O Biombo e um material hospitalar utilizado em hospitais e clínicas para dividir os leito de internação, trazendo maior privacidade e conforto ao paciente.
É preciso escolher bem os equipamentos hospitalares, levando em consideração a privacidade do paciente e a preocupação em proporcionar uma boa experiência ao usuário durante o período de internação ou realização de um procedimento.
Por que utilizar biombo?
Eis as vantagens:
Praticidade;
Privacidade;
Fácil remanejamento;
Baixa manutenção;
Durabilidade;
Fácil higienização.
Existem diversos modelos, como biombos móveis e em cortinas que são acopladas no teto beira leito do paciente.
Locais que utilizam o biombo
Todos os setores hospitalares e ambulatoriais de assistência, como enfermarias, UTIs, pronto socorros, salas de recuperação pós anestésica, etc.
Agulha com Dispositivo de Segurança
Utilizar agulhasde segurança é medida de prevenção fundamental para zelar pela integridade física dos profissionais da área de saúde.
É que o número de contaminação com instrumentos perfurocortantes ainda é bem alarmante. Para minimizar esses efeitos, no mercado, já existem materiais que otimizam a aplicação de injetáveis e evitam acidentes com a agulha contaminada durante manipulação e descarte desses materiais.
As agulhas de segurança são elaboradas para garantir a proteção dos profissionais em todo processo de manuseio.
Os perfurocortantes com dispositivo de segurança também protegem as pessoas que circulam por ambientes hospitalares e têm contato com o material após seu descarte (agentes de limpeza e manutenção, por exemplo), já que a agulha fica protegida dentro do sistema de segurança após o uso.
Para que elas sejam eficazes, no entanto, precisam seguir as normas da NR32 e do INMETRO.
Como utilizar agulhas de segurança?
Abra a embalagem da agulha em pétala.
Você pode conferir o padrão universal de cores no dispositivo de segurança da agulha para identificar o tamanho.
Conecte a agulha na seringa Luer Lock e dê uma volta completa.
Conecte a agulha com firmeza na seringa Luer Slip.
Aspire a medicação e elimine as bolhas de ar.
Acione a trava de segurança até ouvir o barulho de encaixe (“click”).
Troque a agulha de aspiração por uma agulha de segurança.
A capa de segurança direciona o bisel para o ângulo de aplicação.
Aplique a medicação conforme o protocolo da instituição.
Para acionar o dispositivo de segurança, você deve seguir as recomendações do protocolo da sua instituição; assim, você tem duas opções:
Opção 1: acionar o dispositivo com o polegar imediatamente após o uso (até ouvir o barulho de encaixe – click);
Opção 2: acionar o dispositivo na bancada imediatamente após o uso (até ouvir o barulho de encaixe – click);
Descarte a agulha conectada à seringa no coletor de perfurocortante.
O campo cirúrgico é um dos materiais mais importantes na cirurgia, pois é através dele que conseguimos garantir que não haja nenhuma contaminação durante as cirurgias odontológicas ou que haja infecções no paciente.
O campo operatório demarca a área onde a cirurgia será realizada e onde instrumentos estéril poderão ficar apoiados. O campo cirúrgico limita a área em que o cirurgião irá atuar e mantém a região operatória isolada.
Tipos de Campos Cirúrgicos
Campo cirúrgico descartável
O campo cirúrgico descartável é geralmente confeccionado em não tecido SMS – 100% polipropileno grau médico. Ele evita a contaminação, respingos de sangue e/ou fluídos corpóreos em pacientes e superfícies, além de demarcar a área de cirurgia em pacientes.
Esse tipo de campo está disponível em diversos tamanhos em pacotes com 10, 50, 100 unidades ou na opção individual já estéril. Se a opção do cirurgião for comprar um campo não estéril ele deverá ser esterilizado em autoclave antes do procedimento cirúrgico.
Por se tratar ser um material não reutilizável ele só poderá ser utilizado em uma única cirurgia, e deve ser descartado da maneira correta logo após o ato cirúrgico.
