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Tag: cuidados enfermagem
Administração Segura de Medicamentos
Quando falamos em processo medicamentoso na Administração Segura de Medicamentos, nós, profissionais da enfermagem, somos a última barreira para evitar que um erro aconteça.
Para nos ajudar, alguns instrumentos surgiram ao longo dos anos. O primeiro a ser criado, foi a perspectiva dos 5 certos: Medicação certa, Paciente certo, Dose certa, Via certa, Horário certo.
Com o passar do tempo, percebeu-se que além dos 5 certos, outros aspectos eram imprescindíveis para se garantir a administração segura de medicações. Hoje nós falamos em 9 certos para a administração de medicamentos, e os 6 certos para o preparo da medicação, de acordo com o PROTOCOLO DE SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS, do Ministério da Saúde.
Vale lembrar que diversos lugares falam em diversos tipos de certos, uns com 7,outros com 8, até 11 certos para a administração segura, o importante é saber que precisa seguir à risca os passos, e realizar a dupla checagem sempre.
Uma dica importante: Ao preparar quaisquer medicações, concentre-se em seu trabalho, evitando conversar durante os preparos, aparelhos sonoros ligados no fundo como rádios e TVs (nas quais desviam atenção), uso de celulares durante o preparo.
NUNCA ADMINISTRE MEDICAMENTOS PREPARADOS POR OUTRO COLEGA!
“Quem separa prepara, quem prepara administra, quem administra faz checagem e relata”.
Ao administrarmos medicações endovenosas, precisamos prestar muita atenção quanto ao tipo de equipo a ser utilizado, averiguando juntamente com a prescrição médica a dosagem a ser infundida, e o tempo ser administrado, isso aprendemos quanto às fórmulas de gotejamento.
Mas há diversos tipos de equipos de infusão, e entre elas os equipos de macrogotas e microgotas há uma diferença fundamental. Internamente, em sua câmara de gotejamento, o equipo de microgota tem sua estrutura menor e mais fina, para dar o formato do gotejamento gradativamente menor (lembrando, que 1 gota equivale a 3 microgotas), e o equipo macrogota, apresenta em formato mais grosseiro e maior, dando o formato da gota em sua estrutura normal (lembrando que 20 gotas equivale a 1 ml).
Devemos prestar muito atenção no momento da preparação do equipo quanto ao soro a ser administrado, não errando o tipo de equipo no momento de sua administração, pois as vazões são totalmente diferentes. Os equipos microgotas são muito utilizados em UTI Neo, UTI Pediátrico, quando as dosagens e vazões precisam ser mais controladas. É também utilizado em casos de administração de certos quimioterápicos.
Saiba mais sobre os equipos Macro e Microgotas em nosso canal YouTube:
A equipe de enfermagem, ao prestar assistência ao paciente sob ventilação mecânica, deve sempre ter presente que este é o elemento mais importante na situação assistencial e que todos os membros da equipe devem trabalhar de forma eficiente e integrada. A atuação da enfermagem na ventilação mecânica é intensa, extensa e complexa.
VENTILAÇÃO MECÂNICA: PARA QUE SERVE?
O ventilador mecânico é um aparelho capaz de administrar oxigênio em pacientes impossibilitados de respirar ou quando essa atividade é realizada de forma exaustiva pelo mesmo. A ventilação mecânica (VM) é um método usual em unidade de terapia intensiva (UTI), Centros Cirúrgicos, Sala de Emergência, Ambulâncias, sendo utilizada em pacientes com insuficiência respiratória ou qualquer etiologia, dando suporte ao tratamento da patologia-base pelo tempo que for necessário para reversão do quadro, portanto não constitui um procedimento curativo.
A ventilação mecânica invasiva se dá através do Tubo Orotraqueal (TOT), Traqueostomia (TQT) e Cricotireoidostomia.
A atenção aos pacientes sob uso de ventilação mecânica torna-se responsabilidade dos profissionais de enfermagem. Quem manuseia os parâmetros ventilatórios são os profissionais de Fisioterapia e Médicos.
A assistência ventilatória exige monitorização constante das funções vitais e de cuidados intensivos ao paciente crítico, vistas essas necessidades, para a realização desses cuidados, faz-se necessário um trabalho multiprofissional.
PRINCIPAIS INDICAÇÕES:
As principais indicações para iniciar o suporte ventilatório são:
Reanimação devido à parada cardiorrespiratória;
Hipoventilação e apneia;
Insuficiência respiratória devido a doença pulmonar intrínseca e hipoxemia.
Comando respiratório instável (trauma craniano, acidente vascular, cerebral, intoxicação exógena e abuso de drogas);
– Prevenção de complicações respiratórias:
Restabelecimento no pós-operatório de cirurgia de abdome superior, torácica de grande porte, deformidade torácica, obesidade mórbida;
Parede torácica instável.
Redução do trabalho muscular respiratório e fadiga muscular.
Manutenção das trocas gasosas, ou seja, reverter a hipoxemia e reverter a acidose respiratória associada à hipercapnia.
Prevenir ou reverter atelectasia.
Permitir sedação e/ou bloqueio neuromuscular.
Reduzir a pressão intracraniana.
MODALIDADES DA VENTILAÇÃO MECÂNICA:
Ventilação mandatória contínua/controlada (CMV);
Ventilação mandatória contínua com volume controlado – modo controlado (VCV);
Ventilação mandatória contínua com volume controlado – modo assistido-controlado;
Ventilação mandatória contínua com pressão controlada – modo controlado (PCV/AV);
Ventilação mandatória contínua com pressão controlada – modo assistido-controlado;
Ventilação mandatória intermitente (SIMV);
Ventilação mandatória intermitente sincronizada (SIMV/V) com volume controlado;
Ventilação mandatória intermitente sincronizada (SIMV/P) com pressão controlada;
Ventilação mandatória intermitente sincronizada (SIMV) (com volume controlado ou com pressão controlada) associada a ventilação com pressão de suporte;
Ventilação espontânea contínua (BIPV);
Ventilação com pressão de suporte (PSV);
Pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP).
CUIDADOS DE ENFERMAGEM:
– Realizar controle de sinais vitais de 2/2 horas, controle de volume urinário, avaliar nível de consciência/quadro neurológico.
– Observar padrão ventilatório: Anotar parâmetros do ventilador (modalidade, FiO2, volume corrente, frequência do aparelho e total, PEEP, Pressão Suporte).
– Observar perfusão periférica e monitorar oximetria/gasometria arterial.
– Manter decúbito a 45 graus, restringir membro superior e fixar a cânula endotraqueal à altura conveniente (ausculta pulmonar), com um cadarço próprio, e anotar o número da rima, rodiziando o local de fixação.
– Se houver previsão prolongada de intubação, é necessário que o enfermeiro passe SNG ou SNE para início de infusão de dieta enteral imediata e manter acesso venoso.
– Realizar higiene oral 3x/dia com solução própria e aspirar a cânula endotraqueal em método de aspiração estéril (utilizando track-care ou sonda de aspiração e luvas estéreis) regularmente ou se houver secreções e sialorreia em grande quantidade.
– Realizar as trocas de fixação pelo menos 1x/dia (durante o banho), utilizando-se de um cadarço específico ou tensoplast, sempre fixar ao centro da boca do paciente, e protegendo os nós do cadarço com uma gaze para evitar lesionar a pele do paciente.
