Enfermagem Offshore: você está preparado?

No ambiente offshore, a enfermagem pode estar literalmente a quilômetros de distância do hospital mais próximo. É justamente essa distância que muda a forma de trabalhar: uma intercorrência que, em terra, poderia ser encaminhada rapidamente para outro serviço precisa ser inicialmente avaliada, estabilizada e conduzida pela equipe de saúde disponível a bordo.

É por isso que trabalhar como profissional de enfermagem offshore vai muito além de “embarcar para trabalhar”. Exige preparo técnico, autonomia dentro das atribuições profissionais, capacidade de reconhecer situações de emergência e familiaridade com um ambiente de trabalho bastante diferente do hospital convencional. A NR-37 estabelece requisitos específicos de segurança, saúde e condições de vivência para trabalhadores a bordo de plataformas de petróleo nas Águas Jurisdicionais Brasileiras.

O que é enfermagem offshore?

A enfermagem offshore é a atuação do profissional de Enfermagem em plataformas de petróleo, unidades marítimas e outros ambientes de trabalho embarcado relacionados às operações offshore.

Nesse cenário, o profissional pode participar de atividades assistenciais, atendimento de urgências, primeiros socorros, promoção da saúde, prevenção de agravos, treinamentos, controle de materiais e medicamentos, registros e ações relacionadas à saúde ocupacional.

Estudos sobre a atuação do enfermeiro offshore descrevem justamente essa combinação entre assistência, gerenciamento, educação em saúde e preparação para situações previsíveis e inesperadas.

A rotina é diferente da enfermagem hospitalar

Em uma plataforma, o profissional de saúde está inserido em um ambiente industrial, com riscos próprios da atividade, espaços confinados, operações com máquinas e equipamentos, movimentação de pessoas e cargas e, principalmente, distância geográfica dos grandes centros de atendimento.

A NR-37 determina que a plataforma habitada disponha de profissional de saúde registrado no respectivo conselho profissional e estabelece critérios relacionados ao número de trabalhadores a bordo e à composição da equipe de saúde. Para determinados contingentes, pode haver técnico de enfermagem sob supervisão de enfermeiro, enfermeiro ou médico; a norma também prevê enfermaria e sistema de telemedicina para apoio especializado em terra.

Isso muda bastante a percepção de responsabilidade. Uma dor torácica, uma queda, uma queimadura ou um trauma durante o trabalho não podem ser encarados apenas como mais um atendimento da rotina.

Quando o treinamento deixa de ser certificado e vira prática

Imagine um trabalhador chegando à enfermaria após um acidente, com dor intensa e uma lesão aparentemente localizada. Naquele momento, o profissional precisa controlar a ansiedade, avaliar o paciente de forma sistemática, identificar sinais de gravidade e organizar o atendimento disponível.

É nesse tipo de situação que treinamentos de suporte à vida e trauma deixam de ser apenas certificados guardados em uma pasta.

A NR-37 determina que profissionais de saúde de nível médio lotados em plataformas tenham treinamento em suporte básico de vida e trauma pré-hospitalar, enquanto profissionais de nível superior devem possuir treinamentos avançados em suporte cardiológico e trauma pré-hospitalar, conforme as exigências previstas na norma.

Uma situação que mostra a diferença

Em um ambiente hospitalar, diante de uma alteração clínica inesperada, existe uma estrutura relativamente próxima: laboratório, radiologia, centro cirúrgico, especialistas e equipes de apoio.

No offshore, a lógica é outra.

Uma alteração súbita dos sinais vitais durante o turno pode exigir avaliação imediata, monitorização, estabilização e comunicação com a equipe médica em terra. O profissional precisa conhecer muito bem os recursos disponíveis na unidade e saber exatamente como acionar os fluxos de emergência.

Relatos publicados sobre enfermeiros embarcados descrevem uma rotina que envolve atendimento assistencial, treinamento de equipes de resgate, orientação de saúde, fiscalização e gerenciamento, além de períodos de sobreaviso para situações emergenciais.

Cuidados de enfermagem no ambiente offshore

Os cuidados começam antes mesmo de uma emergência acontecer. Organização da enfermaria, conferência de materiais, medicamentos e equipamentos, controle dos registros, verificação das condições dos recursos destinados ao atendimento e conhecimento dos protocolos locais fazem parte de uma assistência segura.

Durante o atendimento, a avaliação sistemática do paciente é fundamental. Sinais vitais, nível de consciência, dor, padrão respiratório, circulação, mecanismo do trauma e evolução clínica precisam ser acompanhados e registrados adequadamente.

Outro ponto importante é reconhecer os limites da atuação profissional. A NR-37 determina que os profissionais de saúde lotados na plataforma implementem as medidas de prevenção, promoção e atendimento à saúde previstas na própria norma e nas demais aplicáveis, sendo vedado o desvio ou desvirtuamento dessas funções.

