Ablação Cardíaca: O que é ?

Pacientes com Fibrilação Atrial têm grandes tendências em ter como indicação a Ablação Cardíaca. 

O Que é uma Ablação Cardíaca?

A ablação cardíaca é um procedimento minimamente invasivo considerado como o mais eficiente para o tratamento definitivo de diversas arritmias cardíacas, dentre elas a mais comumente diagnosticada pelos especialistas, a fibrilação atrial, sendo realizado com o auxílio de cateteres inseridos em veias e artérias da pessoa acometida pela arritmia cardíaca.

Por não necessitar de aberturas ou incisões cardíacas, a recuperação da ablação é rápida, permitindo que o paciente receba alta hospitalar em até 24 horas após o procedimento.

Além de eliminar os sintomas das arritmias cardíacas, a ablação, em muitos casos, permite que o paciente seja liberado do tratamento medicamentoso, ficando livre dos efeitos colaterais que a terapia medicamentosa pode causar futuramente.

Para que é indicado a Ablação Cardíaca?

O procedimento de ablação cardíaca é recomendado como um tratamento para quase todas as arritmias cardíacas. Mas são orientadas à técnica, principalmente, aquelas pessoas que respondem mal ao tratamento medicamentoso, possuem alguma restrição às substâncias presentes nos remédios ou as que necessitam de doses muito altas para o controle do ritmo cardíaco.

Contudo, até mesmo as arritmias cardíacas mais simples e de mais baixo risco podem ser eliminadas por meio da técnica de ablação cardíaca.

Que riscos pode ocasionar?

Apesar de ser considerado um dos métodos mais seguros de tratamento para arritmias cardíacas, a ablação pode apresentar complicações, tais como:

  • Hematomas: Podem surgir hematomas nas regiões em que foram realizadas as punções. Apesar de não ser nenhuma complicação séria, o ideal é que o paciente evite o surgimento de hematomas, realizando repouso de acordo com a orientação dos profissionais que acompanharam o procedimento;
  • Trombose: Em algumas situações especiais, pode ocorrer a formação de coágulos sanguíneos no interior de vasos. Habitualmente, são administrados anticoagulantes durante o procedimento e tomadas demais medidas para evitar que isso ocorra, no entanto, alguns fatores podem favorecer o surgimento de coágulos durante a recuperação do procedimento, tais como: uso de anticoncepcionais hormonais, tabagismo, idade avançada, diabetes, entre outros. O mais importante é observar qualquer inchaço ou edema no membro inferior onde foi feita a punção venosa e reportar ao seu médico, para que o mesmo avalie o risco de trombose;
  • Infecções: Devido ser um procedimento minimamente invasivo, que exclui a necessidade de abertura do tórax ou demais incisões, são raros os casos de infecções após a ablação cardíaca, no entanto elas podem ocorrer. Devido a isso cuidados como realizar o cuidado ideal com os curativos (se houver) e observar febre são importantes para detecção precoce e tratamento adequado de alguma infecção;
  • Bloqueios: Em casos estritamente específicos, os focos responsáveis pela arritmia cardíaca podem se encontrar muito próximos às vias do sistema normal de condução sanguínea do coração. A eliminação do foco pode, em casos raros, causar algum dano ao sistema normal, causando um tipo de bloqueio transitório ou definitivo (muito raro, com taxa muito inferior a 1% dos casos. Para tratar o bloqueio, quando este não resolve em até 7 dias, pode ser necessário implantar um marcapasso. No entanto, para esses casos especiais, o médico responsável irá esclarecer o risco antes do procedimento;
  • Necessidade de cirurgia cardíaca: extremamente rara, pode acontecer quando existe extravasamento de sangue para fora do coração ou quando alguma parede do átrio mais fina se rompe, necessitando de correção;
  • Acidente vascular cerebral: com a anti coagulação durante o procedimento (realizada de forma rotineira), o risco é muito pequeno. Pode acontecer, e geralmente é identificado prontamente ao término do procedimento.
  • Outros riscos: riscos muito raros podem acontecer, e uma conversa mais ampla e franca com o medico deve ser estimulada.

Há possíveis complicações!

  • Fístula auriculo-esofágica, ligação que se forma entre o esôfago e o coração;
  • Tamponamento cardíaco, por acumulação de líquido em torno do coração;
  • Parada cardíaca.

Cuidados com Pacientes Pós Ablação

  • Deverá permanecer em repouso absoluto pelo menos, uma hora. No entanto, o mais habitual é que se indiquem guardar repouso de 5 ou 6 horas. Neste período controlar é monitorado o ritmo cardíaco em um ambiente como uma Unidade de Terapia Intensiva Cardíaca.
  • De acordo com o que indica o monitoramento cardíaco, o médico poderá dar alta ou permanecer até o dia seguinte.
  • Por 2 ou 3 dias, o paciente pode apresentar sintomas, tais como fadiga, dor no peito, batimentos cardíacos muito rápidos ou irregulares.

