Terminologia: Ecopraxia

 

Ecopraxia

ecopraxia (do grego echo (repetição) e praxia (ação)) é a repetição involuntária ou a imitação dos movimentos de outras pessoas. Embora seja considerado um tique, é um comportamento característico de algumas pessoas com autismo, síndrome de Tourette, síndrome de Ganser, esquizofrenia (especialmente esquizofrenia catatônica), algumas formas de depressão clínica e alguns outros distúrbios neurológicos.

Terminologia: Diaforese

Diaforese

A Diaforese é transpiração excessiva, devida a uma hiperatividade do sistema nervoso simpático.

Pode existir sem causa aparente mas pode ser secundária a inúmeras situações fisiológicas, como durante o esforço físico ou a menopausa ou patológicas como a hiperhidrose ou a bem conhecida diaforese noturna da tuberculose pulmonar.

Pode ser o primeiro sinal de alarme de um estado de choque (estado de hipotensão grave) quando se acompanha de vasoconstrição havendo neste caso pele fria e pálida. O contrário de diaforese é anidrose.

Terminologias na Obstrução Intestinal

Obstrução Intestinal

Termos Médicos: Sufixos e Prefixos mais usados na área da Saúde

Termos Médicos

Quando o estudante inicia sua seus estudos, uma das suas primeiras e maiores dificuldades reside no entendimento do significado de grande número de termos com os quais depara.

De um lado, aparece a nomenclatura científica própria da linguagem semiológica usada pelos professores e encontrada nos livros-texto; de outro, uma extensa lista de palavras e expressões populares empregadas pelos pacientes no relato de seus padecimentos.

Não é difícil perceber tais dificuldades. Denuncia-as o fato de a todo momento os alunos solicitam para esclarecermos dúvidas sobre termos que eles desconhecem. Uns poucos recorrem logo aos dicionários médicos, mas a maioria vai aprendendo “de ouvido”, isto é, pouco a pouco e ao acaso à medida que vai acompanhando o curso.

O número de termos científicos cujos significados o estudante tem de conhecer alcança cerca de 5.000 sem falar nas expressões populares que ultrapassam a casa de centenas.

A nomenclatura científica é exata e igual para todos os profissionais, independente da região, e tem muita semelhança em relação a vários idiomas. Com a linguagem popular as coisas se passam de modo diferente, variando de região para região e, às vezes, apresentando variações dentro de uma mesma área nas diversas camadas sociais.

Por isso, separamos os termos mais usados e comuns na área médica para apresentar, sendo que, além destas, há outras centenas para serem sempre estudadas e relembradas.

Os termos científicos são formados em sua grande maioria, de radicais oriundos do grego e do latim. O conhecimento desses radicais, permite mais fácil entendimento e memorização da terminologia médica. Possibilita, ainda, ao estudante reconhecer o significado de uma palavra, até então  desconhecida, através de seus elementos constitutivos.

Para exemplificar, suponhamos que sejam conhecidas as duas palavras seguintes:

BRADISFIGMIA – Der. De bradi, lento e sfigmo, pulso, e

DISLALIA – Der dedis, dificuldade e laléo, fala.

Ao deparar com a palavra Bradilalia, o estudante, por si só, poderá deduzir seu significado partindo do conhecimento dos temas bradi e lalia que participaram da formação das palavras bradisfigmia e dislalia.

Na lista que apresentamos a seguir foram escolhidos, na maioria das vezes, substantivos como exemplo: Podem-se, facilmente,deduzir os adjetivos e derivados correlatos. Assim:

SEMIOLOGIA – Der. semiológico

RADIOGRAFIA – Der. radiográfico

ANÁLISE –  Der. Analítico

CARDIOLOGIA – Der. Cardiologista

A relação dos radicais, que se segue, é necessariamente incompleta e contém apenas os mais comumente empregados na linguagem médica do dia-a-dia e visa, antes de mais nada, despertar o interesse do estudante para o assunto.

