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Perguntas frequentes, sobre diversos temas na Enfermagem, você pode encontrar aqui nesta seção!

As principais perguntas frequentes que recebemos:

Geral

 

“Dripping” é a forma de administrar um medicamento muito forte ou irritante de Forma suave e lenta.

A própria palavra já demonstra seu contexto “dripping”, ou seja, “gotejamento”.

Então, não passa da Forma de administração de solução intravenosa através de um equipo com gotejador, se não houver uma bomba infusora para calcular a quantidade de administração do medicamento, aprendendo então a realizar o cálculo da solução por tempo de gotejamento.

Exemplos de Drippings mais utilizados em UTI:

  • Solução de Dormonid;
  • Solução de Fentanil;
  • Solução de Reposição de Cloreto de Potássio;
  • Solução de Noradrenalina;
  • Solução de Nipride;
  • Solução de Tridil;
  • Solução de Dobutamina;
  • Entre outros.
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Além de que a inalação muitas vezes são prescritas como o SORO FISIOLÓGICO à 0,9%, alguns estudos dizem, que a indicação melhor seria uma inalação eficaz (para casos que se utilizam as composições juntas de berotec e atrovent, ou até o clenil), água destilada é a melhor indicada pra fazer uma inalação por alguns motivos:

  • O soro fisiológico cristaliza por ter salina (cloreto de sódio ) e também se for feita várias vezes ao dia pode elevar a pressão arterial,ainda mais de quem já é tem doenças como hipertensão arterial sistêmica, por exemplo!
  • E os alvéolos pulmonares, que são responsáveis pela hematose (troca gasosa), são revestidos por uma substância, que não pode ser comprometida de jeito nenhum, pois isso poderia causar inúmeras complicações.Por isso nenhum tipo de tratamento aspirativo pode conter substâncias que comprometam essa “camada” ou os alvéolos.
    Não que o soro fisiológico representa algum risco, mas ele contém 0,9% de sal (Na+Cl-) em sua composição, o que pode acabar afetando essa substância.
    Se o médico prescreve um inalação somente como o uso do soro fisiológico, seja ela para fluidificar as secreções, sempre tente ao menos, perguntar se o paciente é hipertenso, caso resultado positivo, pergunte ao médico sobre o método alternativo de fluidificação utilizando a água destilada.
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Pode e não pode.

Por que?

Vamos lá!

Não devemos administrar medicamentos considerados ”do nosso cotidiano” nas artérias, e sim nas veias, por vários motivos:

  • Primeiro, porque as veias localizam-se mais superficialmente no corpo, sob a pele, enquanto as artérias situam-se mais internamente;
  • Segundo, porque a parede das veias é mais fina, permitindo a penetração da agulha de injeção muito mais facilmente do que as artérias.

    Além disso, as artérias contraem-se ritmicamente e poderiam ser lesadas se perfuradas com agulhas.

    Mas há uma via específica para um momento específico: A Via Intra-Arterial (IA)!

    Esta somente é utilizada para infusão de drogas antineoplásicas e destina-se ao tratamento de tumores localizados, geralmente inoperáveis, de fígado, membros, cabeça e pescoço, cólon, reto, cérebro, pâncreas, bexiga, cérvix uterino, mama, melanoma e sarcomas.

    Permite infusão do quimioterápico em concentração mais alta próximo ao leito tumoral, o que pode tornar o tratamento mais efetivo e, possivelmente, menos tóxico em nível sistêmico. É utilizada com mais frequência nos casos de tumores de fígado primários ou metastáticos provenientes de carcinoma gastrointestinal (colorretal principalmente), mama e pulmão.

    Tá, mas porque estes quimioterápicos são injetados na artéria e não nas veias como qualquer medicamento comum?

    Porque o quimioterápico que é injetado na artéria para nutrir o tumor, e portanto é injetado em altas doses junto ele, evitando a circulação pelo corpo, este medicamento.

    Assim, altas concentrações de agentes antineoplásicos na área de infusão tumoral, além do tempo prolongado de exposição às mesmas, propiciam melhores resultados em relação à administração sistêmica das mesmas drogas e com menos efeitos colaterais.

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A documentação do paciente (prontuário) e os demais documentos inerentes ao processo de cuidados enfermagem (livros de ocorrência, relatórios, etc.) constituem a finalização do processo de cuidar do paciente: trazem maior visibilidade a profissão, permitem o planejamento da assistência, refletem a produtividade da equipe, permitem que sejam feitas estatísticas de atendimento, servem de fonte de consulta para inspeção da auditoria de enfermagem, são provas cabais da jornada de trabalho, e ainda, poderão servir para a defesa ou incriminação de profissionais de saúde.

O Decreto 94.406 /87 que regulamenta a Lei do Exercício dos Profissionais de Enfermagem-LEPE prevê as Anotações de Enfermagem nos Artigos 11, Inciso II e 14, Inciso II.