Outros tratamentos além da Ablação

  • Marcapasso cardíaco: Um marcapasso cardíaco é um pequeno dispositivo eletrônico que se coloca para a regular seu ritmo e freqüência cardíaca, de forma artificial, quando o seu coração é incapaz de fazê-lo por si mesmo.
  • Desfibrilação cardíaca: Em contrapartida, a desfibrilação cardíaca pode ser um procedimento de urgência, que é usado em caso que o coração, de repente, parar de bater. O desfibrilador feito através de uma ou várias descargas, restabelecer os batimentos do teu coração.
  • Cardioversão elétrica: Se bem que a cardioversão ao igual que a desfibrilação cardíaca consiste na aplicação de choques elétricos, ao contrário desta última, estas transferências são feitas de forma sincronizada com o registo eletrocardiográfico.

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Pericardite: O que é?

O Coração possui uma camada que a reveste: O Pericárdio. Ele é composto por duas estruturas: o pericárdio fibroso e o pericárdio seroso, constituído por duas lâminas (parietal e visceral).

Entre o pericárdio fibroso e o seroso e entre essas duas lâminas do pericárdio seroso há a formação de espaços virtuais preenchidos por finas camadas de líquido lubrificante.

O pericárdio tem como função manter o coração em sua posição e impedir que ele se encha de sangue além de sua capacidade.

Esta camada pode ocorrer uma inflamação, onde chamamos de Pericardite.

O que é a Pericardite?

A Pericardite é um processo inflamatório que afeta a membrana que recobre e protege o coração. A doença pode ser aguda ou crônica.

A forma aguda, em geral, é de instalação súbita e se estende por volta de uma a três semanas.

Não raro, depois do primeiro episódio de pericardite aguda, seguido por um período de remissão completa durante quatro ou seis semanas, as crises podem repetir-se de tempos em tempos, o que caracteriza a pericardite aguda recorrente.

Na forma crônica, o processo inflamatório se desenvolve aos poucos e evolui por longos períodos.

Muitas vezes, o quadro permanece assintomático até que surge um acúmulo de líquido no espaço pericárdico ou um espessamento dessa parede, provocado pela formação de tecido fibroso endurecido (cicatrizes) em torno do coração, que tem o seu tamanho reduzido e as funções comprometidas.

O que ocasiona isso?

São muitos os casos em que se torna difícil descobrir a causa da pericardite que passa a ser classificada como idiopática, ou seja, sem motivo aparente. O fato é que aproximadamente 90% das pericardites agudas primárias são idiopáticas e têm quadro clínico semelhante ao de outros episódios virais, cujo agente infeccioso não foi ainda testado.

No caso específico da pericardite aguda, a infecção por vírus de diferentes tipos está entre as causas mais frequentes da enfermidade. Entre eles, destacam-se o vírus influenza da gripe, o Coxsackievirus, o adenovírus, o sincicial respiratório, o Epstein Barr, o Herpesvirus, assim como os vírus da caxumba, da catapora, do sarampo e das hepatites, por exemplo. Todos eles podem ser responsáveis pelo aparecimento da forma primária da doença, que é autolimitada, acomete pessoas de qualquer idade, principalmente os homens entre 16 e 65 anos.

Nessa mesma categoria, estão as pericardites causadas por bactérias (especialmente estreptococos, estafilococos, pneumococos, meningococos e Haemophillus) e, mais raramente, por fungos (a Cândida é um deles) e alguns parasitas (o Toxoplasma gondii). O bacilo de Koch da tuberculose (Mycobacterium tuberculosis) responde por grande parte das infecções bacterianas que alcançam o pericárdio via sistema linfático ou circulatório e podem ter natureza purulenta.

Não se deve descartar a possibilidade de o comprometimento do pericárdio ser secundário a outras condições de saúde, sejam elas relacionadas:

  • Com o sistema imune (lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide, febre reumática);
  • Com doenças metabólicas (uremia, insuficiência renal e cetoacidose diabética);
  • Com neoplasias, especialmente câncer de mama, de pulmão, linfomas, e tratamento radioterápico;
  • Com doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa, doença de Crohn, gastroenterites);
  • Com traumas no tórax;
  • Com alguns medicamentos (ex: trombolíticos e anticoagulantes).

A pericardite pode ocorrer, ainda, semanas depois de um ataque cardíaco ou cirurgia no coração. Conhecida como síndrome de Dressler ou síndrome pós-injúria cardíaca, parece ter caráter imunológico e afetar também a pleura, membrana que envolve os pulmões.

O que o paciente sente?

