Cuidados Essenciais com a Nutrição Enteral

As nutrições enterais são dietas especificamente elaboradas para pacientes que durante o curso ou recuperação de uma doença, estão impossibilitados de receber alimentação via oral e portanto recebem via sonda.

A terapia nutricional enteral é um método simples e seguro que ajudará você a manter seu estado nutricional adequado.

A dieta enteral pode ser recomendada para pessoas em muitas condições e circunstâncias diferentes. Ela pode ajudar indivíduos com:

  • Problemas no aparelho digestivo (boca, esôfago ou estômago);
  • Problemas de deglutição, que os coloca em risco de asfixia, ou de aspiração de alimentos ou líquidos para os pulmões;
  • Desnutrição, ou alimentação insuficiente.

Formas de administração a dieta enteral 

A dieta enteral pode ser administrada de forma intermitente ou contínua, se valendo de três métodos:

  • Por gravidade;
  • Por seringa;
  • Por bomba de infusão.

A escolha do método dependerá da necessidade e condições clínicas de cada paciente, cabendo ao médico a definição do diagnóstico e o melhor método para o caso do paciente.

Administração da dieta enteral intermitente por gravidade

A administração da dieta enteral por gravidade é a mais utilizada para os mais diversos casos.

Nela é utilizado um frasco descartável e é realizada em intervalos, como se fossem refeições em cada período do dia.

Aqui, é importante que o paciente fique sentado ou com as costas elevadas no momento do procedimento, evitando engasgos.

Com a refeição preparada, verifique se a pinça do equipo está fechada e coloque o frasco em suporte seguro elevado.

É importante que a refeição fique suspensa a no mínimo 60cm acima da cabeça do paciente.

Feito isso, sem conectar o equipo a sonda, abra a pinça, deixe o liquido preencher toda extensão da tubulação e feche-a em seguida.

Retire a tampa de proteção, faça o encaixe na sonda e abra a pinça novamente regulando a velocidade conforme orientação médica.

Após o término do conteúdo do frasco, feche a pinça e desconecte o equipo da sonda, que DEVE ser higienizada.

Para isso, utilize uma seringa para aspirar de 10 a 20ml de água limpa e filtrada e injete na sonda.

Feito isso, basta fechar a sonda com a tampa de segurança até o momento da próxima refeição.

Fique atento também a alguns cuidados importantes:

  • O paciente deve permanecer na posição sentada ou elevada de 20 a 30 minutos após as refeições;
  • O mesmo frasco não deve ficar conectado ao mesmo bico e à sonda por mais de 6h sobre o risco de contaminação;
  • O equipo e o frasco devem ser trocados, no máximo, a cada 24 horas.

Administração contínua por bomba de infusão

Caso o paciente esteja com uma sonda posicionada no duodeno ou jejuno, é possível realizar a administração contínua da dieta enteral, realizada por gotejamento, com o auxílio de uma bomba de infusão e que ocorre em um período de até 24 horas.

Para os cuidadores esse método é menos trabalhoso, uma vez que o processo é contínuo e o tempo controlado pela própria bomba.

A cada troca de frasco, porém, é necessário realizar a higiene da sonda, com o auxílio da seringa, e a troca do equipo.

É importante também manter a posição elevada.

Administração intermitente por seringa

Em casos de gastrostomia, a dieta enteral pode ser administrada através de seringas.

Para isso é necessário separar a quantidade de dieta prescrita em um vasilhame limpo, aspirando o conteúdo com uma seringa.

Retire a tampa de segurança da sonda, posicione a seringa e faça a administração cuidadosamente.

Esse processo deve demorar de 20 a 30 minutos ao todo.

É muito importante não apertar a seringa de forma a despejar o conteúdo todo de uma vez.

Validade

Os materiais utilizados para a administração da dieta ENTERAL devem ser utilizados por um período de 24 horas, ou de acordo com a orientação do médico(a)/nutricionista, isso também inclui a nutrição PARENTERAL.

– Frascos de Sistema aberto ou fechado;
– Equipos gravitacionais ou para bomba de infusão;
– Seringa própria para nutrição enteral

Devem ser todos DESCARTADOS após o período de 24 horas, realizando higienização da sonda enteral a cada troca!