Regiões e Quadrantes Abdominais
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Interpretando Arritmias Cardíacas
Ainda um assunto um pouco complexo para alguns profissionais técnicos em uma UTI, sendo fundamental aprender pelo menos o básico de uma interpretação dos traçados eletrocardiográficos, para poder distinguir certas arritmias precoces. É de extrema importância, que o profissional técnico saiba manusear corretamente um aparelho para realização do ECG.
Entendendo o básico:
O quê é Arritmia cardíaca?
As Arritmias cardíacas são alterações elétricas que provocam modificações no ritmo do coração. É como se o coração perdesse o compasso e tornasse fora do ritmo, arrítmico, sem ritmo. Arritmia é, portanto, uma doença que afeta o Ritmo de Batimentos do Coração!
Identificando uma arritmia cardíaca em exames de Eletrocardiograma (ECG)
Exemplo de extra-sístoles ventriculares polifórmicas em papel de ECG.
O eletrocardiograma (ECG) é um exame que verifica a existência de problemas com a atividade elétrica do coração. É um procedimento rápido, simples e indolor, no qual os impulsos elétricos do coração são amplificados e registrados em um pedaço de papel.
Cada batida do seu coração acontece por conta de um impulso elétrico naturalmente gerado por células especiais do seu coração. O eletrocardiograma registra esses impulsos elétricos e mostra se o ritmo e intensidade destes estão dentro do normal. Geralmente, um ECG é pedido se houver suspeita de uma doença cardíaca ou como parte de um exame físico de rotina para a maioria das admissões feitas em um ambiente de UTI.
Exemplo de extra sistole ventricular bigeminada notado em monitor multiparâmetros
É possível identificar arritmias em monitores cardíacos/multiparâmetros rapidamente, e alguns monitores alarmam, sendo de fácil entendimento.
Elementos do ECG
O traçado do eletrocardiograma é composto basicamente por 5 elementos: onda P, intervalo PR, complexo QRS, segmento ST e onda T.
A onda P é o traçado que corresponde à despolarização dos átrios (contração dos átrios).
O intervalo PR é o tempo entre o início da despolarização dos átrios e dos ventrículos.
O complexo QRS é a despolarização dos ventrículos (contração dos ventrículos).
O segmento ST é o tempo entre o fim da despolarização e o início da repolarização dos ventrículos.
A onda T é a repolarização dos ventrículos, que passam a ficar aptos para nova contração.
Cada batimento cardíaco é composto por uma onda P, um complexo QRS e uma onda T.
Obs: a repolarização dos átrios ocorre ao mesmo tempo da despolarização dos ventrículos, por isso, ela não aparece no ECG, ficando encoberta pelo complexo QRS. O complexo QRS pode ter várias aparências, dependendo da derivação em que ele é visualizado.
Plano Frontal e Plano Horizontal:
Para o registro do ECG padrão usamos 12 derivações; seis derivações cobrem o plano frontal ou vertical (aVR, aVL, aVF, DI, DII e DIII) e seis cobrem o plano horizontal ou precordial (V1 a V6), numa tentativa de registrar a atividade elétrica cardíaca por vários ângulos diferentes. Eventualmente, são utilizadas derivações precordiais adicionais para uma melhor visualização da parede posterior do coração (V7 e V8) e do ventrículo direito (V3R e V4R).
Exemplo de derivações em Plano Frontal
Exemplo de derivações em plano horizontal ou precordial
No ECG convencional de 12 derivações com 10 eletrodos, um eletrodo é posicionado no braço direito, um no braço esquerdo, um na perna direita e um na perna esquerda. Outros seis eletrodos são colocados no tórax. O eletrodo da perna direita é o de referência.
Eletrodos de membros: – Coloque os eletrodos na parte de dentro de cada braço, entre o pulso e o cotovelo. – Coloque os eletrodos na parte de dentro de cada barriga da perna, entre o joelho e o tornozelo.
Eletrodos no tórax: V1 – no 4º espaço intercostal, no lado direito do esterno. V2 – no 4º espaço intercostal, no lado esquerdo do esterno. V3 – no ponto central entre as posições dos eletrodos V2 e V4. V4 – no 5º espaço intercostal, na linha clavicular média esquerda. V5 – na linha axilar anterior esquerda, horizontalmente à posição do eletrodo V4. V6 – na linha axilar média esquerda, horizontalmente à posição do eletrodo V
OBS: Para que a colocação e a medida dos eletrodos no tórax sejam precisas, é importante localizar o quarto espaço intercostal.
1 Localize o segundo espaço intercostal apalpando primeiro o ângulo de Lewis (pequena
protuberância óssea onde ocorre a junção do esterno com o manúbrio). Essa elevação do esterno
é o local de fixação da segunda costela e o espaço logo abaixo dela é o segundo espaço intercostal.
2 Apalpe e conte para baixo no tórax até localizar o quarto espaço intercostal.
Identificando um Ritmo Sinusal ou Traçado Normal de um ECG
Devem ser conhecidos, principalmente, a idade, o biótipo, a história clínica e os medicamentos eventualmente em uso. O ritmo cardíaco normal é o sinusal, isto é, o complexo QRS deve ser precedido de uma onda P positiva em D1 e D2. A frequência cardíaca deve oscilar entre 60 e 100 batimentos por minuto (bpm) no adulto; na criança, pode ser mais elevada, existindo tabelas mostrando a freqüência normal de acordo com a idade.
Para se calcular a freqüência cardíaca, se o ritmo for regular, podemos recorrer a réguas especiais que mostram como se proceder. Na falta delas, obtemos a freqüência cardíaca, se o ritmo for regular, dividindo a constante 1.500 pelo número de quadradinhos (mm) que se situam entre pontos homólogos de dois ciclos seguidos (entre dois ápices de R, por exemplo). Este número (1.500) foi obtido com base no fato de que o papel de registro desloca-se a uma velocidade de 25 mm/s e, portanto, 1.500 mm em 1 minuto.
Como será realizado o procedimento pelo Técnico de Enfermagem
Peras de borracha com ponta metalizada
Pás ou eletrodos de metal
Primeiramente, prepare o paciente para o exame. Se o mesmo tiver muitos pelos, faça tricotomia se necessário. Se houver pele gordurosa, faça a assepsia com álcool 90%.
OBS: O álcool de graduação acima de 90% pode ser utilizado para a limpeza da pele. O álcool com graduação por volta de 40% não é recomendado, pois apesar de ser desinfetante não é altamente desengordurante, o que prejudica o exame de eletrocardiograma. Álcool gel não deve ser utilizado, pois grande parte dos fabricantes deste produto utiliza hidratante para a pele em sua composição, que acaba funcionando como um isolante.
Explique ao paciente sobre o procedimento a ser realizado, e oriente-o para que não se mova durante o exame, para evitar interferências no traçado. São 4 pás de metal posicionados sobre os membros do paciente, e 6 peras posicionadas no tórax do paciente, conforme a orientação sobre as Derivações de Plano Precordial citadas logo acima. Este deve permanecer deitado durante todo o procedimento. A sala estará em uma temperatura agradável para evitar qualquer espécie de interferências.