E como é a experiência de quem trabalha embarcado?

Um aspecto interessante dos relatos de profissionais offshore é que a atuação não se resume ao atendimento de pacientes. O enfermeiro também pode exercer funções de liderança, gerenciamento, educação em saúde, treinamento e organização da assistência em um ambiente no qual a equipe de saúde é relativamente pequena diante da quantidade de trabalhadores.

Em um relato publicado na revista Texto & Contexto – Enfermagem, profissionais descreveram atividades que incluíam análise de água, inspeções, treinamentos da equipe de resgate, palestras e instruções de saúde para trabalhadores antes do embarque.

Na prática, isso significa que o profissional precisa estar preparado para trabalhar de maneira preventiva. Esperar o acidente acontecer para então pensar em segurança não combina com a realidade offshore.

Enfermagem Offshore exige preparo

Quem pretende entrar nessa área precisa entender que o ambiente embarcado cobra conhecimentos que vão além dos procedimentos tradicionais.

Experiência em urgência e emergência, atendimento ao paciente crítico, suporte básico ou avançado de vida conforme a categoria profissional, trauma, saúde ocupacional, primeiros socorros, organização de materiais e comunicação em situações críticas são conhecimentos que podem fazer diferença.

Também é importante conhecer as exigências da empresa, da unidade marítima e das normas aplicáveis ao embarque. A própria NR-37 possui requisitos específicos relacionados à capacitação, saúde, segurança e organização dos serviços a bordo.

Uma última cena para imaginar

Pense em um trabalhador chegando à enfermaria no final de um turno, reclamando de tontura e dizendo que “não é nada”. Em terra, talvez ele fosse encaminhado rapidamente para uma unidade de atendimento. Em uma plataforma, a equipe precisa primeiro avaliar aquele trabalhador e decidir, com os recursos disponíveis e os protocolos estabelecidos, qual é a conduta mais segura.

Esse é um dos grandes diferenciais da enfermagem offshore: a capacidade de reconhecer rapidamente o que pode esperar e aquilo que não pode esperar.

Não é apenas uma oportunidade de trabalhar em um setor diferente. É uma área que exige preparo, responsabilidade, disciplina e capacidade de atuar em um cenário no qual distância e tempo podem modificar completamente uma emergência.

Resumo para salvar

Enfermagem Offshore: o que você precisa saber

  • A enfermagem offshore atua em plataformas e unidades marítimas, com características diferentes do ambiente hospitalar
  • A NR-37 estabelece requisitos específicos para saúde e segurança nas plataformas de petróleo
  • Treinamento em suporte à vida e trauma é essencial para a atuação conforme a categoria profissional
  • O profissional precisa estar preparado para avaliar, estabilizar e conduzir emergências com recursos disponíveis a bordo

Referências:

  1. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 37 – Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo. Brasília, DF: Ministério do Trabalho e Emprego. Disponível em: NR-37 – Ministério do Trabalho e Emprego.
  2. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR-37 – Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo: texto atualizado. Brasília, DF. Disponível em: Texto atualizado da NR-37.
  3. AMORIM, Guilherme Henrique et al. Enfermeiro embarcado em plataforma petrolífera: um relato de experiência offshore. Texto & Contexto – Enfermagem, Florianópolis, v. 22, n. 1, p. 257-265, 2013. Disponível em: SciELO – Enfermeiro embarcado em plataforma petrolífera.
  4. GUEDES, Carolina Cristina Pereira; AGUIAR, Beatriz Gerbassi Costa. Discutindo e refletindo sobre a competência do enfermeiro offshore. Revista Enfermagem UERJ, v. 20, n. 1, p. 61-66, 2012. Disponível em: Revista Enfermagem UERJ – Competência do enfermeiro offshore.
  5. PEREIRA, Isabella Graziani et al. As principais competências do enfermeiro no serviço offshore: plataformas de petróleo e gás. Global Academic Nursing Journal, v. 4, Supl. 1, e357, 2023. Disponível em: Global Academic Nursing Journal – Competências do enfermeiro offshore

O que faz um Enfermeiro de Pronto Socorro?

O enfermeiro de pronto socorro desempenha um papel crucial na assistência imediata e eficaz a pacientes que buscam atendimento por diversas condições de saúde, desde as mais simples até as mais complexas. Suas atribuições são vastas e exigem conhecimento técnico, habilidades de comunicação e grande capacidade de tomada de decisão sob pressão.