O principal sintoma da pericardite aguda é uma dor em pontada, repentina e forte, bem no meio do peito, que varia de intensidade com a mudança de posição: aumenta quando a pessoa deita e diminui, quando sentada, inclina o corpo para frente. Tossir, engolir e respirar fundo podem agravar a intensidade da dor própria da pericardite aguda, que nas crianças acomete mais o abdômen.

Na pericardite crônica, geralmente uma evolução da pericardite aguda, a dor no centro do peito, que irradia para as costas, pescoço e ombro esquerdo, aumenta quando a pessoa respira fundo. No entanto, dependendo do tipo e da gravidade do quadro, ela pode vir acompanhada de outros sintomas como:

  • Tosse seca;
  • Dispneia (falta de ar);
  • Sensação de fraqueza;
  • Cansaço;
  • Febre baixa;
  • Palpitações;
  • Inchaço abdominal, nas pernas e nos pés.

Como é diagnosticado?

O diagnóstico da pericardite leva em conta as queixas do paciente, a avaliação clínica e o levantamento do histórico pessoal e familiar da doença.

Exames complementares de imagem – raios x, eletrocardiograma, ecocardiograma, cateterismo, tomografia computadorizada, ressonância magnética – e exames laboratoriais de sangue, como hemograma completo, PCR, creatinina e cultura, podem ser úteis para determinar a causa da doença, quando é possível, e orientar o tratamento.

O exame clínico inclui ainda a ausculta dos batimentos cardíacos, que pode indicar duas diferentes condições:

  • Ruído de fricção característico do “atrito pericárdico”, sinal de que membranas do pericárdio estão inflamadas e roçando umas nas outras;
  • Som abafado provocado pelo acúmulo de líquido no interior do saco pericárdico, que atua como barreira para a propagação dos sons gerados pelo coração.

Dadas as características da dor da pericardite, fica difícil estabelecer o diagnóstico diferencial da doença com o infarto do miocárdio e a embolia pulmonar, provocada pela presença de um coágulo de sangue na artéria pulmonar, uma vez que que os sintomas são muito semelhantes nos três casos.

Há complicações, você sabia?

Sem tratamento, a pericardite pode evoluir para complicações graves que põem em risco a vida dos doentes!

O tamponamento cardíaco é uma delas. A outra é a pericardite constritiva. Na sua maioria, ambas derivam da inflamação das camadas que constituem o pericárdio.

Qual é o tratamento?

O tratamento das pericardites varia de acordo com as características e gravidade da doença. Nos quadros virais leves ou idiopáticos, em geral, o tratamento é sintomático com analgésicos, antitérmicos, anti-inflamatórios ou medicação antifúngica.

Quando a resposta a esse esquema terapêutico não é satisfatória, a indicação de corticosteroides pode ser benéfica para alívio dos sintomas e controle da inflamação.

Nessa fase, se não pertencer aos grupos de risco, o paciente pode permanecer em casa, desde que em repouso.

A prática de exercícios físicos extenuantes é desaconselhada enquanto durar o processo inflamatório. Antibióticos ficam reservados para os episódios de infecção bacteriana. Os diuréticos ajudam a diminuir o líquido acumulado em torno do coração.

Diferenças entre Trombose e Embolia

A Trombose e a embolia parecem, aos olhos do leigo, dois nomes diferentes da mesma doença. Existe alguma diferença entre elas?

A trombose é um componente do sangue que é formado em vasos sanguíneos. Componentes, tais como plaquetas ou fibrina geralmente se formam quando o órgão humano é ferido. Coágulos quem impedem que o sangue flui, eventualmente, resulta num tecido de formação.

Muitos coágulos originam-se nas pernas e, muitas vezes causada por inatividade. Estes são referidos como trombose venosa profunda.

Os sintomas de trombose incluem encurtamento da respiração, dor no peito e inchaço. Ainda assim, existem muitas vezes sem sintomas de TVP em todos.

As pessoas podem reduzir o risco de trombose, flexionando periodicamente e estendendo as pernas e fazer longas caminhadas durante períodos de inatividade física. Existem meias de compressão especiais que são projetados para aumentar o fluxo sanguíneo. Os outros métodos recomendados para a prevenção da arteriosclerose incluem comer alimentos de baixo colesterol, tais como frutas, vegetais e cereais.

O que é Embolia?

Uma Embolia é uma peça de um trombo que se divide a partir dele, e move-se ainda mais através da corrente sanguínea diretamente para o cérebro humano ou de outro órgão, movimentos êmbolos na corrente sanguínea até atingirem um estreitamento em uma artéria por meio do qual eles não podem passar.

Quando preso, eles reduzem significativamente o fluxo sanguíneo para os tecidos e adjacentes do organismo humano, o que torna estes tecidos isquêmicos, ou seja, causando um estado quando o oxigênio e a glicose são insuficientes para atender à demanda metabólica.

Trombose VS Embolia

Qual a diferença entre a Trombose e a Embolia?

