Diferencias entre Lesiones Arteriales y Venosas

Lesiones Arteriales y Venosas

Son lesiones superficiales o profundas que pueden ser causadas por diversos factores, como herencia, enfermedades preexistentes y factores de riesgo, como el sedentarismo y el tabaquismo. En el caso de las lesiones de miembros inferiores, las más comunes son causadas por problemas de circulación. Son las lesiones arteriales y las venosas.

La circulación sanguínea funciona a partir de la distribución de la sangre que sale del corazón, actividad realizada por las arterias. Después que todo el cuerpo ha sido abastecido con sangre rica en nutrientes y oxígeno, las venas llevan la sangre de vuelta al corazón para que se filtren las impurezas.

Lesiones Arteriales

La herida se forma porque hay obstrucción de las arterias, pues existe falta de sangre rica en oxígeno y nutrientes para irrigar los tejidos, resultando en la muerte celular y, por consiguiente, en las lesiones. Generalmente, está asociada a la formación de placas de grasa en la pared de las arterias, ocasionando la disminución o interrupción del flujo sanguíneo. El tabaquismo, la diabetes no controlada y el colesterol alto son algunos de los factores que pueden favorecer el surgimiento de este tipo de úlcera. En la región por encima de la canela y en las extremidades de los dedos de los pies, son heridas de difícil cicatrización y bastante dolorosas, pudiendo, incluso, resultar en la amputación del miembro.

Lesiones Venosas

Causadas por la dificultad de retornar la sangre al corazón, corresponden al 80% de las heridas que acomete piernas y pies. La sangre está estancada en la región y, debido a la fragilización de la piel, cualquier pequeño trauma puede resultar en lesión y evolucionar hacia la condición crónica. Los grupos con mayor probabilidad de desarrollar este tipo de lesión son: mujeres, sedentarios o personas que suelen quedarse mucho tiempo en pie. Los factores genéticos también pueden influir.

Tratamiento

Una vez identificado el problema vascular, es esencial que haya un seguimiento médico especializado para que el mejor tratamiento sea indicado, principalmente porque cada tipo de lesión requiere un tratamiento específico. En lesiones venosas, para mejorar el retorno de la sangre, es importante asociar el tratamiento tópico de la herida a reposo con las piernas elevadas y el vendaje compresivo. En los casos de lesiones arteriales el tratamiento compresivo es contraindicado.

Las lesiones son heridas complejas y, a menudo, dolorosas. Con la evolución de los curativos y de los tratamientos, existen productos que aceleran el proceso cicatricial y disminuyen las molestias.

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A Roupa Privativa

A Roupa Privativa é um Equipamento de Proteção Individual (EPI), e faz parte da norma regulamentadora do Ministério do trabalho, a NR 32, tendo em pauta os seguintes itens:

 32.10.19 O empregador deve fornecer, sem ônus para o empregado, vestimenta de trabalho adequada aos riscos ocupacionais em condições de conforto, bem como responsabilizar-se por sua higienização.

32.10.20 Antes de sair do ambiente de trabalho, após o seu turno laboral, os trabalhadores devem retirar suas vestimentas e os equipamentos de proteção individual, que possam estar contaminados por agentes biológicos e colocá-los em locais para este fim destinados.

Porém, se utilizados de forma inadequada pode ser um veículo de transmissão de microrganismos potencialmente patogênicos, influenciando na distribuição dos mesmos em diferentes ambientes.

Segundo citado na NR 32,  o profissional deve depositar seus EPI em locais próprios antes de sair do ambiente de trabalho, pois, essa segurança não é efetiva apenas pelo uso desses equipamentos, mas também pela forma que são utilizados, sua descontaminação e rotina de troca. É significativa a quantidade de microrganismos encontrados nos uniformes dos profissionais de saúde e essa quantidade pode aumentar durante o período de trabalho. Os agentes patogênicos encontrados nessas vestimentas podem ser advindos dos pacientes, correndo o risco de em seguida serem disseminados no ambiente, contaminando outros indivíduos e comprometendo a recuperação dos mesmos.

O risco é ainda maior quando essa contaminação ocorre em ambientes como as Unidades de Terapia Intensiva (UTI), que são setores destinados ao acolhimento de pacientes com perfil clínico grave e que necessitam de acompanhamento e atenção contínua para o monitoramento do seu desempenho durante a internação. Estas unidades são consideradas áreas críticas, tanto pelo estado clínico dos pacientes internados, quanto pelo risco desses desenvolverem Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS).

Mas o que são as IRAS?

As IRAS são definidas como qualquer tipo de infecção que acomete o indivíduo em ambiente hospitalar e estão entre a maior causa de morbimortalidade em pessoas que se encontram em estado clínico agravado e que se submetem a procedimentos clínicos invasivos, além da sepse e microrganismos multirresistentes, entre outros fatores de risco que podem levar ao óbito, sendo consideradas, portanto, um relevante problema de saúde pública.

Dentre os agentes causadores dessas IRAS está presente o grupo dos Staphylococcus sp., esses microrganismos estão presentes na microbiota da pele e podem ser facilmente disseminados. O risco dessa disseminação em ambientes críticos é preocupante devido à grande capacidade que esse microrganismo possui de desenvolver resistência à maioria dos antibióticos.

O grande número de infecções hospitalares adquiridas anualmente gera um custo financeiro significativo. Em meio às prováveis fontes dessas infecções encontram-se os equipamentos de saúde, dentre os quais estão presentes os uniformes privativos, que apresentam uma contaminação de 60%, incluindo bactérias resistentes a diferentes drogas.

Quais são os benefícios com o uso da Roupa Privativa?

A utilização de uniformes privativos para as UTIs é de fundamental importância para a proteção dos colaboradores do setor, bem como a manutenção das boas práticas para cuidados aos pacientes na intenção de evitar IRAS. E para proteção pessoal também do colaborador, a fim de evitar que se contamine com fluídos, secreções e outros itens que podem prejudicar o uso de sua roupa pessoal.

Não somente a Roupa Privativa, mas outros itens também podem levar a contaminação!

Devemos também nos preocupar não somente com a troca constante destas roupas privativas, mas também como a lavagem de gorros/toucas não descartáveis (de tecido), e a limpeza constante dos sapatos ocupacionais, o lavagem constante dos jalecos, que se armazenados em outros locais com sujidade acoplada nestes itens, podendo contaminar um ambiente totalmente livre de microrganismos.

Porém, a contaminação de jalecos, roupas privativas, gorros, sapatos, uniformes é praticamente inevitável em ambiente hospitalar, podendo ser um dos fatores que levam a infecções, considerando que estes são um potencial reservatório de microrganismos, o que leva a hipótese de que os uniformes analisados neste estudo possam estar colaborando para a disseminação de agentes possivelmente patogênicos.

A contaminação dos uniformes utilizados para a assistência à saúde aumenta de forma progressiva de acordo com o tempo de uso e atividades desenvolvidas no período de utilização dos mesmos.