Posicionamento dos fios
É importante lembrar sempre a posição correta dos fios do aparelho, pois se instalar erroneamente, poderá sair um traçado negativo, ou seja, de “cabeça para baixo”, ou sem nexo para o médico que irá interpretar.
Para as conexões periféricas, os eletrodos RA “Right Arm” (braço direito –VERMELHO) e LA “Left Arm” (braço esquerdo – AMARELO) devem ser colocados em qualquer lugar entre o punho e o cotovelo. Os eletrodos RL “Right Leg” (perna direita – PRETO) e LL “Left Leg” (perna esquerda –VERDE) devem ser posicionados em qualquer lugar acima do tornozelo e abaixo do torso.
Olhando a imagem acima, eu assimilo deste jeito para rápido aprendimento: O lado direito do paciente seria a “bandeira do flamengo” e o lado esquerdo do paciente seria “a bandeira do brasil”. Sempre as cores frias ou escuras na posição de membro inferior do paciente, e as cores quentes ou claras na posição de membro superior do paciente.
Os registros elétricos surgem como ondas que traduzem a atividade destas regiões. Estas ondas serão impressas em um papel termosensível com pequenos quadriculados e milimetrado que corre em uma velocidade já padronizada. Após o registro das ondas produzidas o médico irá analisar o resultado.
Identificando as Arritmias
Fora o que o paciente pode sentir quando há alguma arritmia, o profissional deverá interpretar pelo traçado. Vamos ver alguns exemplos mais comuns de arritmia, notáveis em exames de ECG:
Fibrilação Ventricular
Fibrilação Ventricular Fina (Assistolia “Grosseira”). Em comparação com a figura abaixo, a amplitude da atividade elétrica é muito reduzida. Note a ausência completa dos complexos QRS. Ondulações lentas como estas são virtualmente indistinguíveis da assistolia. Fibrilação Ventricular Grosseira. Note que as ondas de grande amplitude variam de tamanho, forma e ritmo, o que representa uma atividade elétrica ventricular caótica. Não existem complexos QRS de aparência normal.
A atividade elétrica ventricular é caótica
Não há complexos QRS de aparência normal
A freqüência é rápida e desorganizada
O ritmo é irregularTRATAMENTO
desfibrilação
Assistolia Ventricular
Assistolia Ventricular. Notam-se apenas dois complexos QRS, provavelmente batimentos de escape ventricular. Eles são seguidos por uma ausência de atividade elétrica. Estes não têm uma aparência normal.
Ausência total de atividade elétrica ventricular. Não há inscrição de atividade elétrica, eventualmente pode aparecer ondas P ou batimento de escape.
Taquicardia Ventricular
Taquicardia Ventricular. O ritmo é regular com uma frequência de 158 bpm.O QRS é largo. Não há evidência de despolarização atrial.
Três ou mais batimentos sucessivos de origem ventricular com F.C. > que 100 b.p.m.
Não existem QRS de aparência normal.
A freqüência é > 100 b.p.m. e normalmente não é superior a 220 b.p.m.
O ritmo é regular, mas pode ser irregular As ondas P normalmente não são identificáveis.
A largura do QRS é de 0,12s ou superior.
A morfologia do QRS é bizarra e serrilhada.
O segmento ST e onda T é normalmente de polaridades opostas ao QRS.
Nos complexos polimórficos (multifocais) os intervalos de acoplamento e a morfologia do QRS variam.
TRATAMENTO
TV sustentada e hemodinamicamente estável com Amiodarona, Lidocaína, Procainamida, Bretílio.
TV hemodinamicamente instável deve ser tratada como Fibrilação Ventricular.
Torsades de Pointes
Forma de TV na qual os complexos QRS aparentam estar mudando constantemente a forma (helicoidal) .
TRATAMENTO
Suspensão de agentes causais(drogas ou estados que aumentam intervalo QT).
Sulfato de Magnésio.
Estimulação com marca-passo de alta frequência.
Considerar cardioversão de urgência
Extra Sístole Ventricular
Atividade aberrante e anormal, resultando de um foco automático ou de reentrada.
O QRS tem aparência anormal, alargado ( > 0,12s ).
O ritmo é irregular A onda P normalmente é oculta pelo QRS, segmento ST ou onda T.
Pode ser reconhecida como espícula durante o segmento ST ou onda T.TRATAMENTO
ESV isoladas ou não TV são raramente tratadas, exceto para o alívio dos sintomas.
Atividade Elétrica sem Pulso (AESP)
Presença de algum tipo de atividade elétrica diferente de FV ou TV, mas sem pulso palpável em nenhuma artéria.
TRATAMENTO
Tratar as possíveis causas.
Atropina e Adrenalina (EV).
Hiperventilação adequada
Fibrilação Atrial
Figura 1. Fibrilação Atrial com resposta ventricular controlada. Note as ondulações irregulares da linha de base representando a atividade elétrica atrial (ondas fibrilatórias). As ondas variam em tamanho e forma e são irregulares no ritmo. A condução através do nó AV ocorre aleatoriamente e por isso o ritmo ventricular é irregular.
As ondas P são ausentes ou de aparência anormal, desorganizada entre os complexos QRS .
A freqüência do átrio como regra não pode ser contada.
Na FA não tratada, a freqüência ventricular é de 160 a 180 b.p.m.
O ritmo ventricular é irregular.
Quando o ritmo é regular e há presença de ondas F, pode haver a presença de BAV – 3º grau, ritmo juncional acelerado ou ambos (intoxicação digitálica).
Não há atividade elétrica atrial organizada, portanto, não há ondas P (ondas f).
No intervalo QRS a despolarização ventricular é normal , a menos que ocorra condução aberrante.
A amplitude da onda R e os intervalos RR variam irregularmente.
TRATAMENTO
Controle da freqüência (Diltiazem, Verapamil, Beta-Bloqueador ou Digoxina)
Cardioversão química / elétrica Anti-coagulação.
Flutter Atrial
Flutter Atrial bom bloqueio AV variável. O ritmo atrial é regular, mas o bloqueio AV variável está presente resultando um ritmo ventricular irregular.
Presença de ondas de flutter com aparência “serrilhada”
A freqüência atrial varia de 220 a 350 b.p.m.
O ritmo atrial é regular
Não há ondas P.
As ondas F tem aparência serrilhada e é melhor visualizada em D I, D II, AVF.
O intervalo RR normalmente é regular, mas pode variar
O intervalo QRS geralmente é normal, mas pode ocorrer condução ventricular aberrante.TRATAMENTO
Cardioversão elétrica para instabilidade hemodinâmica.
Bloqueio AV de primeiro grau.O intervalo PR está prolongado com 0,31 segundos.
É definido como retardo ou interrupção da condução entre o átrio e o ventrículo.
Formas de Bloqueio
DE ACORDO COM O GRAU DE BLOQUEIO
BLOQUEIOS PARCIAIS: B.A.V.1º grau
B.A.V. 2º grau (tipos I e II)
B.A.V. 3º grau ou B.A.V. completoDE ACORDO COM SÍTIO DE BLOQUEIO
Nó A.V.
Infranodal
Feixe de His
Ramos
Bloqueio AV de primeiro grau
Retardo na passagem do impulso elétrico do átrio para os ventrículos.