Para aprofundar aos estudos, separamos um PDF completo de termos médicos e seus significados, neste link: https://goo.gl/yB5VT3 .

 

Termos de Enfermagem por Sistema do Corpo

Termos de Enfermagem por Sistema do Corpo

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Conteúdo Atualizado! Revisado e atualizado em 08/09/2026.

Conhecer a terminologia por sistema ajuda a transformar uma descrição clínica em uma informação objetiva. Na prática da enfermagem, saber que “dispneia”, “oligúria” ou “hematêmese” representam achados diferentes facilita a comunicação da equipe e torna o registro no prontuário mais preciso. O uso adequado da terminologia técnica também contribui para a continuidade e a segurança da assistência.

Sistema respiratório

No sistema respiratório, os termos mais utilizados descrevem o padrão respiratório, a presença de secreções, sangramentos e alterações da oxigenação.

Apneia: ausência de movimentos respiratórios.
Bradipneia: frequência respiratória abaixo do esperado.
Cianose: coloração azulada ou arroxeada da pele e das mucosas, podendo estar relacionada à redução da oxigenação ou a outras condições circulatórias.
Dispneia: sensação ou manifestação de dificuldade para respirar.
Eupneia: respiração dentro do padrão esperado para a condição clínica.
Expectoração: eliminação de secreções das vias respiratórias por meio da tosse.
Hemoptise: eliminação de sangue proveniente das vias respiratórias inferiores, geralmente pela tosse.
Hemotórax: presença de sangue na cavidade pleural.
Hiperpneia: aumento da profundidade da respiração, podendo ocorrer com aumento da frequência.
Ortopneia: dificuldade respiratória que se manifesta ou piora em decúbito, levando o paciente a buscar posição mais elevada para respirar melhor.
Taquipneia: aumento da frequência respiratória.

Um detalhe que costuma fazer diferença na UTI é não registrar apenas “paciente com falta de ar”. Em uma situação que acompanhei durante a assistência, o paciente passou a apresentar respiração mais rápida e esforço respiratório ao ser colocado em decúbito; registrar frequência respiratória, padrão, uso de musculatura acessória e saturação trouxe muito mais informação para a equipe do que simplesmente escrever “dispneico”.

Sistema digestivo

Aqui aparecem termos relacionados à alimentação, deglutição, digestão, eliminação intestinal, vômitos e alterações abdominais.

Afagia: incapacidade de deglutir.
Anorexia: perda ou redução do apetite.
Azia/Pirose: sensação de queimação, geralmente percebida na região retroesternal e podendo ascender em direção à garganta.
Cólica: dor geralmente caracterizada por contrações ou espasmos, comum em vísceras ocas.
Colostomia: abertura cirúrgica do cólon na parede abdominal para eliminação do conteúdo intestinal.
Constipação: alteração caracterizada por evacuações menos frequentes, fezes endurecidas ou dificuldade para evacuar.
Diarreia: aumento da frequência e/ou redução da consistência das fezes.
Disfagia: dificuldade para engolir.
Distensão abdominal: aumento do volume abdominal associado, entre outras causas, ao acúmulo de gases, líquidos ou conteúdo intestinal.
Êmese: ato de vomitar.
Enteralgia: dor intestinal.
Flatulência: eliminação ou acúmulo de gases no trato gastrointestinal.
Gastralgia: dor localizada na região do estômago.
Hematêmese: vômito com sangue proveniente do trato gastrointestinal superior.
Melena: eliminação de fezes negras, geralmente de aspecto brilhante e pastoso, associadas à presença de sangue digerido.
Náusea: sensação desagradável que pode preceder o vômito.
Regurgitação: retorno do conteúdo alimentar ou gástrico para a boca, sem necessariamente ocorrer esforço de vômito.
Sialorreia: produção ou acúmulo excessivo de saliva.