Principais atribuições

  • Acolhimento e classificação de risco: É o primeiro contato com o paciente. Nessa etapa, o enfermeiro avalia a gravidade do quadro clínico e define a prioridade do atendimento, garantindo que os casos mais urgentes sejam atendidos rapidamente.
  • Coleta de dados e histórico de saúde: Realiza uma entrevista detalhada com o paciente para obter informações sobre os sintomas, histórico médico, alergias e medicamentos em uso.
  • Exame físico: Avalia os sinais vitais (pressão arterial, frequência cardíaca, temperatura, frequência respiratória), ausculta o coração e pulmões, inspeciona a pele e realiza outros procedimentos de acordo com a necessidade do paciente.
  • Assistência de enfermagem: Realiza procedimentos como curativos, administração de medicamentos, coleta de exames, monitoramento de sinais vitais, entre outros.
  • Estabilização de pacientes críticos: Em casos de emergência, o enfermeiro atua na estabilização do paciente, realizando manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), intubação orotraqueal e outros procedimentos de suporte avançado de vida.
  • Orientação e educação: Oferece orientações aos pacientes sobre os cuidados a serem tomados após a alta, medicamentos, retorno para consultas e promoção da saúde.
  • Gestão da equipe: Coordenada a equipe de enfermagem, distribuindo tarefas e supervisionando o trabalho dos técnicos de enfermagem e auxiliares de enfermagem.
  • Participação em protocolos e procedimentos: Cumpre os protocolos e procedimentos estabelecidos pela instituição, garantindo a qualidade e a segurança do atendimento.

Outras atividades importantes

  • Registro dos cuidados: Documenta todas as ações realizadas no prontuário do paciente, garantindo a continuidade do cuidado e a comunicação entre os profissionais de saúde.
  • Manutenção de equipamentos: Verifica o funcionamento dos equipamentos utilizados na assistência ao paciente, garantindo a segurança e a eficácia dos procedimentos.
  • Participação em programas de educação continuada: Busca constantemente aprimorar seus conhecimentos e habilidades, participando de cursos e treinamentos.

Referências:

  1. Hospital Federal de Bonsucesso: http://www.hgb.rj.saude.gov.br/artigos/atividades.asp
  2.  Faculdade ITH: https://faculdadeith.com.br/2022/05/19/enfermeiro-emergencista-conheca-as-atribuicoes-que-o-profissional-e-respaldado-a-realizar/

O que faz um Enfermeiro de UBS?

O enfermeiro de UBS (Unidade Básica de Saúde) é um profissional de saúde fundamental na atenção primária, atuando como elo entre a comunidade e o sistema de saúde.

Sua atuação é abrangente e impacta diretamente a saúde da população, desempenhando um papel crucial na promoção, prevenção e tratamento de doenças.

Principais funções do enfermeiro de UBS

  • Atenção individualizada: realizar consultas de enfermagem, administrar medicamentos, realizar curativos, coletar material para exames, orientar sobre saúde e prevenção de doenças, realizar vacinação e acompanhamento de pacientes com doenças crônicas.
  • Promoção da saúde: desenvolver ações educativas em saúde, palestras, campanhas de vacinação, grupos de apoio, atividades de promoção da saúde, atividades com foco em saúde mental e bucal.
  • Prevenção de doenças: realizar ações de vigilância epidemiológica, identificar e notificar doenças, orientar sobre hábitos saudáveis, realizar exames preventivos (como preventivo de colo de útero e mamografia).
  • Assistência em saúde da família: realizar visitas domiciliares, acompanhar gestantes, crianças, idosos, pessoas com deficiência e pessoas com doenças crônicas, promover o cuidado integral à família.
  • Gerenciamento de recursos: auxiliar na organização e gestão da UBS, controlar estoques de medicamentos e materiais, participar de reuniões e treinamentos, elaborar relatórios e registros de atividades.
  • Trabalho em equipe: atuar em conjunto com outros profissionais de saúde da UBS, como médicos, dentistas, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e agentes comunitários de saúde.
  • Gerenciamento: Planejar, gerenciar, coordenar, executar e avaliar a Unidade de Saúde da Família (USF), levando em conta as reais necessidades de saúde da população atendida;
  • Capacitação: Supervisionar e executar ações para capacitação dos agentes comunitários de saúde e auxiliares de enfermagem, com vistas ao desempenho das funções.

Habilidades e características essenciais

  • Comunicação eficaz: saber se comunicar com pacientes, familiares e outros profissionais de saúde de forma clara, respeitosa e empática.
  • Empatia e escuta ativa: ter a capacidade de se colocar no lugar do paciente e entender suas necessidades e dificuldades.
  • Organização e gestão do tempo: realizar múltiplas atividades e tarefas com eficiência e organização.
  • Trabalho em equipe: colaborar e trabalhar em conjunto com outros profissionais de saúde.
  • Atualização profissional: acompanhar as novidades e tendências na área da saúde, através de cursos, congressos e leituras.
  • Resiliência e capacidade de lidar com situações desafiadoras: lidar com a pressão do trabalho, situações complexas e demandas diversas.