Campo cirúrgico de tecido
Os campos cirúrgicos também podem ser feitos de algodão. Como os que encontramos em hospitais. Dessa forma é importante estar atento às recordações da vigilância sanitária .
É importante ressaltar que esse tipo de material tem uma vida útil, ou seja, número de ciclos de esterilização que podem sofrer para que a malha do tecido não se danifique.
Campo cirúrgico fenestrado
Os campos cirúrgicos fenestrados são aqueles que apresentam abertura circular (fenestra) que auxilia no isolamento da área a ser tratada no paciente. Essa fenestra ou abertura é imprescindível em procedimentos cirúrgicos em que é necessária a manutenção da técnica asséptica.
Eles também são confeccionados com não tecido SSMMS – 100% polipropileno grau médico. Podem ser esterilizados com óxido de etileno ou autoclave e disponibilizados em embalagem que garante a abertura e a transferência asséptica.
Esses campos também possuem uma dobradura asséptica que lhes atribuem maior segurança e confiabilidade.
Campo cirúrgico estéril
Os campos cirúrgicos descartáveis podem ser comprados estéril ou não. Quando eles veem esterilizados já estão prontos para o uso. Quando não são estéreis terão que ser autoclavados antes do procedimento cirúrgico.
Os campos estéreis geralmente são mais caros do que os não estéril.
Os Principais Objetivos da Aparamentação e dos Campos Cirúrgicos
Controle da infecção de sítio cirúrgico (ISC);
Controle da infecção hospitalar (IH);
Segurança do paciente;
Segurança da equipe cirúrgica (Risco Ocupacional);
Qualidade da assistência prestada ao paciente no ambiente cirúrgico.
O DEA, ou desfibrilador Externo Automático, é um equipamento portátil destinado a reverter parada cardiorrespiratória através da detecção automática de ritmos chocáveis (fibrilação ventricular e taquicardia ventricular) e aplicação de pulso de desfibrilação bifásico.
O desfibrilador automático externo (DEA), utilizado em parada cardiorrespiratória, tem como função identificar o ritmo cardíaco “FV” ou fibrilação ventricular, presente em 90% das paradas cardíacas.
Efetua a leitura automática do ritmo cardíaco através de pás adesivas no tórax. Tem o propósito de ser utilizado por público leigo, com recomendação que o operador faça curso de Suporte Básico em parada cardíaca. Descarga: 200 J (bifásico) e 360 J (monofásico) em adultos. Crianças, acima de 8 anos – 100 J (redutor).
Não há consenso na utilização de crianças com menos de 30 kg.
Hoje, são utilizados equipamentos em unidades de emergência e UTIs, com cargas monofásicas que variam de 0 a 360 J ou bifásicas de 0 a 200 J.
Em muitos países a aquisição e utilização dos aparelhos DEA é livre e incentivada, pelas seguintes razões:
em caso de paragem cardiorrespiratória tem de ser aplicado de imediato, não havendo tempo para chamar um serviço de emergência;
os DEA atuam sozinhos/inteligentemente, aplicando o choque apenas se for estritamente necessário.
O DEA/DAE pode ser usado em pediatria, porém, veja na animação a seguir algumas ressalvas:
Cuidados com a utilização do DEA
O uso do desfibrilador acontece segundo os quatro passos seguintes:
Ligue o aparelho: ligue o DEA e escute atentamente às instruções sobre como proceder.
Posicione os eletrodos: normalmente, os eletrodos dos DEAs são adesivos em coxim. O direito deve ser posicionado embaixo da clavícula da vítima, enquanto o esquerdo deve ser aderido abaixo do mamilo esquerdo.
É importante que os eletrodos sejam posicionados corretamente, para que a corrente elétrica atinja mais fibras cardíacas.
Aguarde o aparelho analisar a condição do paciente: depois de posicionar os coxins no paciente, instale o cabo do aparelho na luz indicativa. A partir daí, o DEA irá fazer uma análise do seu ritmo cardíaco.