Quando se forma um coágulo de sangue num vaso sanguíneo é uma trombose. Se, por outro lado, o coágulo se desloca ainda mais para dentro do corpo, isso quer dizer que é uma embolia.

O termo thromboembolus é muitas vezes usado na medicina porque a maioria das embolias surgem a partir de tromboses. Algumas tromboses nunca se tornam embolias, mas são tão perigosos para o organismo humano como as embolias, e precisam ser tratadas clinicamente. A maioria das embolias são tromboses, embora em alguns casos, pedaços de chapa, gordura, bolhas de ar, e outra formam material em uma embolia. Todos estes também se qualificam como embolias.

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O Ataque Cardíaco: Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

Ataque Cardíaco
O Ataque Cardíaco

O termo médico para ataque do coração mais conhecido é o Infarto do Miocárdio. Também pode ser chamado Enfarte do miocárdio, doença isquêmica do coração, obstrução das coronárias, crise cardíaca. No nosso meio, o termo mais usado é o infarto.

Mas o que é o Infarto do Miocárdio?

O infarto do miocárdio se dá quando o suprimento de sangue a uma parte do músculo cardíaco é reduzido ou cortado totalmente. Isso acontece quando uma artéria coronária está contraída ou obstruída, parcial ou totalmente.

Com a supressão total ou parcial da oferta de sangue ao músculo cardíaco, ele sofre uma injúria irreversível e, parando de funcionar, o que pode levar à morte súbita, morte tardia ou insuficiência cardíaca com conseqüências desde severas limitações da atividade física até a completa recuperação.

Há mais de 150 mil casos de IAM no Brasil. O infarto do miocárdio pode também acontecer em pessoas que têm as artérias coronárias normais. Isso acontece quando as coronárias apresentam um espasmo, contraindo-se violentamente e também produzindo um déficit parcial ou total de oferecimento de sangue ao músculo cardíaco irrigado pelo vaso contraído.

Esse tipo de espasmo também pode acontecer em vasos já comprometidos pela ateroesclerose.

Quais são os fatores de risco?

  • Idade: Os homens com 45 anos ou mais e as mulheres com 55 anos ao mais têm alto risco.
  • Fumo: A exposição prolongada à fumaça de outras pessoas confere a você um alto risco de doença cardiovascular.
  • Altos níveis de colesterol: Se você tem altos níveis de triglicerídeos e baixo HDL (lipoproteína de alta densidade), é provável que você tenha um risco maior de ataque cardíaco.
  • Diabetes, principalmente se não é tratado.
  • Histórico familiar de ataque cardíaco: Se alguém na sua família tem histórico de ataque cardíaco, você também poderá tê-lo.
  • Estilo de vida sedentário: Não ser ativo fisicamente leva a níveis altos de colesterol ruim que podem causar a formação de placas.
  • Obesidade: Se você perder 10% do seu peso corporal, também reduzirá seu risco de ataque cardíaco.
  • Estresse: Pesquisadores alemães descobriram que assim que quando se tem estresse, os níveis de glóbulos brancos aumentam. Eles, por sua vez, aumentam o risco de desenvolver aterosclerose e ruptura de placas.
  • Uso de drogas ilícitas: O uso de cocaína ou anfetaminas pode causar espasmo arterial coronariano.
  • Histórico de pré-eclâmpsia: Se você teve pressão alta durante a gravidez, seu risco de ter ataque cardíaco é alto.
  • Histórico de doença autoimune, como artrite reumatoide ou lúpus.

Se você tem algum desses fatores de risco, sugiro que você visite seu médico para mantê-lo protegido contra ataques cardíacos ou qualquer doença cardiovascular.

Sinais e sintomas de um ataque cardíaco

Algumas pessoas podem ter sintomas leves ou nenhum sintoma de ataque cardíaco – isso é chamado de ataque cardíaco silencioso. Acontece principalmente nas pessoas com diabetes.

Para evitar a morte prematura relacionada a doenças cardíacas, observe outros sintomas comuns desse problema fatal:

  • Dor no peito ou desconforto: Esse é o sintoma mais comum quando se tem um ataque cardíaco. Algumas pessoas podem ter uma dor aguda repentina, enquanto outras podem ter só uma leve dor. Isso pode durar alguns minutos ou algumas horas.
  • Desconforto na parte superior do corpo: Você pode sentir dor ou desconforto nos braços, costas, ombros, pescoço, mandíbula ou na parte superior do estômago.
  • Falta de ar: Algumas pessoas podem ter somente esse sintoma, ou pode acontecer juntamente com a dor no peito.
  • Suor frio, náusea, vômitos e tontura repentina: Esses sintomas são mais comuns entre as mulheres.
  • Cansaço incomum: Você pode se sentir cansado por motivos desconhecidos e às vezes isso pode durar vários dias.