Os Microrganismos

Diferentes microrganismos são encontrados nas amostras dos uniformes privativos, porém, enfatizou-se o Staphylococcus aureus por sua importância epidemiológica nas IRAS, sendo estes referidos como um dos microrganismos que mais estão associados às infecções primárias da corrente sanguínea. Um fator importante sobre esse microrganismo é sua capacidade de adquirir resistência a diferentes antibióticos, tais como a oxacilina e vancomicina.

REFERÊNCIA:

VALADARES, Bruno Dos Santos et al. Contaminação de Uniformes Privativos Utilizados por Profissionais que Atuam nas
Unidades de Terapia Intensiva. Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção, Santa Cruz do Sul, v. 7, n. 1, jan. 2017. ISSN 2238-3360. 

Veja também:

O Terror dos Hospitais: Os Microrganismos Resistentes e seu tempo de sobrevida no ambiente

Acinetobacter

Pseudomonas

La Presión Arterial Invasiva o PAI

Presión Invasiva

La Presión Arterial Invasiva o PAI es un procedimiento de extrema importancia en una UTI. Indicado para pacientes más críticos, para control rígido de presión junto con drogas vasoactivas. La presión por este método se mide a través de un catéter introducido en la arteria, el cual se conecta en una columna líquida. La medida de la presión se obtiene a través del transductor de presión que hace la lectura; se obtiene presión sistólica, diastólica y media (PAM).

¿Cuáles son las preferencias para las regiones del catéter?

  • Radial (Imprecisa en situaciones de vasoconstricción extrema);
  • Femoral;

Una sugerencia!

El valor de la PAM (Presión Arterial Media) no necesita necesariamente un catéter en radial o femoral para obtener el resultado medio. Puede utilizar la siguiente fórmula:

PAM = PAS + (PAD x 2)
                        3

  • PAM = presión arterial media
  • PAS = presión arterial sistólica
  • PAD = presión arterial diastólica

¿Cuáles son los valores normales de PAM?

Los valores normales de PAM varían de 75 a 105 mmHg.

¿Cuáles son las indicaciones para este tipo de procedimiento?

  • Cirugía cardiopulmonar;
  • Grandes cirugías vasculares, torácicas, abdominales o neurológicas;
  • Inestabilidad hemodinámica;
  • Uso de drogas vasoactivas;
  • Uso de monitorización de la presión intracraneal;
  • Emergencia hipertensiva asociada a la disección de aorta o accidente cerebrovascular;

  • Necesidad de gasometría arterial más de tres veces al día;

  • Control estricto de la presión arterial para la conducta clínica.

¿Y sus contraindicaciones?

  • Enfermedad vascular periférica;
  • Enfermedades hemorrágicas;
  • Uso de anticoagulantes o trombolíticos;
  • Punción en áreas infectadas;
  • Quemaduras en el lugar de punción.

Hay complicaciones, podemos citar:

  • Embolización arterial y sistémica;
  • Insuficiencia vascular;
  • Isquemia de la región;
  • Trombosis;
  • Alteraciones cutáneas: Hematomas, infiltraciones;
  • Infección;
  • Hemorragia maciza por desconexión del catéter.

El procedimiento: ¿Qué materiales debo separar?

  • Mesa auxiliar;
  • Antisépticos estandarizados en la institución;
  • Bandeja para acceso venoso profundo o bandeja de pequeña cirugía;
  • Mascarilla;
  • Guante estéril;
  • Gafas;
  • Delantal estéril;
  • Jeringa desechable;
  • Aguja 13 x 0,38;
  • Aguja 40 x 12;
  • Anestésico local (lidocaína al 2% sin vasoconstrictor)
  • Hilo de sutura aguda para fijación catéter (preferiblemente mononil);
  • Kit arterial;
  • Transductor de presión;
  • Bolsa presurizadora, soporte para solución y soporte para transductor;
  • Solución salina 0,9% (250 o 500 ml);
  • Heparina sódica 5000 UI / ml;

Realización del procedimiento al técnico de enfermería:

  • Comprobar pacientes con indicación para cateterización arterial y solicitud médica para el procedimiento;
  • Seleccionar material para punción arterial, seleccionar monitor con módulo de PAM;
  • Higienizar las manos;
  • Abrir envase conteniendo circuito (transductor electrónico) de PAM estéril, observando para evitar contaminación;
  • Montar adecuadamente transductor de PAM acoplando al suero fisiológico el 0,9% de preferencia 250 ml, retirando aire del sistema, dejándolo listo para conexión en la línea arterial;
  • Preparar paciente colocando el miembro elegido para punción;
  • Dejar bandeja con material para punción cerca del Box;
  • Ofrecer al médico material para punción, paramento y antissepsia;
  • Calzar guantes acompañando durante el procedimiento;
  • Después de la punción de la línea arterial, conectar vía paciente del circuito de PAM, verificar reflujo de sangre arterial y realizar flush de solución fisiológica, para garantizar permeabilidad del catéter;
  • Después de proceder a la puesta a cero del sistema, teniendo como punto cero la línea media axilar (eje flebostático), 4º espacio intercostal;
  • Preferentemente debe ser cero con cabecera a 30º, siendo que si el zero es otro deberá ser informado y registrado en local visible el equipo;
  • Zerar sistema en el monitor (calibrar);
  • Observar curva;

Cuidados de enfermería al manejo del sistema:

  • Atentar para mantenimiento en presurizador: mantener la permeabilidad del catéter por el flujo continuo de SF 0,9% (250 ml) y la bolsa presurizadora con 300 mmhg;
  • Realizar el flush de SF cada 6 horas;
  • Atentar para coágulos y permeabilidad del sistema;
  • Acompañar fijación del catéter, y después realizar curativo estéril, atentando para posibilitar observación del equipo después;
  • Asegurar la fijación del miembro, previniendo la retirada accidental del catéter;
  • Desecho del material;
  • Realizar lavado de manos;
  • Registrar la anotación del procedimiento;
  • Datación local punción y sistema;
  • Observar curva constantemente, atentar para las señales infección del sitio punción, y lavarse las manos antes y después de cada manipulación con el catéter o sistema;
  • Realizar el ajuste del sistema cada 6 horas;
  • Atentar para alarmas accionándolo al inicio de la conexión.

Resultado esperado:

  • Monitorear la presión arterial intensa o PAI (PAM invasiva) de pacientes críticos de forma continua y segura;
  • Posibilitar la recolección de sangre arterial;
  • Mantenimiento de la línea arterial con adecuada permeabilidad;

NO CONFORMIDAD:

La Presión Arterial Invasiva o PAI puede obtener alteraciones, si hay alteraciones con el sistema o catéter deben ser comunicadas al intensivista para definición de conducto. Pérdida de la línea arterial por obstrucción / contaminación / desconexión deben ser registradas en el prontuario y en la hoja de no conformidades del sector.

 

La Epistaxis: ¿Qué es?

La Epistaxis

El término Epistaxis es el nombre dado a cualquier tipo de pérdida de sangre por la nariz, a menudo por las narinas, oa través de la nariz por la boca.

Hay dos tipos de epistaxis:

  1. Anterior (90% casos aproximadamente), es decir, más cerca de la parte externa de la nariz.
  2. Posterior (10% casos aproximadamente), es decir, más en el interior: menos común, pero con efectos más graves.

¿Cómo ocurre el sangrado?