Durante um plantão, já aconteceu de uma anotação aparentemente simples — “paciente vomitou” — precisar ser complementada porque o aspecto do conteúdo era clinicamente relevante. Quantidade, aspecto, presença de sangue, horário e sintomas associados ajudam a equipe a interpretar melhor o episódio e acompanhar sua evolução.

Sistema nervoso

Os termos neurológicos são especialmente importantes na avaliação do nível de consciência, força, sensibilidade, coordenação e movimentos.

Afasia: alteração da capacidade de produzir e/ou compreender a linguagem.
Apalestesia: perda da capacidade de perceber vibrações.
Ataxia: alteração da coordenação dos movimentos.
Coma: estado profundo de inconsciência, no qual o paciente não apresenta despertar e não pode ser adequadamente despertado.
Convulsão: manifestação causada por atividade elétrica cerebral anormal, podendo produzir movimentos involuntários, alterações da consciência ou outros sinais.
Estupor: importante redução do nível de consciência, com resposta apenas a estímulos intensos ou vigorosos.
Hemiparesia: diminuição da força muscular em um lado do corpo.
Hemiplegia: paralisia de um lado do corpo.
Hipoestesia: diminuição da sensibilidade.
Hiperalgesia: resposta dolorosa aumentada a um estímulo que normalmente provoca dor.
Hipotonia: redução do tônus muscular.
Parestesia: sensação anormal, como formigamento, dormência ou “agulhadas”.
Paresia: redução parcial da força ou dos movimentos.
Tetraplegia: paralisia dos quatro membros, geralmente associada ao comprometimento das funções motoras dos quatro membros.

Na prática, a terminologia neurológica ganha valor quando acompanha uma avaliação objetiva. Em vez de registrar somente “paciente confuso”, é mais útil descrever o que foi observado, como nível de consciência, orientação, resposta aos estímulos, fala, força e alterações pupilares, conforme o contexto clínico.

Sistema tegumentar

No sistema tegumentar, os termos ajudam a descrever cor, integridade, lesões, sangramentos e alterações da pele.

Acromia: ausência ou redução da pigmentação em determinada área da pele.
Dermatite: inflamação da pele.
Dermatose: termo geral utilizado para doenças ou alterações da pele.
Equimose: extravasamento de sangue para os tecidos, produzindo alteração de coloração sem elevação significativa da pele.
Eritema: vermelhidão da pele decorrente de aumento do fluxo sanguíneo local.
Escoriação: perda superficial da pele, geralmente causada por atrito ou trauma.
Fissura: solução de continuidade linear da pele ou mucosa.
Mácula: alteração de cor da pele sem elevação ou depressão.
Petéquia: pequena lesão hemorrágica puntiforme.
Pústula: lesão elevada contendo material purulento.
Úlcera: perda de continuidade do tecido, geralmente envolvendo maior profundidade que uma erosão superficial.
Urticária: lesões elevadas e pruriginosas, geralmente transitórias, causadas por edema da derme.
Vesícula: pequena elevação contendo líquido.

Sistema locomotor

No sistema locomotor, a terminologia está relacionada principalmente a movimento, força, articulações, músculos e capacidade funcional.

Acinesia: ausência ou redução importante dos movimentos voluntários.
Anquilose: rigidez ou perda importante da mobilidade de uma articulação.
Ataxia: falta de coordenação dos movimentos.
Contratura: encurtamento ou rigidez persistente de músculo, tendão ou estruturas relacionadas, limitando o movimento.
Dor articular: manifestação dolorosa localizada em uma ou mais articulações.
Hipotonia: redução do tônus muscular.
Hipertonia: aumento do tônus muscular.
Paresia: redução parcial da força muscular.
Paralisia: perda da capacidade de realizar determinado movimento voluntário.
Fratura: interrupção da continuidade de um osso.

Na avaliação de enfermagem, termos como “não deambula”, “apresenta limitação para movimentar o membro inferior direito” ou “necessita auxílio para transferência” podem ser mais úteis do que simplesmente escrever “problema locomotor”, porque descrevem diretamente a condição funcional observada.