O QRS tem aparência normal.
O ritmo é regular.
Cada onda P é seguida de um complexo QRS.
O intervalo PR excede 0,20s e geralmente é constante, mas pode variar.TRATAMENTO
Desnecessário, quando sem sintomas.Bloqueio AV de segundo grauAlguns impulsos são conduzidos e outros bloqueados.
Bloqueio AV de segundo grau tipo 1 (Wenckbach)
BAV segundo grau tipo 1. O ritmo atrial é quase regular, mas existem pausas no ritmo ventricular porque cada quarta onda P não é conduzida para os ventrículos. Note o prolongamento progressivo no intervalo PR, indicando o aumento do retardo da condução no nó AV antes do batimento não conduzido. Existem quatro ondas P e três complexos QRS neste exemplo, representando um ciclo 4:3. Os complexos QRS são normais.Registro de BAV segundo grau M-I. No trecho superior a primeira sequência é do tipo 4:3. Três impulsos são conduzidos e a quarta onda P é bloqueada. A quinta onda P está dissociada do complexo QRS seguinte (quarto complexo QRS), que é um batimento de escape quase certamente de origem juncional. A seguir, o sexto impulso atrial é conduzido e o sétimo é bloqueado (sequência tipo 2:1). O oitavo é conduzido e o nono bloqueado (2:1). O décimo e o décimo primeiro são conduzidos e o décimo segundo é bloqueado (3:2). No trecho inferior as duas primeira sequências são do tipo 2:1, a terceira é 3:2, a quarta é 2:1, e a quinta é do tipo 3:2. No final do traçado o clico se reinicia.
Quase sempre ocorre no nível do nó AV.
O QRS tem aparência normal.
A freqüência atrial não é afetada.
A freqüência ventricular será menor, devido aos batimentos não conduzidos.
O ritmo atrial é regular..
O ritmo ventricular geralmente é irregular com encurtamento progressivo do intervalo PR , antes do impulso bloqueado.
A onda P é normal e será seguida por complexo QRS, exceto a onda P bloqueada
Existe um aumento progressivo do intervalo PR até que uma onda P seja bloqueada
TRATAMENTO
Raramente é necessário, a menos que estejam presentes sinais e sintomas graves.
Bloqueio AV de segundo grau tipo 2
BAV de segundo grau tipo 2. Neste exemplo, três batimentos sinusais conduzidos por duas ondas P não conduzidas. O intervalo PR dos batimentos conduzidos permanece constante e o QRS é alargado.
A freqüência atrial não é afetada, mas a freqüência ventricular será menor que a atrial .
O ritmo atrial é regular. O ritmo ventricular geralmente é irregular, com pausas correspondendo aos batimentos não conduzidos. Ocorre abaixo do nível do nó AV, tanto no feixe de His como nos seus ramos. Geralmente está associado a uma lesão orgânica do sistema de condução e está associado, portanto, a um pior prognóstico e pode evoluir para Bloqueio AV completo O QRS será normal, quando o bloqueio for no feixe de His. Entretanto será alargado com aparência de bloqueio de ramo, se o bloqueio for em um dos ramos.
As ondas P são normais, precedidas de QRS, exceto as ondas P bloqueadas. O intervalo PR será normal ou prolongado, mas permanecerá constante.
Bloqueio AV de terceiro grau
BAV de terceiro grau. Frequência ventricular em torno de 36 bpm, provável doença de Lenègre.
Indica ausência completa de condução entre átrios e ventrículos.
O QRS geralmente é normal .
Quando ocorre ao nível dos ramos, o complexo será alargado.
A onda P é normal.
A freqüência atrial não está alterada e a freqüência ventricular será < que a atrial (40 a 60 b.p.m.) e no BAV infranodal geralmente é abaixo de 40 b.p.m.
O ritmo atrial e ventricular são regulares.
O intervalo PR poderá variar.
Os átrios e ventrículos são despolarizados por marcapassos diferentesTRATAMENTO Atropina, marca-passo transcutâneo, Dopamina ou Epinefrina , marca-passo trans-venoso e posteriormente marcapasso definitivo.
Ritmos de Substituição
Quando um batimento de escape se repete por duas vezes ou mais,institui-se um ritmo de escape ou de substituição. Eis os seguintes tipos:
RÍTMO DE ESCAPE ATRIAL
RÍTMO DE ESCAPE JUNCIONAL
Ritmo de Escape Atrial
Ritmo de escape atrial (ou ritmo idoatrial) caracteriza-se pela presença de ondas P anômalas, cuja morfologia é algo diferente da morfologia das P de origem sinusal.
O ritmo escape atrial caracteriza-se pela presença de ondas P anômalas.
Ritmo e Complexo de Escape Juncional
Exemplo de Ritmo Juncional. A onda P é negativa em D2. Nexte exemplo, ela precede o QRS.
Quando o nó AV não é despolarizado pela chegada de um impulso sinusal dentro de 1 a 1,5s, ele iniciará um impulso, sendo denominado COMPLEXO DE ESCAPE JUNCIONAL. Uma série repetida destes impulsos é chamada de RITMO DE ESCAPE JUNCIONAL. O QRS tem aparência normal, e a freqüência é de 40 a 60 b.p.m. A presença de complexo de escape juncional pode levar a um ritmo irregular. O ritmo de escape juncional é regular, a onda P é retrógrada (negativa) em DII, DIII e AVF. O intervalo PR é variável, mas geralmente é < que o intervalo de um batimento sinusal.
Arritmias originadas no Nó Sinusal
Bradicardia Sinusal
Bradicardia Sinusal. A frequência sinusal é de 46 bpm e o ritmo é regular.
Diminuição da freqüência de despolarização atrial, devido a lentidão do nó sinusal.
O QRS tem aparência normal.
A freqüência é de 60 b.p.m.
O ritmo é regular.
As ondas P são positivas em DI, DII e AVFTRATAMENTO
Tratar as causas e os sintomas
Taquicardia Sinusal
Taquicardia Sinusal. Primeira imagem com FC em torno de 121 bpm e a segunda em torno de 150 bpm. Cada QRS é precedido de uma onda P positiva na derivação II.
Caracterizada por aumento da freqüência de disparo do nó sinusal.
O QRS tem aparência normal.
A freqüência é maior que 100 b.p.m.
O ritmo é regular.
A onda P é positiva em DI, DII e AVFTRATAMENTO
Nunca “trate”a taquicardia sinusal e sim a sua causa!
Taquicardia Supraventricular
É tratada como diversos tipos:
Uniforme ou multifocal
taquicardia paroxística supra ventricular
taquicardia atrial não paroxística
taquicardia atrial multifocal
taquicardia juncional (acelerada ou paroxística)
flutter atrial
fibrilação atrial
Taquicardia Supra Ventricular Paroxística
Episódios repetidos (paroxismos) de taquicardia com início abrupto, durando de poucos segundos a muitas horas e terminam abruptamente
O QRS é estreito e de aparência normal
A onda P é invertida em DII, DIII e AVF, pode anteceder, coincidir ou preceder o QRSTRATAMENTO
Manobra vagal, Adenosina, Verapamil, Beta-Bloqueador, Ablação por cateter.
Taquicardia Atrial não Paroxística
Secundária a alguns eventos primários (intoxicação digitálica) .