La epistaxis ocurre cuando pequeños vasos (venas o arterias), que pasan por la mucosa de la nariz se rompen.

¿Por qué estos pequeños vasos rompen?

En general, los vasos se vuelven frágiles y más susceptibles a la ruptura por factores locales, que pueden ser identificados al examen otorrinolaringológico, o por factores sistémicos como se muestra a continuación.

Factores locales:

  • Deformidades anatómicas, Inhalación de productos químicos, Inflamación (secundaria a infecciones agudas del tracto respiratorio como sinusitis crónica, rinitis alérgica e irritantes ambientales);
  • Cuerpos extraños;
  • Tumores intranasales;
  • Uso de medicamentos nasales;
  • Cirugías previas;
  • Trauma;

Factores sistémicos:

  • Uso de algunos medicamentos (por ejemplo, aspirina, warfarina, clopidogrel, desmopresina);
  • Intoxicación alcohólica;
  • Alergias;
  • Cambios en la coagulación de la sangre;
  • Problemas cardíacos;
  • Tumores de la sangre (leucemia);
  • Hipertención arterial;
  • Enfermedades infecciosas;
  • La malnutrición (especialmente la anemia);
  • Uso de narcóticos;
  • Enfermedades vasculares;

¿Qué hacer cuando presente Epistaxis?

Si usted presenta episodios frecuentes de epistaxis, vale la pena buscar el otorrinolaringólogo antes incluso de nuevo evento para descubrir la causa, aclarar todas las dudas e iniciar el tratamiento.

Si está presentando un sangrado en este momento, inicialmente mantenga la calma, la mayoría de las epistaxis mejoran espontáneamente en algunos minutos y no necesitan atención médica de urgencia.

Comprima la parte lateral de la nariz contra el septo del lado afectado por algunos minutos, se siente de forma erecta, no levante y ni baje la cabeza. Se puede colocar un algodón embebido en solución vasoconstrictora dentro de la fosa nasal y luego continuar la compresión por lo menos 5 a 10 minutos. Después de cesar el sangrado, no fuerce para asomar la nariz pues puede provocar un nuevo sangrado. No introduzca nada en las narinas. No intente limpiarlas con bastón de algodón, dedo, pinzas, pañuelos, papel higiénico. Utilice humidificadores o toallas mojadas para humidificar el ambiente.

¿Cómo se hace el tratamiento?

El otorrinolaringólogo puede realizar la cauterización (química o térmica) de los vasos sanguíneos afectados y controlar su cicatrización. Algunas veces es necesario realizar un taponamiento nasal en las más variadas formas (algodón, gasa, esponjas o materiales expansibles) por un período de 24 a 48 horas. Cuando se retiran, generalmente las heridas ya están en fase de cicatrización. Los pacientes con enfermedades de la coagulación sanguínea o el uso crónico de medicamentos que afecten a la coagulación (aspirina, anticoagulantes orales o inyectables) deben tener su dosis adecuada o suspendidas momentáneamente.

Los pacientes en quimioterapia, con leucemia, o post-radioterapia sufren frecuentemente con epistaxis y deben buscar al especialista. Los sangrados de mayor proporción, más prolongados o con mantenimiento del sangrado incluso con tapón, pueden ser tratados con cirugía para ligadura o electro cauterización de estas arterias bajo anestesia general.

Nutrición Enteral: Sistema Abierto y Cerrado

Nutrición Enteral

La Terapia Nutricional Enteral (TNE) es un conjunto de procedimientos empleados para el mantenimiento o la recuperación del estado nutricional a través de la Nutrición Enteral.

La Terapia Nutricional Enteral puede ser realizada por dos tipos de Sistemas: Abierto y Cerrado. En el Sistema Abierto, las dietas requieren manipulación y deben prepararse en un lugar específico. El sistema cerrado no demanda áreas de preparación o envasado.

¿Cuáles son las diferencias entre Sistema Abierto y Cerrado?

Ambos son eficaces y poseen propiedades nutricionales equivalentes. Sin embargo, la diferencia está en la manipulación y administración de las dietas, porque mientras el sistema abierto sólo necesita del producto para la dieta, el equipo y un frasco; el cierre, además de los elementos ya citados, necesita la ayuda de una bomba de infusión, que aumenta el costo del tratamiento, requiere energía eléctrica para funcionar y entrenamiento para su utilización y programación.

El Cuidado con el Almacenamiento de las Dietas

El almacenamiento de las dietas también es diferenciado. Los envases Tetra Pak (como los de la caja de leche) del sistema abierto tienen tapa y se pueden conservar dentro de la nevera en caso de fraccionamiento. El sistema cerrado, requiere un método continuo para administrar la dieta, pues las bolsas, que justifican el uso de la bomba de infusión, no poseen estructura para quedar en posición que imposibilite la fuga del producto. En el momento de la apertura para uso, el uso de cuchillos y tijeras también aumenta el riesgo de contaminación del producto, en el caso de las bolsas, ya que, en casa, estos materiales no son esterilizados de forma adecuada como en hospitales, por ejemplo.

Características de la Manipulación

El sistema abierto se caracteriza por ser producido en un área restringida y específica, donde nutrientes industrializados, en forma de polvo o líquido, son reconstituidos, mezclados, envasados ​​en frascos, para que se alcancen las composiciones deseadas, siguiendo las buenas prácticas de manipulación .

El sistema cerrado se constituye de dietas líquidas, industrializadas, estériles, acondicionadas en recipientes herméticamente cerrados y apropiados para conexión al equipo de administración. De este modo, la nutrición enteral en sistema abierto requiere manipulación previa a su administración, mientras que el cerrado no demanda áreas de preparación o envasado.

Cuidados de Enfermería con la Administración de las Dietas Enterales

En cuanto a la preparación de la dieta para la instalación al paciente:

  • Realizar el lavado de las manos antes y después del procedimiento;
  • Utilizar el paramento adecuado (gorro, máscara, capote desechable, guantes de procedimiento);
  • Reservar y confiera la prescripción para confirmar el nombre del paciente, Tipo de Dieta Enteral a ser Infundida, Volumen Total a Infundido y el salida ml / h (en casos para bomba de infusión) y goteo a ser infundido;
  • Cheque con la dieta recibida simultáneamente con la prescripción de la para la confirmación;
  • Escribir en una etiqueta propia para los frascos de dieta enteral el nombre completo del paciente, fecha de nacimiento, número de atención, Unidad de Internación y lecho, el nombre completo de la Dieta Enteral descrita en la prescripción, el volumen total a ser infundido, el salida de lo goteo, la hora a iniciar, la vía de administración, la validez de la dieta, su nombre completo estampado, y el nombre del médico donde realizó la prescripción junto con su inscripción (aplicable en algunas instituciones);
  • Separar en una bandeja previamente limpia con solución aséptica propia, el frasco de la dieta entera y el equipo a ser utilizado, y una jeringa de 20ml;
  • Realizar la asepsia de la boquilla de la botella de la dieta con alcohol 70%, y conectar el equipo a la boquilla;
  • Retirar el aire de dentro del equipo, hasta que la dieta llene todo el equipo, teniendo cuidado de no extravasar y reservar en la bandeja;
  • Lleve la bandeja ya con la dieta preparada para la infusión hasta el lecho del paciente, y verifique en su pulsera la identificación del mismo, si el paciente es orientado, preguntar el nombre completo del mismo para el cheque correcto del paciente;
  • Oriente al paciente, caso orientado, que estará instalando una nueva dieta enteral;
  • Haga la asepsia local en la entrada de la SNE del paciente con alcohol 70%;
  • En caso de bomba de infusión, instale el frasco en el soporte de suero donde se encuentra la bomba de infusión e instale la parte siliconada del equipo en el rodillo de la bomba;
  • Instale la punta del equipo al lugar de entrada de la SNE del paciente;
  • Programe la bomba de infusión con los datos previamente descritos por la prescripción (volumen total, y el salida ml / h);
  • Inicie la infusión de la dieta;
  • En caso de equipo gravitacional, utilizar los mismos pasos descritos arriba, en diferencia de realizar el goteo manual de la dieta (sistema abierto);
  • Anotar en informe de enfermería el horario que se inició la dieta, el volumen total a ser infundido y el caudal conforme prescripción, y en qué vía;