É o resultado dessa análise que determinará se é necessário aplicar o choque ou não. Quando a análise aponta para a não realização do choque, deve-se prosseguir com a massagem e aguardar a chegada da emergência.
Dê o choque: se a análise do desfibrilador apontar que é preciso efetuar o choque no paciente, veja primeiro se não tem ninguém muito perto ou em contato com o DEA ou com a vítima.
Assim, pressione o botão de choque. É importante ressaltar que o aparelho dá uma descarga elétrica por vez. Após dois minutos, uma nova avaliação do ritmo cardíaco é realizada, indicando o próximo passo a ser seguido.
Não remova o desfibrilador após o procedimento. Aguarde o atendimento médico.
Preparações especiais
Antes de posicionar os eletrodos do DEA no paciente, é preciso atentar a alguns detalhes. No caso em que a vítima é um homem com muito pelo na região peitoral, deve-se raspar a área antes da colocação dos coxins, a fim de que eles fiquem aderidos diretamente na pele.
Antes de utilizar um DEA, certifique-se de que o paciente não está molhado. Caso esteja, seque-o.
O eletrodo do desfibrilador também não pode ser colado sobre implantes de marca-passo e medicamentos adesivos, uma vez que pode haver interferência na corrente elétrica. É necessário retirar também acessórios de metal como joias, pulseiras e sutiãs com aro.
A cada 40 segundos um brasileiro morre devido a problemas cardíacos. Mas, com um desfibrilador por perto, você garante um atendimento a uma complicação por arritmia cardíaca em adultos e crianças em poucos minutos com uma elevada taxa de sobrevivência.
Cuidados na utilização do DEA com crianças
Em crianças de 1 a 8 anos, deve-se utilizar um sistema atenuador de carga pediátrico, se disponível;
Caso o DEA não possua o sistema atenuador pediátrico, deve-se usar um DEA padrão;
Para crianças com menos de 1 ano de idade, prefira o desfibrilador manual. Caso não haja um disponível, utilize o DEA com atenuação de carga pediátrica. Caso não tenha nenhum dos dois disponíveis, utilize um sem atenuador de carga;
A carga ideal de desfibrilação em pacientes pediátricos não é conhecida, porém pode-se considerar uma carga inicial de 2 J/kg;
Nos choques subsequentes, os níveis de energia devem ser de, no mínimo, 4 J/kg, podendo ser considerados níveis de energia mais altos, desde que não excedam 10 J/kg ou a carga máxima para adultos.
Caso a criança chegue à emergência ou tenha uma PCR dentro do ambiente hospitalar, sem suspeita de trauma, e ela esteja não responsiva, havendo suspeita de estar sufocada, a via aérea deve ser verificada.
As duas formas que temos para isso são as manobras chin-lift(inclinação da cabeça – elevação do queixo e jaw-thrust (elevação da mandíbula). Ressalta-se que em caso de suspeita de trauma de crânio ou cervical, a manobra utilizada para a abertura das vias aéreas deve ser a de elevação da mandíbula (manobra jaw-thrust).
Lister, Pablo et al. Uso do desfibrilador automático externo no ambiente pré-hospitalar peruano: melhorando a resposta a emergências na América Latina. Revista Brasileira de Terapia Intensiva [online]. 2009, v. 21, n. 3 [Acessado 4 Agosto 2022] , pp. 332-335. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0103-507X2009000300015>. Epub 30 Out 2009. ISSN 1982-4335. https://doi.org/10.1590/S0103-507X2009000300015.
Conteúdo Atualizado!Revisado e atualizado em 30/09/2026.
Em pediatria, conseguir uma amostra de urina pode ser mais difícil do que parece. O coletor adesivo facilita a obtenção da urina sem cateterização, mas existe um detalhe que muda completamente sua finalidade: a bolsa pode ajudar na coleta, porém não é o método adequado para confirmar uma urocultura positiva.
Para que serve o coletor pediátrico?