Durante a infusão da dieta, a cada administração de medicamentos, a sonda deve ser lavada com mínimo de 20 ml e máximo de 40 ml (antes e depois de administrar). Por que?

Porque devido as sondas serem finas, pode entupir-se facilmente, impossibilitando a administração da dieta ou medicamento.

Referência:

  1. Ministério da Saúde

Equipo PVC Free

O PVC (cloreto de polivinila) em específico, é um tipo de plástico muito utilizado nos produtos médico-hospitalares, e devido à sua problemática com a incompatibilidade de medicamentos, há uma tendência crescente em buscar alternativas ao PVC para estes insumos e outros produtos.

É necessário a utilização de equipos livres de PVC (PVC FREE) para a infusão destes medicamentos, juntamente com uma bolsa também livre de PVC para infusão destes tais medicamentos, a fim de evitar a alteração e a inativação dos agentes farmacológicos dos medicamentos em específico.

Confeccionado por massa de silicone atóxica de composição, dureza , comprimento, diâmetro interno e externo definidos e controlados.
Veja também:

Injetor Lateral do Equipo: Entenda sua importância

Se você está cuidando de um paciente cujo há vários medicamentos para serem administradas intermitente, e o mesmo já possui alguns equipos já instalados e com dânulas o suficiente para que não exteriorize o cateter, muito provavelmente você possa utilizar do Injetor Lateral dos equipos.

A Função do Injetor Lateral

É indicado para uso na perfusão de soluções parenterais que necessite ser administrada lentamente, para seu maior aproveitamento ou evitar que a sua administração muito rápida que venha causar algum problema ao paciente.

E também, assim evita desconectar um equipo em uso e que possa contaminar a via de acesso do paciente.

Mas eu posso conectar mais dânulas, não seria mais fácil e prático?

Avalie bem o paciente quanto a necessidade de muitas dânulas além do suficiente, pois uma das complicações sobre a perda do acesso como função, exteriorização e contaminação é devido a alta manipulação do cateter sem a devida assepsia, além de que muitas vezes infelizmente há precariedade quanto a troca das dânulas onde os mesmos possuem validade de uso, o que pode prejudicar toda a extensão de dânulas (sendo novas e de uso de um certo período, contaminando todas em conjunto) juntas no mesmo ramo, além de que, quanto mais dânulas instaladas no paciente, mais o risco de perder o acesso devido o peso, podendo exteriorizar e perder o cateter.

Por serem de material auto cicatrizante, os injetores laterais dos equipos podem ser utilizadas mais de uma vez, desde que obedeça os protocolos de assepsia e higienização, assim evitando contaminação de todo o ramo do equipo, dânulas e acesso venoso.

Dependendo do modelo, uns podem não possuir o injetor.

Observação

Sempre deve atentar-se quanto a interação medicamentosa com o medicamento a ser injetado pelo equipo. Pode ser que tenha interação com o medicamento que está sendo infundido na via com o que vai ser administrado na seringa.

Para isso, se tem o conhecimento de que este medicamento a ser infundido “in bolus” possa reagir com o fármaco que já está sendo infundido via equipo direto no acesso, evite utilizar o injetor lateral.

É importante ressaltar a importância do conhecimento das interações medicamentosas, para evitar danos e reação adversa ao paciente.

Veja também:

O Equipo Bureta

O Equipo Bomba de Infusão

Extensor Polifix Multivias

Equipo Macrogotas e Microgotas: As Diferenças

Equipo Fotossensível

Equipo Dial a Flow

Equipo de Nutrição Enteral

 

Não Rotule com Marcadores Permanentes!

Existe evidência de que escrever em bolsas de soros dos medicamentos danifica diretamente o tratamento ou a tinta passa pelo plástico?

Trouxe à vocês um estudo levantado, do site da Vida Acadêmica em Medicina de Urgência “Academic life in Emergency Medicine” (ALiEM) para a pergunta “O marcador permanente, ou de equipos, como são popularmente conhecidos, pode ser filtrado em bolsas de infusão intravenosa (IV)?”