As pessoas mais velhas que têm um ou mais desses sintomas normalmente os ignoram, pensando que são apenais sinais de envelhecimento. No entanto, se você sente um ou mais desses sintomas, peça para alguém chamar uma ambulância imediatamente.

Como evitar um ataque cardíaco?

A maioria das doenças cardiovasculares pode ser prevenida. Recomendo estas práticas de estilo de vida para ajudá-lo a evitar um ataque cardíaco ou doença cardíaca:

  • Tenha uma alimentação saudável;
  • Faça exercícios regularmente;
  • Pare de fumar;
  • Evite o consumo de álcool;
  • Sente-se o menos possível;
  • Melhore seus níveis de vitamina D;
  • Experimente andar de pés descalços;
  • Libere-se do estresse.

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Marcapasso

marcapasso

O marcapasso cardíaco ou marca-passo é um pequeno aparelho que é colocado no peito ou abdômen para ajudar a controlar ritmos anormais do coração. O marcapasso usa pulsos elétricos para fazer com que o coração bata em ritmo normal.

O coração tem seu próprio sistema elétrico que controla a freqüência e ritmo do batimento cardíaco. Em cada batimento cardíaco, um sinal elétrico se espalha do tipo do coração até abaixo dele. À medida que o sinal viaja, ele faz com que o coração contraia e bombeie sangue.

Falha no sistema elétrico do coração causa arritmias. Um marcapasso usa pulsos elétricos de baixa energia para superar essa falha na sinalização elétrica. Marcapasso cardíaco pode:

* Acelerar um ritmo cardíaco lento.
* Ajudar a controlar ritmo cardíaco anormal ou rápido.
* Certificar que os ventrículos contraiam normalmente.
* Coordenar a sinalização elétrica entre as câmaras superiores e inferiores do coração.
* Coordenar a sinalização elétrica entre os ventrículos.
* Prevenir arritmias perigosas.
Marcapassos também podem monitorar e registrar a atividade elétrica do coração e ritmo cardíaco. Novos tipos de marcapasso podem monitorar a temperatura sanguínea, freqüência de respiração e outros fatores, e ajustar a freqüência cardíaca às atividades.

Marcapasso provisório e definitivo

O marcapasso pode ser provisório ou definitivo. Marcapasso provisório é usado para tratar problemas temporários de batimento cardíaco, como batimentos lentos ocasionados por ataque cardíaco, cirurgia cardíaca ou overdose de medicamento.

Marcapasso provisório também é usado durante emergências até que o definitivo possa ser implantado, ou até que a condição temporária seja resolvida. A pessoa com marcapasso provisório deve permanecer no hospital enquanto estiver com o aparelho.

Já o marcapasso definitivo é usado para controlar problemas de ritmo cardíaco de longo prazo.

Os médicos também tratam arritmias com outro aparelho chamado desfibrilador cardioversor implantável. Esse aparelho é similar ao marcapasso, porém ao invés de usar pulsos elétricos de baixa energia, ele também pode usar pulsos elétricos de alta energia para tratar certas arritmias perigosas.

Cuidados de Enfermagem com os Marcapassos

Marcapasso Transcutâneo

Tem a aplicação simples e fácil, devendo ser utilizado até que um marcapasso transvenoso ou definitivo sejam providenciados.

* Devemos sempre orientar o paciente sobre o procedimento a ser realizado;
* Conecte os eletrodos (pás adesivas) do marcapasso ao cabo e ao aparelho (desfibrilador);
* Realize se necessário a tricotomia do tórax para que as pás fiquem bem aderidas;
* Limpe a região da pele com álcool ou água e sabão para retirar a camada de gordura da pele;
* Se necessário, utilize gel condutor;
* Coloque uma pá posicionadas no tórax do paciente (lado superior direito) e a outra pá no tórax inferior esquerdo;
* Ligue o desfibrilador, selecionando a freqüência de demanda e a corrente indicadas pelo médico;
* Utilize analgésicos ou sedação se necessário, pois é um procedimento incômodo para o paciente por produzir estímulos elétricos e sensação de choque;
* Mantenha o paciente constantemente monitorado ( FC, FR, Oximetria);
* Fique atento para sinais de baixo débito cardíaco, queda na perfusão periférica, palidez cutânea;
* Mantenha o paciente com o marcapasso transcutâneo até sua estabilização e o implante de um marcapasso transvenoso ou definitivo;

Marcapasso Transvenoso

O implante do marcapasso transvenoso é realizado também em situações de emergência, em casos de bradiarritmias e bloqueios atrioventriculares, com a introdução de um eletrodo em contato físico com o endocárdio através de um acesso vascular central. Sua passagem é semelhante a passagem de um acesso venoso central (intracath, por exemplo).