Sistema urinário

Os termos urinários aparecem com frequência no balanço hídrico, na avaliação clínica e nos registros de enfermagem.

Anúria: ausência ou produção urinária extremamente reduzida, conforme o contexto clínico e os critérios utilizados.
Colúria: urina escurecida pela presença aumentada de pigmentos biliares.
Diurese: produção ou volume de urina eliminado em determinado período.
Enurese: eliminação involuntária de urina, especialmente durante o sono, em contexto apropriado.
Hematúria: presença de sangue na urina.
Micção: ato de eliminar a urina.
Nictúria: necessidade de interromper o sono para urinar.
Oligúria: redução do volume urinário.
Piúria: presença de leucócitos ou pus na urina.
Polaciúria: aumento da frequência das micções, geralmente com pequenos volumes.
Poliúria: aumento do volume urinário.
Retenção urinária: incapacidade de esvaziar adequadamente a bexiga.

Um cuidado importante é não confundir frequência com volume: um paciente pode apresentar polaciúria e eliminar pequenas quantidades de urina, enquanto a poliúria se refere ao aumento do volume urinário. Essa distinção é simples, mas evita registros imprecisos e melhora a interpretação do balanço hídrico.

Órgãos dos sentidos

Boca

Afasia: alteração da linguagem, podendo comprometer a expressão e/ou compreensão.
Afagia: incapacidade de deglutir.
Afonia: perda da voz.
Anodontia: ausência de dentes, podendo ser congênita ou adquirida.
Adipsia: ausência ou redução acentuada da sensação de sede.
Hipossalivação: redução da produção de saliva.
Sialorreia: produção ou acúmulo excessivo de saliva.

Olhos

Ablepsia: perda da visão ou cegueira.
Ambliopia: redução da acuidade visual não explicada apenas por uma alteração estrutural ocular evidente.
Anisocoria: diferença no diâmetro das pupilas.
Aniridia: ausência total ou parcial da íris.
Blefarite: inflamação das bordas das pálpebras.
Diplopia: percepção de duas imagens de um mesmo objeto.
Midríase: dilatação da pupila.
Miose: constrição da pupila.
Ptose palpebral: queda da pálpebra superior.

A avaliação dos olhos não deve se limitar ao nome da alteração: tamanho, simetria e reatividade pupilar podem trazer informações importantes, principalmente diante de alterações neurológicas ou redução do nível de consciência.

Cuidados de enfermagem

A terminologia técnica deve ser usada para descrever o que foi observado, e não para substituir a avaliação clínica. Ao registrar um achado, procure associar o termo à informação objetiva: horário, frequência, quantidade, aspecto, localização, sinais associados e resposta às intervenções realizadas, quando pertinente.

Também é importante utilizar somente siglas e abreviações padronizadas ou autorizadas pelo serviço. O registro de enfermagem integra a documentação da assistência e deve favorecer a continuidade do cuidado, a comunicação entre profissionais e a segurança do paciente.

Se você quiser consultar uma lista muito mais ampla de termos técnicos, vale visitar o Glossário de Terminologias e Termos Técnicos na Enfermagem: esta página organiza os principais termos por sistema do corpo, enquanto o glossário funciona como uma referência completa em ordem alfabética, de A a Z. O glossário atualmente reúne centenas de termos utilizados na enfermagem.

Resumo para salvar

Termos de Enfermagem por Sistema do Corpo

  • Principais terminologias organizadas por sistema do corpo
  • Termos respiratórios, digestivos, neurológicos e urinários
  • Terminologias úteis para avaliação e registro de enfermagem
  • Cuidados para utilizar termos técnicos com precisão

Referências:

  1. BRASIL. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde: Terminologia. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/terminologia/.
  2. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (COFEN). Manual de Orientação: Anotação de Enfermagem. Brasília, DF: Cofen, 2020. Disponível em: https://biblioteca.cofen.gov.br/manual-orientacao-anotacao-enfermagem/.
  3. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (COFEN). Resolução Cofen nº 736, de 17 de janeiro de 2024. Dispõe sobre a implementação do Processo de Enfermagem em todo contexto socioambiental onde ocorre o cuidado de enfermagem. Brasília, DF: Cofen, 2024. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-736-de-17-de-janeiro-de-2024/.

