O Negatoscópio

Negatoscópio de parede é um dos equipamentos hospitalares indispensáveis em qualquer clínica ou hospital. Composto de uma placa translúcida, é provido de um dispositivo de iluminação que serve para examinar, por transparência, as chapas radiográficas ou para realizar uma observação dos negativos, obtidos por raios-x.

Os Tipos de Negatoscópio

Durante o processo de diagnóstico de um exame de raio-x, o Negatoscópio de mesa é um dos principais equipamentos utilizados pelos especialistas para examinar os pacientes com maior precisão. Há diversos tipos de Negatoscópio presentes no mercado para atender às suas necessidades:

  • Negatoscópio odontológico: permite estabelecer uma visualização detalhada dos elementos bucais durante a análise das radiografias;
  • Negatoscópio mamográfico: é necessário ter uma boa e intensa iluminação, para poder visualizar densidades translúcidas dos tons com vários detalhes;
  • Negatoscópio 2 corpos: equipamento com iluminação especial, pode ser utilizado fixo na parede ou posicionado na mesa.

Existem versões do Negatoscópio de mesa, portátil e Negatoscópio de parede.

O Negatoscópio de parede permite o controle da área a ser visualizada do exame radiográfico a partir da sua iluminação, sendo assim, é capaz de dar uma visão mais detalhada ao especialista, facilitando o seu trabalho e aumentando a segurança do procedimento a ser realizado.

Boa iluminação é essencial no equipamento, pois permite maior precisão nos diagnósticos. Mas o seu bom funcionamento e sua intensidade dependem de alguns fatores — entre eles, a temperatura do ambiente, as horas em que as lâmpadas ficam ligadas, a sua potência, o tipo e a espessura do material.

Anatomia de um Raio X: Entendendo e Interpretando uma Radiografia

Raio X

Também chamado de radiografia, o raio-x é um exame de imagem não-invasivo, que funciona usando radiação em baixas doses para identificar rapidamente alterações na estrutura de ossos e de órgãos. É o teste mais antigo dessa categoria, descoberto em 1895 por acaso, em um laboratório de física na Alemanha.

Para se ter uma boa ideia do que está acontecendo com nossos pacientes, é bom saber interpretar as radiografias de tórax, para conhecer o básico de ver algumas das anormalidades básicas.

Introdução à Radiologia

Para iniciar o estudo das radiografias de tórax, é necessário conhecer as incidências radiológicas apropriadas para cada caso. As incidências mais solicitadas na emergência são: frontal (PA ou AP) e perfil. Os termos AP (anteroposterior) e PA (posteroanterior) referem-se à direção da penetração dos raios, de sua fonte ao filme.

Por convenção, a radiografia frontal de rotina é realizada com o paciente em posição ortostática e em inspiração profunda. Os raios X são direcionados horizontalmente e a fonte de radiação é posicionada a 1,80 m do filme, que deve estar em contato próximo com a região a ser radiografada.

Essa é a radiografia de tórax em PA, na qual os raios atravessam o corpo do paciente de trás para frente.

Crianças pequenas que não conseguem colaborar e pacientes acamados ou em estado grave realizam a radiografia de tórax em AP. Esse exame é realizado geralmente com uma unidade de raios X portátil, e o filme é posicionado no dorso do paciente. Os feixes de raios X atravessam o paciente de frente para trás. O decúbito dorsal é usado por ser mais confortável que o ventral e porque as crianças se movimentam menos quando podem observar ao seu redor.

A incidência PA é preferível e diferencia-se da AP por ser mais nítida, apresentar menor magnificação das estruturas, principalmente do coração, e por ser feita em inspiração
profunda. A magnificação das imagens ocorre porque os raios X são divergentes. Isso acontece de forma mais evidente quanto mais próximo estiver o paciente da fonte. Como as unidades de raios X portáteis são menos potentes e geralmente o espaço ao redor dos leitos é limitado, a fonte de radiação é posicionada a uma distância menor do paciente, o
que piora a nitidez. Além disso, quando a radiografia é realizada em expiração, a vasculatura pulmonar se torna mais evidente, o pulmão aparece mais claro e o coração fica elevado e parece maior, podendo levar a interpretações equivocadas.

A interpretação da radiografia simples de tórax é realizada com a identificação das estruturas radiográficas por meio das diferentes densidades do tecido irradiado

Apresentação da imagem de acordo com o tecido irradiado

Tecido Irritado Densidade
Ar Hipodenso
Gordura Densidade intermediária (menos que a água)
Tecidos não gordurosos e fluidos corporais como o sangue Densidade intermediária (maior que a água)
Ossos e corpos metálicos Hiperdenso

La Anatomía de un Rayo X: Entendiendo e Interpretando una Radiografía

Radiografía

Para tener una buena idea de lo que está sucediendo con nuestros pacientes, es bueno saber interpretar las radiografías de tórax, para conocer lo básico de ver algunas de las anormalidades básicas.

Introducción a la Radiología

Para iniciar el estudio de las radiografías de tórax, es necesario conocer las incidencias radiológicas apropiadas para cada caso. Las incidencias más solicitadas en la emergencia son: frontal (PA o AP) y perfil. Los términos AP (anteroposterior) y PA (posteroanterior) se refieren a la dirección de la penetración de los rayos, de su fuente a la película.

Por convención, la radiografía frontal de rutina se realiza con el paciente en posición ortostática y en inspiración profunda.

Los rayos X se orientan horizontalmente y la fuente de radiación se sitúa a 1,80 m de la película, que debe estar en contacto cercano con la región a ser radiografiada.

Esta es la radiografía de tórax en PA, en la que los rayos atravesan el cuerpo del paciente de atrás hacia adelante.

Los niños pequeños que no pueden colaborar y los pacientes acamados o en estado grave realizan la radiografía de tórax en AP. Este examen se realiza generalmente con una unidad de rayos X portátil, y la película se coloca en el dorso del paciente. Los haces de rayos X atravesan al paciente de frente hacia atrás. El decúbito dorsal es usado por ser más cómodo que el ventral y porque los niños se mueven menos cuando pueden observar a su alrededor.

La incidencia PA es preferible y se diferencia de la AP por ser más nítida, presentar menor magnificación de las estructuras, principalmente del corazón, y por ser hecha en inspiración profunda. La magnificación de las imágenes se produce porque los rayos X son divergentes. Esto sucede de forma más evidente cuanto más cercano está el paciente de la fuente. Como las unidades de rayos X portátiles son menos potentes y generalmente el espacio alrededor de los lechos es limitado, la fuente de radiación se coloca a una distancia menor del paciente, lo que empeora la nitidez. Además, cuando la radiografía se realiza en espiración, la vasculatura pulmonar se vuelve más evidente, el pulmón aparece más claro y el corazón se eleva y parece mayor, pudiendo llevar a interpretaciones equivocadas.

La interpretación de la radiografía simple de tórax se realiza con la identificación de las estructuras radiográficas por medio de las diferentes densidades del tejido irradiado.

Presentación de la imagen de acuerdo con el tejido irradiado

raiox-tabela