Relata que de acordo com o Institute for Practice Safety Medical (ISMP, por sua sigla em inglês Instituto de Medicinas Práticas Seguras), não é recomendado escrever diretamente em bolsas de soro com marcador permanente, devido à possibilidade de vazamento de tinta (lixiviação) no saco e causar danos à bolsa e ao paciente!

Isso indica que, por sua vez, esta situação levanta várias questões:

• É possível que a tinta passe por sacos de policloreto de vinila (PVC)?
• Em caso afirmativo, existe algum dano potencial ao paciente?

De acordo com os fabricantes de várias marcas de sacolas de PVC, a não-transferência de tinta permanente através de sacolas de PVC não pode ser garantida e não é recomendável escrever nestes sacos com marcador permanente, especialmente porque existem muitas tintas e marcadores e marcadores diferentes.

E um último adendo: Não rotule diretamente nas bolsas de soro, pois além desta prática não ser segura, por não obterem TODAS AS INFORMAÇÕES necessárias como o nome do paciente, a data de nascimento, que solução está dentro daquela bolsa, o volume total e o volume a ser infundido, e o principal, QUEM PREPAROU, não segue os 9, 11, 13 certos que atualmente dizem, sobre a segurança na administração de medicamentos! Utilizem o rótulo padronizado de sua instituição, galera!

Para entender melhor:

El Equipo Fotosensible

Equipo Fotosensible

El Equipo Fotosensible tiene por su finalidad proteger a ciertos fármacos que necesiten cuidados específicos, como la sensibilidad de la luz, que pueden perder sus características medicamentosas si quedan expuestas a la luz, como ciertos antibióticos, drogas vasoactivas y medicamentos quimioterápicos.

Muy utilizado en sectores cerrados como UTI, Centro Quirúrgicos, siendo de extrema importancia el conocimiento del técnico de enfermería en cuanto a las medicinas que poseen las características propias para la utilización de este tipo de equipo. Los Equipos fotosensibles se pueden encontrar en forma de equipo gravitacional (en macro o microgotas), en equipos graduados (buretas), y equipos para bomba de infusión.

Todo equipo fotosensible viene con la cubierta protectora, que reviste el medicamento contra la luz. Es expresamente indicado que el técnico de enfermería rotule la medicación y también etiquetar la capa que reviste la medicación, para evitar manipulación excesiva del fármaco.

Vea también:

Equipo Macrogoteo y Microgoteo: Las Diferencias

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Equipo Fotossensível

Equipo Fotossensível

O Equipo Fotossensível tem por sua finalidade proteger certos fármacos que necessitem cuidados específicos, como a sensibilidade da luz, que podem perder suas características medicamentosas se ficarem expostas à luz, como certos antibióticos, drogas vasoativas e medicações quimioterápicas.

Muito utilizado em setores fechados como UTI, Centro Cirúrgicos, sendo de extrema importância o conhecimento do técnico de enfermagem quanto às medicações que possuem as características próprias para a utilização deste tipo de equipo. Os Equipos fotossensíveis podem ser encontrados em forma de equipo gravitacional (em macro ou microgotas), em equipos graduados (buretas), e equipos para bomba de infusão.

Todo equipo fotossensível vêm com a capa plástica protetora, que reveste o medicamento contra à luz. É expressamente indicado que o técnico de enfermagem rotule a medicação como também rotular a capa que reveste a medicação, para evitar manipulação excessiva do fármaco.

 

Veja mais:

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Equipo Macrogotas e Microgotas: As Diferenças

Equipo Dial a Flow

La Presión Venosa Central o PVC

PVC

La Presión Venosa Central o el PVC es una medida hemodinámica frecuente en la UTI. Se determina por la interacción entre el volumen intravascular, función del ventrículo derecho, tono vasomotor y presión intratorácica.

En términos fisiológicos, la medición del PVC es un método acurado de la estimación de la presión de llenado del ventrículo derecho, de gran relevancia en la interpretación de su función.