O enfermeiro de UBS é um profissional essencial na saúde da comunidade. Sua atuação abrangente contribui para a melhoria da qualidade de vida da população, garantindo acesso à saúde e promovendo o bem-estar.

Para se tornar um enfermeiro de UBS, é necessário:

  • Graduação em Enfermagem: concluir o curso de Enfermagem em uma instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.
  • Registro no Conselho Regional de Enfermagem (COREN): após a graduação, o profissional deve se registrar no COREN do seu estado.
  • Experiência em atenção primária: o conhecimento e experiência em atenção primária são importantes para o desenvolvimento da carreira.

O trabalho do enfermeiro de UBS é desafiador, mas gratificante. É uma oportunidade de fazer a diferença na vida das pessoas e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e saudável.

Referência:

  1. Soares, C. E. dos S., Biagolini, R. E. M., & Bertolozzi, M. R.. (2013). Atribuições do enfermeiro na unidade básica de saúde: percepções e expectativas dos auxiliares de enfermagem. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 47(4), 915–921. https://doi.org/10.1590/S0080-62342013000040002

O que faz um Enfermeiro Oncológico?

O tratamento do câncer é uma jornada complexa e multifacetada, que exige uma abordagem multidisciplinar para cuidar efetivamente dos pacientes.

Nesse contexto, o enfermeiro oncológico desempenha um papel crucial, oferecendo não apenas cuidados clínicos, mas também suporte emocional e educacional aos pacientes e suas famílias. Vamos explorar as atribuições detalhadas desses profissionais e entender sua importância no tratamento do câncer.

Atribuições Detalhadas do Enfermeiro Oncológico

  1. Assistência Direta ao Paciente: O enfermeiro oncológico presta assistência direta ao paciente em todas as fases do tratamento do câncer, desde o diagnóstico até as diversas modalidades terapêuticas como cirurgia, radioterapia e quimioterapia.
  2. Educação e Orientação: Eles têm um papel educacional fundamental, orientando tanto o paciente quanto os familiares sobre o processo da doença, os tratamentos disponíveis e o manejo dos efeitos colaterais.
  3. Gestão de Sintomas: São responsáveis por avaliar e gerenciar os sintomas relacionados à doença e ao tratamento, promovendo o conforto e a qualidade de vida do paciente.
  4. Apoio Emocional: Oferecem suporte psicológico, sendo um pilar de força e conforto para pacientes e famílias durante os momentos mais desafiadores.
  5. Coordenação de Cuidados: Atuam como coordenadores de cuidados, trabalhando em conjunto com a equipe multidisciplinar para garantir a continuidade e a eficácia do tratamento.
  6. Advocacia do Paciente: Lutam pelos direitos dos pacientes, assegurando que suas vozes sejam ouvidas e suas necessidades atendidas.
  7. Pesquisa e Inovação: Participam ativamente em pesquisas para avançar no tratamento do câncer e na prática da enfermagem oncológica.

Importância do Enfermeiro Oncológico no Tratamento do Câncer

A presença do enfermeiro oncológico é vital para o sucesso do tratamento do câncer. Eles são essenciais para:

  • Melhoria da Qualidade de Vida: Através da gestão de sintomas e do apoio emocional, contribuem significativamente para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
  • Educação e Prevenção: A orientação e educação fornecidas pelos enfermeiros ajudam na prevenção de complicações e no encorajamento de práticas saudáveis.
  • Humanização do Tratamento: O cuidado humanizado oferecido pelos enfermeiros oncológicos é fundamental para o bem-estar emocional e físico dos pacientes.
  • Eficiência no Tratamento: A coordenação de cuidados realizada por esses profissionais garante que o tratamento seja eficiente e integrado.

Em resumo, os enfermeiros oncológicos são indispensáveis no tratamento do câncer, atuando como educadores, cuidadores, coordenadores e defensores dos pacientes.

Sua atuação especializada e compassiva é um dos pilares que sustentam a esperança e a força dos pacientes em sua luta contra o câncer.

Referências:

O que faz um Enfermeiro Obstetra?

A jornada da maternidade é marcada por momentos de alegria, expectativa e, às vezes, ansiedade. No centro dessa experiência transformadora está o enfermeiro obstetra, cuja atuação é fundamental para garantir a saúde e o bem-estar da mãe e do bebê.

O que faz um Enfermeiro Obstetra?