En cuanto al intercambio de flujo de dieta enteral conforme prescripción (Sistema Cerrado en menos de 24 horas):

  • Si la Dieta Enteral fue cambiada previamente antes de completar las 24 horas, y recibió la prescripción con la misma dieta enteral pero alterada por el mismo el valor del volumen total y la infusión, realizar la alteración del rótulo de la dieta enteral con los nuevos valores, y actualizar en la bomba de infusión los nuevos valores;

En cuanto a la pausa de infusión de Dieta Enteral:

  • Atentar si la Institución adopta el sistema de pausas (de 1 a 4 horas), para la adaptación del organismo del paciente, y seguir las instrucciones conforme a su Protocolo;

En cuanto a la administración de agua filtrada en las pausas para agua:

  • Atentar a los horarios de pausa para la infusión de agua (intervalos) conforme a la prescripción, siempre utilizando equipo propio para la infusión de agua, haciendo el mismo proceso de instalación conforme a la dieta enteral (en caso de equipo gravitacional).

En cuanto al chequeo de la prescripción:

  • Siempre realizar el chequeo de los horarios que se administraron las dietas y las aguas, y hacer siempre el doble chequeo de la instalación con la prescripción con el Enfermero de la Unidad, siendo que ambos necesitan firmar y sellar la prescripción. En caso de no administrar la dieta o agua, rodar el horario, firmar y justificar en el informe la razón de la no infusión;

 

 

O Equipo Bureta

O Equipo Bureta

O Equipo Bureta é um dispositivo utilizado para administrar medicações em pequenos volumes e que necessitem de um rigoroso controle de seu volume com exatidão.

A administração de medicações em bureta é um método para controle de volume que permite fornecer um volume de líquido relativamente pequeno e em quantidades exatas, no caso da neonatologia, pediatria e em clínicas para adultos, onde são usadas várias medicações que requerem re-diluição, como por exemplo:

-Amicacina;
-Aminofilina;
-Gentamicina;
-Penicilina;
-Clindamicina, entre outras.

É indicada para para crianças acima de 2.500 kg, sem clínica de ICC (Insuficiência Cardíaca Congestiva) ou insuficiência renal aguda, pois nesta técnica, a cada medicação, introduz-se no mínimo 10 ml de solução para re-diluir o medicamento e 10 ml para lavar a bureta ou equipo.

A re-diluição destas medicações podem ser feitas com soro fisiológico 0,9% ou soro glicosado a 5%, de acordo com a prescrição médica.

No caso da re-diluição de medicamentos na qual é utilizada em Neonatologia e Pediatria, apresentam prescrições médicas com doses que são calculadas por meio do peso ou superfície corporal da criança. Re-diluir consiste em diluir o medicamento dentro do padrão de costume, avaliar quanto contém em cada ml, aspirar 1 ml e re-diluir em 9 ml de água destilada, quantas vezes forem necessárias para que possamos aspirar a dose prescrita com exatidão.

PROCEDIMENTO E MATERIAL PARA O PREPARO DA MEDICAÇÃO DILUÍDA EM BURETA

– Higienizar as mãos;
– Separar o material necessário: Soro e/ou ampolas de soluções de acordo com a prescrição médica;
-Seringa para aspirar as soluções prescritas: avalie o volume de medicação para determinar a seringa;
-agulhas 40/12 para aspirar a medicação;
-Algodão e álcool;
-Equipo bureta (micro gotas).

PREPARANDO A MEDICAÇÃO NA BURETA

– Retire o equipo da Embalagem;

-Feche a pinça rolete;

-Abra o soro no local indicado, após ter feito a desinfecção com álcool a 70%;

-Retire a capa protetora da ponteira da conexão da câmara do equipo;

-Conectar a ponteira do equipo no soro, com técnica asséptica para que não ocorra contaminação;

-Retire o ar da extensão do equipo, drenando o soro pelo equipo;

-Identifique o soro com com o rótulo contendo as informações necessárias (do paciente e da medicação);

-Identifique o equipo de soro com data, para que ocorra a sua troca de acordo com o protocolo da instituição;

-Colocar o soro no suporte devidamente identificado;

-Preencha a bureta com soro;

-Faça desinfecção com álcool a 70% no orifício de silicone da bureta;

-Injete o medicamento, posicionando a agulha na parede interna da bureta;

-Complete o volume de diluente prescrito;

-Comunique ao paciente e/ou ao seu responsável se presente, o que será realizado;

-Conecte o equipo no dispositivo venoso;

-Calcule quantas micro gotas serão administradas por minuto;

-Inicie a infusão da solução prescrita;

-Lave as mãos;

– Realize a checagem da medicação na prescrição médica e a anotação de enfermagem do procedimento;

 

OBSERVAÇÕES DE ENFERMAGEM

 

-O equipo e bureta devem ser lavados após cada medicação para evitar precipitação da droga, devido interação medicamentosa;

-Comunicar e registrar as possíveis reações adversas;

-Toda medicação deve ser administrada em SG5% ou SF0,9% puro; sendo exclusivo para este fim e trocado a cada 24hs;

-O tempo de infusão influenciará sua toxicidade, observe o tempo preconizado para cada medicação;

-Avaliar o quadro clínico do paciente, idade, medicamento prescrito e respeitar as especificações do fabricante;

-Importante ter o conhecimento de regras básicas para calcular o gotejamento da medicação.

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Equipo Fotossensível

Equipo de Nutrição Enteral

Equipo Macrogotas e Microgotas: As Diferenças


O Equipo Bureta

 

La Dopamina

Dopamina

La dopamina es un neurotransmisor poderoso que es una sustancia química liberada en nuestro cerebro que ayuda a la comunicación entre otras células en nuestro cuerpo, principalmente en nuestro cerebro.

La dopamina es producida por el cuerpo en tiempos de motivación, como por ejemplo, cuando alguien recibe una promoción o compra su primera casa, pero también en momentos de excitación negativa como peligro. Nuestros cuerpos también se sienten recompensados ​​y producen dopamina cuando comen ciertos alimentos, toma algunas drogas y cuando tiene sexo.