Terminologias utilizadas em UTI

Os termos técnicos ou terminologias, muito utilizadas em nosso setor, fazem parte da nossa rotina de interpretar evoluções médicas, de enfermagem, anotações de enfermagem. Segue a seguir terminologias e abreviações de termos utilizados em setores de terapia intensiva.

AAA – Aneurisma de aorta abdominal
AAI – Abdome agudo inflamatório
AAP – Abdome agudo perfurativo
AIT – Acidente isquêmico transitório
AU – Altura uterina
AVC – Acidente vascular cerebral
AVCH – Acidente vascular cerebral hemorrágico
AVCI – Acidente vascular cerebral isquêmico
BAV – Bloqueio atrioventricular
BAVT – Bloqueio atrioventricular total
BCE – Broncoespasmo
BCF – Batimento cárdio-fetal
BCP – Broncopneumonia
BEG – Bom estado geral
BI – Bomba de infusão
BI – Bolsa íntegra
BIC – Bomba de infusão continua
BIPAP – Aparelho utilizado para suporte a respiração de forma não invasiva, utilizando máscaras nasal ou facial, para evitar a necessidade de intubação.
CAPD – Diálise peritoneal ambulatorial contínua
CEC – Circulação extracorpórea
CIA – Comunicação intra-arterial
CID – Comunicação intravascular disseminada
CINE – Cinecoronariografia
CIV – Comunicação intraventricular
CIVD – Coagulação intravascular disseminada
CPAP – Em inglês de Contiunous Positive Airway Pressure ou seja, pressão positiva contínua na via aérea.
CT – Tomografia computadorizada
D – Indicação do lado direito
DC – Débito cardíaco
DDH – Decúbito dorsal horizontal
DL- Duplo lúmen
DLD ou DLE – Decúbito lateral direito ou
esquerdo respectivamente
DM – Diabetes mellitus
DMH – Doença da membrana hialina
DNV – Distúrbio neurovegetativo
DPC – Desnutrição protéico calórica
DPI – Diálise peritoneal intermitente
DPOC – Doença pulmonar obstrutiva crônica
DPP – Data provável do parto
DPP – Descolamento prematuro da placenta
DU – Dinâmica uterina
DUM – Data da última menstruação
DVP – Derivação ventrículo-peritoneal
E – Indicação do lado esquerdo
EAO – Estenose Aortica
EAP – Edema agudo de pulmão
EDA – Endoscopia digestiva alta
EDB – Endoscopia digestiva baixa
ELA – Esclerose lateral amiotrófica
ESV – Extrassístole supraventricular
EV – Infusão endovenosa
FA – Fibrilação atrial
FAB – Ferimento por arma branca
FAF – Ferimento por arma de fogo
FC – Freqüência cardíaca
FCC – Ferimento corto-contuso
FD ou FE – Flanco direito ou esquerdo
FR – Freqüência respiratória
FV – Fibrilação ventricular
GECA – Gastroenterocolite aguda
GO – Ginecologia e obstetrícia
HAS – Hipertensão arterial sistêmica
HDA – Hemorragia digestiva alta
HDB – Hemorragia digestiva baixa
HIC – Hipertensão intracraniana
HP – Hipertensão pulmonar
IAM – Infarto agudo do miocárdio
IC – Índice cardíacoICC – Insuficiência cardíaca congestiva
IC- Intracath
ICO – Insuficiência coronariana obstrutiva
ID – Intradérmica
IG – Idade gestacional
IM – Intramuscular
IMC – Índice de massa corpórea
IMO – Insuficiência de múltiplos órgãos
IRA – Insuficiência renal aguda