A freqüência atrial e ventricular são regulares
As ondas P são dificilmente identificadas quando sobrepostas à onda T.
É morfologicamente diferente da onda P de origem sinusal.
O intervalo PR pode ser normal ou prolongado.
O intervalo QRS pode ser normal ou alargado, devido a condução aberrante.
Exemplo de taquicardia atrial paroxística. A frequência atrial média é de 150 impulsos por minuto e a condução AV é de 1:1. As ondas P, bem identificadas pelo D1, não são mais discerníveis em D2 ou d3.
Condições Especiais vistas no Eletrocardiograma
Hiperpotassemia e Hipopotassemia no ECG, e efeito digitálico.
Hiperpotassemia
Alteração de onda T-Alta e pontiaguda
Alteração do Complexo QRS-Alargamento (>7 meq/l)
Alteração de onda P-desaparece P,institui-se ritmo sinoventricular(>8meq/l)
Exemplo de hiperpotassemia. Estão presentes no traçado todos os critérios para o diagnóstico. A onda T é alta, pontiaguda e simétrica.A onda P é mal visualizada ou definitivamente ausente (condução sinoventricular). Os complexos QRS são alargados com aspecto geral de bloqueio de ramo.
Hipopotassemia
Infradesnivelamento do segmento ST
Onda T de duração aumentada
Onda U proeminente
BAV de 1* e 2* grau
Outras arritmias
Exemplo de hipopotassemia.
Efeito Digital no ECG
Onda T de amplitude diminuída, até aplanada
Segmento ST infradesnivelado onde QRS é positivo
O intervalo QT torna-se mais curto
O intervalo PR tem duração aumentada(0,25s)
Exemplo de ação digital no ECG.
Veja mais em:
O Carrinho de Emergência
É um armário indispensável, contém os equipamentos usados por médicos e enfermeiros e técnicos de enfermagem quando acontece uma parada cardíaca. Esta é uma situação que exige procedimentos de socorro imediatos. Conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a nomenclatura mais apropriada é Carrinho de Emergência.
Com base nessa necessidade, propõe-se a padronização dos carros de emergência, objetivando homogeneizar o conteúdo e quantidade de material dos carrinhos nas diferentes unidades, retirando o desnecessário e acrescentando o indispensável, de forma a agilizar o atendimento de emergência e reduzir o desperdício. Os setores em que se dever obter estes carrinhos são Unidade de Internação, Pronto Socorro, Unidade de Terapia Intensiva, Unidade Coronariana, Centro Cirúrgico, Unidade Ambulatorial, Hemodinâmica, entre outros.
A quantidade de drogas e equipamentos deve ser estipulada conforme necessidade da área e rotina institucional. Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem devem estar preparados para atender, de forma sistematizada e padronizada, uma situação de emergência. Para que isso ocorra, o treinamento da equipe é fundamental, e todo o material necessário para esse momento deve estar disponível de forma imediata. Existe um a controvérsia de quem é a responsabilidade da conferencia do carrinho de parada, pois o profissional responsável pelas medicações do hospital é o Farmacêutico, porem o Conselho Federal de Farmácia não trata como privativo do profissional farmacêutico a conferência e reposição do Carrinho de Emergência. Contudo na maioria das Instituições Hospitalares cabe ao Enfermeiro de preferência um diarista a responsabilidade da conferência e reposição do Carrinho de Emergência, esta responsabilidade deve ser protocolada de modo que toda equipe tenha acesso a sua conferência.
O que deverá ter no carrinho?
Tábua de compressão torácica;
Desfibrilador / cardioversor;
Monitor;
1ª GAVETA
Medicamentos mais utilizados em situações de emergências clínicas: Os Diluidores como água destilada e soro fisiológico, e medicamentos como Atropina, Adrenalina, Aminofilina, Bicarbonato de sódio em ampola de 10ml a 8,4%, Cloreto de potássio (KCl), diazepam, dopamina, hidantal, amiodarona, fentanil, fenobarbital, furosemida, prometazina, cedilanide, sulfato de magnésio a 50%, Hidrocortisona de 100mg e 500mg, heparina, midazolan, haldol, adalat, isordil, gluconato de cálcio, glicose hipertônica (50%), lidocaína.
2ª GAVETA
Materiais para a Intubação de Emergência: O Ressuscitador Manual (AMBU), Tubos Endotraqueais de todos os tamanhos, Lâminas e laringoscópio, fio guia, cânula de guedel de todos os tamanhos, máscara descartável, óculos de proteção individual, cadarço para a fixação do tubo, cânulas de traqueostomia de todos os tamanhos, eletrodos para a monitorização e umidificador,
3ª GAVETA
Deverá ter de todos os calibres: Agulhas, abbocaths, jelcos, sonda vesical, sonda nasoenteral e nasogástrica, fios de sutura, seringas, e também deverá conter dânulas, cateteres centrais, xilocaína gel, equipos macro ou microgotas, luvas estéreis e de procedimento, filme transparente estéril para fixação do acesso venoso, e kit de aspiração de emergência.
4ª GAVETA
Deverá ter de todos os tipos de soros: Fisiológico a 0,9%, glicosado a 5%, 10%, Ringer Lactato, Frasco de Bicarbonato a 5%, Voluven, (bolsas com ml variadas).
O Intuito do blog Enfermagem Ilustrada, é de promover estudos através de ilustrações e infografias, direcionado ao público estudante e profissional técnico de enfermagem, porém, as informações também servem e são relevantes a estudantes de enfermagem em geral, sejam eles graduandos ou não.
Através de ilustrações, o estudo pode tornar-se mais divertido e facilitado, onde o estudante pode obter uma ideia mais prática e dinâmica sobre aquele assunto na qual ele está procurando. Observe que muito de nossos posts também provém de uma versão de vídeo, caso o estudante não queira somente ler, mas ouvir e tenha mais facilidade em gravar escutando.