Se refuerza que el principal propósito de medir el PVC es estimar la presión diastólica final del ventrículo derecho. En pacientes con reserva cardíaca y resistencia vascular pulmonar normal, la PVC puede orientar el manejo hemodinámico global.

Otra gran utilidad del PVC es la posibilidad de recolección de exámenes de laboratorio con frecuencia sin molestar al paciente con punciones venosas.

La presión venosa central o PVC se obtiene a través de un catéter alquilado en la vena cava superior, el catéter central con una o dos vías; para medir el PVC más indicado es el catéter de dos vías (doble lumen).

Las principales vías de acceso utilizadas son la braquial, subclavia y yugular. Y así como vimos en la presión arterial invasiva a la medición de la PVC se realiza a través de una columna de agua conectada a un transductor de presión o manualmente a una regla. Se puede utilizar para la medición de PVC, un manómetro de agua graduado en cm o un transductor electrónico calibrado en mmHg. Se espera que haya oscilación de la columna de agua o del gráfico en el monitor, acompañando los movimientos respiratorios del paciente.

PVC

El zerado de la línea de presión venosa central se realiza de la misma forma que la presión arterial invasiva, alineada a la línea media axilar.

Si la conexión elegida es continua, es decir, con transductor de presión, tras el paso del catéter central, conexión al transductor de presión y al monitor multiparametro, observamos en la pantalla del monitor una curva característica del atrio derecho.

No podemos olvidar que para pacientes intubados la medida de la presión venosa central debe ser realizada al final de la expiración, para pacientes en ventilación espontánea debe ser realizada al final de la inspiración.

Los valores esperados de PVC, medidos a través de la línea axilar media como “cero” de referencia, están entre 5 – 10 cm H2O (a través de la columna de agua) o de 3 – 6 mmHg (a través del transductor electrónico), valores por debajo del límite normal pueden sugerir hipovolemia y valores más altos pueden sugerir sobrecarga volumétrica o fallo ventricular, pero deben ser evaluados con otros parámetros.

Sin embargo el uso del PVC presenta algunas limitaciones y por eso no debe ser el único parámetro de volemia. Esta entre las situaciones de las que pueden cambiar la PVC:

  • Vasoconstricción (hipovolemia), PVC normal o alto.

Materiales necesarios para monitorear un PVC:

 – Materiales para monitorización de PVC – Transductor Electrónico:

  • 01 equipo de monitorización de PVC;

equipo transdutor

 – Materiales para monitorización de PVC – Columna de agua:

  • 01 Frasco de solución fisiológica (100 o 250 ml);
  • Cinta adhesiva;
  • Regla de nivel.

Pressão Venosa Central ou PVC

Montaje del sistema de columna de agua

  • Se separa el material y lo lleva hasta el paciente;
  • Abra el equipo y conecte a la solución fisiológica, retirando todo el aire del equipo (de las dos vías). Colóquelo y soporte para soluciones y espere;
  • Con la regla de nivel, encuentre la línea “cero” de referencia (ver Encontrando el “cero” de referencia) y marque en el soporte de soluciones, la altura encontrada en la línea “cero”.
  • Fije la cinta graduada (viene junto al equipo), empezando por el nº. -10- (se coloca y 10 porque algunas camas tienen ajustes de altura, pudiendo interferir en la medición del PVC), dejándola completamente extendida.
  • Tome el equipo, y fije junto al nº. -10- la región del equipo en que se divide en dos vías.
  • La vía más larga se conectará al paciente. La vía corta, fije junto a la cinta graduada, de modo que queden juntos esa vía, la prolongación simple del equipo y la cinta graduada.

Encontrando el “cero” de referencia de la PVC

Normalmente se utilizan 03 puntos de referencia para medir las presiones intravasculares:

  • 5 cm debajo del ángulo esternal;
  • el propio ángulo esternal;
  • la línea axilar media.

Se coloca al paciente en decúbito dorsal horizontal. Se encuentra la línea “cero” a través de la línea axilar media, observando en qué número se encuentra ante la escala del equipo de PVC. (Conviene encontrar el “cero” cada vez que se realizan las medidas, pues hay algunas camas que tienen regulación de altura, y puede haber sido alterada).