* Antes de se iniciar a passagem, cheque se a bateria do equipamento está funcionando adequadamente e certifique-se de que hajam pilhas reservas;
* Oriente o paciente sobre o o procedimento;
* Mantenha o paciente em monitorização constante;
* Auxilie o médico no ato da passagem do marcapasso transvenoso;
* Durante o implante, fique atento a possíveis arritmias;
* Adapte o cabo do marcapasso aos terminais do eletrodo no gerador de pulso, respeitando os pólos positivo e negativo (geralmente por cores Vermelho é positivo e Preto é negativo);
* Realize o curativo da inserção conforme protocolo do CCIH;
* Registre em prontuário os parâmetros selecionados pelo médico ( freqüência cardíaca, amplitude de pulso);
* Caso necessite desfibrilação, o gerador deve ser desligado;
* Fixe o gerador de preferência no tórax do paciente para evitar que o eletrodo se desloque.

Marcapasso Definitivo

O implante do MPD é realizado no centro cirúrgico ou na sala de hemodinâmica, com o paciente sob anestesia local ou geral.

Na UTI, quando temos um paciente que irá ser submetido ao implante de um MPD, devemos nos nos certificar que este paciente encontra-se em jejum, realizar a tricotomia local (geralmente na região do tórax superior) e encaminhá-lo ao setor para a realização do implante.

O pós- operatório é simples, os curativos diários deverão ser realizados conforme protocolo já estabelecido e o cartão de identificação do paciente, relatando que ele é portador de um MPD deve ser entregue à alguém da família orientando-os da importância de ter o cartão sempre junto com o paciente.

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Focos de Ausculta Cardíacos

Focos Cardíacos

Os Focos de Ausculta Cardíacos na Enfermagem fazem parte do Exame Físico feitos pelo Enfermeiro, nas quais eles utilizam técnicas de inspeção, palpação, percussão e ausculta, verificando a localização do coração e na inspeção eles conseguem identificar através dos focos as bulhas, o ritmo e frequência; juntamente as possíveis alterações que ocasionam as patologias.

Para entender o funcionamento das valvas e os focos, é necessário entender da fisiologia e compreender que o ciclo cardíaco é de fundamental importância para saber as repercussões hemodinâmicas e clínicas de um paciente.

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A Progressão de um Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

Infarto Agudo do Miocárdio

O Infarto Agudo do Miocárdio é uma sequência contínua que estende de um estado normal para um infarto total:

A Isquemia: A falta de oxigenação nos tecidos, representado pelas depressões do segmento S-T, pela inversão da onda T, ou ambos.

A Lesão: Uma oclusão arterial com isquemia, que é representado pela elevação do segmento S-T.

O Infarto: Morte de um tecido, que é representado por uma onda Q patológica.

Uma dica importante: Uma vez que o infarto agudo termina sua sequência, o segmento S-T retorna à linha de base e a onda T torna-se perpendicular, mas a onda Q permanece anormal devido a formação da cicatriz.

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Realizando o Exame de Eletrocardiograma (ECG)

eletrocardiograma

Seja para prevenir doenças, para confirmar um diagnóstico, ou simplesmente para permitir a realização de atividades físicas sem riscos à saúde, o eletrocardiograma é um dos exames mais usados atualmente para checar o estado do coração. Esse exame verifica qualquer tipo de problema aparente e mostra ao médico qual é o melhor caminho a ser tomado nas mais variadas circunstâncias.

No entanto, são poucas as pessoas que fazem o eletrocardiograma, pensando que ele só deve ser prescrito em casos graves ou específicos, o que não é verdade.

O que é o Eletrocardiograma?

O eletrocardiograma é um exame que visa registrar a atividade elétrica do coração toda vez que este realiza um batimento, usando, para isso, uma série de eletrodos, pás e peras que são espalhados pelo corpo.

Esses eletrodos estão ligados a um aparelho, responsável por traduzir toda a atividade em um papel “termossensível”. A partir disso, o médico pode analisar os registros gráficos e avaliar o estado cardíaco do paciente de forma apurada.

O Técnico de Enfermagem pode realizar o exame de Eletrocardiograma (ECG)?

Temos um Parecer em nosso respaldo, o Parecer nº 29/2014- COREN/MS! 

O exame de Eletrocardiograma (ECG), por ser considerado um exame simples, não invasivo, fácil e repetitivo, não apresentando objeções de ser realizado (pode ser realizado) por um Auxiliar ou Técnico de Enfermagem, esses profissionais têm a capacidade de realizar a colocação de eletrodos e manuseio do aparelho.

Não é uma função privativa do Enfermeiro, porém,  é necessário que haja a supervisão de um Enfermeiro(a) na unidade, pois ele é o profissional que tem conhecimento técnico científico para analisar e identificar qualquer alteração fisiológica, assim se houver alguma intercorrência no decorrer do exame, esse técnico de enfermagem pode solicitar a presença do enfermeiro do setor. No entanto, a análise do exame e o laudo eletrocardiográfico são da competência do profissional médico.