A Resolução Cofen 358/2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de enfermagem e dá outras providências. O artigo 6°, da referida Resolução, diz que:

Art.6° “A execução do processo de enfermagem deve ser registrada formalmente”.

A Resolução Cofen 564/2017, que aprovou o novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, incluiu artigos sobre Anotações de Enfermagem, dentre os quais cabe especificar:

CAPÍTULO II – DOS DEVERES

Art. 35 Apor nome completo e/ou nome social, ambos legíveis, número e categoria de inscrição no Conselho Regional de Enfermagem, assinatura ou rubrica nos documentos, quando no exercício profissional.

  • 2º Quando se tratar de prontuário eletrônico, a assinatura deverá ser certificada, conforme legislação vigente.

Art. 38 Prestar informações escritas e/ou verbais, completas e fidedignas, necessárias à continuidade da assistência e segurança do paciente.

Art. 36 Registrar no prontuário e em outros documentos as informações inerentes e indispensáveis ao processo de cuidar de forma clara, objetiva, cronológica, legível, completa e sem rasuras.

Art. 37 Documentar formalmente as etapas do processo de Enfermagem, em consonância com sua competência legal.

Art. 38 Prestar informações escritas e/ou verbais, completas e fidedignas, necessárias à continuidade da assistência e segurança do paciente.

  CAPÍTULO III – DAS PROIBIÇÕES

Art. 88 Registrar e assinar as ações de Enfermagem que não executou, bem como permitir que suas ações sejam assinadas por outro profissional.

Portanto, nas anotações de enfermagem, seja na evolução, na prescrição, em relatórios ou qualquer documento utilizado quando no exercício profissional, constitui responsabilidade e dever do profissional, apor o número e a categoria de inscrição, conjuntamente a sua assinatura.

A Resolução Cofen nº. 545/2017, dispõe Anotação de Enfermagem e mudança nas siglas das categorias profissionais. Segundo a norma a anotação do número de inscrição dos profissionais de Enfermagem é feita com a sigla do Coren, acompanhada da sigla da Unidade da Federação onde está sediado o Conselho Regional, seguida do número de inscrição, separados todos os elementos por hífen. As siglas foram definidas como se segue:

  1. a) ENF, para Enfermeiro;
  2. b) OBST, para Obstetriz.
  3. c) TE, para Técnico de Enfermagem;
  4. d) AE, para Auxiliar de Enfermagem, e
  5. e) PAR, para Parteira.

O documento define que a anotação do número de autorização é feita com a sigla AUT seguida da sigla da Unidade da Federação onde está sediado o Conselho Regional e do número da autorização, separadas as siglas por barra e o número por hífen.

E ainda, o Art. 5º prevê a obrigatoriedade de aposição do carimbo em todo e qualquer trabalho profissional de Enfermagem.

A Resolução Cofen 429/ 2012, que dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente, e em outros documentos próprios da Enfermagem, independente do meio de suporte- Tradicional ou Eletrônico. O artigo 1°, assevera que:

Art.1° É responsabilidade e dever dos profissionais de enfermagem registrar, no prontuário do paciente e em outros documentos próprios da área, seja em meio de suporte tradicional (papel) ou eletrônico, as informações inerentes ao processo de cuidar e ao gerenciamento de processos de trabalho, necessários para assegurar a continuidade e a qualidade da assistência.

             Assim, diante da ampla legislação sobre o registro e anotações das atividades de enfermagem, ocorrências e intercorrências, os referidos registros se fazem necessários em qualquer área da assistência de enfermagem. Atentando-se para o fato de que os registros dos atendimentos e/ou cuidados de enfermagem, devem ser realizados no prontuário, folha de evolução ou folha de atendimento do paciente e que as ocorrências e intercorrências referentes a equipe, devem ser registrados no livro de relatório de enfermagem, acessível e privativo da equipe de enfermagem.

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A Resolução Cofen nº 450/2013, publicada em dezembro, estabelece as competências da equipe de Enfermagem em relação ao procedimento de Sondagem Vesical (introdução de cateter estéril, através da uretra até a bexiga, para drenar a urina).

Segundo o Parecer Normativo, aprovado pela Resolução, a inserção de cateter vesical é função privativa do Enfermeiro, em função dos seus conhecimentos científicos e do caráter invasivo do procedimento, que envolve riscos ao paciente, como infecções do trato urinário e trauma uretral ou vesical.

Desta forma, a sondagem vesical não pode ser delegada ao profissional de nível médio, é um ato privativo do Enfermeiro.

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A Resolução Cofen 543/2017, atualiza e estabelece parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem.

De acordo com a norma o referencial mínimo para o quadro de profissionais de enfermagem, para as 24 horas de cada unidade de internação (UI), deve considerar o Sistema de Classificação do Paciente, as horas de assistência de enfermagem, a distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem e a proporção profissional/paciente.