Encontrando y registrando el valor de la PVC

  • Se siguen todos los pasos para encontrar el valor “cero” de la PVC;
  • Abra el equipo para que se llene la vía de la columna graduada con solución fisiológica.
  • Entonces abra la vía del paciente, haciendo bajar la solución de la columna graduada, observando hasta que entre en equilibrio con la presión venosa central, anotando ese valor;
  • Ahora, disminuya ese valor con el valor del “cero” de referencia y si tiene el valor de la PVC;

Ejemplo:

Si el valor del cero de referencia = 10 y el valor encontrado en la columna de agua = 18 entonces la PVC = 18 – 10 = 08 cm de H2O.

Cuidados importantes:

Compruebe si existen otras soluciones corriendo en el mismo acceso venoso central. En caso de ocurrir, cierre todas, dejando sólo la vía del equipo de PVC. Al final de la medición, vuelva el goteo normal de las otras infusiones (si existen). Otras infusiones alteran el valor real de la PVC.

Manténgase atento a los valores de PVC. Los valores muy bajos pueden indicar baja volemia, y valores muy altos, sobrecarga hídrica. Normalmente la columna de agua o las curvas en monitor oscilan de acuerdo con la respiración del paciente. Si esto no ocurre, investigue la posibilidad de que el catéter esté doblado o no totalmente serio.

El balance hídrico es importante. Registrar cada 24 horas en la hoja de control hídrico, el volumen de solución infundido en las mediciones de PVC.

Vean también:

 

Equipo Dial a Flow

Equipo Dial a FlowEncontrado como diversos nomes, como Dial-a-Flo®, Dial-a-Flow®, Dosi-Flow®, entre outras, este equipo é muito versátil e utilizado em centros de Quimioterapia, Unidades de Terapia Intensiva, Centro Cirúrgicos e Ambulatórios.

Além do custo mais barato do que um equipo de uma bomba de infusão, ele age da maneira praticamente parecida como os equipos de BIC. O Equipo possui um sistema de disco, rolete ou anel, na qual é regulada as vazões de infusão (sempre em ml/h), para permanecer a infusão contínua daquele medicamento conforme prescrito. Você só precisará configurar a vazão nos roletes conforme pedido,  Não havendo risco de excesso de infusão.

Não requer nenhum treinamento específico. Há muitas vantagens no uso desse equipo, porém a única desvantagem que conheço é quando precisar administrar as medicações em infusões quebradas, como por exemplo, 42ml/h, você precisará ajustar entre os números 40 e 50 no anel do equipo, não sabendo ao certo se a infusão está correta.

Veja mais sobre o equipo Dial-A-Flow, em nosso canal YouTube.

Equipo Macrogotas e Microgotas: As Diferenças

Macrogotas

Ao administrarmos medicações endovenosas, precisamos prestar muita atenção quanto ao tipo de equipo a ser utilizado, averiguando juntamente com a prescrição médica a dosagem a ser infundida, e o tempo ser administrado, isso aprendemos quanto às fórmulas de gotejamento.

Mas há diversos tipos de equipos de infusão, e entre elas os equipos de macrogotas e microgotas há uma diferença fundamental. Internamente, em sua câmara de gotejamento, o equipo de microgota tem sua estrutura menor e mais fina, para dar o formato do gotejamento gradativamente menor (lembrando, que 1 gota equivale a 3 microgotas), e o equipo macrogota, apresenta em formato mais grosseiro e maior, dando o formato da gota em sua estrutura normal (lembrando que 20 gotas equivale a 1 ml).

Devemos prestar muito atenção no momento da preparação do equipo quanto ao soro a ser administrado, não errando o tipo de equipo no momento de sua administração, pois as vazões são totalmente diferentes. Os equipos microgotas são muito utilizados em UTI Neo, UTI Pediátrico, quando as dosagens e vazões precisam ser mais controladas. É também utilizado em casos de administração de certos quimioterápicos.

Saiba mais sobre os equipos Macro e Microgotas em nosso canal YouTube:
 

Quer saber mais sobre gotejamento? Acesse:

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