  • Monitoramento da Gestação Desde o início da gravidez, o enfermeiro obstetra acompanha a evolução da gestante, realizando exames, avaliando a saúde da mãe e do feto, e assegurando que ambos recebam o melhor cuidado possível.
  • Educação e Preparação Através de cursos e consultas, eles educam as futuras mães sobre o parto, amamentação e cuidados com o recém-nascido, além de prepará-las física e emocionalmente para o grande dia.
  • Apoio Durante o Parto No momento do parto, o enfermeiro obstetra é a mão amiga que guia a mãe através das contrações, oferecendo suporte técnico e emocional, e intervindo quando necessário para a segurança de ambos.
  • Cuidados Pós-Parto Após o nascimento, o enfermeiro obstetra continua a cuidar da mãe e do bebê, ajudando na recuperação e nos primeiros passos da amamentação, e garantindo que a família esteja pronta para a nova etapa da vida.

A Importância do Enfermeiro Obstetra

A presença do enfermeiro obstetra é essencial para uma experiência de parto positiva. Eles são os especialistas que tranquilizam, que instruem e que cuidam. Sua habilidade técnica se une à sensibilidade humana para acolher cada nova vida com amor e segurança.

Em um mundo onde cada nascimento é um milagre, o enfermeiro obstetra é o guardião desse momento mágico. Eles não apenas assistem ao nascimento de um bebê, mas também ao nascimento de uma nova mãe e de uma nova família.

Referências:

  1. https://blog.pitagoras.com.br/enfermeiro-obstetra/
  2. https://blog.anhanguera.com/o-que-faz-um-enfermeiro-obstetra/
  3. Instituto Nascer

O que faz um Enfermeiro de Centro Cirúrgico?

O enfermeiro tem seu trabalho relacionado com atividades nos períodos pré, intra e pós-operatório. Cada um deles é importante de uma forma para a melhora completa do paciente.

Cada um deles é importante de uma forma para a melhora completa do paciente. Mas, precisamos destacar que na rotina do enfermeiro no centro cirúrgico, a fase pré-operatória é mais importante.

Isso porque é o momento de mais vulnerabilidade para o paciente. Assim, os enfermeiros precisam garantir desde o tratamento anestésico cirúrgico, até ações que possam minimizar os riscos de contaminação por equipamentos ou do próprio ambiente.

Além disso, o profissional atua como gerente em questões assistenciais, burocráticas e organizacionais. Ele também coordena a equipe e proporciona para o paciente e seus familiares um cuidado indireto. O principal objetivo é proporcionar uma assistência de enfermagem com qualidade.

A Pós Graduação

A pós-graduação em Enfermagem em Centro Cirúrgico é uma oportunidade para enfermeiros aprimorarem suas habilidades e conhecimentos específicos nessa área.

O tempo médio de duração destes cursos podem variar, em até 12 meses:

  • Especialização em Enfermagem em Centro Cirúrgico e CME (Centro de Material e Esterilização): Este curso capacita enfermeiros para atuarem com pacientes em situações cirúrgicas, principalmente durante a fase intraoperatória e pós-operatória imediata.
  • O foco da atuação do enfermeiro está no centro cirúrgico, nas unidades de recuperação pós-anestésica e na central de material e esterilização.
  • A especialização visa desenvolver competências e habilidades profissionais, incluindo o cuidado individual e coletivo, gestão de recursos humanos e materiais, planejamento e organização do trabalho, com o objetivo de melhorar a saúde, segurança do paciente e qualidade de vida.

As Atribuições

ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL

1- Realizar plano de cuidados e supervisionar a continuidade da assistência.
2- Prever recursos humanos para atendimento em SO.
3- Supervisionar as ações da equipe de enfermagem.
4- Checar a programação cirúrgica.
5- Conferir escala diária de atividades dos funcionários.
6- Orientar montagem e desmontagem de SO.
7- Conferir os materiais implantáveis necessários para as cirurgias (antes do paciente ser encaminhado a SO).
8- Verificar a disponibilidade e o funcionamento do material necessário para cirugia.
9- Manter ambiente seguro para paciente e profissionais.
10- Realizar visita pré-operatória.Realizar os diagnósticos de enfermagem para o período pré e intraoperatório e implementação dos cuidados.
11- Recepcionar o paciente no CC, conferir prontuários, pulseira de identificação, exames e preencher os impressos relativos a admissão.
12- Realizar inspeção física do paciente (no local específico em cada instituição).
13- Conferir os Diagnósticos de Enfermagem e a implementação dos cuidados.
14- Conduzir o paciente até a SO.
15- Auxiliar na transferência do paciente da maca para a mesa cirúrgica.
16- Auxiliar no posicionamento do paciente.
17- Orientar o técnico sobre as anotações de enfermagem em SO.
18- Realizar curativo cirúrgico ou ajudar a equipe na execução.
19- Auxiliar na transferência do paciente da mesa cirúrgica para a maca, verificar cateteres, sondas e drenos.
20- Encaminhar o paciente para RPA.
21- Informar as condições clinicas do paciente ao Enfermeiro da RPA.

ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO COORDENADOR (quanto ao funcionamento do Centro Cirúrgico)

1- Prever a necessidade de materiais, equipamentos e instrumental cirúrgico e prover o setor de tais elementos.
2- Participar da elaboração de normas, rotinas e procedimentos do setor.
3- Orientar, supervisionar e avaliar o uso adequado de materiais e equipamentos com o objetivo de garantir o uso correto.
4- Colaborar com a comissão de CCIH.
5- Fazer com que as normas de CCIH sejam cumpridas por toda equipe.
6- Quando necessário, solicitar novos equipamentos e/ou instrumental cirúrgico.
7- Controle Administrativo.
8- Elaborar escalas mensais e diárias de atividades dos funcionários.
9- Supervisionar conferência de equipamentos, através de escala previamente elaborada.
10- Prever e Prover recursos humanos, materiais, equipamentos e instrumental cirúrgico em condições adequadas para as cirurgias sejam realizadas.
11- Tomar decisões administrativas e assistenciais com respaldo científico.

ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO COORDENADOR (quanto a atividades administrativas)

1- Realizar avaliação de desempenho da esquipe (conforme normas da instituição).
2- Definir o perfil do profissional do Centro Cirúrgico.
3- Participar do treinamento de novos funcionários.
4- Planejar treinamentos junto com a Educação Continuada.
5- Utilizar a Educação Permanente em Saúde.
6- Proporcionar recursos humanos para realizar a ato anestésico-cirúrgico.
7- Zelar pela qualidade da assistência.

ATIVIDADES ASSISTENCIAIS DO ENFERMEIRO COORDENADOR/DIARISTA

1- Implementar a SAEP.
2- Verificar o agendamento de cirurgias e orientar montagem de SO.
3- Avaliar o relacionamento interpessoal da equipe de enfermagem.
4- identificar os problemas e buscar propostas de soluções.
5- Notificar ocorrências (de acordo com o preconizado em cada instituição).
6- Zelar para que todos os impressos sejam preenchidos corretamente.

OBS: As atribuições do enfermeiro coordenador podem ser dividas com o enfermeiro assistencial sendo ele plantonista ou diarista.

ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO NA RPA

1- Receber as informações clínicas do paciente na admissão a RPA.
2- Realizar exame físico dos pacientes na admissão e na alta da RPA, além dos sinais vitais, verificar saturação de O2, atividade e força muscular.
3- Elaborar plano de cuidados, supervisionar sua execução e realizar as atividades complexas de enfermagem, com base na SAEP.
4- Ter conhecimento da farmacodinâmica, da anestesia e da analgesia, e também de fisiolopatologia.
5- Ter conhecimento e habilidade para o atendimento em urgências cardiorrespiratórias e em reanimação cardiopulmonar.
6- Atentar quanto a possíveis riscos inerentes ao ato anestésico cirúrgico.
7- Priorizar a assistência aos pacientes com maior grau de complexidade.
8- Aplicar escalas de Aldrete e Kroulik, sedação de Ramsey e dor ao longo da permanência do paciente na RPA.
9- Avaliar e registrar a evolução clinica do paciente em recuperação, as intercorrências, os cuidados e manobras realizadas.
10- Avaliar as condições clínicas para alta do paciente, registrar e encaminhá-lo a enfermaria de origem.
11- Informar e orientar os familiares sobre as condições clínicas do paciente.
12 – Passar as informações (como passagem de plantão) ao enfermeiro da enfermaria de origem do paciente, antes de encaminhá-lo de alta.

ATRIBUIÇÕES TÉCNICO -ADMINISTRATIVAS DO ENFERMEIRO NA RPA

1- Colaborar com o enfermeiro coordenador do CC na elaboração das escalas mensais, semanais e diárias.
2- Manter atualizadas as rotinas da RPA.
3- Identificar a necessidade de materiais e equipamentos observando a conservação e também fazendo com que a equipe também observe.
4- Dimensionamento de pessoal de acordo com as necessidades da RPA.
5- Promover Educação Continuada.
6- Utilizar a Educação Permanente em Saúde como instrumento para proposta e alcançar soluções de questões que possam surgir no desenvolvimento das ações.

Referência:

  1. Martins, F. Z., & Dall’Agnol, C. M.. (2016). Centro cirúrgico: desafios e estratégias do enfermeiro nas atividades gerenciais. Revista Gaúcha De Enfermagem, 37(4). https://doi.org/10.1590/1983-1447.2016.04.56945

O que faz um Enfermeiro Intensivista?

O enfermeiro intensivista tem um papel importantíssimo nas tarefas de alta complexidade, visto que trabalha constantemente na Terapia Intensiva.