Publicações em Tendência
Coberturas para cada Estágio/Fase das feridas
Coberturas para cada Estágio/Fase das feridas
O cuidado com feridas é uma das áreas mais técnicas e sensíveis da enfermagem. Escolher a cobertura correta para cada tipo e estágio de ferida não é apenas uma decisão clínica, mas também um passo essencial para acelerar a cicatrização, reduzir a dor e evitar infecções. Cada fase da ferida requer um tipo diferente de manejo, e entender essa lógica faz toda a diferença na qualidade do cuidado. Este artigo tem o objetivo de guiar o estudante de enfermagem na identificação dos estágios e fases das feridas e na escolha apropriada das coberturas, com explicações claras, exemplos práticos e orientações […]
Dietas Hospitalares: Entendendo Cada Tipo e Seu Papel na Recuperação do Paciente
Dietas Hospitalares: Entendendo Cada Tipo e Seu Papel na Recuperação do Paciente
A alimentação é uma parte fundamental do tratamento de qualquer paciente. No ambiente hospitalar, a dieta não é apenas uma forma de nutrição, mas uma ferramenta terapêutica poderosa, que pode auxiliar na recuperação, no controle de doenças e na preparação para procedimentos. Para nós, estudantes e profissionais de enfermagem, entender os diferentes tipos de dietas é crucial. É na nossa rotina que checamos a bandeja, servimos as refeições e orientamos o paciente sobre a importância de se alimentar corretamente. As dietas hospitalares são classificadas para atender às necessidades específicas de cada paciente, considerando seu estado de saúde e suas restrições. […]
O banho no leito é necessário para a higiene pessoal do paciente acamado, seja em casa, clínica ou hospital, quando ele têm limitações físicas para tomar o banho no chuveiro. Geralmente, no hospital o banho de leito é realizado pelo profissional de saúde (enfermeiro ou técnico de enfermagem), mas em casa é muito comum que um familiar (ou um cuidador) seja responsável por essa tarefa diária. Para estas pessoas que não tem experiência e o preparo profissional adequado, listamos algumas dicas de como realizar o banho no leito da forma correta e segura. Dicas de como dar o banho no leito em pacientes […]
Se você está entrando no universo da enfermagem em unidades de terapia intensiva (UTI) ou em cenários de cuidado crítico, prepare-se para se familiarizar com um dispositivo que nos dá uma leitura da pressão arterial do paciente de forma contínua e incrivelmente precisa: a Pressão Arterial Invasiva (PAI). Pode parecer um pouco intimidador no começo, com tantos componentes e cuidados envolvidos, mas acredite, entender a PAI é fundamental para o manejo hemodinâmico de pacientes graves. Vamos juntos desmistificar esse sistema e descobrir como ele funciona? Por Que “Invadir” para Medir a Pressão? A Precisão em Primeiro Lugar Você já sabe […]
As agulhas são instrumentos indispensáveis em diversos procedimentos médicos, cada uma com características específicas para atender a diferentes necessidades. Vamos explorar três tipos comuns: com filtro, ponta romba e para injeção. Agulhas com Filtro As agulhas com filtro possuem um elemento filtrante que impede a passagem de partículas sólidas, como fragmentos de vidro ou outras impurezas, para a seringa ou para o paciente. Essa característica é fundamental para garantir a segurança e a eficácia dos procedimentos, especialmente na administração de medicamentos. Características: Ponta romba: Reduz o risco de perfurações acidentais. Filtro: Retém partículas sólidas. Material: Geralmente fabricadas em polipropileno, garantindo […]
Sinais vitais são medidas essenciais para avaliar o estado de saúde de uma pessoa. Eles incluem aferições como temperatura, frequência cardíaca, frequência respiratória e pressão arterial. Em que situações deve verificar os sinais vitais? Na admissão Quando um paciente chega a um hospital ou clínica, a medição dos sinais vitais é um passo inicial crucial. Isso permite que os profissionais de saúde avaliem o estado geral do paciente e identifiquem possíveis alterações. Na Pré consulta ou Consulta Hospitalar ou Ambulatorial É importante medir os sinais vitais na pré consulta ou consulta médica de rotina, para avaliar as alterações fisiológicas e […]
Os 9 Certos da Administração Segura de Medicamentos
Os 9 Certos da Administração Segura de Medicamentos
Com base no artigo Internacional “Malcolm E, Yisi L. The nine rights of medication administration: an overview. Br J Nurs. 2010; 19(5):300-05.” e o “Ministério da Saúde, ANVISA. Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos”, são reconhecidos 9 certos para a administração SEGURA de medicamentos, sendo estes 9 cobrados em concursos públicos, provas admissionais a ordem correta destes certos para a prática segura. Salientamos que os restantes, 13 certos, 15 certos conforme são sugeridos por aí, se fazem protocolos institucionais, não sendo VIA DE REGRA. Cada instituição pode acrescentar para reforçar a prática segura dentro de sua […]
No dia a dia da enfermagem, especialmente em ambientes de alta complexidade como as UTIs e pronto-socorros, lidar com pacientes graves é uma constante. E em muitos desses casos, as Drogas Vasoativas (DVAs) se tornam aliadas poderosas, capazes de mudar o curso de uma situação crítica. Mas, como o próprio nome diz, são drogas que agem nos vasos, alterando a pressão arterial e o fluxo sanguíneo, e seu uso exige um conhecimento e uma atenção impecáveis. Para nós, profissionais de enfermagem, dominar o uso seguro e eficaz das DVAs é uma questão de vida ou morte. Por isso, separamos as […]
O monitor cardíaco ou multiparâmetro é um equipamento padrão usado em UTI e Centro Cirúrgico para monitoração contínua do ECG, detectando arritmias cardíacas. Esse dispositivo mede e exibe a frequência cardíaca, a pressão arterial, o oxigênio no sangue e outros sinais vitais de um paciente. Componentes Um sensor que capta os sinais elétricos do coração do paciente, como um eletrocardiograma (ECG) ou um oxímetro de pulso. Um processador que analisa os sinais e calcula os valores dos parâmetros vitais, como a frequência cardíaca, a pressão arterial sistólica e diastólica, a saturação de oxigênio e a variabilidade da frequência cardíaca. Um […]
A avaliação do pulso arterial é uma das práticas clínicas mais antigas e fundamentais na enfermagem. Ela fornece dados essenciais sobre o sistema cardiovascular, como frequência cardíaca, ritmo, amplitude e regularidade. Observar o pulso é muito mais do que apenas “contar batimentos”: é entender o que está por trás de cada pulsação. Nesta publicação, vamos explorar os diferentes tipos de pulso arterial, seus significados clínicos e a importância do olhar atento da enfermagem durante o exame físico. O Que É o Pulso Arterial? Pense no coração como uma bomba potente. A cada contração (sístole), ele ejeta sangue para a aorta […]
Curativo Oclusivo x Curativo Compressivo: Entendendo as Diferenças
Curativo Oclusivo x Curativo Compressivo: Entendendo as Diferenças
O cuidado com feridas faz parte da rotina da enfermagem e exige conhecimento técnico aliado a um olhar sensível. Entre os muitos tipos de curativos, dois se destacam pelo uso frequente e por atenderem a objetivos bastante distintos: o curativo oclusivo e o curativo compressivo. Para o estudante de enfermagem, entender as diferenças entre esses dois tipos é essencial para aplicar um cuidado seguro e eficaz. Nesta publicação, vamos explicar com detalhes o que caracteriza cada curativo, suas indicações, objetivos e cuidados de enfermagem. O Curativo, Nosso Grande Aliado: Mais Que Um Simples Band-Aid Antes de detalhar cada tipo, é […]
Diversas doenças glomerulares tipicamente se apresentam com características tanto nefríticas quanto nefróticas. Essas doenças incluem glomerulopatias fibrilares e imunotactoides, glomerulonefrites membranoproliferativas e nefrite lúpica. Mas qual é a diferença entre a Síndrome Nefrítica e Nefrótica? Em resumo: A Síndrome nefrítica ocorre perda abrupta da superfície de filtração → redução da excreção de líquidos, pequenos solutos, eletrólitos. Já Síndrome nefrótica, ocorre aumento da permeabilidade do capilar glomerular à passagem de proteínas → proteinúria maciça. Mas entendendo melhor.. Síndrome Nefrótica A síndrome nefrótica pode ser causada por diversas doenças que acometem os rins. É caracterizada por proteinúria maciça (superior a 3,5g/ 24 horas), com tendência […]
SAIBA AGORA! O que cai nas provas para Técnico em Enfermagem?