La dopamina también desempeña un papel importante en varias funciones dentro de nuestro cuerpo.

Control del cuerpo

Esto incluye acciones como mover a nuestros miembros, nuestro corazón golpeando, y el uso de nuestros miembros. La dopamina también regula el control de las funciones motoras a través de los ganglios basales. Los ganglios basales dependen de una cierta cantidad de este neurotransmisor para ejecutar con la máxima eficiencia.

La falta de dopamina en el cerebro da lugar a funciones motoras retardadas y descoordinadas. Por otro lado, el exceso de dopamina hace que el cuerpo deje de hacer movimientos innecesarios, como “tics” repetitivos.

Sistema

La vía más importante para el neurotransmisor efectúa la motivación en particular, es a través de la vía mesolímbica a varios lugares tales como la corteza cerebral. Un estudio en animales como ratas que se dieron la elección de una pila de alimentos u otra pila de comida dos veces el tamaño, pero detrás de una pequeña cerca. Los ratones con niveles reducidos de dopamina casi siempre han hecho el camino más fácil, eligiendo la pequeña pila en lugar de saltar el sello para una mayor recompensa.

La falta de dopamina en el cerebro conduce a movimientos no coordinados por todo el cuerpo, mientras que el exceso de ese neurotransmisor hace movimientos involuntarios del cuerpo, tales como “tics”.

Ramos

Nuestro enfoque, la cognición y el aprendizaje, las lesiones selectivas de las neuronas dopaminérgicas muestran un efecto negativo sobre los procesos cognitivos de alguien. Cognición se refiere a las actividades de pensamiento, comprensión, aprendizaje y recuerdo. El sistema de neurotransmisor es un grupo de células nerviosas en nuestro área del cerebro medio y frontal. En nuestro medio cerebro hay tres principales ramas que trabajan allá de un camino hacia otras partes del cerebro.

Hay una rama que hace todo el camino hacia el lobo frontal, donde modula la función cognitiva y aumenta la eficiencia de ciertas formas de pensamiento y memoria de trabajo.

Hay una rama muy famosa que va hacia una estructura llamada el cuerpo estriado, el cual está implicado en la enfermedad de Parkinson. Aquí el neurotransmisor está involucrado en facilitar los movimientos. Entonces, en la enfermedad de Parkinson, cuando usted pierde dopamina, sus movimientos se vuelven rígidos y bastante reducidos en número y amplitud.

La tercera rama importante del sistema de neurotransmisor es que va hacia estructuras en el sistema límbico del cerebro, que es el centro emocional del cerebro, incluyendo el Núcleo Accumbens, lo que a menudo se ha llamado centro de recompensa.

Sensación de alerta

La dopamina ayuda a regular nuestro sentido de despertado y de alerta. La privación de sueño de las personas tienen menos dopamina como esta hormona nos ayuda a sentir despierto y alerta. Las enfermedades como Parkinson que disminuyen los niveles de dopamina se conocen por causar somnolencia diurna que, obviamente, tiene sentido los efectos de la dopamina ser considerado.

Por esta misma razón, no es sorprendente que la dopamina impulse las drogas como Adderall, cocaína y metanfetamina que son conocidas como energía creciente que estimula a las personas. La razón por la cual drogas como heroína y opioides analgésicos como Vicodin, Percocet, y Oxycontin aumentan la dopamina, pero son mejor conocidas por cansancio como el receptor opioide en el cerebro, el impulso del neurotransmisor de los usuarios de drogas como la heroína.

Estimulando drogas como la cocaína que tiene un trabajo por una función más directa de la liberación de dopamina a través de la inundación de la hormona en nuestro cerebro, mientras que la heroína funciona de forma más indirecta a través del receptor opioide.

Medicamentos y Suplementos

Estimulantes como la nicotina y la cafeína son ambos estimulantes OTC que, naturalmente, aumenta los niveles de dopamina en el cerebro. Tres suplementos no estimulantes que aumentan la dopamina son periens tirosina, phenlyalnine y mucuna.

Ambos suplementos estimulantes aumentan la dopamina mientras conduce a problemas de dependencia, mientras que los preriens mucuna no es un estimulante y es menos probable que cause problemas con el vicio.

En realidad, algunas personas realmente toman L-Dopa para ayudar con problemas de dependencia. Porque L-Dopa no es como las drogas similares a Adderall en la medida en que provoca una alta o energía de impulso similar a esta prescripción estimulante, que normalmente no se conoce para el vicio, aunque es posible. En lugar de una liberación directa de dopamina L-Dopa que se convierte en el refuerzo de dopamina de su capacidad de convertir a la hormona.

Las drogas que aumentan la dopamina incluyen la prescripción de medicamentos legales, como Adderall, Ritalin, selegilina, Vicodin y Percocet. Las drogas ilegales como la cocaína, la heroína, la metanfetamina y la marihuana también aumentan la dopamina en el cerebro.

Estos medicamentos de prescripción y de calle fueron específicamente conocidos por sus propiedades de habituación debido a las grandes cantidades de dopamina que se inundan al cerebro. Por esta razón, ellos deben ser manejados con cuidado absoluto con la comprensión de los peligros que ellos representan.

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Los Catéteres: Palomilla o Mariposa

Los Catéteres de Venopunción Periférica, popularmente conocidos como “Palomilla” o “Mariposa”, son hechos de acero inoxidable biocompatible, no flexibles que en la que se doblan bajo resistencia, para infusión de corta duración (alrededor de 24 horas), de bajo se puede utilizar para la administración de medicamentos “In bolus” o “flush” y para pacientes con venas muy finas y comprometidas, como terapia de dosis única, administración de medicamento IV en bolus o para colecta de sangre.

Los Tipos de Terapia Infusional

  • Bolus: tiempo menor o igual a 1 minuto;
  • Infusión rápida: realizada entre 1 y 30 minutos;
  • Infusión lenta: realizada entre 30 y 60 minutos;
  • Infusión continua: tiempo superior a 60 minutos, ininterrumpidamente;
  • Administración Intermitente: no continua, de 6 en 6 horas.

Características físicas de los Catéteres tipo “Palomilla o Maroiposa”

El catéter se compone de los principales elementos:

– Protector de la aguja: Garantiza la integridad de la aguja hasta el momento del uso;

– Asas de empuje / fijación: Facilitan la “empuñadura” durante la punción y la estabilización del dispositivo durante el tiempo de permanencia en la vena;

– Tubo vinílico transparente, atóxico y apirogénico: Permite la visualización del reflujo sanguíneo y / o medicamento infundido, reduciendo el contacto con la sangre;

– Conector hembra Luer-LokTM codificado por colores: Proporciona una conexión segura al equipo y permite la identificación del calibre según el color del conector;

– Paredes finas: Aumenta el flujo interno.

Nota: Todo el dispositivo debe llenarse con la solución que se utilizará en el paciente antes de la administración.