O documento estabelece ainda que a distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem, definidos pelo cálculo, deve observar e a classificação do paciente e a proporção mínima, sendo:

1)    Para cuidado mínimo e intermediário: 33% são enfermeiros (mínimo de seis) e os demais auxiliares e/ou técnicos de enfermagem;

2)    Para cuidado de alta dependência: 36% são enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem;

3)    Para cuidado semi-intensivo: 42% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem;

4)    Para cuidado intensivo: 52% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.

Esclarecemos que o dimensionamento considera a Lei do Exercício Profissional, Lei 7.498/86, que em seu artigo 15 determina: “As atividades dos Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, referidas nos artigos 12 e 13, quando exercidas em instituições de saúde, públicas e privadas, e em programas de saúde, somente podem ser desempenhadas sob orientação e supervisão do Enfermeiro”.

Ressaltamos que não há uma tabela fixa do quantitativo de leitos por profissionais, compete ao Enfermeiro responsável pela equipe de enfermagem efetuar o cálculo e encaminhar à sua Gerência/Direção para conhecimento e providências, de modo a garantir a assistência livre de riscos.

Destacamos ainda que há disponível no site do Cofen uma ferramenta que facilita o cálculo do dimensionamento, recomendamos o acesso através do link http://www.cofen.gov.br/aviso-e-dimensionamento.

Caso tenha dificuldade na realização do cálculo, recomendamos entrar em contato com a fiscalização do Regional ou encaminhar o questionamento específico para esta ouvidoria.

A Resolução Cofen nº. 543/2017 encontra-se disponível na íntegra no site www.portalcofen.gov.br. Recomendamos leitura.

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Não! O Estágio é obrigatório! conforme lei vigente, na qual você pode consultar aqui.

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Na Lei 7.498/86 que dispõe da atuação dos profissionais de enfermagem, fica estabelecido que o técnico de enfermagem não pode atuar sem supervisão quanto atuar em instituições de saúde, públicas e privadas, e em programas de saúde.

Já o COFEN na resolução 0464/2014, indica que o técnico de enfermagem em atuação de Home Care tem de atuar sob a supervisão de um Enfermeiro.

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Pode sim, inclusive existem cursos de especialização nessa área.

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O AUTÔNOMO pode ser qualquer indivíduo, com ou sem qualificação profissional, desde que trabalhando por conta própria, o LIBERAL é sempre um profissional de nível universitário ou técnico, registrado em uma ordem ou conselho profissional, pagando contribuição anual, para poder exercer sua profissão.

Portanto, o técnico de enfermagem precisa sempre de um enfermeiro responsável técnico. Toda empresa que possua atividades de enfermagem, necessita de um enfermeiro RT.

Leia mais em: http://www.cofen.gov.br/parecer-no-182016ctas_47897.html

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Assistência Hemodinâmica ao paciente

 

As variáveis e métodos recomendados como componentes da Monitorização Hemodinâmica Básica são: freqüência cardíaca, diurese, ECG contínuo, SpO2, PAM não-invasiva, freqüência respiratória, temperatura, PVC e PAM invasiva. A utilização da monitorização com PAM invasiva deverá ser indicada de forma individualizada.

A monitorização de sinais vitais é indispensável durante o acompanhamento de pacientes graves. Entretanto, cabe ressaltar que a sensibilidade destas variáveis é limitada, sendo tanto maior quanto mais grave o paciente. Portanto, se a normalização dos sinais vitais não é sinônimo de estabilidade, por outro lado, sinais vitais anormais são um importante alerta de gravidade.

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Sim. A medida da PVC é um dos primeiros passos na avaliação da volemia e da função cardíaca de pacientes graves.

A PVC pode contribuir para avaliação e controle do estado do volume intravascular. Como tal análise relaciona retorno venoso com função ventricular, variações na complacência de um dos ventrículos ou na capacitância venosa podem provocar erros nesta correlação, como ocorre na disfunção diastólica, na ventilação mecânica e com o uso de drogas vasoativas. A avaliação da PVC como indicador de volemia deve ser realizada através da resposta à infusão de líquidos, de modo seriado. A ausência de aumentos na PVC de até 3 mmHg, após prova de volume padronizada, quase sempre é garantia de bom desempenho cardíaco e de espaço para reposição volêmica.

Apesar das limitações como método de avaliação da volemia, é o mais simples, pouco invasivo e disponível rapidamente à beira do leito. Valores extremos de PVC, isto é, muito baixos ou muito elevados, correspondem a hipovolemia e hipervolemia, respectivamente. Além disso, a PVC pode ser utilizada como um dos parâmetros de otimização hemodinâmica, como já demonstrado em pacientes sépticos graves.

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Não há contra-indicação à monitorização da PVC, mas sim ao acesso vascular central.

As contra-indicações são ao acesso vascular central: pacientes com síndromes obstrutivas da veia cava superior, trombose venosa profunda de membros superiores, infecção ou queimadura nos locais de acesso, bem como limitações anatômicas.

Entretanto, o acesso venoso central, na maioria dos pacientes graves, é factível e realizado sem dificuldades.

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