IRC – Insuficiência renal crônica
ITU – Infecção do trato urinário
IU – Incontinência urinária
IVA – Infecção de vias aéreas
IVAS – Infecção de vias aéreas superiores
JD/JE – Jugular Direito/ Jugular Esquerdo
LER – Lesão por esforços repetitivos
LLA – Leucemia linfóide aguda
LLC – Leucemia linfóide crônica
LMA – Leucemia mieloide aguda
LMC – Leucemia mieloide crônica
MEG – Mal-estar geral
MF – Movimentação fetal
MID ou MIE – Membro inferior direito ou
esquerdo respectivamente
MMHg – Milímetros de mercúrio
MMII – Membros inferiores
MMSS – Membros superiores
MPP – Má perfusão periférica
MSD ou MSE – Membro superior direito ou
esquerdo respectivamente
NA – Não aplicável
NI – Não investigado
NM – Neoplasia maligna
NPT – Nutrição parenteral total
OAC – Obstrução arterial crônica
OFIU – Óbito fetal intra-uterino
PA – Pressão arterial
PAD – Pressão de átrio direitoPAF – Perfuração por arma de fogo
PAI – Pressão Arterial Invasivo
PAM – Pressão arterial média
PAP – Pressão de artéria pulmonar
PC – Paralisia cerebral
PCA – Bomba de Infusão para Analgesia Controlada
PCP – Pressão capilar pulmonar
PCR – Parada cardiorespiratória
PE – Prescrição de enfermagem
PM – Prescrição médica
PMD – Psicose maníaco depressivo
PO – Pós-operatório
POI – Pós-operatório imediato
POT – Pós-operatório tardio
PRES – Presente
PSO – Pronto socorro obstétrico
PT – Pré-termo
PV – Perdas vaginais
PVC – Pressão venosa central
QT – Quimioterapia
RA – Sala de Recuperação Anestésica
RCP – Ressuscitação cardiorespiratória
RGE – Pefluxo gastroesofagiano
RL – Soro Ringer Lactato
RM – Ressonância magnética
RN – Recém-nascido
RNT – Recém-nascido de termo
RPP – Regular perfusão periférica
RTX – Radioterapia
RVS – Resistência vascular periférica
RX – Raio x
SaO2 – Saturação de oxigênio arterial
SARA – Síndrome da angústia respiratória do adulto
SARC – Síndrome da angústia respiratória da criança
SARF – Síndrome da angústia respiratória fetal
SC – Subcutânea
SC – Soro Composto
SC – Superfície corpórea
SCD ou SCE – Subclávia direita ou esquerda
SF – Soro fisiológico
SG – Soro glicosado
SIRS – Síndrome de resposta inflamatória sistêmica
SNC – Sistema nervoso central
SNE – Sonda nasoenteral
SNG – Sonda nasogástrica
SO – Sala Operatória
SpO2 – Saturação de oxigênio periférica
SSVV – Sinais vitais
SV – Sonda vesical
SvcO2 – Saturação de oxigênio da veia subclávia
SVD – Sonda vesical de demora
SvO2 – Saturação de oxigênio da artéria pulmonar
TAA – Trombose arterial aguda
TB – Tuberculose
TCE – Traumatismo crânio encefálico
TEMP – Temperatura
TEP – Tromboembolismo pulmonar
TIA – Ataque isquêmico transitório
TP – Trabalho de parto
TRO – Terapia de rehidratação oral
TSV – Taquicardia supraventricular
TVP – Trombose venosa profunda
TX – Transplante
TX-CD – Transplante com doador morto
TX-VI – Transplante com doador vivo
TXR – Transplante renal
USG – Ultra-sonografia
VJD ou VJE – Veia jugular direita ou esquerda
VO – Via oral