SAIBA AGORA! O que cai nas provas para Técnico em Enfermagem?
Muito provável que você esteja lendo esse artigo por que atualmente deve estar em busca do sua tão aclamada vaga de emprego na enfermagem, certo? Mas, a dúvida que mata a todos é, que assuntos que são realmente cobrados em uma prova para Técnico em Enfermagem? Pode ser que, talvez, alguns destes temas tenha mais relevância em alguma prova que irá fazer, mas o importante é buscar estudar de tudo um pouco, pois mesmo que não caia, será cobrado em seu dia-a-dia como profissional. Mas vamos lá!, Leia abaixo: Temas e Assuntos que mais cobram em provas para Técnico em Enfermagem […]
As feridas podem ser classificadas de várias maneiras: pelo tipo do agente causal, de acordo com o grau de contaminação, pelo tempo de traumatismo, pela profundidade das lesões, sendo que as duas primeiras são as mais utilizadas. Quanto ao agente causal Incisas ou cortantes São provocadas por agentes cortantes, como faca, bisturi, lâminas, etc.; suas características são o predomínio do comprimento sobre a profundidade, bordas regulares e nítidas, geralmente retilíneas. Na ferida incisa o corte geralmente possui profundidade igual de um extremo à outro da lesão, sendo que na ferida cortante, a parte mediana é mais profunda. Corto-contusa O agente […]
A terapia intravenosa é uma das práticas mais comuns na assistência hospitalar, principalmente em pacientes críticos ou que necessitam de medicações em longo prazo. Nesse contexto, os cateteres venosos centrais (CVCs) são recursos fundamentais para garantir acesso venoso confiável, seguro e eficaz. Existem diferentes tipos de CVCs, e cada um tem indicações específicas, vantagens e cuidados próprios. Saber diferenciá-los é essencial para qualquer profissional e estudante de enfermagem que deseja atuar com excelência na área hospitalar, especialmente em unidades de terapia intensiva, centro cirúrgico ou oncologia. Nesta publicação, vamos falar de maneira clara e completa sobre os principais tipos de […]
Pensando no melhor acolhimento e cuidado com os pacientes, a utilização de Coxins é de extrema importância, quando falamos em prevenção de lesão por pressão (LPP). Podendo ser criado com materiais disponíveis no setor hospitalar, como a utilização de cobertores e lençóis, ou até mesmo já confeccionados com material de espuma, é de fácil manuseio e pode ser realizado com diversos tamanhos, dependendo do paciente. Indicações de Uso Utilizada na prevenção de lesões de pele causadas por pressão constante; Suporte ao paciente acamado que na qual não possui firmeza ao manter-se lateralizado no leito; Manter os membros elevados para evitar […]
A admissão de um paciente é um processo importante que envolve a coleta de dados relevantes sobre sua condição de saúde, história clínica, alergias, medicamentos em uso, entre outros. Itens importantes O que anotar na ficha de admissão depende do tipo de serviço e da instituição onde o paciente será atendido, mas alguns itens são comuns a todos os casos: Dados pessoais: nome completo, data de nascimento, sexo, estado civil, profissão, endereço, telefone, documento de identidade, CPF, cartão do SUS ou convênio. Motivo da admissão: o que levou o paciente a procurar o serviço de saúde, quais são seus sintomas, […]
Se você está começando a sua jornada na enfermagem, uma das habilidades básicas, mas crucial, é a administração de medicamentos injetáveis. E para cada tipo de medicação, dose e via de administração, existe um tamanho de seringa mais adequado. Usar a seringa correta não só garante a precisão da dose, mas também a segurança e o conforto do paciente. Parece simples, mas entender as nuances de cada tamanho pode fazer toda a diferença na sua prática. Vamos desmistificar o mundo das seringas juntos? O Que Define o Tamanho da Seringa? Volume e Precisão Basicamente, o tamanho de uma seringa é […]
Um kit de sutura é um conjunto de instrumentos e materiais que serve para fechar feridas por meio de pontos cirúrgicos. Podem ser usados em hospitais, clínicas ou em situações de emergência, dependendo da gravidade e do local da lesão. Entenda as funções de cada instrumento na Sutura Cada instrumento cirúrgico mencionado desempenha um papel crucial no procedimento de sutura, trabalhando em conjunto para garantir um fechamento limpo e preciso da ferida. Vamos detalhar a função de cada um: Cabo de Bisturi: Função: O cabo de bisturi serve como suporte para a lâmina do bisturi, permitindo que o cirurgião faça incisões […]
O XABCDE do Trauma: A Atualização na PHTLS 9ª edição
O XABCDE do Trauma: A Atualização na PHTLS 9ª edição
Você sabia? O MNEMÔNICO mais famoso do TRAUMA “ABCDE”, foi REVISADO! No paciente crítico de trauma multissistêmico, a prioridade para o cuidado é a rápida identificação e gestão de condições de risco de vida. A avassaladora maioria dos pacientes com trauma tem lesões que envolvem apenas um sistema (por exemplo, uma fratura isolada do membro). Para estes pacientes com trauma em um único sistema, há mais tempo para se aprofundar na pesquisa primária e secundária. Para o paciente gravemente ferido, o prestador de cuidados pré-hospitalares pode não ser capaz de conduzir mais do que uma pesquisa primária. Nestes pacientes críticos, […]
“Ah!, só decorar que as cores dos eletrodos são referentes ao BRASIL e FLAMENGO, que tá tudo certo!…” NEM SEMPRE! O Sistema de Monitorização Cardíaca com 5 eletrodos provém de DOIS TIPOS padronizados: O PADRÃO AHA: De acordo com a Associação Americana do Coração, (American Heart Association), as cores são: branco, preto, marrom, verde e vermelho. A regra mnemônica que pode ser usado para lembrar é: “na grama (verde) estão as nuvens (branco) e no fogo (vermelho) está a fumaça (preta) e no centro o chocolate (marrom)”. O PADRÃO IEC: De acordo com a Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC – Commission […]
Entender a diferença entre feridas abertas e fechadas é crucial para um cuidado adequado e uma cicatrização eficaz. Saiba sobre as diferenças entre feridas abertas e feridas fechadas: Feridas Abertas São feridas em que as bordas da pele estão afastadas. Geralmente, envolvem uma ruptura interna ou externa nos tecidos do corpo, incluindo a pele. Exemplos de feridas abertas incluem abrasões, escoriações, incisões e lacerações. Essas feridas podem ser dolorosas e requerem cuidados específicos para evitar infecções. Tratamento: Lave a ferida, aplique uma cobertura de curativo e siga as orientações médicas. Feridas Fechadas São feridas em que as bordas da pele […]
As emergências cardiológicas são situações clínicas que envolvem risco imediato à vida devido a alterações no funcionamento do coração e do sistema circulatório. Para o profissional de enfermagem, é essencial reconhecer precocemente os sinais e sintomas dessas condições, a fim de atuar com rapidez e segurança. As Principais Patologias que Constituem uma Emergência Cardiológica Vamos conhecer as condições que frequentemente nos deparamos em um cenário de emergência cardíaca: Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) O IAM, popularmente conhecido como ataque cardíaco, ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma parte do músculo cardíaco é interrompido, geralmente por um trombo em uma artéria […]