É  um profissional responsável por lidar com pacientes críticos internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), tanto em unidades adultas, pediátricas quanto neonatais. Sua atuação é de alta complexidade e requer responsabilidade, pois envolve cuidados intensivos e procedimentos essenciais para salvar vidas.

Pós Graduação

Para se tornar um enfermeiro intensivista, existem opções de pós-graduação que podem aprofundar seus conhecimentos e prepará-lo para atuar em unidades de terapia intensiva (UTIs) com foco em pacientes adultos.

Esses programas de pós-graduação oferecem uma especialização em Enfermagem em Terapia Intensiva e abordam vários aspectos importantes:

  • Assistência Humanizada: Você aprenderá a prestar assistência humanizada em situações de urgência e emergência, considerando as necessidades específicas dos pacientes críticos.
  • Gestão do Cuidado e dos Serviços de Saúde: A pós-graduação inclui conhecimentos sobre gestão, organização e administração das UTIs, garantindo que você esteja preparado para lidar com os desafios do ambiente hospitalar.
  • Tecnologia e Inovações Aplicadas à Saúde: Você explorará as últimas tecnologias e inovações no campo da terapia intensiva, permitindo que você utilize ferramentas avançadas para melhorar o cuidado ao paciente.

Além disso, há duas opções principais para se especializar como enfermeiro intensivista:

  1. Pós-graduação Lato Sensu: Essa é uma opção comum para enfermeiros que desejam se aprofundar na área. A conclusão bem-sucedida de um programa de pós-graduação lato sensu resulta no diploma de especialista em terapia intensiva.
  2. Residência em Terapia Intensiva: A residência é outra alternativa. Ela também concede o diploma de especialista em terapia intensiva após a conclusão bem-sucedida.

Independentemente da escolha, esses programas fornecem o conhecimento necessário para atuar com competência e segurança nas UTIs, onde o cuidado é crucial para pacientes em estado crítico .

Atividades do Enfermeiro Intensivista

Aqui estão algumas das principais atividades desempenhadas por um enfermeiro intensivista:

  • Administração de Cuidados: O enfermeiro intensivista é responsável por passagens de sondas vesicais, nasogástricas e enterais, cateter de PICC, medicações e curativos aos pacientes da UTI. Ele também monitora aparelhos, controla infecções hospitalares e analisa a hemodinâmica dos pacientes.
  • Comunicação com Famílias: Além de cuidar dos pacientes, o enfermeiro intensivista compartilha informações com as famílias, fornecendo atualizações sobre o estado de saúde do paciente e oferecendo apoio emocional.
  • Gestão e Liderança: O trabalho desse profissional não se limita à UTI. Ele frequentemente assume cargos de gestão, lidando com recursos humanos, materiais hospitalares e tecnologias avançadas. Também pode atuar em urgências e emergências hospitalares, unidades de pronto atendimento (UPAs), serviços pré-hospitalares e pesquisa científica.
  • Terminalidade e Casos Graves: O enfermeiro intensivista lida com situações críticas e avançadas. Por exemplo, quando a UTI recebe um paciente com parada cardíaca, sua atuação é fundamental para melhorar o quadro do paciente. Ele monitora sinais vitais como respiração, pulso, pressão arterial, dor e temperatura.
  • Promoção da Saúde: Além de tratar doenças graves, o enfermeiro intensivista também implementa ações para promover a saúde dos pacientes internados na UTI.

O enfermeiro intensivista desempenha um papel vital na equipe de cuidados intensivos, garantindo que os pacientes recebam tratamento de qualidade em situações críticas .

Referências:

  1. Ensino Einstein
  2. Anhanguera

Competência ao cuidado de Feridas

A Resolução Cofen nº 501/2015 estabelece os critérios para a atuação dos profissionais de enfermagem na realização de curativos, de acordo com o grau de complexidade das lesões.

Entenda os graus de lesões das feridas

  • Os curativos de grau 1 são aqueles que envolvem lesões superficiais, com pouca ou nenhuma exsudação, sem sinais de infecção ou necrose.
  • Os curativos de grau 2 são aqueles que envolvem lesões parciais ou totais da derme, com moderada exsudação, sem sinais de infecção ou necrose.
  • Os curativos de grau 3 são aqueles que envolvem lesões que atingem o tecido subcutâneo, com grande exsudação, podendo apresentar sinais de infecção ou necrose.
  • Os curativos de grau 4 são aqueles que envolvem lesões que atingem o músculo, o osso ou as estruturas profundas, com grande exsudação, podendo apresentar sinais de infecção ou necrose.

Entenda as Competências

A Resolução Cofen nº 501/2015 determina que os curativos de grau 1 e 2 podem ser realizados por qualquer profissional de enfermagem, desde que capacitado e supervisionado pelo enfermeiro.