Sabendo que o Enfermeiro também deverá registrar tudo em prontuário, mediante a Resolução Cofen nº 358, de 15 de outubro de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem.

Portanto, é favorável de que a realização do exame de eletrocardiograma (ECG), seja, realizado por qualquer um dos membros da Equipe de Enfermagem, desde que seja capacitado e treinado (Auxiliar ou Técnico de enfermagem, Enfermeiro), tendo em vista que não é privativo de nenhum profissional!

Quando o eletrocardiograma deve ser feito?

O eletrocardiograma é solicitado tanto para a confirmação de um diagnóstico quanto para verificar, preventivamente, algum tipo de doença cardiovascular, visto que essa é a principal causa de morte de indivíduos adultos.

A arritmia e a desfibrilação, por exemplo, são disfunções cardíacas que podem ser verificadas por meio do exame. No entanto, doenças como hipotireoidismo e AVC (Acidente Vascular Cerebral) também costumam ser constatadas, mesmo envolvendo outras áreas do organismo. Isso prova que o exame, além de eficaz, é bem abrangente.

Como fazer um eletrocardiograma?

Preparando o paciente adequadamente

O primeiro passo para o eletrocardiograma é a preparação do paciente, que deve estar ciente que o exame é seguro, livre de riscos e rápido — desde que paciente colabore.

Para a realização do exame, é necessário colocar os eletrodos em pontos específicos do corpo. Se o paciente apresentar muitos pelos nesses locais, será necessário uma tricotomia (depilação), para que o eletrodo se fixe corretamente e não haja interferências.

Retirando toda a roupa, joias e qualquer adorno que estiver no corpo, o paciente deverá ser colocado de barriga pra cima, estando pronto para a sucessão do procedimento. O paciente deverá estar em repouso, por isso, é importante que movimentos bruscos sejam evitados 10 minutos antes do exame.

Posicionando os eletrodos de forma correta

Os eletrodos são fixados a partir de um gel colante, mas antes disso, é necessário que se passe álcool desengordurante na pele, a fim de retirar parte da camada córnea, garantindo máxima eficácia para o exame.

Os eletrodos são colocados seguindo dois tipos de derivação, chamadas precordiais e periféricos. Os precordiais serão colocados sob o peito, enquanto os periféricos serão posicionados nos membros do paciente.

Os eletrodos precordiais são classificados como eletrodos V, e possuem determinados locais de atuação. Vejam quais são:

  • V-1: quarto espaço intercostal (entre as costelas), na margem direita do esterno. Possui cor vermelha.
  • V-2: quarto espaço intercostal, na margem esquerda do esterno. Possui cor amarela.
  • V-3: entre V-2 e V-4. No entanto, deve-se colocar V-4 primeiro. Possui cor verde.
  • V-4: quinto espaço intercostal na linha média clavicular esquerda. Possui cor marrom.
  • V-5: quinto espaço intercostal, situado na axilar anterior esquerda. Possui cor preta.
  • V-6: quinto espaço intercostal, situado na axilar média esquerda. Possui cor roxa.

Para iniciar a colocação, deve-se contar os espaços entre as costelas a partir da clavícula direita.

Os eletrodos periféricos são mais simples de ser colocados, basta lembrar da ordem vermelho-amarelo-preto-verde. Veja:

  • Eletrodo RA: braço direito. Tem a cor vermelha.
  • Eletrodo LA: braço esquerdo. Tem a cor amarela.
  • Eletrodo RL: tornozelo direito. Tem a cor preta.
  • Eletrodo LL: tornozelo esquerdo. Tem a cor verde.

O eletrocardiograma é um exame extremamente eficaz e possibilita o indivíduo descobrir uma série de distúrbios ou doenças que podem afetar o seu coração. Afinal, o quanto antes o problema for analisado, mais rápido ele poderá ser resolvido.

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Eletrocardiograma

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A Aorta e seus ramos

aorta

A aorta é a principal artéria do corpo humano. Ela sai do ventrículo esquerdo do coração e segue em direção a raiz do pulmão esquerdo. Depois ela passa através do diafragma até chegar ao abdômen e se divide, no nível da quarta vértebra lombar, nas artérias ilíacas direita e esquerda. Delas se nutrem as vísceras pélvicas e os membros inferiores.

Logo após sair do coração, a aorta dá lugar as artérias coronárias, que fornecem sangue para o músculo cardíaco. A partir do arco surgem as artérias subclávias e carótidas, que fornecem sustentação a cabeça e aos braços. No tórax, a parte descendente da aorta dá lugar as artérias intercostais, que se ramificam na parede do corpo.

Na região do abdômen, tem origem a artéria celíaca que se divide em gástrica, hepática e esplênica; as artérias mesentéricas que se vão para os intestinos, as artérias renais que nutrem de sangue os rins, e pequenas ramificações que se dirigem à parede do corpo e aos órgãos de reprodução.