Los calibres de los catéteres y sus indicaciones

Los catéteres se clasifican con números impares, recordando que cuanto menor el número, mayor calibre es de la aguja:

– 19G: Indicado para venas de gran calibre, es decir, vena de adolescente, adulto, anciano, y su instalación compatibiliza el diámetro de la capa interna del vaso (íntima) con el calibre mencionado, sin provocar dilatación de la vena; para infusiones de medicamentos de grandes dosificaciones, recolección de sangre;

– 21G e 23G: Indicado para venas de medio calibre, es decir, vena de adolescente, adulto, anciano, y su instalación compatibiliza el diámetro de la capa interna del vaso (íntima) con el calibre mencionado, sin provocar dilatación de la vena; para infusiones de medicamentos de grandes y medianas dosis, in bolus o flush y recolección de sangre;

– 25G e 27G: Indicado para venas de pequeño calibre, es decir, niños o recién nacidos, siendo su instalación compatibiliza el diámetro de la capa interna del vaso (íntima) con el calibre mencionado, sin provocar dilatación de la vena; para infusiones de medicamentos en bolus o flush, de baja dosificación.

Ventajas y Desventajas

Su principal ventaja es tener una aguja de paredes finas, muy afiladas para los pequeños vasos, posibilitando la inserción difícil a través de la piel resistente.

La desventaja es de ser un catéter no flexible, pudiendo lesionar al miembro que fue puncionado si el paciente dobla el mismo, y pudiendo perforarse accidentalmente; y el estallido de la vena que allí fue puncionado con la falta de cuidado del mismo.

Indicaciones y Contraindicaciones

El catéter palomilla o mariposa, debe ser utilizado para la administración inmediata de medicación, donde no hay necesidad de mantener el acceso en el paciente.

Su principal contraindicación es de nunca usar con solución vesante o irritante.

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La Nutrición Parenteral (NP)

Nutrición Parenteral

La Nutrición Parenteral (NP) puede ser utilizada tanto como terapia exclusiva como de apoyo, dependiendo básicamente de la capacidad fisiológica de digestión y / o absorción de cada paciente. Se define por la administración endovenosa de macro y micronutrientes, por medio de la vía periférica o central.

Se entiende por Nutrición Parenteral (NP) la administración de nutrientes como glucosa y proteínas, además de agua, electrolitos, sales minerales y vitaminas a través de la vía endovenosa, permitiendo así el mantenimiento de la homeostasis, ya que las calorías y los aminoácidos necesarios son suplidos .

Tal método pudo ser observado ya en el siglo XIV, pero sus primeros resultados no se mostraron satisfactorios. Las primeras soluciones glicosadas e hidrosalinas aparecieron a principios del siglo XVII, pero sólo en el siglo XX, más específicamente 1968, hubo la sistematización de la Nutrición Parenteral a través de la propuesta de Dudrick de la Universidad de Pensilvania, la cual probaba la eficacia y la aplicabilidad segura del uso del método.

La nutrición parenteral (NP) se utiliza normalmente como terapia de apoyo (complementando las necesidades nutricionales de los pacientes en que la vía enteral no puede suplirlas) o terapia exclusiva (donde el uso de la vía enteral está prohibida), siendo que en ambos casos puede combatir la desnutrición, pudiendo incluso revertir el cuadro inmunológico.

¿Cuáles son las principales indicaciones?

Las principales indicaciones son depleción de las proteínas plasmáticas, pérdida significativa o incapacidad de mantenimiento del peso corporal, traumas y cirugías. La indicación adecuada, el mantenimiento de los controles bioquímicos, clínicos y antropométricos permiten disminuir las complicaciones infecciosas, metabólicas o de infusión. El retorno gradual y lo más precoz posible a la alimentación oral es la condición a ser alcanzada en toda terapia de nutrición parenteral.

También se indica en casos de:

  • Algunas enfermedades cardíacas, pulmonares y renales;
  • Pancreatitis aguda o crónica en que la NE no pueda ser administrada;
  • Síndrome del intestino corto;
  • Enfermedad inflamatoria intestinal (incluye enfermedad de Crohn y colitis ulcerativa); trasplantes de órganos;
  • Fístulas gastrointestinales;
  • Disturbios neurológicos;
  • Cáncer;
  • Pacientes quemados y críticos (que están en unidad de terapia intensiva);
  • Transtancias alimentarias graves;
  • AIDS (síndrome de inmunodeficiencia adquirida);
  • Los bebés prematuros (con el tracto gastrointestinal prematuro bajos de los carbohidratos y la grasa y la alta tasa metabólica);

En el preoperatorio, la terapia nutricional puede ser administrada en pacientes con desnutrición grave, sin condiciones de recibir nutrición oral o enteral y que serán sometidos a cirugía gastrointestinal de gran porte.

¿Cuáles son las principales vías de administración?

Las vías utilizadas para la administración de la alimentación parenteral son la periférica y la central. En la primera sólo se pueden ofrecer soluciones hipoosmolares, hipoconcentradas y las grasas. En la segunda hay infusión de soluciones hipertónicas de glucosa y proteínas, vitaminas entre otros.

La vía más utilizada es la central, siendo que la canulación de la vena subclávica (por vía infraclavicular) es la rutinariamente usada para tener acceso a la vena cava superior. El catéter debe colocarse en el atrio derecho, lo que debe ser verificado a través de RX. Estipulada la vía de administración, la solución puede ser instalada, respetando siempre las condiciones establecidas en cuanto al volumen y las calorías, situación esta controlada a través de la velocidad del goteo. Las soluciones base son hipertónicas, luego necesitan ser infundidas en vena central.Estas soluciones están compuestas por 500 ml de solución de glucosa 50% (proporciona aproximadamente 1000 kcal) añadidos en 500ml solución de aminoácidos 10% (proporciona aproximadamente 200 kcal); hay todavía el aumento de electrolitos y polivitamínicos (en función de las cantidades insuficientes de ácido fólico y vitamina B12 en los polivitamínicos, hay necesidad de aplicación intramuscular de los mismos). Las grasas se suministran en forma de emulsión 10% (500ml aproximadamente 450 kcal) por medio de la vía periférica, no habiendo riesgo de flebitis. Otra ventaja de la emulsión es su elevado aporte energético en volúmenes reducidos, además de proporcionar los ácidos grasos esenciales.

¿Cuáles son las posibles complicaciones?

Puede ocasionar:

  • Complicaciones Infecciosas (septicemia): son las más graves, ya que los pacientes usuarios de la Nutrición Parenteral están generalmente debilitados previamente. Se debe a la contaminación, ya sea de las soluciones (lo que es más raro), del catéter o del momento de inserción del mismo.
  • No Infecciosas: están relacionadas con problemas en la introducción del catéter, pudiendo ocurrir: neumotórax, hemotórax, mala posición de catéter, flebotrombosis, hidrotórax, hidro mediastino, lesión nerviosa, lesión arterial (subclávica), perforación miocárdica, laceración de la vena, etc.
  • Metabólicas: son consecuencia de alteraciones del metabolismo de los nutrientes utilizados en las soluciones infundidas.