O coletor de urina pediátrico é uma bolsa plástica adesiva posicionada ao redor da região genital para receber a urina eliminada espontaneamente. É especialmente útil em crianças que ainda não têm controle esfincteriano, quando se deseja obter uma amostra sem realizar imediatamente um procedimento invasivo.
Também pode ser utilizado para observar a eliminação urinária em situações específicas, desde que o dispositivo e o método de mensuração sejam compatíveis com o objetivo assistencial e o protocolo do serviço. Existem modelos destinados a diferentes anatomias genitais, por isso a escolha deve considerar a criança e o fabricante.
Se a finalidade for confirmar infecção urinária por cultura, a bolsa adesiva não deve ser utilizada como método diagnóstico definitivo. A contaminação pela flora da pele e da região genital pode produzir resultados falso-positivos; em crianças pequenas, recomendações pediátricas indicam coleta por cateterização uretral ou aspiração suprapúbica quando é necessária uma amostra confiável para cultura.
Para exame de urina, como a urinálise, a bolsa pode ser utilizada em determinadas situações, mas o resultado precisa ser interpretado de acordo com o contexto clínico e o método de coleta. Uma cultura positiva obtida pela bolsa, especialmente em uma criança febril, não deve ser automaticamente interpretada como ITU.
Essa diferença é importante no plantão: uma criança febril chega com a solicitação de “EAS + urocultura”, e a primeira ideia pode ser colocar a bolsa e esperar. Se a cultura for realmente necessária para definir o diagnóstico, a equipe precisa considerar desde o início um método de coleta apropriado, evitando perder tempo com uma amostra que depois terá de ser repetida.
Como realizar a coleta
Explique o procedimento ao responsável e, quando possível, à própria criança. Higienize as mãos, reúna o material e realize a higiene da região genital conforme o protocolo institucional.
Com a pele limpa e seca, posicione o coletor de maneira que o orifício fique adequadamente alinhado ao meato uretral, sem dobras ou espaços que favoreçam vazamento. A adesão deve ser suficiente para manter a bolsa no lugar, mas sem causar tração desnecessária na pele.
Depois da micção, retire o coletor com cuidado e encaminhe a amostra conforme a finalidade do exame, o recipiente recomendado pelo laboratório e o protocolo da instituição. Não é necessário estabelecer uma regra universal de “observar a cada 20 minutos”; o intervalo de acompanhamento deve considerar a condição da criança e a orientação do serviço.
Um cenário frequente é a criança permanecer algumas horas com a bolsa porque ainda não urinou. Nesse período, a prioridade não é apenas esperar o volume aparecer: é observar vazamentos, integridade da pele, deslocamento do adesivo e desconforto, retirando o dispositivo quando houver necessidade ou quando a coleta já tiver sido realizada.
Evite contaminar a amostra
A higiene adequada antes da aplicação reduz, mas não elimina, o risco de contaminação. Por isso, o manuseio posterior também importa. A amostra deve ser colocada em recipiente apropriado, corretamente identificada e encaminhada ao laboratório de acordo com o tempo e as condições estabelecidas pelo serviço.
Não transforme a orientação de “refrigerar após uma hora” em uma regra universal. O tempo entre coleta e processamento, temperatura e necessidade de refrigeração dependem do exame e das orientações do laboratório. Para urinálise, por exemplo, a amostra fresca é preferível, e recomendações laboratoriais específicas devem ser seguidas.
Pele também merece atenção
O adesivo fica em contato direto com uma região delicada. Crianças com dermatite, lesões, irritação ou pele fragilizada podem apresentar maior risco de dano relacionado ao adesivo, portanto a condição da pele deve ser avaliada antes e depois da aplicação.
Na retirada, evite arrancar o dispositivo rapidamente. Observe hiperemia persistente, erosão, maceração ou qualquer alteração que possa indicar lesão relacionada ao adesivo. Se a coleta for repetida, reavalie a necessidade e escolha uma estratégia que cause o menor trauma possível.
