las enfermedades como el hipotiroidismo y el accidente cerebrovascular (accidente cerebrovascular) también suelen ser constatadas, incluso involucrando otras áreas del organismo. Esto prueba que el examen, además de eficaz, es muy amplio.

¿Cómo hacer un electrocardiograma?

  • Preparando al paciente adecuadamente

El primer paso para el electrocardiograma es la preparación del paciente, que debe ser consciente de que el examen es seguro, libre de riesgos y rápido – desde que paciente colabore.

Para la realización del examen, es necesario colocar los electrodos en puntos específicos del cuerpo. Si el paciente presenta muchos por esos lugares, será necesaria una tricotomía (depilación), para que el electrodo se fije correctamente y no haya interferencias.

Retirando toda la ropa, joyas y cualquier adorno que esté en el cuerpo, el paciente deberá ser colocado de barriga hacia arriba, estando listo para la sucesión del procedimiento. El paciente debe estar en reposo, por lo que es importante que los movimientos bruscos se eviten 10 minutos antes del examen.

  • Posicionando los electrodos de forma correcta

Los electrodos se fijan a partir de un gel adhesivo, pero antes de eso, es necesario que se pase alcohol desengrasante en la piel, con el fin de retirar parte de la capa córnea, garantizando máxima eficacia para el examen.

Los electrodos se colocan siguiendo dos tipos de derivación, llamadas precordiales y periféricos. Los precordiales serán colocados bajo el pecho, mientras que los periféricos serán colocados en los miembros del paciente.

Los electrodos precordiales se clasifican como electrodos V, y poseen determinados lugares de actuación. Mira cuáles son:

  • V-1: Cuarto espacio intercostal (entre las costillas), en la margen derecha del esternón. Tiene un color rojo.
  • V-2: cuarto espacio intercostal, en la margen izquierda del esternón. Tiene un color amarillo.
  • V-3: entre V-2 y V-4. Sin embargo, se debe colocar V-4 primero. Tiene un color verde.
  • V-4: el quinto espacio intercostal en la línea media clavicular izquierda. Posee color marrón.
  • V-5: el quinto espacio intercostal, situado en la axilar anterior izquierda. Tiene un color negro.
  • V-6: el quinto espacio intercostal, situado en la axilar media izquierda. Posee color púrpura.

Para iniciar la colocación, se deben contar los espacios entre las costillas a partir de la clavícula derecha.

Los electrodos periféricos son más simples de colocar, sólo recuerde el orden rojo-amarillo-negro-verde. ver:

  • Electrodo RA: Brazo derecho. Tiene el color rojo.
  • Electrodo LA: Brazo izquierdo. Tiene el color amarillo
  • Electrodo RL: El tobillo derecho. Tiene el color negro.
  • Electrodo LL: el tobillo izquierdo. Tiene el color verde.

El electrocardiograma es un examen extremadamente eficaz y permite al individuo descubrir una serie de trastornos o enfermedades que pueden afectar su corazón. Después de todo, cuanto antes se analiza el problema, más rápido puede resolverse.

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Como Interpretar o Eletrocardiograma (ECG) de forma divertida e facilmente