Para que serve? O preparo do corpo pós morte é um procedimento/atribuição que faz parte do cotidiano da enfermagem, não sendo desprovido de profissionalismo, sentimentos e emoções. Tem como objetivo informar o processo para manter o corpo limpo e identificado, evitando a saída de odores e secreções, após a morte, antes da rigidez cadavérica. Executor: Enfermeiros e técnicos de enfermagem. Materiais Necessários EPI – (máscara cirúrgica, óculos protetor, avental e luvas de procedimento) ; Lâmina de bisturi; Tesoura; Gazes; Atadura de crepe; Seringa (10 ou 20 ml); Fita adesiva; Saco Mortalha; Lençóis; Etiqueta de Identificação (nome completo, atendimento, data de […]
Os principais objetivos de um leito organizado, é proporcionar repouso, conforto, segurança e bem estar ao paciente, economizar tempo e energia da equipe de enfermagem, e manter a unidade com aspecto agradável. Definições Cama aberta – Quando esta ocupada por paciente; Cama fechada – Quando o leito esta vago; Cama de operado – Quando esta aguardando o retorno do paciente do centro cirúrgico; Preparo da cama aberta; Material 01 travesseiro; 02 lençóis; 01 cobertor (se necessário); 01 fronha; 01 lençol para móvel (se necessário); 01 rolo para costas (se necessário); 01 forro/impermeável (se necessário); Camisola ou pijama; Técnica 01 – […]
Se você está começando a sua jornada na enfermagem, uma das responsabilidades mais cruciais que você irá adquirir é a administração de medicamentos. Essa tarefa, aparentemente simples, envolve uma série de conhecimentos e cuidados para garantir a segurança e a eficácia do tratamento prescrito. Afinal, um medicamento administrado de forma incorreta pode ter consequências sérias para a saúde do paciente. Vamos juntos desmistificar esse processo e entender os passos essenciais para uma administração segura e responsável. A Prescrição Médica: O Ponto de Partida Tudo começa com a prescrição médica, um documento legal que detalha qual medicamento deve ser administrado, a […]
A Respiração Agônica, também chamada de “Gasping”, como o nome indica, são quando uma última medida que o corpo adota para se salvar, apresentando movimentos respiratórios assincrônicos não efetivos, caracterizado por altas amplitudes de curta duração com períodos de apneias subsequentes, indicando mau prognóstico. Pode ocorrer em pacientes com lesão isquêmica de tronco cerebral, e também é uma das Emergências Pediátricas e Neo-natais mais comuns. Literalmente, o paciente fica visivelmente em estado de “agonia”. É um sinal de que o corpo não está recebendo oxigênio suficiente. No caso de parada cardíaca , a respiração agônica é uma indicação para começar a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP). […]
O Sinal de Cacifo ou Sinal de Godet é um sinal clínico avaliado por meio da pressão digital sobre a pele, por pelo menos 5 segundos, a fim de se evidenciar edema. É considerado positivo se a depressão (“cacifo”) formada não se desfizer imediatamente após a descompressão. Pode tanto estar relacionado a edemas localizados, mais comumente em membros inferiores, como também a estados de edema generalizado, denominados de anasarca. O edema pode ser quantificado a partir deste sinal, em função do tempo de retorno da pele após a compressão e da profundidade do cacifo formado. A Classificação GRAU CRUZES MAGNITUDE EXTENSÃO I +/++++ 2mm Desaparecimento quase que imediato […]
Vale lembrar que a padronização vai variar muito de cada instituição (conforme POP), portanto cabe identificar a utilização do que é feito em seu setor! Referências: uptodate/Usp ATB Sanford 2019
Baby Blues vs. Depressão Pós-Parto: Entendendo as Diferenças
Baby Blues vs. Depressão Pós-Parto: Entendendo as Diferenças
Baby Blues e Depressão Pós-Parto são duas condições que podem afetar mulheres no período pós-parto, mas possuem características e gravidade distintas. É importante saber diferenciá-las para buscar o tratamento adequado. Baby Blues Ocorrência: Muito comum, afetando cerca de 80% das novas mães. Sintomas: Tristeza, irritabilidade, choro fácil, ansiedade, dificuldade para dormir e alterações de humor. Duração: Geralmente dura poucos dias ou até duas semanas após o parto. Intensidade: Os sintomas são menos intensos e costumam alternar com momentos de alegria e prazer. Causas: Flutuações hormonais, cansaço, mudanças na rotina e a adaptação à nova realidade. Tratamento: Não requer tratamento específico, […]
Para dispensar um atendimento adequado às necessidades da gestante e do bebê é necessário que os profissionais de saúde detenham o conhecimento básico sobre a classificação de risco que determinados medicamentos se enquadram. Os medicamentos utilizados na sala de parto podem ter diferentes finalidades, como aliviar a dor, acelerar o trabalho de parto, prevenir hemorragias, tratar infecções ou reanimar o recém-nascido. Fármacos utilizados em Sala de Parto Ocitocina: é um hormônio que estimula as contrações uterinas e ajuda na descida do bebê. Também é usada após o parto para evitar sangramentos excessivos e facilitar a saída da placenta. Analgésicos: são […]
Medicamentos que Não Podem Ser Macerados e Administrados por Sonda Enteral
Medicamentos que Não Podem Ser Macerados e Administrados por Sonda Enteral
A maceração de medicamentos, especialmente aqueles administrados por sonda enteral, pode alterar significativamente sua forma farmacêutica original. Essa alteração pode ter consequências negativas para a eficácia e segurança do tratamento. Por que isso acontece? Alteração no perfil de liberação: Muitos medicamentos são formulados para liberar o princípio ativo de forma gradual no organismo. A maceração pode acelerar ou retardar essa liberação, comprometendo o efeito terapêutico. Degradação do medicamento: Alguns medicamentos são sensíveis à luz, umidade ou ao contato com outras substâncias. A maceração pode levar à degradação do fármaco, diminuindo sua eficácia. Irritação da mucosa gastrointestinal: Alguns excipientes presentes nos […]
O desbridamento é um procedimento que visa remover o tecido necrótico ou contaminado de uma ferida, facilitando a cicatrização e prevenindo a infecção. Existem diferentes tipos de desbridamento, que podem ser classificados de acordo com o método utilizado para eliminar o tecido morto. Os Tipos Existem diferentes tipos de desbridamento, que podem ser escolhidos de acordo com as características da ferida, como tamanho, profundidade, localização, quantidade de secreção e presença de infecção. Os principais tipos de desbridamento são: Autolítico: é realizado pelo próprio corpo, através da ação das células de defesa que liberam enzimas para digerir o tecido necrótico. Para […]
Você sabia que além de te ajudar a enxergar, as pupilas também podem transmitir mensagens do que acontece em nosso cérebro? O Conceito da Inervação Pupilar A avaliação das pupilas constitui parte importante do exame neurológico. Iris é a parte colorida (castanha, preta, azul, verde) que funciona como o diafragma de uma máquina fotográfica. Pupila é a abertura existente na íris, através da qual passam os raios luminosos que penetram no interior do olho. A pupila parece ser preta pois o interior do olho é uma câmara escura. Num ambiente escuro, a pupila dilata-se, permitindo entrada de maior quantidade de luz. Num ambiente […]
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