Em uma criança com mobilidade reduzida, por exemplo, a fralda pode ficar sobre o coletor conforme o modelo utilizado, mas precisa ser posicionada sem comprimir ou deslocar a bolsa. Uma pequena mudança na posição pode provocar vazamento e resultar em uma amostra perdida.
Cuidados de enfermagem
Antes de colocar o coletor, confirme qual exame foi solicitado e qual método de coleta é apropriado. Depois, confira a identificação da criança, integridade da pele, posicionamento da bolsa e condições da amostra.
Na documentação, registre a coleta conforme rotina institucional, incluindo horário, tipo de exame, características relevantes da urina e intercorrências. Se houver suspeita de contaminação, vazamento ou coleta inadequada, comunique a equipe e siga o protocolo para nova amostra.
O principal cuidado é não confundir praticidade com qualidade diagnóstica. O coletor pediátrico é uma alternativa útil para obter urina eliminada espontaneamente, mas uma bolsa adesiva positiva não substitui uma amostra adequada quando a urocultura é necessária para diagnosticar ITU.
Resumo para salvar
Coletor de Urina Pediátrico: Faça Certo
A bolsa facilita a coleta de urina sem cateterização
Bolsa coletora não é método adequado para confirmar urocultura positiva
Higiene posicionamento e integridade da pele são fundamentais
A finalidade do exame deve definir o método de coleta
Referências:
AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS. Urinary Tract Infection: Clinical Practice Guideline for the Diagnosis and Management of the Initial UTI in Febrile Infants and Children 2 to 24 Months. Pediatrics, v. 128, n. 3, p. 595-610, 2011. Reaffirmed 2016. Disponível em: AAP – Clinical Practice Guideline for UTI.
SANDERS, Jennifer E. Urinalysis. Pediatrics in Review, v. 46, n. 6, p. 350-353, 2025. Disponível em: AAP – Urinalysis.
ROYAL CHILDREN’S HOSPITAL MELBOURNE. Clinical Practice Guidelines: Febrile Child. Melbourne: RCH. Disponível em: RCH – Febrile Child.
BRASIL. Hospital das Forças Armadas. Instruções para coleta de EAS e urocultura. Brasília, DF. Disponível em: HFA – Instruções para coleta de urina.
A Bomba Elastomérica de Infusão é um sistema que utiliza um infusor elastomérico de silicone, como fonte de pressão, e um restritor de fluxo garantindo volume e vazão continua, de forma pré-definida, descartável, projetada para administração de uma ampla gama de medicamentos, permitindo mobilidade ao paciente, sendo uma alternativa segura a tratamentos que necessitam administrar medicação de forma contínua durante longos períodos de infusão.
Indicação de uso
É uma indicação como opção de fornecer quantidades pré-determinadas de medicação ao paciente de forma contínua e precisa, seja no hospital ou em casa, seja para tratamento da quimioterapia, antibióticos e no tratamento da dor (Subcutâneo, Intravenoso Central, Intravenoso Periférico, Intra-arterial e Epidural).
Desenvolvido para administração de medicamentos que não sejam fotossensíveis, sendo compatível com medicamentos de baixo peso molecular, como exemplo, Quimioterápicos:(Carboplatina, Doxorubicina, Fluorouracil, Metotrexato, Vincristina e outras), Analgésicos e Anestésicos: (Bupivacaína, Morfina, Haloperidol, Midazolan, Tramadol), Talassemia (Deferoxamina), Terapia Antiviral (Aciclovir e Ganciclovir) e Antibioticoterapia (Amicacina, Aztreonan, Cefazolina, Ceftazidima, Ceftriaxona, Cefuroxima, Clindamicina, Gentamicina, Tobramicina, Vancomicina), uma combinação simples e eficiente que permite a mobilidade do paciente, podendo ser utilizado em ambientes hospitalares, ambulatoriais e domiciliares.