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Cardioversão VS Desfibrilação: Quais são as diferenças?

Cardioversão e Desfibrilação

A utilização do cardioversor assim como desfibrilador promovem procedimentos terapêuticos que podem salvar vidas. Esse procedimentos não estão limitados apenas aos profissionais da saúde, há também a possibilidade de treinamentos para pessoas leigas em medicinas.

É um equipamento obrigatório em toda Unidade de Terapia Intensiva, Setores de Emergência, Centro Cirúrgicos, ambulâncias e até em Enfermarias.

Hoje existem vários estudos que comprovam que 85% de pacientes que tiveram taquicardia Ventricular (TV) e Fibrilação Ventricular (FV), quando tratados com desfibrilador ou cardioversor precocemente, mantiveram suas funções cardíacas e cerebrais preservadas.

A Diferença entre Cardioversor e Desfibrilador elétrico

O uso do desfibrilador promove uma aplicação de corrente elétrica não sincronizada ao músculo cardíaco. O choque despolariza em conjunto todas as fibras musculares do miocárdio, tornando possível a reversão de arritmias graves como a TV e a FV, permitindo ao nó sinusal retomar a geração e o controle do ritmo cardíaco.

No uso do cardioversor, é aplicado o choque elétrico de maneira sincronizada, assim, o paciente deve estar monitorado no cardioversor e este deve estar com o botão de sincronismo ativado, pois a descarga elétrica é liberada na onda R, ou seja, no período refratário.

Indicações

A desfibrilação elétrica é indicada apenas nas situações de FV e TV sem pulso.

A cardioversão elétrica é indicada nas situações de taquiarritmias como a fibrilação atrial (FA), flutter atrial, taquicardia paroxística supraventricular e taquicardias com complexo largo e com pulso.

Tipos de Desfibriladores

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Desfibrilador Externo Automático (DEA)

Desfibrilador externo automático (DEA)– utilizado por leigos no atendimento a PCR. O equipamento quando corretamente instalado no paciente, tem a capacidade de ler o traçado eletrocardiográfico e indicar ou não o choque.

O módulo Cardioversão está embutido no aparelho de desfibrilador. A diferença é que para se ter a modalidade de cardioversão elétrica, deve-se acionar o botão de SINCRONISMO do aparelho e manter o paciente monitorado nele.

Cuidados de enfermagem ao  Cardioversor/Disfibrilador

  • Um cuidado importante no momento da desfibrilação, é checar se o botão de sincronismo está DESATIVADO, pois como em situações de FV/TV não temos o registro de onda R e se o aparelho estiver programado para cardioverter, o choque não será administrado.
  • Providenciar carro de emergência com equipamentos e medicações para intubação e atendimento de parada cardiorrespiratória que devem estar prontamente disponíveis
  • Retirar próteses dentárias móveis do paciente,
  •  Providenciar Monitorização cardíaca e de oximetria de pulso, oxigênio.
  • Puncionar acesso venoso periférico calibroso, se o paciente estiver sem acesso.
  • Caso seja necessário realizar tricotomia e a limpeza da pele para remoção da gordura e substâncias que atrapalham a condução elétrica.
  • Providenciar gel para aplicar nas pás do cardioversor.
  •  Ligar o sincronizador do cardioversor e observar se é necessário re-sincronizar, pois, após o primeiro choque, o sincronismo pode desligar automaticamente.
  •  Providenciar o sedativo de escolha pela equipe médica já que a cardioversão causa dor e desconforto ao paciente e a mesma corrente que despolariza o miocárdio despolariza toda musculatura esquelética
  •  Orientar a equipe médica quanto ao posicionamento correto das pás, a pá esterno à direita do esterno, sob a clavícula direita, e a pá ápice junto ao apex cordis, sobre a linha axilar anterior esquerda.
  •  Orientar a equipe médica quanto aos pacientes com marca-passo definitivo uma vez que se deve ter cuidado no posicionamento das pás, pois o choque poderá danificar os eletrodos do marca-passo, lesão cardíaca, além da perda do seu comando.
  • Atentar para a energia do choque que deve ser selecionada baseando-se na arritmia e algumas orientações da equipe médica.
  • Observar atentamente para que ninguém esteja encostado no cliente ou em sua maca. Deve-se avisar em voz alta a eminência do choque
  •  Observar o cliente, dar suporte ventilatório e hemodinâmico, ao paciente após a cardioversão, caso necessário até a reversão da anestesia
  •  Cogitar o uso de antiarrítmico para evitar a recidiva da arritmia,
  •  Durante o uso dos antiarrítmicos deve-se monitorizar o traçado eletrocardiográfico, pressão arterial, freqüência cardíaca e nível de consciência.