Estas pueden darse cuanto:

  • a los carbohidratos: hiperglucemia y coma hiperosmolar no cetónico (derivados de intolerancia a la glucosa), diuresis osmótica, hipoglucemia (resultante de un aumento de la producción de insulina endógena asociada a la insulina exógena);
  • a los lípidos: deficiencia de ácidos grasos esenciales, hipertrigliceridemia;
  • a los aminoácidos: hiperamonemia, acidosis metabólica hiperclorémica (resultante de la liberación de ácido clorhídrico por parte de los aminoácidos cristalinos utilizados);
  • a los electrolitos: hipofosfatemia (lleva disminución del transporte de oxígeno y de la capacidad de coagulación sanguínea), hipo / hiperpotassemia e hipo / hipernatremia;
  • a las vitaminas: hipervitaminosis A y D (por ser liposolubles tienden a la acumulación en el organismo), hipovitaminosis K, B12 y de ácido fólico;
  • a los oligoelementos: deficiencia principalmente de Cobre, Selenio y Cinc; al exceso de oferta hídrica.

Algunas informaciones importantes:

¿Quién instala la bolsa de NPP?

Es instalado solamente por un enfermero entrenado, no siendo atribución de los Técnicos de Enfermería.

¿Cuál es la validez de Consumo y la forma de infusión?

Cada bolsa producida y abierta tiene su validez en hasta 24 horas, siendo infundido solamente en Bomba de Infusión.

¿Qué cuidados debemos tener con las vías de acceso?

Recordando que es necesario infundir en vía de acceso exclusivo en CVC o PICC en caso de osmolaridad menor que 900mMm / l. No administre medicamentos en la misma vía del NPP / NPT. Hacer cambios regulares del vendaje, y observar posibles señales flogísticas.

¿Cuáles son los principales cuidados de enfermería?

  • Pesar al paciente antes de iniciar la terapia y al menos una vez por semana;
  • Higienizar las manos antes y después del manejo de la NP;
  • Utilizar guantes, máscara quirúrgica y técnica aséptica para proceder a la instalación de la NP;
  • La instalación de la NP debe ser realizada solamente por el enfermero;
  • Solicitar la bolsa de NP a la farmacia 2 horas antes del horario de la instalación, para que sea retirada del frigorífico y permanezca a temperatura ambiente;
  • Verificar la integridad del embalaje, la homogeneidad de la solución, la presencia de partículas, precipitaciones, cambios de color antes de la instalación e infusión;
  • Realizar las siguientes conferencias:
  1. Identificación de la bolsa de NP y la del paciente;
  2. Composición, osmolaridad, vía de acceso (central o periférica); volumen total y velocidad de infusión (en el área materno infantil confirmar con la prescripción de dieta parenteral infantil individualizada).
  • No añadir ninguna sustancia en la bolsa de NP;
  • Mantener la bolsa de NP envuelta en capa para protección de la luz;
  • La NP es infundida en bomba de infusión (BI), de forma continua, en 24 horas. Los cambios de la velocidad de infusión deben evitarse y el volumen infundido, rigurosamente controlado;
  • Utilizar equipo de bomba de infusión sin filtro de partículas. Para la administración en pacientes pediátricos y neonatales, utilizar equipo fotosensible o envolverlo con cubierta para protección de la luz;
  • El equipo de bomba de infusión debe ser cambiado junto con la bolsa de NP cada 24 horas;
  • No se recomienda la administración de NP con medicamentos. En último caso, solicitar ayuda al farmacéutico para verificar posibles incompatibilidades de la NP con medicamentos;
  • Mantener la infusión de NP durante procedimientos de cirugía, exámenes, transporte y otros. Suspenderla sólo por orden médico;
  • Siempre que interrumpa el uso de la NP en pacientes adultos, por cualquier motivo, instalar solución de glucosa al 10% a la misma velocidad de infusión por lo menos 8 horas. En pacientes pediátricos queda a criterio médico;
  • Evitar la desconexión e interrupciones de la infusión de la NP, pues la apertura del sistema de infusión aumenta el riesgo de contaminación de la solución y de colonización del catéter;
  • Realizar el balance hídrico durante el tratamiento con NP. En las enfermerías, documentar volumen infundido cada 6 horas en hoja de controles de la unidad;
  • Realizar la glucemia capilar cada 6 horas;
  • Verificar la temperatura corporal como mínimo cada 8 horas;
  • Observar la piel y las mucosas para detectar signos de deshidratación o hiperhidratación;
  • Observar presencia de signos de hipo o hiperglicemia;
  • Anotar presentación de reacciones adversas e intercurrencias relacionadas con la infusión y comunicar equipo médico y servicio de farmacia.

A Nutrição Parenteral (NP)

A Nutrição Parenteral (NP)

A Nutrição Parenteral (NP) pode ser utilizada tanto como terapia exclusiva quanto como de apoio, dependendo basicamente da capacidade fisiológica de digestão e/ou absorção de cada paciente. Define-se pela administração endovenosa de macro e micronutrientes, por meio da via periférica ou central.

Entende-se por Nutrição Parenteral (NP) a administração de nutrientes como glicose e proteínas, além de água, eletrólitos, sais minerais e vitaminas através da via endovenosa, permitindo assim a manutenção da homeostase, já que as calorias e os aminoácidos necessários são supridos.

Tal método pôde ser observado já no século XIV, porém seus primeiros resultados não se mostraram satisfatórios. As primeiras soluções glicosadas e hidrossalinas apareceram no início do século XVII, mas somente no século XX, mais especificamente 1968, houve a sistematização da Nutrição Parenteral através da proposta de Dudrick da Universidade da Pensilvania, a qual provava a eficácia e a aplicabilidade segura do uso do método.

A Nutrição Parenteral (NP) é utilizada normalmente como terapia de apoio (complementando as necessidades nutricionais de pacientes em que via enteral não consegue supri-las) ou terapia exclusiva (onde uso da via enteral é proibida), sendo que em ambos casos ela pode combater desnutrição, podendo até reverter quadro imunológico.

Quais são as principais indicações?

As principais indicações são depleção das proteínas plasmáticas, perda significativa ou incapacidade de manutenção do peso corpóreo, traumas e cirurgias. A indicação adequada, a manutenção dos controles bioquímicos, clínicos e antropométricos permitem diminuir as complicações infecciosas, metabólicas ou de infusão. O retorno gradual e o mais precoce possível à alimentação oral é a condição a ser alcançada em toda terapia de nutrição parenteral.

Também é indicado em casos de:

-Algumas doenças cardíacas, pulmonares e renais;
-Pancreatite aguda ou crônica em que a NE não possa ser administrada;
-Síndrome do intestino curto;
-Doença inflamatória intestinal (inclui doença de Crohn e colite ulcerativa); transplantes de órgãos;
-Fístulas gastrintestinais;
-Distúrbios neurológicos;
-Câncer;
-Pacientes queimados e críticos (que estão em unidade de terapia intensiva);
-Transtornos alimentares graves;
-AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida);
-Bebês prematuros (com trato gastrintestinal prematuro baixos estoques de carboidratos e gordura e elevada taxa metabólica);

No pré-operatório, a terapia nutricional pode ser administrada em pacientes com desnutrição grave, sem condições de receber nutrição oral ou enteral e que serão submetidos a cirurgia gastrintestinal de grande porte.

Quais são as principais Vias de Administração?