Benefícios
Portátil e silenciosa;
Não utiliza bateria e eletricidade, livre de manutenção;
Acompanha bolsa protetora discreta para facilitar o uso durante o tratamento;
Não necessita programação ou gravidade;
Reduz necessidade de hospitalização, diminuindo custos com internação e riscos infecciosos;
Preserva autonomia, qualidade de vida e o convívio com familiares;
Segurança, facilidade e praticidade para administração de medicamentos;
Disponível em uma grande variedade de volume e fluxo contínuo pré-definido.
Cuidados com o Manuseio da Bomba Elastomérica
Para o Paciente
Durante o banho, retire a bomba elastomérica da sua bolsa protetora e coloque-a em saco plástico. Evite o contato do equipamento com a água;
Observe a área do cateter e, na presença de dor, inchaço ou vermelhidão, comunique ao serviço de enfermagem para avaliação da infusão correta do medicamento;
Observe a progressão da administração do medicamento através das marcas de graduação encontradas no reservatório transparente, este controle deve ocorrer a cada 4 a 6 horas;
Conserve o reservatório em sua bolsa protetora para transporte;
Qualquer intercorrência, faça contato telefônico com a equipe de enfermagem que lhe atende;
Informe-se com a enfermeira sobre a data e o horário de término da aplicação para a remoção do infusor e cuidados com o cateter.
Para a equipe de Enfermagem
Utilize seringa de 60 ml, com conexão luer lock;
Abra a porta de preenchimento e infunda solução fisiológica, abra o clamp para preencher a linha de extensão e retirada do ar, após fechar o clamp;
A medicação a ser infundida deve estar totalmente diluída antes de ser introduzida ao sistema infusor;
Utilize uma seringa para introduzir a medicação, já diluída, ao elastômero, repita essa operação até o preenchimento total do volume final programado. Ao término, fechar a válvula de entrada;
Para acionar o sistema infusor, abra o clamp, libere a tampa luer da extensão e conecte ao paciente;
Não infundir volume maior do que a capacidade indicada.
As tiras ou fitas teste reagentes pra medir glicose são produtos de cuidados com a saúde para diabéticos, onde detecta níveis de açúcar no sangue, disponibilizando o resultado no aparelho glicosímetro.
Existem atualmente no mercado diversas marcas de aparelhos glicosímetros e suas respectivas tiras, portanto, deve conhecer o seu aparelho e a indicação da tira teste específica desta, para que não ocasione erro ou mal funcionamento.
As tiras testes podem ser encontradas com embalagens de 10, 20, 50, 100 ou mais tiras para serem adquiridas conforme a necessidade do paciente.
Como é feito a coleta de amostra para a tira teste?
Lave as mãos com água e sabão;
Deixe o braço estendido ao longo do corpo na posição vertical por aproximadamente 1 minuto;
Com a ajuda do dedão, massageie o dedo da base até a ponta;
Pique o dedo;
Aplique a gota da amostra de sangue no tira teste;
Após a picada, com um algodão pressione o local do furo até parar o sangramento.
Cuidados com o Armazenamento das Tiras Teste
Deixe sempre guardado na embalagem original, pois é feito pra proteger de contaminação e da umidade;
Mantenha o frasco num lugar frio e seco, longe do sol;
Se o calor, água ou mofo ficam em contato com o produto reagente, as tiras perdem o efeito;
Também cheque a validade na embalagem das tiras. Quando encontra-se vencido, o reagente não funciona como deve e o resultado pode sair errado. Se isso acontecer, jogue fora e use tiras novas;
As tiras testes são descartáveis e só absorvem o sangue uma vez. Então, nunca tente usar de novo pra não estragar o aparelho medidor e nem compartilhe elas com mais ninguém;
Depois de terminar cada mensuração, guarde as tiras, lancetas, agulhas e seringas pra insulina usadas dentro de uma garrafa pet ou pote fechado (em domicílio) ou em lixo infectante ou perfurocortante (em hospital);
Se já trocou suas tiras por novas e mesmo assim o resultado está dando incorreto, o problema às vezes pode estar no glicosímetro.