Já os curativos de grau 3 e 4 devem ser realizados exclusivamente pelo enfermeiro, que deve avaliar a lesão e prescrever o tratamento adequado, sendo que o auxiliar e o técnico devem auxiliar o Enfermeiro nos curativos de feridas em estágio 3 e 4.

Referências:

  1. – BLANCK, M.; GIANNINI, T. Ulceras e feridas – As feridas tem alma. Di livros editora ltda, 2014.
  2. BORGES, E. L. et al. Feridas – Como Tratar. Coopmed Editora Médica, 2009.
  3. BORGES, E. L. Feridas – Úlceras de Membros Inferiores. Editora Guanabara Koogan, 2012.
  4. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Procedimentos / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2011 – BRASIL. Protocolo para prevenção de úlcera por pressão. Ministério da Saúde/Anvisa/Fiocruz, 2013.
  5. Conselho Federal de Enfermagem – COFEN (BR). Lei do Exercício Profissional, nº 7.498/86; Decreto nº 94.406/87 e Código de Ética dos profissionais de enfermagem.
  6. Conselho Federal de Enfermagem – COFEN (BR). Resolução 311 de 2007, que aprova o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
  7. Conselho Federal de Enfermagem – COFEN (BR). Resolução 358 de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem.
  8. Conselho Federal de Enfermagem – COFEN (BR). Resolução 429 de 2012, que dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente.
  9. Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo – COREN SP. PARECER COREN – SP CAT Nº 011/2009. Uso do laser de baixa intensidade pelo profissional enfermeiro no tratamento clínico de feridas.
  10. Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia – COREN RO. Parecer nº 06/2013, referente à solicitação de esclarecimentos sobre as competências dos Enfermeiros no tratamento de feridas, bem como o direito de atender consultas em estabelecimentos privados e o direito de usar lâmina de bisturi no desbridamento conservador.
  11. CUNHA, N. A. Sistematização da Assistência de Enfermagem no Tratamento de Feridas Crônicas. Monografia. Fundação de Ensino Superior de Olinda. Olinda, 2006.
  12. ERNANDES, L. R. A. Fisiologia da cicatrização: feridas e curativos. 2005. Disponível em URL: 
  13. EPUAP/NPUAP. Prevenção de Úlceras de Pressão – Guia de consulta rápido. Disponível em:http://www.epuap.org/guidelines/QRG_Prevention_in_Portuguese.pdf.
  14. MORAIS, G. F. da C.; OLIVEIRA, S. H. dos S.; SOARES, M. J. G. O. Avaliação de feridas pelos enfermeiros de instituições hospitalares da rede pública. Texto contexto – enferm., Florianópolis , v. 17, n. 1, p. 98-105, mar. 2008 .
  15. OLIVEIRA, Adriana Cristina. Infecções Hospitalares: Epidemiologia, Prevenção Controle. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 2005.
  16. PEREIRA, A. L. Revisão sistemática de literatura sobre produtos usados no tratamento de feridas. Goiânia, 2006. Dissertação de mestrado. Disponível em: HTTPS://repositorio.bc.ufg.br/tede/bitstream/tde/732/1/Angela%20Lima%20Pereira.pdf.
  17. SANTOS, J. B. et al. Avaliação e tratamento de feridas: orientações aos profissionais de saúde. Hospital de Clínicas de Porto Alegre RS. Disponível em: http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/34755/000790228.pdf.
  18. SANTOS, I. C. R. V.; OLIVEIRA, R. C. de; SILVA, M. A. da. Desbridamento cirúrgico e a competência legal do enfermeiro. Texto contexto – enferm., Florianópolis , v. 22, n. 1, p. 184-192, mar. 2013.
Notícias da Enfermagem

Cofen normatiza realização de sutura simples por enfermeiros

Mais uma prerrogativa da profissão foi normatizada. Desta vez, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) publicou a Resolução 731, de 13 de novembro de 2023, que regulamenta a realização de suturas simples por enfermeiras e enfermeiros. O documento autoriza que o profissional realize sutura simples, em pequenas lesões em ferimentos superficiais de pele, anexos e mucosas e […]

Notícias da Enfermagem

Treinamento online gratuito do Coren-SP prepara enfermeiros para o cargo de Responsável Técnico

Ser enfermeiro Responsável Técnico (RT) é uma tarefa séria, que exige conhecimento não apenas técnico-científico, mas também sobre áreas como ética, legislação profissional e gestão de conflitos. Por isso, como forma de apoiar os enfermeiros RTs no desempenho dessa função, o Coren-SP realiza, desde julho de 2022, o curso “Responsabilidade técnica em enfermagem – conteúdo essencial […]