As vias utilizadas para a administração da alimentação parenteral são a periférica e a central. Na primeira podem ser somente oferecidas soluções hipoosmolares, hipoconcentradas e as gorduras. Já na segunda há infusão de soluções hipertônicas de glicose e proteínas, vitaminas entre outros.

A via mais utilizada é a central, sendo que a canulação da veia subclávica (por via infraclavicular) é a rotineiramente usada para ter acesso à veia cava superior. O catéter deve posicionar-se no átrio direito, o que deve ser verificado através de RX. Estipulada a via de administração, a solução pode ser instalada, respeitando sempre as condições estabelecidas quanto ao volume e as calorias, situação esta controlada através da velocidade do gotejamento. As soluções base são hipertônicas, logo necessitam ser infundidas em veia central.Estas soluções são compostas por 500 ml de solução de glicose 50% (fornece aproximadamente 1000 kcal) adicionados em 500ml solução de aminoácido 10% (fornece aproximadamente 200 kcal); há ainda o acréscimo de eletrólitos e polivitamínicos (em função das quantidades insuficientes de ácido fólico e vitamina B12 nos polivitamínicos, há necessidade de aplicação intramuscular dos mesmos). Já as gorduras são fornecidas sob forma de emulsão 10% (500ml aproximadamente 450 kcal) por meio da via periférica, não havendo risco de flebite. Outra vantagem da emulsão é o seu elevado aporte energético em volumes reduzidos, além de fornecer os ácidos graxos essenciais.

Quais são as possíveis Complicações?

Pode ocasionar:

  • Complicações Infecciosas (septicemia): são as mais graves, já que os pacientes usuários da Nutrição Parenteral estão, geralmente, debilitados previamente. São decorrentes de contaminação, seja das soluções ( o que é mais raro) , do cateter ou do momento de inserção do mesmo.
  • Não Infecciosas: estão relacionadas a problemas na introdução do cateter, podendo ocorrer: pneumotórax, hemotórax, má posição de cateter, flebotrombose, hidrotórax, hidro mediastino, lesão nervosa, lesão arterial (subclávica), perfuração miocárdica, laceração da veia, etc.
  • Metabólicas: são decorrentes de alterações do metabolismo dos nutrientes utilizados nas soluções infundidas.

Estas podem se dar quanto:

  • aos carboidratos: hiperglicemia e coma hiperosmolar não cetônico (decorrentes de intolerância à glicose), diurese osmótica, hipoglicemia (decorrente de aumento da produção insulínica endógena associada a insulina exógena);
  • aos lipídeos: deficiência de ácidos graxos essenciais, hipertrigliceridemia;
  • aos aminoácidos: hiperamoniemia, acidose metabólica hiperclorêmica (resultante da liberação de ácido clorídrico por parte dos aminoácidos cristalinos utilizados);
  • aos eletrólitos: hipofosfatemia (leva diminuição do transporte de oxigênio e da capacidade de coagulação sangüínea), hipo/hiperpotassemia e hipo/hipernatremia;
  • às vitaminas: hipervitaminose A e D (por serem lipossolúveis têm tendência ao acúmulo no organismo), hipovitaminose K, B12 e de ácido fólico;
  • aos oligoelementos: deficiência principalmente de Cobre, Selênio e Zinco; ao excesso de oferta hídrica.

Algumas Informações Importantes:

Quem Instala a Bolsa de NPP?

É instalado somente por um Enfermeiro treinado, não sendo atribuição dos Técnicos de Enfermagem, conforme Resolução COFEN 453/2014.

Qual é a validade de Consumo e a Forma de Infusão?

Cada bolsa produzida e aberta tem a sua validade em até 24 horas, sendo infundido somente em Bomba de Infusão.

Que cuidados devemos ter com as vias de Acesso?

Lembrando que é necessário infundir em via de acesso exclusiva em CVC ou PICC em caso de osmolaridade menor que 900mosm/l. Não administre medicações na mesma via do NPP/NPT. Fazer trocas regulares do curativo, e observar possíveis sinais flogísticos.

Quais são os principais Cuidados de Enfermagem?

  • Pesar o paciente antes de iniciar a terapia e no mínimo uma vez por semana;
  • Higienizar as mãos antes e após o manuseio da NP;
  •  Utilizar luvas, máscara cirúrgica e técnica asséptica para proceder à instalação da NP;
  • A instalação da NP deve ser realizada somente pelo enfermeiro;
  • Solicitar a bolsa de NP à farmácia 2 horas antes do horário da instalação, para que seja retirada da geladeira e permaneça em temperatura ambiente;
  • Conferir a integridade da embalagem, homogeneidade da solução, presença de partículas, precipitações, alterações da cor antes da instalação e infusão;
  • Realizar as seguintes conferências:
  1. Identificação da bolsa de NP e a do paciente;
  2. Composição, osmolaridade, via de acesso (central ou periférica); volume total e velocidade de infusão (na área materno infantil confirmar com a prescrição de dieta parenteral infantil individualizada).
  • Não adicionar qualquer substância na bolsa de NP;
  •  Manter a bolsa de NP envolta em capa para proteção da luz;
  • A NP é infundida em bomba de infusão (BI), de forma contínua, em 24 horas. Alterações da velocidade de infusão devem ser evitadas e o volume infundido, rigorosamente controlado;
  • Utilizar equipo de bomba de infusão sem filtro de partículas. Para a administração em pacientes pediátricos e neonatais, utilizar equipo fotossensível ou envolve-lo com capa para proteção da luz;
  • O equipo de bomba de infusão deve ser trocado juntamente com a bolsa de NP a cada 24 horas;
  • A administração de NP com medicamentos não é recomendada. Em último caso, solicitar ajuda ao farmacêutico para verificar possíveis incompatibilidades da NP com medicamentos;
  • Manter a infusão de NP durante procedimentos de cirurgia, exames, transporte e outros. Suspendê-la somente por ordem médica;
  • Sempre que interromper o uso da NP em pacientes adultos, por qualquer motivo, instalar solução de glicose a 10% na mesma velocidade de infusão por pelo menos 8 horas. Em pacientes pediátricos fica a critério médico;
  • Evitar desconexão e interrupções da infusão da NP, pois a abertura do sistema de infusão aumenta o risco de contaminação da solução e de colonização do cateter;
  • Realizar o balanço hídrico durante tratamento com NP. Nas enfermarias, documentar volume infundido a cada 6 horas em folha de controles da unidade;
  • Realizar glicemia capilar a cada 6 horas;
  • Verificar a temperatura corporal no mínimo a cada 8 horas;
  • Observar a pele e mucosas para detectar sinais de desidratação ou hiper-hidratação;
  • Observar presença de sinais de hipo ou hiperglicemia;
  • Anotar apresentação de reações adversas e intercorrências relacionadas à infusão e comunicar equipe médica e serviço de farmácia.

 

A Nutrição Parenteral (NP)

Veja também:

Dietas Hospitalares

Sonda Nasogástrica X Sonda Nasoenteral: As diferenças na Nutrição Enteral

Nutrição Enteral: Sistemas Aberto e Fechado

Nutrição Enteral (NE)

Equipo de Nutrição Enteral

Enfermagem: Nutrição e Dietética