O PVC (cloreto de polivinila) em específico, é um tipo de plástico muito utilizado nos produtos médico-hospitalares, e devido à sua problemática com a incompatibilidade de medicamentos, há uma tendência crescente em buscar alternativas ao PVC para estes insumos e outros produtos.
É necessário a utilização de equipos livres de PVC (PVC FREE) para a infusão destes medicamentos, juntamente com uma bolsa também livre de PVC para infusão destes tais medicamentos, a fim de evitar a alteração e a inativação dos agentes farmacológicos dos medicamentos em específico.
Características do Equipo PVC Free
Confeccionado por massa de silicone atóxica de composição, dureza , comprimento, diâmetro interno e externo definidos e controlados.
A bolsa pressurizadora, conhecida também como bolsa pressórica ou pressurizador de bolsas de infusão, é de grande importância para pacientes com hipovolemia– ou seja, que sofrem com a redução do volume de plasma sanguíneo, atingindo níveis que coloquem em risco a sua saúde.
E também, através de sua pressão exercida, mantém a permeabilidade do sistema de Pressão Arterial Invasiva e Pressão Venosa Central, podendo lavar as linhas através do transdutor que é conectado nas bolsas de infusão dentro destes pressurizadores.
Como funciona?
É constituído por um manguito que envolve e exerce pressão sobre a Bolsa de Infusão, através de um Insuflador Manual em formato de pêra.
Consequentemente, o fluido presente no interior da Bolsa de Infusão passa a ser administrado intravenosamente com uma taxa de fluxo maior nos pacientes hipovolêmicos.
Para controlar a pressão exercida sobre a Bolsa de Infusão, o dispositivo possui um manômetro analógico e uma válvula de controle de entrada e saída do ar de dentro do manguito.
Cuidados de Enfermagem
Quanto ao uso:
Pendure a alça do Infusor de Pressão no suporte I.V. (haste);
Insira cuidadosamente a bolsa de fluido entre a malha e o balão de insuflação. Pendure a bolsa de fluido no gancho interno do Infusor de Pressão;
Gire a alavanca da torneira para apontar na direção da abertura do sistema;
Pressione a pera de insuflação até que o manômetro indique a pressão desejada. Não encha demais;
Para manter a pressão, gire a torneira para cima, em direção à bolsa do infusor;
Para esvaziar, gire a torneira para baixo, em direção à pera de insuflação.
Quanto a limpeza e armazenamento:
Para desinfetar o produto utilize álcool 70%;
Não use se a embalagem estiver danificada;
Este produto só deve ser usado por pessoas que receberam treinamento e sob supervisão de pessoal médico qualificado;
Após a utilização, o método de descarte de resíduos deve ser de acordo com a política de controle de infecção hospitalar da Instituição;
Conhecida como “Passante”, a prancha de transferência de pacientes é caracterizada por um sistema rolante e deslizante, que minimiza o esforço físico dispendido em atividades diárias dos grupos de enfermagem nas manobras de passagem de pacientes de uma superfície para outra, minimizando também os riscos de lesões músculo esqueléticas, melhorando a qualidade e eficiência nas atividades diárias frente ao esforço, promovendo segurança e bem estar à todos os envolvidos.
Características
De material confeccionado em polímero expandido de formato retangular, dobrável, desmontável e lavável, revestida por material teflonado, dotada de ponteiras que revestem as suas extremidades, com alças para o transporte e sustentação, sendo que a prancha em sua extensão é recoberta por material resinado, permitindo um deslizamento suave sobre a prancha num sistema rolante, isto é, rola sobre si mesma, fazendo com que a prancha se desloque no mesmo sentido em que gira o material resinado, transportando consigo o que estiver sobreposto.
Sendo muito útil ergonomicamente, pois pode deslocar pacientes de diversas características, de uma forma rápida e segura tanto para o paciente e o profissional de enfermagem que realiza a transferência ao leito.
Também pode ser levado durante o trajeto até o setor de destino, pois além de dobrável, o material é leve e possui alças que facilitam o transporte conjunto, e também podendo acoplar embaixo da maca se houver compartimento para o transporte.
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